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1. Comece com um ideal, treine com um plano

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

1

Comece com um ideal, treine com um plano

Todas as noites, durante os últimos quatro anos, eu me imaginei no pódio com a medalha de ouro pendurada no pescoço.

–Megan Jendrick, duas vezes medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de 2000

O

destino mudou para Jim Montgomery um dia em que estava sentado no deque da piscina do colégio em Madison, Wisconsin. Jim, na época um garoto magricela de 14 anos, sem interesse ou iniciativa, mentalizou as palavras de seu treinador, Pat Barry, que lhe fez ver o potencial inexplorado que possuía. As palavras de Barry revelaram a ele oportunidades que nunca antes imaginara, e a visão daquilo que parecia impossível subitamente se tornou factível. Campeões olímpicos, assim como campeões em todas as esferas profissionais, têm a capacidade de romper barreiras. Seja na piscina ou em terra firme, toda história de sucesso começa com um ideal.

Nenhum ideal ou sonho se torna realidade sem contar com um claro conjunto de metas, que são os marcos específicos de curto e longo prazo que norteiam sua jornada. Por outro lado, você nunca atingirá seus objetivos sem um plano claramente definido que o oriente na passagem de um marco a outro. Qualquer sessão de exercícios na natação de masters pode ter tantos ideais, objetivos e planos de treinamento quanto nadadores na piscina. Embora cada um deles tenha sua própria jornada, o caminho trilhado por um cruza com o dos outros quando nadam como uma equipe em um treino na piscina. Os programas de masters mais bem-sucedidos são desenvolvidos com base nessa diversidade e acolhem nadadores adultos de todos os níveis.

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10. Sessões de treinamento na piscina

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

10

Sessões de treinamento na piscina

O condicionamento físico, além de ser um dos aspectos mais importantes para a promoção da saúde do corpo, também é a base das atividades intelectuais dinâmicas e criativas.

– John Fitzgerald Kennedy

A

ntes de pegar uma caneta para esboçar um plano de treinamento, é essencial que você compreenda os fundamentos do condicionamento físico e a forma como ele se aplica à natação. Simplesmente entrar na piscina e nadar diversas voltas não é suficiente para melhorar o preparo físico e o desempenho. O ideal é que você planeje objetivamente cada uma das sessões, para a academia ou para a piscina, a fim de adequá-las ao objetivo maior de promover o condicionamento do corpo. Este capítulo o ajuda a compreender e planejar sessões de treinamento na piscina voltadas para propósitos específicos. Ele começa com uma breve lição sobre os princípios do treinamento e depois passa para sua aplicação na natação.

Aspectos básicos do CONDICIONAMENTO

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13. Defina seu plano para o sucesso

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

13

Defina seu plano para o sucesso

Eu nado em uma competição da mesma forma que treino para ela. Não

é matemático. Apenas deixo meu corpo fazê-lo. Fica muito mais fácil se você deixar que seu corpo faça aquilo para o que foi treinado.

–Ian Thorpe, cinco vezes medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de

2000 e 2004

Q

uer você esteja treinando para uma competição específica ou apenas para melhorar o condicionamento físico, um plano de treinamento bem minucioso será o seu roteiro rumo ao sucesso. Contando com uma distribuição de meses e semanas claramente definida em seu plano, você poderá realizar os treinos diários com a confiança de que está no caminho certo para alcançar seus objetivos. Além disso, o tempo gasto nos treinamentos será mais eficiente, evitando os exercícios sem propósito, o risco de lesões e o esgotamento.

Os Capítulos 11 e 12 abordaram os princípios do treinamento e a maneira pela qual eles são transferidos para as sessões de exercícios na piscina, para o treino fora da água e para a natação em águas abertas. Considere que esses princípios são o mapa; e o plano de treinamento, a via pela qual você pretende seguir. A escolha cuidadosa de uma rota entre os diferentes caminhos disponíveis para chegar ao seu objetivo permite a criação de um plano personalizado que promoverá os resultados desejados.

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15. Competindo em águas abertas

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

15

Competindo em águas abertas

O treinamento em águas abertas me propiciou, de fato, uma excelente base aeróbica.

Eu sentia que minha forma física estava melhor do que jamais esteve antes.

– Chip Peterson, ao ganhar o 1500 metros nado livre no U.S. Nationals, apenas duas semanas e meia depois de vencer o 10 K World

Open-Water Championships, em agosto de 2005

A

s competições em águas abertas datam do início da história dos Jogos

Olímpicos. Em 1896, na olimpíada de Atenas, os competidores nadaram provas de 100, 500 e 1200 metros, enfrentando as imensas ondas e os

13°C das águas da Baía de Zea. Nos Jogos Olímpicos de Paris, em 1900, foram realizadas cinco competições na correnteza do rio Sena, entre as quais uma prova de natação de 4 km. As competições em águas abertas voltaram a acontecer nos jogos de Pequim, em 2008, com um evento de 10 km no porto das canoas. Esse evento de longa distância é perfeito para uma olimpíada, já que complementa as provas de natação, da mesma forma que a maratona terrestre o faz com as de atletismo.

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2. Fundamentos em avaliação da capacidade funcional cardiorrespiratória

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Fundamentos em avaliação da capacidade funcional cardiorrespiratória

capítulo

Danilo Marcelo Leite do Prado

Rodrigo Gonçalves Dias

Luciana Diniz Nagem Janot Matos

INTRODUÇÃO

O exercício físico é fisiologicamente reconhecido como estímulo estressor e os ajustes cardiovascular, respiratório e metabólico podem ser avaliados por meio da mensuração da capacidade funcional do indivíduo. A análise integrada dos sinais biológicos reflete a demanda energética aumentada, desencadeada como consequência da prática do exercício físico. Essa análise se caracteriza como avaliação importante e necessária a partir do momento em que variações na tolerância ao esforço físico, indicativas de graus variados de capacidade funcional, podem refletir um estado fisicamente ativo, sedentário ou até mesmo de presença de doenças. A partir desse raciocínio fica evidente que, para a prescrição segura e eficaz do programa de exercício físico, torna-se importante tanto a estratificação de possíveis anormalidades na função cardiorrespiratória e metabólica como a determinação daqueles parâmetros utilizados para o controle de intensidade do exercício físico. Tal conduta pode ser conseguida utilizando-se a avaliação da capacidade funcional cardiorrespiratória em testes de esforço físico.

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9. Fundamentos em gravidez

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

9

Fundamentos em gravidez

Marco Antonio Borges Lopes

Marcelo Barros

Marcelo Zugaib

INTRODUÇÃO

A prática regular e moderada de atividades aeróbicas e de exercícios com pesos é considerada segura, tanto para o concepto quanto para a gestante, segundo os maiores centros de referência na área (ACOG2,

SOGC/CSE3, RCOG4, SMA5). Assim, o exercício físico desempenha um importante papel no sentido de promover saúde e bem-estar no decorrer do ciclo gestacional. Dentre os benefícios, é importante citar:

��

Diminuição de complicações obstétricas.

��

Menor ganho de peso e adiposidade materna, além de maior facilidade em retornar ao seu peso pré-gestacional.

��

Diminuição do risco de desenvolvimento de diabetes gestacional e hipertensão arterial.

��

Menor incidência de desconfortos gerados pela gravidez, como dor lombar, dor nos pés e inchaços.

��

Menor risco de parto prematuro.

��

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16. Fundamentos em enfrentamento da doença

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Fundamentos em enfrentamento da doença

capítulo

Elisa Maria Parahyba Campos

INTRODUÇÃO

Na antiguidade, Hipócrates propunha uma Medicina que visse o homem como uma totalidade, em que mente e corpo funcionassem harmonicamente propiciando o bem-estar e a saúde. O rompimento dessa harmonia traria a doença. Os estados de humor poderiam ser responsabilizados por essa quebra de equilíbrio entre o corpo e a mente.

A história da doença no Ocidente mostra como a mente e o corpo, inicialmente vistos como um todo, foram gradativamente abordados como entidades separadas. A doença passou a pertencer ao domínio do físico, enquanto que o mental se constituiu como outra instância vista separadamente.

No transcurso dos séculos, diversos autores assinalaram que as questões da interação entre mente e corpo refletiram várias concepções, desde um dualismo interacionista, cujo principal representante seria Descartes, no qual mente e corpo são substancialmente distintos, mas interagem entre si, até concepções posteriores, que tiveram início nas primeiras décadas do século XX, quando surgiram as primeiras evidências de que o organismo seria um todo contínuo interagindo ininterruptamente.

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24. Distúrbios cognitivos, emocionais e sensoriais

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

24

Distúrbios cognitivos, emocionais e sensoriais

Marco Tulio de Mello

Hanna Karen Moreira Antunes

Nos últimos anos, temos observado crescente aumento no interesse em pesquisas que envolvem a temática psicobiologia, a atividade física e o exercício físico. Em parte, esse aumento se deve ao crescimento do número de sedentários no Brasil e no mundo e as consequentes doenças crônicas que acompanham a condição de sedentarismo, particularmente aquelas que produzem interferências deletérias no padrão de sono, no humor e na cognição. Considerando que o sedentarismo causa alterações nas duas esferas da vida, isto é, física e psicológica, na tentativa de produzir benefícios na qualidade de vida das pessoas, diversos profissionais da área da saúde têm procurado ampliar seus conhecimentos associando não apenas o contexto biológico, mas também o comportamental.

Entre as principais alterações psicobiológicas observadas com o sedentarismo, estudos que envolvem a cognição humana têm ganhado certa notoriedade, e, dada sua importância, os grupos estudados não se resumem a idosos (notadamente o grupo etário que mais padece com alterações cognitivas em função do envelhecimento), mas também a jovens, adultos, crianças e atletas. Em um contexto ampliado, a cognição ou função cognitiva pode ser compreendida como as fases do processamento de informações, como percepção, aprendizagem, memória, atenção, vigilância, raciocínio e solução de problemas. Além desses aspectos, outros como tempo de reação, tempo de movimento e velocidade de desempenho que, em conjunto, representam o funcionamento psicomotor também têm sido frequentemente incluídos nesse conceito.

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28. Câncer de cólon e reto

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Câncer de cólon e reto

capítulo

Renata Silvério

Mireia Olivan

Marília Seelaender

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

Evidência

I

21, 23, 26, 28

22, 26, 28

II1

II2

II3

III

Alta

21,26

26,

Moderada

23, 28

28

Baixa

A

21,26

26

B

23,28

28

C

D

I

Certeza

Recomendação

INTRODUÇÃO

O termo câncer de cólon e reto (CCR) compreende os tumores malignos localizados no intestino grosso, formado por cólon, reto e

ânus. É uma doença tratável e frequentemente curável quando não apresenta extensão para outros órgãos1,2.

A etiologia do câncer é complexa, vários fatores estão envolvidos na gênese da maioria das neoplasias malignas. Diversos estudos têm

28

338 Pollock: fisiologia clínica do exercício

evidenciado estreita relação entre a predisposição genética, os fatores ambientais e de estilo de vida e a carcinogênese do câncer de cólon.

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31. Lúpus eritematoso sistêmico

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

31

Lúpus eritematoso sistêmico

Bruno Gualano

Clovis Artur Almeida da Silva

Evidência

Tipo

Aeróbico

I

13

II1

15,18

Pesos

Flexibilidade

Aquático

II2

II3

III

Certeza

Alta

13

Moderada

15,18

Baixa

Recomendação

A

13

B

15,18

C

D

I

INTRODUÇÃO

Ao longo das últimas décadas, o interesse nos efeitos terapêuticos do treinamento físico tem crescido vertiginosamente, sobretudo em doenças de etiologia cardiovascular, tais como hipertensão, diabetes melito do tipo 2 e cardiopatias. Em menor escala, evidências também apontam para os benefícios da prática de atividade física em doenças reumatológicas, entre as quais se destacam osteoporose, osteoartrite e

Lúpus eritematoso sistêmico 377

artrite reumatoide, cujos tratamentos de primeira escolha já incluem treinamento físico regular. Entretanto, raras são as investigações envolvendo o potencial papel terapêutico do exercício físico em lúpus eritematoso sistêmico (LES). Tal fato pode ser visto com grande surpresa, uma vez que o indivíduo lúpico apresenta um vasto espectro de comorbidades classicamente prevenidas/atenuadas pelo exercício físico.

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37. Doenças hepáticas

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

37

Doenças hepáticas

Alexandre Simões Dias

Alvaro Reischak de Oliveira

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

Evidência

I

17, 18, 19, 20

37

II1

II2

24, 30

39

II3

23, 30, 31

23, 38

43, 44

III

41, 42

45

Alta

17, 18, 19, 20

37

Moderada

23, 24, 30, 31

23, 39, 38

43, 44

Baixa

41, 42

45

A

17, 18, 19, 20

37

B

23, 24, 30, 31

23, 38, 39

43, 44

C

41, 42

45

D

I

Certeza

Recomendação

INTRODUÇÃO

O aumento na prevalência de obesidade na população mundial tem sido relacionado com doenças que acometem o sistema hepático, como a doença hepática gordurosa não alcoólica (NAFLD). A NAFLD é um termo clínico utilizado para caracterizar diversas situações fisiopatológicas, como o acúmulo de gordura no fígado entre 5 e 10% da massa do órgão (esteatose), a presença de esteato-hepatite não al-

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43. Epilepsia

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

43

Epilepsia

Rodrigo Luiz Vancini

Claudio Andre Barbosa de Lira

Ricardo Mario Arida

Viviane Louise Andrée Nouailhetas

Evidência

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

I

27,28,35,36

27,36

38

Aquático

II1

II2

II3

III

Certeza

Alta

27,28,35,36

Moderada

27,36

Baixa

Recomendação

A

B

38

27,28,35,36

27,36

38

C

D

I

INTRODUÇÃO

A epilepsia é definida como um distúrbio do cérebro caracterizado pela predisposição em gerar crises em condições neurobiológicas, psicológicas, cognitivas e sociais específicas1. Entre os fatores desencadeadores de crises pode-se citar o estado febril, as mudanças hormonais advindas do ciclo mensal feminino, a privação de sono2, a exposição

Epilepsia 497

à luz estroboscópica3, o estresse emocional4, a fadiga5, a hipóxia6, a hiper-hidratação7, a hiponatremia8, a hipertermia9, a hipoglicemia10, a hiperventilação voluntária11 e a manobra de Valsalva3.

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Medium 9788520433447

49. Distúrbios pulmonares

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Distúrbios pulmonares

capítulo

José Alberto Neder

O sistema respiratório tem importância fundamental na manutenção da homeostase nas condições de exercício físico. De fato, a atividade física, especialmente a dinâmica, traz desafios orgânicos relevantes para a função precípua do sistema respiratório, ou seja, para a relativa estabilidade dos gases sanguíneos, apesar das marcadas modificações nas taxas periféricas de consumo de oxigênio (VO2) e liberação de dióxido de carbono (VCO2). Nos indivíduos com doença pulmonar associada à lentificação do fluxo aéreo, as alterações obstrutivas podem ser crônicas e pouco reversíveis, representadas principalmente pelo enfisema e pela brônquite crônica (doença pulmonar obstrutiva crônica ou DPOC) ou reversíveis (parcial ou totalmente), tendo a asma como protótipo. Em ambas as condições, a intolerância ao exercício físico adquire papel preponderante nas suas exteriorizações fenotípicas, o que torna os capítulos a seguir de particular relevância clínica.

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48. Sarcopenia

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Sarcopenia

capítulo

João Marcos Domingues Dias

Rosângela Corrêa Dias

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

Evidência

I

23,24

30

30,31,32

II1

27,29

II2

25,27,28

II3

III

Alta

Moderada

23,24

25,26,27,28,29

30,31,32

Baixa

30

A

B

23,24

25,26,27,28,29

C

30,31,32

D

I

30

Certeza

Recomendação

INTRODUÇÃO

O processo de envelhecimento está associado a mudanças fisiológicas e alterações da composição corporal com declínios progressivos dos sistemas biológicos1,2. Uma das principais mudanças que ocorre nessa fase é a sarcopenia, definida como um processo lento, progressivo e aparentemente inevitável de perda involuntária de massa, força e qualidade muscular, que ocorre com o avanço da idade. A

48

566 Pollock: fundamentos práticos em fisiologia

redução de massa muscular associada ao envelhecimento é causada principalmente pela perda e atrofia de fibras musculares, notadamente as do tipo II (contração rápida), é mais expressiva nas extremidades inferiores e parece ser a principal responsável pela redução da função muscular e pelo consequente aumento no número de quedas, perda de mobilidade funcional e aumento da dependência e da fragilidade nos idosos3-6,. Na abordagem da sarcopenia é consenso na literatura que o exercício é a principal estratégia a ser utilizada, tanto na prevenção como no tratamento desta condição5,6. Os exercícios com pesos induzem incremento das habilidades para desempenho das atividades de vida diária, prevenindo o declínio funcional e a incapacidade6.

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Medium 9788520435854

4. Sistemas sensoriais

TAYLOR, Albert W.; JOHNSON, Michel J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

Sistemas sensoriais

Michel J. Johnson, PhD, e Anthony A. Vandervoort, PhD

Conteúdo deste capítulo

Audição

Estrutura e função

Perda da audição

Visão

Estrutura e função

Alterações relacionadas à idade e oftalmopatia

Tato

Olfato e paladar

Estrutura e função

Alterações do olfato e do paladar relacionadas

à idade

Recomendações para programas de exercícios

Para indivíduos com comprometimento auditivo

Para indivíduos com comprometimento visual

Para indivíduos com comprometimento tátil

© Photodisc

Resumo

56

Fisiologia do exercício na terceira idade

“Nós não paramos de brincar porque envelhecemos. Nós envelhecemos porque paramos de brincar.”

George Bernard Shaw

O declínio funcional dos diversos sistemas sensoriais do corpo pode ser facilmente observado em um idoso fragilizado. Uma das alterações mais prevalentes é a perda da acuidade visual. Às vezes, o primeiro sinal dessa alteração ocorre na meia-idade, quando o indivíduo passa a necessitar de óculos para ler. Outras alterações visuais relevantes para o movimento incluem a diminuição da discriminação espacial, a restrição do olhar fixo para cima e a diminuição da capacidade de perseguir objetos.

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