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Medium 9788520431245

18. Emergências na paciente grávida

QUILICI, Ana Paula; TIMERMAN, Sergio Editora Manole PDF Criptografado

18

Emergências na paciente grávida

Karen Abrão

Introdução

A gestação constitui período de alterações anatômicas e fisiológicas que impactam todo o organismo feminino e podem interferir na resposta ao atendimento de emergências clínicas e traumáticas de qualquer natureza. O parto em si, apesar de se tratar de evento fisiológico, também pode envolver situações de risco à saúde da gestante e do bebê, cuja pronta assistência é essencial para salvaguardar a vida de mãe e filho, além de prevenir sequelas graves.1

Além disso, as emergências na gestante apresentam a particularidade de que as decisões tomadas devem levar em consideração o melhor interesse de dois indivíduos – mãe e feto –, o que muitas vezes constitui um dilema para o prestador da assistência.2

Felizmente, as pacientes grávidas, em sua grande maioria, são jovens, saudáveis e evitam expor-se a riscos desnecessários, o que faz as emergências clínicas e traumáticas tornarem-se menos comuns do que na população em geral.2 No entanto, apesar da baixa frequência de eventos e de se tratarem de pacientes jovens, as taxas de sobrevivência são baixas. Não há disponíveis dados nacionais a respeito; no entanto, estudos internacionais relatam taxa de sobrevivência menor que 7%.3

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33. Leucemias e tumores sólidos na infância

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

33

Leucemias e tumores sólidos na infância

SILVIA REGINA CAMINADA DE TOLEDO

INDHIRA DIAS OLIVEIRA

INTRODUÇÃO

O câncer na infância engloba um conjunto de doenças raras, no entanto, ocupa um dos primeiros lugares como causa de morte em indivíduos com idade inferior a 15 anos. A leucemia é a neoplasia mais comum na infância, somando aproximadamente

1/3 de todos os casos. Quanto aos tumores sólidos, os do sistema nervoso central são os mais frequentes, seguidos por linfomas, neuroblastoma, sarcomas de partes moles, tumor de Wilms, tumores ósseos e retinoblastoma. Felizmente, desde a década de 1970, há um crescente aumento das taxas de sobrevida das crianças com câncer. A taxa global de sobrevida encontra-se próxima a 80%, considerando todas as neoplasias da infância tratadas com o uso de terapias citotóxicas combinadas a múltiplas drogas.

O câncer é uma doença genética e, até o momento, já foram identificados genes, doenças genéticas e fatores de predisposição que contribuem para o desenvolvimento de alguns tumores da infância, porém, a etiologia da maioria dos tumores ainda é desconhecida. Entender cada vez mais as alterações genéticas envolvidas nos processos de tumorigênese no câncer infantil tem sido fundamental para o diagnóstico e o prognóstico de diversas neoplasias. O desafio para o futuro é desenvolver estratégias terapêuticas cujo alvo seja, especificamente, as alterações genéticas. A proposta não é substituir as

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31. Erros inatos do metabolismo – Tratamento

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

31

Erros inatos do metabolismo

Tratamento

ANA MARIA MARTINS

ROSANGELA MARIA DA SILVA

MARET H. RAND

ISRAEL MANTA FERREIRA

CARMEN SILVIA CURIATI MENDES

ZELITA CALDEIRA FERREIRA GUEDES

S A N D R A O B I K AWA K YO S E N

SUELI CANOSSA

BEATRIZ JURKIEWICZ FRANGIPANI

CINTIA MALDONADO GONÇALVES

RENATA BERNARDES DE OLIVEIRA

RENATA RAMALHO SILVA

EDNA TIEMI SAKATA

INTRODUÇÃO

Os erros inatos do metabolismo (EIM) são um grupo bem peculiar de doenças que acometem toda e qualquer faixa etária.

A equipe disponível no Centro de Referência em Erros Inatos do Metabolismo

(Creim) da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) é composta por um clínico, que pode ser um pediatra, geneticista ou clínico-geral, e um neurologista, associados a uma equipe mínima de enfermeira, nutricionista, fonoaudióloga, fisioterapeuta e psicóloga.

Na EPM-Unifesp, o tratamento de suporte, pelo qual todos os profissionais do Creim são responsáveis, é necessário ser aplicado a todo paciente com EIM, com o objetivo de melhorar as condições do indivíduo afetado e da sua família. O tratamento específico é possível ser realizado em cerca de 50% dos casos de EIM, podendo modificar a história natural da doença e possibilitar uma vida próxima do normal para muitos pacientes e seus familiares.

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20. Genitais externos ambíguos e estados intersexuais

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

20

Genitais externos ambíguos e estados intersexuais

DECIO BRUNONI

M O N I C A V A N N U C C I N U N E S L I PAY

BIANCA ALVES VIEIRA BIANCO

IEDA TEREZINHA VERRESCHI

MARIA ISABEL DE SOUZA ARANHA MELARAGNO

INTRODUÇÃO

Estados intersexuais são condições clínicas nas quais se reconhecem erros na determinação e diferenciação do sexo. A determinação do sexo é um processo que envolve a gametogênese, a fertilização e o desenvolvimento da crista gonadal, com a interação com as células germinativas para o estabelecimento da gônada sexo-específica. A diferenciação do sexo compreende os processos que levam à formação dos genitais internos e externos, maturação sexual e fertilidade. A formação gonadal a partir da crista gonadal

é fundamentalmente influenciada pela expressão do gene SRY (sex-determining region on the Y chromosome), localizado em Yp11.3, o qual desencadeia a organogênese testicular.

Na ausência do gene SRY, o primórdio gonadal organiza-se em ovário.

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16. Deficiência intelectual

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

16

Deficiência intelectual

MARCO ANTÔNIO DE PAULA RAMOS

DENISE M. CHRISTOFOLINI

GRAZIELA PARONETTO MACHADO ANTONIALLI

BRUNO COPRERSKI

DECIO BRUNONI

INTRODUÇÃO

O histórico a respeito do entendimento e do manejo dos indivíduos com deficiência intelectual (antes chamada de deficiência ou retardo mental) é extremamente heterogêneo. Essa condição pode ser entendida sob diversos pontos de vista, por exemplo, médico, social, pedagógico e filosófico; por outra vertente, ela pode ser abordada politicamente por organizações de pais e outras associações com os mais diversos interesses.

O objetivo deste capítulo não é revisar essas tendências, mas, sim, apresentar e discutir um roteiro diagnóstico principalmente das causas genéticas da deficiência intelectual, além de incluir métodos, técnicas e procedimentos factíveis na realidade brasileira. Diversos profissionais da saúde estão envolvidos na avaliação e na intervenção de pacientes com deficiência intelectual e no apoio a suas famílias, contudo, o diagnóstico

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Medium 9788520422564

27. Anemia falciforme

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

27

Anemia falciforme

JOSEFINA APARECIDA PELLEGRINI BRAGA

PATRÍCIA BELINTANI BLUM FONSECA

INTRODUÇÃO

As hemoglobinopatias são doenças hereditárias amplamente distribuídas por todo o mundo. Estima-se que aproximadamente 7% da população mundial seja portadora de um gene defeituoso que determina anomalia da hemoglobina e que, a cada ano, 300 a

400 mil lactentes nascem com uma forma grave da doença.

A anemia falciforme é a doença hematológica herdada mais comum que afeta o homem, sendo a doença hereditária mais prevalente no Brasil. Entre os distúrbios da hemoglobina, existem dois principais grupos: as anormalidades estruturais, que são decorrentes de alterações na sequência dos aminoácidos das cadeias da globina, representadas pela anemia falciforme, por exemplo, e as talassemias, cujo defeito é quantitativo, isto é, a síntese de uma ou mais cadeias de globina está diminuída ou, nas formas mais graves, suprimida, sendo classificadas de acordo com a cadeia da globina que foi acometida na síntese.

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Medium 9788520422564

12. Lesões básicas em dermatologia

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Lesões básicas em dermatologia

SILMARA DA COSTA PEREIRA CESTARI

OSMAR ROTTA

INTRODUÇÃO

O processo diagnóstico em Dermatologia engloba as informações da anamnese, a exploração dos exames físico e dermatológico e os exames complementares, quando necessários. O diagnóstico em Dermatologia depende do conhecimento das lesões elementares da pele e da capacidade de identificá-las nos pacientes.

EXAME DERMATOLÓGICO

O exame da pele deve ser feito em lugar claro, com boa iluminação, o mais próximo possível da luz natural. Para o exame dermatológico adequado, toda a roupa deve ser removida.

A inspeção da pele deve ser iniciada à distância, com visão geral da superfície cutânea, com o objetivo de estabelecer o estado global do paciente e de sua dermatose. A avaliação global permite verificar a predileção topográfica da dermatose e o padrão de distribuição das lesões.

As figuras deste capítulo podem ser vistas em versão colorida ao final do livro.

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23. Doenças mitocondriais

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

23

Doenças mitocondriais

CÉLIA HARUMI TENGAN

B E AT R I Z H I TO M I K I YO M OTO

INTRODUÇÃO

As doenças mitocondriais são definidas como uma deficiência energética causada por defeitos no sistema de fosforilação oxidativa. Esse sistema é composto por:

• quatro complexos enzimáticos da cadeia respiratória:

• complexo I: NADH-coenzima Q oxirredutase;

• complexo II: succinato-ubiquinona oxirredutase;

• complexo III: ubiquinona-citocromo c oxirredutase;

• complexo IV: citocromo c oxidase;

• complexo V: trifosfato de adenosina (ATP) sintetase;

• coenzima Q10: ubiquinona;

• citocromo c.

As proteínas que compõem os complexos respiratórios são originadas de 15% de

DNA mitocondrial (DNAmt) e 85% de DNA nuclear (DNAn).

O DNAn também codifica proteínas que terão funções diversas na mitocôndria, desde a participação na estrutura da mitocôndria até o controle da replicação e a trans-

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Medium 9788520456033

14. Tratamento da hipertensão intracraniana

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

Tratamento da hipertensão intracraniana

Raphael Augusto Gomes de Oliveira

Estevão Bassi

Filipe Matheus Cadamuro

Rafael Akira Sakugawa Becker

Leandro Costa Miranda

Paulo Fernando Guimarães Morando Marzocchi Tierno

MENSAGENS RELEVANTES

��Hipertensão

intracraniana (HIC) é um dos principais mecanismos de lesão neurológica secundária, e está associada a piores desfechos neurológicos e mortalidade hospitalar em pacientes neurocríticos.

��A monitorização invasiva da pressão intracraniana (PIC) está indicada em pacientes com suspeita de hipertensão intracraniana a partir de dados da apresentação clínica e presença de achados sugestivos de HIC em exames de imagem do encéfalo.

��A abordagem fundamental no manejo dos pacientes neurocríticos na fase aguda é a prevenção de lesão neurológica secundária. Deve-se evitar ativamente disglicemias, disnatremias, hipotensão arterial, hipoxemia e hipertermia. Além disso, deve-se garantir sedação e analgesia adequadas, normotermia e normocapnia, além do posicionamento adequado da cabeça e do pescoço.

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Medium 9788520456033

44. O paciente com trauma na UTI

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 44

O paciente com trauma na UTI

Leandro Costa Miranda

Paulo Fernando Guimarães Morando Marzocchi Tierno

Raphael Augusto Gomes de Oliveira

MENSAGENS RELEVANTES

��O

trauma é um problema médico e social importante na sociedade atual. tratamento sistematizado e adequado é importante.

��Na admissão deve-se reavaliar o paciente seguindo diretrizes do ATLS (Advanced Trauma

Life Support).

��Apesar de ter mortalidade direta baixa, o trauma de tórax é importante complicador de outras lesões. Deve-se lembrar de tratamentos importantes, como a drenagem torácica e a investigação de lesões cardíacas e de grandes vasos.

��Disfunção hemodinâmica é comum no trauma, inicialmente hemorrágica e depois por qualquer causa. Saber diferenciar é essencial para o tratamento.

��Hemorragias intra-abdominais são comuns e devem ser tratadas adequadamente e vigiadas quando não cirúrgicas.

��Síndrome compartimental abdominal é comum nos pacientes com trauma abdominal e não pode ser ignorada como diagnóstico diferencial.

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Medium 9788520456033

5. Monitorização hemodinâmica

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Monitorização hemodinâmica

Bruna Brandão Barreto

André Gobatto

MENSAGENS RELEVANTES

��A

monitorização hemodinâmica não é suficiente para modificar o prognóstico dos pacientes na unidade de terapia intensiva (UTI), se não for atrelada à interpretação adequada dos seus dados e à realização de intervenções em resposta à monitorização.

��Pacientes sem sinais de comprometimento na perfusão periférica não necessitam de ajuste hemodinâmico, independentemente dos valores apresentados pela monitorização.

��A avaliação clínica da perfusão periférica, como tempo de enchimento capilar (TEC), mottling score e avaliação da temperatura cutânea, pode fornecer dados extremamente relevantes à monitorização hemodinâmica, sem necessitar de nenhum dispositivo de monitorização.

��O lactato é um marcador de gravidade no paciente crítico, e não deve ser utilizado isoladamente como ferramenta de monitorização.

��A ecografia é um método valioso na avaliação hemodinâmica de pacientes instáveis, fornecendo uma grande variedade de informações. Entretanto, é uma ferramenta complexa, que exige treinamento adequado e não é capaz de fornecer dados continuamente.

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Medium 9788520431245

4. Avaliação do cenário e abordagem da vítima

QUILICI, Ana Paula; TIMERMAN, Sergio Editora Manole PDF Criptografado

4

Avaliação do cenário e abordagem da vítima

Elaine Peixoto

Introdução

O atendimento pré-hospitalar apresenta algumas peculiaridades que devem ser revistas pelo socorrista antes de abordar a vítima. Estima-se que 84% das paradas cardiorrespiratórias (PCR) ocorram nos domicílios e 16% em locais públicos.1 Há ainda os acidentes por causas externas: segundo o Datasus, no período de 2008 ocorreram, nas capitais do Brasil, 41.098 óbitos, sendo que destes, 6.355 foram na capital de São Paulo.2

Tendo em vista a grande ocorrência de acidentes e mortes súbitas no ambiente pré-hospitalar, observa-se a importância do treinamento intensivo para os socorristas profissionais da área da saúde e para os socorristas leigos, a fim de garantir um atendimento imediato com segurança e qualidade.

Esse atendimento inicia-se ao identificar uma situação de emergência contendo uma ou mais vítimas, que geralmente é presenciada por um circunstante que deverá chamar o serviço médico de emergência (SME).

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Medium 9788520431245

15. Afogamento

QUILICI, Ana Paula; TIMERMAN, Sergio Editora Manole PDF Criptografado

15

Afogamento

Henrique Grinberg

Epidemiologia

Em todo o mundo, o afogamento é causa de aproximadamente 500 mil mortes por ano, estatística subestimada pela falta de notificação adequada.1,2 Na faixa etária dos 5 aos 14 anos, afogamento é a principal causa mortis entre homens e a 5a entre mulheres do mundo todo.3

No Brasil (Figura 1), com 176 milhões de habitantes, ocorreram 6.688 mortes por afogamento em 2003 (3,8/100.000 habitantes).4 Foi a 2a causa de morte na faixa etária de 1 a 14 anos e a grande maioria (88%) foi não intencional.

Definição

Afogamento é um distúrbio respiratório causado pela aspiração de líquido durante submersão ou imersão indesejada. É um continuum que tem início quando a via aérea do paciente está abaixo do nível da superfície líquida, e o desfecho final, caso não haja interrupção do processo, é a morte por insuficiência respiratória, uma das principais causas de morte externa em todo o mundo.

15 Afogamento

Mortalidade por afogamento no Brasil

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Medium 9788520456033

42. Otimização hemodinâmica perioperatória

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 42

Otimização hemodinâmica perioperatória

João Manoel Silva Jr.

Débora Cristina Kattah Stauffer

MENSAGENS RELEVANTES

��O

manejo hemodinâmico guiado por metas visando minimizar o desequilíbrio entre a oferta e o consumo de oxigênio durante o perioperatório pode melhorar o prognóstico de pacientes cirúrgicos.

��Terapia dirigida por metas (GDT) definida pelo uso da oferta de oxigênio (DO ), débito cardíaco

2

(DC) ou marcadores de perfusão tecidual para orientar a terapêutica tem demonstrado diminuir significativamente as complicações pós-operatórias e o risco de morte.

INTRODUÇÃO

�� Milhares

de grandes cirurgias são realizadas por ano. As taxas de mortalidade e complicações perioperatórias relatadas em pacientes cirúrgicos são ao redor de 3,0% e 20%, respectivamente.

�� Um em cada 6 pacientes cirúrgicos apresenta complicações antes da alta hospitalar e 1 em cada 35 pacientes com complicações morre sem deixar o hospital.

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17. Conceitos básicos do atendimento de desastre

QUILICI, Ana Paula; TIMERMAN, Sergio Editora Manole PDF Criptografado

17

Conceitos básicos do atendimento de desastre

Rosimey Romero Thomaz

Antonio Cláudio Oliveira

Sergio Dias Martuchi

Introdução

A palavra desastre é de origem francesa, “desastre”. É composta do prefixo “des” e de “astre”, derivada do latim “astrum”, que significa estrela. Dessa maneira, desastre significa literalmente “estrela ruim”, que corresponde na astrologia a um evento extremamente desfavorável. O conceito astrológico para a palavra desastre foi perdido com o passar do tempo.1

De acordo com o dicionário Michaelis, desastre tem como definição “acidente, desgraça, fatalidade”. Já calamidade é definida como

“grande mal comum a muita gente, infortúnio público, desastre em grande escala”.2

O termo desastre é muito difundido e tem significados diferentes para diversas culturas. É muito utilizado para destaque de notícias na mídia televisiva, impressa ou no rádio e sugere, quase sempre, um evento que aconteceu com uma pessoa ou coletividade.

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