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Medium 9788521622369

Capítulo 6. Curvas Características de Geradores Síncronos – Reatância Síncrona Não Saturada – Reatância de Potier

Jordão, Rubens Guedes Grupo Gen PDF Criptografado

“Jordao” — 2013/5/6 — 13:34 — page 117 — #117

Capítulo 6

Curvas Características de Geradores

Síncronos – Reatância Síncrona

Não Saturada – Reatância de Potier

6.1

Curvas características

Dentre as curvas características dos geradores síncronos, destacam-se:

(a) características magnética e de saturação em vazio;

(b) características externas;

(c) características de excitação;

(d) característica de curto-circuito;

(e) característica de saturação em (plena) carga, sob fator de potência indutivo nulo.

As características magnéticas e de saturação em vazio distinguem-se pela sua importância teórica. A maioria dos métodos empregados para a predeterminação de propriedades das máquinas síncronas, operando como geradores ou como motores, envolve, direta ou indiretamente, o conhecimento dessas curvas.

As características externa e de excitação apresentam grande interesse prático: para uma dada excitação constante, as primeiras permitem-nos conhecer as tensões nos terminais da máquina quando submetida a variadas condições de carga; as “de excitação” fornecem-nos elementos para prever as excitações necessárias para assegurar a constância da tensão terminal em gerador a ser submetido a diferentes condições de carga.

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Medium 9788573071696

Capítulo 13 - O Sistema Toyota de Produção em Resumo

Shigeo Shingo Grupo A PDF Criptografado

13

O Sistema Toyota de Produção em Resumo

O Sistema Toyota de Produção evoluiu até sua presente condição após repetidas tentativas e erros. Este capítulo resume os princípios básicos sobre os quais ele foi erigido e apresenta a filosofia, a metodologia e a perspectiva dessa revolucionária abordagem da produção moderna na sequência do seu desenvolvimento.

1. O Princípio do Não Custo

O primeiro conceito desenvolvido como base para o gerenciamento da produção é o princípio da minimização dos custos. Ele vê a origem dos lucros de uma perspectiva totalmente diferente: ao invés de aderir à fórmula fácil

Custo + Lucro = Preço de Venda os produtores devem deixar que o mercado determine o preço, empregando a fórmula

Preço – Custo = Lucro

Com essa abordagem, a única maneira de aumentar os lucros dá-se por meio da redução dos custos. Para reduzir os custos, o único método é a eli-

260

S HIGEO S HINGO

minação total da perda. Esse é o fundamento sobre o qual todos os outros princípios se desenvolvem.

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Medium 9788521630180

Capítulo 2 - Diagramas de Fases de Fluidos Puros

MATSOUKAS, Themis Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

Diagramas de Fases de Fluidos Puros

A força de interações moleculares é determinada pela distância intermolecular média.

A propriedade que mais reflete diretamente essa distância é a densidade molar ou sua recíproca, o volume molar. A relação aproximada entre o volume molar e a distância intermolecular média é dada por (veja o Exemplo 1.1),

em que NA é o número de Avogadro. A densidade de empacotamento de molé‑ culas em um dado volume reflete a força da interação potencial. Em gases (grande

V), as distâncias são grandes e as interações são fracas. Em líquidos, o oposto

é verdade. O volume ocupado por um número fixo de moléculas depende tanto da temperatura quanto da pressão. A relação entre volume, pressão e tempera‑ tura é de fundamental importância e sua forma matemática é conhecida como equação de estado. Neste capítulo, examinaremos a relação entre volume, pressão e temperatura de forma gráfica e matemática. Os objetivos da aprendizagem aqui são desenvolver as seguintes habilidades:

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Medium 9788521636182

Capítulo 11: Mancais de Rolamento

COLLINS, Jack A. Grupo Gen ePub Criptografado

Semelhante ao caso de mancais de deslizamento (veja Capítulo 10), os mancais de rolamento são projetados para permitir um movimento relativo entre duas peças de máquina, usualmente um eixo rotativo e uma estrutura fixa, enquanto suporta as cargas aplicadas. Em contraste com a interface deslizante, que caracteriza os mancais de deslizamento, nos mancais de rolamento o eixo rotativo é separado da estrutura fixa pela interposição de elementos rolantes, de modo que o atrito rolante prevalece em vez de o atrito deslizante. Consequentemente, ambas as perdas por torque de partida e atrito operacional são tipicamente muito inferiores à dos mancais de deslizamento.

As aplicações de mancais de rolamento variam desde minúsculos mancais de instrumentos, com furos* de apenas alguns milímetros, a imensos mancais especiais tais como os encontrados nas máquinas de mineração com furos de 20 pés.

Uma ampla gama de tamanhos e tipos entre estes extremos está disponível comercialmente, e uma grande porcentagem de produtos de consumo incorporam mancais de rolamento. Em adição às configurações rotativas mais comuns, os conceitos de mancais de rolamento têm sido estendidos para linear, linear rotativo, e aplicações de trajetória curva pela utilização de malhas de recirculação, circuitos, ou corrediças para os elementos rolantes.1

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Medium 9788521618782

Capítulo 9 - A Produtividade Biológica e os Fluxos de Energia

BOTKIN, Daniel B.; KELLER, Edward ª Grupo Gen PDF Criptografado

OBJETIVOS DE

APRENDIZADO

Capítulo 9

A Produtividade Biológica e os Fluxos de Energia

Para conservar e administrar com sucesso os recursos biológicos, deve-se compreender os conceitos básicos de energia, de fluxo de energia em ecossistemas e de produção biológica.

Após a leitura deste capítulo, deve-se saber:

• O fluxo de energia determina o limite superior da produção de recursos biológicos.

• A primeira e a segunda lei da termodinâmica dizem quais os limites da produção e da eficiência de energia.

• A energia flui em sentido único em um ecossistema.

• Uma qualidade de vida básica é sua habilidade de criação de ordem a partir da energia em escala local.

Inúmeras mulheres na África ainda caminham longas distâncias para coletar lenha, conforme mostra esta fotografia.

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ESTUDO DE CASO

A Importância da Lenha

Em inúmeras partes do mundo, a madeira é a fonte primária de energia, tanto para o cozimento de alimentos, quanto para o aquecimento. Porém, com o aumento da população humana, a demanda por lenha continua a crescer. Por exemplo, a coleta de lenha para o cozimento de alimentos entre o povo Maasai, no Quênia, recai sobre mulheres e garotas, que precisam caminhar longas distâncias para buscá-la e então carregar as suas pesadas cargas de madeira, a pé, de volta para casa. Em média, quando uma jovem de Maasai chega aos 16 anos, ela já carregou 16 toneladas de madeira para casa, em cada viagem levando sobre a cabeça cerca de metade a dois terços de seu próprio peso. A labuta das mulheres do povo Maasai e de outras africanas para coletar lenha com as mãos aponta como é importante a produção de energia biológica para a vida humana, não só para a alimentação, mas para muitos outros aspectos da vida humana.1

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Medium 9788536506449

10 - Manutenção e Organização de Laboratórios Químicos e Biológicos

FIOROTTO, Nilton Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

Manutenção e

Organização de

Laboratórios

Químicos e

Biológicos

10

Para começar

Neste capítulo, você aprenderá como organizar um laboratório, seguindo recomendações de práticas prudentes dentro dele. Práticas prudentes tratam da segurança geral de laboratórios e muitos tipos de riscos químicos, organizadas de uma forma conveniente e rápida durante a operação de um laboratório.

10.1 Conceitos básicos

As infecções associadas ao trabalho com microrganismos, em laboratórios, têm ocorrido desde os primórdios da Microbiologia. Muitas vezes, tais infecções podem resultar na morte do indivíduo.

Ao contrário dos acidentes envolvendo substâncias químicas e fogo, onde a causa e o efeito são prontamente identificados, é muito difícil, na maioria das vezes, determinar-se que certa moléstia infecciosa foi contraída no laboratório.

Materiais que podem causar infecções ou que são tóxicos são sempre potencialmente perigosos. Tais materiais devem ser tratados com o devido respeito e com muito cuidado.

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Medium 9788536511948

1 - Fitossanidade

FONSECA, Eliene Maciel dos Santos Fonseca; ARAÚJO, Rosivaldo Cordeiro de Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Fitossanidade

Para começar

Neste capítulo, analisaremos o que é fitossanidade, o que são doenças dos vegetais, o que as pragas e doenças podem ocasionar aos cultivos agrícolas, o que é nível econômico de dano e como as doenças e pragas podem ser controladas para reduzi-los. Também estudaremos o risco que pode ser ocasionado pelo uso inadequado de produtos fitossanitários e a importância do estudo da fitossanidade.

1.1 Conceitos

Assim como os seres humanos, os vegetais também são afetados por doenças. Pelo fato de estarem expostas ao ambiente que lhes é natural, as plantas estão suscetíveis a pragas e doenças que as debilitam, podendo levá-las à morte.

Nos cultivos agrícolas, quando o ataque é muito rigoroso, pode provocar prejuízos consideráveis e queda no rendimento das lavouras. Muitas vezes, pode tornar os cultivos inviáveis ou comprometer a qualidade da matéria-prima, reduzindo a vida útil do cultivo.

Os métodos de controle de doenças e pragas se relacionam a técnicas para reduzir ou impedir a ocorrência de pragas e doenças evitando danos aos plantios agrícolas.

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Medium 9788521619147

15. Associação de bombas

ROTAVA, Oscar Grupo Gen PDF Criptografado

“Oscar_Rotava-VerFinal” -- 2011/10/2 -- 11:48 -- page 304 -- #304

Capítulo

15

Associação de bombas

Quando falamos de associação de bombas, devemos distinguir imediatamente a associação em série da associação em paralelo. Ambas são de uso corrente, desde que o sistema exija, porém são destinadas a resolver problemas distintos.

Assim, se a altura manométrica exigida por um sistema for muito elevada, usa-se a associação em série, enquanto se a capacidade exigida é que for elevada usa-se a associação em paralelo. Devemos ainda observar que o uso das bombas associadas, além de resolver o problema do sistema, traz vantagens adicionais, como maior flexibilidade e segurança operacional.

15.1

Associação de bombas em série

Como vimos anteriormente, quando a altura manométrica for muito elevada, devemos examinar a possibilidade da utilização de bombas em série, pois essa solução traz em muitos casos maior economia e maiores vantagens adicionais.

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Medium 9788521636267

4 Subalgoritmos

RIBEIRO, João Araujo Grupo Gen ePub Criptografado

Existem duas maneiras de construir um projeto de software. Uma é fazê-lo tão simples que obviamente não existam deficiências, e a outra é fazê-lo tão complicado que não existam deficiências óbvias.” C. A. R. Hoare

O que você acha mais fácil: resolver dez problemas simples ou um único problema complexo? A maioria das pessoas responde que é melhor resolver dez problemas simples e essa é a base da programação estruturada. Dividimos sucessivamente um problema até chegarmos em algo muito simples que possamos resolver. Então, após resolver todos os pequenos problemas, juntamos todas as soluções de maneira coerente e resolvemos o problema original.

Algumas dessas soluções podem ser reutilizadas no futuro; caso você encontre subproblemas semelhantes, bastaria recuperar a solução que você já encontrou e adicioná-la ao seu programa principal. Durante anos e anos os programadores têm resolvido problemas e guardado soluções. Problemas que aparecem com frequência têm soluções guardadas em bibliotecas de soluções.

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Medium 9788521626374

Capítulo 3 - Leis de Velocidade

FOGLER, H. Scott Grupo Gen PDF Criptografado

Leis de Velocidade

3

O sucesso é medido não pela posição que se atinge na vida, mas pelos obstáculos que tiveram de ser superados na busca do sucesso.

Booker T. Washington

Visão Geral. No Capítulo 2 mostramos que se tivermos a velocidade de reação como uma função da conversão, –rA = f(X), podemos calcular o volume de reator necessário para alcançar uma conversão especificada para sistemas com escoamento, e o tempo necessário para alcançar uma dada conversão em um sistema em batelada. Infelizmente, raramente, se é que é o caso, nos é dado –rA = f(X), diretamente a partir de dados cinéticos coletados. Mas não se assuste, pois nos próximos dois capítulos mostraremos como obter a velocidade de reação como uma função da conversão. Esta relação entre velocidade de reação e conversão será obtida em duas etapas:

•• Na Etapa 1, descrita no Capítulo 3, definiremos a lei de velocidade, que relaciona a velocidade de reação com a temperatura e as concentrações das espécies reagentes.

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Medium 9788580551945

Apêndice B - Fórmulas e conversões

Roger Tokheim Grupo A PDF Criptografado

apêndice B

Fórmulas e conversões

Tabela de conversão de números na forma de complemento de 2

Complemento de 2

Decimal

Complemento de 2

Decimal

Complemento de 2

Decimal

Complemento de 2

Decimal

11111111

1

11011111

33

10111111

65

10011111

97

11111110

2

11011110

34

10111110

66

10011110

98

11111101

3

11011101

35

10111101

67

10011101

99

11111100

4

11011100

36

10111100

68

10011100

100

11111011

5

11011011

37

10111011

69

10011011

101

11111010

6

11011010

38

10111010

70

10011010

102

11111001

7

11011001

39

10111001

71

10011001

103

11111000

8

11011000

40

10111000

72

10011000

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Medium 9788521626350

Capítulo 8 – Coqueamento Retardado

BRASIL, Nilo Indio do; ARAÚJO, Maria Adelina Santos; SOUSA, Elisabeth Cristina Molina de (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

Coqueamento

Retardado

8

8.1 Introdução

A unidade de coqueamento retardado (UCR) tem o objetivo de converter termicamente resíduos de petróleo em correntes líquidas de maior valor agregado, com destaque para aquelas que irão compor a produção de óleo diesel.

Nesse processo, também é formado coque, cujo rendimento e qualidade dependem da qualidade da carga processada e das variáveis de processo da unidade. O coque, apesar de ter menor valor de mercado em comparação com outros produtos da unidade, encontra mercado no Brasil e no exterior em uma série de aplicações, dependendo da sua qualidade: combustível para a indústria cimenteira; produção de anodo para indústrias de fabricação de alumínio e de produção de eletrodos de grafite para a siderurgia.[1]

As principais vantagens desse processo são:

——aumento da conversão dos petróleos pesados, agregando valor a petróleos nacionais;

——aumento da produção de óleo diesel;

——consumo de resíduo de vácuo, base para a formulação do óleo combustível, cuja demanda tende a se reduzir cada vez mais;

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Medium 9788521633082

18 Considerações sobre Segurança Patrimonial

PENN, Michael R.; PARKER, Philip J. Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo Dezoito �

Considerações sobre

Segurança Patrimonial

Descrição Geral do Capítulo

Objetivos de Aprendizagem

Introdução

Depois de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

Estudo de Caso Introdutório:

Furacão Katrina

1. Definir segurança da infraestrutura.

2. Explicar como os eventos catastróficos recentes revelaram a fragilidade da nossa infraestrutura.

3. Descrever as etapas para tornar três setores da infraestrutura (água, transportes e energia) mais seguros.

4. Explicar gerenciamento de riscos e avaliação de riscos.

Impactos Econômicos e Segurança da Infraestrutura

Infraestrutura Crítica

Projetando para a Falha

Segurança da Água

Segurança Energética

Segurança dos Transportes

Considerações sobre Riscos

Conclusão

Introdução

Demonstramos, nos capítulos anteriores, que a infraestrutura afeta nossa economia, nossa saúde, nosso meio ambiente e nossa sociedade.

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Medium 9788521618881

Capítulo 15 - Prevendo o futuro

Cox, Moore Grupo Gen PDF Criptografado

366 Capítulo Quinze

Ca p

í

o tul

15

Prevendo o futuro

B

iogeografia é, ou deveria ser, uma ciência preditiva. Nos capítulos anteriores, mostramos como tem sido possível analisar as causas ecológicas e históricas dos padrões atuais de distribuição de plantas e animais. Tornou-se evidente a necessidade de conhecermos melhor seus requisitos

fisiológicos e, por conseguinte, seus habitats, suas interações com outras espécies e ainda sua história evolucionária, se quisermos entender por que os organismos são encontrados onde estão, e por que algumas áreas do globo são mais ricas em espécies do que outras. A história geológica recente da

Terra tem sido particularmente turbulenta em termos climáticos, e tem causado um efeito profundo tanto nos padrões de distribuição de espécies quanto na associação entre espécies encontradas na natureza — as comunidades.

A pergunta que deve ser formulada ao final de todos esses estudos é se um entendimento de como esses padrões surgiram nos proporciona o que necessitamos para prever o futuro. Estaremos agora mais bem equipados para extrapolar do passado e do presente para o futuro, e para fazermos projeções fundamentadas sobre o que irá acontecer com as espécies, os ecossistemas, as comunidades e os biomas em resposta às mudanças ambientais globais que observamos se acelerarem ao nosso redor?

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Medium 9788582715338

Capítulo 10 - Lipídeos

David L. Nelson, Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

10

Lipídeos

10.1

10.2

10.3

10.4

Lipídeos de armazenamento  361

Lipídeos estruturais em membranas  366

Lipídeos como sinalizadores, cofatores e pigmentos  374

Trabalhando com lipídeos  381

O

s lipídeos biológicos são um grupo de compostos quimicamente diversos, definidos por uma característica em comum: a insolubilidade em água. As funções biológicas dos lipídeos são tão diversas quanto a sua química.

Gorduras e óleos são as principais formas de armazenamento de energia em muitos organismos. Os fosfolipídeos e os esteróis são os principais elementos estruturais das membranas biológicas. Outros lipídeos, embora presentes em quantidades relativamente pequenas, desempenham papéis cruciais como cofatores enzimáticos, transportadores de elétrons, pigmentos fotossensíveis, âncoras hidrofóbicas para proteínas, chaperonas para auxiliar no enovelamento de proteínas de membrana, agentes emulsificantes no trato digestório, hormônios e mensageiros intracelulares. Este capítulo apresenta os lipídeos mais representativos de cada um dos tipos, organizados de acordo com suas funções, com

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