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Capítulo 10 - Crescimento e desenvolvimento na infância

David Gallahue, John C. Ozmun, Jacqueline D. Goodway Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 10

Crescimento e Desenvolvimento na Infância

PALAVRAS-CHAVE

Mielinização

Má nutrição crônica

Atraso no crescimento

Hipertrofia

Atrofia

Endomórfico

Mesomórfico

Ectomórfico

Lesões na placa de crescimento

Mineralização óssea

Tendência secular

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Descrever e interpretar a curva normal e os gráficos de velocidade e deslocamento da infância

• Discutir tendências seculares de tamanho físico e maturação biológica

• Discutir a influência do estado nutricional sobre os processos de desenvolvimento na infância

• Distinguir a má nutrição da subnutrição e discutir as causas e implicações de cada uma

• Descrever as influências relativas do exercício e das lesões sobre o processo de crescimento na infância

• Listar e descrever vários fatores associados que influenciam o processo de crescimento na infância

• Listar as características típicas do desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor da criança com idade de 2 a 6 anos e discutir as suas implicações no programa de movimento desenvolvimental

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Capítulo 6 - Desenvolvimento Motor Inicial

Kathleen M. Haywood, Nancy Getchell Grupo A PDF Criptografado

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Desenvolvimento

Motor Inicial

Restrições fundamentais do indivíduo

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Descrever os diferentes tipos de movimento que ocorrem na infância.

Descrever os marcos referenciais motores.

Examinar o desenvolvimento postural e o equilíbrio em bebês.

Explicar a relação entre os movimentos iniciais e posteriores do bebê.

Explicar como os movimentos iniciais são moldados por uma variedade de restrições.

Identificar a tendência da crescente influência de fatores externos e da decrescente influência de fatores genéticos à medida que o indivíduo avança em idade.

• Listar os reflexos do bebê e suas reações posturais.

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Desenvolvimento Motor Inicial

Desenvolvimento motor no mundo real

Intervenções inovadoras na primeira infância: bebês dirigindo robôs

As crianças que nascem com graves incapacidades motoras, como aquelas associadas à paralisia cerebral, apresentam maior risco de retardos de desenvolvimento associados à mobilidade na cognição, linguagem e socialização. Nas idades de 1 a 5 anos, é fundamental fornecer mobilidade diária, uma vez que o aprendizado significativo, o desenvolvimento do cérebro e do comportamento dependem da mobilidade nesse período.Um projeto da Fundação Nacional de Ciência, carinhosamente chamado de “Bebês Dirigindo Robôs e Carros de Corrida”, começou na Universidade de Delaware, quando Sunil Agrawal, um professor do Departamento de Engenharia Mecânica, abordou o professor Cole Galloway do Departamento de Fisioterapia. Galloway explica, “Dr. Agrawal me disse:

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Medium 9788520432440

1. Introdução

Dietmar Samulski Manole PDF Criptografado

Introdução

1

Tênis: um jogo mental

Os jogadores e técnicos se surpreendem com o fato de 80% do tempo de jogo ser gasto com outros fatores não propriamente relacionados a jogar o ponto. Muito tempo é usado em trocas de lado na quadra, intervalos, espera de saque e raciocínio. No entanto, os jogadores raramente passam entre 70% e 80% do tempo se dedicando à preparação mental durante o treinamento.

O mental é uma parte muito importante do tênis. Tenho trabalhado muito isso, e os resultados estão começando a aparecer. (Feliciano Lopez, membro da Equipe Espanhola da Copa Davis)

O tênis é um esporte complexo, que não depende apenas do talento e do potencial físico e de habilidades técnico-táticas, mas também de capacidades psicológicas, como equilíbrio emocional e força mental. O aspecto mental no tênis é tão importante que, segundo Jimmy Connors, o tênis é

95% um jogo mental em um nível de competição profissional.

Eu quero terminar o ano como o número 1 do mundo. Sei que é difícil, mas estou me preparando para isso mentalmente e trabalhando duro. (Marat Safin)

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4. Tópicos especiais

Dietmar Samulski Manole PDF Criptografado

Tópicos especiais

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Psicologia do jogo de duplas

Team-work, trabalho em grupo, é a palavra-chave no jogo de duplas.

Team-work significa agir, cooperar e competir na quadra como uma equipe, com o objetivo de executar um plano tático de forma eficiente para ganhar o jogo. Por esse motivo, os dois parceiros devem agir com muita harmonia, sintonia, complementando-se. A boa seleção do parceiro é a base de uma dupla bem-sucedida.

O Cássio jogava na esquerda. Ele jogava os pontos decisivos, ele devolvia. Ele batia, e eu jogava no pé, dava lob. Eu era o jogador do toque, e ele, o da porrada. Era uma boa combinação. (Carlos Alberto Kirmayr, a respeito da bem-sucedida dupla ao lado de Cássio Motta).

Na seleção de um bom parceiro ou uma boa parceira, recomendo os seguintes critérios de seleção:

Simpatia e empatia: os dois jogadores devem se gostar e se entender bem dentro e fora de quadra. Especialmente em momentos difíceis durante o jogo, ajudar, motivar e reforçar positivamente o parceiro é importante. A confiança no potencial e no desempenho do parceiro é fundamental para uma boa dupla.

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2. Habilidades psicológicas no tênis

Dietmar Samulski Manole PDF Criptografado

Habilidades psicológicas no tênis

2

O perfil psicológico do jogador de tênis é composto pelas seguintes habilidades psicológicas básicas e específicas:

Autoconfiança

Habilidades emocionais

Superação

Motivação

Rotinas psicológicas

Atitude vencedora

Perfil psicológico no tênis

Habilidades cognitivas

Inteligência de jogo

Recuperação

Figura 2.1  Habilidades psicológicas básicas e específicas do tênis.

Habilidades básicas: são autoconfiança e atitude vencedora. Autoconfiança é a convicção de que um jogador pode conseguir um ótimo desempenho em qualquer situação. O nível de autoconfiança manifesta-se na atitude vencedora. O vencedor sempre entra na quadra com uma atitude vencedora e acredita na vitória.

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Treinamento mental no tênis: como desenvolver as habilidades mentais

Habilidades específicas: são as habilidades motivacionais, como automotivação, autoverbalização, persistência e superação.

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3. Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

Dietmar Samulski Manole PDF Criptografado

Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

3

Introdução

As rotinas competitivas (Figura 3.1) são de grande importância para se conseguir um bom nível de ativação, uma boa concentração e um bom equilíbrio emocional antes, durante e após o jogo.

O desenvolvimento das rotinas depende da personalidade do atleta, da especificidade da modalidade esportiva, do contexto do treinamento e da competição. Por esse motivo, a rotina competitiva representa um comportamento totalmente individualizado, e cada jogador precisa desenvolver suas próprias rotinas para a competição.

Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

Antes do jogo

Um dia antes

No dia do jogo

Durante o jogo

•  Entre os games

•  Saque

•  Devolução

•  Approach

•  Intervalo

•  �Situação de decisão e pressão

Após o jogo

Após o jogo

Um dia após o jogo

Figura 3.1  Rotinas psicológicas competitivas.

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Treinamento mental no tênis: como desenvolver as habilidades mentais

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1. Atividades de equilíbrio e flexibilidade

Lindsay K. Canales, Rebecca K. Lytle Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Atividades de equilíbrio e flexibilidade

As 10 atividades neste capítulo enfocam o aumento e a manutenção de equilíbrio e flexibilidade. Essas atividades envolvem estender os membros superiores e inferiores para alcançar algum objeto, mantendo uma posição de alongamento ou determinada postura corporal por um período prolongado, ou manipular um objeto equilibrando-o adequadamente em uma parte específica do corpo.

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Atividade física 01.indd 1

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2  Atividades físicas para jovens com deficiências graves

Desafio do saquinho de feijão

Conceitos primários

Equilíbrio e flexibilidade.

Conceitos secundários

Conceitos preposicionais; identificação de partes do corpo.

Objetivo da atividade

Equilibrar um saquinho de feijão em uma parte específica do corpo enquanto mantém o equilíbrio.

Equipamento

Saquinhos de feijão (um por aluno).

Preparação

Posicione os alunos em círculo e dê a cada um deles um saquinho de feijão.

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3. Atividades que envolvem coordenação olhos-mãos e olhos-pés

Lindsay K. Canales, Rebecca K. Lytle Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 3

Atividades que envolvem coordenação olhos-mãos e olhos-pés

As 18 atividades descritas neste capítulo envolvem a coordenação entre os olhos e as mãos, assim como entre os olhos e os pés. Essas atividades visam acompanhar um objeto com os olhos a fim de colocá-lo em contato de forma apropriada com a mão ou pé. Habilidades que demonstram coordenação entre os olhos e as mãos e entre os olhos e os pés incluem atingir um objeto utilizando-se de um instrumento (p. ex., raquete, bastão de hóquei), chutando uma bola e jogando-a na direção de um alvo.

Ao executar tais atividades na direção de um alvo, os alunos precisam mostrar que têm mira, força e precisão apropriados. Alunos que não são aptos a utilizarem as mãos em determinada atividade, podem usar os pés. Por exemplo, uma criança com paralisia cerebral pode ter mais facilidade em mover seu pé em vez de sua mão para impulsionar um objeto.

Por essa razão, muitas atividades deste capítulo podem ser adaptadas para o uso da mão ou do pé, dependendo das necessidades do aluno e da meta a ser alcançada em cada tarefa.

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4. Atividades de movimentação espacial

Lindsay K. Canales, Rebecca K. Lytle Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

Atividades de movimentação espacial

As 12 atividades descritas neste capítulo abordam a movimentação dentro de limites determinados de forma segura, sem esbarrar uns nos outros. Muitas atividades que envolvem a movimentação espacial permitem que o aluno se desloque livremente enquanto segue sinais específicos ou orientações preposicionais (p. ex., pare, ande, por baixo, em volta, para cima). Outras habilidades que podem ser identificadas dentro dessa categoria incluem perseguir, fugir e esquivar-se. Essas habilidades relacionadas ao movimento muitas vezes são vistas em jogos do tipo “pega-pega”, em que a pessoa precisa ou pegar alguém ou evitar ser pega por outro jogador.

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84  Atividades físicas para jovens com deficiências graves

Pisoteando o plástico bolha

Conceito primário

Movimentação espacial.

Conceitos secundários

Movimentação criativa; ritmo e compasso.

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2. Atividades de fortalecimento muscular e resistência cardiorrespiratória

Lindsay K. Canales, Rebecca K. Lytle Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Atividades de fortalecimento muscular e resistência cardiorrespiratória

As 10 atividades deste capítulo enfocam o fortalecimento muscular geral e a resistência cardiorrespiratória. Essas atividades envolvem movimento corporal constante, como caminhada, corrida, impulsão de cadeira de rodas e o movimento contínuo dos membros superiores e inferiores. Atividades de treinamento de força por meio do uso de equipamentos como faixas elásticas e o peso do próprio corpo, assim como atividades cujo objetivo é sustentar o movimento por um determinado período, são desenvolvidas para manter ou aumentar a força muscular e a resistência cardiorrespiratória.

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24  Atividades físicas para jovens com deficiências graves

Foguetes de balões

Conceitos primários

Fortalecimento muscular e resistência cardiorrespiratória.

Conceitos secundários

Movimentação criativa; habilidades locomotoras; movimentação espacial.

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4. Exercício e artrite reumatoide

Antonio Herbert Lancha Junior, Luciana Oquendo Pereira Lancha Editora Manole PDF Criptografado

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E� xercício e artrite reumatoide

Fernanda Rodrigues Lima

Reynaldo Costa Rodrigues

INTRODUÇÃO

A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune inflamatória e crônica que se caracteriza por dor e edema das articulações sinoviais. A atividade inflamatória persistente acarreta erosões ósseas, destruição articular e incapacidade funcional. Esse quadro osteoarticular, junto ao padrão de acometimento sistêmico da doença, leva a uma perda funcional progressiva e diminuição das atividades de vida diária. Cerca de 30% dos pacientes deixam de exercer suas atividades profissionais em três anos após o diagnóstico da doença, gerando um imenso impacto negativo na vida social e econômica do indivíduo1-4.

A AR apresenta uma prevalência de 0,5-1,0% da população mundial. Todas as faixas etárias podem ser acometidas, entretanto, há maior

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Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

prevalência entre a 4ª e 5ª décadas de vida e no sexo feminino (3 a 8 mulheres:1 homem)1,2.

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14. Exercício e osteoartrite

Antonio Herbert Lancha Junior, Luciana Oquendo Pereira Lancha Editora Manole PDF Criptografado

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E� xercício e osteoartrite

Rodrigo Branco Ferraz

Hamilton Roschel

INTRODUÇÃO

A osteoartrite (OA), antes conhecida como osteoartrose ou artrose, é uma doença de caráter inflamatório e degenerativo que lesiona a cartilagem hialina de maneira gradativa até a exposição do osso subcondral, com consequente esclerose, dor, perda de amplitude de movimento, formação de osteófitos, além da diminuição do espaço articular e da força muscular1. Trata-se da forma mais recorrente de artrite, sendo um dos principais contribuintes ao prejuízo funcional e da independência reduzida em adultos mais velhos2. Aproximadamente 40% das pessoas com idade acima de 65 anos apresentam OA sintomática do joelho ou quadril3,4.

No Brasil, a OA acomete cerca de 16% das pessoas com mais de 55 anos de idade em diferentes graus de intensidade5. De maneira geral, a OA do joelho é uma doença muito recorrente no mundo, afetando 2.693

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Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

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10. Exercício físico para pacientes com fibromialgia

Antonio Herbert Lancha Junior, Luciana Oquendo Pereira Lancha Editora Manole PDF Criptografado

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E� xercício físico para pacientes com fibromialgia

Fernanda Rodrigues Lima

Roberta Potenza

Guilherme Giannini Artioli

Introdução

A fibromialgia (FM) é uma síndrome crônica composta pela combinação variável de dor difusa pelo corpo, fadiga, sensação de rigidez no aparelho locomotor, distúrbio do sono, sintomas autonômicos e alterações cognitivas. A presença desses sintomas deve ocorrer na ausência de outra doença orgânica que os justifiquem1.

Por muito tempo, a FM não foi considerada um diagnóstico diferencial em quadros álgicos do aparelho locomotor, possivelmente pela sua complexidade clínica e fisiopatológica e pela ausência de alterações objetivas no exame físico e em testes laboratoriais que pudessem caracterizar melhor a sua existência como uma doença2.

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Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

Atualmente, graças aos estudos clínicos e experimentais em neurofisiologia da dor, a tendência é se caracterizar a FM como uma síndrome de sensibilização central que pode se sobrepor a outras síndromes desse tipo, como a síndrome da fadiga crônica, síndrome do cólon irritável, enxaqueca e síndrome das pernas inquietas, por exemplo3.

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16. Exercício físico para pacientes com osteoporose

Antonio Herbert Lancha Junior, Luciana Oquendo Pereira Lancha Editora Manole PDF Criptografado

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E� xercício físico para pacientes com osteoporose

Guilherme Giannini Artioli

Rosa Maria Pereira

Introdução

A osteoporose é uma doença crônica e progressiva que afeta o tecido

ósseo, diminuindo sua capacidade de resistir a cargas, tornando-o mais susceptível a fraturas. As principais características da osteoporose são diminuição do conteúdo mineral ósseo e alterações da microarquitetura óssea. Tais características são decorrentes de um processo progressivo e, na maioria das vezes, assintomático de perda de massa óssea que acompanha a idade. Sabidamente, a diminuição da densidade mineral

óssea que ocorre com a idade também é acompanhada por diminuição da mobilidade articular, força, massa e função musculares,1 os quais levam a prejuízos no equilíbrio e na postura. De fato, existe uma forte correlação positiva entre a força de um grupo muscular específico e a

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Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

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1. Avaliação da aptidão aeróbica

Antonio Herbert Lancha Junior, Luciana Oquendo Pereira Lancha Editora Manole PDF Criptografado

1

� valiação da

A aptidão aeróbica

Rômulo Bertuzzi

Adriano Eduardo Lima-Silva

Introdução

Em um sentido amplo, os seres humanos têm a capacidade de utilizar a energia química contida em compostos orgânicos por meio de uma série de reações bioquímicas que dependem da presença do oxigênio. Portanto, a aptidão aeróbica pode ser considerada primordialmente relevante para as nossas diversas necessidades biológicas. Tem sido sugerido que ela reflete uma das principais adaptações evolutivas da nossa espécie, pois permitiu ao homem se deslocar por longas distâncias de forma ininterrupta na busca por alimento1. Ainda, estudos relativamente recentes sugerem que a manutenção desse hábito é o principal fator responsável pelo sucesso dos atletas nascidos no leste do continente africano2,3. De forma similar, diversas evidências científicas

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Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

sugerem que a redução da prática dessa atividade na sociedade industrializada pode ter contribuído para o aumento da incidência das doenças crônico-degenerativas4-6.

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