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Medium 9788520435243

37. Características próprias da região cervical da coluna vertebral

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

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Características próprias da região cervical da coluna vertebral

Ao contrário dos outros segmentos da coluna, a região cervical não tem uma estrutura homogênea, mas

é constituída de duas partes (Fig. 37.1: vista de perspectiva anterior externa), cujas vértebras diferem-se estrutural e funcionalmente.

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A região cervical inferior (1), formada por cinco vértebras cervicais estruturalmente semelhantes à vértebra típica.

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A região cervical superior (2), formada somente por duas vértebras, de estrutura muito particular, denominadas atlas e áxis, que fazem a junção entre a região cervical inferior e o crânio, com o qual se articulam na altura do occipital.

O funcionamento da região cervical inferior, embora complementar ao da região superior, é fundamentalmente distinto. As duas primeiras vértebras formam o que poderia ser chamado de complexo articular suboccipital (Fig. 37.2: vista de perspectiva anterior externa).

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Medium 9788520435243

43. As grandes funções do sistema musculoesquelético

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

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As grandes funções do sistema musculoesquelético

A análise dos elementos constitutivos do sistema musculoesquelético não basta para entender seu funcionamento; por isso, é recomendável ter uma visão sintética de suas grandes funções.

Preensão

Na preensão, há a ideia de captura, de apropriação.

A preensão na espécie humana é essencialmente garantida pela mão, que é o órgão consagrado para essa função. Ela deve isso à sua configuração.

A mão possui cinco dedos, cujos eixos, de disposição irradiada, convergem na face anterior do punho

(Fig. 43.1).

Entre esses cinco dedos, o mais lateral, o polegar,

é mais curto que os outros, assumindo a função particular de oposição, indispensável para a preensão.

Quando os dedos estão estendidos, em contato uns com os outros, seus eixos convergem em um ponto situado além da extremidade dos dedos (Fig. 43.2), muito distante.

Quando eles estão flexionados, seus eixos convergem em um ponto situado no canal do punho (Fig. 43.3: o ponto de convergência é ilustrado por uma estrela).

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Medium 9788566103199

7. Administração da Qualidade

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

Administração da Qualidade

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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7. ��Administração da Qualidade

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Compreender as diferentes abordagens da qualidade.

• Diferenciar os modelos de gestão da qualidade.

• Compreender o processo de melhoria contínua por meio do ciclo PDCA.

• Construir cartas de controle estatístico do processo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O que é Qualidade?

Apesar de a qualidade ser muito falada e discutida no mundo dos negócios, percebe-se que o tema nem sempre é entendido por todos da mesma maneira. Há muitas interpretações possíveis quando se afirma que um produto ou serviço tem ou não qualidade. Diferentes empresas se referem a qualidade usando significados diferentes para o termo. Então, afinal, o que é qualidade? As cinco diferentes abordagens usadas para defini-la são:

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Medium 9788520433959

19. Via aérea em cirurgia torácica

Auler Jr., José Otávio Costa, Chao Lung Wen, Irimar de Paula Posso, Joaquim Edson Vieira, Marcelo Luís Abramides Torres, Maria José Carvalho Carmona, Tatiana Barbosa Kronemberger Editora Manole PDF Criptografado

19

Via aérea em cirurgia torácica

Lucas Matos Fernandes

Marcos Naoyuki Samano

Estrutura dos tópicos

Histórico

Manejo anestésico

Monitoramento

Posicionamento do paciente

Isolamento pulmonar

Manejo ventilatório

Vasoconstrição pulmonar hipoxêmica

Agentes anestésicos

Manejo de líquidos

Temperatura

Estratégias ventilatórias

Recomendações para tratamento da hipoxemia durante a ventilação monopulmonar

Referências bibliográficas

Histórico

Até o começo do século passado, tentativas de operação do tórax foram desastrosas. A ventilação espontânea com o tórax aberto era impossível em razão do colapso pulmonar, do balanço diafragmático e mediastinal e do movimento da respiração paradoxal, que impediam até mesmo a mais simples operação. Em 1904, Ferdinand

Sauerbrunch, em Breslau, Alemanha, desenvolveu uma câmara de pressão negativa diferencial e obteve sucesso em uma operação na qual parte do paciente, o cirurgião e sua equipe permaneciam no interior de uma câmara pressurizada a -7 a -8 mmHg, enquanto a cabeça do paciente e o anestesista permaneciam do lado de fora (Figura 1)1.

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Medium 9788520431399

SEÇÃO 3 — NEONATOLOGIA

Mauro Batista de Morais, Sandra de Oliveira Campos, Maria Odete Esteves Hilário Editora Manole PDF Criptografado

SEÇÃO 3

NEONATOLOGIA

Ana Lucia Goulart

141

Assistência hospitalar ao recém-nascido normal

25

Maria Fernanda Branco de Almeida

Amélia Miyashiro Nunes dos Santos

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem como objetivo descrever os cuidados com o recém-nascido com idade gestacional de 35 semanas ou mais que não necessita de procedimentos de reanimação ao nascimento e permanece internado em alojamento conjunto até a alta hospitalar.

SALA DE PARTO

Estima-se que 94% dos recém-nascidos a termo (370/7 a 416/7 semanas) e 84% dos prematuros tardios (340/7 a 366/7 semanas) apresentem boa vitalidade ao nascimento, totalizando, respectivamente, 2.600.000 e 140.000 bebês a cada ano no Brasil. Entretanto, inesperadamente, manobras de reanimação podem ser necessárias, sendo essenciais o conhecimento e a habilidade em reanimação neonatal a todos os profissionais que atendem o recém-nascido na sala de parto, mesmo quando se esperam pacientes hígidos, sem hipóxia ao nascer.

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Medium 9788520437858

7. Endoscopia digestiva alta no estômago gastrectomizado

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura, Everson Luiz de Almeida Artifon, Paulo Sakai Editora Manole PDF Criptografado

7

ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA NO

ESTÔMAGO GASTRECTOMIZADO

Toshiro Tomishige

Luiz Henrique Mazzonetto Mestieri

Mariana Iennaco de Siqueira Campos

O estômago pode ser sítio de alterações anatômicas e cirúrgicas, que devem ser detalhadamente conhecidas pelos endoscopistas para permitir sua adequada avaliação e possível tratamento.

A doença ulcerosa péptica é a doença mais prevalente do trato gastrointestinal. Seu tratamento, iminentemente cirúrgico anteriormente, limitou-se, na atualidade, ao tratamento clínico. Opera-se, de maneira eletiva, apenas os casos refratários ao tratamento clínico, e as principais indicações cirúrgicas atualmente são suas complicações. O adenocarcinoma de estômago representa, atualmente, a segunda causa de morte por câncer, sendo a ressecção cirúrgica o tratamento de escolha para a maioria dos casos1.

Neste capítulo, procurou-se dar ênfase às gastrectomias e suas reconstruções, além de discorrer sobre as principais complicações nas quais a endoscopia tem papel na propedêutica e na terapêutica.

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Medium 9788536320342

Capítulo 5. Percepção

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

PERCEPÇÃO DA DISTÂNCIA: ONDE ESTÁ?

187

PERCEPÇÃO DO MOVIMENTO: O QUE ESTÁ

FAZENDO? 191

PERCEPÇÃO DA FORMA: O QUE É ISSO?

194

DIFERENTES PERSPECTIVAS SOBRE A PERCEPÇÃO 199

A ABORDAGEM CLÁSSICA À PERCEPÇÃO

200

A ABORDAGEM DO MODELO DE PROCESSO À

PERCEPÇÃO 206

A ABORDAGEM DA NEUROCIÊNCIA À

PERCEPÇÃO 210

SELEÇÃO PERCEPTIVA: ATENÇÃO

OUTRAS MODALIDADES

214

217

COMENTÁRIOS FINAIS: VER, SABER E O PAPEL ATIVO

DO INDIVÍDUO NA PERCEPÇÃO 218

RESUMO 220

P ERCEPÇÃO

N

o capítulo anterior, discutimos como os sistemas sensoriais detectam alguns dos atributos mais sim-

ples da experiência sensorial, como bordas, a cor vermelha ou frequências sonoras altas. Os filósofos empiristas acreditavam que essas experiências eram registradas passivamente pelos sentidos e depois montadas, por meio de

associações, para formar percepções mais complexas. Todavia, começamos a ver que essa visão não está correta. Observamos que, desde o princípio, os sistemas sensoriais transformam o estímulo de maneira ativa, enfatizando

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Medium 9788520422564

3. Serviços de genética médica/clínica

Decio Brunoni Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Serviços de genética médica/clínica

DECIO BRUNONI

ANA BEATRIZ ALVAREZ PEREZ

RODRIGO AMBROSIO FOCK

INTRODUÇÃO

No Brasil, a partir dos anos 1960, os serviços de genética médica/clínica (SGMC) começaram a se desenvolver de maneira mais consistente, com interesse maior na pesquisa de certas doenças ou grupos de doenças genéticas. Esses serviços quase sempre estavam ligados a cursos de pós‑graduação em Genética Humana e/ou Médica. Já durante as décadas de 1970 e 1980, foram se estruturando os serviços de aconselhamento genético com maior capacidade assistencial, quase todos ligados a hospitais e/ou instituições universitárias. Em recente cadastramento realizado pela Sociedade Brasileira de Genética

Médica (SBGM), foram catalogados 64 serviços, dos quais 85% estão localizados no Sul/

Sudeste, e mais da metade do total está apenas em dois Estados (Rio Grande do Sul e

São Paulo).

O número de procedimentos e de pessoal envolvido na assistência em genética médica/clínica no Brasil foi avaliado em 1997, e foi considerado insignificante. Essa situação persiste, e estima‑se que as intervenções de aconselhamento genético, como as apontadas no Capítulo 2 – Aconselhamento genético, não são praticadas na maioria dos pacientes e das famílias que possuem doenças genéticas. Isso significa que a maioria dos pacientes atendidos nos sistemas assistenciais de saúde brasileiros (Sistema Único de Saúde – SUS

43

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Medium 9788520436868

3. Efeitos terapêuticos da suplementação de creatina

Bruno Gualano Editora Manole PDF Criptografado

3

Efeitos terapêuticos da suplementação de creatina

Marina Solis

Ana Paula Tanaka Hayashi

Bianca Moreno

Igor Hisashi Murai

Patrícia Campos-Ferraz

André dos Santos Costa

Bruno Gualano

INTRODUÇÃO

A creatina (Cr), conforme discutido nos capítulos anteriores, é responsável pela rápida provisão de energia em várias células do nosso organismo, tais como musculares, cardíacas, renais e neurais161-162. A Cr é capaz de doar um grupo N-fosforil da molécula de fosforilcreatina (PCr) para o ADP, regenerando, assim, as concentrações de ATP. Essa reação ocorre por intermédio da enzima creatina quinase (CK), presente em diferentes isoformas nas células de alta demanda energética 51,160,164.

Recentemente, tem havido um crescente interesse na investigação da Cr como ferramenta terapêutica adjuvante em diversas condições, tais como: miopatias, distúrbios osteoarticulares, doenças neurodegenerativas e envelhecimento. Além disso, novos estudos têm demonstrado que a suplementação de

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Medium 9788520427910

2. Técnicas gerais

Art Riggs Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2   Técnicas gerais

2

39

Técnicas Gerais

O foco deste capítulo é o uso adequado das ferramentas que estão à sua disposição – os dedos, as articulações dos dedos, a mão fechada, o antebraço e o cotovelo. Assim que se sentir confortável ao utilizar essas ferramentas, os próximos capítulos apresentarão estratégias de tratamento específico para diferentes partes do corpo; também será possível encontrar explicações mais detalhadas sobre como realizar os movimentos apresentados nesta seção como exemplo.

A hierarquia do poder

É irônico pensar que, quanto mais tenso o corpo do cliente, maior a tendência natural do terapeuta em exagerar na força para remover a tensão. É difícil remover a tensão ao aplicar mais tensão e, além disso, o esforço excessivo é inevitável quando se tenta utilizar os polegares e os dedos para a realização da massagem profunda. A maioria dos massoterapeutas tem mais prática e, portanto, mais confiança em trabalhar com os dedos e polegares. Por se sentirem tão confortáveis e confiantes em usar as mãos para efetuar toda a técnica, muitos relutam em utilizar outras ferramentas mais poderosas que os possibilitaria trabalhar com maior facilidade e eficácia e com menos esforço. A realidade é que para a massagem profunda, poucas pessoas têm a força para realizar todo o procedimento com os dedos. Aprender a usar as articulações dos dedos, a mão fechada, o antebraço e o cotovelo permite que você realize seu trabalho com menos esforço, protegendo, desse modo, o seu corpo e possibilitando que você elimine mais tensão do corpo do cliente.

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Medium 9788520437858

9. Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica no estômago operado

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura, Everson Luiz de Almeida Artifon, Paulo Sakai Editora Manole PDF Criptografado

9

COLANGIOPANCREATOGRAFIA

RETRÓGRADA ENDOSCÓPICA NO

ESTÔMAGO OPERADO

Everson Luiz de Almeida Artifon

Rogério Kuga

Robson Kiyoshi Ishida

Adriana Vaz Safatle-Ribeiro

Mariana Souza Varella Frazão

INTRODUÇÃO

A taxa de sucesso na canulação seletiva da via biliar por meio da colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) é de aproximadamente 90% nos pacientes com anatomia normal. Entretanto, nos casos de pós-cirurgias com reconstruções intestinais em que a anatomia encontra-se alterada, o exame é tecnicamente difícil e desafiador mesmo quando realizado por endoscopista experiente1. Por conseguinte, a escolha do aparelho endoscópico a ser utilizado nos pacientes que foram submetidos a cirurgias gastrointestinais ainda é controversa2.

As cirurgias mais comumente encontradas são as gastrectomias parciais com reconstrução a Billroth II e as gastrectomias com reconstrução em Y de Roux. Anteriormente, eram realizadas como tratamento cirúrgico das complicações provenientes da doença ulcerosa péptica e, atualmente, após a evolução diagnóstica e terapêutica da

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Medium 9788520435243

11. O corpo humano no espaço

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

11

O corpo humano no espaço

Enquanto vivemos, nosso corpo ocupa uma fração do espaço tridimensional e, consequentemente, certo volume, muito fácil de ser medido por imersão total em uma banheira cheia de água até a borda: recolhendo-se e pesando-se a água que transborda, teremos o volume de água deslocado e, portanto, o volume do corpo. Foi Arquimedes (Fig. 11.1: veja como a banheira transborda) quem primeiro enunciou esse princípio, com sua bem conhecida exclamação: “Eureca!”. Suponhamos que você seja imerso integralmente nessa banheira: se estabelecermos uma relação entre o peso da água que transbordou e o peso do seu corpo, poderemos calcular o peso específico do seu corpo.

Figura 11.1

Número de células

O número de células do nosso corpo não é infinito, como se poderia pensar, mas finito e estatístico, representando o equilíbrio entre a apoptose e a regeneração celular. Esse número varia ao longo da nossa existência, mas ainda não conseguimos estimá-lo com exatidão. A partir de certa idade, já não temos nenhuma das nossas células originais.

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Medium 9788536320342

Capítulo 16. Psicopatologia

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

16

DIFERENTES CONCEPÇÕES DE TRANSTORNO

MENTAL 626

TRANSTORNOS DISSOCIATIVOS 656

TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO 658

A CONCEPÇÃO MODERNA DE TRANSTORNO

629

TRANSTORNOS DA PERSONALIDADE 660

MENTAL

CLASSIFICAÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS

ESQUIZOFRENIA 635

TRANSTORNOS DO HUMOR 643

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE 650

631

COMENTÁRIOS FINAIS: PSICOPATOLOGIA E

MEDICINA FÍSICA 661

RESUMO 662

P SICOPATOLOGIA

J

á discutimos algumas das maneiras em que as pessoas diferem umas das outras, tanto em suas capacidades

(Capítulo 14) quanto em suas personalidades (Capítulo

15). Consideramos qualidades desejáveis (como ser emocionalmente sensível ou solidário) e também qualidades não tão desejáveis (como ser rude ou agressivo), mas,

mesmo assim, todos os atributos que consideramos estão dentro da faixa que a maioria das pessoas considera aceitável ou normal. Neste capítulo, porém, consideramos diferenças que estão fora dessa faixa – diferenças que nos conduzem ao domínio da doença mental. O estudo dessas condições é a psicopatologia, ou, como é chamada às vezes, psicologia anormal.

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Medium 9788520437858

17. Endoscopia no paciente submetido à cirurgia bariátrica

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura, Everson Luiz de Almeida Artifon, Paulo Sakai Editora Manole PDF Criptografado

17

ENDOSCOPIA NO PACIENTE

SUBMETIDO À CIRURGIA BARIÁTRICA

Edgar Mora Chaves

Thiago Ferreira de Souza

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura

INTRODUÇÃO

No mundo, há mais de um bilhão de adultos com sobrepeso e 300 milhões com obesidade, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Essa doença vem se tornando uma pandemia, cujas complicações aumentam 12 vezes os índices de mortalidade, em relação aos indivíduos com peso normal.

Os níveis atuais de obesidade variam de valores inferiores a 5% da população da

China, do Japão e de alguns países africanos, podendo alcançar níveis maiores que

75% em zonas urbanas de Samoa.

Atualmente, é a terceira doença nutricional do Brasil, pois cerca de 40% dos adultos apresentam algum grau de excesso de peso. Em termos relativos, a situação mais crítica é verificada na região Sul, onde 34% dos homens e 43% das mulheres apresentaram algum grau de excesso de peso.

DIAGNÓSTICO E CLASSIFICAÇÃO

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Medium 9788520436868

5. Suplementação de creatina: considerações sobre o presente e perspectivas para o futuro

Bruno Gualano Editora Manole PDF Criptografado

5

Suplementação de creatina: considerações sobre o presente e perspectivas para o futuro

Bruno Gualano

Antonio Herbert Lancha Jr.

Nos capítulos anteriores, os autores deste livro apresentaram evidências de que a suplementação de creatina poderia exercer papel ergogênico e terapêutico em condições e populações específicas. Contudo, há um imenso caminho a se galgar até que, enfim, entendamos por completo a ação e os mecanismos desse nutriente no esporte e na saúde. A seguir, discorreremos sobre as lacunas existentes na literatura, com especial destaque ao

“que há por vir” nesse fértil campo de investigação.

APLICAÇÃO DA SUPLEMENTAÇÃO DE CREATINA NO ESPORTE: DOS

LABORATÓRIOS AO “MUNDO REAL”

Embora muitos estudos bem controlados, corroborados por duas metanálises, deem suporte ao papel ergogênico da suplementação de creatina em atividades de alta intensidade, há um

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Suplementação de creatina: efeitos ergogênicos, terapêuticos e adversos

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