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Medium 9788520435854

10. Adesão ao exercício e medidas de segurança

TAYLOR, Albert W.; JOHNSON, Michel J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

Adesão ao exercício e medidas de segurança

Conteúdo deste capítulo

Adesão ao exercício

Determinantes da participação em atividades físicas

Características e atributos pessoais

Fatores ambientais

Estratégias para aumentar a adesão

Segurança

Recomendações para programas de exercícios

Resumo

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Fisiologia do exercício na terceira idade

“Uma atividade ou exercício é prescrito de acordo com o limite máximo previsto para a capacidade fisiológica do indivíduo, ainda que acima do limite mínimo da faixa de limiar terapêutico. Isso é garantido por meio da condução de um monitoramento apropriado. É essencial saber os sinais e sintomas de distress durante a prática do exercício, sendo necessário antecipá-los para cada indivíduo. É preciso ensinar o idoso o momento certo para realizar o automonitoramento.”

Dean (1994, p.88)

Neste capítulo, são discutidos a adesão ao exercício, os determinantes da participação em atividades físicas e os aspectos relativos à segurança dos idosos. Ainda, são descritos os problemas e necessidades específicas dos idosos em relação aos seus programas de exercício. Também são discutidas as estratégias destinadas a aumentar essa adesão, como a adoção de intensificadores de programa, modificação do comportamento e supervisão do comportamento.

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Medium 9788520440018

10. Articulação do tornozelo e do pé

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação do tornozelo e do pé

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A construção da articulação do tornozelo/pé é a mais intrigante.

Os 26 ossos (7 tarsais, 5 metatarsais e 14 falanges), os 19 grandes músculos, muitos pequenos músculos intrínsecos da planta do pé e mais de 100 ligamentos compõem a estrutura principal de cada articulação do tornozelo e do pé.

A transferência de peso da tíbia para o tálus e então para o calcâneo (osso do calcanhar) é um incrível ato de equilíbrio em que se recebe o peso de todo o corpo e, em seguida, impulsiona-o adiante para o restante do pé.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E DO PÉ

Articulações e ações da articulação do tornozelo e do pé

A articulação superior do tornozelo é o ponto de articulação entre a tíbia, a fíbula e o tálus.

Eles se encaixam firmemente; é uma articulação do tipo gínglimo, em que ocorrem as ações de flexão plantar e flexão dorsal. A articulação inferior, ou distal, do tornozelo é uma combinação das articulações talocalcânea e transversa do tarso. Os sete ossos tarsais estão localizados nessa área, e há diversos movimentos entre as várias articulações. A autora prefere simplificar as ações articulares da área utilizando os termos“pronação”e“supinação”(ver página 179).

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Medium 9788520426999

10. Corpo Inteiro

GOLDENBERG, Lorne; TWIST, Peter Editora Manole PDF Criptografado

Corpo

Inteiro

Exercícios neste capítulo

Leg Press de Estabilização com Parceiro

Agachamento com Desenvolvimento por Cima da Cabeça

Rolamento com Agilidade

Avanço com Deslocamento e Rotação da Medicine Ball por Cima da Cabeça

Avanço Angulado com Rotação Horizontal da Medicine Ball

Flexão dos Membros Superiores com Deslocamento na Medicine Ball

Arremesso de Lateral a Frontal da Medicine Ball contra a Parede

Circuito com a Medicine Ball

Cortada de Machado com Flexão do Quadril

Rebote Lateral no Solo com a Medicine Ball por Cima da Cabeça

Salto e Arremesso com a Medicine Ball por Cima da Cabeça

Arremesso da Medicine Ball com Salto com os Dois Membros Inferiores e

Aterrissagem com um Membro Inferior

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Treinamento de Força com Bola

LEG PRESS DE ESTABILIZAÇÃO

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Medium 9788520428955

10. Criando um programa de força e condicionamento

SALO, Dave; RIEWALD, Scott A. Editora Manole PDF Criptografado

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Criando um programa de força e condicionamento

Agora que você já viu como a força e o condicionamento físico podem melhorar seu desempenho na Natação, vamos discutir como é possível estruturar seu treinamento no decorrer de uma temporada.Vários princípios de treinamento são subjacentes ao tipo de programa, porém na verdade o mais importante é ter um plano – conhecendo seus objetivos específicos ou os dos nadadores que você treina. Saiba o que quer e quando deseja fazê-lo.Você pode ter o objetivo de atingir dois picos de desempenho neste ano e querer que eles ocorram durante as provas dos campeonatos estaduais no verão e na primavera. Seus objetivos podem ser um pouco diferentes dos da equipe nacional, que são conseguir apenas um pico por ano no Pan Pacific ou no Campeonato Mundial ou então a cada quatro anos nos

Jogos Olímpicos. Quer você seja membro da equipe do seu país, um nadador máster, membro de um grupo de nadadores jovens ou um triatleta, um programa bem desenvolvido de força e condicionamento o ajudará a levar seu nível de desempenho para o próximo patamar. Independentemente de quais sejam suas aspirações, quanto mais você entende a ciência por trás da periodização e do desenvolvimento de um plano de treinamento, mais capaz você será de aprimorar a integração do treinamento de força ao seu nado.

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Medium 9788520439180

10. Exercício físico para pacientes com fibromialgia

LANCHA JR., Antonio Herbert; LANCHA, Luciana Oquendo Pereira Editora Manole PDF Criptografado

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E� xercício físico para pacientes com fibromialgia

Fernanda Rodrigues Lima

Roberta Potenza

Guilherme Giannini Artioli

Introdução

A fibromialgia (FM) é uma síndrome crônica composta pela combinação variável de dor difusa pelo corpo, fadiga, sensação de rigidez no aparelho locomotor, distúrbio do sono, sintomas autonômicos e alterações cognitivas. A presença desses sintomas deve ocorrer na ausência de outra doença orgânica que os justifiquem1.

Por muito tempo, a FM não foi considerada um diagnóstico diferencial em quadros álgicos do aparelho locomotor, possivelmente pela sua complexidade clínica e fisiopatológica e pela ausência de alterações objetivas no exame físico e em testes laboratoriais que pudessem caracterizar melhor a sua existência como uma doença2.

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Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

Atualmente, graças aos estudos clínicos e experimentais em neurofisiologia da dor, a tendência é se caracterizar a FM como uma síndrome de sensibilização central que pode se sobrepor a outras síndromes desse tipo, como a síndrome da fadiga crônica, síndrome do cólon irritável, enxaqueca e síndrome das pernas inquietas, por exemplo3.

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Medium 9788536327303

10. Fatos e mitos sobre a aptidão física - Qual é a verdade?

Sharkey, Brian Grupo A PDF Criptografado

Fato ou mito?

Este capítulo considera os fatos e alguns dos mitos que inundam o campo da atividade física. Também descreve como os fatos são propriamente estabelecidos a fim de ajudá-lo a se tornar um melhor consumidor de informações sobre aptidão física e saúde.

Fatos

Como uma hipótese ou teoria torna-se um fato? Estudos cuidadosamente planejados e controlados ajudam-nos a diferenciar um fato de uma ficção. Fisiologistas do exercício desenvolvem muitos tipos de estudos a fim de compreender os efeitos imediatos e de longo prazo do exercício e do treinamento (ver a tabela na próxima página). Em estudos comparativos, ou de status, é possível determinar diferenças entre grupos, tais como atletas e não atletas. Esses estudos podem mostrar diferenças mas não provam por que os atletas são mais fortes ou mais rápidos (há probabilidades de que a hereditariedade e o ambiente os predisponham a terem sucesso em um esporte específico). Outro tipo de estudo – o de correlação – analisa a relação de um fator (p. ex., um método de treinamento em particular) com outro fator

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Medium 9788520433447

10. Fundamentos em síndrome pós-poliomielite

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

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Fundamentos em síndrome pós-poliomielite

Márcia Pradella-Hallinan

Tatiana Mesquita e Silva

INTRODUÇÃO

A poliomielite é uma doença inflamatória aguda causada por um vírus da família picornaviridae, do gênero enterovírus, que ocasiona principalmente necrose dos neurônios motores inferiores, conhecida pelo termo técnico poliomielite anterior aguda, também denominada paralisia infantil, mielite dos cornos anteriores, paralisia da manhã ou, simplesmente, pólio.

A erradicação global da poliomielite teve início em 1988 pela Organização Mundial da Saúde, após as campanhas de vacinação em massa em todo o mundo. É uma doença que deixou muitos sequelados, não somente no Brasil, como em muitos lugares do globo1.

SÍNDROME PÓS-POLIOMIELITE

Os indivíduos com história de poliomielite paralítica tinham sequelas consideradas crônicas e estáveis referentes à perda da motricidade residual e da estabilidade da lesão nervosa. Após a doença aguda e um período de reinervação, os indivíduos geralmente alcançam um platô de recuperação neurológica e funcional, que se acreditava tratar-se de melhora permanente. Porém, pesquisas mais recentes mostraram que parte dos sobreviventes da pólio paralítica apresentam novos sintomas ou piora dos sintomas residuais relacionados à doença original1-3.

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Medium 9788520450987

10. Juntando tudo

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

JUNTANDO TUDO

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treinamento de basquete requer a realização de exercícios específicos, porém é igualmente importante ter um plano de ação organizado. Da mesma forma que em outras áreas da vida, como a poupança para que futuramente uma criança curse o ensino superior, a construção de uma casa, ou ainda a manutenção de uma conta para a aposentadoria, o plano de ação ajuda a cumprir objetivos. Cada objetivo requer um plano para assegurar aplicação, satisfação e resultados adequados. O programa de treinamento do atleta não é diferente. A avaliação, a preparação do atleta e do programa, a escolha e também a ordem dos exercícios são detalhadas neste capítulo.

Avaliação

Antes de estabelecer um programa de treinamento, você precisa anotar informações específicas a fim de garantir um regime adequado. Idade e gênero são fatores importantes. O mais importante é a história médica; registre qualquer problema crônico de saúde como asma ou diabete, deformidades e assimetrias musculoesqueléticas ou procedimentos cirúrgicos realizados.

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Medium 9788520431627

10. LESÕES COMUNS DE CORRIDA

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

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LESÕES COMUNS

DE CORRIDA

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e este livro tivesse sido escrito sem levar em conta os inconvenientes da corrida, então prestaríamos um grande desserviço aos leitores. Seria muita ingenuidade imaginar ser possível correr e exercitar-se de modo mais eficaz sem se deparar com algumas ciladas que quase todo corredor encontra em algum momento. Algumas delas estão além do controle humano, mas outras são, com toda certeza, evitáveis, se for dada a devida atenção à ajuda de longo prazo fornecida pelo programa de treinamento.

Ao seguir os exercícios deste livro, o tempo dedicado aos exercícios e à corrida poderá ser aumentado. Mas uma regra útil é nunca aumentar a distância ou o tempo de corrida mais que 5 a 10% por semana. Isso não se aplica às fases iniciais de um programa de treinamento, em que se corre menos de 16 km por semana, mas acima desses níveis, este guia o ajudará a prevenir lesões por sobrecarga. A dor é provavelmente o melhor sinal de alerta para lesões, mas ela pode surgir de diversas maneiras.

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Medium 9788536306643

10. O sacrifício de desobstrução

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: TÁTICAS

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O sacrifício de desobstrução

I

magine esta situação: você tem a oportunidade de fazer um grande lance – um lance forte o bastante para ganhar material ou talvez chegar ao xeque-mate.

O problema é que uma de suas peças está no caminho e, se tiver de gastar tempo removendo o obstáculo para uma casa segura, seu adversário terá a chance de preparar a defesa.

A solução para esse dilema é sacrificar a peça que está obstruindo o caminho. Conhecida como sacrifício de desobstrução, essa tática força o adversário a capturar o obstáculo, deixando livre a casa de seus sonhos e impedindo quaisquer medidas defensivas.

Como se pode forçar o adversário a fazer uma captura que levará a sua própria ruína? O melhor meio é dar um xeque no Rei inimigo com essa peça e assim forçar uma resposta. O segundo melhor meio é capturar alguma coisa com essa peça. Se o adversário não fizer a recaptura, você sairá com uma vantagem material.

Obviamente, um lance que envolve o xeque é o método mais atrativo. Apresentamos um exemplo no Diagrama 99, em que as brancas estão montando um

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Medium 9788520432433

10. Polimento para competições de velocidade e potência

MUJIKA, Iñigo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 10

Polimento para competições de velocidade e potência

Embora o conhecimento científico sobre o polimento e maximização para provas de velocidade e potência seja menos completo do que aquele que contem­ pla provas de resistência, algumas informações valiosas surgiram nos últimos anos, que podem contribuir para um melhor planejamento para modalidades desse tipo.

Como visto no Capítulo 3, muitas variáveis fisiológicas que são importantes para força, potência e velocidade ideais, melhoram como resultado de um programa apropriado de polimento. Elas incluem aumentos no diâmetro de fibras muscula­ res de contração rápida, acentuado desempenho contrátil, ativação neural aumen­ tada, fluxo glicolítico aumentado durante o exercício máximo e alterações hormo­ nais que podem facilitar processos anabólicos. Essas alterações fisiológicas estão associadas com ganhos de desempenho em todo o corpo, como demonstrado na

Tabela 6.1 para atividades como natação de 25 e 50 m, força articular multi ou uniarticular, levantamento de peso e salto vertical. Nas páginas seguintes, treinado­ res de nível mundial e atletas envolvidos em provas de velocidade e potência dis­ cutem suas estratégias de polimento e maximização para competições importantes.

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Medium 9788536317687

10 Processos cognitivos: interação com o treinamento tático no tênis

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

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PROCESSOS COGNITIVOS: INTERAÇÃO COM

O TREINAMENTO TÁTICO NO TÊNIS

Pablo Juan Greco

Siomara Aparecida da Silva

Layla Campos Aburachid

Um dos objetivos das pesquisas na

área das ciências do treinamento esportivo consiste em esclarecer as complexas estruturas que compõem o rendimento esportivo, quais são seus parâmetros e principalmente compreender as interações entre eles. Entender as variáveis que se apresentam, por exemplo, em um jogo ou em uma competição, bem como as relações delas com as diferentes capacidades inerentes ao rendimento se constitui em desafio para treinadores e pesquisadores.

Uma das dificuldades para se responder a esse desafio centra-se em características próprias dos esportes, como a variabilidade da técnica, a imprevisibilidade do contexto ambiental, a riqueza, a aleatoriedade e a diversidade de situações táticas que se apresentam. Segundo Garganta

(1995), essa diversidade evidencia um

“apelo à inteligência, enquanto capacidade de adaptação a um contexto em permanente mudança” como habilidade para solução de problemas.

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Medium 9788520432686

10. Sessões de treinamento na piscina

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

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Sessões de treinamento na piscina

O condicionamento físico, além de ser um dos aspectos mais importantes para a promoção da saúde do corpo, também é a base das atividades intelectuais dinâmicas e criativas.

– John Fitzgerald Kennedy

A

ntes de pegar uma caneta para esboçar um plano de treinamento, é essencial que você compreenda os fundamentos do condicionamento físico e a forma como ele se aplica à natação. Simplesmente entrar na piscina e nadar diversas voltas não é suficiente para melhorar o preparo físico e o desempenho. O ideal é que você planeje objetivamente cada uma das sessões, para a academia ou para a piscina, a fim de adequá-las ao objetivo maior de promover o condicionamento do corpo. Este capítulo o ajuda a compreender e planejar sessões de treinamento na piscina voltadas para propósitos específicos. Ele começa com uma breve lição sobre os princípios do treinamento e depois passa para sua aplicação na natação.

Aspectos básicos do CONDICIONAMENTO

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Medium 9788520433089

10. Seu programa personalizado de pilates

ISACOWITZ, Rael; CLIPPINGER, Karen Editora Manole PDF Criptografado

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P Í T UL

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SEU PROGRAMA

PERSONALIZADO DE

PILATES

É

hora de praticar! A prática consistente é essencial para colher os frutos do pilates. Um programa bem estruturado é a chave para maximizar os ganhos a cada sessão. Você deve considerar vários fatores ao personalizar um programa às suas necessidades. Certos fatores podem mudar diariamente, enquanto outros permanecem constantes. Os fatores a se considerar são o tipo de corpo, lesões anteriores, restrições médicas, idade, sexo, nível de condicionamento físico e habi­ lidades motoras. Escolha com sabedoria os exercícios para maximizar os benefícios e minimizar o risco de lesões.

Existem diferentes abordagens para a estruturação de um programa de pilates. Joseph Pilates estabeleceu uma sequência muito específica de exercícios, que ainda hoje é usada por algumas pessoas. Outras abordagens têm apenas uma remota semelhança com o sequenciamento clás­ sico de Joseph Pilates. É particularmente difícil aplicar princípios científicos convencionais a um programa de pilates de solo para o corpo inteiro, porque grande parte dos exercícios centra­se na powerhouse, a essência do pilates. No entanto, a esquematização é importante para promover o equilíbrio muscular, a progressão lógica, o fluxo e a continuidade; além disso, oferece um meio para a criatividade.

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Medium 9788536327136

10. Técnicas Não Paramétricas

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

TÉCNICAS NÃO PARAMÉTRICAS

Ele usa a estatística como os bêbados usam o poste como ponto de apoio, e não como fonte de luz.

Andrew Lang

N

os capítulos anteriores, descrevemos várias estatísticas paramétricas. Lembre-se de que elas incluem pressuposições sobre a normalidade e a homogeneidade da variância da distribuição.

Outra categoria de estatísticas é chamada de não paramétrica. Essa última também é chamada de estatística de distribuição livre, pois não se faz nenhuma suposição sobre a distribuição dos escores. As estatísticas não paramétricas são versáteis, porque podem lidar com escores ordenados e categorias.

Isso consiste em uma vantagem definitiva quando o investigador trabalha com variáveis que não se prestam a dados precisos, de intervalos ou de razões (com maior probabilidade de atender a suposições paramétricas), tais como categorias de respostas a questionários e vários instrumentos de classificação de comportamentos afetivos. Os dados de pesquisas quantitativas muitas vezes são avaliações numéricas de eventos que podem ser analisados com eficácia por estatísticas não paramétricas.

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