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21. Método Trezentos com Ênfase no Peer Instruction para o Curso de Administração

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Método Trezentos

21 com Ênfase no Peer

Instruction para o

Curso de Administração

Coordenadora Nancy Okada

Resumo

A experiência intitulada “Método Trezentos com ênfase no Peer Instruction para o curso de Administração” tem o intuito de compartilhar a metodologia vivenciada pelos alunos e a equipe docente do curso de Administração da Universidade do Oeste Paulista – Unoeste, situada na cidade de Presidente Prudente, em São Paulo, com o objetivo de reduzir o índice de reprovações nas disciplinas que exigem base lógica e matemática por meio da utilização de duas metodologias ativas de ensino: Método Trezentos e Peer Instruction. A monitoria, que antes era realizada em horários fora do período de aulas – o que dificultava a frequência dos estudantes –, passa a ser realizada durante o período de aulas dessas disciplinas. O método propõe, inicialmente, uma avaliação diagnóstica da turma como base para a escolha dos monitores que, a partir de então, passam a liderar um grupo de trabalho com a função de auxiliar os demais integrantes na resolução de exercícios. Ao final dos trabalhos, é realizada outra atividade avaliatória para verificar a melhora de desempenho dos alunos. Além disso, o grupo também avalia seu monitor.

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23. Empreendedorismo como Estratégia de Desenvolvimento de Capacidades Empreendedoras nos Estudantes de Administração da FAE Centro Universitário – PREMIADO COM DISTINÇÃO

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Empreendedorismo

23 como Estratégia de

Desenvolvimento de Capacidades

Empreendedoras nos Estudantes de

Administração da FAE

Centro Universitário –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenadora Edna Regina Cicmanec

Resumo

Ao longo dos seus 62 anos de história, a FAE Centro Universitário tem investido constantemente na formação de qualidade, o que faz com que seja reconhecida por seu ensino de excelência e seu forte diferencial humanista.

O curso de bacharelado em Administração da FAE figura como um dos principais cursos da instituição, e é reconhecido como um dos melhores cursos de Administração do sul do Brasil.

Ao reconhecer, no fim da década de 2000, o empreendedorismo como uma das peças centrais de um ensino modernizado, o grupo gestor da FAE deparou-se com o desafio de elaborar um conjunto

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INOVAÇÃO EM ENSINO E APRENDIZAGEM

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13. Implementação de uma Metodologia Inovadora de Ensino através da Utilização de Situações-Problemas Reais e Regionais – PREMIADO COMDISTINÇÃO

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Implementação de

13 uma Metodologia

Inovadora de Ensino através da Utilização de

Situações-Problemas

Reais e Regionais –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Rogério Narciso Gomes

Resumo

O curso de Administração do Centro Universitário de Jaguariúna – UniFAJ procurou, desde sua origem, integrar a teoria à prática por meio da implementação de diversas metodologias ativas que possibilitem a conexão eficaz do conhecimento com o mundo real. Uma das técnicas mais utilizadas para esse objetivo é a do estudo de caso.

Muito embora essa metodologia, na sua versão tradicional, seja uma ferramenta largamente utilizada, buscamos aproveitar a boa inserção regional para prover casos reais em sala de aula.

Trabalhar o conceito de estudo de caso real e regional, contextualizado, em que o estudante possa participar e atuar nele, e não apenas discutir um caso que já ocorreu e que foi fora do seu contexto, foi o grande objetivo.

Assim, o programa denominado Desafio foi formatado com o objetivo de oferecer experiência prática aos alunos, que foram estimulados a pensar em problemas reais, investigar alternativas

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11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

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Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

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7. A Região Centro‑Oeste Brasileira e o Acessoao Ensino Superior: Considerações sobre os Cursos de Administração

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A Região Centro­‑Oeste

7 Brasileira e o Acesso ao Ensino Superior:

Considerações sobre os Cursos de

Administração

Profa. Dra. Josiane Silveira de Oliveira

Universidade Federal de Goiás

Prof. Dr. Tomás de Aquino Guimarães

Universidade de Brasília

A região Centro-Oeste brasileira é composta pelos estados de Mato

Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e o Distrito Federal. De acordo com dados do IBGE (2019), a região possui mais de 14 milhões de habitantes, sendo que 88% dessa população reside nos espaços urbanos das cidades. Aproximadamente 46% se autodeclara como pretos ou pardos, 42% como brancos,

1,46% como amarelos e 0,93 como indígenas. Além disso, 49% são homens e 51% são mulheres. Goiás é o Estado mais populoso da região, com cerca de 6 milhões de pessoas, seguido por Mato Grosso, com 3 milhões, Distrito

Federal, com 2,57 milhões, e Mato Grosso do Sul, com cerca de 2,45 milhões de habitantes (IBGE, 2019).

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10. Indústria 4.0

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Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

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5. Previsão da Demanda

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Capítulo 5

Previsão da

Demanda

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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5. ��Previsão da

Demanda

• Entender a importância da previsão da demanda para a gestão de negócios empresariais.

• Compreender a diferença entre itens de demandas dependentes e independentes.

• Saber utilizar os principais métodos qualitativos e quantitativos para previsões de demanda, utilizando as planilhas do Microsoft Excel®.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Importância da previsão de demanda

As previsões de demanda são crucias para as empresas, pois servem de ponto de partida para diversos controles, como o planejamento do fluxo de caixa do negócio, o planejamento da produção (PCP) e da fábrica, o controle dos estoques e gestão do processo de compras de mercadorias e de desenvolvimento da rede de fornecedores e as políticas de marketing, além de outras áreas de decisões estratégicas.

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4. Tipos de Arranjo Físico e Balanceamento de Processos em Linha

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Capítulo 4

Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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4. ��Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

• Conhecer diferentes tipos de arranjo físico

(layout) de processos produtivos e de processos de prestação de serviços.

• Aprender a projetar ou avaliar o arranjo físico a partir de fatores quantificáveis.

• Aprender a balancear processos em linha.

No arranjo físico posicional, o produto a ser produzido ou o cliente a ser tratado no processo de prestação de serviços fica estacionado e os recursos de transformação (máquinas, ferramentas, instrumentos, pessoas etc.) são deslocados até ele, conforme o necessário. Nos processos de manufatura de aviões e navios (manufatura por projeto), por exemplo, é utilizado o arranjo físico posicional, pois eles são demasiadamente grandes para serem deslocados em uma linha ou entre centros de processamento (figura 4.1).

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11. Fisioterapia complexa de drenagem (FCD)

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11

Fisioterapia complexa de drenagem (FCD)

11.1  Aspectos gerais

Componentes da FCD:

■■ DLM;

■■ terapia de compressão;

■■ cuidados com a pele;

■■ exercícios físicos;

■■ eventualmente, fisioterapia.

A drenagem linfática manual é somente um componente do conceito de tratamento em 2 fases da FCD. Uma drenagem linfática manual isolada não é apropriada para o tratamento de um linfedema. Igualmente importantes são:

■■

■■

■■

■■

Fase I: DLM e troca das bandagens compressivas diárias.

Fase II: DLM 1 a 2 vezes/semana, meias de compressão feitas sob medida.

uma terapia de compressão complementar (modo de ação, ver item

11.2); medidas de cuidados com a pele; exercícios de movimento para reduzir edemas; eventualmente, tratamento fisioterapêutico adicional (ver a seguir).

Durante a fase I – intensiva, o tratamento e a aplicação de novas bandagens compressivas são realizadas diariamente. Nas formas avançadas de linfedema, essa fase frequentemente é realizada com o paciente internado. Durante a fase I, os pacientes também aprendem a aplicar suas próprias bandagens, uma parte importante das medidas de autocuidado da fase II. A capacidade de aplicar suas próprias bandagens torna os pacientes independentes e estimula suas responsabilidades individuais.

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3. Formação da linfa e fluxo linfático: a drenagem linfática fisiológica

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Formação da linfa e fluxo linfático: a drenagem linfática fisiológica

3

3.1  Formação da linfa

Formação da linfa no tecido cutâneo u O líquido tissular, originado pela ultrafiltração líquida, também

é transformado em linfa nos capilares linfáticos. A estrutura da parede dos vasos linfáticos iniciais (ver Fig. 3.2a) se diferencia consideravelmente da estrutura dos capilares sanguíneos: as células endoteliais da parede dos capilares estão situadas lado a lado, assentadas sobre uma membrana basal externa firme. Sobre a membrana basal, encontram-se os pericitos. Entre as células endoteliais existem fendas (os chamados poros ou junções) (ver Fig. 3.1).

As células endoteliais dos vasos linfáticos iniciais se sobrepõem como se fossem telhas. As partes sobrepostas são móveis e, por isso, são denominadas escamas móveis. Essas sobreposições são fixadas no interstício por meio de fibras elásticas finas, os chamados filamentos de ancoragem. A camada externa da parede dos vasos linfáticos consiste somente em um tecido fibroso frouxo semelhante ao feltro. Não há pericitos (ver Fig. 3.2a).

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4. Avaliação do cenário e abordagem da vítima

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Avaliação do cenário e abordagem da vítima

Elaine Peixoto

Introdução

O atendimento pré-hospitalar apresenta algumas peculiaridades que devem ser revistas pelo socorrista antes de abordar a vítima. Estima-se que 84% das paradas cardiorrespiratórias (PCR) ocorram nos domicílios e 16% em locais públicos.1 Há ainda os acidentes por causas externas: segundo o Datasus, no período de 2008 ocorreram, nas capitais do Brasil, 41.098 óbitos, sendo que destes, 6.355 foram na capital de São Paulo.2

Tendo em vista a grande ocorrência de acidentes e mortes súbitas no ambiente pré-hospitalar, observa-se a importância do treinamento intensivo para os socorristas profissionais da área da saúde e para os socorristas leigos, a fim de garantir um atendimento imediato com segurança e qualidade.

Esse atendimento inicia-se ao identificar uma situação de emergência contendo uma ou mais vítimas, que geralmente é presenciada por um circunstante que deverá chamar o serviço médico de emergência (SME).

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17. Conceitos básicos do atendimento de desastre

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Conceitos básicos do atendimento de desastre

Rosimey Romero Thomaz

Antonio Cláudio Oliveira

Sergio Dias Martuchi

Introdução

A palavra desastre é de origem francesa, “desastre”. É composta do prefixo “des” e de “astre”, derivada do latim “astrum”, que significa estrela. Dessa maneira, desastre significa literalmente “estrela ruim”, que corresponde na astrologia a um evento extremamente desfavorável. O conceito astrológico para a palavra desastre foi perdido com o passar do tempo.1

De acordo com o dicionário Michaelis, desastre tem como definição “acidente, desgraça, fatalidade”. Já calamidade é definida como

“grande mal comum a muita gente, infortúnio público, desastre em grande escala”.2

O termo desastre é muito difundido e tem significados diferentes para diversas culturas. É muito utilizado para destaque de notícias na mídia televisiva, impressa ou no rádio e sugere, quase sempre, um evento que aconteceu com uma pessoa ou coletividade.

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19. Principais emergências pediátricas

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Principais emergências pediátricas

Tatiana Magnaboschi Villaça

Júlia Peres Pinto

Epidemiologia

As causas mais frequentes de morte na infância são acidentes envolvendo veículos automotores, seguidos em ordem decrescente por afogamentos, incêndios domésticos e homicídios. As quedas e colisões automobilísticas são responsáveis por quase 90% de todos os traumas na infância.1

As mortes por acidentes estão entre as primeiras causas de mortes no primeiro ano de vida. Em muitos países os acidentes ocupam o primeiro ou segundo lugar entre as causas de mortalidade na fase pré-escolar. No Brasil, em 1999, as causas externas eram a segunda causa de morte de crianças entre 1 e 4 anos, contribuindo com 21% dos óbitos nessa faixa etária. Nas regiões sul, sudeste e centro-oeste, essa foi a primeira causa de morte nessa faixa etária a partir dos cinco anos de idade.2

Além dos acidentes que provocam o trauma na infância outras ocorrências também necessitam do atendimento de emergência, como

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Gestantes

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Gestantes

Xô, Bactéria!

Quais os tipos de alimentos que uma grávida deve evitar?

As mulheres grávidas fazem parte do chamado grupo de risco (juntamente com imunodeprimidos, pacientes em pós-operatório, pessoas acometidas por

Aids, idosos com idade superior a 60 anos e crianças menores de 5 anos).

Não devem comer carnes e ovos crus ou semicrus (p. ex., ovo quente ou com gema mole, peixes crus, quibe cru), queijo fresco, leite não pasteurizado.

Frutas e hortaliças cruas devem ser bem lavadas e desinfetadas.

Estou grávida e tomei uma gemada, pois estava gripada. Isso é prejudicial à saúde?

Mulheres grávidas, crianças menores de 5 anos, idosos maiores de 60 anos ou imunodeprimidos não devem, de modo algum, comer alimentos crus ou semicrus, pois sua resistência contra possíveis patógenos é muito baixa.

Estou grávida de 5 meses e gostaria de comer camarão. Além disso, utilizamos água mineral de galão, e sempre na troca lavo com água e sabão. Está correto?

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18. Emergências na paciente grávida

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Emergências na paciente grávida

Karen Abrão

Introdução

A gestação constitui período de alterações anatômicas e fisiológicas que impactam todo o organismo feminino e podem interferir na resposta ao atendimento de emergências clínicas e traumáticas de qualquer natureza. O parto em si, apesar de se tratar de evento fisiológico, também pode envolver situações de risco à saúde da gestante e do bebê, cuja pronta assistência é essencial para salvaguardar a vida de mãe e filho, além de prevenir sequelas graves.1

Além disso, as emergências na gestante apresentam a particularidade de que as decisões tomadas devem levar em consideração o melhor interesse de dois indivíduos – mãe e feto –, o que muitas vezes constitui um dilema para o prestador da assistência.2

Felizmente, as pacientes grávidas, em sua grande maioria, são jovens, saudáveis e evitam expor-se a riscos desnecessários, o que faz as emergências clínicas e traumáticas tornarem-se menos comuns do que na população em geral.2 No entanto, apesar da baixa frequência de eventos e de se tratarem de pacientes jovens, as taxas de sobrevivência são baixas. Não há disponíveis dados nacionais a respeito; no entanto, estudos internacionais relatam taxa de sobrevivência menor que 7%.3

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