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Medium 9788521623496

Capítulo 20 - Prevenção através do Projeto e da Segurança do Sistema

SHAMMAS, Nazih K.; WANG, Lawrence K. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

20

Prevenção através do

Projeto e da Segurança do Sistema

A

prevenção através do projeto (PaP) é uma iniciativa colaborativa nos Estados Unidos baseada na crença de que a melhor maneira de evitar lesões e doenças associadas ao trabalho é prever e “conceber” os perigos e riscos potenciais na “prancheta” ou o mais cedo possível na fase de concepção dos novos processos, estruturas, instalações, equipamentos ou ferramentas, e organizar o trabalho levando em consideração a construção, manutenção, produção e desativação das operações. A iniciativa PaP é um catalisador positivo para a criação e disseminação das ferramentas de negócio, estudos de casos, projetos de demonstração e boas práticas de engenharia centradas em soluções de projeto que reduzem as lesões, doenças e custos do trabalhador.

Muitos profissionais de engenharia encaram as ideias oriundas da PaP como uma necessidade no ambiente empresarial altamente competitivo hoje e os conceitos da PaP estão amadurecendo em uma série de empresas no mundo inteiro. Esses líderes compreendem que é mais barato prever e minimizar os perigos e riscos no local de trabalho ainda na fase de concepção do que fazer alterações conceituais após os trabalhadores serem atingidos. Além do custo de reformulação, não projetar pensando na prevenção pode levar a exposições maiores a produtos químicos, riscos ergonômicos, explosões, incêndios, quedas, amputações, etc. A PaP ajuda a planejar para o sucesso integrando as soluções de segurança e saúde ocupacional com os processos de negócio fundamentais. Ela também aumenta a eficiência e a economia de recursos.

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Medium 9788580551723

Capítulo 19 - Circuitos de duas portas

Matthew N. O. Sadiku; Sarhan M. Musa; Charles K. Alexander Grupo A PDF Criptografado

19

CIRCUITOS DE DUAS PORTAS

Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje.

Não peça ajuda de outros no que pode fazer por si mesmo.

Não compre coisas inúteis sob pretexto de que são baratos.

O orgulho nos custa mais do que a fome, a sede e o frio.

Não se arrependa de ter comido pouco.

Não gaste seu dinheiro antes de ganhá-lo.

Nada do que fazemos de bom grado é problemático.

Quanta dor nos causaram as desgraças que nunca aconteceram!

Medite todas as coisas sob um ponto de vista favorável.

Quando estiveres contrariado, conte até dez antes de proferir qualquer palavra e conte até cem se estiver com raiva.

Thomas Jefferson

Progresso profissional

Carreira na área de educação

Enquanto dois terços dos engenheiros trabalham no setor privado, alguns trabalham no setor acadêmico e preparam os estudantes para a carreira de engenharia. Se você gosta de ensinar outras pessoas, talvez queira considerar a possibilidade de se tornar um educador no ramo da engenharia, e o curso de Análise de Circuitos é parte importante do processo de preparação.

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Medium 9788521632610

3 Equilíbrio Estático de um Corpo

PINHEIRO, Antônio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos Grupo Gen ePub Criptografado

Habilidades e competências

■ Compreender a importância do equilíbrio estático de um corpo.

■ Conceituar ponto material e corpo extenso.

■ Identificar o grau de liberdade de um ponto material.

■ Classificar estruturas quanto ao equilíbrio estático.

■ Compor diagrama de corpo livre para o estudo do equilíbrio estático.

Contextualização

O homem tem buscado soluções de engenharia para resolver problemas de sobrevivência ou vencer obstáculos da natureza. Exemplos diversos podem ser citados, tais como pontes para travessia de rios e abrigos para guardar mantimentos, ou coberturas para a fábricas de diversos produtos. Desde a concepção da obra, o profissional técnico deve privilegiar sua rápida execução a um baixo custo, beneficiando a prática construtiva da região e a oferta de materiais a serem utilizados. A seguir, são apresentadas algumas dessas soluções, que somente são possíveis de serem executadas com a criatividade e o conhecimento técnico dos profissionais em criar estruturas estáveis e resistentes.

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Medium 9788521618850

2 Origem e Formação dos Solos. Pedologia. Composição Química e Mineralógica

CAPUTO, Homero Pinto; CAPUTO, Armando Negreiros; RODRIGUES, J. Martinho de A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

2

Origem e Formação dos Solos. Pedologia.

Composição Química e

Mineralógica

2.1 Origem e Formação dos Solos

Os solos são materiais que resultam do intemperismo ou meteorização das rochas*, por desintegração mecânica ou decomposição química.

Por desintegração mecânica, através de agentes como água, temperatura, vegetação e vento, formam-se os pedregulhos e areias (solos de partículas grossas) e até mesmo os siltes (partículas intermediárias), e, somente em condições especiais, as argilas (partículas finas).

Por decomposição química entende-se o processo em que há modificação química ou mineralógica das rochas de origem. O principal agente é a água, e os mais importantes mecanismos de ataque são a oxidação, a hidratação, a carbonatação e os efeitos químicos da vegetação. As argilas representam o último produto do processo de decomposição.

Em geral esses processos atuam simultaneamente; em determinados locais e condições climáticas, um deles pode ter predominância sobre o outro. O solo é, assim, uma função da rochamáter e dos diferentes agentes de alteração. Os que mantêm uma nítida macroestrutura herdada da rocha da origem são designados por solos saprolíticos.

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Medium 9788520431320

5. Gestão de investimento sem capacidade instalada

ANJOS JR., Ary Haro dos Editora Manole PDF Criptografado

5

Gestão de investimentos em capacidade instalada

Introdução

Neste capítulo, examina-se o comportamento dos custos de investimentos em capacidade instalada nos sistemas de saneamento. Além disso, critérios são propostos para orientar as decisões de engenharia referentes às aplicações de recursos nesses sistemas, visando maximizar os resultados mediante a redução dos custos imobilizados em ativos fixos.

Na primeira parte, serão apresentados os conceitos de economias de escalas e de funções de custos. Na segunda, será apresentado um modelo de otimização de investimentos em capacidade instalada.

Objetivos e estratégias

A gestão dos investimentos em capacidade instalada nos sistemas contempla o objetivo geral de maximizar os benefícios líquidos (econômicos e financeiros) gerados pelas instalações existentes e projetadas.

Em termos mais específicos, contempla-se o objetivo de se identificar e adotar um tamanho ótimo para as instalações – para que elas possam atender às solicitações da demanda do sistema a um custo mínimo, imobilizado em ativos fixos.

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Medium 9788521630753

3 - Equilíbrio Estático de um Corpo

PINHEIRO, Antônio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos Grupo Gen PDF Criptografado

Equilíbrio

Estático de um Corpo

3

Habilidades e competências

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Compreender a importância do equilíbrio estático de um corpo.

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Conceituar ponto material e corpo extenso.

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Identificar o grau de liberdade de um ponto material.

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Classificar estruturas quanto ao equilíbrio estático.

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Compor diagrama de corpo livre para o estudo do equilíbrio estático.

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Capítulo 3

Contextualização

O homem tem buscado soluções de engenharia para resolver problemas de sobrevivência ou vencer obstáculos da natureza. Exemplos diversos podem ser citados, tais como pontes para travessia de rios e abrigos para guardar mantimentos, ou coberturas para a fábricas de diversos produtos. Desde a concepção da obra, o profissional técnico deve privilegiar sua rápida execução a um baixo custo, beneficiando a prática construtiva da região e a oferta de materiais a serem utilizados.

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Medium 9788521627524

11 - FERRAMENTAS DE PROJETO CONCEITUAL

LEAKE, James M.; Borgerson, Jacob L. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

FERRAMENTAS DE PROJETO

CONCEITUAL

❚ INOVAÇÃO

Em 2002, a revista The Economist1 declarou o seguinte: “A inovação hoje é reconhecida como o ingrediente mais importante de todas as economias modernas”. Durante a primeira década deste século, projetos e inovação foram matérias de capa de revistas de finanças como Fortune, Business Week e Fast Company.2 O melhor exemplo de projetos inovadores talvez seja o de Steve Jobs na Apple, mas também merecem menção a firma de consultoria americana IDEO e o inventor inglês

James Dyson.

Steve Jobs via a si próprio como vivendo na fronteira das humanidades com a tecnologia e passou essa visão para sua empresa, a

Apple. Desde o início, a atenção dedicada por

Jobs às artes liberais ajudou a equilibrar a visão tecnológica do sócio, Steve Wozniak.

Através dos anos, a Apple tem usado o projeto industrial para adaptar a tecnologia aos usuários. Jonathan Ive, vice-presidente sênior de projeto industrial, foi um dos amigos mais próximos de Jobs. No lançamento do iPad 2, em 2011, Jobs declarou: “Está no DNA da

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Medium 9788582604915

Capítulo 1. A maré metropolitana

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

A maré metropolitana

Foram três as grandes ondas na história humana. Estamos atualmente em meio à terceira. A primeira onda, de caçadores-coletores que dependiam de forrageamento, caçadas e pesca, elevou consideravelmente nossa ingesta calórica por meio do trabalho cooperativo e do compartilhamento de ganhos com a respectiva família e grupo tribal. Essa elevação nas calorias energizou a evolução das capacidades cognitivas de nossas mentes. A segunda onda foi agrícola, uma época em que avançamos nossas teias sociais e as aplicamos para multiplicar as calorias e abastecer o desenvolvimento da civilização. Na terceira onda, aprimoramos radicalmente nossa capacidade organizacional e técnica, o que possibilitou o florescimento de nossas mais avançadas tecnologias e cidades, que hoje se espalham pelo planeta em uma vasta maré metropolitana. Durante a primeira onda, os humanos encaravam a si mesmos como parte da natureza. Na segunda, passamos a nos ver como profundamente integrados à natureza, mas também moldados pela cultura humana.

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Medium 9788582605172

Capítulo 9. Liderança e equipes

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

9

Liderança e equipes

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

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como a liderança e organização da inovação é muito mais do que um conjunto de processos, ferramentas e técnicas, e que a prática bem-sucedida da inovação e do empreendedorismo exige a interação e a integração de três diferentes níveis de gestão: individual, coletiva e ambiental; no nível pessoal ou individual, como diferentes estilos de liderança e empreendedores influenciam a capacidade de identificar, avaliar e desenvolver novas ideias e conceitos; no nível coletivo ou social, como equipes, grupos e processos contribuem para comportamentos e resultados de inovação bem-sucedidos; no nível contextual ou ambiental, como diferentes fatores podem apoiar ou prejudicar a inovação e o empreendedorismo.

Não existe um único tipo ideal e universal de pessoa ou organização que promova a inovação e o empreendedorismo. Contudo, a análise de estudos de caso de empreendedores e organizações inovadoras e sua comparação sistemática com empreendimentos menos bem-sucedidos é o primeiro passo para identificar padrões consistentes de boa liderança e organização. Pesquisas acadêmicas em maior escala confirmam que esses fatores tendem a contribuir para o desempenho superior (Tabela 9.1).

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Medium 9788521623762

CAPÍTULO 19 - PRÉ-TENSIONAMENTO A FRIO DAS TUBULAÇÕES

FRANÇA FILHO, José Luiz de Grupo Gen PDF Criptografado

204

PARTE I V — ME LH OR IA DA FLEXIBILIDADE

19

PARTE

IV

PRÉ-TENSIONAMENTO

A FRIO DAS TUBULAÇÕES

19.1

Conceituação

Para concluir a apresentação das possibilidades de melhoria de flexibilidade de uma tubulação, vamos dedicar este capítulo ao pré-tensionamento (cold spring), já mencionado em algumas de nossas explicações anteriores. Inicialmente ressaltamos que, apesar da denominação utilizada em nossa língua, sua utilização não deve estar voltada para a redução das tensões, mas sim para os esforços introduzidos nos suportes e, principalmente, nos bocais dos equipamentos aos quais a tubulação está conectada. Em algumas situações particulares, associadas

às tubulações localizadas em pipe racks e pipe-racks muito extensos, o pré-tensiona-

mento pode ser também utilizado para reduzir os grandes deslocamentos resultantes nas mudanças de direção, evitando possíveis interferências entre os tubos adjacentes.

Pré-tensionar uma tubulação consiste em cortar/retirar um determinado trecho (“fatia”) do tubo de comprimento ∆L, forçando a montagem (união) dessas extremidades e introduzindo dessa forma uma deformação a frio, que passa a solicitar a tubulação na condição inicial de instalação. A referida “fatia” representará, na verdade, uma parcela do deslocamento que deveria ser absorvido por deformação da tubulação naquela direção, na condição de operação, sendo por isso limitado à expansão/contração térmica da tubulação, combinado com

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Medium 9788582715253

3.4 Extração utilizando solventes

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

206   PARTE II   Processamento em temperatura ambiente

(A)

Alimentação

Ajuste da pressão

Rosca

(B)

Líquido

Sólidos

Anel acelerador

FIGURA 3.13  (A) Extrator de óleos mostrando o tambor da rosca. (B) Funcionamento da prensa de rosca/extrator de óleo, mostrando o anel de aceleração usado para o processamento de oleaginosas.

(A) Cortesia de Rosedowns, 2013. Sterling 100 series oil expeller. Desmet Ballestra. Disponível em: www.desmetballestra. com/equipment/oilseed-a-f-equipment/sterling-series-screw-presses (www.desmetballestra.com > selecionar ‘Equipment’

> ‘Oilseed equipment’ > ‘Sterling series screw presses’, faça o download ‘Sterling 100 series pdf’) (acessado em janeiro de

2016) e (B) retirada de Brennan, J.G., Grandison, A.S., Lewis,

M.J., 2011. Separations in food processing (crystallisation).

In: Brennan, J.G., Grandison, A.S. (Eds.), Food Processing

Handbook. Wiley/VCH, Wienheim, Alemanha, pp. 429–512 e Stein, W., 1984. New oil extraction process. Food Eng. Int.

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Medium 9788582602393

Introdução

Widomar P. Carpes Jr. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Este livro trata do desenvolvimento de produtos de forma clara e concisa. É um livro introdutório à teoria de projeto e é destinado a estudantes de cursos profissionalizantes e de nível superior que necessitam de conhecimento inicial em relação ao projeto de produtos. Muitos assuntos são tratados aqui de forma simplificada, de modo a facilitar a compreensão do conteúdo.

O Capítulo 1 trata do projeto dos produtos, iniciando por uma breve explicação sobre o que é um produto e pelas definições deste, sob os pontos de vista comercial e técnico. Então, classificam-se os novos produtos e os já existentes, abordam-se os defeitos mais comuns que ocorrem. Posteriormente, são apresentadas explicações sobre os significados das metodologias de projetos, seus antecedentes históricos, algumas metodologias atuais e suas tendências. Ainda, apresentam-se os erros mais comuns de ocorrerem durante o desenvolvimento de projetos, as habilidades e as tarefas dos projetistas, além de um breve comentário sobre o ciclo de vida dos produtos.

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Medium 9788521630098

Capítulo 17. Eixos e Componentes Associados

JUVINALL, Robert C.; MARSHEK, Kurt M. Grupo Gen PDF Criptografado

17

17.1

Eixos e Componentes Associados

Introdução

O termo eixo geralmente se refere a um elemento relativamente longo de seção transversal circular que gira e transmite potência. Um ou mais componentes, como engrenagens, rodas dentadas, polias e cames, são usualmente fixados aos eixos através de pinos, chavetas, cavilhas, anéis de pressão e outros elementos de fixação. Esses últimos elementos serão enquadrados neste capítulo como “componentes associados”, assim como, os acoplamentos e as juntas universais, que são utilizados para unir os eixos às suas fontes de potência ou cargas.

Um eixo pode possuir uma seção transversal não circular, e não precisa, necessariamente, girar. Ele pode ser estacionário e servir para suportar um elemento girante, como o pequeno eixo que suporta as rodas conduzidas de um automóvel (também denominado ponta de eixo). Os eixos de apoio das engrenagens intermediárias (Figuras 15.18 e 15.22) podem ser tanto girantes quanto estacionários, dependendo de a engrenagem ser solidária ao eixo ou suportada por ele por meio de mancais.

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Medium 9788577260386

Capítulo 12 - Análise de Sinais e Sistemas por Transformada de Fourier Contínua no Tempo

M. J. Roberts Grupo A PDF Criptografado

12

C A P Í T U L O

Análise de Sinais e Sistemas por Transformada de Fourier

Contínua no Tempo

A cura para o tédio é a curiosidade. Não há cura para a curiosidade.

Dorothy Parker, escritora e poetisa espirituosa

12.1 INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

Até este ponto do nosso texto, o contéudo tem sido substancialmente matemático e abstrato. Vimos alguns exemplos oportunos do uso de técnicas para a análise de sinais e sistemas, porém ainda não foi feita nenhuma exploração detalhada de suas aplicações. Estamos agora munidos de ferramentas analíticas suficientes para tratarmos certos tipos de sinais e sistemas importantes e demonstrar o porquê destes métodos de

Fourier serem tão populares e poderosos na realização da análise de diversos sistemas.

Uma vez que tenhamos desenvolvido uma habilidade e familiaridade reais com os métodos no domínio da freqüência, compreenderemos a razão pela qual muitos engenheiros profissionais despendem praticamente toda a sua carreira “no domínio da freqüência”, criando, projetando e analisando sistemas por meio dos métodos de Fourier e de outros métodos de transformada.

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Medium 9788521615361

CAPÍTULO 17 - CIRCUITOS MISTOS DE CORRENTE ALTERNADA COM RESISTÊNCIA, INDUTÂNCIA E CAPACITÂNCIA

SILVA FILHO, Matheus Teodoro da Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

17

CIRCUITOS MISTOS DE CORRENTE ALTERNADA

COM RESISTÊNCIA, INDUTÂNCIA E CAPACITÂNCIA

17.1 RECOMENDAÇÕES PARA RESOLUÇÃO DE CIRCUITOS MISTOS

DE CORRENTE ALTERNADA

Para resolver circuitos elétricos contendo associações mistas de resistores, indutores e capacitores ligados a uma fonte de tensão alternada, é necessário conhecermos as propriedades das associações em série e em paralelo desses componentes, bem como as leis de Kirchhoff. Estes assuntos foram abordados nos Capítulos

6 e 16. Veja a seguir um resumo das convenções, bem como algumas recomendações que poderão facilitar o cálculo desses tipos de circuitos:

• para somar ou subtrair dois números complexos, estes deverão estar em forma algébrica; para multiplicálos ou dividi-los, será menos trabalhoso se eles estiverem na forma polar;

• são designadas por número imaginário puro positivo a reatância indutiva e a potência reativa decorrente de indutores no circuito;

• são designadas por número imaginário puro negativo a reatância capacitiva e a potência reativa relativa

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