13 capítulos
Medium 9788520433089

3. Músculos, análise de movimento e trabalho em solo

Rael Isacowitz, Karen Clippinger Editora Manole PDF Criptografado

MÚSCULOS, ANÁLISE

DE MOVIMENTO E

TRABALHO EM SOLO

P Í T UL

3

O

C

A

C

onhecer os músculos que atuam em um determinado exercício de solo irá ajudar você a aplicar os princípios do método pilates discutidos no Capítulo 1 e os do alinhamento discutidos no

Capítulo 2. Enquanto o Capítulo 2 está focado na coluna vertebral, este capítulo irá acrescentar os movimentos e músculos das grandes articulações dos membros superiores e inferiores. Serão descritos os princípios de como os músculos atuam para produzir movimentos de corpo inteiro isolados e complexos e será apresentado um esquema simples que pode ser usado para analisar os exercícios de solo. O capítulo termina com uma explicação sobre o formato usado para descrever os exercícios de solo e as recomendações resumidas para iniciar o trabalho em solo.

As articulações e seus movimentos

Os ossos descritos no Capítulo 2 (Fig. 2.1, p. 10) se unem para formar as articulações. O modo como os ossos se conectam e a forma das superfícies que se unem são usados para classificar as articulações em tipos específicos. Diferentes tipos de articulações têm potenciais de movimento distintos; utiliza-se uma terminologia padronizada para descrever os movimentos que são possíveis a uma dada articulação.

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Medium 9788584291304

Capítulo 6 - Letramento corporal, a consciência do self, relações com os outros e o papel do conhecimento e da compreensão no conceito

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

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Letramento corporal, a consciência do self, relações com os outros e o papel do conhecimento e da compreensão no conceito

Margaret Whitehead

Introdução

Este capítulo examina os três últimos atributos do letramento corporal: a criação de um senso de self, o desenvolvimento de uma autoexpressão fluente e uma comunicação eficaz com os outros, e a aquisição de conhecimentos pertinentes ao movimento e à saúde. Os três atributos finais do letramento corporal (D, E e F) estabelecem que:

Indivíduos corporalmente letrados terão um senso de self incorporado muito bem estabelecido no mundo. Isso, junto com uma interação articulada com o ambiente, resultará em uma autoestima e autoconfiança positivas.

Sensibilidade e consciência da capacidade incorporada conduzirão a uma autoexpressão fluente por meio de uma comunicação não verbal e a uma interação perceptiva e empática com os outros.

Além disso, indivíduos corporalmente letrados terão a capacidade de identificar e articular qualidades essenciais que influenciam a efetividade do desempenho do seu próprio movimento e compreenderão os princípios da saúde corporal no que tange a aspectos básicos, como exercício, sono e nutrição.

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Medium 9788536327136

5. Questões Éticas da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico

Jerry R. Thomas, Jack K. Nelson, Stephen J. Silverman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

QUESTÕES ÉTICAS DA PESQUISA

E DO TRABALHO ACADÊMICO

Entre dois males, prefiro sempre o que nunca experimentei antes.

Mae West

C

omo pós-graduando, você vai se deparar com uma série de questões éticas relacionadas à pesquisa e ao trabalho acadêmico. Neste capítulo, chamamos sua atenção para muitas delas e fornecemos uma base para discussões e tomada de decisões. No entanto, nem sempre as opções estão claramente definidas. Para tomar boas decisões, o aspecto mais importante é reunir informações pertinentes e aconselhar-se com professores confiáveis. Entre os principais tópicos apresentados, estão a má conduta científica, o trabalho com professores universitários e com outros pós-graduandos e o uso de seres humanos e animais como sujeitos de pesquisas.

Sete áreas da desonestidade científica

Nos Estados Unidos, o White House Office of Science and Technology Policy (Departamento da Casa

Branca para Assuntos de Ciência e Tecnologia) definiu má conduta científica do seguinte modo:

A má conduta científica consiste em fabricação, falsificação ou plágio na proposta, na execução ou na revisão de pesquisas ou, ainda, no relato de resultados de pesquisas. (Federal

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Medium 9788520434338

11. Monitoramento e prevenção do overtraining

Dietmar Samulski, Hans-Joachim Menzel, Luciano Sales Prado Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 11

Monitoramento e prevenção do overtraining

Dietmar Martin Samulski

Rauno Álvaro de Paula Simola

Luciano Sales Prado

Introdução

Hans Selye (1956) descreveu a forma pela qual sistemas biológicos reagem ao estresse por meio da chamada síndrome da adaptação geral (SAG). Embora originalmente a SAG se refira a ambientes essencialmente biológicos, essa teoria tem sido utilizada também para explicar como um indivíduo se adapta às cargas de treinamento (Fry et al., 2005). Quando o indivíduo

é submetido a algum tipo de estresse como o exercício físico, ocorre a chamada fase de alarme. Nessa fase, o sistema neuroendócrino é ativado e várias reações possibilitam ao indivíduo enfrentar a situação de estresse ou continuar o exercício (Guyton & Hall, 1998). Ao completar uma ou várias sessões de treinamento, ocorre então a fase de resistência ou supercompensação, na qual várias adaptações ocorrem e o indivíduo atinge um nível superior de desempenho físico. Entretanto, caso o indivíduo não responda adequadamente à fase de alarme, ou ainda quando a carga de treinamento supera sua capacidade de adaptação, ele evolui para a fase de exaustão, uma condição similar ao overtraining (Fry et al., 2005).

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Medium 9788520434338

5. Treinamento mental de atletas olímpicos e paraolímpicos

Dietmar Samulski, Hans-Joachim Menzel, Luciano Sales Prado Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

Treinamento mental de atletas olímpicos e paraolímpicos

Dietmar Samulski

Franco Noce

Varley Teoldo da Costa

Conceitos sobre treinamento mental

A psicologia do esporte é uma das disciplinas que compõem o núcleo das ciências do esporte (Samulski, 2009). Para Nitsch (1989, p.29) “a psicologia do esporte analisa as bases e efeitos psíquicos das ações esportivas, considerando por um lado a análise de processos psíquicos básicos (cognição, motivação, emoção) e, por outro lado, a realização de tarefas práticas do diagnóstico e da intervenção”. A função da psicologia do esporte consiste na descrição, explicação e no prognóstico de ações esportivas, com o fim de desenvolver e aplicar programas cientificamente fundamentados de intervenção, levando em consideração os princípios

éticos (Nitsch, 1986). Para Becker Jr. (2000), a psicologia do esporte e do exercício é o estudo científico de pessoas e seus comportamentos no contexto do esporte e dos exercícios físicos e a aplicação desses conhecimentos.

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