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Medium 9788582714010

Capítulo 19. Bíceps

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Bíceps*

Este capítulo contém descrições detalhadas dos principais exercícios que enfatizam os músculos flexores do cotovelo, que incluem o bíceps braquial e o braquial. O bíceps braquial apresenta duas cabeças, a longa e a curta, que podem ser visualizadas na figura a seguir. Já o braquial localiza-se sob o bíceps braquial. Os exercícios para

os flexores do cotovelo são divididos em roscas em pé; roscas sentado; roscas com cabo; roscas Scott e concentradas; roscas com o peso corporal; e roscas neutra e invertida.** Independentemente do exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo.

Bíceps braquial

(cabeça longa)

Bíceps braquial

(cabeça curta)

N de R. T.: O autor refere-se ao grupo dos flexores do cotovelo

(i.e., bíceps braquial e braquial).

*

Braquial

(sob o bíceps)

N de R. T.: O autor refere-se à posição de pronação da articulação radioulnar (punho).

**

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Medium 9788582713471

Capítulo 22. Crianças e a psicologia do esporte

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

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Crianças e a psicologia do esporte

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Discutir a importância de estudar a psicologia do atleta jovem

Explicar as principais razões que levam as crianças a praticar e a deixar de praticar esportes

Discutir a importância das relações entre pares no esporte infantojuvenil

Descrever os efeitos de estresse e burnout em atletas jovens

Identificar e explicar como aplicar práticas efetivas de treinamento de crianças

Discutir o papel da participação dos pais no esporte infantojuvenil

Cerca de 45 milhões de crianças praticam esportes

nos Estados Unidos. O que as motiva? O esporte competitivo é muito estressante para elas? Por que tantas crianças abandonam o esporte após os 12 anos de idade?

Há algo errado com a forma como elas estão sendo treinadas? Essas perguntas estão entre as mais importantes que tentaremos responder neste capítulo.

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Medium 9788520432822

3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida, Clodoaldo José Dechechi Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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Medium 9788582713471

Capítulo 19. Lesões esportivas e psicologia

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

Lesões esportivas e psicologia

19

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Discutir o papel dos fatores psicológicos em lesões esportivas e de exercício

Identificar antecedentes psicológicos que podem predispor as pessoas a lesões esportivas

Comparar e diferenciar explicações para a relação estresse-lesão

Descrever reações psicológicas típicas a lesões

Identificar sinais de má adaptação à lesão

Explicar como implementar habilidades e estratégias psicológicas que podem acelerar o processo de reabilitação

Pergunte a quem quer que tenha sofrido lesão

decorrente do esporte e a pessoa dirá que essa experiência envolveu tanto uma disfunção física quanto alguns aspectos psicológicos. Não é raro que atletas lesionados se sintam isolados, frustrados, ansiosos e deprimidos.

E o que preocupa não são apenas as reações psicológicas a uma lesão. Quem pratica esportes e exercícios e enfrenta importantes estresses ou alterações de vida sem ter boas estratégias para lidar com isso tem mais probabilidade de sofrer lesão. Além do mais, a pessoa que passou por uma reabilitação decorrente de importante lesão sabe que aspectos como motivação e estabelecimento de metas estão envolvidos em recuperação e retorno ao esporte bem-sucedidos.

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Capítulo 7. Dinâmicas de grupo e equipe

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

Dinâmicas de grupo e equipe

7

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Discutir como um grupo se torna uma equipe

Entender como os grupos são estruturados

Explicar como se cria um clima efetivo de equipe

Descrever como maximizar o desempenho individual em esportes coletivos

Entender melhor o conceito de ociosidade social

Discutir as condições mais propícias à ocorrência da ociosidade social

Já foi dito que um grande time não é necessariamen-

te formado por grandes talentos, mas pela combinação deles. Michael Jordan falava justamente disso quando disse: “Talento vence jogos, mas trabalho em equipe vence campeonatos” (Jordan, 1994, p. 24). Frequentemente, vemos times talentosos atuando mal, deixando de usar os recursos de seus membros, enquanto outros times, com menos talento e menos recursos, são bem-sucedidos. Certamente, a intenção de um time é tirar partido das várias capacidades, experiências e interesses de seus membros, mas é necessário considerável esforço para construir um trabalho em equipe efetivo. Pat

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Medium 9788582713822

Capítulo 8 - Beisebol

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

PARTE II Considerações sobre o treinamento de esportes específicos

CAPÍTULO

8

Ken Crenshaw, Nathan Shaw e Neil Rampe

Beisebol

O beisebol é um esporte popular com uma população estimada de 16 milhões de crianças que o praticam de forma organizada apenas nos Estados Unidos (1). A Little League

Baseball, sozinha, contabiliza mais de 2,6 milhões de participantes em 2007 (2). Com o aumento de participantes, também aumentou o número de lesões. Nos Estados

Unidos, estima-se que 131.555 jogadores de nível secundário sofreram lesões entre 2005 e 2006 e entre 2006 e 2007. Uma taxa de lesão de 1,26 eventos por 1.000 exposições atléticas.

Os locais mais comuns de ocorrência de lesões foram os ombros (17,6%), o tornozelo (13,6%), a cabeça/face (12,3%), as mãos/dedos (8,5%) e a coxa (8,2%). Os diagnósticos mais comuns foram: estiramentos ligamentares (rompimentos parciais) (21%), estiramentos musculares (rompimentos parciais) (20,1%), contusões (16,1%) e fraturas (14,2%).

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Medium 9788565852098

Capítulo 3 - Estatística Descritiva e Distribuição Normal

James R. Morrow Jr., Allen W. Jackson, James G. Disch, Dale P. Mood Grupo A PDF Criptografado

3

Estatística Descritiva e Distribuição

Normal

Objetivos

Tópicos

Escalas de medida

Somatória

Registro dos dados

Tendência central

Formas de distribuição

Variabilidade

Amplitude

Variância

Desvio padrão

Escore-padrão

Áreas de curva normal (Tabela z)

ESTUDE

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Após estudar este capítulo, você será capaz de:

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® ilustrar os tipos de dados e as escalas de medidas associadas;

® calcular a estatística descritiva dos dados;

® apresentar gráficos e dados; e

® usar o software PASW em análises de dados.

A leitura dos tópicos no material on-line (em inglês) o auxiliará a identificar os principais conceitos do capítulo.

28/02/13 10:54

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Morrow, Jackson, Disch & Mood

Desafio em medida e avaliação

James, estudante universitário, recentemente fez uma avaliação completa de saúde e aptidão física na Cooper Clinic, em Dallas, no Texas. Parte da avaliação exigiu que ele corresse na esteira até a exaustão. O estudante correu por

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Medium 9788582713471

Capítulo 4. Ativação, estresse e ansiedade

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

Ativação, estresse e ansiedade

4

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

Discutir a natureza do estresse e da ansiedade (o que são e como são medidos)

Identificar as principais fontes de ansiedade e estresse

Explicar como e por que as emoções relacionadas à ativação e à ansiedade afetam o desempenho

Comparar e diferenciar formas de regular ativação, estresse e ansiedade

Jason chega para rebater no final do último

tempo com duas bolas fora e dois homens na base. Com uma rebatida, seu time vencerá o campeonato esta­dual; com uma bola fora, o time perderá o maior jogo da temporada. Jason posiciona-se no lugar do batedor; seu coração está aos saltos, ele sente algo estranho no estômago e não consegue manter a concentração. Pensa, então, no que uma vitória significará para seu time e no que as pessoas pensarão dele se não rebater. Cravando as travas da chuteira na terra, Jason aperta o bastão, faz uma pequena oração e aguarda o primeiro arremesso.

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Capítulo 12 - Medidas Psicológicas em Esporte e Exercício

James R. Morrow Jr., Allen W. Jackson, James G. Disch, Dale P. Mood Grupo A PDF Criptografado

12

Medidas Psicológicas em Esporte e

Exercício

Robert S. Weinberg, Miami University

Objetivos

Tópicos

Psicologia do esporte: aumento do desempenho e saúde mental

Medidas traço e estado

Medidas gerais versus específicas ao esporte

Cuidados na utilização de testes psicológicos

Medida quantitativa versus qualitativa

Métodos quantitativos

Métodos qualitativos

Escalas usadas em psicologia do esporte e do exercício

Ansiedade competitiva

Atitudes

Escalas psicológicas gerais usadas no esporte e no exercício

Inventário de automotivação

Perfil dos estados de humor

Teste de estilo interpessoal e de atenção

Estágios de mudanças do comportamento para atividade física e exercício

ESTUDE

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Após estudar este capítulo, você será capaz de:

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Capítulo 12: O talento esportivo e o nprocesso de treinamento a longo prazo

Dante De Rose Jr. Grupo A PDF Criptografado

O TALENTO ESPORTIVO E O

PROCESSO DE TREINAMENTO

A LONGO PRAZO

12

Maria Tereza Silveira Böhme

Alessandro H. Nicolai Ré

A detecção, a formação, a seleção e a promoção de talentos esportivos são áreas importantes de atuação para os profissionais do esporte, pois, por meio delas, é possível que as novas gerações de atletas sejam detectadas, formadas e treinadas a longo prazo. Todavia, devido à característica multifatorial e dinâmica do desempenho esportivo, a detecção e a seleção, especialmente durante a infância, apresentam sérias limitações (Abbott; Collins,

2002, 2004; Abbott et al., 2005; Araújo,

2004; Calvo, 2003; Martindale; Collins;

Daubney, 2005; Pearson; Naughton;

Torode, 2006; Tranckle; Cushion, 2006).

Em outras palavras, é bastante remota a possibilidade de predizer o desempenho de um adulto com base na análise do seu desempenho quando criança.

Assim, a preocupação com o processo de formação e promoção esportiva mediante um treinamento a longo prazo

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Medium 9788582713822

Capítulo 10 - Ciclismo

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Pamela E. Wilson

Ciclismo

LESÕES COMUNS

As lesões mais comuns em jovens ciclistas são lesões não traumáticas associadas ao excesso de uso ou ao ajuste inadequado da bicicleta. A incidência dessas lesões pode chegar a 85%. Os ciclistas competitivos têm maior probabilidade de sofrer lesões traumáticas como um resultado de colisões e quedas associadas com as altas velocidades de corrida (1,2).

Não traumáticas

As lesões não traumáticas resultam de uma “combinação de preparo inadequado, equipamento inapropriado, técnica pobre e excesso de uso” (3). As características assimétricas do corpo humano frequentemente colidem com o desenho simétrico da bicicleta, produzindo altas cargas de esforço sobre músculos, tendões e articulações (4). Devido à postura constrita do ciclista, os joelhos, a coluna cervical, a região escapulotorácica, as mãos, a região glútea e o períneo são com frequência as vítimas de cargas de esforço repetitivas

(2). Dor no pescoço e nas costas ocorre em até 60% dos ciclistas (5). As lesões não traumáticas na bicicleta podem ser reduzidas de forma considerável através do ajuste da bicicleta ao atleta. Uma vez que a bicicleta tenha sido ajustada para o atleta, ele deve aprender a interagir com ela de maneira eficiente.

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Medium 9788536317960

Capítulo 13: Postura na infância e na adolescência: características biomecânicas e do comportamento motor

Dante De Rose Jr. Grupo A PDF Criptografado

POSTURA NA INFÂNCIA E NA

ADOLESCÊNCIA: CARACTERÍSTICAS

BIOMECÂNICAS E DO

COMPORTAMENTO MOTOR

13

Aline Bigongiari

Renata Garrido Cosme

Luis Mochizuki

O ser humano passa de uma postura horizontal para uma vertical nos primeiros 12 meses de vida. Essa alteração exemplifica o desenvolvimento motor, que é um processo temporal no qual o comportamento motor de uma pessoa se modifica, e que ocorre pela interação das exigências da tarefa, do organismo individual e das condições ambientais (Gallahue; Ozmun,

2003).

Uma ação motora envolve um conjunto de posturas e movimentos para realizar uma tarefa e atingir uma meta. Logo, a ação motora depende do controle de movimentos e da postura. A sinergia é a ação integrada de elementos motores (grupos musculares, músculos, articulações e segmentos corporais) para a execução de uma

Uma ação motora envolve um conjunto de posturas e movimentos para realizar uma tarefa e atingir uma meta. Logo, a ação motora depende do controle de movimentos e da postura. A sinergia é a ação integrada de elementos motores

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Capítulo 3: Oesporte, a criança e o adolescente: consensos e divergências

Dante De Rose Jr. Grupo A PDF Criptografado

Esporte e atividade física na infância e na adolescência

O ESPORTE, A CRIANÇA E O

ADOLESCENTE: CONSENSOS

E DIVERGÊNCIAS

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3

Osvaldo Luiz Ferraz

A opinião dos adultos sobre a prática esportiva de crianças e de adolescentes é unânime, ou seja, os pais não se opõem a que seus filhos pratiquem esporte. Além disso, devido à valorização da atividade física para a qualidade de vida, a tendência em considerar a prática esportiva tão importante quanto as atividades intelectuais tem crescido bastante nos últimos anos. Pesquisas têm demonstrado que os pais consideram a prática de esportes benéfica para a saúde e favorável ao rendimento escolar.

Os argumentos que sustentam essa posição relacionam-se à aquisição de regras de conduta, de normas de comportamento e de valores sociais que fundamentam nossa cultura. Pressupõe-se que atitudes de perseverança, de disciplina e de cooperação exigidas na prática esportiva contribuam para a formação da personalidade. Outro aspecto mencionado é o de que a competitividade adquirida no esporte pode ser transferida para a competitividade inerente à vida social, sobretudo profissional, preparando a criança e o adolescente para enfrentar a vida mais adequadamente (Tani;

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Medium 9788582713891

Capítulo 4 - Integração de Outros Componentes da Aptidão Física

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Integração de Outros

Componentes da Aptidão Física

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. discutir as vantagens e desvantagens do treino concorrente, além de como elas podem in­ fluenciar, de forma diferente, populações específicas;

2. explicar os mecanismos fisiológicos por trás das adaptações ao treino concorrente;

3. explicar as várias formas de treino cardiovascular;

4. discutir os métodos utilizados para determinar a intensidade do treino cardiovascular e como eles se relacionam com a prescrição de programas de exercício;

5. demonstrar as várias formas de alongamento; e

6. compreender como a flexibilidade e o alongamento afetam no desempenho nos esportes.

Integrar uma variedade de componentes da atividade f­ísica a um programa de condicionamento total exige um exame criterioso das prioridades do treino. A com­pa­ tibili­dade dos vários modos de exercício também deve ser con­siderada em relação às metas de condi­cio­na­ mento ou de­sem­penho. O momento certo, a sequência e a ênfase do pro­­gra­­ma também influenciarão a capaci­ dade do organis­mo de se adaptar e alcançar as metas.

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Capítulo 2 - Tipos de Treinamento Resistido

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Tipos de Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. definir treinamento isométrico, de carga externa dinâmica constante, de carga variável, de carga dupla­mente variável, isocinético, e excêntrico;

2. descrever o que se sabe a partir de pesquisas sobre frequência ideal, volume e intensidade de treinamento para resultar em aumentos de força, aumentos no desempenho motor, aumentos na hipertrofia e mudanças na composição corporal com os vários tipos de treino;

3. descrever as considerações específicas a cada tipo de treinamento;

4. discutir de que maneira os vários tipos de treino se comparam quanto aos incrementos de força, melhora de de­sempenho motor, hipertrofia e mudanças de composição corporal; e

5. definir e discutir a especificidade de fatores de treinamento, como especificidade do ângulo ar­ ticular, especificidade da velocidade e especificidade de teste.

A maioria dos atletas e entusiastas da aptidão física rea­liza o treinamento de força como parte dos seus pro­gramas gerais de treinamento. O principal interesse dos atletas não é quanto peso pode ser levantado, mas se os aumentos na força e na potência e as alterações na com­posição corporal provocados pelo treinamento de força resultarão em me­ lhor desempenho nos seus esportes. Os entusiastas da apti­ dão física podem estar interessados em algumas das mes­ mas adaptações ao treinamen­to que os atletas, mas também nos benefícios para a saúde como, por exem­plo, redução da pressão arterial e mudanças na compo­sição cor­poral, bem como uma aparência em forma, que po­dem ser ocasionadas pelo treinamento de força.

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