2833 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520427064

Prefácio da primeira edição

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

Prefácio da PRIMEIRA edição

Mais um livro sobre panificação? Uma reação perdoável considerando-se a extensão de tempo pela qual o pão é fabricado e a quantidade de livros que já foram escritos sobre o assunto.

Estudar a panificação significa perceber que, como muitos outros processos associados à alimentação, este se altera constantemente, já que as metodologias de processamento se tornam cada vez mais sofisticadas, embora, ao mesmo tempo, constatamos que estamos lidando com um gênero alimentício cujos formatos são muito tradicionais. Podemos, por exemplo, observar ilustrações antigas de pães em manuscritos e pinturas e identificar produtos que ainda produzimos hoje. Esse contraste entre antigo e moderno presente em um simples gênero alimentício processado é parte do que torna o pão um objeto tão singular de estudo. Não podemos, por exemplo, afirmar o mesmo a respeito de uma lata de feijão cozido!

Outro aspecto da singularidade da panificação reside na necessidade de uma compreensão integral do vínculo entre matérias-primas e métodos de processamento, a fim de se produzir um produto comestível. Isso é particularmente correto por causa das propriedades específicas das proteínas do trigo, aspectos que são analisados na maioria dos capítulos deste livro. O trigo é um produto natural e, embora as práticas de reprodução e agricultura possam modificar aspectos relativos à sua qualidade, nós, moleiros e padeiros, ainda temos de contar com as poderosas influências do meio ambiente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521201410

Capítulo 13 – Transformadores trifásicos –Conexões e aplicações

José Carlos de Oliveira, João Roberto Cogo, José Policarpo G. de Abreu Editora Blucher PDF Criptografado
Medium 9788582602034

Capítulo 9 - Análise de Circuitos em Regime Permanente Senoidal

Mahmood Nahvi, Joseph A. Edminister Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Análise de Circuitos em Regime

Permanente Senoidal

9.1

INTRODUÇÃO

Este capítulo aborda a resposta em regime permanente de circuitos alimentados por fontes senoidais. A resposta também será senoidal. Para um circuito linear, a consideração de uma fonte senoidal não representa uma restrição, já que uma fonte que pode ser descrita por uma função periódica pode ser substituída por uma combinação equivalente de senoides (série de Fourier). Esse aspecto será tratado no Capítulo 17.

9.2

RESPOSTA DOS ELEMENTOS

As relações tensão-corrente para elementos individuais R, L e C foram examinadas no Capítulo 2 e resumidas na Tabela 2-1. Neste capítulo, as funções υ e i serão senos ou cossenos com o argumento ω t. ω é a frequência angular e tem a unidade rad/s. Além disso, ω = 2π f, onde f é a frequência com unidade de ciclos/s ou, mais usualmente, Hertz (Hz).

Considere uma indutância L com i = I cos(ω t + 45°) A [ver Fig. 9-1(a)]. A tensão é

Ver todos os capítulos
Medium 9788536510880

4.21 Taxa de câmbio

Alexandre de Campos Editora Saraiva PDF Criptografado

4.21 Taxa de câmbio

A taxa de câmbio é o preço, em moeda nacional, de uma unidade de moeda estrangeira. Por exemplo: se 1 dólar = 1,70 reais, isso significa que estamos quantificando em real o valor da moeda americana. Por outro lado, do ponto de vista do estrangeiro, significa que 1 real vale 0,5882 dólar.

No contrato, o exportador compromete-se a entregar determinada quantia de moeda estrangeira, decorrente de sua operação de exportação, devendo a instituição, em contrapartida, entregar o equivalente em moeda nacional, dentro de determinadas condições.

Ao contratar o câmbio, não mais poderão ser alterados o exportador e a taxa cambial.

As operações de exportação, sob o aspecto cambial, podem ser efetuadas: a) Sem cobertura cambial

Não há remessa de divisas do exterior para pagamento da mercadoria. Exemplos:

»»

Remessas de mercadorias para participação em feiras, exposições no exterior e certames semelhantes, até o limite de US$ 50.000,00;

Ver todos os capítulos
Medium 9788536526836

8.9 Sistema de aterramento

Roberto Machado Editora Saraiva PDF Criptografado

Tabela 8.12 – Condutores das malhas conforme o material

Material

Captores

Descidas

Aterramento

NPQ

NPF

PPF

Aço galvanizado a quente

4

2,5

0,5

0,5

4

Cobre

5

2,5

0,5

0,5

0,5

Alumínio

7

2,5

0,5

0,5

--

Aço inox

4

2,5

0,5

0,5

5

NPQ = não gera ponto quente.

NPF = não perfura.

PPF = pode perfurar.

Fonte: Adaptado de ABNT.

8.9 Sistema de aterramento

O sistema de aterramento é composto pelos eletrodos de aterramento, barramentos de equipotencialização, condutores de ligação equipotencial, condutores de aterramento e condutores de proteção.

A seleção e instalação dos componentes do aterramento devem ser feitas de tal forma que o valor da resistência de aterramento obtida não se modifique consideravelmente ao longo do tempo.

Esses componentes devem resistir às solicitações térmicas e mecânicas, ser adequadamente robustos e possuir proteção mecânica adequada para suportar as condições do ambiente de instalação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536530383

3.1 Introdução

Francisco Gabriel Capuano, Ivan Valeije Idoeta Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Álgebra de Boole e Simplificação de

Circuitos Lógicos

_eletronica.indb 91

05/12/2018 13:04:20

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555929

Apêndice C - Aplicando o equivalente de Thevenin para o conversor R/2R D/A

Albert P. Malvino, David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

Apêndice C

Aplicando o equivalente de

Thevenin para o conversor

R/2R D/A

Na Figura C-1 com as chaves D 0 – D4 conectadas como na Figura C-1a, as entradas binárias D 0 = 1, D1 = 0, D2= 0, D3 = 0. Primeiro, faça o circuito equivalente de

Thevenin no ponto A, vista de D 0 para a esquerda. Feito isto, R5 (20 kΩ) fica em paralelo com R1 (20 kΩ) com um valor equivalente de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin no ponto A é metade de Vref sendo igual a +2,5 V. Este circuito equivalente está mostrado na Figura C1-b.

A seguir faça o circuito equivalente da Figura C-1b a partir do ponto B para a esquerda. Observe como RTH (10 kΩ) está em série com R6 (10 kΩ). Isto totaliza um valor de 20 kΩ em paralelo com R2 (20 kΩ) e novamente obtemos um total de 10 kΩ. A tensão equivalente de Thevenin vista do ponto B fica novamente reduzida pela metade, para 1,25 V. Este circuito equivalente está mostrado na

Figura C-1c.

Agora, faça o circuito equivalente na Figura C-1c a partir do ponto C para a esquerda. Novamente, RTH (10 kΩ) fica em série com R7 (10 kΩ) e este valor de

Ver todos os capítulos
Medium 9788536512044

5.1 Como programar um robô?

Winderson Eugênio dos Cruz, Eduardo Cesar Alves, Santos, José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Programação de

Robôs Industriais

Para começar

Este capítulo tem por objetivo apresentar, de maneira genérica, como são as linguagens de programação utilizadas nos atuais robôs industriais. Além disso, utilizaremos um simulador de robô do tipo SCARA como plataforma básica de aprendizagem para programação de robôs, através da linguagem AML. Neste simulador, será possível programar e visualizar o comportamento final do robô em diversas tarefas comumente empregadas em robôs industriais.

5.1 Como programar um robô?

A robótica tem o poder de gerar sentimentos bastante distintos: fascínio e desconfiança! O fascínio nos vem da sensação de alta tecnologia, cujo principal meio de divulgação acabam sendo as histórias de ficção científica, contadas em livros, histórias em quadrinhos, séries televisivas e cinema.

Já a desconfiança se origina do sentimento de complexidade, devido às equações matemáticas que geram os cálculos para posição, velocidade, aceleração e força em cada junta e no efetuador final, além de outras variáveis que podem estar envolvidas no processo industrial. Por exemplo, em um robô de soldagem, a distância entre o eletrodo e a peça leva em consideração as variações naturais que ocorrem na operação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536514277

9.2 Comando Fanuc

Sidnei Domingues da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

9.2 Comando Fanuc

9.2.1 Função G74 – Ciclo de furação com descarga de cavacos e desbaste

»

Furação com descarga de cavacos

O ciclo será executado com a programação de dois blocos contendo G74: no primeiro bloco, um pré-posicionamento que será executado em cada penetração e no segundo os dados da furação.

G74 R

G74 Z Q F;

R

Retorno incremental para quebra de cavaco

Z

Posição final (comprimento do furo em absoluto)

Q

Incremento por penetração (em milésimo de milímetro)

F

Avanço

O valor do incremento Q é dado em milésimo de milímetro. Basta multiplicar por 1000 e teremos o resultado, como mostrado no exemplo a seguir.

Considerar o incremento de 12mm, então Q = 12 × 1000 = 12000

Exemplos

69

3

Ø Broca

2

12

12

12

12

Broca

9

12

60

Figura 9.22 – Furação.

90

Processos de Programação, Preparação e Operação de Torno CNC

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427064

9. Produtos fermentados especiais

Stanley P. Cauvain, Linda S. Young Manole PDF Criptografado

9. Produtos fermentados especiais

Alan J. Bent

9.1

Introdução

“Pães estrangeiros cortam as vendas dos pães de forma” foi a manchete de um artigo de Joanna Bale, no The Times, de 13 de agosto de 1996. De acordo com a matéria, “Enquanto os croissants e outros tipos de pão crescem em popularidade, o pobre pão de forma continua a perder a predileção do mercado. Os consumidores estão ficando mais ousados e adquirindo gosto pelos novos produtos disponíveis”.

O termo “produtos fermentados especiais” é um tanto difícil de definir, e recai em outra categoria nebulosa: “produtos matinais”. A definição a respeito de produtos matinais pode variar de “qualquer coisa que não seja pão ou bolo; pequenos produtos de panificação, excluindo-se produtos tipo petiscos” até “não há definição legal que abrange esse termo. Os produtos matinais podem variar de produtos crocantes, muito magros, como os pães tipo Viena, até produtos que contêm grandes quantidades de gordura e açúcar, e possivelmente frutas e condimentos (p. ex., hot cross buns).

Ver todos os capítulos
Medium 9788536510880

4.23 Técnicas de negociação de compras

Alexandre de Campos Editora Saraiva PDF Criptografado

4.22 Câmbio simplificado de exportação 

Os bancos autorizados a operar em câmbio podem efetuar operações de Câmbio Simplificado decorrentes de vendas de bens ao exterior, por pessoa física ou jurídica, até o limite, por operação, de

US$ 50 mil ou o equivalente em outra moeda.

Essa modalidade de câmbio é uma ferramenta de grande utilidade para as Pequenas e Médias

Empresas (PME) com vocação exportadora e que têm interesse em explorar o comércio eletrônico –

(e-commerce).

A formalização das operações é efetuada mediante simples assinatura de boleto, por parte do exportador. O registro no SISBACEN, pelos bancos, é efetuado no mesmo dia da liquidação do contrato de câmbio, sendo gerado automaticamente um contrato de câmbio de exportação, para cada boleto registrado.

O pagamento das operações simplificadas pode ser efetuado, inclusive, com cartão de crédito internacional emitido no exterior, sendo que a administradora do cartão assume a responsabilidade pelo câmbio.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536509112

4.9 Sistematização e exposição de ideias

Ligia Castiglioni Editora Saraiva PDF Criptografado

4.9 Sistematização e exposição de ideias

Sistematização significa ordenar elementos de um sistema, ou colocar alguma coisa em ordem ou de acordo com um sistema.

Quando temos que desenvolver um tema, um projeto, um plano, ou mesmo uma dissertação, obviamente nos vem muita coisa em mente. O que temos a fazer é ordenar essas ideias de maneira lógica, por assunto e, principalmente, com uma sequência, dar sentido à conclusão.

A isso chamamos sintetizar, enquanto que exposição de ideias é a ocorrência de dentro para fora, ou seja, tudo o que pensamos e ordenamos temos que expor, utilizando da ferramenta mais importante no contexto que é justamente o convencimento.

Essa exposição dentro de um projeto, de um plano, de uma campanha, por exemplo, é de fundamental importância, visto que vamos utilizar de argumentos convincentes para entendimento dos ouvintes, clientes internos ou externos e consequente aceitação ou aprovação.

4.10 Assertividade

Várias definições encontramos para o termo assertividade, uma delas é a forma geral que expressa a qualidade do que é assertivo, afirmativo ou positivo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532202

2.7 FATOR DE SENSIBILIDADE EINCERTEZA TOTAL

Milton De Oliveira Pinto Editora Saraiva PDF Criptografado

2.6.1  Incerteza da curva de potência

A curva de potência de uma turbina eólica é a curva que indica a potência em função da velocidade de vento e, desse modo, é um dos principais parâmetros na estimativa de produção de energia. Dadas as características dos terrenos, o escoamento atmosférico tem características quase sempre distintas daquelas em que a curva característica dos aerogeradores foi determinada. Isso pode refletir um funcionamento diferente do aerogerador, resultando em uma curva de potência diferente. Variáveis como turbulência, orografia4, rugosidade5 e obstáculos, entre outros, podem assumir uma importância significativa na variação da curva de potência dos aerogeradores, inferindo uma incerteza na curva de potência.

Os procedimentos para determinar a curva de potência de uma turbina eólica são baseados em normas internacionais.

É possível determinar a curva de potência de uma turbina eólica em medições realizadas em campo e por meio de simulações computacionais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701960

Capítulo 12 - Restauração de áreas degradadas

André Henrique Rosa, Leonardo Fernandes Fraceto, Viviane Moschini-Carlos Grupo A PDF Criptografado

12

Restauração de áreas degradadas

OSMAR CAVASSAN

Objetivos do capítulo

A elevada biodiversidade terrestre brasileira atraiu os europeus desde o descobrimento; inicialmente pela extração de madeira e, posteriomente, pela expansão agrícola e pecuária. As consequências da degradação dos ecossistemas naturais brasileiros não tardaram a surgir, comprometendo a qualidade do solo, recursos hídricos e biodiversidade. A restauração desses ecossistemas exige o seu conhecimento estrutural e dinâmico em condições de não perturbação, a capacidade de restauração natural e as técnicas mais adequadas, para os casos de degradação total. Não existe uma única receita para restauração de áreas degradadas, mas sim uma série de métodos que se apresentam a partir da publicação de cada pesquisa que deverão ser eleitos como os mais adequados para cada situação. Basicamente, a escolha reside em se atingir os objetivos de cada intervenção com o máximo da eficiência e o mínimo de custo. As experiências iniciais utilizavam o plantio de mudas, nem sempre nativas e em proporções e quantidades geralmente derivadas da disponibilidade em viveiro do que àquelas que melhor atendiam a intenção de se restaurar o ecossistema degradado. A tentativa de se obedecer às leis da sucessão natural esbarrou na discussão do conceito de sucessão e na identificação das espécies que compunham as comunidades pioneiras e climácicas. De qualquer forma, a restauração pelo plantio se revelou difícil e cara e é indicada apenas nas situações onde não se diagnostica capacidade de regeneração natural. Os processos alternativos como nucleação são desejáveis, desde que se tenha uma razoável certeza de que atenderá os propósitos do procedimento. Apresenta-se uma chave de tomada de decisões para procedimentos de restauração vegetal que poderá nortear a elaboração do protocolo para cada situação. A restauração de áreas degradadas é um processo em evolução, que deverá agregar procedimentos técnicos, legislação ambiental e políticas públicas que associem a capacidade de desen­volvimento com o mínimo de impacto ambiental.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536531786

CAPÍTULO 13. Manutenção, Inspeção, Preparação, Ajustes e Reparos

Joubert Rodrigues Dos Santos Junior, Marcio Jose Zangirolami Editora Saraiva PDF Criptografado

Todo o projeto de aplicação deverá basear-se em especificações ou na realização de provas para confirmar a viabilidade do equipamento sob as condições da operação, e sua instalação, montagem e reparo de componentes pressurizados devem ser realizados por pessoal qualificado.

Relembrando

Neste capítulo, aprendemos as características dos sistemas pneumático e hidráulico e suas aplicações.

Conhecemos os requisitos de segurança requeridos pela NR-12 e aprendemos o fluxo de trabalho de um circuito pressurizado.

Ex er cí ci o

1)

Que tipo de lesão poderia ocorrer caso uma mangueira de ar comprimido se soltasse e chicoteasse próxima a uma operador da máquina?

2)

Defina fluidos hidráulicos por emulsão de água em óleo.

3)

Como os compressores são classificados?

4) O que é pneumática?

5)

206

Defina sistemas pressurizados.

NR-12 – Segurança em Máquinas e Equipamentos - Conceito e aplicações

CAPÍTULO

Ver todos os capítulos

Carregar mais