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17. Princípios fisiológicos do condicionamento para pacientes lesionados e incapacitados

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17

Princípios fisiológicos do condicionamento para pacientes lesionados e incapacitados

Howard A. Wenger, Paula F. McFadyen, Laura Middleton e Ross A. McFadyen

Introdução

Este capítulo apresenta os princípios que formam a base para a elaboração de programas de condicionamento e que fornecem diretrizes para a prescrição de exercícios que irão melhorar tanto a função fisiológica quanto o desempenho em diferentes atividades, ocupações e esportes. A aplicação desses princípios varia de acordo com a atividade, o indivíduo, o estágio de desenvolvimento e o período do ano. Esses princípios devem ser integrados em um programa de treinamento para que se alcance uma função fisiológica ótima e o pico de desempenho.

Princípio do desempenho

Muitos fatores contribuem para melhorar ou prejudicar o desempenho humano (Fig. 17.1). A extensão dessas contribuições varia em diferentes indivíduos, diferentes esportes ou atividades e diferentes estágios do desenvolvimento. A importância desses fatores deve ser identificada, priorizada, avaliada e modificada para alcançar o desempenho ideal. Em determinados momentos, alguns fatores devem ser menos enfatizados para se dedicar tempo a outros que possam estar comprometendo o desempenho. É importante, ainda, estar ciente das interações de múltiplos fatores e de seu impacto sobre o desempenho. Alguns deles podem complementar, suple-

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14. Efeitos das mudanças com o avanço da idade e suas relações ao longo da vida (acima de 40 anos)

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Efeitos das mudanças com o avanço da idade e suas relações ao longo da vida

(acima de 40 anos)

Marybeth Brown

Mudanças físicas com o envelhecimento: meia-idade até a velhice

O envelhecimento não é um dos eventos que ocorrem em consequência da aposentadoria. O processo na verdade começa na terceira década e continua inexoravelmente até a morte. O declínio que ocorre entre as idades de 25 e 55 anos é modesto, correspondendo de 15 a 20% do declínio total, mas após a idade de 55, o ritmo da perda se acelera.1-25

Assim, a avaliação e as considerações de tratamento para o idoso variam consideravelmente, apenas com base na idade cronológica. Os seres humanos passam cerca de 70% da vida sob a ação do declínio relativo à idade. Como explicam as páginas a seguir, os sistemas podem declinar em velocidades variadas, o que torna a seleção adequada de ferramentas de avaliação e o planejamento terapêutico mais desafiadores para esta população do que para qualquer outro grupo de pacientes tratados por clínicos. Coincidente com a variada velocidade de declínio do sistema com o envelhecimento, é

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23. Integração dos estresses e sua relação com a cadeia cinética

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23

Integração dos estresses e sua relação com a cadeia cinética

Sérgio Teixeira da Fonseca, Juliana de Melo Ocarino, Paula Lanna Pereira da Silva e Cecília Ferreira de Aquino

Introdução

No curso das atividades diárias, o corpo humano está constantemente sujeito a forças de reações, bem como a forças de inércia, provenientes dos segmentos corporais em movimento. Durante a corrida, por exemplo, a coluna vertebral lombar está exposta a forças de reação do solo que chegam a até 5,7 vezes o peso corporal,1 enquanto na marcha essas cargas são reduzidas à metade.2 Essas forças externas são equilibradas por forças internas produzidas ou conservadas por músculos, ligamentos, tendões, fáscias e estruturas articulares. Contudo, as forças externas e internas excessivas que fluem através dos segmentos corporais (cadeia cinética) (Tab. 23.1) devem ser dissipadas para produzir um comportamento coordenado ou para proteger de lesão os tecidos biológicos.3 As forças aplicadas aos tecidos humanos dividida pela área de secção transversal dos tecidos são definidas como estresses.

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16. O papel do terapeuta em promoção de saúde, bem-estar e aptidão física

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O papel do terapeuta em promoção de saúde, bem-estar e aptidão física

Marilyn Moffat

História

A evolução da promoção da saúde, da prevenção, do bem-estar e das atividades de aptidão física tem sido inextricavelmente tecida na fábrica da vida e na cultura dos tempos. Os impactos das necessidades da vida, da guerra e da tecnologia têm exercido efeitos positivos e negativos na saúde, no bem-estar e na aptidão física da humanidade ao longo dos séculos. Marcos na história da atividade fazem um paralelo das condições sociais e políticas existentes à época. Da Pré-História ao presente, a busca da aptidão física tem sido o ponto alto e o baixo da vida dos seres humanos. Povos primitivos necessitavam caçar para obter comida para a subsistência diária, e muitas vezes compartilhavam o sucesso da caça com comunidades tribais vizinhas.1,2 Em contraste com a necessidade de atividade física dos povos pré-históricos, veio a domesticação de animais e as invenções de implementos agrícolas, os quais levaram a formas mais sedentárias de vida.3

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6. Biologia e mecânica óssea

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Biologia e mecânica óssea

Barbara J. Loitz-Ramage e Ronald F. Zernicke

Introdução

Embora o osso tenha uma aparência inerte a olho nu, ele é uma estrutura dinâmica que se remodela continua­ mente em resposta às mudanças em cargas mecânicas, hormônios sistêmicos e níveis séricos de cálcio. A relação dinâmica entre estrutura e função do osso, a lei de Wolff, faz com que esse seja o foco primário dos especialistas em exercícios e reabilitação interessados nas pessoas fisi­ camente ativas que impõem demandas mecânicas e sistê­ micas elevadas sobre seu esqueleto. A manutenção de um equilíbrio positivo entre as respostas esqueléticas adapta­ tivas e aquelas com uma adaptação inadequada é vital para otimizar a participação, o desempenho e a consolidação.

Neste capítulo, após apresentar uma visão geral da estrutura óssea, os autores enfatizam as relações entre estrutura e função do osso e o que as mudanças relaciona­ das ao exercício e desuso na dinâmica óssea revelam sobre os mecanismos de fundo do remodelamento ósseo. A dis­ cussão truncada sobre as outras funções do osso reflete somente a necessidade de mantermos o foco neste capítulo e não conota uma hierarquia de importância funcional.

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27. Imagiologia das articulações e do tecido musculoesquelético: considerações da anatomia patológica

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27

Imagiologia das articulações e do tecido musculoesquelético

Considerações da anatomia patológica

J. Bradley Barr e Robert E. Berg

Objetivos

Este capítulo apresenta um entendimento básico de como os diagnósticos por imagem são produzidos por radiografia simples, tomografia computadorizada, ressonância magnética, ultrassom e medicina nuclear e explora as questões de segurança relacionadas ao uso de cada uma das modalidades de imagem. Modalidades utilizadas para imagem osteomuscular são comparadas e contrastadas, levando em consideração as vantagens e desvantagens de cada um dos diagnósticos. Além disso, o capítulo introduz o processo holístico que se deve usar para avaliar uma série de radiografias convencionais e entender como regras de decisão clínica são utilizadas para auxiliar profissionais a decidir quando radiografias convencionais são necessárias e devem ser requisitadas. Finalmente, o capítulo descreve os princípios para utilizar diagnóstico por imagem para avaliar os seguintes tipos de patolo-

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20. Integração do sistema cardiovascular na reabilitação musculoesquelética: avaliação e intervenções

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Integração do sistema cardiovascular na reabilitação musculoesquelética

Avaliação e intervenções

Mark J. Haykowsky e Ellen A. Hillegass

Introdução

Com o conhecimento de que a principal causa de morte, tanto de homens como de mulheres, é a doença cardiovascular (38% de todas as mortes),1 os profissionais de saúde devem perceber a importância da avaliação do sistema cardiovascular antes de oferecer qualquer intervenção que possa afetar esse sistema. Ao avaliar o sistema cardiovascular, o profissional decidirá se irá monitorar ou não as atividades durante a reabilitação do indivíduo, ou promover modificações na prescrição do exercício. Somado a isso, as intervenções fornecidas devem incluir componentes para manter ou melhorar a condição biológica do paciente ou, em alguns casos, prevenir o descondicionamento fisiológico. Sendo assim, o objetivo deste capítulo é fornecer uma visão geral da avaliação do sistema cardiovascular, bem como ferramentas para se oferecer um condicionamento cardiovascular efetivo e seguro na reabilitação musculoesquelética.

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8. Nervo periférico: estrutura, função e fisiologia

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Nervo periférico

Estrutura, função e fisiologia

David S. Butler e John P. Tomberlin

Introdução

O estado de saúde do tecido neural precisa sempre ser considerado ao se tratar de qualquer lesão ou doença. Este capítulo foca no sistema nervoso periférico, descrevendo sua fisiologia e dinâmica, fisiopatologia e patodinâmica, assim como as sequelas clínicas que podem acompanhar uma lesão nervosa. A incidência das lesões de nervos periféricos e seu impacto clínico podem muito bem estar sendo subestimados, como muitos autores têm argumentado.1-4 O aumento na prevalência de neuropatia diabética e daquela associada à HIV/AIDS certamente contribui para isso. Além das consequências motoras e sensitivas da lesão nervosa, outros processos biopatológicos, como a inflamação neurogênica, aumento da expressão de receptores nos gânglios da raiz dorsal, sensibilização central, ativação imune e construção da dor – processos inicialmente adaptativos – podem acabar se tornando lesivos. Este capítulo também chama atenção para as lesões nervosas mínimas que os fisioterapeutas provavelmente encontrarão e que podem ficar evidentes com o teste diagnóstico físico, conforme descrito em outras obras.4

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18. Princípios do controle neuromuscular para prevenção de lesões e reabilitação

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Princípios do controle neuromuscular para prevenção de lesões e reabilitação

Terese L. Chmielewski, Timothy E. Hewett, Wendy J. Hurd e Lynn Snyder-Mackler

Introdução

O sistema sensório-motor

O sistema neuromuscular é responsável pela atividade muscular coordenada, que fornece estabilidade articular dinâmica, ajuda no controle postural e produz padrões de movimentos ideais. Ele depende das interações complexas entre os órgãos sensoriais, o sistema nervoso central e periférico e musculoesquelético para produzir essa atividade muscular coordenada. Na maior parte do tempo, as interações complexas resultam na nossa habilidade para completar efetivamente as tarefas que escolhemos.

Algumas vezes, entretanto, há disfunção em um componente do sistema neuromuscular. A disfunção no sistema neuromuscular é também referida como diminuição ou alteração no controle neuromuscular. Deficiências no controle neuromuscular podem modificar os padrões de movimento e aumentar o risco de lesões musculoesqueléticas. Em contrapartida, lesões musculoesqueléticas, por causa da perturbação das interações dentro do sistema neuromuscular, podem ser uma causa de controle neuromuscular alterado.

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29. Teste funcional e retorno à atividade

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Teste funcional e retorno à atividade

Gary P. Austin

Introdução

Definição de função

O objetivo final da reabilitação de um paciente lesionado é a recuperação rápida, segura, completa e permanente da função, bem como o retorno à atividade. É praticamente impossível acelerar o processo normal de recuperação após uma lesão, visto que há limites naturais à velocidade na qual o processo de reabilitação pode evoluir. Portanto, para a recuperação eficiente e eficaz da função e para o retorno do paciente à atividade, um programa funcional de reabilitação deve focar-se na relação dinâmica entre a aplicação de tensões terapêuticas e o processo de recuperação em andamento. A compreensão e a aplicação adequadas dessa relação podem minimizar problemas adicionais e atrasos indevidos na reabilitação e no retorno à atividade. Uma vez que a relação dose-resposta de quase todas as intervenções terapêuticas é pouco entendida, o clínico deve estabelecer e restabelecer o estado clínico e funcional do paciente. A avaliação funcional e clínica, assim como a reavaliação ao longo do

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9. Neurofisiologia articular e controle sensório-motor

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9

Neurofisiologia articular e controle sensório-motor

Glenn N. Williams e Chandramouli Krishnan

Introdução

Uma das características que definem a reabilitação do sistema musculoesquelético é o foco no movimento e a restauração dos padrões de movimento funcional após uma lesão ou doença. O movimento requer uma interação complexa entre o sistema nervoso e os músculos, ossos e articulações do sistema musculoesquelético.

Consequentemente, compreender em detalhes o sistema nervoso e suas interações com o sistema musculoesquelético na produção de movimentos seguros e funcionais

é de fundamental importância para o especialista em reabilitação. Este capítulo concentra-se na atual teoria relacionada com a neurofisiologia articular, o controle sensório-motor, e as interações entre os sistemas nervoso e musculoesquelético em manter a estabilidade articular durante o movimento.

Neurofisiologia Articular

Sistema somatossensorial

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2. Lesões ligamentares: fisiopatologia, cicatrização e considerações sobre o tratamento

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2

Lesões ligamentares

Fisiopatologia, cicatrização e considerações sobre o tratamento

Kevin A. Hildebrand, David A. Hart, Jerome B. Rattner, Linda L. Marchuk e Cyril B. Frank

Ligamentos normais

Definição e anatomia

A palavra ligamento deriva do latim ligare, que signi­fica

“amarrar” ou “unir”.1 Os ligamentos esqueléticos são, portanto, definidos de maneira histórica como feixes inteiramente paralelos de tecido conjuntivo denso e fibroso que “prendem” ou “ligam” os ossos nas margens da articulação óssea ou próximo a elas.2 Já que mais de 120 ossos móveis constituem as principais articulações diartrodiais ou sinoviais do corpo humano e há um grande número de ligamentos unindo cada articulação entre esses ossos, estima-se que existam várias centenas de ligamentos.3

Em sua maioria, os ligamentos definidos dessa maneira foram nomeados com referência aos ossos nos quais se inserem (p. ex., glenoumeral, escafoide-semilunar, coracoacromial). Contudo, outras características, como a forma (deltoide), relações com a articulação (colateral, ao lado) e relações com outros ligamentos (cruzado, atravessado), também são usadas. Esses ligamentos bem caracterizados são, por definição, bastante distintos do ponto de vista anatômico e, portanto, costumam ser retratados de modo esquemático como ligamentos típicos (Fig. 2.1). Tais descrições sugerem que os ligamentos são estruturas bastante simples em termos anatômicos e, como consequência, fisiológicos. Pode-se dizer quase com certeza que isso não é verdade.

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1. Lesão, inflamação e reparo: a mecânica dos tecidos, o processo de cicatrização e seu impacto no sistema

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Lesão, inflamação e reparo

A mecânica dos tecidos, o processo de cicatrização e seu impacto no sistema musculoesquelético

Ai Choo Lee, William S. Quillen, David J. Magee e James E. Zachazewski

Introdução

Tecido normal

O estudo, o diagnóstico e o tratamento de lesões musculoesqueléticas transformaram-se em um campo multidisciplinar que envolve médicos, terapeutas e outros profissionais da saúde que têm interesse na área de prevenção e tratamento de lesões musculoesqueléticas. Desse modo, uma grande quantidade de profissionais de saúde, pesquisadores e educadores dedicam parte ou a totalidade de suas respectivas carreiras e práticas profissionais à prevenção, ao tratamento e à reabilitação de lesões musculoesqueléticas, bem como ao retorno do paciente ao mais alto nível de função possível.1-15

A meta do tratamento das lesões musculoesqueléticas é a restauração da função no maior grau e no menor tempo possível.3-5,8,14,16-20 O retorno seguro e bem-sucedido de um paciente ao nível de função anterior à lesão continua sendo o resultado desejado por qualquer profissional. A prática exercida com embasamento científico, focada no gerenciamento temporal da reação inflamatória inicial e no processo de cicatrização subsequente, identificando as limitações de cicatrização dos tecidos moles neuromusculoesqueléticos e baseando-se em uma compreensão da mecânica articular, da fisiologia do desempenho e da psicologia do paciente com relação à lesão, tem acelerado a resolução de muitas lesões.8,21,22

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24. Artrocinemática e mobilização do tecido musculoesquelético: princípios

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24

Artrocinemática e mobilização do tecido musculoesquelético

Princípios

Lorrie L. Maffey

Introdução

A observação das estruturas abrange uma compreensão do movimento e, dessa forma, da função. Esse entendimento permite uma exploração profunda da disfunção, a qual capacita o clínico a resolver problemas e, muitas vezes, a utilizar soluções criativas. Uma demonstração muito simples desse tipo de observação e processo de racionalização é a criança que vê e explora todos os aspectos de um brinquedo encontrado pela primeira vez: ela o chacoalha, gira, toca e, agindo dessa forma, descobre sua estrutura e função. Um clínico utiliza a informação observada de uma estrutura macroanatômica e microanatômica de um paciente de forma regular na avaliação e no tratamento, para ajudar os pacientes a melhorar sua função. Este capítulo é dedicado a uma exploração da macroestrutura dos tecidos corporais humanos articulares, ou articulações.

Um dos maiores desafios de qualquer exploração é obter um mapa detalhado. Neste caso, o mapa é a terminologia relevante. Falando a mesma linguagem, usando e entendendo a mesma nomenclatura, cria-se o mapa que permite ao clínico utilizar o restante do conteúdo deste capítulo, os princípios do exame biomecânico, para explorar mais detalhadamente a estrutura e a função do tecido articular.

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7. Cartilagem das articulações humanas e estruturas relacionadas

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Cartilagem das articulações humanas e estruturas relacionadas

Katie Lundon e Joan M. Walker

Introdução

Este capítulo descreve a morfologia e a fisiologia da cartilagem articular e do tecido do osso subcondral, a fibrocartilagem e os tecidos sinoviais e líquido sinovial associados. Consideraremos a inervação, nutrição, lubrificação, alterações ligadas à idade, resposta à carga, destruição, reparo, engenharia do tecido e as implicações para reabilitação. A cartilagem articular hialina (CAH) que cobre as superfícies da articulação sinovial não pode ser analisada isoladamente. A CAH é parte da unidade de sustentação de carga que consiste na camada de CAH e no osso subcondral; tem interações importantes com o líquido sinovial e associações com outras estruturas articulares, tais como os meniscos da articulação do joelho.

A estabilidade estática e dinâmica da articulação depende em grande parte do contorno das superfícies articulares, criado pela CAH em parceria com o osso subcondral e as estruturas de suporte – cápsula, tendões, ligamentos e músculos – que cercam a articulação; essas estruturas estão detalhadas em outros capítulos.

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