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Capítulo 4 - Crescimento Físico, Amadurecimento e Envelhecimento

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Crescimento Físico,

Amadurecimento e Envelhecimento

Restrições do indivíduo que mudam durante a vida

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Descrever a evolução do crescimento e do envelhecimento do corpo ao longo da vida

• Identificar padrões típicos de crescimento

• Reconhecer diferenças individuais no ritmo de crescimento e distinguir crescimento e amadurecimento.

• Revisar a influência de fatores extrínsecos no crescimento e desenvolvimento e o seu crescente papel ao longo da vida dos indivíduos

• Revisar o papel dos genes no início do crescimento físico e do desenvolvimento

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Crescimento Físico, Amadurecimento e Envelhecimento

Desenvolvimento motor no mundo real

Podemos ser enganados pelo tamanho

Na minha mesa tenho uma foto do meu time de voleibol do quinto ano. Obviamente, as meninas mais altas estão na última fileira. São também as jogadoras mais novas – por meio ano! Você provavelmente tem uma história semelhante, talvez sobre um time, colegas de aula ou parentes. Essas histórias servem para lembrar de que não existe um único plano para o crescimento e o amadurecimento de todos os indivíduos. Portanto, é importante para professores, terapeutas, técnicos, médicos e enfermeiros entender quais fatores levam a variações em padrões de crescimento e quando essas variações são normais ou anormais.

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Capítulo 15. Análise biomecânica qualitativa para entender o desenvolvimento de lesão

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Capítulo 15

Análise biomecânica qualitativa para entender o desenvolvimento de lesão

Steven T. McCaw, PhD, FACSM

Universidade do Estado de Illinois

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

• Diferenciar entre força e pressão ou tensão

• Explicar como a tensão contínua se relaciona com a adaptação tecidual e a lesão

• Descrever o conceito de limiar de tensão

• Diferenciar entre fatores intrínsecos e extrínsecos relacionados ao desenvolvimento de lesões

• Identificar os fatores intrínsecos que predispõem um indivíduo a lesões

• Identificar os fatores extrínsecos associados com tensão alta durante o desempenho de uma habilidade

• Explicar os conceitos de treinamento cruzado e treinamento cruzado dentro de uma mesma atividade

• Sugerir intervenções para diminuir o risco de lesão durante o desempenho de uma tarefa

Você está na linha de largada, pronto para disputar uma corrida de rua de 10 km. Um amigo se aproxima e explica que não está registrado para correr porque recentemente desenvolveu uma dor incômoda na perna. Ele modificou o seu treinamento para a corrida e espera alcançar um tempo melhor. Você imagina se as mudanças no programa de treinamento podem ter levado à lesão. Este capítulo discute a base biomecânica das lesões e esboça uma abordagem estruturada para identificar fatores relacionados à prevenção desse problema.

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Capítulo 9 - Desenvolvimento de Habilidades Manipulativas

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Desenvolvimento de

Habilidades Manipulativas

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Considerar como os receptores são capazes de interceptar objetos.

• Demonstrar como o tamanho de um objeto, em relação ao tamanho da mão, pode influenciar a pegada utilizada para segurá-lo.

• Documentar a transição na infância desde o uso de pegadas de potência, para pegar objetos, até o uso de pegadas de precisão.

• Examinar o papel da visão para alcançar os objetos.

• Identificar mudanças de desenvolvimento na recepção.

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Desenvolvimento de Habilidades Manipulativas

Desenvolvimento motor no mundo real

Mãos que ajudam

Em janeiro de 2013, Matthew Scott celebrou o 14º aniversário de seu transplante de mão, que foi o primeiro nos Estados Unidos e o mais bem-sucedido do mundo até hoje. Scott, um canhoto, perdeu sua mão esquerda em um acidente com fogos de artifícios, em 1985. Ele recebeu o transplante de um cadáver em uma cirurgia de 15 horas (mãos cheias de alegria, 2000). Um ano e meio após o procedimento, Scott era capaz de sentir temperatura, pressão e dor em sua nova mão, além de folhear páginas, amarrar cadarços de sapato e arremessar uma bola de beisebol. No check-up realizado após oito anos, ele conseguia segurar um peso de 6,5 kg com sua mão transplantada e pegar pequenos objetos.

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Capítulo 15 - O Desenvolvimento da Resistência Cardiorrespiratória

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O Desenvolvimento da Resistência

Cardiorrespiratória

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Estudar a resposta do corpo aos exercícios prolongados e como essa resposta muda ao longo da vida.

• Examinar a resposta do corpo aos exercícios vigorosos de curta duração e como essa resposta muda no decorrer da vida.

• Revisar os efeitos do treinamento de resistência ao longo da vida.

• Revisar os efeitos do treinamento para exercícios de curta duração ao longo da vida.

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O Desenvolvimento da Resistência Cardiorrespiratória

Desenvolvimento motor no mundo real

Nunca deixe sua sala de estar

Um trailer de um filme recente mostrou uma pessoa pilotando um avião, quando outra, um passageiro, lhe pergunta: “Onde você aprendeu a pilotar?”. A resposta? “PlayStation!”. Você pode reconhecer a resposta, trata-se de um video game. Parece que, a cada ano, jogos eletrônicos para televisão ou computador ficam melhores e mais parecidos com a vida real. Você pode escolher jogos baseados nos principais esportes, individuais ou coletivos, e com muitas nuances (p. ex., colocar spin em suas batidas) do jogo propriamente dito. Isso leva uma pessoa a se perguntar se alguém deixará sua sala de estar para realmente praticar algum esporte! Quando o tempo gasto jogando jogos eletrônicos é somado às horas gastas assistindo à televisão e utilizando computadores, é fácil perceber por que existe uma grande preocupação com o nível de aptidão física das pessoas, até mesmo crianças, em países ocidentais. Componentes da aptidão física podem atuar como restrições do indivíduo para a maioria das atividades; alguns deles são mais importantes para certos tipos de atividades físicas do que para outros. A falta de aptidão pode facilmente servir como um limitador de velocidade para o desempenho de habilidades motoras e de atividades físicas da vida diária. Na verdade, a aptidão física está relacionada à qualidade de vida da pessoa. Certamente, existe uma relação entre o crescimento e o envelhecimento do corpo e de seus sistemas (restrições estruturais) e os componentes da aptidão, bem como entre restrições funcionais e treinamento para a manutenção e melhoria da aptidão.

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Capítulo 8. Mecânica dos fluidos

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Capítulo 8

Mecânica dos fluidos

Os efeitos da água e do ar

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

Definir movimento relativo e absoluto

Definir flutuação e força de empuxo

Definir pressão

Definir fluido

Explicar como um fluido exerce forças sobre um objeto que se move nele

Identificar os componentes das forças de um fluido

Definir força de arrasto

Distinguir arrasto de superfície de arrasto de forma

Definir força de sustentação

Explicar o princípio de Bernoulli

Explicar o efeito Magnus

Identificar os vários fatores que determinam o efeito das forças de um fluido sobre um objeto

© Nuralya/Dreamstime.com

Você está na posição do rebatedor, esperando pelo próximo lançamento. O lançador prepara-se e arremessa. A bola está indo em sua direção, mas parece que o lançador a arremessou direto para o meio da zona de strike. Você começa seu giro, antecipando o barulho do bastão batendo a bola. Uiff! Uomp! “Strike três, você está fora!” Em vez de sentir e escutar o barulho do bastão acertando a bola, tudo que você sente é ele cortando o ar, e tudo que você escuta é o choque da bola batendo na luva do apanhador. Assim que você visualizou a bola voando sobre a cerca do lado esquerdo do campo, parece que ela se desviou para baixo e para a esquerda. O que aconteceu? Como uma bola que parecia estar em uma trajetória perfeita em direção à zona de strike

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Referências e sugestões de leitura

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Referências e sugestões de leitura*

Abbott, A.V., and Wilson, D.G. (Eds.). (1996). Human-powered vehicles. Champaign, IL: Human Kinetics.

Adrian, M.J. (1980). The true meaning of biomechanics. In J.M. Cooper and B. Haven (Eds.), Proceedings of the Biomechanics Symposium

(pp. 14-21). Indianapolis: Indiana State Board of Health.

Chow, J.W., and Knudson, D.V. (2011). Use of deterministic models in sports and exercise biomechanics research. Sports Biomechanics, 10,

219-233.

Cureton, T.K. Jr. (1930). Mechanics and kinesiology of the crawl flutter kick. Research Quarterly, 1(4):93-96.

Alexander, R.M. (1992). The human machine. New York: Columbia University Press.

Cureton, T.K. Jr. (1939). Elementary principles and techniques of cinematographic analysis. Research Quarterly, 10(2):3-24.

Arend, S., and Higgins, J.R. (1976). A strategy for the classification, subjective analysis and observation of human movement. Journal of

Human Movement Studies, 2:36-52.

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Capítulo 10. O sistema esquelético

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Capítulo 10

O sistema esquelético

A estrutura rígida do corpo

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

© Skyhawk911/Dreamstime.com

• Identificar as partes do sistema esquelético

• Descrever as funções do sistema esquelético

• Descrever as características anatômicas dos ossos

• Classificar ossos longos, curtos, chatos ou planos, irregulares ou sesamoides

• Descrever o processo de crescimento dos ossos longos

• Descrever os sistemas de classificação estrutural e funcional das articulações

• Classificar as articulações sinoviais como planas, em dobradiça, em pivô, elipsoidal, em sela, em bola e soquete

• Descrever as características anatômicas das articulações sinoviais

• Descrever a função da cartilagem articular

• Descrever a função do líquido sinovial

• Identificar os fatores que contribuem para a estabilidade das articulações sinoviais

• Identificar os fatores que contribuem para a flexibilidade das articulações sinoviais

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9 - Diferentes Possibilidades de Competições e Eventos

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Diferentes Possibilidades de

Competições e Eventos

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A competição é algo que parece inerente ao trabalho com o atletismo. Contudo, o professor deverá ter o cuidado de tratá-la como um fator que favoreça a motivação de todas as crianças e, é lógico, sempre pensando em estratégias para não gerar a exclusão de alguns ou a rotulação do “melhor” e do “pior” entre o grupo de crianças.

Das diferentes formas de competição existentes, o professor deverá considerar desde as gincanas, capazes de propiciar a maior interação do grupo, até as competições in­di­ vi­duais, envolvendo provas específicas do atletismo, em que a criança poderá verificar qual seu melhor resultado in­di­vi­dual, sem uma ênfase comparativa em relação às demais. Assim, por meio da gincana, o professor poderá complementar um trabalho que, muitas vezes, ocorre solitariamente, dado que o atletismo é um esporte in­di­vi­dual e, na maioria das vezes, é tratado de forma isolada. Por outro lado, será por meio da competição in­di­vi­dual que fará com que a criança se depare com os limites momentâneos de suas próprias possibilidades dentro daquilo que aprendeu em relação ao conteú­do desenvolvido.

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4 - Marcha Atlética

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revisão

Cap.: 4

Págs.: 8

Operadora: Denise Moriama

Data: 31/08/2015

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Marcha Atlética

Um pouco da história

Atualmente desenvolvida por homens e mulheres, a marcha atlética, inicialmente rea­li­zada apenas pelo sexo masculi­no, foi introduzida nos Jogos Olímpicos de Londres, em 1908, nas distâncias de 3.500 m e 10 milhas. Contudo, não é difícil evidenciar as inúmeras mudanças que ocorreram em termos da programação nessas competições.

Nos Jogos Olímpicos de 1912, em Estocolmo, por exemplo, apenas a prova de 10 milhas foi rea­li­zada, enquanto, em 1920, na Antué­rpia, foram incluí­das duas outras provas: 3 e

20 km, ainda que, em 1924, em Paris, tenha sido mantida apenas a prova de 10 km. Tantas foram as irregularidades que, nos Jogos Olímpicos seguintes, em Amsterdã, em 1928, a marcha atlética foi eliminada da programação olímpica, sendo reintroduzida apenas em 1932 por meio da prova masculina de 50 km. Mais tarde, em 1948, foram introduzidas as provas de 10 e 20 km, e, em 1952, as provas masculinas passaram a ser de 20 e 50 km.

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7 - Lançamentos e Arremessos

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Lançamentos e Arremessos

Lançamento do dardo1

Um pouco da história

Os dados históricos revelam que o lançamento do dardo consistia em uma das provas do pentatlo desenvolvida pelos gregos nos Jogos Olímpicos da Antiguidade. Na Era Moderna, o dardo, segundo Fernandes (1978), integra a programação olímpica masculina desde os Jogos Olímpicos de 1906, rea­li­zados em Atenas, enquanto, no feminino, passou a ser rea­li­zado dentro dos Jogos Olímpicos a partir de Los Angeles, em 1932 (Tabelas 7.1 e 7.2).

Assim como em outras modalidades, as regras e o implemento sofreram alterações como, por exemplo, em relação ao centro de gravidade. Atualmente, homens e mulheres executam o lançamento do dardo de acordo com as regras oficiais que não permite a rea­li­zação de “estilos não ortodoxos” (Figura 7.1).

Tabela 7.1 Provas oficiais de recorde mundial | Lançamento do dardo.

Categoria

Idade

Prova

Sexo

Sub-14

12 e 13 anos

Lançamento do dardo (400 g)

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2. Algumas palavras-chave para ajudar na compreensão

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Algumas palavras­‑chave para ajudar na compreensão

34 A pelve e o ligamento inguinal

35 Como os músculos abdominais fazem a pelve se mover?

36 A coluna vertebral e a coluna lombar

37 Os movimentos da coluna lombar (e torácica inferior)

38 O que é um disco intervertebral?

39 O que são os músculos dorsais?

40 O que é a caixa torácica?

41 O que é o diafragma?

42 O que é a glote?

43 O que é uma hérnia?

44 Em torno do períneo

45 Prolapso e incontinência

46 Outras palavras-chave

47 Como os abdominais tracionam a linha alba?

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A pelve e o ligamento inguinal

A pelve é formada por um conjunto de quatro ossos que sustentam a base do tronco. Sua forma é afunilada.

Os quatro ossos são: o sacro

os dois ossos ilíacos

Sentimos a parte superior da pelve quando colocamos as mãos sobre os quadris: é a crista ilíaca. A parte mais anterior da crista ilíaca é saliente: trata-se da espinha ilíaca anterossuperior (EIAS). Sentimos a sua parte inferior e pontuda quando nos sentamos em um assento um pouco duro: são os ísquios. A parte situada embaixo e na frente do osso ilíaco é denominada púbis.

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13. Defina seu plano para o sucesso

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Defina seu plano para o sucesso

Eu nado em uma competição da mesma forma que treino para ela. Não

é matemático. Apenas deixo meu corpo fazê-lo. Fica muito mais fácil se você deixar que seu corpo faça aquilo para o que foi treinado.

–Ian Thorpe, cinco vezes medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de

2000 e 2004

Q

uer você esteja treinando para uma competição específica ou apenas para melhorar o condicionamento físico, um plano de treinamento bem minucioso será o seu roteiro rumo ao sucesso. Contando com uma distribuição de meses e semanas claramente definida em seu plano, você poderá realizar os treinos diários com a confiança de que está no caminho certo para alcançar seus objetivos. Além disso, o tempo gasto nos treinamentos será mais eficiente, evitando os exercícios sem propósito, o risco de lesões e o esgotamento.

Os Capítulos 11 e 12 abordaram os princípios do treinamento e a maneira pela qual eles são transferidos para as sessões de exercícios na piscina, para o treino fora da água e para a natação em águas abertas. Considere que esses princípios são o mapa; e o plano de treinamento, a via pela qual você pretende seguir. A escolha cuidadosa de uma rota entre os diferentes caminhos disponíveis para chegar ao seu objetivo permite a criação de um plano personalizado que promoverá os resultados desejados.

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4. Massa muscular

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Massa muscular

A tendência para o aumento da massa muscular justifica denominar os exercícios resistidos “musculação”. A motivação para aumentar a massa muscular pode variar de caso para caso.

Muitos esportistas precisam aumentar a massa muscular para favorecer o desempenho nas suas modalidades; muitos frequentadores de academias, homens e mulheres, buscam a massa muscular para modelar o corpo; pessoas idosas precisam da massa muscular que se acompanha de melhor aptidão para a vida diária.

Em todos os casos, os praticantes de musculação estarão estimulando em alto grau a saúde e a aptidão física e essa é a razão pela qual a prática dos exercícios resistidos tende a ser recomendada para todas as pessoas. Pessoas que envelhecem sedentárias podem chegar a perder 40% da massa muscular da juventude, com todas as consequências indesejáveis que já vimos1,27. Essa perda de massa muscular é denominada hipotrofia dos músculos esqueléticos (Tabela 4.1).

Tabela 4.1  Ordem de grandeza da perda de massa muscular durante o envelhecimento sedentário – revisão de literatura.

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15. Competindo em águas abertas

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Competindo em águas abertas

O treinamento em águas abertas me propiciou, de fato, uma excelente base aeróbica.

Eu sentia que minha forma física estava melhor do que jamais esteve antes.

– Chip Peterson, ao ganhar o 1500 metros nado livre no U.S. Nationals, apenas duas semanas e meia depois de vencer o 10 K World

Open-Water Championships, em agosto de 2005

A

s competições em águas abertas datam do início da história dos Jogos

Olímpicos. Em 1896, na olimpíada de Atenas, os competidores nadaram provas de 100, 500 e 1200 metros, enfrentando as imensas ondas e os

13°C das águas da Baía de Zea. Nos Jogos Olímpicos de Paris, em 1900, foram realizadas cinco competições na correnteza do rio Sena, entre as quais uma prova de natação de 4 km. As competições em águas abertas voltaram a acontecer nos jogos de Pequim, em 2008, com um evento de 10 km no porto das canoas. Esse evento de longa distância é perfeito para uma olimpíada, já que complementa as provas de natação, da mesma forma que a maratona terrestre o faz com as de atletismo.

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10. Sessões de treinamento na piscina

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Sessões de treinamento na piscina

O condicionamento físico, além de ser um dos aspectos mais importantes para a promoção da saúde do corpo, também é a base das atividades intelectuais dinâmicas e criativas.

– John Fitzgerald Kennedy

A

ntes de pegar uma caneta para esboçar um plano de treinamento, é essencial que você compreenda os fundamentos do condicionamento físico e a forma como ele se aplica à natação. Simplesmente entrar na piscina e nadar diversas voltas não é suficiente para melhorar o preparo físico e o desempenho. O ideal é que você planeje objetivamente cada uma das sessões, para a academia ou para a piscina, a fim de adequá-las ao objetivo maior de promover o condicionamento do corpo. Este capítulo o ajuda a compreender e planejar sessões de treinamento na piscina voltadas para propósitos específicos. Ele começa com uma breve lição sobre os princípios do treinamento e depois passa para sua aplicação na natação.

Aspectos básicos do CONDICIONAMENTO

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