110 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520432440

1. Introdução

Dietmar Samulski Manole PDF Criptografado

Introdução

1

Tênis: um jogo mental

Os jogadores e técnicos se surpreendem com o fato de 80% do tempo de jogo ser gasto com outros fatores não propriamente relacionados a jogar o ponto. Muito tempo é usado em trocas de lado na quadra, intervalos, espera de saque e raciocínio. No entanto, os jogadores raramente passam entre 70% e 80% do tempo se dedicando à preparação mental durante o treinamento.

O mental é uma parte muito importante do tênis. Tenho trabalhado muito isso, e os resultados estão começando a aparecer. (Feliciano Lopez, membro da Equipe Espanhola da Copa Davis)

O tênis é um esporte complexo, que não depende apenas do talento e do potencial físico e de habilidades técnico-táticas, mas também de capacidades psicológicas, como equilíbrio emocional e força mental. O aspecto mental no tênis é tão importante que, segundo Jimmy Connors, o tênis é

95% um jogo mental em um nível de competição profissional.

Eu quero terminar o ano como o número 1 do mundo. Sei que é difícil, mas estou me preparando para isso mentalmente e trabalhando duro. (Marat Safin)

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432822

1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida, Clodoaldo José Dechechi Manole PDF Criptografado

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432822

2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida, Clodoaldo José Dechechi Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432440

2. Habilidades psicológicas no tênis

Dietmar Samulski Manole PDF Criptografado

Habilidades psicológicas no tênis

2

O perfil psicológico do jogador de tênis é composto pelas seguintes habilidades psicológicas básicas e específicas:

Autoconfiança

Habilidades emocionais

Superação

Motivação

Rotinas psicológicas

Atitude vencedora

Perfil psicológico no tênis

Habilidades cognitivas

Inteligência de jogo

Recuperação

Figura 2.1  Habilidades psicológicas básicas e específicas do tênis.

Habilidades básicas: são autoconfiança e atitude vencedora. Autoconfiança é a convicção de que um jogador pode conseguir um ótimo desempenho em qualquer situação. O nível de autoconfiança manifesta-se na atitude vencedora. O vencedor sempre entra na quadra com uma atitude vencedora e acredita na vitória.

19

Treinamento mental no tênis: como desenvolver as habilidades mentais

Habilidades específicas: são as habilidades motivacionais, como automotivação, autoverbalização, persistência e superação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432822

3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida, Clodoaldo José Dechechi Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432440

3. Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

Dietmar Samulski Manole PDF Criptografado

Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

3

Introdução

As rotinas competitivas (Figura 3.1) são de grande importância para se conseguir um bom nível de ativação, uma boa concentração e um bom equilíbrio emocional antes, durante e após o jogo.

O desenvolvimento das rotinas depende da personalidade do atleta, da especificidade da modalidade esportiva, do contexto do treinamento e da competição. Por esse motivo, a rotina competitiva representa um comportamento totalmente individualizado, e cada jogador precisa desenvolver suas próprias rotinas para a competição.

Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

Antes do jogo

Um dia antes

No dia do jogo

Durante o jogo

•  Entre os games

•  Saque

•  Devolução

•  Approach

•  Intervalo

•  �Situação de decisão e pressão

Após o jogo

Após o jogo

Um dia após o jogo

Figura 3.1  Rotinas psicológicas competitivas.

73

Treinamento mental no tênis: como desenvolver as habilidades mentais

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432440

4. Tópicos especiais

Dietmar Samulski Manole PDF Criptografado

Tópicos especiais

4

Psicologia do jogo de duplas

Team-work, trabalho em grupo, é a palavra-chave no jogo de duplas.

Team-work significa agir, cooperar e competir na quadra como uma equipe, com o objetivo de executar um plano tático de forma eficiente para ganhar o jogo. Por esse motivo, os dois parceiros devem agir com muita harmonia, sintonia, complementando-se. A boa seleção do parceiro é a base de uma dupla bem-sucedida.

O Cássio jogava na esquerda. Ele jogava os pontos decisivos, ele devolvia. Ele batia, e eu jogava no pé, dava lob. Eu era o jogador do toque, e ele, o da porrada. Era uma boa combinação. (Carlos Alberto Kirmayr, a respeito da bem-sucedida dupla ao lado de Cássio Motta).

Na seleção de um bom parceiro ou uma boa parceira, recomendo os seguintes critérios de seleção:

Simpatia e empatia: os dois jogadores devem se gostar e se entender bem dentro e fora de quadra. Especialmente em momentos difíceis durante o jogo, ajudar, motivar e reforçar positivamente o parceiro é importante. A confiança no potencial e no desempenho do parceiro é fundamental para uma boa dupla.

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852098

Apêndice A

James R. Morrow Jr., Allen W. Jackson, James G. Disch, Dale P. Mood Grupo A PDF Criptografado

Apêndice A

Aplicação do Microsoft Excel

C

omo indicado anteriormente, diversos procedimentos usados para conduzir as análises associadas às decisões em medidas e avaliação do desempenho humano podem demandar muito tempo. No entanto, o uso de computadores facilita a condução dessas análises. O software Predictive Analytics Software (PASW) foi usado em todo o livro para ilustrar passo a passo os procedimentos de análise de dados. O PASW é um programa complexo e sofisticado (leia “caro”) usado por pesquisadores, empresários, educadores e para uso pessoal.

As versões disponíveis para estudantes são mais baratas, mas existem muitas limitações nos procedimentos que podem ser realizados, número de participantes ou nas variáveis (ou ambos) que podem ser incluídas. O PASW é amplamente disponível em universidades, empresas, agências governamentais ou educacionais e centros de pesquisas nos Estados Unidos. No entanto, os autores deste livro estão cientes de que alguns estudantes podem ter dificuldade em adquirir o PASW. Existe um programa de código aberto chamado PSPP, disponível on-line, que

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852098

Capítulo 10 - Avaliação da Aptidão Física e da Atividade Física em Jovens

James R. Morrow Jr., Allen W. Jackson, James G. Disch, Dale P. Mood Grupo A PDF Criptografado

10

Avaliação da Aptidão

Física e da Atividade

Física em Jovens

Objetivos

Tópicos

Aptidão física relacionada à saúde e aptidão motora

Normas versus critérios-padrão de referência

Dados normativos

Baterias de testes de aptidão física para jovens

Aptidograma

Variáveis-padrão em testes de aptidão física para jovens

Potencialização da reprodutibilidade e da validade dos resultados de testes de aptidão física em crianças

Crianças especiais

Medida da atividade física em jovens

ESTUDE

Morrow_10.indd 265

Após estudar este capítulo, você será capaz de:

269

270

270

271

275

286

® discutir o estado de aptidão física de jovens;

® diferenciar aptidão física relacionada à saúde, aptidão esportiva e aptidão motora em jovens;

® descrever similaridades e diferenças em baterias de testes de aptidão física de jovens;

® administrar testes de aptidão física para jovens de forma fidedigna;

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713822

Capítulo 10 - Ciclismo

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Pamela E. Wilson

Ciclismo

LESÕES COMUNS

As lesões mais comuns em jovens ciclistas são lesões não traumáticas associadas ao excesso de uso ou ao ajuste inadequado da bicicleta. A incidência dessas lesões pode chegar a 85%. Os ciclistas competitivos têm maior probabilidade de sofrer lesões traumáticas como um resultado de colisões e quedas associadas com as altas velocidades de corrida (1,2).

Não traumáticas

As lesões não traumáticas resultam de uma “combinação de preparo inadequado, equipamento inapropriado, técnica pobre e excesso de uso” (3). As características assimétricas do corpo humano frequentemente colidem com o desenho simétrico da bicicleta, produzindo altas cargas de esforço sobre músculos, tendões e articulações (4). Devido à postura constrita do ciclista, os joelhos, a coluna cervical, a região escapulotorácica, as mãos, a região glútea e o períneo são com frequência as vítimas de cargas de esforço repetitivas

(2). Dor no pescoço e nas costas ocorre em até 60% dos ciclistas (5). As lesões não traumáticas na bicicleta podem ser reduzidas de forma considerável através do ajuste da bicicleta ao atleta. Uma vez que a bicicleta tenha sido ajustada para o atleta, ele deve aprender a interagir com ela de maneira eficiente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713471

Capítulo 10. Comunicação

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

10

Comunicação

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Descrever o processo de comunicação

Descrever como enviar mensagens de forma mais eficiente

Descrever como receber mensagens de forma mais eficiente

Identificar o que causa interrupção na comunicação

Explicar o processo do uso de confrontação

Discutir como oferecer críticas construtivas

Você pode se comunicar sem motivar, mas é impossível motivar sem se comunicar.

John Thompson, ex-técnico de basquetebol masculino da Georgetown University

As pessoas aprendem a pensar comunicando-se. Portanto, em nosso programa, não somente empregamos um sistema ofensivo e outro defensivo – empregamos um sistema de comunicação.

Mike Krzyzewski, Duke University, técnico do time masculino de basquetebol

A comunicação, sempre presente em

nossa vida diária, certamente é um elemento fundamental em contextos esportivos e de atividade física. Instrutores de atividades físicas precisam convencer pessoas sedentárias a se envolverem com exercícios. Não importa o brilhantismo de um técnico ao planejar estratégias e aspectos técnicos do jogo, uma vez que o sucesso ainda depende de ser capaz de se comunicar-se eficazmente tanto com os atletas quanto com os pais, os administradores, os técnicos assistentes, os meios de comunicação e outros técnicos. Professores de educação física e treinadores de atletas com registro profissional também precisam se comunicar em vários campos de atuação. Basicamente, mais do aquilo que você conhece, o que importa é quão bem você comunica informações aos outros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536317960

Capítulo 10: Coordenação motora: da teoria à prática

Dante De Rose Jr. Grupo A PDF Criptografado

Esporte e atividade física na infância e na adolescência

COORDENAÇÃO MOTORA:

DA TEORIA À PRÁTICA

149

10

Cynthia Y. Hiraga

Ana Maria Pellegrini

Coordenar é um termo que traz em si a ideia de harmonizar, orquestrar, encaixar, unir, relacionar, combinar, construir e muitas outras que retratam o potencial do ser humano para interagir com os outros e com o ambiente. Sob a perspectiva do senso comum, cada um de nós, seres humanos, somos capazes de avaliar o grau de coordenação motora em nossas ações.

Todavia, no que consiste essa coordenação? O que podemos ou devemos fazer para garantir sucesso em nossas ações motoras?

Este capítulo explora inicialmente aspectos gerais do movimento coordenado. Descreve as formas da coordenação motora e traz algumas considerações teóricas propostas por Bernstein (1967) a respeito da coordenação dentro de uma visão mais contemporânea no estudo do comportamento motor. Em seguida, é dada

ênfase ao papel das restrições sobre a coordenação motora. Toda e qualquer ação motora que envolve a coordenação é realizada em um contexto que certamente influenciará o resultado dessa ação, bem como o processo da ação produzida pelo indivíduo. Em sua última parte, o capítulo apresenta algumas formas úteis de avaliação da coordenação motora que podem ser aplicadas tanto na educação motora quanto na iniciação esportiva.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713891

Capítulo 10 - Treinamento Resistido para Crianças

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

10

Treinamento Resistido para Crianças

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as adaptações ao treinamento em pré-adolescentes e adolescentes;

2. discutir lesões agudas e crônicas decorrentes de treinamento em pré-adolescentes e adoles­centes;

3. descrever as etapas para o desenvolvimento adequado, seguro e eficaz de um programa de trei­ namento com pesos para pré-adolescentes e adolescentes;

4. descrever diferenças em programas de treinamento resistido para crianças de idades variadas;

5. elaborar um programa de treinamento resistido periodizado para pré-adolescentes e adoles­ centes; e

6. descrever as alterações/adaptações nos equipamentos de força que possam ser necessárias para que crianças realizem o treino resistido, incluindo aumentos apropriados da carga durante o programa.

A popularidade do treinamento resistido entre pré-púbe­-

r­ es e adolescentes aumentou espantosamente. A aceita­

Ver todos os capítulos
Medium 9788536317960

Capítulo 11: Aspectos fidiológicos do crescimento e do desenvolvimento: influência do exercício físico

Dante De Rose Jr. Grupo A PDF Criptografado

ASPECTOS FISIOLÓGICOS

DO CRESCIMENTO E DO

DESENVOLVIMENTO: INFLUÊNCIA

DO EXERCÍCIO FÍSICO

11

Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz

Antonio Prista

Crivaldo Gomes Cardoso Jr.

Ao longo da vida, as funções orgânicas vão se modificando, o que afeta o desempenho motor e esportivo. Alterações expressivas são principalmente observadas na puberdade, fazendo com que as respostas fisiológicas aos exercícios sejam diferentes antes e após essa fase da vida. Contudo, a prática regular de exercícios físicos, ou seja, o treinamento físico ou esportivo, também pode influenciar os processos de crescimento e desenvolvimento, favorecendo-os ou prejudicando-os. Essa influência pode ter resultados distintos em diferentes fases da vida.

Dessa forma, para se elaborar programas de exercícios/treinamentos físicos que propiciem um desenvolvimento ótimo das funções orgânicas nas diversas faixas etárias, é necessário conhecer os efeitos do processo maturacional e dos exercícios sobre essas funções. Este capítulo discutirá esses efeitos, enfatizando os aspectos ligados à maturação, à composição corporal e às vias metabólicas, relacionando-os

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852098

Capítulo 11 - Avaliação das Habilidades Esportivas e Motoras

James R. Morrow Jr., Allen W. Jackson, James G. Disch, Dale P. Mood Grupo A PDF Criptografado

11

Avaliação das

Habilidades

Esportivas e Motoras

Tópicos

Diretrizes para os testes de habilidades esportivas e de desempenho motor

Procedimentos eficazes de testes

Tarefas do pré-teste

Tarefas do teste

Tarefas do pós-teste

Desenvolvimento de testes psicomotores

Pontos importantes em testes de habilidades esportivas

Classificação dos testes de habilidades esportivas

Testes objetivos

Classificações subjetivas

Outros testes

Testes de habilidades motoras

História

Aspectos da medida do domínio do desempenho humano

Objetivos da análise do desempenho humano

Exemplo de seleção

Exemplo de classificação

Exemplo de diagnóstico

Exemplo de predição

Conclusão

ESTUDE

Morrow_11.indd 299

300

301

302

303

303

304

306

307

307

314

319

321

321

Objetivos

Após estudar este capítulo, você será capaz de:

Ver todos os capítulos

Carregar mais