11 capítulos
Medium 9788527728720

3 - O Atletismo em Discussão | Campo Prático

Sara Quenzer Matthiesen Grupo Gen PDF Criptografado

O Atletismo em Discussão |

Campo Prático

3

Após uma introdução teó­rica, que poderá ocorrer a partir de um primeiro levantamento acerca do que os alunos conhecem do atletismo, o próximo passo será levá-los até a pista.

No local, o professor, além de procurar observar o que eles já conhecem, poderá, em um primeiro momento, organizar uma atividade que os familiarize com o espaço em que irão trabalhar durante todo o curso.

Adaptada ao espaço físico da pista de atletismo e ao conhecimento específico dessa modalidade esportiva, a “caça ao tesouro” é uma atividade que poderá provocar ótimos resultados.

Atividade 1 | Caça ao tesouro u Dinâmica. Oito ou mais pistas (charadas) serão colocadas em diferentes pontos da pista para que os alunos de equipes diferentes, ao tentarem decifrá-las, consigam descobrir onde está o “tesouro”. Este, por sua vez, deverá ser algo que esteja diretamente relacionado com o atletismo, como, por exemplo: a fotografia de um atleta; uma tabela dos recordes mundiais etc. Divididos em duas equipes, os alunos receberão a primeira pista (diferentes entre si) das mãos do professor. Considerando que a primeira pista levará à segunda, e assim sucessivamente, a última pista levará diretamente ao tesouro. A ideia é que os alunos corram juntos, de mãos dadas, pelo espaço, em busca da próxima pista e, consequentemente, do tesouro. A

Ver todos os capítulos
Medium 9788527728720

2 - Dimensões Educacionais do Atletismo | Aplicação em Diferentes Programas de Atividades Físicas

Sara Quenzer Matthiesen Grupo Gen PDF Criptografado

Dimensões Educacionais do Atletismo | Aplicação em Diferentes Programas de Atividades Físicas

2

Atletismo | Onde praticar e para q

­ uê?

Não é preciso frisar o quanto o entusiasmo pela prática de atividades físicas tem sido crescente nos últimos tempos. Quer por motivos voltados à promoção da saú­de e do bem-estar, quer em prol de adequações à silhueta da moda, as pessoas têm se dedicado à prática de atividades físicas das mais diversas.

Assim, com o propósito de uma prática permanente, incorporada quase que como um hábito diá­rio na vida do in­di­ví­duo, o atletismo poderia integrar diferentes programas de atividade física quer em escolas, quer em clubes, para citarmos dois locais onde poderia ser plenamente desenvolvido. Mas, atenção: não estamos nos referindo aqui àquela corrida esporádica ao final da tarde ou ao final de semana rea­li­zada por um público cada vez mais crescente. Falamos do atletismo em si, enquanto modalidade esportiva composta por determinadas regras e movimentos específicos. Enfim, um elemento cultural e, portanto, construí­do historicamente e que deve ser de acesso público.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527728720

1 - O Atletismo em Discussão | Campo Teórico

Sara Quenzer Matthiesen Grupo Gen PDF Criptografado

O Atletismo em Discussão |

Campo Teó­rico

1

Partir do que se conhece

Este é o pressuposto básico para o ensino do atletismo em qualquer idade! E vejam que estamos nos referindo a todo e qualquer conhecimento inicial que o aluno, independentemente da faixa etária, possa ter. Ou seja, o conhecimento advindo das poucas reportagens e competições veiculadas pela mídia escrita e/ou televisiva; o conhecimento que porventura tenha sido transmitido em aulas regulares de Educação Física; a experiência registrada durante a participação em competições escolares etc. Portanto, para o início de um bom trabalho, sugere-se que o professor faça um levantamento daquilo que já é conhecido pelos alunos, tendo em vista suas vivências anteriores.

Ao início do curso, por exemplo, o professor poderá utilizar estratégias que o orientem em relação ao conhecimento prévio dos alunos acerca dessa modalidade esportiva, ao mesmo tempo que tais atividades poderão funcionar como um “quebra-gelo”, passível de aplicação em sua primeira aula, favorecendo a interação entre aluno–professor e aluno–aluno.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527728720

7 - Lançamentos e Arremessos

Sara Quenzer Matthiesen Grupo Gen PDF Criptografado

7

Lançamentos e Arremessos

Lançamento do dardo1

Um pouco da história

Os dados históricos revelam que o lançamento do dardo consistia em uma das provas do pentatlo desenvolvida pelos gregos nos Jogos Olímpicos da Antiguidade. Na Era Moderna, o dardo, segundo Fernandes (1978), integra a programação olímpica masculina desde os Jogos Olímpicos de 1906, rea­li­zados em Atenas, enquanto, no feminino, passou a ser rea­li­zado dentro dos Jogos Olímpicos a partir de Los Angeles, em 1932 (Tabelas 7.1 e 7.2).

Assim como em outras modalidades, as regras e o implemento sofreram alterações como, por exemplo, em relação ao centro de gravidade. Atualmente, homens e mulheres executam o lançamento do dardo de acordo com as regras oficiais que não permite a rea­li­zação de “estilos não ortodoxos” (Figura 7.1).

Tabela 7.1 Provas oficiais de recorde mundial | Lançamento do dardo.

Categoria

Idade

Prova

Sexo

Sub-14

12 e 13 anos

Lançamento do dardo (400 g)

Ver todos os capítulos
Medium 9788527728720

6 - Saltos

Sara Quenzer Matthiesen Grupo Gen PDF Criptografado

Saltos

6

Introdução

São várias as provas de saltos no campo do atletismo, mas certamente todas elas, quer enfatizem a projeção horizontal, quer a projeção vertical, empolgam muito seus praticantes.

Não obrigatoriamente, devem ser ensinadas na se­quência aqui proposta. Contudo, é uma orientação interessante ensinar os saltos a partir do ensino das corridas. Assim, e para efeitos didáticos, sugere-se que, com base nos conhecimentos acerca das corridas, introduza-se o trabalho com os saltos, iniciando-se pelos saltos em projeção horizontal (distância e triplo) e, posteriormente, pelos saltos em projeção vertical (altura e vara), conforme veremos a seguir.

Salto em distância

Um pouco da história

Tendo em vista que já era praticado dentro da prova do Pentatlo nos Jogos Olímpicos da

Antiguidade, o salto em distância é considerado, dentre as provas de saltos, uma das mais antigas. Há, entretanto, registros de que era rea­li­zado com o auxílio de halteres de pedra, os quais, com formas e pesos diferenciados, eram segurados pelos atletas que consideravam que esse procedimento contribuiria para a extensão do salto (Tabelas 6.1 e 6.2).

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos