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Medium 9788520440018

10. Articulação do tornozelo e do pé

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação do tornozelo e do pé

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A construção da articulação do tornozelo/pé é a mais intrigante.

Os 26 ossos (7 tarsais, 5 metatarsais e 14 falanges), os 19 grandes músculos, muitos pequenos músculos intrínsecos da planta do pé e mais de 100 ligamentos compõem a estrutura principal de cada articulação do tornozelo e do pé.

A transferência de peso da tíbia para o tálus e então para o calcâneo (osso do calcanhar) é um incrível ato de equilíbrio em que se recebe o peso de todo o corpo e, em seguida, impulsiona-o adiante para o restante do pé.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E DO PÉ

Articulações e ações da articulação do tornozelo e do pé

A articulação superior do tornozelo é o ponto de articulação entre a tíbia, a fíbula e o tálus.

Eles se encaixam firmemente; é uma articulação do tipo gínglimo, em que ocorrem as ações de flexão plantar e flexão dorsal. A articulação inferior, ou distal, do tornozelo é uma combinação das articulações talocalcânea e transversa do tarso. Os sete ossos tarsais estão localizados nessa área, e há diversos movimentos entre as várias articulações. A autora prefere simplificar as ações articulares da área utilizando os termos“pronação”e“supinação”(ver página 179).

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Medium 9788520436936

10. Atividade física e distúrbios posturais

GREGUOL, Márcia; COSTA, Roberto Fernandes da Editora Manole PDF Criptografado

10 capítulo

Atividade física e distúrbios posturais

Dr. Héldio Fortunato Gaspar de Freitas

Prof. Sérgio Rodrigues de Oliveira

Dr. Ricardo Moutte de Freitas

INTRODUÇÃO

Não se sabe ao certo a idade do homem sobre a Terra, porém sabe-se que os problemas posturais existem desde que o homem surgiu. Se a teoria da evolução do homem a partir dos quadrúpedes for verdadeira, passando pelos macacos, é possível notar que a coluna vertebral foi a estrutura mais sobrecarregada, e também pode-se dizer que, apesar de ela estar adaptada ao ortostatismo, do ponto de vista mecânico, o homem ainda é um quadrúpede metido a bípede. E é por esse motivo que os seres humanos não passam pela vida sem apresentarem ao menos um episódio doloroso com relação à postura.

Evolução

O feto ocupa um espaço exíguo no útero, com a coluna vertebral apresentando uma única curvatura de convexidade

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Atividade Física Adaptada

posterior, ou seja, uma cifose. Após o nascimento e durante o primeiro ano de vida, com o desenvolvimento postural, por volta dos três meses, a criança começa a erguer a cabeça a partir do decúbito ventral, a seguir eleva o tronco com o apoio dos membros superiores; senta aos seis meses de idade; fica em quatro apoios aos nove meses, o que possibilita engatinhar; fica em posição ortostática e deambula com cerca 1 um ano de idade.

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Medium 9788527728720

10 - Atividades de Finalização e/ou de Sala de Aula

Sara Quenzer Matthiesen Grupo Gen PDF Criptografado

Atividades de Finalização e/ou de Sala de Aula

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Fala-se muito em “volta à calma” quando o assunto é finalização de uma aula de Educação

Física. É nesse sentido que sugerimos que o próprio tema da aula de atletismo seja explorado também nesse momento. Talvez, seja oportuna a apreciação de imagens de atletas referenciando, em parte, aquilo que foi executado durante a aula propriamente dita ou a elaboração de perguntas e respostas visando inserir aspectos pouco abordados. Outra dinâmica

é construir com as crianças um cartaz envolvendo aspectos relacionados com o conteú­do específico da aula para divulgação, por exemplo, no mural da escola onde outras turmas terão acesso.

Para além disso, e dentre as inúmeras situações previsíveis, uma se faz recorrente no decorrer do curso: e quando chover, o que fazer? Ora, use e abuse de sua criatividade, aproveitando esse momento para ensinar algo mais sobre o atletismo aos seus alunos. Se tiver possibilidade de rea­li­zar algo prático em um lugar coberto, vá em frente e inspire-se nas sugestões a seguir. Caso não haja disponibilidade de espaço, utilize a própria sala de aula e desenvolva algumas atividades relacionadas com esse conteú­do.

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Medium 9788520426999

10. Corpo Inteiro

GOLDENBERG, Lorne; TWIST, Peter Editora Manole PDF Criptografado

Corpo

Inteiro

Exercícios neste capítulo

Leg Press de Estabilização com Parceiro

Agachamento com Desenvolvimento por Cima da Cabeça

Rolamento com Agilidade

Avanço com Deslocamento e Rotação da Medicine Ball por Cima da Cabeça

Avanço Angulado com Rotação Horizontal da Medicine Ball

Flexão dos Membros Superiores com Deslocamento na Medicine Ball

Arremesso de Lateral a Frontal da Medicine Ball contra a Parede

Circuito com a Medicine Ball

Cortada de Machado com Flexão do Quadril

Rebote Lateral no Solo com a Medicine Ball por Cima da Cabeça

Salto e Arremesso com a Medicine Ball por Cima da Cabeça

Arremesso da Medicine Ball com Salto com os Dois Membros Inferiores e

Aterrissagem com um Membro Inferior

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Treinamento de Força com Bola

LEG PRESS DE ESTABILIZAÇÃO

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Medium 9788520428955

10. Criando um programa de força e condicionamento

SALO, Dave; RIEWALD, Scott A. Editora Manole PDF Criptografado

10

Criando um programa de força e condicionamento

Agora que você já viu como a força e o condicionamento físico podem melhorar seu desempenho na Natação, vamos discutir como é possível estruturar seu treinamento no decorrer de uma temporada.Vários princípios de treinamento são subjacentes ao tipo de programa, porém na verdade o mais importante é ter um plano – conhecendo seus objetivos específicos ou os dos nadadores que você treina. Saiba o que quer e quando deseja fazê-lo.Você pode ter o objetivo de atingir dois picos de desempenho neste ano e querer que eles ocorram durante as provas dos campeonatos estaduais no verão e na primavera. Seus objetivos podem ser um pouco diferentes dos da equipe nacional, que são conseguir apenas um pico por ano no Pan Pacific ou no Campeonato Mundial ou então a cada quatro anos nos

Jogos Olímpicos. Quer você seja membro da equipe do seu país, um nadador máster, membro de um grupo de nadadores jovens ou um triatleta, um programa bem desenvolvido de força e condicionamento o ajudará a levar seu nível de desempenho para o próximo patamar. Independentemente de quais sejam suas aspirações, quanto mais você entende a ciência por trás da periodização e do desenvolvimento de um plano de treinamento, mais capaz você será de aprimorar a integração do treinamento de força ao seu nado.

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Medium 9788520440834

10. Doenças súbitas

FLEGEL, Melinda J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 10

Doenças súbitas

Neste capítulo, você irá aprender

��A

reconhecer um atleta acometido por uma emergência diabética e como prestar os primeiros socorros.

��A reconhecer sinais e sintomas de convulsões de pequeno e grande mal.

��A reconhecer reações adversas a medicamentos e suplementos.

��A evitar e prestar primeiros socorros em caso de desmaios.

��A reconhecer os sinais e sintomas da gripe.

��A reconhecer os sinais e sintomas da gastrenterite.

��A evitar que a gripe e a gastrenterite se espalhem entre seus atletas.

Um movimento descoordenado, um arremesso ruim, um bastão derrubado ou um serviço na rede têm condições de alterar repentinamente o curso de uma competição. Da mesma maneira, uma doença aguda pode modificar de repente o desempenho de um atleta.

Qualquer pessoa está sujeita a adoecer sem aviso prévio. Porém, é frequente que alguns atletas continuem a jogar mesmo doentes e tentem esconder seu estado do treinador. Por isso, peça a eles que relatem doenças comuns, como um resfriado, e fique alerta para identificá-las. Também é fundamental ter conhecimento dos atletas portadores de patologias específicas, como diabetes ou epilepsia. Este capítulo irá ajudá-lo a reconhecer e prestar primeiros socorros para emergências diabéticas, convulsões, overdose ou reação a medicamentos, reações adversas a suplementos, desmaios, gripe e gastrenterite.

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Medium 9788520436134

10. Envolvendo os pais e a comunidade

VIRGILIO, Stephen J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

10

Envolvendo os pais e a comunidade

“Enquanto tentamos ensinar aos nossos filhos tudo sobre a vida, eles nos ensinam o que é a vida.”

Desconhecido

D

urante muitos anos, estudos demonstraram que o envolvimento dos pais é decisivo para o sucesso escolar. Em outras palavras, isso significa que quando os pais se envolvem na educação de seus filhos, estes têm mais chances de ser mental, física e socialmente bem-sucedidos. Considerando o tempo limitado que você passa com seus alunos, parece lógico que a escola, os pais e a comunidade devem trabalhar juntos no sentido de estender o tempo dedicado à atividade física e à saúde, a fim de cumprir as metas de educação física (Virgilio, 2006).

A família exerce uma influência poderosa sobre a saúde e os hábitos de atividade das crianças. Entretanto, poucos professores atualmente desenvolvem um plano específico para incluir os pais e a comunidade em seus programas de educação física. Este capítulo fornece informações práticas que você pode começar a usar hoje mesmo, tais como informações sobre técnicas de comunicação, realização de reuniões de pais e professores efetivas, educação dos pais, pais voluntários, atividades para fazer em casa e envolvimento da comunidade. Os materiais educativos prontos para uso, como as cartas aos pais, um questionário dirigido aos pais, um acordo de educação física em família e as atividades realizadas em família, o direcionarão no caminho certo.

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Medium 9788520439180

10. Exercício físico para pacientes com fibromialgia

LANCHA JR., Antonio Herbert; LANCHA, Luciana Oquendo Pereira Editora Manole PDF Criptografado

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E� xercício físico para pacientes com fibromialgia

Fernanda Rodrigues Lima

Roberta Potenza

Guilherme Giannini Artioli

Introdução

A fibromialgia (FM) é uma síndrome crônica composta pela combinação variável de dor difusa pelo corpo, fadiga, sensação de rigidez no aparelho locomotor, distúrbio do sono, sintomas autonômicos e alterações cognitivas. A presença desses sintomas deve ocorrer na ausência de outra doença orgânica que os justifiquem1.

Por muito tempo, a FM não foi considerada um diagnóstico diferencial em quadros álgicos do aparelho locomotor, possivelmente pela sua complexidade clínica e fisiopatológica e pela ausência de alterações objetivas no exame físico e em testes laboratoriais que pudessem caracterizar melhor a sua existência como uma doença2.

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Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

Atualmente, graças aos estudos clínicos e experimentais em neurofisiologia da dor, a tendência é se caracterizar a FM como uma síndrome de sensibilização central que pode se sobrepor a outras síndromes desse tipo, como a síndrome da fadiga crônica, síndrome do cólon irritável, enxaqueca e síndrome das pernas inquietas, por exemplo3.

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Medium 9788520439753

10. Exercícios para membros inferiores

BOMPA, Tudor O.; DI PASQUALE, Mauro; CORNACCHIA, Lorenzo J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

Exercícios para membros inferiores

Este capítulo apresenta exercícios para trabalhar os músculos dos membros inferiores. Quase todos os exercícios foram escolhidos com base nos resultados dos estudos EMG da parte dos membros inferiores. Em cada seção de grupo muscular, os exercícios estão em ordem da maior ativação EMG para a menor.

Consultar as tabelas de ativação da unidade motora no Capítulo 9.

Coxas, quadris e glúteos

Na musculação, as palavras maciçamente esculpidas, talhadas, definidas e distintas descrevem o par perfeito de coxas. Como a base da musculatura humana, as coxas são claramente os mais poderosos músculos do físico.

Agachamentos podem ser excelentes exercícios para fortalecer diversos músculos, ossos, ligamentos e pontos de inserção tendinosa nos membros inferiores. Na verdade, há anos o agachamento tem sido considerado o exercício perfeito para os membros inferiores. Infelizmente, por esse exercício frequentemente causar lesões na coluna lombar e nos joelhos, muitos fisiculturistas profissionais e amadores eliminaram com relutância o agachamento convencional (com a barra olímpica) de suas rotinas de treinamento.

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Medium 9788536327303

10. Fatos e mitos sobre a aptidão física - Qual é a verdade?

Brian Sharkey Grupo A PDF Criptografado

Fato ou mito?

Este capítulo considera os fatos e alguns dos mitos que inundam o campo da atividade física. Também descreve como os fatos são propriamente estabelecidos a fim de ajudá-lo a se tornar um melhor consumidor de informações sobre aptidão física e saúde.

Fatos

Como uma hipótese ou teoria torna-se um fato? Estudos cuidadosamente planejados e controlados ajudam-nos a diferenciar um fato de uma ficção. Fisiologistas do exercício desenvolvem muitos tipos de estudos a fim de compreender os efeitos imediatos e de longo prazo do exercício e do treinamento (ver a tabela na próxima página). Em estudos comparativos, ou de status, é possível determinar diferenças entre grupos, tais como atletas e não atletas. Esses estudos podem mostrar diferenças mas não provam por que os atletas são mais fortes ou mais rápidos (há probabilidades de que a hereditariedade e o ambiente os predisponham a terem sucesso em um esporte específico). Outro tipo de estudo – o de correlação – analisa a relação de um fator (p. ex., um método de treinamento em particular) com outro fator

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Medium 9788520430491

10. Instalações, equipamentos e questões de segurança

GREGUOL, Márcia Editora Manole PDF Criptografado

Instalações, Equipamentos e Questões de Segurança

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A natação para pessoas com deficiência é uma prática altamente benéfica, motivante e capaz de trazer muitos ganhos para a qualidade de vida, saúde e autonomia. Entretanto, para que o número de participantes aumente cada vez mais e que a atividade possa ser desenvolvida com total segurança, algumas condições devem ser observadas.

Dificilmente um indivíduo manterá seu nível de motivação elevado para a prática da natação se não tiver facilidade de acesso ao local onde ocorrerão as aulas ou as sessões de treino. Da mesma maneira, ocorrerá uma forte tendência à desistência caso o indivíduo experimente situações de risco ou que lhe gerem desconfortos. Assim, a observação de questões relacionadas à adequação dos espaços de aula ou de treino, bem como de normas básicas de segurança,

é fator fundamental para o aumento da adesão e permanência de pessoas com deficiência à prática da natação.

Questões de acessibilidade para piscinas e vestiários

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Medium 9788520450987

10. Juntando tudo

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

JUNTANDO TUDO

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O

treinamento de basquete requer a realização de exercícios específicos, porém é igualmente importante ter um plano de ação organizado. Da mesma forma que em outras áreas da vida, como a poupança para que futuramente uma criança curse o ensino superior, a construção de uma casa, ou ainda a manutenção de uma conta para a aposentadoria, o plano de ação ajuda a cumprir objetivos. Cada objetivo requer um plano para assegurar aplicação, satisfação e resultados adequados. O programa de treinamento do atleta não é diferente. A avaliação, a preparação do atleta e do programa, a escolha e também a ordem dos exercícios são detalhadas neste capítulo.

Avaliação

Antes de estabelecer um programa de treinamento, você precisa anotar informações específicas a fim de garantir um regime adequado. Idade e gênero são fatores importantes. O mais importante é a história médica; registre qualquer problema crônico de saúde como asma ou diabete, deformidades e assimetrias musculoesqueléticas ou procedimentos cirúrgicos realizados.

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Medium 9788520431627

10. LESÕES COMUNS DE CORRIDA

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

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LESÕES COMUNS

DE CORRIDA

P Í T U

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e este livro tivesse sido escrito sem levar em conta os inconvenientes da corrida, então prestaríamos um grande desserviço aos leitores. Seria muita ingenuidade imaginar ser possível correr e exercitar-se de modo mais eficaz sem se deparar com algumas ciladas que quase todo corredor encontra em algum momento. Algumas delas estão além do controle humano, mas outras são, com toda certeza, evitáveis, se for dada a devida atenção à ajuda de longo prazo fornecida pelo programa de treinamento.

Ao seguir os exercícios deste livro, o tempo dedicado aos exercícios e à corrida poderá ser aumentado. Mas uma regra útil é nunca aumentar a distância ou o tempo de corrida mais que 5 a 10% por semana. Isso não se aplica às fases iniciais de um programa de treinamento, em que se corre menos de 16 km por semana, mas acima desses níveis, este guia o ajudará a prevenir lesões por sobrecarga. A dor é provavelmente o melhor sinal de alerta para lesões, mas ela pode surgir de diversas maneiras.

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Medium 9788520434567

10. Lesões mais comuns no tênis

ROETERT, E. Paul; KOVACS, Mark S. Editora Manole PDF Criptografado

cApítuLo

Lesões mAis comuns no tênis

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ogadores de tênis de todos os níveis gostariam de melhorar seus desempenhos em quadra.

Todavia, a prevenção de lesões é tão importante quanto essa melhora. Na realidade, o treino para melhorar o desempenho e o treino para prevenir lesões com frequência caminham lado a lado. Ainda que relativamente pouco importantes, as lesões podem ocorrer no tênis. Elas podem ser agudas, como uma torção de tornozelo, ou crônicas, como uma persistente dor no ombro.

Em ambos os casos, muito pode ser feito para preveni-las, planejando e seguindo um programa de condicionamento apropriado, mas também utilizando o equipamento apropriado para o seu jogo.

Selecionando o equipamento correto

Para selecionar o equipamento correto para o seu jogo, recomendamos a consulta a um instrutor de tênis profissional. Ele o ajudará a escolher o tipo correto de raquete, baseado em altura, peso, distribuição de peso e material, assim como a determinar o tipo e a tensão das cordas de sua raquete.

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Medium 9788520432433

10. Polimento para competições de velocidade e potência

MUJIKA, Iñigo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 10

Polimento para competições de velocidade e potência

Embora o conhecimento científico sobre o polimento e maximização para provas de velocidade e potência seja menos completo do que aquele que contem­ pla provas de resistência, algumas informações valiosas surgiram nos últimos anos, que podem contribuir para um melhor planejamento para modalidades desse tipo.

Como visto no Capítulo 3, muitas variáveis fisiológicas que são importantes para força, potência e velocidade ideais, melhoram como resultado de um programa apropriado de polimento. Elas incluem aumentos no diâmetro de fibras muscula­ res de contração rápida, acentuado desempenho contrátil, ativação neural aumen­ tada, fluxo glicolítico aumentado durante o exercício máximo e alterações hormo­ nais que podem facilitar processos anabólicos. Essas alterações fisiológicas estão associadas com ganhos de desempenho em todo o corpo, como demonstrado na

Tabela 6.1 para atividades como natação de 25 e 50 m, força articular multi ou uniarticular, levantamento de peso e salto vertical. Nas páginas seguintes, treinado­ res de nível mundial e atletas envolvidos em provas de velocidade e potência dis­ cutem suas estratégias de polimento e maximização para competições importantes.

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