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5. Corrente da sobrevivência

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5

Corrente da sobrevivência

Ana Paula Quilici

Elaine Peixoto

Fátima Gil Ferreira

Introdução

As ações realizadas durante os minutos iniciais de atendimento a uma emergência são críticas em relação à sobrevivência da vítima. O suporte básico de vida define essa sequência de ações para salvar vidas. Por mais adequado e eficiente que seja um suporte avançado, se as ações de suporte básico não forem realizadas de maneira adequada, será extremamente baixa a possibilidade de sobrevivência de uma vítima em situação de emergência.

Descreveremos neste capítulo a corrente da sobrevivência, abordada nas diretrizes internacionais de ressuscitação cardiopulmonar e cuidados cardiovasculares de emergência, estabelecidas em 2010.

Dentre algumas modificações ocorridas na diretriz de 2010, a

American Heart Association (AHA) alterou, após anos de utilização, a corrente de sobrevivência acrescentando o quinto elo (cuidados pós-ressuscitação), por considerar este um fator fundamental para a sobrevida das vítimas de parada cardiorrespiratória (PCR).

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45. Manejo do grande queimado

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CAPÍTULO 45

Manejo do grande queimado

Amanda Maria Ribas Rosa de Oliveira

MENSAGENS RELEVANTES

��A

queimadura está relacionada a morbidade, mortalidade e custos financeiros elevados. adequada avaliação da queimadura deve contemplar: agente causal, profundidade na admissão e, 72 a 96 horas depois, extensão da superfície corpórea queimada (SCQ) e presença de locais possíveis como áreas doadoras.

��Deve-se considerar indicação de transferência para centro de queimados, de internação em unidade de terapia intensiva (UTI), assim como de cuidados paliativos.

��As manifestações clínicas estão relacionadas ao comprometimento de múltiplos órgãos secundários à resposta inflamatória sistêmica.

��O tratamento do paciente grande queimado deve seguir a sistematização do atendimento inicial do politraumatizado, associado a procedimentos cirúrgicos descompressivos e de cobertura de feridas, com atenção às disfunções respiratórias e renais.

��A

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16. Cápsula endoscópica: esôfago, intestino delgado e cólon

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16

CÁPSULA ENDOSCÓPICA: ESÔFAGO,

INTESTINO DELGADO E CÓLON

Christiano Makoto Sakai

Sonia Nadia Fylyk

Thiago Ferreira de Souza

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura

INTRODUÇÃO

Até poucos anos atrás, o estudo das patologias do intestino delgado era limitado.

Inicialmente, era realizado por meio de exames contrastados. Apesar dos grandes avanços da endoscopia digestiva alta, enteroscopia e colonoscopia, a maior parte da mucosa jejunoileal permanecia sem ser estudada adequadamente.

A cápsula endoscópica é uma tecnologia não invasiva que, a princípio, havia sido desenvolvida para o estudo do intestino delgado. As imagens capturadas possuem alta qualidade e magnificação de 1:8, que é maior que a dos endoscópios convencionais.

Esse novo método se aproxima do conceito de endoscopia fisiológica, de modo que a cápsula se move de forma passiva e não necessita de insuflação.

Foi em 2001 que a cápsula endoscópica surgiu, permitindo o estudo da mucosa intestinal em sua totalidade de forma não invasiva. Em outubro de 2004, foi lançada a cápsula esofágica e, em 2005, a primeira cápsula de cólon.

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2. Registro e Análise de Processos

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Capítulo 2

Registro e

Análise de

Processos

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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2. ��Registro e Análise de Processos

• ­Identificar­os­diferentes­tipos­de­processos­ em­empresas­de­bens­e­serviços.­

• ­Compreender­a­importância­do­mapeamento­ de­processos­para­a­sua­gestão.

• ­Conhecer­técnicas­de­mapeamento­de­ processos.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Processos Produtivos de Bens e Serviços

Todo­ e­ qualquer­ bem­ manufaturado­ ou­ serviço­ prestado­ a­ um­cliente­é­resultado­de­um­processo­de­transformação­de­ entradas­ em­ saídas.­ O­ processo­ de­ transformação,­ também­ chamado­ de­ processo­ de­ negócio,­ é,­ portanto,­ um­ conjunto­ de­atividades­realizadas­de­forma­coordenada,­cujo­objetivo­

é­produzir­um­produto­ou­gerar­um­serviço,­seja­para­clientes­ externos­ou­internos­à­organização.­

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3. Sedação e anestesia na prática endoscópica

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3

SEDAÇÃO E ANESTESIA

NA PRÁTICA ENDOSCÓPICA

Paulo Henrique Boaventura de Carvalho

Cíntia Morais Lima dos Santos

Marcos Eduardo Lera dos Santos

Everson Luiz de Almeida Artifon

INTRODUÇÃO

Para que haja sucesso em uma endoscopia, há a necessidade que o procedimento seja confortável ao paciente, feito de maneira completamente segura, atendendo aos princípios legais, permitindo ao endoscopista a adequada avaliação do segmento estudado, e não oferecendo dificuldades às ações a serem realizadas em cada caso.

Para tanto, aos endoscopistas são necessários, e fundamentais, o conhecimento e o desenvolvimento de habilidades na administração de uma variedade de sedativos e agentes analgésicos para facilitar sua prática endoscópica, aumentando o alívio do paciente e a confiança do método.

Para procedimentos de longa duração, pacientes com riscos aumentados de complicações durante a sedação, e outros com história de complicações anestésicas, deve-se optar pela presença de um anestesiologista durante todo o procedimento.

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27. Ingestão de corpo estranho

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27

INGESTÃO DE

CORPO ESTRANHO

Tomazo A. Prince Franzini

Murilo Folharini Catalano

Marcos Eduardo Lera dos Santos

Kendi Yamazaki

Dalton Marques Chaves

INTRODUÇÃO

A ingestão acidental de corpos estranhos ou bolo alimentar ocorre mais comumente em crianças e em adultos com desordens psiquiátricas ou com atraso do desenvolvimento cognitivo. Já ingestão intencional ocorre nos presidiários, usuários de drogas e nos casos de etilismo agudo1-4. Impactação de bolo alimentar no esôfago é a causa mais comum de obstrução esofágica nos adultos. Nas crianças, a maioria dos corpos estranhos é representada pelas moedas (75% dos casos).

Mais de 80% dos corpos estranhos ingeridos passam pelo trato gastrointestinal

(TGI) sem ocasionar sintomas e são eliminados sem precisar de nenhuma intervenção1, entretanto, quando a ingestão é intencional, a taxa de necessidade de endoscopia digestiva alta (EDA) sobe para 76% e de intervenções cirúrgicas, para 16%3,5. As complicações incluem formação de úlcera, laceração, perfuração, obstrução intestinal, formação de fístulas aortoesofágica e traqueoesofágica, sangramento e bacteriemia6.

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18. Endoscopia de alta resolução, magnificação, cromoscopia, corantes e tatuagem

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18

ENDOSCOPIA DE ALTA RESOLUÇÃO,

MAGNIFICAÇÃO, CROMOSCOPIA,

CORANTES E TATUAGEM

Christiano Makoto Sakai

Edson Ide

Elisa Ryoka Baba

Caterina Maria Pia Simioni Pennacchi

Paulo Sakai

CROMOSCOPIA

Trata-se de uma técnica endoscópica utilizada há décadas que, juntamente com o desenvolvimento tecnológico dos aparelhos, tem auxiliado no aprimoramento do diagnóstico das afecções gastrointestinais, principalmente em relação ao diagnóstico precoce de carcinoma1,5.

A cromoscopia consiste na aplicação de corantes ou pigmentos que tornam mais nítidas as sutis alterações da superfície da mucosa durante a endoscopia. Além disso, permite ao endoscopista aumentar a acurácia do diagnóstico e direcionar as biópsias9,15

(Quadro 1).

O uso dessa técnica tem aumentado pelo seu grande auxílio no diagnóstico de certas afecções, como esôfago de Barrett e doença celíaca. Além disso, também tem sido valorizada em razão do desenvolvimento de novas tecnologias, como dissecção de submucosa, terapia fotodinâmica, endoscopia com magnificação, endomicroscopia confocal e endocitoscopia confocal13. quadro 1 Cromoscopia

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25. A Formação do“Administrador do Futuro” por meio do Ensino Híbrido, Metodologias Ativas e Leituras Contemporâneas

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A Formação do

25 “Administrador do

Futuro” por meio do Ensino Híbrido,

Metodologias

Ativas e Leituras

Contemporâneas

Coordenadora Gabriella Depiné Poffo

Resumo

Diante dos impactos disruptivos causados pela Quarta Revolução Industrial em todos os setores, o curso de Administração da Faculdade Avantis, localizada no município de Balneário

Camboriú (SC), com 15 anos dedicados à formação de administradores, há algum tempo sentiu a necessidade de rever as metodologias de ensino-aprendizagem de modo que pudesse não apenas deslizar os seus estudantes, mas, sobretudo, “encantar” os seus alunos por meio de um sistema inovador e criativo, buscando, dessa forma, que sejam críticos e desenvolvam as competências e habilidades exigidas não apenas pelo mercado de trabalho, mas pela sociedade como um todo. A necessidade de mudanças no processo de ensino-aprendizagem era tida como premente, porém sempre pairava a dúvida de como poderíamos superar o modelo tradicional – em que o professor era o centro das atenções e o detentor de todos os saberes

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Capítulo 15. Personalidade

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CAPÍTULO

15

A ABORDAGEM DE TRAÇOS: DEFININDO NOSSAS

DIFERENÇAS 584

O PODER DA INTERPRETAÇÃO

A ABORDAGEM SOCIOCOGNITIVA: ENXERGANDO

615

AS PROFUNDEZAS

A ABORDAGEM PSICODINÂMICA: INVESTIGANDO

596

ABORDAGENS MÚLTIPLAS

A ABORDAGEM HUMANISTA: AVALIANDO

NOSSO POTENCIAL 611

RESUMO 622

COMENTÁRIOS FINAIS: A NECESSIDADE DE

621

P ERSONALIDADE

A

s pessoas diferem não apenas em sua inteligência, conforme discutimos no capítulo anterior, mas tam-

bém em seus desejos, sentimentos e comportamentos, em suas visões de si mesmas e dos outros, e em suas perspectivas sobre o mundo e o futuro. Todas essas maneiras em que as pessoas diferem se agrupam sob a categoria

geral da personalidade. Porém, o estudo da personalidade envolve mais que apenas catalogar as diferenças entre as pessoas, acarretando também explorar como as diferentes partes de cada pessoa se unem para tornar aquela pessoa quem ela é. Assim, a psicologia da personalidade examina como diferimos uns dos outros e o que motiva cada um de nós. Dessa forma, é tão ambiciosa que nenhuma abordagem única proporciona uma explicação completamente satisfatória de toda a personalidade. Neste capítulo, portanto, descrevemos várias abordagens diferentes à personalidade e mostramos como cada uma se concentra em uma parte diferente do quebra-cabeça de quem somos.

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26. Os músculos – constituição

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26

Os músculos – constituição

Os músculos, em total de 640, constituem os motores do sistema osteoarticular e representam 40% do peso do corpo.

Em sua teoria das alavancas, Arquimedes compreendeu muito bem que, para montar uma alavanca ativa, eram necessários quatro elementos, dispostos diferentemente em cada um dos três tipos de alavancas

(ver Cap. 30):

■■

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a alavanca (Fig. 26.1: alavanca mecânica do tipo

“pé de cabra”) propriamente dita, que, no caso do sistema musculoesquelético, é um elemento esquelético;

um fulcro que, no caso do sistema musculoesquelético, é a articulação; um ponto onde se aplica a resistência, que é sempre, no mínimo, o baricentro do segmento de membro a ser mobilizado, ou uma carga a ser sustentada ou mobilizada; a potência, ponto onde se aplica a força capaz de mobilizar o osso. No sistema musculoesquelético, essa força é representada por um ou mais músculos (Fig. 26.2: vista anterior da musculatura do corpo humano), que se fixam sobre esses elementos esqueléticos.

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SEÇÃO 17 — DERMATOLOGIA

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SEÇÃO 17

DERMATOLOGIA

Silmara da Costa Pereira Cestari

1351

Dermatite das fraldas

201

Aurélio Ancona Lopez (in memoriam)

Silmara da Costa Pereira Cestari

DEFINIÇÃO

Reação inflamatória aguda que acomete as regiões cobertas pelas fraldas, geralmente em crianças menores de 2 anos de idade (início frequente entre o primeiro e o segundo mês de vida).

FATORES ETIOLÓGICOS

Há envolvimento de vários fatores, esquematizados na Figura 1.

Oclusão da pele pela fralda

Hidratação e maceração

Aumento da permeabilidade

Irritantes da urina e fezes penetram na pele

Infecção secundária por Candida

Inflamação (dermatite das fraldas)

FIGURA 1  Etiopatogenia da dermatite das fraldas.

1353

1354

p e d i at r i a

d i a g n ó s t i c o e t r ata m e n to  

seção

17 –

d e r m ato l o g i a

Além das causas locais já citadas, o terreno seborreico ou atópico também favorece a eclosão e a manutenção da dermatite.

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13. Outras infecções nosocomiais

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CAPÍTULO 13

Outras infecções nosocomiais

Vivian Vieira Tenório Sales

Anna Claudia Turdo

MENSAGENS RELEVANTES

��O

uso racional e criterioso de cateteres é um dos aspectos preventivos mais importantes de infecções relacionadas aos cuidados de saúde.

��Culturas sempre devem ser colhidas antes do início do tratamento antimicrobiano empírico.

��Todo paciente portador de cateter venoso central (CVC) e com febre em uma unidade de tratamento intensivo (UTI) deve ser avaliado quanto à presença de sinais flogísticos e/ou pus ao redor da inserção do cateter.

INTRODUÇÃO

�� A

ocorrência de infecção hospitalar está associada a elevados índices de morbidade, mortalidade e custos, e a maioria das infecções hospitalares é adquirida dentro da UTI.

�� Vários fatores contribuem para a elevada taxa de infecção hospitalar em pacientes críticos: ww Alta prevalência de comorbidades. ww Instabilidades orgânicas. ww Alta prevalência de pacientes com algum grau de imunossupressão. ww Alta taxa de uso de dispositivos invasivos. ww Alta prevalência de microrganismos multirresistentes em UTI. ww Elevada pressão de colonização em pacientes críticos.

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5. Métodos de imagem em vias aéreas

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5

Métodos de imagem em vias aéreas

Bianca Yuki Kanamura

Ricardo Antonio Guimarães Barbosa

Estrutura dos tópicos

Radiografias simples

Predizendo laringoscopias difíceis

Posicionamento de tubos endotraqueais

Tubos de duplo lúmen

Fluoroscopia

Tomografia computadorizada

Avaliação pré-operatória

Tubos de duplo lúmen para intubação brônquica seletiva

Ressonância magnética

Ultrassonografia

Avaliação pré-anestésica

Verificação de posição de tubo endotraqueal

Ventilação duplo-lúmen e ventilação seletiva

Possibilidade da utilização da ultrassonografia para avaliação da musculatura respiratória antes da extubação de pacientes

Traqueostomia percutânea

Referências bibliográficas

Apesar dos inúmeros progressos tecnológicos e do aperfeiçoamento de protocolos nos últimos anos, intubações difíceis não antecipadas continuam sendo grande causa de morbidade e mortalidade na prática clínica1. Muitos pesquisadores dedicaram estudos à tentativa de prever uma laringoscopia difícil, porém, até os dias atuais, todas as medidas ou equações algébricas desenvolvidas possuem resultados ainda limitados como bons preditores de laringoscopia e intubação difícil.

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Introdução

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IN T RO DUÇ ÃO

PROVOCAÇÕES PSICANALÍTICAS

Os argumentos em que se baseia o tema deste livro e os tópicos

decorrentes dele serão apresentados como “Provocações Psicanalíticas”. Pretendo questionar se ainda é pertinente, nos dias de hoje, discutir as raízes da moralidade com fundamento na culpabilidade. Penso que a psicanálise pode vislumbrar novas possibilidades de orientação na teoria e na clínica, atualizando sua abordagem da moralidade a partir de uma noção mais contemporânea de responsabilidade, o que implica a necessidade de uma nova clínica psicanalítica para o século XXI.

Podemos perceber, na obra do psicanalista Jacques Lacan, uma mudança de paradigma. Apoiado na antropologia estrutural de Lévi-Strauss e na inversão do signo linguístico de Ferdinand de Saussure, para destacar a função fundadoXI

ra do sentido do significante, Lacan (1953/1998, 1957/1998) lastreou sua primeira teoria do sujeito; de um sujeito mortificado pelo significante e, em decorrência, sujeitado ao sentimento de culpa pelo desejo incestuoso. Ao final de seu ensino, nova clínica do ser falante – que, diferentemente do sujeito,

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34. Ventilação mecânica não invasiva

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CAPÍTULO 34

Ventilação mecânica não invasiva

Carla Marchini Dias da Silva

Marcelo Park

MENSAGENS RELEVANTES

��A

ventilação mecânica não invasiva (VNI) consiste na aplicação de um suporte ventilatório sem recorrer a métodos invasivos, evitando dessa forma as complicações associadas à intubação orotraqueal e à ventilação mecânica invasiva.

��Suas principais vantagens consistem em evitar o uso de sedação, ser aplicada de forma intermitente, permitir a comunicação e alimentação oral do paciente, e poder ser realizada fora do ambiente da unidade de terapia intensiva (UTI).

��A escolha da interface é um ponto crucial para o sucesso da VNI.

��Existem diversas indicações para a VNI, mas a evidência mais forte para seu uso é em pacientes com insuficiência respiratória secundária à doença pulmonar obstrutiva crônica

(DPOC) ou edema agudo pulmonar cardiogênico.

��A VNI não deve ser usada como substituta da intubação orotraqueal (IOT) e ventilação mecânica invasiva quando esta for claramente mais apropriada.

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