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Medium 9788582715253

22.1 Aspectos teóricos

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Congelamento

O congelamento é a operação unitária cujo objetivo é a conservação de alimentos sem que haja mudanças significativas em sua qualidade sensorial ou no seu valor nutricional. Envolve a redução da temperatura de um alimento abaixo do seu ponto de congelamento, seja por refrigeração mecânica ou por criogenia (veja Seção 20.1.1).

O congelamento forma cristais de gelo em razão da mudança de estado de uma determinada quantidade de água nos alimentos. A imobilização da

água na forma de gelo e a resultante concentração de solutos na água não congelada reduzem a atividade de água (aa) do alimento (veja Seção

1.2.4). Os solutos formam um estado vítreo (veja

Seção 1.8.3) que age como crioprotetor, reduzindo os danos ao tecido celular. Isso protege a textura do alimento quando a temperatura de transição vítrea é maior do que a temperatura de armazenamento sob congelamento. A conservação é atingida pela combinação de baixas temperaturas que reduzem as atividades bioquímica, enzimática e microbiana, com atividade de

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Medium 9788521630296

3 - GERENCIAMENTO AUTÔNOMO PELO LADO DA DEMANDA

BERGER, Lars Torsten; INIEWSKI, Krzysztof Grupo Gen PDF Criptografado

3

GERENCIAMENTO

AUTÔNOMO PELO

LADO DA DEMANDA

Hamed Mohsenian-Rad e Alberto Leon-Garcia

3.1 INTRODUÇÃO

A rede de energia da próxima geração, também conhecida como Rede Elétrica Inteligente, deve ser confiável, escalável e flexível, além de melhorar o consumo de energia eficiente entre os consumidores residenciais, comerciais e industriais [1–4]. Há discussões ativas sobre as funcionalidades certas e a arquitetura necessária para uma Rede Elétrica Inteligente. No entanto, é amplamente aceito que uma infraestrutura de energia modernizada será de forma essencial equipada com capacidade de comunicação digital de duas vias, permitindo intercâmbio de informação em ambos os sentidos entre geradores/centros de expedição e usuários finais. Isso permitirá o estabelecimento de preços e estratégias de gerenciamento, pelo lado da demanda, mais avançados para serem implementados no futuro das Redes Elétricas Inteligentes, que podem fornecer aos usuários finais a oportunidade para reduzir suas despesas com eletricidade.

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Medium 9788521632832

Capítulo 7 • Antenas de Banda Larga

STUTZMAN, Warren L.; THIELE, Gary A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

7

Antenas de Banda Larga

7.1 INTRODUÇÃO

Muitas aplicações sistêmicas exigem antenas que operem em uma larga faixa de frequências. Uma antena que opere em uma larga faixa de frequências é denominada antena de banda larga ou, sim‑ plesmente, antena banda larga. A largura da banda pode ser definida como uma porcentagem da frequência central ou como uma razão. Primeiro, sejam fU e fL as frequências superior e inferior, res‑ pectivamente, para as quais é obtido desempenho satisfatório. A banda de operação da antena varre todas as frequências de fL e fU; a frequência central é fC = (fU + fL)/2, a média aritmética das frequências limites. A largura de banda da antena é definida como LB = fU − fL, e tem unidade de frequência. A largura de banda é, usualmente, expressa em termos de frequência relativa, e não absoluta, na forma de porcentagem ou de uma razão. A largura de banda relativa, B, é definida como LB/fC e, muitas vezes, expressa como largura de banda percentual, definida como:

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Medium 9788580556063

Capítulo 5 - Análise dimensional e semelhança

Frank M. White Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Análise dimensional e semelhança

Motivação.  Neste capítulo, discutimos o planejamento, a apresentação e a interpretação de dados experimentais. Vamos tentar convencê-lo de que tais dados são mais bem apresentados na forma adimensional. Experimentos que poderiam resultar em tabelas de saída, ou mesmo em vários volumes de tabelas, podem ser reduzidos a um

único conjunto de curvas – ou mesmo a uma única curva – quando adimensionalizados convenientemente. A técnica para fazer isso é a análise dimensional. Ela também é eficaz nos estudos teóricos.

O Capítulo 3 apresentou balanços globais de massa, quantidade de movimento e energia para um volume de controle, levando a estimativas de parâmetros globais: fluxo de massa, força, torque, transferência total de calor. O Capítulo 4 apresentou balanços infinitesimais que conduziram às equações diferenciais parciais básicas do escoamento de um fluido, e a algumas soluções particulares para escoamentos não viscosos e viscosos (laminares). Essas técnicas analíticas diretas são limitadas a geometrias simples e condições de contorno uniformes. Somente uma parte dos problemas de escoamento em engenharia pode ser resolvida por fórmulas analíticas diretas.

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Medium 9788521613626

Apêndice B - TABELAS DE PROPRIEDADES

RILEY, William F.; STURGES, Leroy D.; MORRIS, Don H. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice B

Tabelas de Propriedades

PROPRIEDADES DE PERFIS ESTRUTURAIS LAMINADOS DE AÇO

Tabela B-1 Perfis de Abas Largas (Unidades Americanas)

Tabela B-2 Perfis de Abas Largas (Unidades SI)

Tabela B-3 Perfis Padrão Americano (Unidades Americanas)

Tabela B-4 Perfis Padrão Americano (Unidades SI)

Tabela B-5 Perfis C (Unidades Americanas)

Tabela B-6 Perfis C (Unidades SI)

Tabela B-7 Cantoneiras de Abas Iguais (Unidades Americanas)

Tabela B-8 Cantoneiras de Abas Iguais (Unidades SI)

Tabela B-9 Cantoneiras de Abas Desiguais (Unidades Americanas)

Tabela B-10 Cantoneiras de Abas Desiguais (Unidades SI)

Tabela B-11 Perfis T Estruturais (Unidades Americanas)

Tabela B-12 Perfis T Estruturais (Unidades SI)

PROPRIEDADES DE TUBOS DE AÇO E PEÇAS ESTRUTURAIS

DE MADEIRA

Tabela B-13 Propriedades de Tubos Padronizados de Aço (Unidades Americanas)

Tabela B-14 Propriedades de Tubos Padronizados de Aço (Unidades SI)

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Medium 9788582602331

Capítulo 6 - Funções de Transferência

Joseph J. DiStefano III; Allen R. Stubberud; Ivan J. Williams Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Funções de Transferência

6.1

DEFINIÇÃO DE UMA FUNÇÃO DE TRANSFERÊNCIA

Como foi mostrado nos Capítulos 3 e 4, a resposta de um sistema linear invariante com o tempo pode ser separada em duas partes; a resposta forçada e a resposta livre. Isto se aplica tanto para sistemas contínuos quanto discretos.

Primeiro, vamos considerar funções de transferência para sistemas contínuos, e apenas para sistemas de uma entrada e uma saída. A Equação (4.8) mostra claramente esta divisão para a equação diferencial ordinária, linear e de coeficientes constantes mais geral. A resposta forçada inclui termos devidos aos valores iniciais u k0 da entrada e a resposta livre depende de umas das condições iniciais y k0 na saída. Se os termos devidos a todos os valores iniciais, ou seja, u k0 e y k0, são agrupados, a Equação (4.8) pode ser escrita como termos devido a todos os valores iniciais ou, na notação de transformada, como termos devido a todos os valores iniciais

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Medium 9788521632948

1 - Conceitos Básicos de Eletricidade

DUARTE, Marcelo de Almeida Grupo Gen PDF Criptografado

1

Conceitos Básicos de Eletricidade

O estudo da eletricidade é a base para o entendimento dos conceitos iniciais da eletrônica. Neste capítulo, serão apresentados os conceitos básicos de eletricidade, necessários à compreensão e ao desenvolvimento dos demais capítulos deste livro. Serão conceituadas a corrente, a tensão e a resistência elétrica. A diferença entre as tensões em regime contínuo e alternada também será explorada. Será feita a distinção entre os sentidos de condução de corrente real e convencional. A Lei de Ohm será enunciada, exemplificada e exercitada. A aplicação dos múltiplos e submúltiplos das grandezas elétricas também será explicada neste capítulo.

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Capítulo 1

1.1  Corrente Elétrica

É conveniente, nesse ponto, que já se tenha algum conhecimento básico da teoria atômica.

Pode-se entender que um átomo é basicamente constituído por um núcleo, que contém duas partículas: os prótons e os nêutrons; e por uma eletrosfera, na qual se situam os elétrons, como sugere a Figura 1.1.

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Medium 9788580555233

Capítulo 17 – Consumo de energia no gerenciamento de efluentes

Metcalf and Eddy Inc Grupo A PDF Criptografado

17

Consumo de energia no gerenciamento de efluentes

17–1 FATORES QUE LEVAM À NECESSIDADE DE GERENCIAMENTO DE ENERGIA 1762

Potencial para a redução de custos 1762

Confiabilidade da fonte de energia 1763

Aspectos de sustentabilidade 1763

17–2 ENERGIA NOS EFLUENTES 1763

Energia química 1764

Energia térmica 1767

Energia hidráulica 1768

17–3 FUNDAMENTOS DE BALANÇO DE ENERGIA 1770

Conceito de um balanço de energia 1770

Elaboração de um balanço de energia 1771

17–4 USO DE ENERGIA NAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE EFLUENTES 1772

Tipos de fontes de energia utilizadas em estações de tratamento de efluentes 1773

Uso de energia para o tratamento de efluentes 1773

Uso de energia pelos processos individuais de tratamento 1773

Tecnologias avançadas e novas tecnologias de tratamento de efluentes 1774

17–5 AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA E COMPARAÇÃO DE DESEMPENHOS 1776

Comparação de desempenho do consumo de energia 1777

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Medium 9788521628699

Capítulo 21 - Microextração em fase sólida no capilar acoplada à cromatografia líquida (in-tube SPME-LC)

FIGUEIREDO, Eduardo Costa de; BORGES, Keyller Bastos; QUEIROZ, Maria Eugênia C. (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

21

Microextração em fase sólida no capilar acoplada à cromatografia líquida

(in-tube SPME-LC)

Maria Eugênia Costa Queiroz

21.1 Introdução1-4

A microextração em fase sólida (solid phase micro extration, SPME) foi introduzida por Arthur e Pawlizyn em

1990. Nessa microtécnica (escala miniaturizada) de preparo de amostra, o volume da fase extratora (estacionária) é bem menor (algumas ordens de magnitude) que o volume da amostra. Em alguns procedimentos de extração, apenas uma pequena fração do soluto presente na amostra é extraída. A extração é baseada no equilíbrio de partição do soluto entre a fase aquosa (amostra) e a fase estacionária, não é um processo exaustivo, ou seja, quando o equilíbrio de sorção do soluto entre as fases é atingido, o aumento no tempo de extração não resulta no acréscimo de soluto extraído. Quanto maior o coeficiente de partição do soluto com a fase extratora, maior será a quantidade de soluto extraído.

A extração e pré-concentração do soluto ocorrem em uma fina camada de fase extratora (7 a 100 μm de espessura) que reveste a superfície externa de uma fibra de sílica fundida ou de um fio de ligas metálicas superelásticas (10 mm ou 20 mm de comprimento e 110 a 160 μm de diâmetro). A Figura 21.1a ilustra a agulha de aço inox com a fibra de sílica fundida revestida com fase extratora, a qual é rosqueada junto ao dispositivo comercial de

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Medium 9788580552065

Apêndice C - Teoria dos polos salientes das máquinas síncronas

Stephen J. Chapman Grupo A PDF Criptografado

apêndice

C

Teoria dos polos salientes das máquinas síncronas

O

circuito equivalente de um gerador síncrono, desenvolvido no Capítulo 4, é de fato válido apenas para máquinas construídas com rotores cilíndricos e não para máquinas construídas com rotores de polos salientes. Da mesma forma, a expressão da relação entre o ângulo de conjugado ␦ e a potência fornecida pelo gerador [Equação (4-20)] é válida apenas para rotores cilíndricos. No Capítulo 4, ignoramos os efeitos devidos às saliências nos rotores e assumimos que a teoria simples do rotor cilíndrico poderia ser aplicada. De fato, essa suposição não é ruim quando se trabalha com o regime permanente, mas é bem pobre quando queremos analisar o comportamento transitório de geradores e motores.

O problema com o circuito equivalente simples dos motores de indução é que ele ignora o efeito do conjugado de relutância sobre o gerador. Para compreender essa ideia, consulte a Figura C-1. Essa figura mostra um rotor de polos salientes sem enrolamentos dentro de um estator trifásico. Se um campo magnético de estator for produzido como está mostrado na figura, então ele induzirá um campo magnético no rotor. Como é muito mais fácil produzir um fluxo ao longo do eixo do rotor do que ortogonal ao eixo, então o fluxo induzido no rotor irá se alinhar com o eixo do rotor.

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Medium 9788582715253

Referências

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 24  Embalagem  839

futuras da regulamentação global sobre embalagens de alimentos, incluindo requisitos mais restritivos para materiais utilizados que entram em contato direto com os alimentos consumidos por populações sensíveis; mais foco em materiais novos; mais atenção aos “produtos químicos de preocupação”; e mais reciclagem de embalagens de alimentos. Baughan (2015b) descreve a legislação global para papel e papelão que entram em contato com os alimentos e Dainelli (2015) revisou a legislação global sobre materiais de embalagens ativos e inteligentes.

REFERÊNCIAS

Adams, R., 2008. Bar Code 1, information from Adams Communications. Disponível em: www.adams1.com > and follow links to Universal Product Code (UPC) and EAN

Article Numbering Code (EAN) (acesso em: fevereiro de

2016).

Ahvenainen, R., 2003. Active and intelligent packaging. In:

Ahvenainen, R. (Ed.), Novel Food Packaging Techniques. Woodhead Publishing, Cambridge, pp. 5-21.

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Medium 9788582715338

1.3 Fundamentos físicos

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

1. 3  F u ndam e nt o s f ís i co s  

quências contêm as informações que dão a cada molécula sua estrutura tridimensional e funções biológicas específicas.

■■ A configuração das moléculas pode ser alterada so-

mente mediante quebra de ligações covalentes. Em um átomo de carbono com quatro substituintes diferentes (carbono quiral), os grupos substituintes podem estar arranjados em duas formas diferentes, gerando estereoisômeros com propriedades distintas.

Somente um dos estereoisômeros é biologicamente ativo. Conformação molecular é a disposição dos átomos no espaço que pode ser mudada por rotação em torno de ligações simples, sem quebrar qualquer ligação covalente.

■■ Interações entre moléculas biológicas são quase inva-

riavelmente estereoespecíficas: elas necessitam de um ajuste preciso entre as estruturas complementares das duas moléculas que reagem entre si.

1.3  Fundamentos físicos

Células e organismos vivos precisam realizar trabalho para se manterem vivos e se reproduzirem. As reações de síntese que ocorrem dentro das células, da mesma maneira que os processos de síntese em uma fábrica, exigem consumo de energia. Também é necessário gastar energia para o movimento de uma bactéria, de um velocista olímpico, para o brilho de um vaga-lume ou para a descarga elétrica de um peixe elétrico. O armazenamento e a expressão de informação necessitam de energia, sem a qual estruturas ricas em informação inevitavelmente se tornam desordenadas e sem sentido.

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Medium 9788521618768

11 - Sistemas Combinados:Cogeração de Calor e Energia (CHP)

HODGE, B. K. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTU LO

11

Silenciador do desvio de escape

Silenciador do escape

Filtro/silenciador de entrada de ar

Gerador

Turbina a gás

Gerador de vapor de recuperação de calor (HRSG)

Válvula de desvio

Queimador

Sistemas

Combinados:

Cogeração de Calor e Energia (CHP)

11.1 INTRODUÇÃO

Os sistemas combinados de cogeração (CHP) caracterizam-se pela geração descentralizada de eletricidade por uma força motriz e pela captura e uso da energia térmica rejeitada desta força motriz. As vantagens desses sistemas

CHP são simples: maior eficiência térmica global do sistema, qualidade de energia reforçada, resiliência energética aperfeiçoada e menos emissões de gases do efeito estufa e outros.

A rede elétrica baseia-se em grandes usinas de energia localizadas centralmente. A transmissão de energia dessas usinas para os usuários finais é realizada através de uma rede elétrica que consiste em sistemas de transmissão de alta tensão e sistemas de distribuição de alta tensão. O sistema de transmissão de alta tensão transporta a eletricidade das usinas e a transmite para subestações, onde a eletricidade de alta tensão é transformada em tensões baixas e distribuída para os clientes.

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Medium 9788521617266

CAPÍTULO 7 - Modelagem de Relações entre os Componentes de um Sistema: Circuitos Eletrônicos Digitais

BROCKMAN, Jay B. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Modelagem de

Relações entre os Componentes de um Sistema:

Circuitos

Eletrônicos

Digitais

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

᭿

᭿

᭿

᭿

7.1

descrever a diferença entre a visão lógica e a visão física de um circuito digital e discutir a evolução das duas visões; expressar proposições lógicas simples usando equações booleanas e circuitos de comutação; usar os conceitos de corrente, tensão e potência, juntamente com a Lei de Ohm e as Leis de Kirchhoff, para analisar um circuito elétrico simples; discutir algumas soluções de compromisso entre as visões lógica e física de um circuito digital, como conciliar tamanho e potência.

INTRODUÇÃO

O modo como os computadores se integraram à sociedade superou todas as expectativas; até mesmo os líderes da indústria cometeram erros grosseiros ao estimar o número de computadores fabricados. Em 1943, o presidente da IBM, Thomas J.

Watson, Sr. afirmou que “existe um mercado mundial para talvez cinco computadores”. *Em 1977, o presidente da Digital

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Medium 9788582715253

6.2 Enzimas microbianas

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

324   PARTE II   Processamento em temperatura ambiente utilizam ou secretam açúcares, vitaminas ou ácidos graxos e aminoácidos essenciais, eliminam fatores antinutricionais, toxinas naturais e micotoxinas. As alterações nos conteúdos de vitaminas dos alimentos variam de acordo com os tipos de microrganismos e com as matérias-primas utilizadas, mas normalmente há aumento das vitaminas do complexo B e os teores de riboflavina e niacina podem aumentar significativamente

(Tabela 6.1) (Steinkraus, 1994). Embora as fermentações geralmente não alterem os teores de minerais de um alimento, a hidrólise de agentes quelantes (p. ex., ácido fítico) durante a fermentação pode melhorar sua digestibilidade. Os efeitos da fermentação sobre toxinas e componentes antinutricionais em alimentos vegetais foram revisados por Reddy e Pierson (1994). Esses efeitos abrangem reduções de inibidor de tripsina, fitatos e oligossacarídeos produtores de flatulência. No entanto, na fermentação de cereais por

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