917 capítulos
Medium 9788520435854

10. Adesão ao exercício e medidas de segurança

TAYLOR, Albert W.; JOHNSON, Michel J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

Adesão ao exercício e medidas de segurança

Conteúdo deste capítulo

Adesão ao exercício

Determinantes da participação em atividades físicas

Características e atributos pessoais

Fatores ambientais

Estratégias para aumentar a adesão

Segurança

Recomendações para programas de exercícios

Resumo

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Fisiologia do exercício na terceira idade

“Uma atividade ou exercício é prescrito de acordo com o limite máximo previsto para a capacidade fisiológica do indivíduo, ainda que acima do limite mínimo da faixa de limiar terapêutico. Isso é garantido por meio da condução de um monitoramento apropriado. É essencial saber os sinais e sintomas de distress durante a prática do exercício, sendo necessário antecipá-los para cada indivíduo. É preciso ensinar o idoso o momento certo para realizar o automonitoramento.”

Dean (1994, p.88)

Neste capítulo, são discutidos a adesão ao exercício, os determinantes da participação em atividades físicas e os aspectos relativos à segurança dos idosos. Ainda, são descritos os problemas e necessidades específicas dos idosos em relação aos seus programas de exercício. Também são discutidas as estratégias destinadas a aumentar essa adesão, como a adoção de intensificadores de programa, modificação do comportamento e supervisão do comportamento.

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Medium 9788520440018

10. Articulação do tornozelo e do pé

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação do tornozelo e do pé

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A construção da articulação do tornozelo/pé é a mais intrigante.

Os 26 ossos (7 tarsais, 5 metatarsais e 14 falanges), os 19 grandes músculos, muitos pequenos músculos intrínsecos da planta do pé e mais de 100 ligamentos compõem a estrutura principal de cada articulação do tornozelo e do pé.

A transferência de peso da tíbia para o tálus e então para o calcâneo (osso do calcanhar) é um incrível ato de equilíbrio em que se recebe o peso de todo o corpo e, em seguida, impulsiona-o adiante para o restante do pé.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E DO PÉ

Articulações e ações da articulação do tornozelo e do pé

A articulação superior do tornozelo é o ponto de articulação entre a tíbia, a fíbula e o tálus.

Eles se encaixam firmemente; é uma articulação do tipo gínglimo, em que ocorrem as ações de flexão plantar e flexão dorsal. A articulação inferior, ou distal, do tornozelo é uma combinação das articulações talocalcânea e transversa do tarso. Os sete ossos tarsais estão localizados nessa área, e há diversos movimentos entre as várias articulações. A autora prefere simplificar as ações articulares da área utilizando os termos“pronação”e“supinação”(ver página 179).

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Medium 9788520426999

10. Corpo Inteiro

GOLDENBERG, Lorne; TWIST, Peter Editora Manole PDF Criptografado

Corpo

Inteiro

Exercícios neste capítulo

Leg Press de Estabilização com Parceiro

Agachamento com Desenvolvimento por Cima da Cabeça

Rolamento com Agilidade

Avanço com Deslocamento e Rotação da Medicine Ball por Cima da Cabeça

Avanço Angulado com Rotação Horizontal da Medicine Ball

Flexão dos Membros Superiores com Deslocamento na Medicine Ball

Arremesso de Lateral a Frontal da Medicine Ball contra a Parede

Circuito com a Medicine Ball

Cortada de Machado com Flexão do Quadril

Rebote Lateral no Solo com a Medicine Ball por Cima da Cabeça

Salto e Arremesso com a Medicine Ball por Cima da Cabeça

Arremesso da Medicine Ball com Salto com os Dois Membros Inferiores e

Aterrissagem com um Membro Inferior

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Treinamento de Força com Bola

LEG PRESS DE ESTABILIZAÇÃO

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Medium 9788520428955

10. Criando um programa de força e condicionamento

SALO, Dave; RIEWALD, Scott A. Editora Manole PDF Criptografado

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Criando um programa de força e condicionamento

Agora que você já viu como a força e o condicionamento físico podem melhorar seu desempenho na Natação, vamos discutir como é possível estruturar seu treinamento no decorrer de uma temporada.Vários princípios de treinamento são subjacentes ao tipo de programa, porém na verdade o mais importante é ter um plano – conhecendo seus objetivos específicos ou os dos nadadores que você treina. Saiba o que quer e quando deseja fazê-lo.Você pode ter o objetivo de atingir dois picos de desempenho neste ano e querer que eles ocorram durante as provas dos campeonatos estaduais no verão e na primavera. Seus objetivos podem ser um pouco diferentes dos da equipe nacional, que são conseguir apenas um pico por ano no Pan Pacific ou no Campeonato Mundial ou então a cada quatro anos nos

Jogos Olímpicos. Quer você seja membro da equipe do seu país, um nadador máster, membro de um grupo de nadadores jovens ou um triatleta, um programa bem desenvolvido de força e condicionamento o ajudará a levar seu nível de desempenho para o próximo patamar. Independentemente de quais sejam suas aspirações, quanto mais você entende a ciência por trás da periodização e do desenvolvimento de um plano de treinamento, mais capaz você será de aprimorar a integração do treinamento de força ao seu nado.

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Medium 9788520439180

10. Exercício físico para pacientes com fibromialgia

LANCHA JR., Antonio Herbert; LANCHA, Luciana Oquendo Pereira Editora Manole PDF Criptografado

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E� xercício físico para pacientes com fibromialgia

Fernanda Rodrigues Lima

Roberta Potenza

Guilherme Giannini Artioli

Introdução

A fibromialgia (FM) é uma síndrome crônica composta pela combinação variável de dor difusa pelo corpo, fadiga, sensação de rigidez no aparelho locomotor, distúrbio do sono, sintomas autonômicos e alterações cognitivas. A presença desses sintomas deve ocorrer na ausência de outra doença orgânica que os justifiquem1.

Por muito tempo, a FM não foi considerada um diagnóstico diferencial em quadros álgicos do aparelho locomotor, possivelmente pela sua complexidade clínica e fisiopatológica e pela ausência de alterações objetivas no exame físico e em testes laboratoriais que pudessem caracterizar melhor a sua existência como uma doença2.

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Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

Atualmente, graças aos estudos clínicos e experimentais em neurofisiologia da dor, a tendência é se caracterizar a FM como uma síndrome de sensibilização central que pode se sobrepor a outras síndromes desse tipo, como a síndrome da fadiga crônica, síndrome do cólon irritável, enxaqueca e síndrome das pernas inquietas, por exemplo3.

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