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Medium 9788520435243

50. O centro de gravidade

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

50

O centro de gravidade

Nós somos obrigados a constatar: não somos “espíritos puros”. O corpo, por ser material, inclui uma massa e, juntamente, um peso, com os quais o sistema musculoesquelético deve lidar. Portanto, é necessário falar dos centros de gravidade e do centro de gravidade.

Para começar, o que chamamos de “centro de gravidade”?

É a Arquimedes (287-212 a.C.) que devemos a noção de centro de gravidade.

Essa é uma noção física ligada a todo corpo material que tem um peso:

É o ponto virtual onde se concentra a totalidade do peso desse corpo. Na ilustração da Figura 50.1

(centro de gravidade de um sólido qualquer), uma pera repousa todo seu peso (seta) sobre um plano sólido: esse peso é aplicado a seu próprio centro de gravidade

(estrela).

Lembremos que o peso de um corpo físico depende da intensidade da gravidade, quantificada pelo vetor g: na Terra, g = 9,81.

Ao contrário, na Lua, g = 1,6, o que significa que o mesmo objeto não pesa mais do que um sexto em relação a seu peso na Terra. Pois, segundo a fórmula conhecida, o peso p é igual à massa m multiplicada por g, a constante da gravidade.

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Medium 9788520437858

42. Deiscência e fístula de anastomoses

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura, Everson Luiz de Almeida Artifon, Paulo Sakai Editora Manole PDF Criptografado

DEISCÊNCIA E FÍSTULA

DE ANASTOMOSES

42

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura

Ana Carolina Strake Navarro Alem

Thiago Ferreira de Souza

Everson Luiz de Almeida Artifon

ESÔFAGO

Introdução

A endoscopia tem auxiliado no manejo de complicações pós-operatórias do esôfago. Ao longo dos anos, as técnicas e os materiais se aprimoraram para a manipulação endoscópica das complicações esofágicas.

As complicações pós-cirurgia do esôfago estão predominantemente na região da anastomose e adjacências. Podem ser:

� Deiscência de anastomose: com ou sem fístula.

� Estenose de anastomose.

� Desvio de eixo da anastomose.

Este capítulo trata de deiscência e fístula.

Fisiopatologia

Deiscência

Inicia-se pela isquemia tecidual da anastomose por:

� Desvascularização do coto esofágico.

� Tensão inadequada da linha de sutura.

� Tensão inapropriada na arcada arterial que supre o órgão em anastomose.

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Medium 9788520422564

13. Genodermatoses

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

Genodermatoses

MARIA INÊS KAVAMURA

MARLI DE CASTRO PEREIRA RIO

SIMONE HERNANDEZ RUANO

DEFINIÇÃO

As genodermatoses englobam as doenças de origem genética que acometem a pele, podendo ser o resultado de alterações em qualquer um dos componentes dela. Encontram-se doenças decorrentes de alterações na queratinização, na aderência celular, na produção de pigmento, na constitução de componentes dérmicos (vasos, colágeno, fibras elásticas), na resposta à radiação solar e na produção e/ou função dos anexos cutâneos.

Apesar de raras, as genodermatoses sempre receberam atenção em razão da gravidade de sua apresentação e da dificuldade no manejo terapêutico. Os avanços e as descobertas genéticas desde o início dos anos 2000 expandiram de maneira surpreendente o conhecimento da origem genética das enfermidades cutâneas, mostrando o relacionamento das doenças inflamatórias, como a dermatite atópica, e até das doenças infecciosas, como a hanseníase, com determinados genótipos.

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Medium 9788520422564

26. Síndromes talassêmicas

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

26

Síndromes talassêmicas

MARIA STELLA FIGUEIREDO

PERLA VICARI

INTRODUÇÃO

As síndromes talassêmicas constituem o grupo heterogêneo de distúrbios genéticos em que a produção de hemoglobina (Hb) normal é parcial ou completamente suprimida em razão da síntese incompleta de uma ou mais cadeias de globina. São consideradas as doenças monogênicas mais comuns no homem, ocorrendo com maior frequência em populações de origem mediterrânea, do Oriente Médio e trans-Cáucaso, da Índia e do extremo Oriente.

No tocante às globinas afetadas, reconhecem-se diversos tipos de talassemias, como alfatalassemia, betatalassemia, delta-talassemia, delta-betatalassemia e gama-delta-betatalassemia. Em relação à frequência e à gravidade, as mais importantes são as alfa e betatalassemias.

ALFATALASSEMIAS

Os genes da globina alfa encontram-se duplicados no homem e, portanto, indivíduos normais possuem quatro genes alfa ativos, situados na parte distal do braço curto do cromossomo 16. Os genes alfa-1 e alfa-2 têm propriedades de transcrição distintas, isto

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Medium 9788520434239

Imunidade na saúde e na doença

PLAYFAIR, J. H. L.; CHAIN, B. M. Editora Manole PDF Criptografado

44 Imunidade e medicina clínica

SNC

Pele

Infecção

Autoimunidade

Hipersensibilidade

Olhos

Trato respiratório

Infecção

Autoimunidade

Infecções

Hipersensibilidade

Fígado

Hepatite

Autoimunidade

Transplante

Rins

Hipersensibilidade

Autoimunidade

Transplante

Intestino

Autoimunidade

Granuloma

Hipersensibilidade

Sistema endócrino

Tecido conjuntivo e articulações

Sangue

Autoimunidade

HLA-B27

A imunologia clínica é uma especialidade por direito próprio e existem muitos livros excelentes dedicados a esta área. No presente tópico, podemos apenas resumir as condições mais comumente encontradas pelo imunologista clínico, organizadas por órgãos e/ ou sistemas, em vez de por mecanismos, como nas outras partes do livro. Evidentemente, as sobreposições com outras disciplinas são frequentes e, por isso, espera-se que o imunologista clínico esteja familiarizado com todos os ramos da patologia e da medicina.

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Medium 9788520422564

14. Odontogenética

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Odontogenética

DEBORA PALLOS

JANE SANCHEZ

INTRODUÇÃO

As anomalias dentais e periodontais de interesse na genética médica são principalmente as congênitas. Podem ser isoladas ou fazer parte de quadros sindrômicos, muitas vezes complexos e de difícil diagnóstico. Investigações recentes permitiram esclarecer a etiologia de diversas síndromes gênicas, a partir de uma integração cada vez maior dos profissionais da odontologia com a pesquisa básica. Essas anomalias dentais e periodontais podem causar alterações na função mastigatória e na fala, além de problemas estéticos, que podem afetar a vida social dos indivíduos.

Neste capítulo, serão mostradas as principais alterações odontológicas que podem gerar uma consulta em genética médica, os métodos propedêuticos para investigá-las e as condutas a serem tomadas para a orientação dos pacientes e familiares.

DESENVOLVIMENTO E ANATOMIA DENTAL

A dentição humana é constituída pela decídua e pela permanente. Os dentes decíduos começam a aparecer na cavidade bucal por volta dos 6 meses de vida e completam-se aos 36 meses. A dentição decídua é composta por 20 dentes, sendo 10 na maxila e 10 na mandíbula, e não possui pré-molares nem terceiros molares (Figura 14.1A).

339

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Medium 9788520422564

44. Aliança Brasileira de Genética

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

44

Aliança Brasileira de

Genética

MARTHA CARVALHO

VISÃO DOS PACIENTES E FAMILIARES

O nascimento de uma criança traz muitos sonhos e planos. O maior dos sonhos, que também é o melhor dos planos, é surpreendentemente simples: formar uma família feliz, que viva o presente com intensidade e veja no futuro a possibilidade de grandes realizações. Todavia, alterações genéticas em uma criança podem provocar mudanças em vários planos e dificultar a realização de alguns sonhos.

Surpresa, negação, insegurança, revolta e esperança mesclam o dia a dia das famílias.

As adversidades nos colocam diante de caminhos jamais cogitados. Todos querem ter a chance de se preparar para lidar com essa nova realidade; muitos têm disposição e energia para lutar sem trégua, mas precisam de orientação para enfrentar os desafios.

Algumas vezes, será possível resolver os problemas; outras, será preciso conviver com eles. É preciso buscar muita determinação para enfrentar essa nova vida.

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Medium 9788520422564

31. Erros inatos do metabolismo – Tratamento

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

31

Erros inatos do metabolismo

Tratamento

ANA MARIA MARTINS

ROSANGELA MARIA DA SILVA

MARET H. RAND

ISRAEL MANTA FERREIRA

CARMEN SILVIA CURIATI MENDES

ZELITA CALDEIRA FERREIRA GUEDES

S A N D R A O B I K AWA K YO S E N

SUELI CANOSSA

BEATRIZ JURKIEWICZ FRANGIPANI

CINTIA MALDONADO GONÇALVES

RENATA BERNARDES DE OLIVEIRA

RENATA RAMALHO SILVA

EDNA TIEMI SAKATA

INTRODUÇÃO

Os erros inatos do metabolismo (EIM) são um grupo bem peculiar de doenças que acometem toda e qualquer faixa etária.

A equipe disponível no Centro de Referência em Erros Inatos do Metabolismo

(Creim) da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) é composta por um clínico, que pode ser um pediatra, geneticista ou clínico-geral, e um neurologista, associados a uma equipe mínima de enfermeira, nutricionista, fonoaudióloga, fisioterapeuta e psicóloga.

Na EPM-Unifesp, o tratamento de suporte, pelo qual todos os profissionais do Creim são responsáveis, é necessário ser aplicado a todo paciente com EIM, com o objetivo de melhorar as condições do indivíduo afetado e da sua família. O tratamento específico é possível ser realizado em cerca de 50% dos casos de EIM, podendo modificar a história natural da doença e possibilitar uma vida próxima do normal para muitos pacientes e seus familiares.

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Medium 9788520435243

27. Os músculos – propriedades

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

27

Os músculos – propriedades

Características do funcionamento dos músculos

Os músculos estriados têm quatro propriedades essenciais, apresentadas nos tópicos a seguir.

Excitabilidade

É a propriedade que o músculo tem de reagir a estímulos por meio da contração, durante a qual ocorrem fenômenos elétricos associados a reações bioquímicas.

O elemento excitante da fibra muscular pode ser químico (um ácido ou uma base) ou físico, como choque, pinçamento e elevação de temperatura, mas o estímulo experimental de escolha é a corrente elétrica: foi por meio da eletroestimulação (Fig. 27.1) que Duchenne de Bolonha conseguiu identificar precisamente a ação elementar de cada um dos músculos do corpo, inclusive os da face. Esse é o estímulo experimental de escolha, pois pode ser dosado, ao mesmo tempo, quanto a intensidade, força, duração ou sucessão.

A excitabilidade é, portanto, uma propriedade fundamental das estruturas vivas, mas é exacerbada no músculo e também nos nervos.

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Medium 9788520422564

32. Triagem neonatal

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

32

Triagem neonatal

HELENA MARIA GUIMARÃES PIMENTEL DOS SANTOS

TATIANA REGIA SUZANA AMORIM BOA SORTE

PAULA REGLA VARGAS

TANIA MARINI DE CARVALHO

INTRODUÇÃO

A triagem neonatal (TN) é reconhecida internacionalmente como um procedimento essencial à saúde; uma verdadeira ação preventiva de saúde pública que identifica precocemente distúrbios em recém-nascidos que, se não tratados, podem deixar com sérias sequelas. A detecção, o diagnóstico e o tratamento precoces de certas doenças genéticas, metabólicas e/ou infecciosas podem reduzir significativamente a mortalidade e as incapacidades associadas a essas doenças.

Os testes de TN não são, por si só, diagnósticos, eles necessitam de confirmação.

Objetivamente, são testes capazes de estratificar a população-alvo (os recém-nascidos aparentemente normais) em 2 grupos: os recém-nascidos que provavelmente têm determinada doença; e os que provavelmente não a têm.

Os programas de TN iniciaram-se nos Estados Unidos com o trabalho de Robert

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Medium 9788520433959

21. Acesso à via aérea no obeso

Auler Jr., José Otávio Costa, Chao Lung Wen, Irimar de Paula Posso, Joaquim Edson Vieira, Marcelo Luís Abramides Torres, Maria José Carvalho Carmona, Tatiana Barbosa Kronemberger Editora Manole PDF Criptografado

21

Acesso à via aérea no obeso

Edelvan Gabana

Célio Gomes de Amorim

Maria José Carvalho Carmona

Estrutura dos tópicos

Introdução

Obesidade e suas comorbidades

Obesidade e o sistema cardiovascular

Obesidade e o sistema respiratório

Obesidade e apneia obstrutiva do sono

Acesso à via aérea

Posicionamento

Pré-oxigenação e indução da hipnose

Laringoscopia e intubação orotraqueal

Uso de dispositivos supraglóticos no obeso

Ventilação do obeso durante o ato cirúrgico

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

Embora haja uma natureza complexa na definição de sobrepeso/obesidade, não caracterizada exclusivamente pelo acúmulo celular de gordura, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esde diagnóstico ocorre a partir da observação do

índice de massa corpórea (IMC), obtido pela relação da massa (m) dividida pela altura

(h) elevada à segunda potência (m/h2)1. Assim, indivíduos que apresentem IMC de 2530 kg/m2 têm sobrepeso, aqueles com IMC ≥ 30 kg/m2 são considerados obesos e aqueles com valor superior a 40 kg/m2, obesos mórbidos2. No entanto, a utilização desse parâmetro é apenas o ponto de partida para um raciocínio clínico que vai desde a análise da compleição física orofacial e da coluna cervicotorácica às alterações concomitantes, que devem ser levadas em consideração na manipulação da via aérea desses pacientes.

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Medium 9788520456033

33. Monitorização respiratória

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen; Antonio Paulo Nassar Junior; Luciano César Pontes de Azevedo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 33

Monitorização respiratória

Guilherme Bittar Cunha

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen

MENSAGENS RELEVANTES

��A

gasometria arterial é o método padrão-ouro para monitorização de trocas gasosas no paciente crítico.

��A relação PaO /FiO é uma forma de estimar o grau de comprometimento das trocas gasosas.

2

2

��A relação SaO /FiO é uma estimativa não invasiva da relação PaO /FiO , com boa

2

2

2

2 correlação.

��A capnografia está indicada nas seguintes situações: (1) parada cardiorrespiratória; (2) pós-intubação; (3) pacientes sob ventilação mecânica selecionados (em especial neurocríticos).

��O CO exalado ao final da expiração (EtCO ) é um marcador não invasivo da PaCO , mas

2

2

2 pode ter seus valores alterados por diversos outros fatores, em especial aumento de espaço morto alveolar.

��Com a manobra de pausa inspiratória, pode-se calcular a complacência e a resistência do sistema respiratório.

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Medium 9788520437858

23. Dilatação transpapilar e de estenoses benignas das vias biliares

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura, Everson Luiz de Almeida Artifon, Paulo Sakai Editora Manole PDF Criptografado

23

DILATAÇÃO TRANSPAPILAR

E DE ESTENOSES BENIGNAS

DAS VIAS BILIARES

Everson Luiz de Almeida Artifon

Paulo Sakai

Carlos Kiyoshi Furuya Júnior

Gustavo Oliveira Luz

DILATAÇÃO ENDOSCÓPICA DA PAPILA MAIOR COM BALÃO

A dilatação transpapilar com balão de grande diâmetro (EBD) é procedimento seguro e efetivo em condições de dilatação uniforme da via biliar extra-hepática (até

15 mm de diâmetro), ausência de kinking da via biliar, sem presença secundária de fístulas ou estenoses, sem história prévia de pancreatite e com coledocolitíase múltipla com predomínio dos cálculos distais e não impactados (sinal da Torre).

Técnica de utilização

Após canulação adequada do ducto biliar, segue-se a passagem de um fio-guia de

0,035 polegadas pelo canal de trabalho do duodenoscópio e seu posicionamento na

árvore biliar. O cateter-balão é introduzido sobre o fio-guia e sua porção mediana locado junto ao esfíncter biliar. Durante a insuflação, sob auxílio da radioscopia e sob visualização direta endoscópica, o balão é gradualmente inflado com contraste, sendo o esfíncter biliar apresentado com aspecto radiológico de uma “cintura”. Segue-se a insuflação até seu completo desaparecimento, correspondente à ruptura dele.

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Medium 9788597014358

15 - Algoritmos de Programação Inteira

Emerson C. Colin Grupo Gen PDF Criptografado

15

Algoritmos de Programação Inteira

E

xistem vários algoritmos para resolver problemas de programação inteira. O primeiro deles, possivelmente o mais intuitivo de todos, é o arredondamento das soluções não inteiras para o inteiro mais próximo. Embora a solução ótima possa ser encontrada por esse algoritmo, é bastante improvável que isso aconteça. O arredondamento do valor das variáveis pode ocasionar tanto uma inviabilidade (não atendimento das restrições) como uma solução não ótima. Isso não quer dizer que o arredondamento nunca deva ser feito; dependendo do problema em questão, o arredondamento pode ser uma solução barata, simples e adequada. Só quando o arredondamento não pode ser aplicado devemos usar outras abordagens.

Em linhas gerais, podemos classificar os algoritmos de PI como genéricos e específicos. Algoritmos genéricos foram criados para resolver qualquer problema que possa ser formulado na forma padrão da programação inteira. A generalidade obviamente tem seu preço: algoritmos específicos, em geral, são mais eficientes, pois se beneficiam de particularidades dos problemas para os quais foram criados. Os algoritmos específicos algumas vezes são desenvolvidos diretamente para a solução de um problema e, outras vezes, são derivações melhoradas de algoritmos genéricos.

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Medium 9788520422564

36. Testes preditivos nos tumores hereditários

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

36

Testes preditivos nos tumores hereditários

JOSÉ CLÁUDIO CASALI DA ROCHA

INTRODUÇÃO

Mais de 490 mil casos novos de câncer são diagnosticados no Brasil a cada ano. Considerando que aproximadamente 10% destes sejam hereditários, espera-se que cerca de

50 mil casos de câncer hereditário tenham ocorrido apenas no ano de 2010 em nosso país. Grande parte deles ainda permanece com diagnóstico obscuro, misturada com casos esporádicos não familiais. O problema torna-se alarmante quando se sabe que esses pacientes pertencem a famílias de alto risco, nas quais o diagnóstico de uma síndrome de câncer hereditário poderia potencialmente definir melhor os riscos familiais e as medidas de prevenção poderiam reduzir a morbidade e a mortalidade por câncer. A herança genética é um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento de câncer, sem esquecer dos fatores ambientais. Quando se trata de tumores raros, como o adenocarcinoma de pâncreas, do carcinoma medular de tireoide ou do retinoblastoma, a proporção de casos herdados é ainda maior, chegando a 40% dos casos incidentes.

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