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Capítulo 8 - Destreinamento

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Destreinamento

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as circunstâncias sob as quais ocorre o destreinamento;

2. descrever a linha de tempo característica da perda da capacidade física durante o destrei­na­mento;

3. discutir os mecanismos fisiológicos resultantes do destreinamento;

4. discutir os efeitos do destreinamento na temporada em diferentes esportes, e os fatores que afetam o destreinamento durante a temporada;

5. discutir por que o destreinamento, no final de uma carreira, é importante para um atleta musculoso; e

6. recomendar práticas de treinamento para um atleta musculoso após encerrar sua carreira.

A definição clássica de destreinamento é “a interrupção

dos exercícios de treinamento”. Entretanto, o destreinamento também pode ocorrer com o planejamento da interrupção, como num programa de treino periodizado, ou sem o planejamento da interrupção, em consequência de uma lesão, redução do volume ou da intensidade de treinamento. O destreinamento é um processo de descondicionamento físico que acontece quando o treino é diminuído ou cessado por completo, e pode influenciar o desempenho em função da diminuição da capacidade fisiológica. Sempre que acontecem diminuições na capacidade de força e potência, ou quando a massa muscular é perdida, pode ter acontecido algum tipo de destreinamento. Ele pode se dar após várias semanas ou ao longo de vários anos, em consequência de ausência de treinamento, do envelhecimento ou término da carreira de um atleta.

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Capítulo 4 - Integração de Outros Componentes da Aptidão Física

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Integração de Outros

Componentes da Aptidão Física

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. discutir as vantagens e desvantagens do treino concorrente, além de como elas podem in­ fluenciar, de forma diferente, populações específicas;

2. explicar os mecanismos fisiológicos por trás das adaptações ao treino concorrente;

3. explicar as várias formas de treino cardiovascular;

4. discutir os métodos utilizados para determinar a intensidade do treino cardiovascular e como eles se relacionam com a prescrição de programas de exercício;

5. demonstrar as várias formas de alongamento; e

6. compreender como a flexibilidade e o alongamento afetam no desempenho nos esportes.

Integrar uma variedade de componentes da atividade f­ísica a um programa de condicionamento total exige um exame criterioso das prioridades do treino. A com­pa­ tibili­dade dos vários modos de exercício também deve ser con­siderada em relação às metas de condi­cio­na­ mento ou de­sem­penho. O momento certo, a sequência e a ênfase do pro­­gra­­ma também influenciarão a capaci­ dade do organis­mo de se adaptar e alcançar as metas.

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Capítulo 2 - Tipos de Treinamento Resistido

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Tipos de Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. definir treinamento isométrico, de carga externa dinâmica constante, de carga variável, de carga dupla­mente variável, isocinético, e excêntrico;

2. descrever o que se sabe a partir de pesquisas sobre frequência ideal, volume e intensidade de treinamento para resultar em aumentos de força, aumentos no desempenho motor, aumentos na hipertrofia e mudanças na composição corporal com os vários tipos de treino;

3. descrever as considerações específicas a cada tipo de treinamento;

4. discutir de que maneira os vários tipos de treino se comparam quanto aos incrementos de força, melhora de de­sempenho motor, hipertrofia e mudanças de composição corporal; e

5. definir e discutir a especificidade de fatores de treinamento, como especificidade do ângulo ar­ ticular, especificidade da velocidade e especificidade de teste.

A maioria dos atletas e entusiastas da aptidão física rea­liza o treinamento de força como parte dos seus pro­gramas gerais de treinamento. O principal interesse dos atletas não é quanto peso pode ser levantado, mas se os aumentos na força e na potência e as alterações na com­posição corporal provocados pelo treinamento de força resultarão em me­ lhor desempenho nos seus esportes. Os entusiastas da apti­ dão física podem estar interessados em algumas das mes­ mas adaptações ao treinamen­to que os atletas, mas também nos benefícios para a saúde como, por exem­plo, redução da pressão arterial e mudanças na compo­sição cor­poral, bem como uma aparência em forma, que po­dem ser ocasionadas pelo treinamento de força.

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Capítulo 5 - Desenvolvendo Sessões Individualizadas de Treinamento Resistido

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Desenvolvendo Sessões Individualizadas de Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. aplicar os princípios de elaboração de um programa de treinamento a fim de desenvolver um estí­mulo eficaz e individualizado promovido pelo exercício;

2. realizar questionários com perguntas adequadas que abranjam a análise das necessidades individuais, em termos de análise biomecânica, fontes de energia e prevenção de lesões;

3. identificar e compreender a importância da manipulação das variáveis agudas de um programa de treino, e os efeitos agudos induzidos pela sessão e o programa de treinamento;

4. compreender as respostas fisiológicas específicas da manipulação aguda do programa e o impacto dessas respostas na elaboração dos exercícios físicos e do programa;

5. compreender o conceito de potencial de treinamento e as diferentes janelas de adaptações para diferentes níveis de condicionamento e medidas diversas; e

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Capítulo 11 - Treinamento Resistido para Idosos

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Treinamento Resistido para Idosos

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. diferenciar fatores modificáveis e não modificáveis relacionados à população com mais idade;

2. descrever as alterações hormonais resultantes do processo de envelhecimento em homens e mulheres com relação à andropausa e à menopausa, e as implicações gerais à população idosa;

3. listar as alterações na composição corporal associadas ao envelhecimento e ao indivíduo, bem como os impactos cumulativos;

4. explicar o fenômeno da perda de força e potência musculares, bem como as causas na popu­ lação de pessoas idosas;

5. listar as adaptações principais no treino resistido para a população idosa; e

6. identificar os aspectos mais importantes na elaboração de um programa de treino resistido para idosos.

Com o avanço da idade, os indivíduos mais velhos passam

por várias mudanças em seus corpos, incluindo diminuições nas secreções hormonais, atrofia muscular e reduções na densidade óssea. As alterações que ocorrem com o envelhecimento têm efeitos drásticos, em consequência de perda de função e da independência. Um programa ideal de treinamento resistido pode atenuar as reduções fisiológicas, melhorar o funcionamento e inten­si­ficar as capacidades físicas. Para pessoas de todas as idades, a saúde de sistemas, tecidos e células melhora somente quando usados. Para a musculatura esquelética, isso significa que alterações e adaptações associadas ao treinamento ocorrem apenas naquelas unidades motoras empregadas num exercício. Cabe ressaltar que outros sistemas também se beneficiam do recrutamento das unidades motoras (como a tensão cardiovascular reduzida com aumento da força periférica). Idosos de todas as idades podem se beneficiar da realização de programas de treino resistido corretamente elaborados, sendo capazes de colocá-los em prática, inclusive homens e mulheres de idades bastante avançadas (ver Figura 11.1).

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Capítulo 6 - Sistemas e Técnicas do Treinamento Resistido

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Sistemas e Técnicas do

Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as variáveis agudas do treinamento que devem ser conhecidas para a realização de um sistema de treino ou técnica de treino;

2. discutir as vantagens de programas de treinamento com uma série ou múltiplas séries;

3. descrever os sistemas diferentes de treino conforme a ordem dos exercícios;

4. descrever técnicas de treinamento, como roubada, séries até a falha, repetições forçadas, re­ petições parciais e oclusão vascular;

5. descrever sistemas especializados de treino, como isométrico funcional, com implementos, vibração, negativo, de superfície instável, extremo e a cadeia de treinamento; e

6. discutir o que é conhecido a partir de pesquisas sobre técnicas de treinamento e sistemas especializados de treinamento.

A maioria dos sistemas e técnicas de treinamento de força foi desenvolvida originalmente por treinadores de força, basistas, levantadores olímpios, fisiculturistas e treinadores pessoais. Grande parte dos sistemas foi ela­ borada originalmente para suprir as necessidades e me­ tas de grupos específicos, sendo que a maior parte foi criada para adultos ou atletas jovens e saudáveis. As ne­ cessidades e os objetivos de um grupo incluem não apenas os resultados do treinamento, como aumentos de força e alterações na composição corporal, mas também questões burocráticas, como disponibilidade de tempo para todo o treino, tipo de treino tradicionalmente rea­ lizado e disponibilidade de equipamento.

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Capítulo 1 - Princípios Básicos do Treinamento Resistido e Prescrição de Exercícios

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Princípios Básicos do Treinamento

Resistido e Prescrição de Exercícios

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. definir os termos básicos geralmente usados na elaboração de programas de treinamento resistido;

2. demonstrar os três tipos de ações musculares;

3. explicar o uso de ações musculares voluntárias e seu papel no ganho de força e hipertrofia muscular;

4. discutir os princípios da elaboração de programas, incluindo intensidade, volume de treina­ mento, períodos de repouso, especificidade, periodização e sobrecarga progressiva; e

5. discutir a importância da segurança, incluindo técnica de auxílio, respiração, técnica de exe­ cução do exercício, amplitude de movimento e equipamento.

O treinamento resistido,* também conhecido co­mo trei­

na­mento de força ou com pesos, tornou-se uma das formas mais populares de exercício para melhorar a ap­ tidão física e para o condicionamento de atletas. Os ter­ mos treinamento de força, treinamento com pesos e trei­ na­mento resistido são todos utilizados para descrever um tipo de exercício que exige que a musculatura corporal se movimente (ou tente se movimentar) contra uma for­

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Capítulo 3 - Adaptações Fisiológicas ao Treinamento Resistido

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Adaptações Fisiológicas ao

Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. entender os componentes básicos do metabolismo do exercício e como contribuem e se adaptam a estímulos diferentes de exercícios;

2. descrever a anatomia e fisiologia dos músculos esqueléticos e os mecanismos da especificidade de adaptação ao exercício;

3. explicar o papel do sistema nervoso nas ações, no controle e nas adaptações musculares ao exercício,

4. descrever o princípio de tamanho e compreender como ele reflete e, de modo fundamental, de­ termina os aspectos funcional e metabólico, tanto do exercício quanto das adaptações;

5. explicar as alterações na composição corporal esperadas com as diferentes formas de treina­ mento, além do tempo necessário para essas alterações;

6. discutir a complexidade e a importância das respostas a exercícios resistidos, bem como as adap­tações dos principais hormônios anabólicos e catabólicos, e como isso tem a ver com a ela­boração de um programa;

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Capítulo 7 - Estratégias Avançadas de Treinamento

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Estratégias Avançadas de Treinamento

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever o padrão de intensidade e volume de treinamento mais utilizado para a periodização linear e não linear;

2. descrever os resultados das pesquisas a respeito de alterações na força, no desempenho motor e na composição corporal em resposta a treinos com periodização linear e não linear;

3. definir treino de potência e discutir como a taxa de produção de força, a carga levantada, a velo­ cidade de movimentos e a fase de desaceleração influenciam no desenvolvimento de po­tência num exercício;

4. descrever os resultados de pesquisas a respeito da elaboração de programa de treinamento pliométrico ideal; e

5. discutir por que duas sessões de treino com pesos por dia podem ser vantajosas para os atletas.

A busca de estratégias avançadas de treinamento provavelmente teve início após o desenvolvimento dos primeiros programas de treinamento resistido. Após a execução de um programa de treino resistido por um curto período de tempo, tendo atingido ganhos substanciais em força e hipertrofia, alguém provavelmente se perguntou: o que eu posso fazer para melhorar meu programa atual de treinamento? Essa busca de estratégias avançadas, iniciada àquela altura, ainda persiste. A po­ pu­la­ridade de estratégias avançadas de treinamento é de­monstrada por levantamentos indicando que 95% dos treinadores no ensino médio norte-americano, 69% dos treinadores da American National Football League, 80% dos competidores de strongman, 85% dos treinadores da

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Capítulo 29 - Reabilitação do ombro não cirúrgica utilizando as cadeias cinéticas

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

29

Aaron Sciascia e W. Ben Kibler

Reabilitação do ombro não cirúrgica utilizando as cadeias cinéticas

INTRODUÇÃO

É amplamente reconhecido que jovens atletas que utilizam o movimento de arremesso sobre a cabeça estão sujeitos a um alto risco de lesão nas extremidades superiores, devido à sobrecarga e/ou técnicas de treinamento inadequadas.

É possível programar tanto intervenções que modifiquem o padrão motor como técnicas de treinamento que previnam as lesões de maneira a estender a longevidade da carreira competitiva do atleta (1-4). Em nossa experiência clínica, os encontros com essa população vêm crescendo em função do aumento continuado das demandas atléticas dessa atividade sem as devidas medidas de precaução, tal como um adequado tempo de recuperação (5). Adicionalmente, esses mesmo atletas são inadequadamente preparados para competir, em razão das incompatibilidades fisiológicas oriundas, provavelmente, do uso de técnicas de treinamento ou de reabilitação inadequadas.

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Capítulo 17 - Surfe

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

17

Tim Brown e Christopher J. Prosser

Surfe

O surfe cresceu para se tornar um esporte global, com uma estimativa de 35 milhões de surfistas e 60 países participando anualmente nos campeonatos mundiais da “International

Surfing Association”. Mendez-Villanueva e Bishop observam que o surfe é um esporte intermitente, cujos participantes tendem a ser mais baixos, mais musculosos e a ter uma massa corporal menor do que outros atletas aquáticos de níveis equivalentes (1). Os autores também notam que 50% do tempo surfando é gasto remando, 40% estacionário, e somente 4% a 5% realmente em cima de uma onda; durante esses períodos aeróbicos e anaeróbicos de alta intensidade, os surfistas têm valores pico de VO2 comparáveis a outros atletas de resistência que fazem uso dos membros superiores.

Considerado um esporte de desenvolvimento precoce, o surfe requer um conjunto de habilidades sensório-motoras similares ao surfe na neve (snowboarding) ou ao skateboarding. De acordo com Treleaven, esse controle sensório-motor pode ser aumentado funcionalmente por um programa de exercícios coordenados de posição de articulações, estabilidade oculomotora e postural (2). Esses programas podem ser introduzidos cedo e modificados conforme a postura individual específica do surfista de pé direito ou esquerdo para frente, e para se adequar à direção, ao tamanho e ao tipo previsto da onda.

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Capítulo 20. Comportamentos dependentes e patológicos

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

Comportamentos dependentes e patológicos

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Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

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8.

Definir e discutir a prevalência de transtornos alimentares e da alimentação perturbada no esporte

Identificar fatores predisponentes ao desenvolvimento de transtornos alimentares

Descrever como identificar a alimentação perturbada

Definir e discutir a prevalência do abuso de substâncias no esporte

Explicar por que alguns atletas e praticantes de exercícios usam drogas

Discutir como detectar e prevenir o abuso de substâncias

Discutir os conceitos da adição positiva e negativa aos exercícios

Discutir o problema de jogo compulsivo no esporte

Em 2004, o escândalo do Bay Area Laboratory

Co-operative ocupou as primeiras páginas dos jornais, envolvendo inúmeros atletas famosos, como a campeã olímpica Marion Jones, mas especialmente jogadores de beisebol, como Barry Bonds, Roger Clemens, Mark

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Capítulo 13. Mentalização

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

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Mentalização

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

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3.

4.

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6.

7.

8.

Definir mentalização

Discutir a eficácia da mentalização para melhorar o desempenho no esporte

Discutir onde, quando, por que e o que da mentalização por atletas

Discutir os fatores que influenciam a eficácia da mentalização

Descrever como a mentalização funciona

Discutir os usos da mentalização

Explicar como desenvolver um programa de treinamento de mentalização

Explicar quando usar a mentalização

Há muitos anos, atletas praticam mentalmente

suas habilidades motoras. Na verdade, o treinamento mental – assim chamado para diferenciar do treinamento físico – tem uma longa tradição na psicologia do esporte e do exercício, e a grande quantidade de bibliografia sobre o assunto foi revisada em vários momentos (veja Cumming e Williams, 2012; Richardson, 1967a, b;

Weinberg, 1981, 2008). Nas duas décadas passadas, esse foco geral no treino mental deu lugar ao estudo sistemático dos possíveis usos e da eficácia da mentalização em contextos esportivos e de exercício. A citação a seguir por um dos maiores jogadores de golfe de todos os tempos, Jack Nicklaus (1974, p. 19), demonstra o uso que ele fazia da mentalização:

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Capítulo 8. Coesão de grupo

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

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Coesão de grupo

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

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4.

5.

6.

Definir coesão de tarefa e coesão social

Descrever o modelo conceitual de coesão

Discutir como a coesão é medida

Entender a relação coesão-desempenho

Entender melhor os fatores associados à coesão

Identificar diretrizes para desenvolver coesão de equipe

Nos esportes em equipe, certamente já hou-

ve situações em que ser uma unidade coesa teve relação com sucesso dentro do campo. O magnífico Babe Ruth, mais conhecido pelas realizações individuais, dizia isso sobre coesão: “O modo de jogar de um time como um todo determina seu sucesso. Você pode ter um grande número de estrelas individuais no mundo; porém, se esses jogadores não desempenharem como um todo, o clube não tem valor”. Quando os Pittsburgh Pirates venceram a Série Mundial* em 1979, o lema da equipe foi “Somos uma família”, sugerindo que os jogadores deviam o sucesso

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Capítulo 7. Dinâmicas de grupo e equipe

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

Dinâmicas de grupo e equipe

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Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

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3.

4.

5.

6.

Discutir como um grupo se torna uma equipe

Entender como os grupos são estruturados

Explicar como se cria um clima efetivo de equipe

Descrever como maximizar o desempenho individual em esportes coletivos

Entender melhor o conceito de ociosidade social

Discutir as condições mais propícias à ocorrência da ociosidade social

Já foi dito que um grande time não é necessariamen-

te formado por grandes talentos, mas pela combinação deles. Michael Jordan falava justamente disso quando disse: “Talento vence jogos, mas trabalho em equipe vence campeonatos” (Jordan, 1994, p. 24). Frequentemente, vemos times talentosos atuando mal, deixando de usar os recursos de seus membros, enquanto outros times, com menos talento e menos recursos, são bem-sucedidos. Certamente, a intenção de um time é tirar partido das várias capacidades, experiências e interesses de seus membros, mas é necessário considerável esforço para construir um trabalho em equipe efetivo. Pat

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