3781 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521616870

Capítulo 9 CARREGAMENTOS COMBINADOS E CRITÉRIOS DE FALHA

Ansel C. Ugural Grupo Gen PDF Criptografado

C ARREGAMENTOS

COMBINADOS E CRITÉRIOS

DE FALHA

9

Tópicos do Capítulo

9.1

PARTE A

9.2

*9.3

Introdução

PARTE B

TENSÕES COMBINADAS

9.7

Cargas Axiais e Torcionais

9.8

Cargas de Cisalhamento Direto e Torcionais:

Molas Helicoidais

9.9

9.4 Cargas Axiais, Transversais e Torcionais

*9.10

Problemas

9.5 Cargas de Cisalhamento Transversal e

Momento Fletor: Tensões Principais em Vigas

9.6 Cargas Axiais Excêntricas

Problemas

TEORIAS DA FALHA APLICADAS AO PROJETO

A Falha de um Material

Critério de Escoamento para Materiais

Dúcteis

Critérios de Fratura para Materiais Frágeis

Projeto de Eixos de Transmissão

Problemas

Resumo do Capítulo

Referências

O navio S. S. Schenectady trincou, dividindo-se em duas partes durante seu carregamento no porto de Portland,

Oregon, em 16 de janeiro de 1943. As estruturas e os elementos de máquina geralmente são projetados para resistir simultaneamente à ação de forças axiais, torques e momentos f letores. As Seções

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636373

Capítulo 8 Problemas Propostos

Robert Silverstein, Francis Webster, David Kiemle, David Bryce Grupo Gen ePub Criptografado

O Capítulo 7 foi organizado como se os autores estivessem resolvendo problemas desconhecidos. Isso não é bem verdade porque os autores conheciam as estruturas. Os estudantes certamente consultaram as estruturas para acompanhar as explicações. A experiência adquirida foi, portanto, mais de racionalização das estruturas dadas do que de análise dos espectros. Porém, a experiência foi certamente importante.

O Capítulo 8 será uma experiência diferente (exceto o grupo final de problemas). Em vez de olhar para trás, para uma estrutura conhecida, e tentar entender os espectros, o estudante terá de olhar para a frente, procurando a estrutura. Esperamos que os primeiros problemas, muito simples, sirvam de encorajamento, como os problemas que apresentamos no fim de cada capítulo. Admitimos que os estudantes enfrentarão algumas dificuldades, mas acreditamos que encontrarão, também, muita satisfação.

Os espectros de RMN foram obtidos em 300 ou 600 MHz para os hidrogênios e 75,5 ou 150,9 MHz para os carbonos. O solvente é CDCl3, e as exceções são mencionadas. Em 600 MHz, todos os espectros 2-D foram obtidos com gradientes, exceto INADEQUATE. Os espectros de infravermelho foram obtidos com as substâncias puras (isto é, sem solvente). Quando for o caso, o solvente é mencionado. Os espectros de massas foram obtidos por EI GC/MS. Metano foi usado nos espectros de ionização química.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521623762

CAPÍTULO 6 - CONDIÇÕES DE PROJETO E TESTE

França Filho Grupo Gen PDF Criptografado

49

C A P Í T U L O 6 — C O ND I Ç Õ E S D E P R O J E TO E TE S TE

PARTE

6

II

CONDIÇÕES DE

PROJETO E TESTE

6.1

Condições de projeto

Antes de discutirmos especificamente as condições de projeto, vamos nos reportar às definições iniciais que integram nossa norma de referência quando trata dos requisitos de engenharia nela contidos e de sua adequada segurança para o projeto, mesmo com o tratamento simplificado que pode dar a alguns assuntos. É dito também que se o projetista tiver a capacidade de aplicar uma análise mais precisa e detalhada ele tem toda a liberdade para fazê-lo, desde que as bases sejam parte integrante do projeto de engenharia que realiza e que sua validade seja aceita pelo proprietário da instalação.

Essa visão da importância de se aprofundar

e validar a visão do projetista sobre os conceitos utilizados no projeto e nas premissas de cálculo cabe perfeitamente aqui, no momento em que vamos estabelecer os requisitos para definir as condições de projeto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580553833

Capítulo 14 - Frequência Complexa e a Transformada de Laplace

Willian H. Hayt Jr., Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin Grupo A PDF Criptografado

14

Frequência Complexa e a

Transformada de Laplace

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Frequência Complexa

INTRODUÇÃO

Quando se trabalha com fontes variantes no tempo ou um circuito com chaves, temos várias opções no que diz respeito à abordagem de análise. Os Capítulos 7 a 9 detalharam a análise baseada diretamente em equação diferencial, que é particularmente

útil quando se examina os transitórios oriundos das comutações durante a entrada em condução e o bloqueio das chaves. De outro modo, os Capítulos 10 a 13 descrevem análise de situações, onde se supõe a excitação senoidal, sendo que os transitórios são de pouco ou nenhum interesse. Infelizmente, nem todas as fontes são senoidais, havendo ocasiões em que são necessárias tanto as respostas transitórias como em regime permanente. Em tais casos, a transformada de Laplace demonstra ser uma ferramenta extremamente valiosa.

Muitos livros simplesmente iniciam os estudos diretamente com a transformada integral de Laplace, mas esta abordagem não permite uma compreensão intuitiva.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625698

Prefácio

Francesco Prudente Grupo Gen PDF Criptografado

P

R

E

F

Á

C

I

O

Este livro é voltado aos profissionais que trabalham no setor de automação industrial e têm a intenção de aprofundar seus conhecimentos no campo dos Controladores Lógicos Programáveis (PLC) do fabricante Siemens Automation.

É ainda recomendado para profissionais da indústria e estudantes de cursos técnicos profissionalizantes e universitários.

Os conceitos trabalhados são ilustrados com muitos exemplos concretos e funcionais. Um operador do setor ou um estudante, independentemente do seu nível e de sua experiência, pode compreender sem dificuldade os conceitos e as aplicações.

O tratamento dado aos conceitos e às aplicações não pressupõe experiência anterior e no campo da programação com computador. Todos os exemplos e as aplicações propostos foram rigorosamente comprovados e controlados em laboratório. O único pré-requisito necessário é o conhecimento básico do ambiente Windows no PC.

Neste livro utilizamos como modelo as novas CPUs SIMATIC S7-1200 e o software STEP 7 Basic conforme a norma IEC 61131-3 em ambiente

Ver todos os capítulos
Medium 9788582602768

Apêndice F - O temporizador 555 e as folhas de dados

Antonio Pertence Jr. Grupo A PDF Criptografado

apêndice F

O temporizador 555 e as folhas de dados

Pertence_8ed_Apendice_F.indd 291

02/09/14 15:50

TRIGGER

SAÍDA

V+

COMPARADOR

5k

R

FLIP-FLOP

5k

R

ESTÁGIO

DE SAÍDA

5k

R

DESCARGA

COMPARADOR

THRESHOLD

TENSÃO DE

CONTROLE

RESET

Vista do topo

Apêndice F

O temporizador 555 e as folhas de dados

TERRA (SUBSTRATO)

292

Pertence_8ed_Apendice_F.indd 292

02/09/14 15:50

O temporizador 555 e as folhas de dados

Apêndice F

293

Pertence_8ed_Apendice_F.indd 293

02/09/14 15:50

CA555

150

10

+25ºC

ºC

CORRENTE DE ALIMENTAÇÃO (I +) – mA

LARGURA MÍNIMA DE PUSLO – ns

8

100

5ºC

TUR

PERA

TE (T am

BIEN

A AM

) = -5

b

0ºC

TEM

+25ºC

50

+70ºC

+125ºC

0,1

0

0,2

Ver todos os capítulos
Medium 9788521627159

10. - Vibrações Não Lineares

SAVI, Marcelo Amorim; PAULA, Aline Souza de Grupo Gen PDF Criptografado

10

Vibrações Não Lineares a

té o presente momento, investigamos a dinâmica de sistemas lineares. Contudo, a natureza é essencialmente não linear e a sua descrição a partir de modelos não lineares é mais realista. Vibrações não lineares, portanto, englobam uma variedade maior de fenômenos, relacionada com questões essenciais muitas vezes desprezadas.

Neste capítulo, vamos apresentar uma abordagem para tratar sistemas não lineares. Trataremos sistemas discretos cuja dinâmica é um protótipo de diversos sistemas físicos. Note que podemos considerar não linearidades físicas ou geométricas dos sistemas envolvidos. Do ponto de vista físico, podemos pensar em não linearidades constitutivas como comportamentos elásticos não lineares, plasticidade ou outros fenômenos correlatos. Do ponto de vista geométrico, podemos pensar em impactos ou grandes deslocamentos. O caso clássico é o pêndulo, desde que não consideremos válida a ideia de pequenos

ângulos (sen(q) ¹ q).

Considere, portanto, um sistema dinâmico geral que pode ser entendido como a evolução de um campo vetorial formado pelas variáveis de estado {X}, que é continuamente transformado por uma função {g}. Dessa forma, tem-se uma descrição quadro a quadro da realidade, representada pela seguinte equação de movimento:

Ver todos os capítulos
Medium 9788521627524

6 - DIMENSÕES E TOLERÂNCIAS

LEAKE, James M.; Borgerson, Jacob L. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

DIMENSÕES E TOLERÂNCIAS

❚ DIMENSÕES

Introdução

Quando um desenho de engenharia é passado ao setor de produção, deve conter todas as informações necessárias para construir a peça, máquina ou sistema. Para isso, os desenhos técnicos devem ser acompanhados de dimensões e notas explicativas que descrevam o tamanho e a localização de todos os componentes, além de detalhes relativos à fabricação ou montagem do objeto.

Uma dimensão é um valor numérico usado para definir o tamanho, localização, geometria, ou textura superficial de uma peça ou elemento. Entre as regras básicas de dimensionamento (estabelecidas na norma ANSI/

ASME Y14.5M, “Dimensões e Tolerâncias em Desenhos de Engenharia”) estão as seguintes:

1. Use apenas as dimensões necessárias para definir perfeitamente a peça.

2. As dimensões devem ser escolhidas e diagramadas de acordo com a função e integração da peça com as peças vizinhas. É importante que a peça dimensionada não esteja sujeita a diferentes interpretações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630111

Parte IV - 27. Quantização

Siqueira Campos Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 27

QUANTIZAÇÃO

OBJETIVOS

◗ Comprovar e compreender os conhecimentos necessários sobre um circuito de quantização.

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um circuito prático de sete níveis de quantização.

TEORIA

Noções sobre quantização

Após o processo de amostragem e retenção, ainda existe um número infinito de possíveis valores de tensão. Isso dificulta o processo de digitalização (codificação). Por isso, antes da codificação, é feita a quantização das amostras, para se obter um número finito de níveis de tensão a ser codificado. A quantização é um processo no qual as amostras individuais do sinal de informação são aproximadas para um nível de tensão de referência mais próximo. Como existem infinitos valores de tensão possíveis entre dois níveis, essa aproximação gera um erro. O erro introduzido neste processo é conhecido como erro de quantização ou ruído de quantização, e não pode ser evitado; apenas minimizado. A quantidade de níveis a ser utilizada depende do número de bits do código final utilizado, e o intervalo entre os níveis pode ser uniforme, ou variar conforme a amplitude.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521620389

22 Estradas e Aeroportos

Homero Pinto Caputo, Armando Negreiros Caputo Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Estradas e Aeroportos

22

22.1 Introdução

Para que sejam asseguradas as condições de conforto, segurança e eco­ nomia na construção de uma rodovia, além das condicionantes geo­ métricas de traçado (Fig. 22.1), há que se proceder a investigações de natureza geológica e geotécnica da região a atravessar, as quais cons­ tituem os fundamentos dos estudos de drenagem e de estabilidade dos cortes e túneis, aterros e seus terrenos de suporte, fundações de obras de arte e dimensionamento dos pavimentos.

Neste capítulo, trataremos de alguns aspectos básicos relativos às fundações de aterros e de dimensionamento dos pavimentos, comuns aos problemas de estradas e de aeroportos.

Figura 22.1

467

468  Capítulo 22

22.2 Fundações de Aterros

Os problemas de fundações de aterros para estradas ou aeroportos surgem, em geral, na construção de aterros sobre argilas moles ou terrenos pantanosos (Fig.

22.2), quando então é de se prever o aparecimento de grandes recalques ou, até mesmo, a ruptura da fundação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715338

Capítulo 25 - Metabolismo do DNA

David L. Nelson, Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

25

Metabolismo do DNA

25.1 Replicação do DNA  989

25.2 Reparo do DNA  1005

25.3 Recombinação do DNA  1016

C

omo repositório de informação genética, o DNA ocupa um lugar único e central entre as macromoléculas biológicas. As sequências de nucleotídeos de DNA codificam as estruturas primárias de todos os RNA e proteínas celulares e, por meio de enzimas, afetam indiretamente a síntese de todos os outros constituintes celulares. Essa passagem de informação do DNA para o RNA e proteínas orienta o tamanho, a forma e o funcionamento de todos os seres vivos.

O DNA é um dispositivo maravilhoso para o armazenamento estável da informação genética. A expressão “armazenamento estável”, entretanto, transmite uma imagem estática e enganosa. Ela não consegue captar a complexidade dos processos pelos quais a informação genética é preservada em um estado não corrompido e, então, transmitida de uma geração de células para a seguinte. O metabolismo do

DNA compreende tanto o processo que dá origem a cópias fiéis de moléculas de DNA (replicação) quanto os processos que afetam a estrutura inerente da informação (reparo e recombinação). Juntas, essas atividades são o foco deste capítulo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536531724

9 - Teoria Estruturalista

CAETANO, Karen Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Teoria Estruturalista

Para começar

Neste capítulo estudaremos a Teoria Estruturalista, originada a partir da incompatibilidade entre as teorias Clássica e das Relações Humanas.

9.1 Introdução

A Teoria Estruturalista surgiu da incompatibilidade entre a Teoria Clássica e a Teoria das Relações Humanas. A proposta democrática, na prática, tornou-se de difícil aplicação dentro de uma estrutura burocrática e com foco na estrutura da empresa, como proposto pela Teoria Clássica.

Assim, surgiu a Teoria Estruturalista, que propôs equilíbrio entre a burocracia e a inflexibilidade da empresa, da primeira teoria, e a democracia e a flexibilidade da organização social, da segunda.

Segundo Chiavenato (2003), “a Teoria Estruturalista pretende ser uma síntese da Teoria Clássica (formal) e da Teoria das Relações Humanas (informal), inspirando-se na abordagem de Max

Weber e, até certo ponto, nos trabalhos de Karl Marx.”

As principais influências desta teoria vêm da Filosofia, Psicologia, Antropologia, Matemática,

Ver todos os capítulos
Medium 9788521613329

11 - MÉTODOS DE ENERGIA

CRAIG Jr., Roy R. Grupo Gen PDF Criptografado

11

MÉTODOS DE ENERGIA

11.1 INTRODUÇÃO

Nos Caps. 1 a 10 empregamos os três conceitos fundamentais da mecânica de corpos deformáveis (equilíbrio, geometria da deformação e comportamento constitutivo dos materiais) para analisar a resposta de diferentes tipos de elementos estruturais a cargas aplicadas e/ou variações de temperatura. Determinamos a distribuição da tensão normal e da tensão cisalhante em elementos e a deformação desses elementos. Também examinamos a estabilidade de elementos submetidos à compressão axial.

Voltamos agora a nossa atenção para o importante tópico dos métodos de energia na mecânica de corpos deformáveis. Antes do advento do computador, métodos de energia eram as ferramentas mais poderosas para resolver problemas de deflexão, especialmente problemas estaticamente indeterminados. Agora, métodos de energia formam a base do método dos elementos finitos, o método mais popular e poderoso para analisar corpos deformáveis (máquinas, estruturas, etc.). Você verá que os métodos de energia apresentados neste capítulo novamente incorporam os três conceitos essenciais da mecânica de corpos deformáveis — equilíbrio, geometria da deformação e comportamento constitutivo dos materiais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521632764

12 - Energia, trabalho, calor e potência

Adrian Waygood Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 12

Energia, trabalho, calor e potência

Ao término deste capítulo, você deverá estar apto a:

  1. definir cada um dos seguintes termos: a energia b trabalho c calor d potência;

  2. especificar as unidades de medida para cada um dos seguintes: a energia b trabalho c calor d potência;

  3. estabelecer as equações fundamentais para o trabalho feito por um circuito elétrico;

  4. estabelecer as equações fundamentais para a potência de um circuito elétrico;

  5. deduzir equações alternativas para o trabalho feito por, e a potência de, um circuito elétrico;

  6. definir o termo “eficiência”;

  7. resolver problemas de energia, trabalho, potência e eficiência;

  8. explicar como as companhias fornecedoras de eletricidade cobram de seus consumidores residenciais;

  9. ler um medidor analógico de energia;

10. descrever a relação entre energia elétrica e calor;

11. resolver problemas de trabalho e calor;

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551532

Capítulo 9: Campos Variantes no Tempoe Equações de Maxwel

William Hart Hayt Jr., John A. Buck Grupo A PDF Criptografado

9

Campos Variantes no Tempo e Equações de Maxwell

A

s relações básicas dos campos eletrostático e magnético estacionário foram obtidas nos oito capítulos anteriores, e estamos agora prontos para discutir campos que variam no tempo. A discussão será breve, pois a essa altura a análise e o cálculo vetoriais já devem ser ferramentas mais conhecidas. Algumas das relações permanecerão inalteradas, e a maioria das relações será modificada apenas ligeiramente.

Dois novos conceitos serão introduzidos: o campo elétrico produzido por um campo magnético variável* e o campo magnético produzido pelo campo elétrico variável. O primeiro desses conceitos resultou da pesquisa experimental de Michael

Faraday, e o segundo, do trabalho teórico de James Clerk Maxwell.

Na realidade, Maxwell foi inspirado pelo trabalho experimental de Faraday e pelo modelo proporcionado pelas “linhas de força” que Faraday introduziu no desenvolvimento da sua teoria de eletricidade e magnetismo. Maxwell era 40 anos mais novo que Faraday, mas eles se conheceram durante os cinco anos que Maxwell passou em

Ver todos os capítulos

Carregar mais