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31. Hemorragia digestiva alta não varicosa

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31

HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA

NÃO VARICOSA

Jeane Martins Melo

Vinicius Leite de Castro

Sebastião Alves D’Antonio

Sergio Eiji Matuguma

Everson Luiz de Almeida Artifon

INTRODUÇÃO

A hemorragia digestiva alta não varicosa (HDAnV) é condição clínica grave que requer tratamento urgente. Caracteriza-se pela origem acima do ligamento de Treitz e incidência de quatro a seis vezes maior do que a hemorragia digestiva baixa. A incidência anual é de aproximadamente 100 casos por 100.000 habitantes e o índice de mortalidade varia entre 7 e 14%.

Apesar da diminuição do índice de sangramento causado por úlceras pépticas após a introdução de inibidores de bomba de prótons e a erradicação do Helicobacter pylori, ela ainda permanece como principal causa de HDAnV em virtude do envelhecimento populacional e do uso abusivo de anti-inflamatórios não esteroides, sendo também causa comum de hemorragia em pacientes hospitalizados.

ETIOLOGIA

As principais causas de sangramento digestivo alto são demonstradas na Tabela 1.

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6. A Atividade Prática Supervisionada (APS)

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A Atividade Prática

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Supervisionada (APS)

Coordenadora Thayze Pinto Cândido Padilha

Resumo

A Atividade Prática Supervisionada (APS) é constituída por atividades acadêmicas desenvolvidas pelos estudantes, sob a orientação, supervisão e avaliação de professores, em horários diferentes dos que são destinados às atividades presenciais. Trata-se de um componente que tem por objetivo principal proporcionar o diálogo entre teoria e prática, imprescindível à adequada formação acadêmica. Assim, apoia-se nos saberes desenvolvidos a partir do contributo de cada disciplina do período, tendo-os como fundamentação para o trabalho de pesquisa de campo a ser desenvolvido. Para além desse diálogo, a APS, em cada período, está relacionada a um tema transversal. Tal temática advém da necessidade de atrelar a formação acadêmica

às necessidades socioambientais, à formação de um profissional ético e mais humano, características de uma educação efetivamente integradora. Outros objetivos são: diminuir a evasão; incentivar a produção científica; motivar os alunos; e proporcionar a eles, o quanto antes, contato com o mercado de trabalho. A APS começou em 2015.1 no 1º período, e apenas em 2017.1 no 2º, isso porque foi necessário um tempo de maturação, ajustes e correções da metodologia e objetivos para que este se tornasse modelo para os demais. Seguindo a mesma premissa, se iniciou em 2018.1 no 3º período. O principal problema encontrado na implantação da atividade foi a resistência de alguns professores de trabalharem em conjunto. Depois alguns aceitaram participar, mas sem atribuir nota. Atualmente estão envolvidos todos os professores do 1º ao

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Capítulo 17. Tratamento de Transtornos Mentais

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CAPÍTULO

17

TERAPIAS BIOMÉDICAS 666

PSICOTERAPIAS 672

AVALIAÇÃO DO RESULTADO DA TERAPIA 687

COMENTÁRIOS FINAIS: PROGRESSO, MAS AINDA

695

NÃO O SUFICIENTE

RESUMO 696

T RATAMENTO DE

T RANSTORNOS M ENTAIS

N

o capítulo anterior, descrevemos diversos transtornos mentais, cada um podendo causar profundos

problemas para a pessoa que desenvolve a doença e para os que a rodeiam. Além disso, esses transtornos podem atrapalhar imensamente a vida das pessoas, tornando difícil manter um emprego, relacionamentos sociais ou, em

alguns casos, lidar com as exigências mínimas da vida cotidiana. Tudo isso torna imperativo que perguntemos: o que podemos fazer para ajudar aqueles que sofrem desses problemas? Há uma variedade de opções terapêuticas, e cada uma tem seus seguidores. Alguns profissionais se baseiam em intervenções biológicas, como os medicamentos. Outros favorecem abordagens psicológicas e empregam tipos variados de psicoterapia. Muitos outros usam uma combinação de procedimentos, misturando diferentes tipos de terapia ou usando um amálgama de terapias e tratamentos farmacológicos. Será que essas diversas formas ajudam? Neste capítulo, iremos analisar as opções de tratamento disponíveis e as evidências que sugerem que o tratamento pode, em muitos casos, levar a melhoras genuínas no estado da pessoa.

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46. Por que a mão apresenta cinco dedos?

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Por que a mão apresenta cinco dedos?

Aquele que faz uma pergunta pode passar por tolo por cinco minutos.

Aquele que não faz nenhuma pergunta permanecerá tolo para sempre.

Provérbio chinês

Pode-se questionar por que a mão apresenta cinco dedos, e não quatro, seis ou até mais? Estamos tão acostumados a nossa mão com cinco dedos que essa questão parece totalmente inadequada. No entanto, para tentar compreender a utilidade dos cinco dedos, pode-se, de início, estudar as consequências das amputações digitais e, na sequência, levantar hipóteses que poderiam ser qualificadas como biomecânica fictícia.

Para isso, é preciso fazer um esforço de imaginação, mas é possível, às vezes, encontrar exemplos na realidade. Imaginemos uma mão com um número de dedos diferente de cinco.

Mão com um dedo

A mão gancho (Fig. 46.1), parecida com uma prótese primitiva, como a do Capitão Gancho dos romances infantis, só é capaz de enganchar-se para se suspender ou agarrar um objeto, munido ou não de alça. Isso parece rudimentar, mas já é muito útil! Com força suficiente nesse dedo único, é possível efetuar uma preensão por enrolamento.

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1. Métodos de localização e medida em cun

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1

Métodos de localização e medida em cun

C. Focks

1.1

Métodos de localização na acupuntura corporal 2

1.2

Medidas em cun do corpo 2

1.3

Dicas de procura 6

1.3.1

1.3.2

Fita métrica 6

Posições e movimentos do corpo 7

Técnica de localização com a ajuda das mãos segundo

König e Wancura 9

1.3.3

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1

1  Métodos de localização e medida em cun

O pressuposto básico para qualquer tratamento de acupuntura bem-sucedido é, além do diagnóstico diferenciado segundo os critérios da medicina chinesa e a correspondente escolha do ponto, o conhecimento sobre a localização exata dos pontos, bem como a inserção e a manipulação correta da agulha (▶ Cap. 7).

1.1  Métodos de localização na acupuntura corporal

Os pontos de acupuntura podem ser localizados de acordo com diversos métodos:

Relação anatômica: muitos pontos de acupuntura se situam em locais anatomicamente demarcados, por exemplo, em depressões, em inserções de músculos e tendões, em sulcos da pele, sobre espaços na articulação, proeminências ósseas etc. A partir da localização correta e do treino adequado, o dedo que está palpando quase

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18. Princípios do controle neuromuscular para prevenção de lesões e reabilitação

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c a p í t u l o

18

Princípios do controle neuromuscular para prevenção de lesões e reabilitação

Terese L. Chmielewski, Timothy E. Hewett, Wendy J. Hurd e Lynn Snyder-Mackler

Introdução

O sistema sensório-motor

O sistema neuromuscular é responsável pela atividade muscular coordenada, que fornece estabilidade articular dinâmica, ajuda no controle postural e produz padrões de movimentos ideais. Ele depende das interações complexas entre os órgãos sensoriais, o sistema nervoso central e periférico e musculoesquelético para produzir essa atividade muscular coordenada. Na maior parte do tempo, as interações complexas resultam na nossa habilidade para completar efetivamente as tarefas que escolhemos.

Algumas vezes, entretanto, há disfunção em um componente do sistema neuromuscular. A disfunção no sistema neuromuscular é também referida como diminuição ou alteração no controle neuromuscular. Deficiências no controle neuromuscular podem modificar os padrões de movimento e aumentar o risco de lesões musculoesqueléticas. Em contrapartida, lesões musculoesqueléticas, por causa da perturbação das interações dentro do sistema neuromuscular, podem ser uma causa de controle neuromuscular alterado.

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22. A Região Sul Brasileira e a Educação Superior em Administração

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A Região Sul Brasileira e

22 a Educação Superior em

Administração

Prof. Dr. Josué Alexandre Sander

Faculdade ISAE Brasil

A região Sul é composta por três estados: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa

Catarina, sendo a terceira região brasileira mais populosa, com 24,5 milhões de habitantes, representando 14,8% da população brasileira e uma taxa de urbanização de 77,2%. O estado do Paraná possui 11,34 milhões de habitantes, o Rio

Grande do Sul, 11,32 milhões, e Santa Catarina, 7,07 milhões. A expectativa de vida ao nascer é a mais alta do Brasil, sendo de 70,8 anos e a taxa de mortalidade infantil a mais baixa, sendo de 22,8 mortes por 1.000 nascido vivos. A população da região é majoritariamente branca, com 83,6% da população se declarando dessa cor ou raça, sendo 3% de negros, 12,6 de pardos, 0,5% de amarelos e 0,2% de indígenas (IBGE, 2019). Uma das características da região é a colonização por imigrantes europeus, especialmente italianos e alemães.

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5. Métodos de imagem em vias aéreas

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Métodos de imagem em vias aéreas

Bianca Yuki Kanamura

Ricardo Antonio Guimarães Barbosa

Estrutura dos tópicos

Radiografias simples

Predizendo laringoscopias difíceis

Posicionamento de tubos endotraqueais

Tubos de duplo lúmen

Fluoroscopia

Tomografia computadorizada

Avaliação pré-operatória

Tubos de duplo lúmen para intubação brônquica seletiva

Ressonância magnética

Ultrassonografia

Avaliação pré-anestésica

Verificação de posição de tubo endotraqueal

Ventilação duplo-lúmen e ventilação seletiva

Possibilidade da utilização da ultrassonografia para avaliação da musculatura respiratória antes da extubação de pacientes

Traqueostomia percutânea

Referências bibliográficas

Apesar dos inúmeros progressos tecnológicos e do aperfeiçoamento de protocolos nos últimos anos, intubações difíceis não antecipadas continuam sendo grande causa de morbidade e mortalidade na prática clínica1. Muitos pesquisadores dedicaram estudos à tentativa de prever uma laringoscopia difícil, porém, até os dias atuais, todas as medidas ou equações algébricas desenvolvidas possuem resultados ainda limitados como bons preditores de laringoscopia e intubação difícil.

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1. Anatomia do sistema vascular linfático

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Anatomia do sistema vascular linfático

O sistema vascular linfático é um componente do sistema linfático, do qual também fazem parte outros órgãos linfáticos (timo, baço, tonsilas palatinas etc.). As principais funções dos vasos linfáticos são drenagem e transporte de líquido tissular e das substâncias nele contidas para a circulação sanguínea venosa.

Além disso, os vasos linfáticos do intestino delgado são responsáveis pela captação e pelo transporte das gorduras alimentares provenientes do intestino delgado. O sistema linfático também é um componente importante da defesa imunológica.

O objetivo da drenagem linfática manual (DLM) e da fisioterapia complexa de drenagem (FCD) é melhorar um fluxo linfático inadequado ou restabelecê-lo. Para utilizar esses métodos terapêuticos com sucesso, é importante conhecer bem a anatomia, a fisiologia e a fisiopatologia do sistema vascular linfático.

1

Funções importantes do sistema vascular linfático são, entre outras, drenagem e transporte de líquido tissular ou linfa.

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4. OPPA em Ação: Estratégias para Inovação no Ensino – PREMIADO COM LOUVOR

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OPPA em Ação:

4 Estratégias para

Inovação no Ensino –

PREMIADO COM

LOUVOR

Coordenadora Ana Carolina Kruta de Araújo Bispo

Resumo

A partir de estudos e pesquisas envolvendo docentes e discentes, e do acompanhamento de disciplinas e atividades em face do processo de ensino e aprendizagem, pesquisadores do

Núcleo de Estudos em Aprendizagem e Conhecimento – NAC, em articulação com a Coordenação do curso de Administração da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, identificaram situações problemas relacionadas à prática docente, principalmente no que concerne à utilização de metodologias de ensino nos últimos anos. Os resultados possibilitaram o desenvolvimento de ações para a difusão de estratégias inovadoras para a aprendizagem dos discentes, e uma delas foi a implantação do Observatório de Pesquisa e Prática em Administração (OPPA), que envolve um ambiente de aprendizagem ativa e estimula a integração e reflexão dos alunos e pesquisadores por meio de ações que potencializam a relação entre a teoria e a prática profissional. A atuação do OPPA está voltada para as áreas de ensino e aprendizagem e fomenta ações de capacitação, como Minicursos, Oficinas e Seminários direcionados à comunidade acadêmica. Os alunos e os docentes têm a oportunidade de vivenciar as estratégias ativas e verificar o impacto gerado por elas. Todas as ações empreendidas para viabilizar a implantação do OPPA tiveram apoio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq na operacionalização do Projeto de Implantação de um Sistema de

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5. Suplementação de creatina: considerações sobre o presente e perspectivas para o futuro

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5

Suplementação de creatina: considerações sobre o presente e perspectivas para o futuro

Bruno Gualano

Antonio Herbert Lancha Jr.

Nos capítulos anteriores, os autores deste livro apresentaram evidências de que a suplementação de creatina poderia exercer papel ergogênico e terapêutico em condições e populações específicas. Contudo, há um imenso caminho a se galgar até que, enfim, entendamos por completo a ação e os mecanismos desse nutriente no esporte e na saúde. A seguir, discorreremos sobre as lacunas existentes na literatura, com especial destaque ao

“que há por vir” nesse fértil campo de investigação.

APLICAÇÃO DA SUPLEMENTAÇÃO DE CREATINA NO ESPORTE: DOS

LABORATÓRIOS AO “MUNDO REAL”

Embora muitos estudos bem controlados, corroborados por duas metanálises, deem suporte ao papel ergogênico da suplementação de creatina em atividades de alta intensidade, há um

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Suplementação de creatina: efeitos ergogênicos, terapêuticos e adversos

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26 - Introdução à Teoria dos Jogos

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Introdução à Teoria dos Jogos

A

teoria dos jogos é uma teoria matemática que trata de como tomadores de decisão (jogadores) devem formular estratégias, considerando que tais estratégias são interinfluenciadas.3 Ela estuda o comportamento de indivíduos ou organizações em situações conflituosas ou competitivas. A teoria, criada na primeira metade do século XX, evoluiu bastante do ponto de vista teórico e aparentemente não tanto em aplicações. As principais aplicações estão nas áreas de Economia,

Defesa e Ciências Políticas. Mais recentemente tem havido um maior desenvolvimento de aplicações em empresas.

O leitor deve ter em mente que a teoria dos jogos é um mecanismo de estrutura de pensamento (assim como boa parte do que estudamos neste livro) que vai muito além do que apresentaremos aqui. Por exemplo, vários estudiosos de estratégia empresarial têm dado uma conotação de teoria de jogos aos seus estudos, mesmo sem se aprofundarem na parte matemática. Veja Ghemawat (2000, pp.

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26. Os músculos – constituição

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Os músculos – constituição

Os músculos, em total de 640, constituem os motores do sistema osteoarticular e representam 40% do peso do corpo.

Em sua teoria das alavancas, Arquimedes compreendeu muito bem que, para montar uma alavanca ativa, eram necessários quatro elementos, dispostos diferentemente em cada um dos três tipos de alavancas

(ver Cap. 30):

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a alavanca (Fig. 26.1: alavanca mecânica do tipo

“pé de cabra”) propriamente dita, que, no caso do sistema musculoesquelético, é um elemento esquelético;

um fulcro que, no caso do sistema musculoesquelético, é a articulação; um ponto onde se aplica a resistência, que é sempre, no mínimo, o baricentro do segmento de membro a ser mobilizado, ou uma carga a ser sustentada ou mobilizada; a potência, ponto onde se aplica a força capaz de mobilizar o osso. No sistema musculoesquelético, essa força é representada por um ou mais músculos (Fig. 26.2: vista anterior da musculatura do corpo humano), que se fixam sobre esses elementos esqueléticos.

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42. Neuroimagem

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CAPÍTULO

42

Neuroimagem

MARIA LUCIA BORRI

ANGELA MARIA BORRI WOLOSKER

INTRODUÇÃO

Por meio dos exames de neuroimagem, é possível evidenciar alterações da mielinização, malformações e as decorrentes de doenças metabólicas. Neste capítulo, será mostrada uma série de condições desses três grupos e as técnicas de imagem para evidenciá-las.

A preocupação principal é a de apontar as imagens obtidas tanto em defeitos isolados do sistema nervoso central como em quadros sindrômicos, alguns com diagnóstico específico. Outras informações sobre essas doenças, como o quadro clínico e os modelos genéticos envolvidos, não estão ao alcance deste capítulo e podem ser facilmente encontrados nas referências recomendadas.

Algumas siglas usadas no texto são descritas ao final do capítulo.

IMAGENS CARACTERÍSTICAS EM DIVERSAS ALTERAÇÕES CEREBRAIS

Malformações cerebrais

Os processos malformativos são comumente designados como dismorfismos ou disgenias. A parte conceitual e as inúmeras situações clínicas nas quais aparecem são encontradas em diversos outros capítulos deste livro.

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35. Características próprias da região lombar da coluna vertebral

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Características próprias da região lombar da coluna vertebral

Neste e nos próximos capítulos veremos, na sequência, as características:

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da região lombar; da região torácica; da região cervical.

Região lombar da coluna vertebral

Esse segmento comporta cinco vértebras de grande porte, que repousam sobre a face superior do sacro, o platô sacral, e sustentam a coluna dorsal. A região lombar (Fig. 35.1: vista anterior) é retilínea, de frente, e simétrica, e vemos se destacarem, em suas laterais, os processos transversos.

Por outro lado, na vista de perfil (Fig. 35.2), esse segmento é côncavo para trás em razão da obliquidade mais ou menos acentuada do sacro. Essa curvatura se chama “lordose lombar”, cuja profundidade pode ser medida nas radiografias pela seta (f), e o equilíbrio em relação à vertical, representada pelo fio de prumo, pode ser avaliado pela inversão posterior, que é a distância (r) que separa a margem posterior da quinta vértebra da vertical traçada a partir da margem posterossuperior da primeira.

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