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Medium 9788536511276

5.9 Sistemas de ar condicionado central

Guilherme Eugênio Filippo Fernandes Filho Editora Saraiva PDF Criptografado

com recurso “quente/frio”. Nesse caso o ar condicionado pode operar como bomba de calor. Eles não têm a capacidade de controlar a umidade.

5.9 Sistemas de ar condicionado central

Sistemas de ar condicionado central são utilizados em grandes edificações, tais como: shopping centers, hipermercados, aeroportos, indústrias, grandes estabelecimentos comerciais, hospitais, hotéis, cinemas, prédios administrativos, centros de processamento de dados etc.

Existem três tipos básicos de instalações de ar condicionado central, a saber:

Condicionador autônomo compacto (Self-contained)

RetroClipArt/Shutterstock.com

Trata-se de uma unidade parecida com o aparelho de janela, porém com maior capacidade térmica. Geralmente, a capacidade dos selfs é maior que 5 TR. A unidade de tratamento do ar de expansão direta é conjugada com a unidade condensadora no interior de um gabinete que se assemelha a um armário. Essa unidade pode insuflar o ar diretamente no recinto ou para o interior de dutos para melhor distribuí-lo em recintos mais amplos, conforme ilustrado na Figura 5.27.

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Medium 9788536531939

5 - Dispositivos de Medição

BRITO, Fábio Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Dispositivos de

Medição

Para começar

O capítulo aborda os dispositivos de medição, como encoder, encoder absoluto, encoder incremental e suas aplicações no nos processos industriais. Trata ainda de sensores, medidores, flutuadores, válvulas, entre outros.

5.1 Encoder

Os encoders são dispositivos utilizados para medir posição angular. São constituídos de um ou vários pares de sensores ópticos (emissor e receptor), em que um feixe de luz é interrompido por uma máscara fixa ao eixo. A máscara é constituída de setores transparentes e opacos, que geram um pulso de tensão nos receptores dependendo da posição do eixo. Como cada posição da máscara possui marcações diferentes, sendo que a posição angular é relacionada diretamente pela resposta sequencial dos sensores ópticos.

5.1.1 Encoders absolutos

São encoders que apresentam uma saída relacionada a uma posição absoluta de cada endereço da máscara. São instrumentos mais caros e precisam de mais cabos para enviar uma informação de vários bits. A resolução de um encoder absoluto é relacionado ao número de bits. Desta forma, um encoder absoluto de 3 bits possui a seguinte a Equação 5.1:

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Medium 9788521618768

11 - Sistemas Combinados:Cogeração de Calor e Energia (CHP)

B. K. Hodge Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTU LO

11

Silenciador do desvio de escape

Silenciador do escape

Filtro/silenciador de entrada de ar

Gerador

Turbina a gás

Gerador de vapor de recuperação de calor (HRSG)

Válvula de desvio

Queimador

Sistemas

Combinados:

Cogeração de Calor e Energia (CHP)

11.1 INTRODUÇÃO

Os sistemas combinados de cogeração (CHP) caracterizam-se pela geração descentralizada de eletricidade por uma força motriz e pela captura e uso da energia térmica rejeitada desta força motriz. As vantagens desses sistemas

CHP são simples: maior eficiência térmica global do sistema, qualidade de energia reforçada, resiliência energética aperfeiçoada e menos emissões de gases do efeito estufa e outros.

A rede elétrica baseia-se em grandes usinas de energia localizadas centralmente. A transmissão de energia dessas usinas para os usuários finais é realizada através de uma rede elétrica que consiste em sistemas de transmissão de alta tensão e sistemas de distribuição de alta tensão. O sistema de transmissão de alta tensão transporta a eletricidade das usinas e a transmite para subestações, onde a eletricidade de alta tensão é transformada em tensões baixas e distribuída para os clientes.

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Medium 9788536514277

14.5 Ferramentas para canais internos

Sidnei Domingues da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

14.4 Ferramentas para canais externos

Cortesia de Iscar do Brasil.

São ferramentas utilizadas para usinagem de canais externos ou corte de peças a partir de barras longas.

Figura 14.5

14.5 Ferramentas para canais internos

Cortesia de Iscar do Brasil.

São ferramentas utilizadas para usinagem de canais internos ou alívios, conforme representação nas figuras.

Figura 14.6

14.6 Ferramentas para canais frontais

Cortesia de Iscar do Brasil.

Essas ferramentas possibilitam a usinagem de canais ou alívios nas faces conforme o diâmetro desejado.

Figura 14.7

14.7 Ferramentas para roscas externas e internas

Com essas ferramentas podemos usinar roscas internas e externas, paralelas ou cônicas ou de múltiplas entradas, conforme descrição no desenho do produto.

Ferramentas

197

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Medium 9788536512143

1.2 Período (T)

Sarkis Melconian Editora Saraiva PDF Criptografado

Movimento

Circular

1

Para começar

Neste capítulo aprenderemos velocidade angular, período, frequência, rotação, velocidade periférica aplicados em rodas, engrenagens, polias etc.

1.1 Velocidade angular (ω)

Um ponto material P, descrevendo uma trajetória circular de raio r, apresenta uma variação angular (∆ϕ) em um determinado intervalo de tempo (∆t).

A relação entre a variação angular (∆ϕ) e o intervalo de tempo (∆t) define a velocidade angular do movimento, em que:

ω − velocidade angular [rad/s]

∆ϕ − variação angular [rad]

∆t − variação de tempo [s]

ω=

∆ϕ

∆t

1.2 Período (T)

É o tempo necessário para que um ponto material P, movimentando-se em uma trajetória circular de raio r, complete um ciclo.

11

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Medium 9788521626350

Capítulo 12 – Alquilação e Isomerização

Nilo Indio Grupo Gen PDF Criptografado

12

Alquilação e

Isomerização

12.1 Introdução

Em todo o mundo, mudanças na especificação da gasolina estão sendo conduzidas para acompanhar os avanços das tecnologias de motores e as legislações ambientais mais restritivas quanto às emissões de gases poluentes provenientes da combustão da gasolina. Entre essas mudanças estão o aumento do número de octano e a redução dos teores de enxofre e de hidrocarbonetos aromáticos e olefínicos no combustível. Para a melhoria da qualidade da gasolina, os processos de alquilação e isomerização ganham destaque, por produzirem naftas ricas em hidrocarbonetos parafínicos altamente ramificados, que atendem aos requisitos demandados.

No Brasil, o processo de alquilação catalítica faz parte do esquema de refino de apenas uma refinaria, a Refinaria Presidente Bernardes Cubatão (RPBC), enquanto o processo de isomerização ainda não foi contemplado no parque de refino brasileiro.

12.2 Alquilação

O termo alquilação é usado para denominar o processo no qual ocorre a reação de hidrocarbonetos olefínicos contendo de 3 a 5 átomos de carbono com hidrocarbonetos isoparafínicos como o isobutano, na presença de um catalisador, formando uma mistura complexa de alcanos ramificados de maior massa molar, com até 12 átomos de carbono e com elevado número de octano, denominada alquilado. Esse produto é um componente altamente interessante para a composição das gasolinas automotivas e de aviação, uma vez que: é praticamente isento de contaminantes, enxofre principalmente; é estável, por possuir baixo teor de olefinas; apresenta queima limpa, pois é isento de aromáticos; e tem baixa volatilidade (baixa PVR), além de possuir elevado número de octano.

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Medium 9788563308191

Análise dinâmic a

Robert L. Norton Grupo A PDF Criptografado

CINEMáTICA E DINÂMICA Dos MECANIsMos

566

∑ F = ma

∑ T = IG α

CApíTULo 11

(11.1a)

Também é apropriado separar a soma das componentes das forças nas direções X e Y, conforme o sistema de coordenadas escolhido por conveniência. Os torques em nosso sistema de duas dimensões são todos na direção Z. Isso nos leva a transformar as duas equações vetoriais em três equações escalares.

∑ Fx = max

∑ Fy = may

∑ T = IG α

(11.1b)

Essas três equações devem ser escritas para cada um dos corpos em movimento, o que levará a um sistema de equações lineares simultâneas para qualquer sistema. Esse sistema de equações simultâneas pode, convenientemente, ser resolvido por um método matricial, como mostrado no Capítulo 5. Essas equações não levam em conta a força gravitacional (peso) em um elo. Se as acelerações cinemáticas são grandes, quando comparadas à da gravidade, o que frequentemente é o caso, as forças peso podem ser ignoradas em análises dinâmicas. Se as partes da máquina são muito grandes ou se movem vagarosamente com pequenas acelerações cinemáticas, ou ambos, pode ser necessária a inclusão do peso dos componentes nas análises.

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Medium 9788521625698

Capítulo 8 – DETECÇÃO DE BORDA DE DESCIDA E SUBIDA

Francesco Prudente Grupo Gen PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

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8

DETECÇÃO DE BORDA

DE DESCIDA E SUBIDA

Prudente_completo.indd 117

12/13/2013 9:22:32 AM

Prudente_completo.indd 118

12/13/2013 9:22:32 AM

DETECÇÃO DE BORDA

DE DESCIDA E SUBIDA

8.0 Generalidades

8.1 Definição de Borda de Descida e

Subida

8.2 Construção da Operacão de Detecção da

Borda de Descida e Subida

8.3 Operação Especial de Detecção com a

CPU S7-1200

8.4 Aplicacão: Partida e Parada com

Segurança de um MAT (Motor

Assíncrono Trifásico)

8.0 Generalidades

Em automação industrial, frequentemente é necessária a gestão de um sinal no momento em que este muda de estado, e não quando está em um estado definido. Essa gestão de mudança de estado de um sinal pode ser útil na lógica de controle de qualquer máquina industrial.

Ocorre, muitas vezes, que a lógica de controle precise apenas detectar a mudança de estado de um botão de comando, por exemplo, quando, por falha do operador, se pressiona de forma constante o botão de acionamento da máquina.

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Medium 9788536508047

Capítulo 9: Transtorno Bipolar

Fernanda Micheleti Mastrorosa, Luciana Goes Penha Editora Saraiva PDF Criptografado

Agora é com você!

1) Há uma faixa etária mais vulnerável à depressão? A que se deve isso?

2) Qual é o melhor tratamento para o paciente depressivo? Que cuidados é preciso ter na sua assistência?

3) Depressão tem cura? Justifique sua resposta, levando em consideração o conteúdo aprendido neste capítulo.

4) Você acredita que todas as pessoas estão sujeitas a ter depressão em algum momento da vida? Por quê?

72

Enfermagem em Clínica Psiquiátrica

9

Transtorno

Bipolar

Para começar

Neste capítulo, vamos estudar o transtorno bipolar, uma derivação do transtorno de humor, descrevendo a forma de diagnóstico, o tratamento e as intervenções de enfermagem, a fim de melhorar a qualidade de vida do paciente.

9.1 Definição de transtorno bipolar (CID-10/F31)

O transtorno afetivo bipolar – ou transtorno bipolar do humor – é uma doença permanente, caracterizada por depressão, hiperexcitabilidade e euforia, o que compromete a qualidade de vida do paciente e de sua família. É difícil confirmar seu diagnóstico; por isso, demora-se para chegar ao tratamento correto, e isso gera custos para a família.

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Medium 9788536528588

7.3 Aspecto ambiental × impacto ambiental

Mardele Eugênia Teixeira Rezende, Paulo Tarso Augusto do Pinho Taveira, Agenor Antônio e Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

Segurança do Trabalho e Meio Ambiente – O Diferencial da Dupla Atuação

• Grau de transformação

• Base ou pesada (bens de produção): é a indústria responsável pela produção e/ou preparação de matéria-prima para outras indústrias. Exemplo: extração de minério de ferro.

• Intermediária (bens de capital): é a indústria responsável por transformar o produto da indústria de base em máquinas e ferramentas que serão utilizadas na indústria leve. Exemplo: fábricas de máquinas e autopeças.

• Leve (bens de consumo): é a indústria responsável pelo produto final, aquele que será vendido diretamente ao consumidor, e se subdividem em indústrias de bens duráveis e não duráveis. Exemplo: fábrica de automóveis e fábrica de calçados.

Quadro 7.1 – Resumo dos tipos de indústrias

Lente

Classificação

Tecnologia e escala

Artesanal

Fabril (manufatureira)

Posição na cadeia produtiva

Primária

Secundária

Terciária

Grau de transformação

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Medium 9788582605172

Capítulo 17. Aprender a administrar a inovação e o empreendedorismo

John Bessant, Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

17

Aprender a administrar a inovação e o empreendedorismo

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

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revisar e consolidar os principais temas deste livro; explorar as influências-chave de como gerenciar o processo de inovação de maneira eficaz; identificar as principais habilidades associadas à inovação eficaz no nível do indivíduo, da equipe e da organização; desenvolver a capacidade de avaliar como indivíduos e organizações administram o processo; praticar uma abordagem de auditoria para a melhoria a inovação e o empreendedorismo.

Introdução

Vamos tentar resumir os principais temas abordados neste livro. Na Parte I, apresentamos a ideia da inovação não como um luxo a ser pensado ocasionalmente, mas como um imperativo de negócios e social. A menos que as empresas estabelecidas mudem aquilo que oferecem ao mundo e modifiquem a forma como criam e entregam suas ofertas, elas provavelmente ficarão para trás em relação a seus concorrentes e podem até mesmo desaparecer. Por um lado mais positivo, a criação de um novo negócio por meio do desenvolvimento e implementação de ideias é reconhecida como uma poderosa fonte de crescimento econômico, sem contar que é uma excelente maneira dos empreendedores por trás dessas ideias enriquecerem!

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Medium 9788521625698

Página de créditos

Francesco Prudente Grupo Gen PDF Criptografado

O autor e a editora empenharam-se para citar adequadamente e dar o devido crédito a todos os detentores dos direitos autorais de qualquer material utilizado neste livro, dispondo-se a possíveis acertos caso, inadvertidamente, a identificação de algum deles tenha sido omitida.

Não é responsabilidade da editora nem do autor a ocorrência de eventuais perdas ou danos a pessoas ou bens que tenham origem no uso desta publicação.

Apesar dos melhores esforços do autor, do editor e dos revisores, é inevitável que surjam erros no texto. Assim, são bem-vindas as comunicações de usuários sobre correções ou sugestões referentes ao conteúdo ou ao nível pedagógico que auxiliem o aprimoramento de edições futuras. Os comentários dos leitores podem ser encaminhados à LTC — Livros Técnicos e

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Medium 9788521616870

Apêndices

Ansel C. Ugural Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE

A

PROPRIEDADES DAS

ÁREAS

A.1

CENTRÓIDE DE UMA ÁREA

Este apêndice apresenta as propriedades geométricas das seções transversais de um elemento estrutural ou de máquina. O conhecimento das características geométricas de uma seção transversal é essencial ao estudo da resistência, da rigidez e da estabilidade de um elemento. As propriedades da maioria dos perfis padronizados encontrados na prática são fornecidas em diversos manuais e catálogos, e a tabela na contracapa deste livro apresenta alguns casos de áreas de geometrias simples.

O cálculo das propriedades de uma área plana começa com a localização do centróide da área.

O centróide, ou centro geométrico, representa um ponto no plano em relação ao qual a área é igualmente distribuída. Os primeiros momentos de uma área A em relação aos eixos x e y

(Fig. A.1) são definidos, respectivamente, por

(A.1)

FIGURA A.1 Área plana.

Essas grandezas são expressas em metros cúbicos ou milímetros cúbicos no Sistema Internacional de unidades (SI) e em pés cúbicos ou polegadas cúbicas no sistema inglês de unidades, comumente utilizado nos Estados Unidos. O centróide da área A é designado por C, um ponto de coordenadas x e y, que são determinadas por

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Medium 9788582604380

Capítulo 10 - Ciclos de Refrigeração

Merle C. Potter, Craig W. Somerton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Ciclos de Refrigeração

10.1

INTRODUÇÃO

A refrigeração envolve a transferência de calor de uma região de baixa temperatura para uma de alta temperatura. Se o objetivo do dispositivo que realiza a transferência de calor é resfriar a região de baixa temperatura, este é um refrigerador. Se o objetivo é aquecer a região de alta temperatura, o dispositivo é chamado de bomba de calor. Os dispositivos de refrigeração em geral operam em um ciclo que usa um refrigerante vaporizado no ciclo, mas a refrigeração também pode ser realizada por um gás, como ocorre em aeronaves.

Em alguns casos especiais, são utilizados ciclos de refrigeração por absorção, especialmente nos campi de grandes universidades. Todos esses ciclos serão apresentados neste capítulo.

10.2

O CICLO DE REFRIGERAÇÃO A VAPOR

É possível extrair calor de um espaço operando um ciclo a vapor, semelhante ao ciclo de Rankine, mas revertido. Obviamente, é necessária uma entrada de calor na operação desse ciclo, como mostrado na Figura

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Medium 9788577260591

Capítulo 15 Análise aproximada de estruturas indeterminadas

Kenneth M. Leet, Chia M. Uang, Anne M. Gilbert Grupo A PDF Criptografado

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Análise aproximada de estruturas indeterminadas

15.1 Introdução

Até aqui, utilizamos métodos exatos para analisar estruturas indeterminadas. Esses métodos produzem uma solução estrutural que satisfaz o equilíbrio das forças e a compatibilidade das deformações em todos os nós e apoios. Se uma estrutura é altamente indeterminada, uma análise exata (por exemplo, deformações consistentes ou inclinação-deflexão) pode ser demorada. Mesmo quando uma estrutura é analisada por computador, a solução completa pode exigir muito tempo e esforço, caso a estrutura contenha muitos nós ou sua geometria seja complexa.

Se os projetistas entendem o comportamento de uma estrutura em particular, frequentemente podem utilizar uma análise aproximada para fazer uma boa estimativa, com alguns cálculos simples, da magnitude aproximada das forças em vários pontos da estrutura.

Em uma análise aproximada, fazemos suposições de simplificação sobre a ação estrutural ou sobre a distribuição das forças em vários membros. Essas suposições muitas vezes nos permitem avaliar as forças usando apenas as equações da estática, sem considerar requisitos de compatibilidade.

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