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Medium 9788520451007

7. Prática da acupuntura

Claudia Focks, Ulrich März Editora Manole PDF Criptografado

7

Prática da acupuntura

C. Focks

7.1 Apresentação 608

7.1.1 Indicações e contraindicações 608

7.1.2 Complicações e efeitos secundários 612

7.1.3

Pressupostos técnicos 614

7.1.4

Pressupostos práticos 616

7.1.5 � deqi

618

7.1.6

Ângulo da punção 619

7.1.7

Profundidade da punção 620

7.2

7.2.1

Técnicas de punção 621

Posição da agulha na punção e técnicas de manipulação 621

Auxílio da mão esquerda durante a punção 623

7.2.2

7.2.3

7.2.4

7.3

Técnica de uma mão só 624

Outras técnicas de punção 626

Técnicas que desencadeiam, transmitem e conservam o deqi 628

7.3.1 Introdução 628

7.3.2 Técnicas que desencadeiam o deqi 628

7.3.3 Técnicas que reforçam e transmitem o deqi 631

7.3.4 Técnicas que conservam o deqi (shou qi)

634

08-Ch07-607-688-9783437561412.indd 607

7.4

Técnicas básicas de manipulação 635

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Medium 9788536320342

Capítulo 9. A linguagem

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

AS UNIDADES BÁSICAS DA LINGUAGEM 344

COMO A LINGUAGEM TRANSMITE O

SIGNIFICADO 349

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM COM CAPACIDADES

DIFERENTES 372

LINGUAGEM E PENSAMENTO

376

O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA

CRIANÇA 359

COMENTÁRIOS FINAIS: LINGUAGEM E

COGNIÇÃO 381

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM EM AMBIENTES

DIFERENTES 368

RESUMO 382

A L INGUAGEM

Lila R. Gleitman e Daniel Reisberg

Q

uando consideramos as formas sociais e os artefatos físicos das sociedades humanas, surpreendemo-nos

com a diversidade de culturas em diferentes épocas e locais.

Algumas pessoas andam a pé, outras viajam em camelos e outras ainda pilotam foguetes até a lua. Porém, em todas as comunidades e em todas as épocas, os seres humanos são

semelhantes por terem linguagem. Essa conexão psicológica crucial, entre ter linguagem e ser humano, sempre intrigou aqueles que se interessam pela natureza da mente humana. De fato, para filósofos como Descartes, a linguagem é a função mental que mais distingue os humanos de outros animais e é “o único sinal e a única marca certa do pensamento oculto e envolto no corpo”. Neste capítulo, apresentamos um quadro geral da linguagem humana e sua aprendizagem.

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Medium 9788520431399

SEÇÃO 4 — ATENDIMENTO DE URGÊNCIA

Mauro Batista de Morais, Sandra de Oliveira Campos, Maria Odete Esteves Hilário Editora Manole PDF Criptografado

SEÇÃO 4

ATENDIMENTO DE URGÊNCIA

Gisele Limongeli Gurgueira

245

Ressuscitação cardiopulmonar em pediatria

37

Leandro Guimarães Peyneau

INTRODUÇÃO

A parada cardíaca, também chamada de parada cardiopulmonar, é a cessação da circulação sanguínea como resultado da ausência ou ineficiência da atividade mecânica cardíaca. A parada cardiopulmonar resulta em isquemia orgânica, causando morte celular e, se não revertida rapidamente, a morte do paciente.

Em contraste com a parada cardíaca nos adultos, a parada cardíaca súbita em crianças é incomum. A parada cardiopulmonar é mais frequentemente resultante de uma insuficiência respiratória ou choque do que secundária a uma arritmia cardíaca. Assim, a parada cardíaca na faixa etária pediátrica é o evento final de hipoxemia e acidose progressiva, e ocorre mais frequentemente em lactentes e crianças jovens, em particular aquelas com doença de base.

O colapso súbito decorrente de fibrilação ventricular/taquicardia ventricular sem pulso é incomum na faixa etária pediátrica, sendo o modo de apresentação em cerca de 5 a 15% de todas as paradas cardiopulmonares pediátricas (pré-hospitalares e hospitalares). Esses ritmos citados são encontrados em algum momento da reanimação, em aproximadamente 27% das paradas cardíacas pediátricas intra-hospitalares, sendo que em 10% dos casos são os ritmos de apresentação da parada cardíaca. Condições predisponentes para esse tipo de apresentação incluem: cardiomiopatia hipertrófica, artéria coronária anômala, síndrome do QT longo, miocardites, intoxicação exógena e outros.

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Medium 9788520432235

11. Fisioterapia complexa de drenagem (FCD)

Michael Földi, Roman Ströbenreuther Editora Manole PDF Criptografado

11

Fisioterapia complexa de drenagem (FCD)

11.1  Aspectos gerais

Componentes da FCD:

■■ DLM;

■■ terapia de compressão;

■■ cuidados com a pele;

■■ exercícios físicos;

■■ eventualmente, fisioterapia.

A drenagem linfática manual é somente um componente do conceito de tratamento em 2 fases da FCD. Uma drenagem linfática manual isolada não é apropriada para o tratamento de um linfedema. Igualmente importantes são:

■■

■■

■■

■■

Fase I: DLM e troca das bandagens compressivas diárias.

Fase II: DLM 1 a 2 vezes/semana, meias de compressão feitas sob medida.

uma terapia de compressão complementar (modo de ação, ver item

11.2); medidas de cuidados com a pele; exercícios de movimento para reduzir edemas; eventualmente, tratamento fisioterapêutico adicional (ver a seguir).

Durante a fase I – intensiva, o tratamento e a aplicação de novas bandagens compressivas são realizadas diariamente. Nas formas avançadas de linfedema, essa fase frequentemente é realizada com o paciente internado. Durante a fase I, os pacientes também aprendem a aplicar suas próprias bandagens, uma parte importante das medidas de autocuidado da fase II. A capacidade de aplicar suas próprias bandagens torna os pacientes independentes e estimula suas responsabilidades individuais.

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Medium 9788520437858

19. Corrente elétrica

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura, Everson Luiz de Almeida Artifon, Paulo Sakai Editora Manole PDF Criptografado

CORRENTE ELÉTRICA

19

José Mário Gaspar Conterato

Felipe Machado Oliveira Albino

Sergio Eiji Matuguma

Edson Ide

Gustavo Oliveira Luz

Carlos Kiyoshi Furuya Júnior

O BISTURI ELÉTRICO (OU GERADOR ELETROCIRúRGICO)

A partir da energia elétrica alternada de baixa frequência (60 Hz), o bisturi elétrico gera correntes elétricas alternadas de alta frequência na faixa de 390 kHz até 4

MHz, ou seja, na faixa de frequência usada pelas emissoras de rádio e, por essa razão, esses equipamentos são também conhecidos como geradores de radiofrequência

(RF). As ondas geradas trabalham em tensões elevadas que podem variar de centenas até milhares de Volts. Assim, cada efeito eletrocirúrgico de corte (seja puro, misto ou pulsado) e coagulação (seja por contato ou sem contato) é obtido a partir de uma combinação de fatores que abrangem basicamente a forma de onda e as suas tensões máximas (amplitude da onda).

Os bisturis elétricos são desenvolvidos em acordo com normas técnicas que estabelecem a existência de indicadores visuais (cores e luzes) e sonoros (tons), para distinguir os modos de operação nos ajustes dos painéis e também no acionamento do gerador. Pode ser de grande ajuda saber que os modos de corte são exclusivamente amarelos e emitem tom agudo quando acionados, enquanto os modos de coagulação são azuis e emitem tom grave. E, ainda, que os modos bipolares podem ser de coloração azul ou cinza, mas emitem sempre tom grave. Assim, para selecionar, ajustar e/ ou acionar um modo eletrocirúrgico, é preciso ter em mente a cor e som específico de cada uma deles.

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Medium 9788520435243

5. Diferenças estruturais entre as duas mecânicas

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

5

Diferenças estruturais entre as duas mecânicas

Todos sabemos que as máquinas construídas pela mão do homem se constituem de peças de metal ou de outras substâncias. Essas peças são inertes e apenas reagem à força aplicada sobre elas, mas são incapazes de se adaptar a pressões suplementares e, sobretudo, estão fadadas ao desgaste relativamente rápido de suas superfícies de atrito; além disso, são suscetíveis a fraturas “por fadiga” depois de um período muito longo de funcionamento repetitivo.

As diferentes partes do sistema musculoesquelético, por outro lado, são estruturas vivas, o que significa que são capazes de responder a estímulos, fortalecendo-se nos pontos que trabalham mais, capazes de se reconstruir e de compensar o desgaste no nível articular. Tudo isso faz a diferença entre peças mecânicas inertes, fadadas à destruição relativamente rápida, e estruturas vivas, capazes de resistir ativamente às pressões.

É fácil comparar um automóvel com um ser humano: um automóvel trafega, em média, 100.000 km e dura 15 anos, enquanto a vida do ser humano dura mais de 75 anos, durante os quais seu coração bate pelo menos 3 bilhões de vezes. A máquina humana é, na verdade, muito mais sólida que as melhores máquinas produzidas pelo próprio homem. E isso se deve ao fato de ela ser uma máquina viva.

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Medium 9788520456033

9. Pneumonia grave adquirida na comunidade

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Pneumonia grave adquirida na comunidade

Daniel Joelsons

Marília Bordignon Antonio

MENSAGENS RELEVANTES

��É

uma doença aguda de causa infecciosa. raio X continua sendo o padrão-ouro para o diagnóstico – apesar da melhor sensibilidade da tomografia (principalmente em pacientes idosos).

��Não é possível determinar o agente etiológico por meio do raio X ou pela história clínica.

��Deve-se utilizar o PSI/PORT ou o CURB 65 para decidir local de tratamento, levando em consideração as condições biopsicossociais do paciente.

��Principais agentes: S. pneumoniae, bacilos Gram-negativos (BGN) e H. influenzae. Não esquecer dos vírus!

��Caso não haja resposta clínica, avaliar a presença de agentes não típicos ou outros diagnósticos.

��O

INTRODUÇÃO

�� Definição:

doença inflamatória aguda de causa infecciosa, causada por vírus, bactérias ou fungos: ww Fora do ambiente hospitalar ou de unidades especiais de atenção à saúde ou que se manifeste até 48 h após admissão hospitalar.

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Medium 9788566103281

26. Modelo Inovador Uniamérica

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Modelo Inovador

26 Uniamérica

Coordenador Fausto Fava de Almeida Camargo

Resumo

Ao conversar com alunos sobre os modos de ensinar e aprender, percebe-se que o ensino essencialmente transmissivo, centrado unicamente no conhecimento do professor, é motivo de muitas insatisfações. Reclamam de ficar horas ouvindo, da rigidez dos horários, do distanciamento do conteúdo proposto com a vida pessoal e profissional e dos recursos pedagógicos pouco atraentes. Ao conversar com professores, a recíproca também é verdadeira.

Mesmo diante de tantos avanços tecnológicos e científicos, o modelo de aula continua, predominantemente, oral e escrito, bem como os recursos utilizados. Têm se mantido intactos: muito giz, caderno e caneta. Quando mudam, ganham uma nova roupagem por meio da utilização dos instrumentos audiovisuais. Já os alunos aprendem a receber o conteúdo passivamente e cada vez mais esperam tudo produzido pelos professores.

Diante desse contexto, o problema/desafio percebido centrou-se nos questionamentos: como modificar os modos de aprender e ensinar para gerar resultados mais positivos? Como garantir que os alunos se apropriem do conhecimento e o relacionem com o cotidiano profissional?

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Medium 9788520435250

Controle de pragas

Roberto Martins Figueiredo Editora Manole PDF Criptografado

Controle de pragas

Xô, Bactéria!

Como higienizar bem os banheiros para que não apareçam aquelas mosquinhas desagradáveis?

Retire o tampão do ralo. Pegue uma bacia com uma solução de água quente

(1 litro) mais 1 colher de sopa de detergente, lave-o com uma escova própria utilizando luvas. Enxágue com água bem quente. Prepare uma solução de 1 litro de água fria com um copo de água sanitária e despeje no ralo. Esses insetos são conhecidos como “moscas dos drenos” ou “moscas dos ralos”, e seu nome científico é Psychoda alternata. Essas mosquinhas não transmitem doenças, mas indicam que é preciso limpar os ralos. Suas larvas se alimentam de bactérias que crescem no material gelatinoso encontrado nesses locais.

Aquelas formiguinhas minúsculas são as que também promovem a infecção hospitalar? Em casa elas também podem trazer doenças caso transitem pela cozinha, andando sobre as louças, por exemplo?

Insetos, em geral, principalmente os rasteiros, podem veicular microrganismos para os alimentos, provenientes, por exemplo, do lixo, do banheiro e até de outros insetos (baratas mortas).

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Medium 9788520433904

4. Felicidade não é bem que se mereça

Jorge Forbes Manole PDF Criptografado

4. F EL I CI DA D E N ÃO É B E M

QUE SE M E R EÇ A 1

Temos nos referido com insistência à felicidade em psicanálise,

como acabamos de fazer no capítulo precedente. Isso nos leva a aprofundar um pouco mais o tema, pois trata-se da felicidade possível diante do real, que se consegue em uma psicanálise, fora da moral tradicional do merecimento.

Felicidade é um tema mais comum nos livros de autoajuda, de livrarias de aeroporto, que assunto de psicanalistas. Ao contrário do sorriso bondoso que carregam os arautos da felicidade, os analistas apresentam-se normalmente com o ar de ceticismo daqueles que conhecem o desejo, a saber que alguma coisa sempre lhes estará faltando, mesmo se você ainda

1 Este capítulo foi apresentado no XVII Encontro Brasileiro do Campo

Freudiano, Rio de Janeiro, 21 a 23 nov. de 2008. Publicado em Opção lacaniana, n. 54, 2009, p. 55-9.

85

não tiver descoberto. É o que faz, também, que cara de felicidade seja associada à tolice, enquanto cara fechada seja vista como sinal de seriedade.

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Medium 9788520457368

12. Ecocardiografia sob estresse

Mathias Jr., Wilson Editora Manole PDF Criptografado

12

Ecocardiografia sob estresse

Modalidades

A ecocardiografia sob estresse conta com várias modalidades, como a ecocardiografia por meio do esforço, com uso de marca-passo transesofágico, com uso de drogas vasodilatadoras como dipiridamol e adenosina e com drogas adrenérgicas, como a dobutamina. Para o estudo de vasoespasmo, é possível contar com o teste de hiperventilação e com o uso de drogas como a ergonovina.

Indicações gerais

Avaliação de isquemia miocárdica em indivíduos sintomáticos, quando o teste ergométrico padrão não é diagnóstico; pesquisa de isquemia miocárdica em pacientes com quadro clínico não sugestivo de insuficiência coronária e teste ergométrico positivo ou duvidoso; avaliação de isquemia miocárdica em pacientes que não podem realizar exercício físico ou pacientes com bloqueios de ramo ao eletrocardiograma ou em uso de drogas que possam alterar o resultado do teste ergométrico; avaliação do significado funcional de lesões coronárias conhecidas; estratificação de risco após IAM não complicado; estratificação de ris-

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Medium 9788520456033

33. Monitorização respiratória

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 33

Monitorização respiratória

Guilherme Bittar Cunha

Bruno Adler Maccagnan Pinheiro Besen

MENSAGENS RELEVANTES

��A

gasometria arterial é o método padrão-ouro para monitorização de trocas gasosas no paciente crítico.

��A relação PaO /FiO é uma forma de estimar o grau de comprometimento das trocas gasosas.

2

2

��A relação SaO /FiO é uma estimativa não invasiva da relação PaO /FiO , com boa

2

2

2

2 correlação.

��A capnografia está indicada nas seguintes situações: (1) parada cardiorrespiratória; (2) pós-intubação; (3) pacientes sob ventilação mecânica selecionados (em especial neurocríticos).

��O CO exalado ao final da expiração (EtCO ) é um marcador não invasivo da PaCO , mas

2

2

2 pode ter seus valores alterados por diversos outros fatores, em especial aumento de espaço morto alveolar.

��Com a manobra de pausa inspiratória, pode-se calcular a complacência e a resistência do sistema respiratório.

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Medium 9788520457511

Comentários – Prova de 2015

Francisco Maia da Silva Editora Manole PDF Criptografado

COMENTÁRIOS

PROVA DE

2015

1 As placas ateroscleróticas instáveis apresentam aspectos estruturais associados à maior vulnerabilidade à ruptura, como a presença de enzimas que degradam a matriz extracelular (proteinases), produzidas por abundantes macrófagos e mastócitos ativados no local da placa. Além desses aspectos, o estresse induzido pela pressão intraluminal, pelo tônus vasomotor coronariano, pela taquicardia

(estiramento e compressão cíclicos) e pela rotura dos vasos nutrientes contribui para produzir a rotura da placa na margem da capa fibrosa próxima a um segmento adjacente da parede da artéria coronariana (região do ombro da placa).

Numerosos parâmetros-chave fisiológicos como a pressão arterial sistólica, a frequência cardíaca, a viscosidade sanguínea, a atividade do ativador de plasminogênio e os níveis plasmáticos de epinefrina e cortisol exibem variações sazonais e circadianas e se elevam em momentos de estresse. Esses fatores agem em conjunto, para produzir maior propensão à rotura da placa e à trombose coronariana, produzindo maior número de eventos nas primeiras horas da manhã, portanto, nas primeiras horas do anoitecer não é um fator de risco conhecido.

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Medium 9788520457511

Questões – Prova de 2017

Francisco Maia da Silva Editora Manole PDF Criptografado

QUESTÕES

PROVA DE

2017

1 Uma paciente do sexo feminino, 45 anos, procura a emergência com quadro de anasarca agravado há cinco dias. Apresenta edema de membros inferiores há seis meses, mas não havia procurado o médico. No antecedente pessoal e familiar, nada a registrar. Ao exame físico com a paciente sentada, observam-se taquipneia, fácies de muita apreensão, ausência de estertores crepitantes, ritmo cardíaco regular, frequência cardíaca de 103 bpm e pressão arterial de 140 x 70 mmHg, estase jugular, fígado há 2 cm abaixo do rebordo costal direito. Eletrocardiograma com inversão de onda T nas precordiais direitas. Diante do quadro, é

INCORRETO afirmar que: a. A cintilografia com gálio teria benefício significante no esclarecimento b. c. d. e.

diagnóstico.

A RMC vem demonstrando grande valor, especialmente com a técnica de realce tardio com gadolínio.

A avaliação estrutural e funcional do ventrículo direito na ecocardiografia tem importância diagnóstica e também prognóstica.

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Medium 9788520430026

Codependência – Se a relação está ruim, por que não se separam?

Geraldo josé Ballone Editora Manole PDF Criptografado

Codependência

Se a relação está ruim, por que não se separam?

Algumas pessoas que sofrem com o ciúme de outra se queixam da situação de constrangimento ou mesmo sofrimento que lhes é imposta, e só não se queixam mais porque receiam a pergunta óbvia:

“Então, por que não se separa?”. A situação não é assim tão simples.

O amor, entre tantas características curiosas, exige uma espécie de rendição ao outro. Entretanto, essa rendição não deve ser compreendida como privação imposta da liberdade, já que a convivência com o outro deve ser espontânea, e ambas as pessoas escolhem livremente estar juntas e se renderem reciprocamente.

O amor sadio não produz um cárcere da posse. Ele deve ser, sobretudo, compreensivo e generoso. O amor patológico, entretanto, apoia-se na obsessão, no desejo de controlar, possuir, manipular e, invariavelmente, é acompanhado de ciúme patológico. As características do amor patológico são tão diferentes das do amor sadio que seria preferível chamar este último de amor verdadeiro e o outro de falso-amor, uma vez que, por meio do domínio, ele deixa de reconhecer o outro como pessoa livre e senhora de seus sentimentos.

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