68 capítulos
Medium 9788536320342

Capítulo 15. Personalidade

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

15

A ABORDAGEM DE TRAÇOS: DEFININDO NOSSAS

DIFERENÇAS 584

O PODER DA INTERPRETAÇÃO

A ABORDAGEM SOCIOCOGNITIVA: ENXERGANDO

615

AS PROFUNDEZAS

A ABORDAGEM PSICODINÂMICA: INVESTIGANDO

596

ABORDAGENS MÚLTIPLAS

A ABORDAGEM HUMANISTA: AVALIANDO

NOSSO POTENCIAL 611

RESUMO 622

COMENTÁRIOS FINAIS: A NECESSIDADE DE

621

P ERSONALIDADE

A

s pessoas diferem não apenas em sua inteligência, conforme discutimos no capítulo anterior, mas tam-

bém em seus desejos, sentimentos e comportamentos, em suas visões de si mesmas e dos outros, e em suas perspectivas sobre o mundo e o futuro. Todas essas maneiras em que as pessoas diferem se agrupam sob a categoria

geral da personalidade. Porém, o estudo da personalidade envolve mais que apenas catalogar as diferenças entre as pessoas, acarretando também explorar como as diferentes partes de cada pessoa se unem para tornar aquela pessoa quem ela é. Assim, a psicologia da personalidade examina como diferimos uns dos outros e o que motiva cada um de nós. Dessa forma, é tão ambiciosa que nenhuma abordagem única proporciona uma explicação completamente satisfatória de toda a personalidade. Neste capítulo, portanto, descrevemos várias abordagens diferentes à personalidade e mostramos como cada uma se concentra em uma parte diferente do quebra-cabeça de quem somos.

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Medium 9788520433904

2. A psicanálise do homem desbussolado

Jorge Forbes Manole PDF Criptografado

2. A P S I CA N Á L I S E D O H O ME M

DES B US SO L A D O

Uma teoria abraça a paisagem de sua época, algumas vezes

para melhor, outras para pior. No caso de nosso estudo, a importância da responsabilidade face ao inconsciente só ficou mais evidente quando a organização do laço social do homem ocidental passou da chamada orientação industrial para um novo modelo, globalizado.

Essa passagem ocorreu desde meados do século xx até, principalmente, a virada do século xxi. Celebrada na obra de

Alvin Toffler (2007), A terceira onda, foi retomada por muitos, entre eles por Gilles Lipovetsky (2004), em seu livro Metamorfoses da cultura liberal. A importância do estudo de Toffler

é o fato de reelaborar a história da humanidade em termos econômicos e políticos, até chegar à atualidade.

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De acordo com Toffler (2007), podemos pensar em três ondas de transformações sociais que marcam a história da humanidade. Ele localiza a primeira onda há 3.000 anos, começando com o advento da agricultura. É quando alguém tem a ideia de semear e cultivar a terra. O homem, que é nômade e tribal, passa a se reunir em fazendas e viver em comunidades. Vão se formando assentamentos permanentes, cidades, e a vida urbana vai sendo organizada em torno dos camponeses. Assim, dá-se a transformação das populações nômades em colonos e fazendeiros. Depois, há cerca de 300 anos, começa a segunda onda de mudança, com o início da

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Medium 9788566103199

7. Administração da Qualidade

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

Administração da Qualidade

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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7. ��Administração da Qualidade

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Compreender as diferentes abordagens da qualidade.

• Diferenciar os modelos de gestão da qualidade.

• Compreender o processo de melhoria contínua por meio do ciclo PDCA.

• Construir cartas de controle estatístico do processo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O que é Qualidade?

Apesar de a qualidade ser muito falada e discutida no mundo dos negócios, percebe-se que o tema nem sempre é entendido por todos da mesma maneira. Há muitas interpretações possíveis quando se afirma que um produto ou serviço tem ou não qualidade. Diferentes empresas se referem a qualidade usando significados diferentes para o termo. Então, afinal, o que é qualidade? As cinco diferentes abordagens usadas para defini-la são:

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Medium 9788520433904

7. Responsabilidade: estar desabonado do inconsciente

Jorge Forbes Manole PDF Criptografado

7. R ES P ON SA B I L I DA D E:

ES TA R DESA B O N A D O D O

IN CO N SCI E N TE

Os conceitos de Responsabilidade e Inconsciente pouco fo-

ram articulados pelos pós-freudianos. No entanto, defendemos aqui que sua articulação é fundamental à psicanálise na medida em que constitui sua ética, realçada por Jacques Lacan.

Nos capítulos iniciais deste trabalho, mostramos como Freud responsabilizava o sujeito através da assunção do conteú­do inconsciente, que assim descobria-se dividido, castrado.

Há em Freud (1925/1976, p. 163) uma referência especialmente significativa sobre essa forma de responsabilidade, em um artigo que contém o termo no próprio título: “Responsabilidade moral pelo conteúdo dos sonhos”. Nesse escrito, ele não detalha em que consiste a responsabilidade proporcionada pelo seu trabalho analítico, mas aponta de forma sufi14 1

cientemente clara que a responsabilidade implicada em uma análise inclui a responsabilidade que o ego reconhece – ou seja, a responsabilidade comunicável, moral, social ou jurídica

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Medium 9788566103281

3. O Prêmio Angrad e os Projetos da Região Nordeste do Brasil

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

O Prêmio Angrad

3 e os Projetos da Região

Nordeste do Brasil

Profa. Doutoranda Ana Carolina Peixoto Medeiros

Instituto Federal de Pernambuco – IFPE

Profa. Dra. Fernanda Roda Cassundé

Universidade Federal do Vale do São Francisco – Univasp

A região Nordeste do Brasil é composta por nove estados da federação, sendo eles Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio

Grande do Norte e Sergipe. A população corresponde a cerca de 56,72 milhões de habitantes, sendo a segunda mais populosa do território brasileiro (IBGE,

2018). Existe uma irregularidade considerável em relação à distribuição demográfica dentro desse território em face da concentração da população nos grandes centros urbanos desses estados, sobretudo nas áreas do Agreste e da

Zona da Mata. Muitos apontam que a seca e a ausência de infraestrutura em regiões sertanejas e no meio-norte promovem a migração da população para as grandes cidades em busca de oportunidades de trabalho e sobrevivência.

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