110 capítulos
Medium 9788520432822

2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida, Clodoaldo José Dechechi Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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Medium 9788582713891

Capítulo 5 - Desenvolvendo Sessões Individualizadas de Treinamento Resistido

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

5

Desenvolvendo Sessões Individualizadas de Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. aplicar os princípios de elaboração de um programa de treinamento a fim de desenvolver um estí­mulo eficaz e individualizado promovido pelo exercício;

2. realizar questionários com perguntas adequadas que abranjam a análise das necessidades individuais, em termos de análise biomecânica, fontes de energia e prevenção de lesões;

3. identificar e compreender a importância da manipulação das variáveis agudas de um programa de treino, e os efeitos agudos induzidos pela sessão e o programa de treinamento;

4. compreender as respostas fisiológicas específicas da manipulação aguda do programa e o impacto dessas respostas na elaboração dos exercícios físicos e do programa;

5. compreender o conceito de potencial de treinamento e as diferentes janelas de adaptações para diferentes níveis de condicionamento e medidas diversas; e

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Medium 9788582713471

Capítulo 5. Competição e cooperação

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

Competição e cooperação

5

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Entender a diferença entre competição e cooperação

Descrever o processo competitivo

Detalhar os estudos psicológicos sobre competição e cooperação

Discutir os fatores sociais que influenciam a competição e a cooperação

Explicar por que a competição pode ser tanto boa quanto ruim

Entender como equilibrar esforços competitivos e cooperativos

A partir de casos relatados por ex-atle-

tas, fica evidente que o esporte competitivo pode afetar os participantes de formas muito diferentes em termos de crescimento e desenvolvimento pessoal. Roger

­Staubach, por exemplo, um quarterback pertencente ao

Hall da Fama, disse: “Por causa dos exercícios físicos e de minhas experiências no esporte, aprendi a controlar as coisas nos negócios e na vida”. Por outro lado,

Tom House, e­ x-lançador da liga principal de beisebol, declarou: “Para todos os efeitos, o atleta profissional é um eterno adolescente... Quanto mais longa a exposição ao ambiente de esporte profissional, mais os atletas se desviam de uma capacidade de entender e lidar com as demandas do mundo real”. Muitos participantes de esportes competitivos afirmam que essa atividade não apenas pode levar a esforços cooperativos entre colegas de equipe que perseguem um objetivo comum (pense em Kevin Garnett, Ray Allen e Paul Pierce, do Boston

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Medium 9788582713822

Capítulo 23 - Treinamento para basquete

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

23

Brijesh Patel e Arthur D. Horne

Treinamento para basquete

O basquete é um dos esportes mais populares do mundo, pode ser jogado o ano todo, utilizando apenas um salto e uma cesta; qualquer atleta interessado em aprender e se desenvolver no esporte pode praticar os exercícios e táticas específicas todo o dia. Ao mesmo tempo em que essa metodologia de trabalho pode não ser a melhor para se preparar para o jogo, é o tipo de esforço que a maioria dos treinadores utiliza e faz parte da cultura de treinamento deste esporte. Na verdade, os atletas do basquete sempre preferiram treinar táticas e habilidade de jogo em detrimento da preparação física. Em contrapartida, os atletas do futebol

(americano) e hóquei apreciam o treinamento físico visando aumentar seu rendimento atlético. O fato de que o basquete pode ser jogado o ano todo torna difícil para muitos devotar o tempo necessário para melhorar sua força e outras valências motoras que irão refletir em melhoras de rendimento.

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Medium 9788536317960

Capítulo 6: A psicossociologia do cínculo do esporte - adultos, crianças e adolescentes: análise das influências

Dante De Rose Jr. Grupo A PDF Criptografado

A PSICOSSOCIOLOGIA DO

VÍNCULO DO ESPORTE —

ADULTOS, CRIANÇAS E

ADOLESCENTES: ANÁLISE

DAS INFLUÊNCIAS

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Antonio Carlos Simões

Quando se pergunta a qualquer criança ou adolescente por que está praticando esporte, é comum ouvir: “Porque gosto de jogar com meus amigos”; “Porque quero ser um jogador rico e famoso”; e/ou: “Porque meus pais querem que pratique esporte”.

Existem outras, e todas demonstrando que o esporte é um dos fenômenos mais notáveis da sociedade moderna. A partir dessa dinâmica complexa, postula-se como objetivo, neste capítulo, estabelecer uma análise do desenvolvimento das relações pró-sociais esportivas, que envolvem uma mobilizadora situação triangular entre crianças/jovens adolescentes, professores/técnicos e familiares (maternos/paternos) com diversos níveis de complexidade social e esportiva escolar.

INTERAÇÕES ENTRE CRIANÇAS

E SEUS CONTEXTOS SOCIAIS

ESPORTIVOS

Em uma perspectiva interdisciplinar, devemos considerar que o dinamismo esportivo requer cuidadosa organização e análise sobre os fenômenos sociointerativos e psicológicos que gravitam sobre

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