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7 Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em Atividades Cíclicas

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em

Atividades Cíclicas

P.E. MARTIN, D.J. SANDERSON E B.R. UMBERGER

Introdução

Muitos movimentos humanos são caracterizados pela repetição contínua de um padrão fundamental de movimento (por exemplo, andar, correr, saltitar, pedalar, nadar, remar). Para atividades cíclicas, a velocidade média de progressão é definida pelo produto da distância média percorrida por ciclo de movimento

(por exemplo, comprimento do passo na corrida) e a freqüência média ou cadência em que o ciclo de movimento está sendo repetido (por exemplo, comprimento do passo na corrida ou cadência). Em movimentos humanos normais, estes fatores de velocidade, distância e cadência são usualmente determinados livremente ou auto-selecionados pelo indivíduo e são raramente fixos ou preestabelecidos. Além disso, os humanos têm uma habilidade incrível de alterar intencionalmente a velocidade, distância e cadência a fim de alcançar as demandas do ambiente.

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6 Fundamentos Biomecânicos do Treinamento de Força e de Potência

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Fundamentos Biomecânicos do

Treinamento de Força e de Potência

M.C. SIFF

Introdução

As qualidades de força e de potência são popularmente mais associadas com esportes que requerem apresentação evidente de desempenho muscular impressionante, tais como o levantamento de peso, a luta livre e as modalidades de atletismo. Conseqüentemente, sempre que o treinamento de força foi utilizado como um método de preparação suplementar de esportes, foi aplicado na maioria das vezes nestes tipos de esporte de “força” e minimamente naqueles esportes nos quais o papel do sistema cardiovascular foi forçado à custa de quase todas as outras qualidades motoras.

Entretanto, todos os esportes, e na verdade todos os movimentos humanos, necessitam da geração de níveis apropriados de força e de potência, em uma variedade de aplicações e situações diferentes, como será discutido mais adiante. Vários fatores contribuíram para a relutância prolongada em aceitar o treinamento de força como parte relevante no preparo dos atletas internacionais para as rigorosas competições de ponta. Entre tais fatores, pode-se citar em particular a primazia conferida pelos médicos a respeito do papel do condicionamento cardiovascular em cardíacos e em pessoas sadias em geral, o forte enfoque científico nos processos metabólicos como determinantes do desempenho esportivo e a condenação exagerada do treinamento de força como causa de lesão musculoesquelética, de deficiência da flexibilidade e da diminuição da velocidade do movimento.

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Capítulo 14: Lesões e alterações osteomusculares na criança e no adolescente atleta

Dante De Rose Jr., Alessandro H. Nicolai Ré, Alex Antonio Florindo, Aline Bigongiari, Ana Maria Pellegrini, Antonio Carlos Simões, Antonio Prista, Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz, Crivaldo Gomes Cardoso Jr., Cynthia Y. Hiraga Grupo A PDF Criptografado

Esporte e atividade física na infância e na adolescência

LESÕES E ALTERAÇÕES

OSTEOMUSCULARES NA CRIANÇA

E NO ADOLESCENTE ATLETA

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Victor Matsudo

Neste capítulo, procuramos apresentar problemas que comprometem crianças e adolescentes esportistas, principalmente os que atingem o sistema musculoesquelético.

Esses problemas foram divididos em três grandes grupos: microtraumas, macrotraumas e alterações posturais. Cada um deles representa situações em que medidas preventivas poderiam colaborar para que os momentos de envolvimento com a prática esportiva representassem efetivamente unidades de saúde a essa faixa etária, que infelizmente está se tornando cada vez mais sedentária.

É preciso salientar, no entanto, que, ao descrevermos os problemas, não devemos transformá-los em mais uma justificativa para afastar crianças e adolescentes da atividade física esportiva. Qualquer eventual risco aqui mencionado é menor que as consequências de uma infância e uma adolescência perdidas em frente a aparelhos de televisão, vídeo, computadores ou devido a outros comportamentos sedentários, que levam a sociedade a alcançar níveis terríveis de doenças crônico-degenerativas, como diabete, hipertensão, obesidade, hipercolesterolemia, osteoporose, entre outras. Os benefícios da atividade física e esportiva superam de longe seus eventuais riscos.

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Capítulo 3: Oesporte, a criança e o adolescente: consensos e divergências

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Esporte e atividade física na infância e na adolescência

O ESPORTE, A CRIANÇA E O

ADOLESCENTE: CONSENSOS

E DIVERGÊNCIAS

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3

Osvaldo Luiz Ferraz

A opinião dos adultos sobre a prática esportiva de crianças e de adolescentes é unânime, ou seja, os pais não se opõem a que seus filhos pratiquem esporte. Além disso, devido à valorização da atividade física para a qualidade de vida, a tendência em considerar a prática esportiva tão importante quanto as atividades intelectuais tem crescido bastante nos últimos anos. Pesquisas têm demonstrado que os pais consideram a prática de esportes benéfica para a saúde e favorável ao rendimento escolar.

Os argumentos que sustentam essa posição relacionam-se à aquisição de regras de conduta, de normas de comportamento e de valores sociais que fundamentam nossa cultura. Pressupõe-se que atitudes de perseverança, de disciplina e de cooperação exigidas na prática esportiva contribuam para a formação da personalidade. Outro aspecto mencionado é o de que a competitividade adquirida no esporte pode ser transferida para a competitividade inerente à vida social, sobretudo profissional, preparando a criança e o adolescente para enfrentar a vida mais adequadamente (Tani;

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Capítulo 15: Atividade física e peso corporal na infância e na adolescência

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ATIVIDADE FÍSICA E PESO

CORPORAL NA INFÂNCIA

E NA ADOLESCÊNCIA

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Fabiana de Sant’Anna Evangelista

A prática regular de atividade física tem sido amplamente indicada para a promoção da saúde, a prevenção e o tratamento de diversas patologias nas diferentes faixas etárias. Nos últimos anos, os estudos envolvendo o uso da atividade física como ferramenta para o controle do peso corporal na infância e na adolescência ganharam grande destaque, especialmente em virtude do aumento da prevalência de obesidade nessa população. Segundo dados do

Ministério da Saúde de 2004, estima-se que 15 milhões de crianças e adolescentes no Brasil, isto é, 25% da população infanto-juvenil, estejam com o peso corporal acima do ideal, e 1,5 milhão seja considerado obeso.

A crescente prevalência de obesidade na infância e na adolescência é observada em todo o mundo. Desde o início da década de 1990, a Organização Mundial de Saúde demonstrou grande preocupação ao estimar 18 milhões de crianças menores de cinco anos classificadas com sobrepeso (Childhood obesity: an emerging public-health problem, 2001). Ainda, conforme observado em 2005 pela Organização Mundial de Saúde, nos últimos 10 anos houve aumento entre 10 e 40% da obesidade infantil na maioria dos países europeus.

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Capítulo 17: Aapectos sobre a relevãncia do campo do lazer na adolescência

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Esporte e atividade física na infância e na adolescência

ASPECTOS SOBRE A

RELEVÂNCIA DO CAMPO DO

LAZER NA ADOLESCÊNCIA

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Ricardo Ricci Uvinha

A relação entre adolescência e lazer pode sugerir que tal público seria privilegiado no acesso a atividades de tempo livre, já que parece não existir melhor momento para a diversão e a transgressão de uma ampla gama de obrigações impostas pela sociedade moderna. Contudo, entende-se que tais reflexões devem ser vistas academicamente com o devido cuidado, a fim de que não se assuma um discurso reducionista quanto ao adolescente e seu papel na sociedade, ao atrelá-lo unicamente a uma concepção funcionalista de lazer pautada em um conteúdo romântico, hedonístico e irremediavelmente suscetível às amarras moralistas do complexo meio social em que está inserido.

Elementos como isolamento social, horizontes limitados, dificuldades em estabelecer um estilo próprio e um sentimento negativo com relação à vida são comumente reportados por adolescentes e tornam-se um grande desafio para os educadores e para os responsáveis por políticas públicas para tal grupo. Mostra-se necessário identificar de forma mais atenta a qual adolescência nos referimos, reconhecendo a significativa dificuldade em pensá-la de forma unívoca enquanto fase de vida com início, meio e fim estabelecidos, já que esta se concebe nos mais distintos ambientes, dada a complexidade da atual sociedade.

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Capítulo 11: Aspectos fidiológicos do crescimento e do desenvolvimento: influência do exercício físico

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ASPECTOS FISIOLÓGICOS

DO CRESCIMENTO E DO

DESENVOLVIMENTO: INFLUÊNCIA

DO EXERCÍCIO FÍSICO

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Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz

Antonio Prista

Crivaldo Gomes Cardoso Jr.

Ao longo da vida, as funções orgânicas vão se modificando, o que afeta o desempenho motor e esportivo. Alterações expressivas são principalmente observadas na puberdade, fazendo com que as respostas fisiológicas aos exercícios sejam diferentes antes e após essa fase da vida. Contudo, a prática regular de exercícios físicos, ou seja, o treinamento físico ou esportivo, também pode influenciar os processos de crescimento e desenvolvimento, favorecendo-os ou prejudicando-os. Essa influência pode ter resultados distintos em diferentes fases da vida.

Dessa forma, para se elaborar programas de exercícios/treinamentos físicos que propiciem um desenvolvimento ótimo das funções orgânicas nas diversas faixas etárias, é necessário conhecer os efeitos do processo maturacional e dos exercícios sobre essas funções. Este capítulo discutirá esses efeitos, enfatizando os aspectos ligados à maturação, à composição corporal e às vias metabólicas, relacionando-os

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Capítulo 4: O esporte infantil as possibilidades de uma prática educativa

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O ESPORTE INFANTIL:

AS POSSIBILIDADES DE

UMA PRÁTICA EDUCATIVA

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Paula Korsakas

É POSSÍVEL UMA PRÁTICA

ESPORTIVA EDUCATIVA?

O chamado esporte moderno, que teve sua origem no século XIX acompanhando o desenvolvimento da sociedade capitalista, evoluiu até o ponto em que se encontra atualmente caracterizado, principalmente, pelo esporte de rendimento.

Porém, ainda no século XIX, em razão da difusão do esporte por todo o mundo, várias modalidades esportivas foram criadas com objetivos aparentemente diversos deste esporte atual. O reconhecimento do caráter pedagógico do jogo e, em especial, da prática esportiva como meio de educação dos jovens foi um dos fatores que favoreceu sua disseminação nas escolas e em outras instituições educacionais.

É verdade que, desde a Idade Antiga, já se pensava no esporte como elemento importante na educação do homem. Os gregos atribuíam um grande valor às atividades físicas e esportivas na formação física e moral de seus cidadãos, e, ainda que a própria concepção de esporte tenha passado por enormes transformações durante todos esses séculos, as discussões em torno das suas possibilidades educativas continuam neste início do século XXI. Isso acontece menos por incompreensões conceituais acerca do fenômeno esportivo, que

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Capítulo 6: A psicossociologia do cínculo do esporte - adultos, crianças e adolescentes: análise das influências

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A PSICOSSOCIOLOGIA DO

VÍNCULO DO ESPORTE —

ADULTOS, CRIANÇAS E

ADOLESCENTES: ANÁLISE

DAS INFLUÊNCIAS

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Antonio Carlos Simões

Quando se pergunta a qualquer criança ou adolescente por que está praticando esporte, é comum ouvir: “Porque gosto de jogar com meus amigos”; “Porque quero ser um jogador rico e famoso”; e/ou: “Porque meus pais querem que pratique esporte”.

Existem outras, e todas demonstrando que o esporte é um dos fenômenos mais notáveis da sociedade moderna. A partir dessa dinâmica complexa, postula-se como objetivo, neste capítulo, estabelecer uma análise do desenvolvimento das relações pró-sociais esportivas, que envolvem uma mobilizadora situação triangular entre crianças/jovens adolescentes, professores/técnicos e familiares (maternos/paternos) com diversos níveis de complexidade social e esportiva escolar.

INTERAÇÕES ENTRE CRIANÇAS

E SEUS CONTEXTOS SOCIAIS

ESPORTIVOS

Em uma perspectiva interdisciplinar, devemos considerar que o dinamismo esportivo requer cuidadosa organização e análise sobre os fenômenos sociointerativos e psicológicos que gravitam sobre

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Capítulo 8: A motivação para as práticas corporais e para o esporte

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Esporte e atividade física na infância e na adolescência

A MOTIVAÇÃO PARA AS PRÁTICAS

CORPORAIS E PARA O ESPORTE

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Pedro Winterstein

Rubens Venditti Jr.

Qual a conclusão de Schopenhauer sobre o conhecimento do corpo? Foi que nós e toda a natureza temos uma força primal e incansável, insaciável que ele chamou de vontade. Escreveu: “Para todo lugar que olhamos, vemos um esforço que representa o cerne de tudo. E em que consiste o sofrimento? É a luta para vencer o obstáculo que fica entre a vontade e a meta. O que é felicidade? É atingir a meta (Yalom,

2005, p. 223).

A motivação parece ter importância fundamental, principalmente quando falamos de práticas corporais em geral ou particularmente no esporte. Ao nos determos em alguns fenômenos que permeiam esse contexto, surgem inúmeras perguntas que, a princípio, parecem difíceis de responder, ou são respondidas de acordo com o senso comum, muitas vezes, de forma equivocada. Destaquemos algumas:

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Capítulo 16: Atividades físicas e esporrtivas para crianças e adolescentes com deficiência

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Esporte e atividade física na infância e na adolescência

ATIVIDADES FÍSICAS E

ESPORTIVAS PARA CRIANÇAS E

ADOLESCENTES COM DEFICIÊNCIA

223

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Márcia Greguol Gorgatti

Anderson, 12 anos, adora jogar futebol. Com apenas 1 ano de idade, já ganhou a primeira bola do pai, que sempre levava o garoto a quadras públicas para praticar o esporte. Nas aulas de educação física, na escola, sempre que possível, Anderson aproveita para jogar com os colegas de classe. Ao chegar em casa, é só almoçar para já colocar a bola embaixo do braço, passar pela vizinhança chamando os outros amigos e marcar encontro no campinho próximo à sua casa, onde “bate uma bola” por pelo menos outras três horas. Já seu irmão Henrique, apenas um ano mais novo, nasceu com uma lesão da medula e nunca pôde andar.

Para sua locomoção, utiliza cadeira de rodas. Nunca jogou bola.

Embora estude na mesma escola do irmão, na maior parte das vezes, apenas “assiste” às aulas de educação física, pois o professor tem medo que ele se machuque.

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Capítulo 1:A criança que a psicanalíse freudina descortina: considerações

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A CRIANÇA QUE A

PSICANÁLISE FREUDIANA

DESCORTINA: CONSIDERAÇÕES

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Léia Priszkulnik

A criança, pelo menos a maioria das que vivem em sociedades industrializadas, tem como principal ocupação a escola. O fato de ela precisar frequentar a escola, ser educada e se preparar gradualmente para a vida adulta aparece como “natural” e inquestionável.

Atualmente, a criança está no centro dos estudos de várias áreas do conhecimento: não só a psicologia, mas também a medicina, a biologia, a pedagogia, a psicanálise, a educação física, a história, a sociologia, entre outras, pesquisam e escrevem sobre ela. Mas qual a ideia de criança que permeia todos esses trabalhos? A criança como “um adulto em miniatura”, como

“uma tábula rasa”, como “um ser inocente” ou como “um ser plenamente feliz”?

Essa criança que vem sendo estudada sempre existiu?

O presente capítulo visa buscar algumas respostas a essas indagações, e, para isso, o caminho a ser trilhado passa por alguns aspectos considerados na história da criança no Ocidente e nos escritos de Freud.

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Capítulo 10: Coordenação motora: da teoria à prática

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Esporte e atividade física na infância e na adolescência

COORDENAÇÃO MOTORA:

DA TEORIA À PRÁTICA

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Cynthia Y. Hiraga

Ana Maria Pellegrini

Coordenar é um termo que traz em si a ideia de harmonizar, orquestrar, encaixar, unir, relacionar, combinar, construir e muitas outras que retratam o potencial do ser humano para interagir com os outros e com o ambiente. Sob a perspectiva do senso comum, cada um de nós, seres humanos, somos capazes de avaliar o grau de coordenação motora em nossas ações.

Todavia, no que consiste essa coordenação? O que podemos ou devemos fazer para garantir sucesso em nossas ações motoras?

Este capítulo explora inicialmente aspectos gerais do movimento coordenado. Descreve as formas da coordenação motora e traz algumas considerações teóricas propostas por Bernstein (1967) a respeito da coordenação dentro de uma visão mais contemporânea no estudo do comportamento motor. Em seguida, é dada

ênfase ao papel das restrições sobre a coordenação motora. Toda e qualquer ação motora que envolve a coordenação é realizada em um contexto que certamente influenciará o resultado dessa ação, bem como o processo da ação produzida pelo indivíduo. Em sua última parte, o capítulo apresenta algumas formas úteis de avaliação da coordenação motora que podem ser aplicadas tanto na educação motora quanto na iniciação esportiva.

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Capítulo 12: O talento esportivo e o nprocesso de treinamento a longo prazo

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O TALENTO ESPORTIVO E O

PROCESSO DE TREINAMENTO

A LONGO PRAZO

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Maria Tereza Silveira Böhme

Alessandro H. Nicolai Ré

A detecção, a formação, a seleção e a promoção de talentos esportivos são áreas importantes de atuação para os profissionais do esporte, pois, por meio delas, é possível que as novas gerações de atletas sejam detectadas, formadas e treinadas a longo prazo. Todavia, devido à característica multifatorial e dinâmica do desempenho esportivo, a detecção e a seleção, especialmente durante a infância, apresentam sérias limitações (Abbott; Collins,

2002, 2004; Abbott et al., 2005; Araújo,

2004; Calvo, 2003; Martindale; Collins;

Daubney, 2005; Pearson; Naughton;

Torode, 2006; Tranckle; Cushion, 2006).

Em outras palavras, é bastante remota a possibilidade de predizer o desempenho de um adulto com base na análise do seu desempenho quando criança.

Assim, a preocupação com o processo de formação e promoção esportiva mediante um treinamento a longo prazo

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Capítulo 7: Esporte, competição e estresse: implicações na infância e na adolescencia

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Esporte e atividade física na infância e na adolescência

ESPORTE, COMPETIÇÃO E

ESTRESSE: IMPLICAÇÕES NA

INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA

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7

Dante De Rose Jr.

O esporte tem ocupado cada vez mais espaço na vida das pessoas. Especialmente para crianças e adolescentes, a influência dos eventos esportivos divulgados pelos meios de comunicação e a identificação com os ídolos fazem com que eles convivam com as mais variadas situações relacionadas ao esporte e imaginem-se nessas situações, levando-os a traçar objetivos frequentemente inatingíveis em seu contexto social, cultural e familiar.

A expectativa de tornar-se um grande atleta leva muitos jovens a abandonar suas atividades básicas, como, por exemplo, estudar, para se dedicar a uma atividade que demanda grandes sacrifícios e entrega total. Como nem todos que tentam conseguem ser grandes atletas, esse

“sonho” pode levar à frustração.

Como aspecto inerente ao esporte, a competição na infância e na adolescência

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