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Medium 9788521613985

4 - TOMADA DE DECISÃO PARA UMA ÚNICA AMOSTRA

MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C.; HUBELE, Norma Faris Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

TOMADA DE DECISÃO PARA UMA

ÚNICA AMOSTRA

ESQUEMA

DO

CAPÍTULO

4-5 INFERÊNCIA PARA

A MÉDIA DE UMA POPULAÇÃO COM

VARIÂNCIA DESCONHECIDA

4-1 INFERÊNCIA ESTATÍSTICA

4-2 ESTIMAÇÃO PONTUAL

4-3 TESTE DE HIPÓTESES

4-3.1 Hipóteses Estatísticas

4-3.2 Testando Hipóteses Estatísticas

4-3.3 Hipóteses Unilaterais e Bilaterais

4-3.4 Procedimento Geral para Testes de Hipóteses

4-4 INFERÊNCIA

SOBRE A MÉDIA DE UMA POPULAÇÃO COM

VARIÂNCIA CONHECIDA

4-4.1

4-4.2

4-4.3

4-4.4

4-4.5

Teste de Hipóteses para a Média

Valores P nos Testes de Hipóteses

O Erro Tipo II e a Escolha do Tamanho da Amostra

Teste para Amostras Grandes

Alguns Comentários Práticos sobre Testes de

Hipóteses

4-4.6 Intervalo de Confiança para a Média

4-4.7 Método Geral para Deduzir um Intervalo de

Confiança

4-5.1

4-5.2

4-5.3

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Medium 9788582715338

Capítulo 17 - Catabolismo dos ácidos graxos

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

17

Catabolismo dos ácidos graxos

17.1 Digestão, mobilização e transporte de gorduras  650

17.2 Oxidação de ácidos graxos  654

17.3 Corpos cetônicos  668

A

oxidação dos ácidos graxos de cadeia longa produzindo acetil-CoA é uma via central de geração de energia em muitos organismos e tecidos. No coração e no fígado de mamíferos, por exemplo, ela fornece até 80% das necessidades energéticas em todas as circunstâncias fisiológicas.

Os elétrons retirados dos ácidos graxos durante a oxidação passam pela cadeia respiratória, levando à síntese de ATP; a acetil-CoA produzida a partir dos ácidos graxos pode ser completamente oxidada a CO2 no ciclo do ácido cítrico, resultando em mais conservação de energia. Em algumas espécies e em alguns tecidos, a acetil-CoA tem destinos alternativos. No fígado, a acetil-CoA pode ser convertida em corpos cetônicos – combustíveis solúveis em água exportados para o encéfalo e para outros tecidos quando glicose não está disponível. Em plantas vasculares, a acetil-CoA serve principalmente como precursor biossintético, e apenas secundariamente como combustível. Embora o papel biológico da oxidação dos ácidos graxos varie de acordo com o organismo, o mecanismo é essencialmente o mesmo. O processo repetitivo de quatro etapas, chamado de β-oxidação, por meio do qual os ácidos graxos são convertidos em acetil-CoA é o tópico principal deste capítulo.

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Medium 9788521623038

16 - Robos submarinos

ROMERO, Roseli Aparecida Francelin et al. (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

Romero — Prova  — // — Maluhy&Co. — página 



Robôs submarinos

Ettore Apolonio de Barros

A

aplicação de sistemas robóticos à tecnologia submarina vem crescendo nas últimas décadas. Pode-se constatar o número significativo de robôs submarinos empregados no apoio à exploração de recursos oceânicos, bem como aqueles voltados ao monitoramento ambiental e à supervisão de instalações submarinas.

Dentre os robôs empregados na exploração submarina, os mais tradicionais são os veículos operados por controle remoto, popularmente conhecidos por ROVs (do inglês Remote Operated Vehicles). Tais veículos são propelidos por hélices e carregam sensores e ferramentas adequadas às missões às quais se destinam. São controlados a partir da superfície (geralmente de um navio) através de um cabo, o umbilical, por onde são transmitidos os comandos de manobra. Via cabo também costuma ser transmitida a energia, para a operação do veículo, e sinais do seu sistema sensorial (tais como imagens do ambiente ao seu redor).

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Medium 9788521630098

Capítulo 1. O Projeto de Engenharia Mecânica sob uma Perspectiva Ampla

JUVINALL, Robert C.; MARSHEK, Kurt M. Grupo Gen PDF Criptografado

1

1.1

O Projeto de Engenharia

Mecânica sob uma

Perspectiva Ampla

Uma Visão Geral

A essência da engenharia é a utilização dos recursos e leis da natureza em benefício da humanidade. A engenharia é uma ciência aplicada, no sentido de que é dedicada à compreensão dos princípios científicos, e sua aplicação atende a um objetivo preestabelecido. O projeto de engenharia mecânica é um dos principais segmentos da engenharia; ele trata dos conceitos, do projeto, do desenvolvimento, do refinamento e das aplicações de máquinas e dispositivos mecânicos de todos os tipos.

Para muitos estudantes, o projeto de engenharia mecânica

é um de seus primeiros cursos profissionais de engenharia

— uma distinção dos cursos básicos em ciência e matemática.

A engenharia em nível profissional preocupa-se com a obtenção de soluções para os problemas práticos. Essas soluções devem refletir a compreensão dos conceitos estabelecidos pela ciência, porém geralmente essa compreensão não é suficiente; o conhecimento de dados empíricos e o “julgamento de engenharia” também estão envolvidos. Por exemplo, os cientistas não compreendem completamente a eletricidade, mas isso não impede os engenheiros elétricos de desenvolver dispositivos elétricos extremamente úteis. Da mesma forma, os cientistas não compreendem completamente os processos de combustão ou os mecanismos de fadiga de um metal, no entanto os engenheiros mecânicos utilizam o conhecimento disponível para desenvolver motores de combustão extremamente úteis. Quanto mais conhecimento científico se torna disponível, mais os engenheiros se tornam capazes de elaborar soluções para os problemas práticos. Além disso, os processos de engenharia utilizados na solução de problemas em geral destacam áreas particularmente importantes para o aumento da pesquisa científica. Existe uma estreita relação de interesses entre os engenheiros e os físicos. Nenhum deles é um cientista, cujo objetivo principal é descobrir conhecimentos básicos, porém ambos utilizam o conhecimento científico — complementado por informações empíricas e julgamento profissional — na solução imediata e precisa de problemas.

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Medium 9788521627067

2 - LÓGICA BOOLEANA

SZAJNBERG, Mordka Grupo Gen PDF Criptografado

2

LÓGICA

BOOLEANA

“Sempre amei esta palavra, ‘booleano’.”

Claude Shannon

Mordka - Cap 02 - 3ª prova A.indd 37

22/05/2014 15:41:45

2.1  Postulados e teoremas

2.1.1  Definição da lógica booleana

A lógica booleana é uma lógica proposicional, na qual assumimos que todas as proposições têm um valor definido, ou seja, são verdadeiras ou falsas.

Uma álgebra booleana mínima consiste em um conjunto de dois valores (verdadeiros ou falsos) e três operadores básicos: AND (E); OR (OU); NOT (NÃO). É uma álgebra sobre o domínio binário.

Um exemplo é a construção conhecida como conjunção, formada por duas sentenças com o conectivo AND (E). Por exemplo, a conjunção das duas sentenças: a) A grama é verde. b) Cachorros não voam.

A conjunção dessas duas sentenças é: A grama é verde e cachorros não voam. A conjunção é verdadeira se, e somente se, cada sentença for verdadeira.

Sentenças lógicas são unidas por meio de operadores, que as unem e definem como são processadas. A lógica booleana usa os seguintes operadores:

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Medium 9788580551181

Capítulo 20 - Simulação

Frederick S. Hillier; Gerald J. Lieberman Grupo A PDF Criptografado

20

C A P Í T U L O

Simulação

N

este capítulo final, estamos prontos para nos concentrar na última das técnicas-chave da pesquisa operacional. A simulação se destaca entre essas técnicas, e é a mais utilizada entre elas. Além disso, por ser uma ferramenta tão flexível, poderosa e intuitiva, ela continua a ganhar rapidamente popularidade.

Essa técnica envolve o uso de um computador para imitar (simular) a operação de um processo inteiro ou sistema. Por exemplo, a simulação é empregada em geral para realizar análises de risco em processos financeiros, imitando repetidamente a evolução das transações envolvidas para gerar um perfil de possíveis resultados. A simulação também é amplamente usada para analisar sistemas estocásticos que continuarão a operar indefinidamente. Para esses sistemas, o computador gera e registra, de maneira aleatória, as ocorrências dos vários eventos que dirigem o sistema como se eles estivessem operando fisicamente. Em virtude de sua velocidade, o computador pode simular até mesmo anos de operação em uma questão de segundos. Registrar o desempenho da operação simulada do sistema para uma série de projetos ou procedimentos operacionais alternativos habilita então a avaliação e a comparação dessas alternativas antes de escolher uma delas.

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Medium 9788521632764

3 - Corrente elétrica

WAYGOOD, Adrian Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

Corrente elétrica

Ao término deste capítulo, você deverá estar apto a:

1. listar os três efeitos de uma corrente elétrica;

2. especificar a unidade de medida de uma corrente elétrica no SI;

3. especificar qual dos três efeitos é usado para definir a unidade de corrente elétrica no SI;

4. estabelecer a relação entre corrente elétrica e carga elétrica;

5. estabelecer a unidade de medida de carga elétrica no SI;

6. resolver problemas simples sobre a relação entre corrente elétrica e carga elétrica.

Medindo corrente elétrica

Anteriormente, aprendemos que a definição geral para corrente elétrica é “um deslocamento de cargas elétricas”.

No caso de condutores metálicos, ela é um movimento de elétrons livres. Em outros materiais, tal como em líquidos condutores (“soluções eletrolíticas”), ela é um movimento de íons (átomos carregados): ela pode até ser um movimento de íons positivos em uma direção e

íons negativos na direção oposta ao mesmo tempo!

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Medium 9788582715338

Capítulo 14 - Glicólise, gliconeogênese e a via das pentoses-fosfato

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

14

Glicólise, gliconeogênese e a via das pentoses-fosfato

14.1 Glicólise 534

14.2 Vias alimentadoras da glicólise  548

14.3 Destinos do piruvato em condições anaeróbicas: fermentação 552

14.4 Gliconeogênese 558

14.5 Oxidação da glicose pela via das pentoses-fosfato  565

A

glicose ocupa uma posição central no metabolismo de plantas, animais e muitos microrganismos. Ela é relativamente rica em energia potencial e, por isso,

é um bom combustível; a oxidação completa da glicose a dióxido de carbono e água ocorre com uma variação da energia livre padrão de 22.840 kJ/mol. Por meio do armazenamento da glicose na forma de polímero de alta massa molecular, como o amido e o glicogênio, a célula pode estocar grandes quantidades de unidades de hexose enquanto mantém a osmolaridade citosólica relativamente baixa. Quando a demanda de energia aumenta, a glicose pode ser liberada desses polímeros de armazenamento intracelulares e utilizada para produzir ATP de maneira aeróbica ou anaeróbica.

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Medium 9788521632696

9 - Capacidade de Carga dos Solos

BODÓ, Béla; JONES, Colin Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 9

Capacidade de Carga dos Solos

Quando uma edificação é construída sobre camadas de solos, sua estrutura pode sofrer grandes danos de dois modos:

1. Em solos argilosos, o excesso de poropressão (Du), induzido pelo excesso de tensão total (Ds), pode ser tão elevado que o adensamento resultante do solo pode causar um recalque excessivo na estrutura. Caso várias partes da edificação recalquem de forma desigual, o recalque diferencial pode danificar sua estrutura.

2. Em todos os tipos de solos, tensões na fundação induzem a tensões cisalhantes. Caso a capacidade resistente ao cisalhamento do solo, frequentemente chamada por resistência ao cisalhamento do solo, seja insuficiente para resistir às tensões induzidas, então o solo rompe ao escoamento sob a sapata.

   O objetivo deste capítulo é apresentar métodos para a determinação da capacidade de carga dos solos.

9.1 Terminologia

Sapata:

Fundação:

A subestrutura de uma edificação que transfere carga ao solo.

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Medium 9788521627463

3 - MODELAGEM DO HIDROTRATAMENTO CATALÍTICO

ANCHEYTA, Jorge Grupo Gen PDF Criptografado

3

MODELAGEM DO HIDROTRATAMENTO

CATALÍTICO

3.1 O PROCESSO DE HIDROTRATAMENTO CATALÍTICO

O hidrotratamento catalítico (HDT) é extensivamente aplicado na indústria de refino de petróleo para remoção de impurezas, tais como heteroátomos (enxofre, nitrogênio, oxigênio), PNAs (aromáticos policíclicos ou polinucleares) e compostos contendo metais, (principalmente Ni e V). A concentração dessas impurezas aumenta à medida que o ponto de ebulição da fração de petróleo aumenta. Os compostos contendo -S, -N, -O e PNA são encontrados em matérias-primas de baixo peso molecular, como na destilação atmosférica (direta) (nafta, querosene, gasóleo), enquanto matérias-primas de elevado peso molecular

(gasóleo de vácuo, resíduo atmosférico e resíduo de vácuo) contêm as mesmas impurezas, mas em concentrações mais elevadas, além de compostos complexos contendo -V, -Ni e asfaltenos (Mochida e Choi,

2004).

Dependendo da natureza da alimentação, da quantidade e do tipo dos diferentes heteroátomos (isto é, compostos de diferentes reatividades), processos de hidrotratamento específicos têm sido desenvolvidos.

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Medium 9788580553970

Capítulo 6 - Fotodetectores

Gerd Keiser Grupo A PDF Criptografado

6

Fotodetectores

Na extremidade de saída de uma linha de transmissão óptica, deve haver um dispositivo de recepção que interpreta a informação contida no sinal óptico. O primeiro elemento desse receptor é um fotodetector que detecta a energia luminescente que o atinge e converte a variação da potência óptica em uma corrente elétrica variável correspondente.

Uma vez que o sinal óptico é geralmente enfraquecido e distorcido quando emerge da extremidade da fibra, o fotodetector deve satisfazer requisitos de desempenho muito elevados. Entre os mais importantes requisitos, estão uma alta resposta ou sensibilidade na região de comprimentos de onda de emissão da fonte óptica utilizada, uma adição mínima de ruído ao sistema e uma velocidade de resposta rápida ou largura de banda suficiente para lidar com a taxa de dados desejada. O fotodetector também deve ser insensível a variações de temperatura e compatível com as dimensões físicas da fibra óptica, além de ter um custo razoável em relação aos outros componentes do sistema e uma vida útil longa.

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Medium 9788582602393

Capítulo 5 - Segurança

Widomar P. Carpes Jr. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Segurança

Muitas vezes a segurança é subvalorizada pelos projetistas. Isso pode acontecer devido à confusão existente entre segurança e confiabilidade, à existência de poucos métodos de projeto aplicáveis e adequados à inclusão da segurança, e à fácil suposição de que o operador é o responsável pelo acidente. Além disso, a segurança é difícil de ser traduzida em especificações. Neste capítulo, serão detalhados possíveis erros e acidentes, bem como maneiras de aperfeiçoar a segurança nos projetos.

Objetivos de aprendizagem

Explicar o método que avalia as necessidades de segurança e as recomendações gerais para os projetos de produtos mais seguros.

capítulo 5 

Identificar as características perigosas dos produtos e seu papel em acidentes.

 Segurança

Reconhecer a importância da segurança em projetos.

Introdução

DICA

A segurança em produtos está associada ao compromisso de medidas de proteção contra acidentes. Baseia-se na eliminação de perigos e no controle de riscos.

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Medium 9788521633419

4 - Fator de potência

MAMEDE FILHO, João Grupo Gen PDF Criptografado

4

Fator de potência

4.1 Introdução

Determinados equipamentos, tais como motores elétricos, fornos a arco, transformadores etc., necessitam, para a sua operação, de certa quantidade de energia reativa que pode ser suprida por diversas fontes ligadas ao sistema elétrico, funcionando individualmente ou simultaneamente. Estas fontes são:

• Geradores

• Motores síncronos

• Capacitores

Pode-se considerar que, a rigor, as próprias linhas de transmissão e de distribuição de energia elétrica são fontes de energia reativa, devido a sua reatância.

Esta energia reativa compreende duas diferentes parcelas:

• Energia reativa indutiva

• Energia reativa capacitiva

É fácil concluir que, para evitar o transporte de energia reativa de terminais distantes da carga consumidora, faz-se necessário que se instalem nas proximidades destes terminais as referidas fontes de energia reativa. Desta forma, reduzem-se as perdas na transmissão referente a esse bloco de energia, resultando em um melhor rendimento do sistema elétrico.

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Medium 9788521618041

19 - Inibidores de Corrosão

GENTIL, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

19

Inibidores de Corrosão

19.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Inibidor é uma substância ou mistura de substâncias que, quando presente em concentrações adequadas, no meio corrosivo, reduz ou elimina a corrosão.

Substâncias com essas características têm sido muito usadas como um dos melhores métodos para proteção contra a corrosão, e muitas pesquisas, visando à utilização de novos compostos com esse objetivo, têm sido estimuladas por diversas indústrias.

Para que a utilização dos inibidores seja satisfatória, é preciso considerar, fundamentalmente, quatro aspectos, descritos a seguir.

O primeiro corresponde às causas da corrosão no sistema, a fim de identificar os problemas que podem ser solucionados com o emprego de inibidores.

Em segundo lugar, vem o custo da sua utilização, para verificar se excede ou não o das perdas originadas pelo processo corrosivo. Nessa avaliação deve-se levar em conta, evidentemente, fatores como:

• aumento da vida útil do equipamento;

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Medium 9788521627043

CAPÍTULO 12 - SÍNTESE DE TENSÕES CC E CA SENOIDAL DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA APLICAÇÃO EM ACIONAMENTO DE MOTORES, UPS E SISTEMAS DE POTÊNCIA

MOHAN, Ned Grupo Gen PDF Criptografado

12

Síntese de Tensões

CC e CA Senoidal de

Baixa Frequência

Para Aplicação em

Acionamento de

Motores, UPS e

Sistemas de Potência

12.1 INTRODUÇÃO

A importância da eletrônica de potência para aplicação em acionamento de motores (CC e CA), UPS e sistemas de potência foi descrita no Capítulo 11. Em muitas dessas aplicações, é usada a topologia de enlace de tensão da Figura 12.1; enfatizaremos a discussão de como o conversor no lado da carga – que tem tensões CC como entrada – sintetiza saídas de tensão CC ou CA senoidal de baixa frequência. Operacionalmente, esse conversor funciona como um amplificador linear, amplificando um sinal de controle que, no caso de acionamento de motores CC, é CC ou, nos casos de acionamento de motores CA, UPS e aplicações relacionadas com a rede elétrica, é CA. O fluxo de potência nesses conversores deve ser reversível.

conversor 1

conversor 2

Rede elétrica

Carga

controlador

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