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Medium 9788520432228

Capítulo 3 - Os interesses culturais

Victor Andrade de Melo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 3

Os interesses culturais

As linguagens

No capítulo anterior, identificamos que as atividades de lazer são sempre culturais, compreendidas em seu sentido mais amplo. Isto é, não devemos considerar como cultura somente uma variedade de linguagens/manifestações, mas também um conjunto de valores, normas, hábitos e representações que norteiam a vida em sociedade.

De qualquer forma, quando prepara sua atuação, o profissional de lazer faz uso dessas linguagens/manifestações para compor seu programa. Seria interessante, então, que pudéssemos vislumbrar um panorama geral de tais possibilidades de intervenção. Um quadro classificatório seria muito útil para auxiliar na realização de nossa tarefa.

Uma classificação das atividades de lazer nos é apresentada por

Joffre Dumazedier (1976), que leva em conta o interesse central desencadeado, aquele que motiva o indivíduo a buscar a prática. Considerando essa proposta, poderíamos compor nosso programa tendo em vista as diversas possibilidades de mobilizar essas diferentes escolhas, ampliando e enriquecendo o alcance de nossa atuação.

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Medium 9788520430941

ROTAÇÃO LATERAL

Len Williams, Derek Groves, Glen Thurgood Editora Manole PDF Criptografado

136

TREINAMENTO DE FORÇA

ROTAÇÃO MEDIAL

MÚSCULOSALVO

▪ Peitorais

▪ Supraespinal

▪ Infraespinal

▪ Subescapular

▪ Redondo maior

▪ Redondo menor

O objetivo desse

Supraespinal exercício é desenvolver

(músculo profundo) os músculos do manguito rotador e os peitorais.

Infraespinal

Esse exercício simples é executado com polia e

Subescapular zé usado principalmente

(músculo profundo) no fisiculturismo e na reabilitação de lesões do manguito rotador.

Trapézio

Peitorais

Redondo menor

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Redondo maior

ROTAÇÃO LATERAL

MÚSCULOSALVO

▪ Infraespinal

▪ Supraespinal

▪ Subescapular

▪ Redondo maior

▪ Redondo menor

Supraespinal

(músculo profundo)

Infraespinal

Esse exercício desenvolve os músculos na região posterior do ombro. Ele é usado frequentemente na reabilitação do ombro após lesão, mas também serve como

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Medium 9788520446867

Rosca martelo com corda

Craig Ramsay Editora Manole PDF Criptografado

120 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

BRAÇOS

ROSCA MARTELO COM CORDA

ALVO

• Bíceps

PROCURE

• Manter a parte superior dos braços em posição fixa durante todo o exercício.

• Conservar os punhos alinhados com os antebraços.

1. Prepare o jogo de polias no nível mais baixo possível, e prenda uma corda ao pegador.

2. Fique em pé a cerca de 30 cm do encaixe do cabo, com os pés afastados e paralelos aos ombros, os joelhos um pouco flexionados e a pelve ligeiramente encaixada. Segure a corda com ambas as mãos em posição de pegada martelo, mantendo os cotovelos bem junto ao corpo.

3. Puxe o cabo em direção ao tórax, mantendo a parte superior dos braços em posição fixa.

4. Lentamente, abaixe o peso de volta até a posição inicial e repita.

EVITE

• Contrair o pescoço ou a mandíbula durante o exercício.

DICAS DO TREINADOR

• Para adotar a posição correta, mantenha o pescoço para trás e o queixo ligeiramente elevado.

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Medium 9788520426999

5. Membros Inferiores e Quadris

Lorne Goldenberg, Peter Twist Editora Manole PDF Criptografado

Membros

Inferiores e

Quadris

Exercícios neste capítulo

Extensão do Quadril e Flexão dos Joelhos

Encolhimento dos Joelhos

Rosca na Polia com os Membros Inferiores em Supinação

Rolamento com Elevação dos Quadris

Agachamento com Abertura dos Membros Inferiores

Agachamento na Parede

Agachamento Lateral com a Medicine Ball sobre a Cabeça

Agachamento Lateral na Parede

Extensão O’Brien dos Quadris com Flexão Estática

Posição de Flexão dos Membros Superiores com Abertura do Quadril

Agachamento com um Membro Inferior

Controle Multidirecional de Membro Inferior-Quadril-Musculatura Postural

Puxada na Polia com Apoio na Bola

Início de Potência no Quadril

Permanência em Pronação sobre a Bola com Elevação do Joelho

Avanço com Passe da Medicine Ball

Passo de Avanço e Rotação

Avanço com Pressão e Acompanhamento

Passada com Abertura dos Membros Inferiores

Rotações com um Membro Inferior

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Medium 9788520446867

Supino com pegada fechada no Smith

Craig Ramsay Editora Manole PDF Criptografado

112 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

BRAÇOS

SUPINO COM PEGADA FECHADA NO SMITH

1. Deite-se em decúbito dorsal sobre o banco reto do Smith. Segure a barra com as mãos afastadas cerca de 20 a 25 cm. Levante e desengate a barra.

DICAS DO TREINADOR

• Inspire ao abaixar a barra e expire ao levantá-la.

• Utilize uma carga leve até se sentir seguro e confiante para rea­lizar o exercício.

• Quando terminar o exercício, engate cuidadosamente a barra de volta no aparelho.

ALVO

• Tríceps

PROCURE

• Manter os cotovelos junto

às laterais do corpo durante todo o exercício.

• Manter os pés firmemente apoiados no solo.

EVITE

• Afastar os glúteos e a região lombar do banco.

FOCO MUSCULAR

• Tríceps braquial

• Deltoide (parte clavicular)

• Peitoral maior

• Bíceps braquial

2. Mantenha os cotovelos junto às costelas, abaixe a barra até que ela quase toque o seu tórax. Erga a barra de volta à posição inicial e repita.

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Medium 9788520430941

PRANCHA EM PRONAÇÃO

Len Williams, Derek Groves, Glen Thurgood Editora Manole PDF Criptografado

174

TREINAMENTO DE FORÇA

PRANCHA EM PRONAÇÃO

MÚSCULOSALVO

▪ Eretor da espinha

▪ Oblíquo externo do abdome

▪ Oblíquo interno do abdome

▪ Reto do abdome

▪ Quadríceps femoral

Oblíquo interno do abdome

Quadríceps femoral

Glúteos

• Reto femoral

• Vasto lateral

• Vasto intermédio

• Vasto medial

Oblíquo externo do abdome

• Glúteo máximo

• Glúteo médio

• Glúteo mínimo

Reto do abdome

Esse exercício estacionário de solo

(também denominado ponte), ao sustentar a posição de imobilidade, trabalha os músculos do core e diversos dos principais grupos musculares das partes superior e inferior do corpo. Use-o na prevenção de problemas lombares.

Eretor da espinha

Tríceps braquial

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Bíceps braquial

Mantenha os pés juntos

Deite-se em decúbito ventral sobre um colchoApoie os antebraços nete, com os cotovelos ao lado do corpo e a no solo palma das mãos ao lado da cabeça e voltada para o solo. Mantenha o dorso

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Medium 9788520430941

FLEXÃO E ROTAÇÃO LATERAL DA COXA NO QUADRIL

Len Williams, Derek Groves, Glen Thurgood Editora Manole PDF Criptografado

EXERCÍCIOS DE MOBILIDADE

FLEXÃO E ROTAÇÃO LATERAL

DA COXA NO QUADRIL

Não abaixe o membro superior levantado de modo a aproximá-lo do pé

Uma boa mobilidade do quadril ajuda a manter o corpo firme, ereto e bem equilibrado. Esse exercício simples, porém eficaz, mobiliza os quadris e glúteos e pode ser usado como um alongamento de desenvolvimento (ver p. 208) ou como um exercício de aquecimento.

Levante o membro inferior avançado até tocar a mão (ou até se aproximar dela o máximo que sua flexibilidade permitir). Descanse e repita com o outro membro inferior.

3

Mantenha a perna recuada estendida e firme

57

Estenda o membro superior para dar equilíbrio

Mantenha a coxa paralela ao solo

Fique em pé com a coluna neutra e a cabeça erguida. Levante a perna direita e cruze-a à frente do corpo segurando-a pela tíbia com a mão esquerda. Levante a perna com calma e sustente-a nessa posição. Depois repita com a perna esquerda.

ALONGAMENTO DO QUADRÍCEPS

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Medium 9788520430491

3. A deficiência visual

Marcia Greguol Editora Manole PDF Criptografado

A DEFICIÊNCIA VISUAL

3

A deficiência visual pode ser definida como uma condição que, mesmo com a melhor correção ótica possível, leva a uma restrição significativa na capacidade visual, a qual interfere de maneira negativa na realização das tarefas do dia a dia. Indivíduos que apresentam essa deficiência necessitam de algum tipo de instrução ou equipamentos específicos para que tenham sua aprendizagem normal possibilitada. Em um mundo em que os estímulos visuais são predominantes, a privação desse sentido pode trazer, sobretudo para aqueles que não buscarem o aprimoramento de outras vias sensoriais, profundas restrições na mobilidade, na compreensão dos significados e nas interações sociais.

É preciso considerar de maneira separada os conceitos de cegueira e baixa visão, ou visão subnormal. Na cegueira, o indivíduo pode até apresentar percepção luminosa, no entanto essa percepção não é suficiente para auxiliar seus movimentos e sua orientação de forma irrestrita, assim como para a aprendizagem por meios visuais. Dessa forma, o portador de cegueira necessita de instrumentos específicos para a aquisição de conhecimentos, tais como o código

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Medium 9788582713471

Capítulo 10. Comunicação

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

10

Comunicação

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Descrever o processo de comunicação

Descrever como enviar mensagens de forma mais eficiente

Descrever como receber mensagens de forma mais eficiente

Identificar o que causa interrupção na comunicação

Explicar o processo do uso de confrontação

Discutir como oferecer críticas construtivas

Você pode se comunicar sem motivar, mas é impossível motivar sem se comunicar.

John Thompson, ex-técnico de basquetebol masculino da Georgetown University

As pessoas aprendem a pensar comunicando-se. Portanto, em nosso programa, não somente empregamos um sistema ofensivo e outro defensivo – empregamos um sistema de comunicação.

Mike Krzyzewski, Duke University, técnico do time masculino de basquetebol

A comunicação, sempre presente em

nossa vida diária, certamente é um elemento fundamental em contextos esportivos e de atividade física. Instrutores de atividades físicas precisam convencer pessoas sedentárias a se envolverem com exercícios. Não importa o brilhantismo de um técnico ao planejar estratégias e aspectos técnicos do jogo, uma vez que o sucesso ainda depende de ser capaz de se comunicar-se eficazmente tanto com os atletas quanto com os pais, os administradores, os técnicos assistentes, os meios de comunicação e outros técnicos. Professores de educação física e treinadores de atletas com registro profissional também precisam se comunicar em vários campos de atuação. Basicamente, mais do aquilo que você conhece, o que importa é quão bem você comunica informações aos outros.

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Medium 9788520432686

7. Nado peito

Jim Montgomery, Mo Chambers Editora Manole PDF Criptografado

7

Nado peito

Considere o seu nado peito como uma joia: você nunca a golpearia com martelo; apenas se dedicaria a poli-la.

–Kurt Grote, medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de 1996

N

os últimos 20 anos, o nado peito passou por uma metamorfose não experimentada por nenhum outro nado. No final da década de 1980 e início da de 1990, o treinador Josef Nagy da Hungria foi pioneiro no padrão ondulatório do nado peito, no qual os ombros do nadador sobem acima da superfície da água, criando uma onda. Sob a tutela de Nagy e de Jon Urbanchek da Universidade de Michigan, o nadador Mike Barrowman atingiu o estrelato com esse, então controvertido, estilo de nado. Embora a execução da braçada em onda varie de acordo com a constituição física, a flexibilidade e a força de cada indivíduo, esse estilo de nado peito substituiu o convencional na maioria dos níveis de competição. Muitos nadadores masters preferem o tipo convencional, mais horizontalizado, que eles aperfeiçoaram na juventude, mas a maioria dos atletas adultos escolhe o padrão em onda porque com ele obtém melhores resultados em termos de velocidade e eficiência. Este capítulo discute o nado peito ondulatório.

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Medium 9788520446867

Alongamento do antebraço

Craig Ramsay Editora Manole PDF Criptografado

24 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

AQUECIMENTO

ALONGAMENTO DO ANTEBRAÇO

1. Em pé, com os pés afastados e paralelos aos ombros, flexione o braço esquerdo mantendo o cotovelo junto ao corpo e a palma da mão voltada para dentro.

2. Com a mão direita, empurre devagar sua mão esquerda para dentro, em direção ao tronco.

Braquial

Pronador redondo

Braquiorradial

Palmar longo

Flexor radial do carpo

Flexor ulnar do carpo

Flexor longo do polegar

Flexor dos dedos

Extensor radial do carpo

ALVO

• Músculos do antebraço

3. Vire a mão esquerda de modo que a palma fique para fora e novamente aplique uma leve pressão com a mão direita.

4. Mude de lado e repita a sequência na mão direita.

Extensor ulnar do carpo

Extensor do dedo mínimo

Extensor longo do polegar

FOCO MUSCULAR

• Braquial

• Pronador redondo

• Braquiorradial

• Palmar longo

• Flexor radial do carpo

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Medium 9788520433089

5. Trabalho abdominal para o movimento e estabilização

Rael Isacowitz, Karen Clippinger Editora Manole PDF Criptografado

TRABALHO ABDOMINAL

PARA O MOVIMENTO

E ESTABILIZAÇÃO

P Í T UL

5

O

C

A

C

omo discutido no Capítulo 2, os músculos abdominais são essenciais para o conceito de pilates de powerhouse. Também são um elemento fundamental para o conceito mais atual e relacionado à estabilidade do core, que é popular tanto na área da reabilitação quanto na melhora do desempenho atlético. Embora a maioria dos exercícios de pilates incentive o uso dos músculos abdominais, os exercícios deste capítulo se concentram especialmente no fortalecimento dos músculos abdominais em sua ação de flexão da coluna vertebral e também no desenvolvimento da habilidade de usar esses músculos para a estabilização. Muitos exercícios nos capítulos a seguir aplicam a força e a habilidade aqui desenvolvidas para exercícios que envolvem ações mais desafiadoras dos músculos abdominais, para a articulação detalhada da coluna vertebral e para sequências de movimentos mais complexas.

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Medium 9788520430941

CRUCIFIXO NO APARELHO

Len Williams, Derek Groves, Glen Thurgood Editora Manole PDF Criptografado

118

TREINAMENTO DE FORÇA

SUPINO RETO NO APARELHO

MÚSCULOSALVO

▪ Peitorais

▪ Parte clavicular do deltoide

Esse é um bom exercício de tórax para iniciantes ou pessoas que ficam tensas ao trabalhar com pesos livres. Não se esqueça de ajustar o aparelho para a sua altura e para o comprimento de seus membros inferiores.

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Bíceps braquial

Tríceps braquial

Redondo maior

Serrátil anterior

Parte clavicular do deltoide

Reto do abdome

CRUCIFIXO NO APARELHO

MÚSCULOSALVO

▪ Peitorais

▪ Parte clavicular do deltoide

Esse pode ser um bom exercício complementar ao supino reto no aparelho

(ver acima). Ele permite que você trabalhe os músculos do tórax com uma grande amplitude de movimento e, ao mesmo tempo, mantém seu corpo bem estabilizado.

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Parte clavicular do deltoide

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Medium 9788565852098

Capítulo 3 - Estatística Descritiva e Distribuição Normal

James R. Morrow Jr., Allen W. Jackson, James G. Disch, Dale P. Mood Grupo A PDF Criptografado

3

Estatística Descritiva e Distribuição

Normal

Objetivos

Tópicos

Escalas de medida

Somatória

Registro dos dados

Tendência central

Formas de distribuição

Variabilidade

Amplitude

Variância

Desvio padrão

Escore-padrão

Áreas de curva normal (Tabela z)

ESTUDE

Morrow_03.indd 57

Após estudar este capítulo, você será capaz de:

58

60

60

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65

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68

69

® ilustrar os tipos de dados e as escalas de medidas associadas;

® calcular a estatística descritiva dos dados;

® apresentar gráficos e dados; e

® usar o software PASW em análises de dados.

A leitura dos tópicos no material on-line (em inglês) o auxiliará a identificar os principais conceitos do capítulo.

28/02/13 10:54

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Morrow, Jackson, Disch & Mood

Desafio em medida e avaliação

James, estudante universitário, recentemente fez uma avaliação completa de saúde e aptidão física na Cooper Clinic, em Dallas, no Texas. Parte da avaliação exigiu que ele corresse na esteira até a exaustão. O estudante correu por

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Medium 9788573078688

Capítulo 1. Princípios Básicos do Treinamento

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

1

Princípios Básicos do Treinamento

P

ara se parecer com um fisiculturista, você precisa treinar como um.

Os atletas como jogadores de futebol americano, lutadores de luta livre e levantadores de peso possuem grande massa muscular; mas somente os fisiculturistas possuem os corpos musculosos bem torneados, proporcionais e completamente desenvolvidos que associamos com competições de físico. Se você quer se parecer com um fisiculturista – ou simplesmente quer ficar mais parecido com um fisiculturista do que atualmente é – precisa aprender e dominar as técnicas de treinamento que os fisiculturistas desenvolveram na base de tentativa e erro durante os últimos 50 anos aproximadamente. Da mesma forma que existem técnicas específicas envolvidas no golpe de uma bola de tênis ou no manejo de um taco de golfe, há também uma forma de realizar o treinamento de fisiculturismo que é a forma mais eficiente e eficaz possível de treinamento muscular.

É necessário um trabalho árduo e dedicado para desenvolver um grande físico; mas trabalho árduo sozinho não é suficiente. Além de treinar duro, você precisa treinar de forma inteligente, o que significa dominar os princípios fundamentais do fisiculturismo. Esses princípios devem ser aprendidos e praticados desde o início. É muito mais fácil aprender a maneira apropriada de fazer alguma coisa do que desaprender a forma errada e ter de começar novamente. Conforme você vai progredindo, irão sendo-lhe apresentadas abordagens cada vez mais complexas de treinamento, mas não há necessidade de se preocupar com isso no início. A enciclopédia está organizada para apresentarlhe passo a passo essas idéias mais avançadas de treinamento, de forma que você terá a chance de dominar um nível de complexidade de cada vez.

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