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Medium 9788520435243

9. O protótipo dos vertebrados

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

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O protótipo dos vertebrados

Todos os vertebrados que habitam o mar, a terra e o ar são estruturados segundo o mesmo protótipo, que deriva, por sua vez, dos peixes, já que foi da água que veio a vida.

Com efeito, a grande história dos vertebrados começa no mar, há centenas de milhões de anos, quando as primeiras células autônomas dotadas de vida começaram a sobreviver e se multiplicar nesse meio líquido.

Uma simples ameba (Fig. 9.1) podia se deslocar graças a seus pseudópodes, com os quais ela “se arrastava”, mas que também lhe permitiam englobar suas presas e assimilá-las pelo processo de “fagocitose”.

Mas o paramécio (Fig. 9.2) também podia se deslocar no meio líquido graças a seus cílios vibráteis.

Seguindo o princípio de que a “união faz a força”, as células isoladas logo se agruparam para formar um organismo pluricelular primitivo, a mórula (Fig. 9.3), que permitiu também a especialização. À medida que o conjunto de células se tornou mais pesado, os deslocamentos já não eram possíveis senão com a ajuda das correntes.

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Medium 9788520431245

2. Prevenção de emergências clínicas: doenças cardiovasculares

Ana Paula Quilici Editora Manole PDF Criptografado

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Prevenção de emergências clínicas: doenças cardiovasculares

João Fernando Monteiro Ferreira

Introdução

Emergência, segundo o dicionário Houaiss: situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito; combinação inesperada de circunstâncias imprevistas (ou o que delas resulta) e que exigem ação imediata.

Conforme o conceito descrito, as emergências médicas são situa­

ções de risco de morte para o indivíduo, e que necessitam de rápidas intervenções visando modificar a história natural de um evento e evitar a morte. Entre as emergências clínicas, o destaque indiscutivelmente é para a causa cardiovascular, tanto pela frequência como pela gravidade de suas apresentações. As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, em especial nos Estados Unidos e no Brasil,1,2 com perspectiva de aumento de sua incidência e mortalidade para as próximas décadas.3 A doença cardiovascular (DCV) é uma das mais estudadas pela ciência médica nas últimas décadas, com incríveis progressos e benefícios nos diferentes níveis de atuação dos profissionais de saúde – prevenindo o seu aparecimento (prevenção

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Medium 9788520435243

21. Articulações sinoviais triaxiais

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

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Articulações sinoviais triaxiais

Essas articulações dispõem de três graus de liberdade em torno de três eixos que convergem no espaço e são perpendiculares entre si. Essas articulações são de um único tipo:

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esferóideas, cuja superfície se assemelha a uma esfera; existe, no entanto, no nível da coluna cervical suboccipital, um sistema articular que se comporta de modo equivalente a uma esferóidea.

Geometricamente, as esferóideas possuem uma superfície quase esférica. Esse sólido é formado pela rotação espacial de um círculo em torno de um eixo situado no centro do círculo. Essa superfície de revolução está longe de ser perfeita nas articulações reais.

O modelo mecânico desse tipo de articulação é o que se chama, em mecânica, de uma rótula (Fig.

21.1). As esferóideas verdadeiras se situam na raiz dos membros e permitem, dessa forma, sua orientação em todas as direções no espaço; elas possuem três graus de liberdade:

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Medium 9788520431245

12. Ferimentos e choque

Ana Paula Quilici Editora Manole PDF Criptografado

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Ferimentos e choque

Luís Fernando Corrêa Zantut

Paulo Roberto de Arruda Zantut

Fabio Luís de Arruda Zantut

Introdução

Toda situação de hipoperfusão tecidual sistêmica na qual exista diminuição da liberação de oxigênio em nível celular suficiente para não mais atender às necessidades metabólicas é definida como choque, ou seja, sempre que houver hipóxia celular por hipofluxo tissular tem-se um paciente em choque.1 A Figura 1 mostra a história natural do choque se não for tratado adequadamente.

Choque

Diminuição da perfusão tecidual

Hipóxia celular

Disfunção orgânica

Óbito

Figura 1. História natural do choque se não tratado.

12  Ferimentos e choque

O choque é classificado em hipovolêmico ou hemorrágico, cardiogênico, neurogênico e séptico, sendo estes dois últimos incluídos entre a classificação de choque distributivo.2 Quando considerados pacientes traumatizados, o tipo de choque predominantemente encontrado

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Medium 9788520456033

26. Distúrbios acidobásicos na UTI

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 26

Distúrbios acidobásicos na UTI

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen

Marcelo Park

MENSAGENS RELEVANTES

��Para

uma adequada interpretação dos distúrbios acidobásicos na UTI, é necessário avaliar o pH, a PCO2, o Standard Base Excess (SBE), o ânion-gap corrigido para a albumina e o valor do lactato.

��Uma avaliação alternativa dos distúrbios acidobásicos pode ser feita pela abordagem quantitativa (Stewart), que necessita de calculadoras específicas.

��As principais causas de acidose hiperclorêmica na UTI são:

ØØInfusão exógena de cloreto de sódio 0,9%.

ØØInjúria renal aguda com déficit de excreção de cloro.

��Há quatro principais causas de acidose com ânion-gap alargado:

ØØAcidose láctica.

ØØCetoacidose.

ØØAcidose por intoxicações exógenas (álcoois, ácido acetilsalicílico).

ØØAcidose por ânions não mensuráveis (insuficiência renal, sepse).

��Há quatro principais causas de alcalose metabólica na UTI:

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Medium 9788520433959

13. Novos dispositivos para o manejo da via aérea

Auler Jr., José Otávio Costa, Chao Lung Wen, Irimar de Paula Posso, Joaquim Edson Vieira, Marcelo Luís Abramides Torres, Maria José Carvalho Carmona, Tatiana Barbosa Kronemberger Editora Manole PDF Criptografado

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Novos dispositivos para o manejo da via aérea

Heni Debs Skaf

Ticiano Gonçalves de Oliveira

Estrutura dos tópicos

Introdução

Instrumentos supraglóticos

ProSeal® laryngeal mask airway

Supreme® laryngeal mask airway

Cobra® perilaryngeal airway

I-gel®

Air-Q®

Auxílios à intubação orotraqueal

Videolaringoscópios e laringoscópios ópticos

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

Complicações no manejo da via aérea constituem atualmente a principal causa anestésica de morbi-mortalidade1.

Em 1990, foi divulgada a primeira análise extensa de complicações relacionadas à manipulação da via aérea com base em dados da American Society of Anesthesiologists (ASA): 34% das complicações associaram-se a eventos respiratórios, sendo que

85% destes culminaram em dano cerebral ou morte. Os três principais mecanismos de dano foram ventilação inadequada, intubação esofágica e dificuldade na intubação traqueal2.

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Medium 9788520433959

15. Cricotireoidostomia e ventilação transtraqueal a jato

Auler Jr., José Otávio Costa, Chao Lung Wen, Irimar de Paula Posso, Joaquim Edson Vieira, Marcelo Luís Abramides Torres, Maria José Carvalho Carmona, Tatiana Barbosa Kronemberger Editora Manole PDF Criptografado

15

Cricotireoidostomia e ventilação transtraqueal a jato

Tatiana Barboza Kronemberger

José Otávio Costa Auler Jr.

Estrutura dos tópicos

Cricotireoidostomia

Cricotireoidostomia por punção

Cricotireoidostomia por incisão

Ventilação transtraqueal a jato

Referências bibliográficas

Cricotireoidostomia

Em algumas situações, a intubação orotraqueal se torna impraticável ou impossível, sendo necessária a realização de procedimento cirúrgico para obtenção do acesso

às vias aéreas. Incluem-se nesse caso traumatismo maxilofacial grave, distorção anatômica por lesões no pescoço e impossibilidade de visualizar as pregas vocais pela presença de sangue, secreções ou edema das vias aéreas1.

A falha na intubação orotraqueal, que pode levar à situação “não intubo, não ventilo”, na qual o paciente pode chegar à hipóxia em poucos segundos, também requer uma decisão rápida que deve apontar para o acesso cirúrgico às vias aéreas2, já que a oxigenação não pode ser mantida por meios não invasivos e constitui a indicação mais frequente do controle cirúrgico da via aérea (Figura 1).

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Medium 9788520435243

23. Articulações sem eixo definido

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

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Articulações sem eixo definido

Em biomecânica, existe um tipo de articulação sem eixo definido cujo funcionamento se baseia no jogo mecânico e que por isso não existe na mecânica industrial, pois, como fator de desgaste, o jogo mecânico é o inimigo, mas as articulações vivas, por sua vez, podem se reconstruir.

Essas articulações se chamam planas; apesar da nomenclatura, raramente elas possuem uma forma totalmente plana. Elas são muito comuns no sistema musculoesquelético: com efeito, são dotadas de grandes possibilidades de mobilidade, embora seus movimentos sejam de pouca amplitude.

Definição

As articulações planas são formadas por duas faces articulares em contato uma com a outra. Essas faces são geralmente pequenas, planas ou ligeiramente convexas ou côncavas. Muitas têm forma ovalada, mas algumas delas podem, como veremos, ser mais extensas e apresentar formas mais complexas.

Sua principal característica é que elas só funcionam graças ao jogo mecânico, isto é, à não concordância de suas superfícies. Esse jogo é viabilizado pela frouxidão da cápsula e dos ligamentos dessas articulações e se torna aceitável, e até vantajoso, nas articulações vivas graças à permanente reconstrução das superfícies cartilagíneas, que compensa o desgaste provocado pelo jogo, o que não ocorre na mecânica

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Medium 9788566103199

8. Economia Circular e as Práticas Verdes

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 8

Economia

Circular e as

Práticas

Verdes

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 108 |  

8. ��Economia

Circular e as

Práticas Verdes

• Entender a importância da economia circular e da adoção de práticas verdes para a sociedade e para as organizações.

• Saber da existência do sistema de compensação – crédito carbono e a emissão de certificados.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O tema sustentabilidade começou a chamar a atenção da população a partir da definição de desenvolvimento sustentável elaborada em 1987 pela Comissão Brundtland, da ONU: “O desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e ao planeta inteiro, está em todos os níveis. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

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Medium 9788520456033

23. Distúrbios endocrinológicos na UTI

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 23

Distúrbios endocrinológicos na UTI

Andréa Remigio de Oliveira

MENSAGENS RELEVANTES

��No

tratamento da cetoacidose diabética e do estado hiperosmolar hiperglicêmico a hidratação deve ser vigorosa para corrigir hipovolemia e hiperosmolaridade. Deve-se iniciar reposição de cloreto de potássio EV se < 5,5 mg/dL e só iniciar insulina EV com

K > 3,3 mg/dL.

��A hiperglicemia, em especial > 180 mg/dL, é deletéria para os pacientes críticos.

��Em geral, quanto mais grave ou maior a permanência na UTI, maior o impacto positivo do controle glicêmico.

��Deve-se continuar o controle glicêmico com o objetivo de manter a glicemia entre 140-180 mg/dL em vez do controle restrito (80-110 mg/dL) ou liberal (> 180 mg/dL).

��Independentemente do nível médio da glicemia, a mortalidade é maior no grupo com maior variabilidade (5 x). Até o momento, o desvio-padrão é a melhor forma de medir.

��Pacientes cronicamente hiperglicêmicos apresentam resposta fisiológica à hipoglicemia com níveis glicêmicos normais. Estudos recentes sugerem benefício de adotar níveis glicêmicos liberais em diabete melito (180-252 mg/dL).

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Medium 9788520427910

3. Estratégias específicas

Art Riggs Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2   Técnicas gerais

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Estratégias

Específicas

Agora que você está familiarizado com as principais ferramentas utilizadas na massagem profunda, serão combinadas as teorias mais amplas desse tipo de massagem abordadas no

Capítulo 1, e as técnicas gerais para o uso das articulações dos dedos, punho, antebraço e cotovelo apresentadas no Capítulo 2, para formar estratégias específicas em diferentes

áreas corporais. Sinta-se livre para adaptar estas sugestões a seu estilo pessoal. Você pode se sentir mais confortável em utilizar o cotovelo em vez das articulações dos dedos, conforme demonstrado em uma determinada foto; ou pode não se sentir à vontade ou confiante usando o cotovelo, como mostrado em um exemplo, e preferir usar o punho. Seja criativo e, embasado no conhecimento científico, divirta-se procurando novas formas de massagear!

Trabalho no pé e na perna

A massagem estrutural no pé tem um efeito impressionante no desempenho profissional, diferenciando o seu trabalho das manobras comuns empregadas para alcançar o alívio temporário de pés cansados ou doloridos. Com a prática, você pode aprender a liberar articulações limitadas e melhorar, de forma significativa, a distribuição das cargas corporais, proporcionando melhor equilíbrio aos pés.

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Medium 9788520457511

Comentários – Prova de 2015

Francisco Maia da Silva Editora Manole PDF Criptografado

COMENTÁRIOS

PROVA DE

2015

1 As placas ateroscleróticas instáveis apresentam aspectos estruturais associados à maior vulnerabilidade à ruptura, como a presença de enzimas que degradam a matriz extracelular (proteinases), produzidas por abundantes macrófagos e mastócitos ativados no local da placa. Além desses aspectos, o estresse induzido pela pressão intraluminal, pelo tônus vasomotor coronariano, pela taquicardia

(estiramento e compressão cíclicos) e pela rotura dos vasos nutrientes contribui para produzir a rotura da placa na margem da capa fibrosa próxima a um segmento adjacente da parede da artéria coronariana (região do ombro da placa).

Numerosos parâmetros-chave fisiológicos como a pressão arterial sistólica, a frequência cardíaca, a viscosidade sanguínea, a atividade do ativador de plasminogênio e os níveis plasmáticos de epinefrina e cortisol exibem variações sazonais e circadianas e se elevam em momentos de estresse. Esses fatores agem em conjunto, para produzir maior propensão à rotura da placa e à trombose coronariana, produzindo maior número de eventos nas primeiras horas da manhã, portanto, nas primeiras horas do anoitecer não é um fator de risco conhecido.

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Medium 9788520422564

14. Odontogenética

Decio Brunoni Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Odontogenética

DEBORA PALLOS

JANE SANCHEZ

INTRODUÇÃO

As anomalias dentais e periodontais de interesse na genética médica são principalmente as congênitas. Podem ser isoladas ou fazer parte de quadros sindrômicos, muitas vezes complexos e de difícil diagnóstico. Investigações recentes permitiram esclarecer a etiologia de diversas síndromes gênicas, a partir de uma integração cada vez maior dos profissionais da odontologia com a pesquisa básica. Essas anomalias dentais e periodontais podem causar alterações na função mastigatória e na fala, além de problemas estéticos, que podem afetar a vida social dos indivíduos.

Neste capítulo, serão mostradas as principais alterações odontológicas que podem gerar uma consulta em genética médica, os métodos propedêuticos para investigá-las e as condutas a serem tomadas para a orientação dos pacientes e familiares.

DESENVOLVIMENTO E ANATOMIA DENTAL

A dentição humana é constituída pela decídua e pela permanente. Os dentes decíduos começam a aparecer na cavidade bucal por volta dos 6 meses de vida e completam-se aos 36 meses. A dentição decídua é composta por 20 dentes, sendo 10 na maxila e 10 na mandíbula, e não possui pré-molares nem terceiros molares (Figura 14.1A).

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Medium 9788520435243

16. Os diferentes tipos de articulações

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

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Os diferentes tipos de articulações

As articulações são estruturas anatômicas que ligam entre si as diferentes partes do esqueleto, permitindo maior ou menor mobilidade.

Dependendo do grau de mobilidade, os anatomistas distinguem três tipos de articulação:

1. As fibrosas ligam ossos planos, como os da calota e da base do crânio, sem permitir qualquer mobilidade. Elas são chamadas de suturas cranianas, e sua forma denteada e imbricada exclui, a priori, qualquer possibilidade de movimento. Os osteopatas, no entanto, discordam dessa mobilidade nula, embora não haja qualquer dado científico a esse respeito.

Em um quebra-cabeça (Fig. 16.1), a linha de encaixe muito imbricada impede o deslocamento lateral, pois o plano de corte é perpendicular. Pode-se, contudo, imaginar certo grau de mobilidade, com base no fato de que algumas dessas linhas de sutura estão contidas em um plano oblíquo (Fig. 16.2), o que se evidencia na escama do osso temporal. Nessas condições, seria possível haver pequenos movimentos de deslizamento, semelhantes aos das placas tectônicas, mas ainda seria necessário comprová-lo por meio de exames tomodensitométricos em crânios com e sem compressão. Para o leitor interessado, esse poderia ser um bom tema para uma tese!

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Medium 9788520435243

17. Autoconformação das superfícies articulares

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

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Autoconformação das superfícies articulares

A forma das superfícies articulares tem estreita correspondência com sua função, mas poderíamos nos perguntar do que depende essa forma.

Ela é resultante de um duplo determinismo.

O código genético, que representa o plano do organismo como um todo, contido no genoma de cada célula, determina por meio dos complexos processos de desenvolvimento embrionário a construção de cada uma das articulações do sistema musculoesquelético, desde as primeiras semanas de gestação.

No esboço cartilagíneo do osso longo, vemos se formar progressivamente – exatamente no local das futuras articulações – grupos de células mesenquimatosas (Fig. 17.1: formação embrionária de uma articulação dentro de um segmento ósseo) que irão se diferenciar em fibroblastos. Sobre as duas bordas dessa zona intermediária desenvolvem-se os condrócitos, que fabricam cartilagem. Entre as duas cartilagens surge uma cavidade sinovial que possui, na periferia, feixes de fibroblastos que constituirão os futuros ligamentos e a

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