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Medium 9788580555547

9 - Soldagem, colagem e o projeto de juntas permanentes

Richard G. Budynas, J. Keith Nisbett Grupo A PDF Criptografado

9

Soldagem, colagem e o projeto de juntas permanentes

9–1

Símbolos de soldagem 

460

9–2

Soldas de topo e filete 

462

9–3

Tensões em junções soldadas em torção 

466

9–4

Tensões em junções soldadas em flexão 

471

9–5

A resistência de junções soldadas 

9–6

Carregamento estático 

9–7

Carregamento de fadiga 

9–8

Soldagem por resistência 

9–9

Colagem por adesivo 

476

480

483

482

472

460    Elementos de máquinas de Shigley

A forma pode mais prontamente desempenhar a função com a ajuda de processos de união, tais como soldagem, brasagem, fusão de liga de baixa fusão, cementação e colagem – processos que são hoje usados extensivamente em manufatura. Sempre que partes tiverem de ser montadas ou fabricadas, existe usualmente um bom motivo para considerar um desses processos em trabalho preliminar de projeto. Particularmente quando as seções a serem unidas são finas, um desses métodos pode levar a uma economia significativa. A eliminação de conectores individuais, com seus orifícios e custos de montagem, é um fator importante. Dessa forma alguns desses métodos permitem também rápida montagem em máquina, promovendo a atratividade deles.

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Medium 9788521632368

12. Estruturas e Propriedades das Cerâmicas

Callister Jr., William D., David G. Rethwisch Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

12 �Estruturas e Propriedades das Cerâmicas

A

Cortesia de Amir C. Akhavan

s ilustrações mostradas apresentam a estrutura do quartzo

(SiO2) a partir de três perspectivas dimensionais diferentes.

As esferas brancas e escuras representam, respectivamente, os

átomos de silício e de oxigênio.

(a) Representação esquemática da unidade estrutural mais básica para o quartzo (assim como para todos os silicatos). Cada átomo de silício está ligado e envolvido por quatro átomos de oxigênio,

(a)

(a)

cujos centros estão localizados nos vértices de um tetraedro.

Cortesia de Amir C. Akhavan

Quimicamente, essa unidade é representada como SiO442 .

(b) Esboço de uma célula unitária do quartzo, a qual é composta por vários tetraedros de SiO442 interconectados.

(b)

(b)

Cortesia de Amir C. Akhavan

(c) Diagrama esquemático mostrando um grande número de tetraedros de SiO442 interconectados.

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Medium 9788580551273

Capítulo 3. Condução de calor permanente

Yunus A. Çengel, Afshin J. Ghajar Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

C ondução de C a lo r

P erm anente

N

a análise da transferência de calor, muitas vezes estamos interessados na taxa de transferência de calor através do meio sob condições e temperaturas superficiais permanentes. Os problemas podem ser resolvidos facilmente sem envolver equação diferencial, por meio da introdução do conceito de resistência térmica de forma análoga aos problemas de circuito elétrico. Nesse caso, a resistência térmica corresponde à resistência elétrica, a diferença de temperatura corresponde à tensão e a taxa de transferência de calor corresponde à corrente elétrica.

Começamos este capítulo com a condução de calor unidimensional permanente em parede plana, em cilindro e em esfera, e suas relações desenvolvidas para resistências térmicas. Desenvolveremos, também, relações da resistência térmica para condições de convecção e radiação nas fronteiras. Aplicaremos esse conceito para problemas de condução de calor em múltiplas camadas de paredes planas e geometrias cilíndricas e esféricas e generalizaremos esse mesmo conceito para sistemas que envolvem a transferência de calor em duas ou três dimensões. Discutiremos também a resistência térmica de contato e o coeficiente global de transferência de calor e desenvolveremos relações para o raio crítico de isolamento de cilindro e de esfera. Por último, abordaremos a transferência de calor permanente em superfícies aletadas e algumas geometrias complexas comumente encontradas na prática por meio do uso de fatores de forma de condução.

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Medium 9788521632399

Apêndices A, B e C

La Plata Grupo Gen PDF Criptografado

Propriedades dos Perfis de Aço Laminados

Apêndice A

Tópicos de Geometria

1.

Teorema de Pitágoras a 2 = b2 + c 2

b

(A.1)

c

a

A.1

Figura A.1  Teorema de Pitágoras.

2.

Lei dos cossenos a 2 = b 2 + c 2 − 2b c cos α (A.2)

α b

c

a

A.2

Figura A.2  Lei dos cossenos.

Apendice.indd 286

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Tópicos de Geometria

3.

Lei dos senos a b c

=

= sen α sen β sen θ

(A.3)

α b

c

θ

β a

A.3

Figura A.3  Lei dos senos.

287

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Propriedades dos Perfis de Aço Laminados

Apêndice B

Propriedades Geométricas de Algumas Superfícies

B.1  Tabelas de Centroides e Momentos de Inércia

Tabela B.1  Momentos de inércia de área de algumas figuras geométricas

Figura

Centroide

Momentos de inércia comprimentos e áreas

Segmento de arco r

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Medium 9788521629214

Capítulo 8 Tensões de Flexão e de Cisalhamento em Vigas

Barry Onouye, Kevin Kane Grupo Gen PDF Criptografado

8

Tensões de Flexão e de

Cisalhamento em Vigas

Introdução

Um dos primeiros estudos a respeito da resistência e do deslocamento transversal de vigas foi realizado por Galileu Galilei. Galileu foi o primeiro a analisar a resistência à flexão de uma viga.

Assim, ele se tornou o fundador de um ramo da ciência inteiramente novo: a teoria da resistência dos materiais, que desempenhou uma parte vital da ciência da engenharia moderna.

Galileu começou com a observação de uma viga em balanço, ou cantiléver (Figura 8.1) sujeita a uma carga na extremidade livre.

Ele igualou os momentos estáticos da carga externa ao da resultante das forças de tração na viga (admitidas uniformemente distribuídas ao longo de toda a seção transversal da viga, conforme mostra a Figura 8.2) em relação ao eixo de rotação (admitido estar localizado na borda inferior da seção transversal engastada). Galileu concluiu que a resistência ao cisalhamento de uma viga não era diretamente proporcional à sua largura, mas, em vez disso, era proporcional ao quadrado de sua altura. Entretanto, como ele baseou sua proposição simplesmente em considerações de estática, sem ter ainda introduzido a noção de elasticidade — uma ideia proposta por Robert Hooke, meio século mais tarde —, Galileu errou na avaliação do valor absoluto da resistência à flexão em relação à tensão de tração na viga.

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Medium 9788582600221

Capítulo 16 - Soldagem

Robert L. Norton Grupo A PDF Criptografado

16

SOLDAGEM

Para inventar, você precisa de uma boa imaginação e de um monte de lixo.

THOMAS A. EDISON

16.0

INTRODUÇÃO

Soldagens (ou conjuntos soldados) são utilizadas em muitas aplicações, como estruturas e componentes de máquinas, edifícios, pontes, navios, veículos, equipamentos de construção (motoniveladoras, pás carregadeiras, etc.) e muitos outros sistemas. Nosso foco será no seu uso como projeto de máquinas, não em elementos estruturais como edifícios e pontes, embora os princípios do projeto de uniões soldadas sejam similares entre essas aplicações. Também não abordaremos os vasos de pressão soldados operando a altas temperaturas e que sofram corrosão.

A ASME publica normas detalhadas para essas aplicações.

Meio século atrás, as estruturas de máquinas eram comumente construídas com ferro fundido cinzento, que apresenta um bom amortecimento. Atualmente é muito comum ver máquinas com estruturas de aço soldadas. Uma razão para esta mudança é a rigidez superior do aço sobre o ferro fundido (30E6 psi contra 16E6 psi). Uma estrutura de aço pode ser mais leve e ter a mesma rigidez do que outra em ferro fundido ou ter o mesmo peso e ser muito mais rígida.

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Medium 9788521621614

19. A Energia Eólica Offshore

Oliveira Pinto Grupo Gen PDF Criptografado

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A Energia Eólica

Offshore

Os tristes acham que o vento geme; os alegres acham que ele canta

Luís Fernando Veríssimo

Oliveira Pinto 19.indd 315

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Parque offshore de Middelgrunden, no estreito de Øresund, distante 3,5 km de Copenhague, Dinamarca.

Fonte: Colin Gray, 2009, Creative Commons.

Oliveira Pinto 19.indd 316

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O termo eólico offshore se refere à produção de energia elétrica a partir de turbinas instaladas sob uma superfície aquática (mar, oceano ou lagos). As primeiras ideias de turbinas offshore foram desenvolvidas na Alemanha por Hermann Honnef nos anos 1930. Grandes parques eólicos offshore foram propostos no início dos anos 1970 ao longo da costa de Massachusetts, EUA, porém eles não chegaram a ser construídos. Os primeiros parques eólicos comerciais surgiram em terra, onshore, no início dos anos 1980. A opção offshore começou relativamente há pouco tempo, cerca de uma década após o início onshore. Trata-se assim de uma opção tecnológica recente, concentrada praticamente na Europa. A Figura 19.1 mostra o parque eólico de Middelgrunden, na Dinamarca, que no momento de sua inauguração, em 2000, tinha sido considerado o maior parque offshore do planeta, com 20 turbinas e

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Medium 9788521634492

CAPÍTULO 6 - Controle de Engrenagens

Stipkovic Filho Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Controle de Engrenagens

Stipkovic 06.indd 93

18/08/17 14:19

94  

CAPÍTULO 6

6.1 �Considerações

sobre o

Controle

das

Engrenagens

A particular importância dada à engrenagem no campo da construção de máquinas tem deter‑ minado não só um notável desenvolvimento da máquina operatriz destinada a sua construção, mas também aos instrumentos necessários para o controle de suas principais características.

Destacam‑se aí a espessura do dente, seu perfil, ângulo de hélice, medida centro a centro etc.

Os instrumentos destinados ao controle das engrenagens oferecem uma grande variedade de tipos, de conceito e de aplicação: desde o tradicional calibre de duplo cursor ao compara‑ dor milesimal ou, ainda, aos complexos instrumentos de verificação de perfil.

Limitaremos nossa exposição ao instrumento para o controle da engrenagem cilíndrica com perfil a evolvente.

6.1.1 Calibre de duplo cursor para engrenagens

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Medium 9788536531540

9 - Sistema Logístico de uma Empresa

CASTIGLIONI, Bruno Paoleschi, José Antônio de Mattos Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema Logístico de uma Empresa

9

Para começar

Neste capítulo você estudará como é feito o gerenciamento de um sistema logístico de uma empresa e quais são as suas atividades principais.

9.1 Gerenciamento de um sistema logístico

O gerenciamento de um sistema logístico depende do ramo de atuação da empresa no mercado, da sua estrutura organizacional e do conhecimento que possui sobre as atividades que constituem a Logística. A Logística proporciona a redução de custos, agregando valor ao produto, aprimora os níveis de serviço e maximiza a lucratividade. Portanto, o gerenciamento logístico eficiente proporciona impactos financeiros positivos. Podemos classificar as atividades logísticas em três categorias: suprimentos, apoio à logística e distribuição.

9.1.1 Atividades de suprimento

Atividade de suprimentos é o conjunto de atividades que vão do recebimento do pedido do cliente, passando pela compra dos insumos dos fornecedores, até a sua produção, movimentação, armazenamento, separação na expedição e transporte, trabalhando de forma integrada, disponibilizando as informações em tempo real para que o processo produtivo possa transformar os insumos em produtos rapidamente, visando reduzir custos e prazos de entregas, em busca de um lucro maior.

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Medium 9788536532028

1.3 Vantagens da utilização de uma rede industrial

LUGLI, Alexandre Baratella; SANTOS, Max Mauro Dias Editora Saraiva PDF Criptografado

24

PROFIBUS DP: periferia descentralizada.

PROFIBUS PA: automação de processo.

RS-485: tipo de meio físico para tráfego de informação serial em uma rede de campo.

Manchester: tipo de meio físico para tráfego de informação serial em uma rede de campo.

Redes Industriais para Automação Industrial

O protocolo PROFIBUS é outro tipo de rede industrial, padronizado pela Associação PROFIBUS Internacional, tendo dois tipos distintos de protocolos: PROFIBUS DP e PROFIBUS PA . O PROFIBUS DP opera sobre o meio físico RS-485 ou fibra ótica, enquanto o PROFIBUS PA opera sobre o meio físico Manchester .

O objetivo deste livro é o estudo da tecnologia de redes para automação industrial AS-I e PROFIBUS, e dar ênfase ao projeto e à consequente qualidade da instalação, responsável pelo bom funcionamento da rede.

1.3  Vantagens da utilização de uma rede industrial

As redes industriais surgiram, de fato, no mercado indusSistema ponto a ponto: sistema centralizado em que o controle e o cabeamento do sistema estão no CLP.

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Medium 9788521636922

Capítulo 11 Transformações de Fases

CALLISTER Grupo Gen ePub Criptografado

Dois diagramas de fases pressão-temperatura são mostrados: para H2O (acima) e CO2 (abaixo). Ocorrem transformações de fases quando são cruzadas as fronteiras entre as fases (as curvas) nesses gráficos, em consequência de variação na temperatura e/ou pressão. Por exemplo, o gelo derrete (se transforma em água) quando aquecido, o que corresponde a cruzar a fronteira entre fases sólido-líquido, como representado pela seta no diagrama de fases para a H2O. De maneira semelhante, ao cruzar a fronteira entre fases sólidogás do diagrama de fases do CO2, o gelo-seco (CO2 sólido) sublima (se transforma em CO2 gasoso). Novamente, uma seta delineia essa transformação de fases.

O desenvolvimento de um conjunto de características mecânicas desejáveis para um material resulta, com frequência, de uma transformação de fases, a qual é obtida por tratamento térmico. As dependências de algumas transformações de fases em relação ao tempo e à temperatura são representadas de maneira conveniente em diagramas de fases modificados. É importante saber como usar esses diagramas para projetar um tratamento térmico para determinada liga que produza as propriedades mecânicas desejadas à temperatura ambiente. Por exemplo, o limite de resistência à tração de uma liga ferro-carbono com composição eutetoide (0,76 %p C) pode ser variado entre aproximadamente 700 MPa (100.000 psi) e 2000 MPa (300.000 psi), dependendo do tratamento térmico empregado.

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Medium 9788521624011

Tópico IV 22 - Bioprocessamento

Michael R. Lindeburg Grupo Gen PDF Criptografado

22

 Bioprocessamento

Nomenclatura

A

área de superfície m2

Aplan

área da seção transversal de um leito embalado (packed bed) m2

F fração de DBOs influentes consistindo em esgoto bruto primário

– k taxa constante d-1

Kd razão de morte microbiana, constante cinética

– coeficiente da taxa de reação digestiva –

Kd

L

DBO final (DBO restante no tempo

t = ∞) mg/L

MLSS sólidos em suspensão em líquidos mistos mg/L coeficiente de característica média

– n

P população pessoas fração volátil de sólidos em suspensão –

Pv q carregamento hidráulico m3/m2⋅min

Q taxa de fluxo volumétrico m3/s

R razão de reciclagem

S

DBO mg/L

S concentração mg/L

DBO máxima inicial na zona de

S0 mistura mg/L

SVI

índice de volume de lodo mL/L t tempo s meia-vida d t1/2

V volume m3

V1 entrada de lodo bruto m3/d

V2 acumulação de lodo digerido m3/d

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Medium 9788521635116

Capítulo 7 - Desafios do Antropoceno: A Transição da Política Ambiental Internacional para a Governança Global dos Limiares Planetários

SANTOS, Thauan; SANTOS, Luan Grupo Gen PDF Criptografado

Desafios do Antropoceno:

Transição da Política Ambiental

Internacional para a Governança

Global dos Limiares Planetários

7

Eduardo Viola

Matías Franchini

O papel da ONU foi sempre menor que o almejado pelos seus fundadores (...), seus limites são os de uma instituição internacional baseada no princípio da soberania nacional estrita, em um mundo cada vez mais intensamente globalizado.

(LEIS e VIOLA, 2007)

7.1 Introdução

Até o fim da década de 1960, os problemas ambientais eram basicamente concebidos como assuntos periféricos e de competência doméstica dos Estados, governados por uma noção estrita de soberania. A partir do início da década de 1970, no entanto, essa percepção foi mudando, alimentada pelo acúmulo de evidências científicas sobre o impacto da ação humana sobre o meio ambiente e pelo surgimento e agravamento de problemas, tais como a poluição do ar e da água, as ilhas de calor e a chuva ácida.

Assim, aquela noção estrita de soberania foi marginalmente incorporando elementos mais universalistas (bem comum da humanidade ‒ transcendência espacial) e de longo prazo (solidariedade intergeracional ‒ transcendência temporal). Como consequência, a problemática ambiental foi progressivamente fazendo parte corriqueira, embora não central, dos esforços cooperativos da comunidade internacional. O marco inicial desse

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Medium 9788536532202

4.3 ANÁLISES DE VIBRAÇÕES LIVRES E FORÇADAS

Milton De Oliveira Pinto Editora Saraiva PDF Criptografado

4.2.4  ��Carregamentos transientes decorrentes de manobras

As manobras de guinada da nacele com o intuito de manter o plano do rotor perpendicular ao vento incidente, as ações de controle do ângulo de ataque das pás para provocar ou limitar o estolamento, o acionamento de freios para limitar a velocidade angular do rotor e outras intervenções do sistema de controle da turbina destinadas a otimizar a captação de energia ou preservá-la de carregamentos aerodinâmicos ou centrífugos excessivos devem ser planejadas e simuladas durante o projeto do equipamento. Se tais manobras não forem corretamente planejadas ou se ocorrerem falhas em sua execução, podem surgir efeitos opostos aos desejados e carregamentos mais intensos que aqueles que se pretendiam evitar. Como exemplos, as manobras de guinada devem prever a atuação de momentos giroscópicos em componentes como o cubo do rotor, e a aplicação de frenagens na linha de eixos em situações de emergência não podem gerar acelerações angulares intensas ao ponto de as tensões mecânicas nas raízes das pás ultrapassarem seus valores máximos admissíveis.

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Medium 9788536529790

4. EQUIPAMENTOS DE BANCADA

Eduardo Cesar Alves Cruz Editora Saraiva PDF Criptografado

VAMOS RECAPITULAR?

Este capítulo nos permitiu entrar no campo da eletrodinâmica, tomando como ponte o conceito de potencial elétrico e analisando as suas duas primeiras grandezas elétricas: tensão e corrente.

Tais conceitos serão usados na sequência para apresentarmos o comportamento de dispositivos e instrumentos de medidas elétricas que nos permitirão analisar circuitos elétricos, tanto na teoria como na prática.

AGORA É COM VOCÊ!

1. Considere o seguinte esquema eletrostático:

Figura 3.14 - Esquema eletrostático.

Quais devem ser as características das cargas elétricas Q1 e Q2 para que, no ponto médio M, o potencial resultante seja nulo?

2. Sendo V1 = 30 V, V2 = 10 V e V3 = –8 V, determine as tensões: a) V12 b) V13 c) V21 d) V23 e) V31 f) V32

3. Qual é a intensidade da corrente elétrica em um fio condutor, sabendo que durante 30 s uma carga de 1200 mC atravessou a sua seção transversal?

4. Em relação ao exercício anterior, qual seria a intensidade da corrente se o tempo para que a mesma carga atravessasse a seção transversal do fio fosse de 60 s?

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