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Apêndice A - LIMITES E AJUSTES RECOMENDADOS EM UNIDADES INGLESAS

James M. Leake, Jacob L. Borgerson Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE

A

LIMITES E AJUSTES

RECOMENDADOS EM UNIDADES

INGLESAS

346

Leake ApendiceA.indd 346

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Leake ApendiceA.indd 347

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2,7

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3,0

0Ϫ0,12

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Medium 9788521627388

ANEXO C - NORMAS NP, EN, ISO E NBR RELACIONADAS COM O DESENHO TÉCNICO

Vários autores Grupo Gen PDF Criptografado

Anexo

C

NORMAS NP, EN, ISO E

NBR RELACIONADAS

COM O DESENHO

TÉCNICO

Anexo C-silva

440

16.01.07, 21:11

Normas NP, EN ISO e NBR Relacionadas com o Desenho Técnico

C.1 NORMAS PORTUGUESAS NP

C.1.1 NP sobre Desenho Técnico

NP 48:1968 (3.a Edição) Desenho técnico. Formatos.

NP 49:1968 (3.a Edição) Desenho técnico. Modo de dobrar folhas de desenho.

441

NP 3915-2:1994 (1.a Edição) Rugosidade de superfícies. Terminologia. Parte 2: Medição dos parâmetros de rugosidade de superfície. Correspondência: ISO 4287-2:1984.

C.1.5 NP sobre Peças Roscadas

NP 62:1961 (2.a Edição) Desenho técnico. Linhas e sua utilização.

NP 110:1983 (2.a Edição) Roscas métricas de perfil triangular

ISO para usos gerais.

NP 167:1966 (2.a Edição) Desenho técnico. Figuração de materiais em corte.

Diâmetros e passos recomendados. Correspondência: ISO

262:1973.

NP 204:1968 (2.a Edição) Desenho técnico. Legendas.

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Medium 9788580552041

Capítulo 2 - Arranjos numéricos, de células e de estruturas

William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

2

Arranjos numéricos, de células e de estruturas

Um dos pontos fortes do MATLAB é a sua capacidade de manipular coleções de itens, chamadas de arranjos, como se elas fossem uma entidade única. A funcionalidade de manipulação de arranjos significa que os programas em MATLAB podem ser muito pequenos.

O arranjo é o bloco de construção básico no MATLAB. As seguintes classes de arranjos estão disponíveis no MATLAB 7: numérico

caractere

lógico

Arranjo célula estrutura

function handle

Java

Até agora, utilizamos apenas arranjos numéricos, que são arranjos que contêm apenas valores numéricos. Dentro da classe numérica estão as subclasses single

(precisão simples), double (precisão dupla), int8, int16 e int32 (números inteiros com sinal constituídos de 8 bits, 16 bits e 32 bits), e uint8, uint16 e uint32 (números inteiros sem sinal constituídos de 8 bits, 16 bits e 32 bits). Um arranjo de caracteres

é um arranjo que contêm strings. Os elementos de arranjos lógicos são “verdadeiros” ou “falsos”, os quais, apesar de serem representados pelos símbolos 1 e 0, não são quantidades numéricas. Estudaremos os arranjos lógicos no Capítulo 4.

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Medium 9788521622284

Capítulo 1 - Sinais e Sistemas Discretos

José Alexandre Nalon Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

1

Sinais e Sistemas

Discretos

Sinais são informações que podem ser transmitidas ou processadas. Fisicamente, os sinais são obtidos através de sensores ou transdutores e transformados em sinais de tensão ou corrente que são manipulados pelo circuito processador. Um microfone transforma um sinal de voz (que é uma onda sonora) em uma tensão variável, alimentada a um circuito qualquer

(um transmissor de rádio ou um amplificador, por exemplo) que realiza o processamento.

Matematicamente, todo sinal pode ser representado como uma função em um domínio apropriado — em geral o tempo, mas outros domínios são possíveis. O sinal de voz captado pelo microfone pode ser visto como um sinal de tensão em função do tempo: para cada instante de tempo pode-se obter a intensidade da tensão para aquele instante específico.

Pela própria natureza contínua do tempo, admite-se que é possível obter a intensidade da tensão para qualquer instante desejado. Sinais que têm essa propriedade são chamados de sinais contínuos ou, mais comumente em engenharia, de sinais analógicos. Sinais analógicos são tratados por elementos de circuito como resistores, capacitores, indutores, transístores etc. É muito comum a implementação de sistemas lineares através do uso de amplificadores operacionais.

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Medium 9788521613930

Capítulo 5. Distribuições de Velocidades no Escoamento Turbulento

Robert Byron Bird, Edwin N. Lightfoo, Warren E. Stewart Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

DISTRIBUIÇÕES DE VELOCIDADES NO

ESCOAMENTO TURBULENTO

5.1

COMPARAÇÕES

ENTRE ESCOAMENTOS LAMINAR E

5.2 MÉDIAS

TEMPORAIS DAS EQUAÇÕES DE BALANÇO

PARA FLUIDOS INCOMPRESSÍVEIS

5.3 MÉDIA

5.4 EXPRESSÕES

EMPÍRICAS PARA O FLUXO

TURBULENTO DE MOMENTO

TURBULENTO

5.5 ESCOAMENTO

5.6᭺ ESCOAMENTO

TURBULENTO EM TUBOS

TURBULENTO EM JATOS

TEMPORAL DO PERFIL DE VELOCIDADES

PRÓXIMO A UMA PAREDE

Nos capítulos anteriores discutimos somente problemas de escoamento laminar. Vimos que as equações diferenciais que descrevem o escoamento laminar são bem entendidas e que, para alguns sistemas simples, a distribuição de velocidades e várias grandezas derivadas podem ser obtidas de maneira direta. O fator limitante na aplicação das equações de balanço é a complexidade matemática que encontramos em problemas onde existem várias componentes de velocidade que são funções de diversas outras variáveis. Nesses casos, devido ao rápido desenvolvimento da dinâmica dos fluidos computacional, soluções numéricas de tais problemas vêm sendo obtidas gradualmente.

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Medium 9788521620679

6. Ensaio de Flexão

Amauri Garcia, Jaime Alvares Spim, Carlos Alexandre dos Santos Grupo Gen PDF Criptografado

6

Ensaio de Flexão

Ensaio de flexão  consiste na aplicação de uma carga crescente em determinados pontos de uma barra de geometria padronizada, a qual pode estar na condição biapoiada ou engastada em uma das extremidades. Mede-se o valor da carga versus a deformação máxima, ou a flecha (n), deslocamento dos pontos de aplicação de carga, atingida na flexão. É um ensaio muito utilizado na indústria de cerâmicos, em concreto e madeira, metais duros, como ferro fundido, aço ferramenta e aço rápido, devido ao fato de fornecer dados quantitativos da deformação que esses materiais podem sofrer quando sujeitos a cargas de flexão. Os materiais dúcteis, quando sujeitos a esse tipo de carga, são capazes de absorver grandes deformações, ocorrendo dobramento do corpo de prova, não fornecendo assim resultados quantitativos qualificados para o ensaio de flexão. Nesses casos esse ensaio consiste mais em um ensaio de fabricação, chamado de dobramento. Existem três tipos principais desse ensaio: o ensaio de flexão em três pontos, em que a barra a ser testada é biapoiada nas extremidades e a carga é aplicada no centro do comprimento do corpo de prova; o ensaio de flexão em quatro pontos, em que a barra a ser testada é biapoiada nas extremidades e a carga é aplicada em dois pontos na região central do comprimento, separados por uma distância padronizada; e o chamado método engastado, que consiste em engastar uma extremidade do corpo de prova e a aplicação da carga na outra extremidade.

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Medium 9788521615361

CAPÍTULO 3 - CORRENTE ELÉTRICA E LEI DE OHM

Silva Filho Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

CORRENTE ELÉTRICA E LEI DE OHM

3.1 MATERIAIS CONDUTORES E MATERIAIS ISOLANTES

A força de atração entre o núcleo e os elétrons das órbitas mais externas de determinados átomos é muito fraca. Esses elétrons podem ser facilmente libertados dos átomos, e por isto são chamados de elétrons livres.

Um material condutor possui elétrons livres em grande quantidade, gastando-se pouca energia para colocá-los em movimento. A qualidade de um condutor é avaliada em função do número de elétrons livres que podem ser deslocados, para uma dada energia fornecida.

São exemplos de materiais condutores: ouro, prata, cobre, alumínio, zinco, ferro etc. Em sua maioria, os metais comuns são relativamente bons condutores. O carvão também é um bom condutor.

Os materiais que têm um número muito pequeno de elétrons livres são os isolantes. Nesses materiais, é necessário gastar muito mais energia para libertar os elétrons de suas órbitas externas nos átomos.

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Medium 9788580550450

Capítulo 4. Retificadores de Onda Completa

Daniel W. Hart Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

Retificadores de

Onda Completa

4

Conversão de CA em CC

4.1 INTRODUÇÃO

O objetivo de um retificador de onda completa é produzir uma tensão ou corrente que seja puramente CC ou que tenha alguma componente CC especificada. Embora este objetivo seja basicamente o mesmo de um retificador de meia onda, os retificadores de onda completa têm algumas vantagens fundamentais. A corrente média em uma fonte CA é zero, assim como no retificador de onda completa, evitando, portanto, problemas associados com as correntes médias diferentes de zero nas fontes (particularmente nos transformadores). A saída do retificador de onda completa tem inerentemente uma ondulação menor que o retificador de meia onda.

Neste capítulo, conversores de onda completa, monofásicos e trifásicos controlados e não controlados, usados como retificadores serão analisados para vários tipos de cargas. São incluídos também exemplos de conversores controlados funcionando como inversores, em que o fluxo de potência é do lado CC para o lado CA.

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Medium 9788521634188

05 - Segunda Lei de Newton do Movimento: Abordagem de Volume de Controle

James R. Welty, Gregory L. Rorrer, David G. Foster Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Segunda Lei de Newton do Movimento: Abordagem de

Volume de Controle

A segunda das leis físicas fundamentais sobre as quais as análises de escoamento de fluido são ba-

seadas é a segunda lei de Newton do movimento. Começando com a segunda lei de Newton, devemos desenvolver relações integrais para os momentos linear e angular. As aplicações dessas expressões a situações físicas serão consideradas.

XX5.1

RELAÇÃO INTEGRAL PARA MOMENTO LINEAR

A segunda lei de Newton do movimento pode ser estabelecida como se segue:

A taxa temporal de variação de momento de um sistema é igual à força líquida que atua no sistema e ocorre na direção dessa força líquida.

De início, notamos dois pontos muito importantes nesse enunciado: primeiro, essa lei se refere a um sistema específico, e segundo, ela inclui direção assim como magnitude, sendo, consequentemente, uma expressão vetorial. A fim de usar essa lei, será necessário reformular seu enunciado para uma forma mais aplicável ao volume de controle que contém diferentes partículas de fluido (isto é, um sistema diferente) quando examinado em tempos diferentes.

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Medium 9788521624776

Tópico XI - 51 - Cristalografia e Ligações Atômicas

Michael R. Lindeburg Grupo Gen PDF Criptografado

51

Cristalografia e Ligações

 �

Atômicas

Nomenclatura a constante de rede m

A área m2

Ae produto de efetividade

A × Wb/m3

AW peso atômico kg/kmol b vetor de Burgers m

B densidade de fluxo magnético

T

C concentração

1/m3

CW índice de trabalho a frio

– d distância de separação m dhkl espaçamento interplanar m

D constante de difusão m2/s

D0 constante de difusão de composto m2/s

ED energia de ativação molar

J/kmol

Eg energia de gap J

F força normal

N

G módulo de cisalhamento

Pa

051Lindeburg.indd 405

H intensidade de campo magnético A/m

I corrente

A

J densidade de fluxo

1/m2 × s

L comprimento m m massa kg m fator de Schmid

M magnetização

A/m n inteiro (ordem)

N número de átomos

N0 número de Avogadro mol−1

(6,022 × 1023) pm momento de dipolo magnétons de Bohr

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Medium 9788521621614

13. Proteção, Aterramento e Fundação

Oliveira Pinto Grupo Gen PDF Criptografado

13

Proteção,

Aterramento e

Fundação

Não há nenhuma árvore que o vento não tenha sacudido.

Provérbio hindu

Oliveira Pinto 13.indd 237

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Foto: L. Benoist, EWEA.

Oliveira Pinto 13.indd 238

5/10/2012 18:26:31

13.1 A Proteção Contra Raios

Os raios afetam as linhas de transmissão de energia e de telefonia, podem causar incêndios nas florestas e ainda matar pessoas e animais. A incidência de descargas atmosféricas no Brasil merece atenção:

é o país com maior incidência no mundo, em torno de 50 milhões de raios por ano. O fenômeno provocou 1321 mortes no Brasil entre 2001 e 2009. Raios são inevitáveis nas grandes turbinas eólicas.

A maioria atinge a ponta da pá, provocando um dano considerável. Embora se tenha pensado inicialmente que se podia dispensar um sistema de proteção, devido à não condutância elétrica do material de fibra de vidro, esse fato acabou mostrando não ser verdadeiro. Por isso, a demanda por sistemas de proteção se tornou cada vez mais forte. O sistema de proteção de raios consiste em um receptor localizado na ponta da pá, e é uma peça de metal que é aparafusada e facilmente trocada. Dentro da pá, um fio metálico conecta o receptor a uma fita metálica flexível do cubo e assim ao sistema de aterramento da turbina (veja a Figura 13.1). Esse sistema é o que predominou, por ser prático e bastante usado por boa parte dos fabricantes. Visando ao aumento da eficiência da proteção, pás de grande porte utilizam mais receptores ao longo da estrutura. É de se esperar que se alcance um trajeto de

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Medium 9788521630999

5 | Gestão de Inovação

VENANZI, Délvio; SILVA, Orlando Roque da Grupo Gen PDF Criptografado

5

Gestão de Inovação

Luciel Henrique de Oliveira

5.1 Modelos Mentais e Inovação Disruptiva

Um modelo mental (ou paradigma) é a forma utilizada pelas pessoas para representar o mundo, para ver e interpretar a realidade que as cerca. Os modelos mentais podem ser representados e caracterizados a partir de sua estrutura, funcionamento e mecanismo (BUCKLEY; BOULTER 1997).

Muitos dos conceitos de gestão praticados e estudados atualmente tiveram suas origens em precedentes históricos que fundamentaram o modo como grande parte dos administradores procede para resolver os problemas que enfrentam. Esses elementos podem ser chamados amplamente de modelos mentais, conforme Di Serio e Vasconcelos (2009). Os modelos mentais de gestão organizacional evoluíram a partir de grandes pontos de ruptura na história, marcados por três grandes revoluções: agrícola, industrial e a do conhecimento. Essas revoluções apresentaram situações cada vez mais complexas para o surgimento de novos modelos mentais, desde os primeiros indícios de técnicas de gestão (empreendimentos como as pirâmides do Egito, a organização da Igreja Católica, as estratégias de guerras), ao surgimento dos modernos princípios de gestão, propiciados pela Revolução Industrial.

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Medium 9788521634188

08 - Análise de um Elemento Diferencial de Fluido em Escoamento Laminar

James R. Welty, Gregory L. Rorrer, David G. Foster Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Análise de um Elemento Diferencial de

Fluido em Escoamento Laminar

A análise da situação de um fluido em escoamento pode seguir dois caminhos diferentes. Um tipo

de análise foi discutido à exaustão nos Capítulos 4 a 6, em que a região de interesse foi um volume definido: o volume de controle macroscópico. Analisando um problema do ponto de vista de um volume de controle macroscópico, está-se preocupado somente com quantidades globais de massa, de momento e de energia atravessando a superfície de controle e a variação total nessas grandezas exibida pelo material sob consideração. Variações que ocorrem dentro do volume de controle por cada elemento diferencial não podem ser obtidas a partir desse tipo de análise global.

Neste capítulo, deveremos direcionar nossa atenção a elementos de fluido à medida que eles se aproximam de um tamanho diferencial. Nosso objetivo é a estimação e descrição do comportamento do fluido a partir de um ponto de vista diferencial; as expressões resultantes de tais análises serão equações diferenciais. A solução dessas equações diferenciais fornecerá informações do escoamento por meio de uma visão diferente daquela atingida a partir de um exame macroscópico. Tais informações podem ter menos interesse para o engenheiro que necessita de informações globais de projeto, porém ela pode esclarecer melhor os mecanismos de transferência de massa, de momento e de energia.

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Medium 9788521636083

Capítulo 4 Sistemas de EDOs. Plano de Fase. Métodos Qualitativos

Erwin Kreyszig Grupo Gen ePub Criptografado

Compondo com o Capítulo 3, iremos apresentar na Seção 4.1 outro método para resolver EDOs de ordem superior. A partir deste método, iremos converter uma EDO de ordem n em um sistema de n EDOs de primeira ordem. Vamos mostrar também algumas aplicações. Além disso, na mesma seção, iremos resolver sistemas de EDOs de primeira ordem que ocorrem diretamente em aplicações, isto é, que não decorreram de uma EDO de ordem n, mas sim da própria aplicação, como, por exemplo, dois tanques em problemas de mistura e dois circuitos em redes elétricas. (Na Seção 4.0, revisaremos os aspectos elementares de vetores e matrizes, necessários neste capítulo, provavelmente familiares à maioria dos estudantes.)

Na Seção 4.3, vamos apresentar uma maneira totalmente diferente de interpretar sistemas de EDOs. O método consiste em examinar o comportamento geral de famílias inteiras de soluções de EDOs no plano de fase e, por isso, denominado método do plano de fase. Este método fornece informação a respeito da estabilidade de soluções. (A estabilidade de um sistema físico é desejável e, grosso modo, significa que uma pequena alteração em algum instante causa apenas uma pequena alteração no comportamento do sistema em tempos posteriores.) Essa abordagem para sistemas de EDOs é um método qualitativo porque depende apenas da natureza das EDOs e não exige que conheçamos as suas soluções. Isso pode ser muito útil, porque, com frequência, é difícil ou até mesmo impossível resolver sistemas de EDOs. Em contraste, a abordagem de realmente resolver um sistema é conhecida como um método quantitativo.

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Medium 9788521619086

6 - Entrando em Guerra Contra Esse Mar de Problemas

B Richter Grupo Gen PDF Criptografado

6

Entrando em Guerra Contra Esse

Mar de Problemas

6.1

INTRODUÇÃO

Este capítulo começa a discussão sobre como podemos sair da armadilha da mudança climática na qual o mundo se encontra em decorrência do crescimento econômico, do crescimento populacional e da falta de compreensão sobre como as nossas ações afetam o nosso ambiente. Embora os mais pobres estejam melhores do que estavam um século atrás, o aquecimento global irá reverter a melhoria nas vidas de todos, a menos que façamos algo a respeito. A origem do problema está no uso da energia para alimentar a economia mundial e nas práticas agrícolas que empregamos para alimentar a população mundial. O problema é solucionável, mas a solução exige uma ação global.

Todos os grandes emissores de gases do efeito estufa agora concordam que o problema é real, mas não chegaram a um acordo sobre como dividir o ônus de limpar as coisas. Será difícil conceber um sistema de ação que permita às nações em desenvolvimento continuar a melhorar o bem-estar dos seus cidadãos enquanto também reduzem as emissões. As consequências estão no futuro, enquanto a ação tem de começar no presente, e isso cria problemas políticos difíceis para todas as nações porque os custos existem agora, enquanto os benefícios virão mais tarde

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