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Medium 9788520456033

33. Monitorização respiratória

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 33

Monitorização respiratória

Guilherme Bittar Cunha

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen

MENSAGENS RELEVANTES

��A

gasometria arterial é o método padrão-ouro para monitorização de trocas gasosas no paciente crítico.

��A relação PaO /FiO é uma forma de estimar o grau de comprometimento das trocas gasosas.

2

2

��A relação SaO /FiO é uma estimativa não invasiva da relação PaO /FiO , com boa

2

2

2

2 correlação.

��A capnografia está indicada nas seguintes situações: (1) parada cardiorrespiratória; (2) pós-intubação; (3) pacientes sob ventilação mecânica selecionados (em especial neurocríticos).

��O CO exalado ao final da expiração (EtCO ) é um marcador não invasivo da PaCO , mas

2

2

2 pode ter seus valores alterados por diversos outros fatores, em especial aumento de espaço morto alveolar.

��Com a manobra de pausa inspiratória, pode-se calcular a complacência e a resistência do sistema respiratório.

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Medium 9788520435243

26. Os músculos – constituição

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

26

Os músculos – constituição

Os músculos, em total de 640, constituem os motores do sistema osteoarticular e representam 40% do peso do corpo.

Em sua teoria das alavancas, Arquimedes compreendeu muito bem que, para montar uma alavanca ativa, eram necessários quatro elementos, dispostos diferentemente em cada um dos três tipos de alavancas

(ver Cap. 30):

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a alavanca (Fig. 26.1: alavanca mecânica do tipo

“pé de cabra”) propriamente dita, que, no caso do sistema musculoesquelético, é um elemento esquelético;

um fulcro que, no caso do sistema musculoesquelético, é a articulação; um ponto onde se aplica a resistência, que é sempre, no mínimo, o baricentro do segmento de membro a ser mobilizado, ou uma carga a ser sustentada ou mobilizada; a potência, ponto onde se aplica a força capaz de mobilizar o osso. No sistema musculoesquelético, essa força é representada por um ou mais músculos (Fig. 26.2: vista anterior da musculatura do corpo humano), que se fixam sobre esses elementos esqueléticos.

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Medium 9788520422564

24. Genética das epilepsias

Decio Brunoni Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

24

Genética das epilepsias

SUELI RIZZUTTI

MAURO MUSZKAT

INTRODUÇÃO

As epilepsias, compreendidas dentro de um contexto sindrômico heterogêneo, são vistas também como complexas e heterogêneas, do ponto de vista de herança genética; ou seja, são condições nas quais não há uma total correspondência entre genótipo e fenótipo. Vários fatores são responsáveis pela complexidade da epilepsia, incluindo a presença de fatores desencadeantes múltiplos, influência ambiental, penetrância incompleta, heterogeneidade genética e herança poligênica ou multifatorial que, apesar da alta prevalência na população geral, tem classificação sintomatológica e sindrômica variável também nos estudos epidemiológicos.

Nas décadas de 1950 e 1960, estudos populacionais demonstraram as primeiras evidências científicas para uma predisposição genética nas várias formas de epilepsia.

Observou-se que o risco de desenvolver epilepsia era de 1,5 a 5 vezes maior nos indiví­ duos com antecedente familiar de epilepsia que a população geral, com risco 2 vezes maior para familiares de pacientes com crises generalizadas quando comparadas aos casos de crises focais ou parciais.

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Medium 9788520451007

2. Referência anatômica

Claudia Focks, Ulrich März Editora Manole PDF Criptografado

2

Referência anatômica

U. März

2.1 Cabeça 12

2.1.1 Ápice, fronte e parte superior da órbita 12

2.1.2 Meio da face e região do nariz 15

2.1.3 Parte inferior da face e região mentual 17

2.1.4

2.1.5

Região da orelha 18

Occipício e parte superior da nuca 20

2.2 Pescoço 21

2.3

Cintura escapular e membro superior 22

2.3.1 Cintura escapular e braço 22

2.3.2

Região do cotovelo 24

2.3.3

Antebraço e mão 25

03-Ch02-011-046-9783437561412.indd 11

2.4

2.4.1

2.4.2

2.4.3

Coluna vertebral e transição da pelve 28

Região cervical da coluna vertebral 29

Região torácica da coluna vertebral 30

Região lombar da coluna vertebral 32

2.4.4

2.5

Sacro e transição da pelve 34

Regiões anterior e lateral do tórax e do abdome 36

2.6

Membro inferior 42

2.6.1

Região do joelho 42

2.6.2

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Medium 9788520431399

SEÇÃO 17 — DERMATOLOGIA

Mauro Batista de Morais, Sandra de Oliveira Campos, Maria Odete Esteves Hilário Editora Manole PDF Criptografado

SEÇÃO 17

DERMATOLOGIA

Silmara da Costa Pereira Cestari

1351

Dermatite das fraldas

201

Aurélio Ancona Lopez (in memoriam)

Silmara da Costa Pereira Cestari

DEFINIÇÃO

Reação inflamatória aguda que acomete as regiões cobertas pelas fraldas, geralmente em crianças menores de 2 anos de idade (início frequente entre o primeiro e o segundo mês de vida).

FATORES ETIOLÓGICOS

Há envolvimento de vários fatores, esquematizados na Figura 1.

Oclusão da pele pela fralda

Hidratação e maceração

Aumento da permeabilidade

Irritantes da urina e fezes penetram na pele

Infecção secundária por Candida

Inflamação (dermatite das fraldas)

FIGURA 1  Etiopatogenia da dermatite das fraldas.

1353

1354

p e d i at r i a

d i a g n ó s t i c o e t r ata m e n to  

seção

17 –

d e r m ato l o g i a

Além das causas locais já citadas, o terreno seborreico ou atópico também favorece a eclosão e a manutenção da dermatite.

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