11 capítulos
Medium 9788584291304

Capítulo 6 - Letramento corporal, a consciência do self, relações com os outros e o papel do conhecimento e da compreensão no conceito

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

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Letramento corporal, a consciência do self, relações com os outros e o papel do conhecimento e da compreensão no conceito

Margaret Whitehead

Introdução

Este capítulo examina os três últimos atributos do letramento corporal: a criação de um senso de self, o desenvolvimento de uma autoexpressão fluente e uma comunicação eficaz com os outros, e a aquisição de conhecimentos pertinentes ao movimento e à saúde. Os três atributos finais do letramento corporal (D, E e F) estabelecem que:

Indivíduos corporalmente letrados terão um senso de self incorporado muito bem estabelecido no mundo. Isso, junto com uma interação articulada com o ambiente, resultará em uma autoestima e autoconfiança positivas.

Sensibilidade e consciência da capacidade incorporada conduzirão a uma autoexpressão fluente por meio de uma comunicação não verbal e a uma interação perceptiva e empática com os outros.

Além disso, indivíduos corporalmente letrados terão a capacidade de identificar e articular qualidades essenciais que influenciam a efetividade do desempenho do seu próprio movimento e compreenderão os princípios da saúde corporal no que tange a aspectos básicos, como exercício, sono e nutrição.

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Medium 9788536327136

5. Questões Éticas da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico

Jerry R. Thomas, Jack K. Nelson, Stephen J. Silverman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

QUESTÕES ÉTICAS DA PESQUISA

E DO TRABALHO ACADÊMICO

Entre dois males, prefiro sempre o que nunca experimentei antes.

Mae West

C

omo pós-graduando, você vai se deparar com uma série de questões éticas relacionadas à pesquisa e ao trabalho acadêmico. Neste capítulo, chamamos sua atenção para muitas delas e fornecemos uma base para discussões e tomada de decisões. No entanto, nem sempre as opções estão claramente definidas. Para tomar boas decisões, o aspecto mais importante é reunir informações pertinentes e aconselhar-se com professores confiáveis. Entre os principais tópicos apresentados, estão a má conduta científica, o trabalho com professores universitários e com outros pós-graduandos e o uso de seres humanos e animais como sujeitos de pesquisas.

Sete áreas da desonestidade científica

Nos Estados Unidos, o White House Office of Science and Technology Policy (Departamento da Casa

Branca para Assuntos de Ciência e Tecnologia) definiu má conduta científica do seguinte modo:

A má conduta científica consiste em fabricação, falsificação ou plágio na proposta, na execução ou na revisão de pesquisas ou, ainda, no relato de resultados de pesquisas. (Federal

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Medium 9788520433089

3. Músculos, análise de movimento e trabalho em solo

ISACOWITZ, Rael; CLIPPINGER, Karen Editora Manole PDF Criptografado

MÚSCULOS, ANÁLISE

DE MOVIMENTO E

TRABALHO EM SOLO

P Í T UL

3

O

C

A

C

onhecer os músculos que atuam em um determinado exercício de solo irá ajudar você a aplicar os princípios do método pilates discutidos no Capítulo 1 e os do alinhamento discutidos no

Capítulo 2. Enquanto o Capítulo 2 está focado na coluna vertebral, este capítulo irá acrescentar os movimentos e músculos das grandes articulações dos membros superiores e inferiores. Serão descritos os princípios de como os músculos atuam para produzir movimentos de corpo inteiro isolados e complexos e será apresentado um esquema simples que pode ser usado para analisar os exercícios de solo. O capítulo termina com uma explicação sobre o formato usado para descrever os exercícios de solo e as recomendações resumidas para iniciar o trabalho em solo.

As articulações e seus movimentos

Os ossos descritos no Capítulo 2 (Fig. 2.1, p. 10) se unem para formar as articulações. O modo como os ossos se conectam e a forma das superfícies que se unem são usados para classificar as articulações em tipos específicos. Diferentes tipos de articulações têm potenciais de movimento distintos; utiliza-se uma terminologia padronizada para descrever os movimentos que são possíveis a uma dada articulação.

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Medium 9788582713891

Capítulo 1 - Princípios Básicos do Treinamento Resistido e Prescrição de Exercícios

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Princípios Básicos do Treinamento

Resistido e Prescrição de Exercícios

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. definir os termos básicos geralmente usados na elaboração de programas de treinamento resistido;

2. demonstrar os três tipos de ações musculares;

3. explicar o uso de ações musculares voluntárias e seu papel no ganho de força e hipertrofia muscular;

4. discutir os princípios da elaboração de programas, incluindo intensidade, volume de treina­ mento, períodos de repouso, especificidade, periodização e sobrecarga progressiva; e

5. discutir a importância da segurança, incluindo técnica de auxílio, respiração, técnica de exe­ cução do exercício, amplitude de movimento e equipamento.

O treinamento resistido,* também conhecido co­mo trei­

na­mento de força ou com pesos, tornou-se uma das formas mais populares de exercício para melhorar a ap­ tidão física e para o condicionamento de atletas. Os ter­ mos treinamento de força, treinamento com pesos e trei­ na­mento resistido são todos utilizados para descrever um tipo de exercício que exige que a musculatura corporal se movimente (ou tente se movimentar) contra uma for­

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Medium 9788527708869

6 Fundamentos Biomecânicos do Treinamento de Força e de Potência

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Fundamentos Biomecânicos do

Treinamento de Força e de Potência

M.C. SIFF

Introdução

As qualidades de força e de potência são popularmente mais associadas com esportes que requerem apresentação evidente de desempenho muscular impressionante, tais como o levantamento de peso, a luta livre e as modalidades de atletismo. Conseqüentemente, sempre que o treinamento de força foi utilizado como um método de preparação suplementar de esportes, foi aplicado na maioria das vezes nestes tipos de esporte de “força” e minimamente naqueles esportes nos quais o papel do sistema cardiovascular foi forçado à custa de quase todas as outras qualidades motoras.

Entretanto, todos os esportes, e na verdade todos os movimentos humanos, necessitam da geração de níveis apropriados de força e de potência, em uma variedade de aplicações e situações diferentes, como será discutido mais adiante. Vários fatores contribuíram para a relutância prolongada em aceitar o treinamento de força como parte relevante no preparo dos atletas internacionais para as rigorosas competições de ponta. Entre tais fatores, pode-se citar em particular a primazia conferida pelos médicos a respeito do papel do condicionamento cardiovascular em cardíacos e em pessoas sadias em geral, o forte enfoque científico nos processos metabólicos como determinantes do desempenho esportivo e a condenação exagerada do treinamento de força como causa de lesão musculoesquelética, de deficiência da flexibilidade e da diminuição da velocidade do movimento.

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