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Medium 9788536317960

Capítulo 17: Aapectos sobre a relevãncia do campo do lazer na adolescência

Dante De Rose Jr., Alessandro H. Nicolai Ré, Alex Antonio Florindo, Aline Bigongiari, Ana Maria Pellegrini, Antonio Carlos Simões, Antonio Prista, Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz, Crivaldo Gomes Cardoso Jr., Cynthia Y. Hiraga Grupo A PDF Criptografado

Esporte e atividade física na infância e na adolescência

ASPECTOS SOBRE A

RELEVÂNCIA DO CAMPO DO

LAZER NA ADOLESCÊNCIA

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17

Ricardo Ricci Uvinha

A relação entre adolescência e lazer pode sugerir que tal público seria privilegiado no acesso a atividades de tempo livre, já que parece não existir melhor momento para a diversão e a transgressão de uma ampla gama de obrigações impostas pela sociedade moderna. Contudo, entende-se que tais reflexões devem ser vistas academicamente com o devido cuidado, a fim de que não se assuma um discurso reducionista quanto ao adolescente e seu papel na sociedade, ao atrelá-lo unicamente a uma concepção funcionalista de lazer pautada em um conteúdo romântico, hedonístico e irremediavelmente suscetível às amarras moralistas do complexo meio social em que está inserido.

Elementos como isolamento social, horizontes limitados, dificuldades em estabelecer um estilo próprio e um sentimento negativo com relação à vida são comumente reportados por adolescentes e tornam-se um grande desafio para os educadores e para os responsáveis por políticas públicas para tal grupo. Mostra-se necessário identificar de forma mais atenta a qual adolescência nos referimos, reconhecendo a significativa dificuldade em pensá-la de forma unívoca enquanto fase de vida com início, meio e fim estabelecidos, já que esta se concebe nos mais distintos ambientes, dada a complexidade da atual sociedade.

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Medium 9788520446867

Alongamento das partes inferior e superior do dorso

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

AQUECIMENTO • 27

ALONGAMENTO DAS PARTES

INFERIOR E SUPERIOR DO DORSO

Supraespinal*

Infraespinal*

Redondo menor

Subescapular*

1. Sente-se no solo ou sobre um colchonete com as pernas esticadas, os tornozelos em ângulo de 90 graus, de modo que os dedos dos pés apontem para o teto.

2. Junte as mãos sem apertar, apoie os antebraços nos joelhos e flexione o tronco para a frente a partir do quadril.

Redondo maior

Latíssimo do dorso

Eretor da espinha*

Quadrado do lombo*

Multífidos*

Semitendíneo

Bíceps femoral

Semimembranáceo

NOTA

* indica músculos profundos

FOCO MUSCULAR

• Supraespinal

• Infraespinal

• Redondo menor

• Subescapular

• Redondo maior

• Latíssimo do dorso

• Eretor da espinha

• Quadrado do lombo

• Multífidos

• Semitendíneo

• Bíceps femoral

• Semimembranáceo

3. Sem fazer movimento de vaivém, continue se inclinando para a frente, concentrando-se em alongar toda a coluna.

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Medium 9788582713471

Capítulo 5. Competição e cooperação

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

Competição e cooperação

5

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Entender a diferença entre competição e cooperação

Descrever o processo competitivo

Detalhar os estudos psicológicos sobre competição e cooperação

Discutir os fatores sociais que influenciam a competição e a cooperação

Explicar por que a competição pode ser tanto boa quanto ruim

Entender como equilibrar esforços competitivos e cooperativos

A partir de casos relatados por ex-atle-

tas, fica evidente que o esporte competitivo pode afetar os participantes de formas muito diferentes em termos de crescimento e desenvolvimento pessoal. Roger

­Staubach, por exemplo, um quarterback pertencente ao

Hall da Fama, disse: “Por causa dos exercícios físicos e de minhas experiências no esporte, aprendi a controlar as coisas nos negócios e na vida”. Por outro lado,

Tom House, e­ x-lançador da liga principal de beisebol, declarou: “Para todos os efeitos, o atleta profissional é um eterno adolescente... Quanto mais longa a exposição ao ambiente de esporte profissional, mais os atletas se desviam de uma capacidade de entender e lidar com as demandas do mundo real”. Muitos participantes de esportes competitivos afirmam que essa atividade não apenas pode levar a esforços cooperativos entre colegas de equipe que perseguem um objetivo comum (pense em Kevin Garnett, Ray Allen e Paul Pierce, do Boston

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Medium 9788520440018

5. Região do ombro

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Região do ombro

5

A região do ombro é, na verdade, composta de cinco articulações: a articulação esternoclavicular (EC), a articulação acromioclavicular (AC), a articulação coracoclavicular, a articulação glenoumeral e a articulação escapulotorácica, em que a escápula desliza sobre a parede torácica. A articulação considerada especificamente como a do ombro

é a glenoumeral, enquanto as outras são articulações do cíngulo do membro superior.

A estrutura do ombro possibilita uma grande amplitude de movimento, tornando possível o posicionamento do braço e da mão. Os movimentos da região do ombro são determinados pelos músculos que estão localizados no tórax, costas e braços. Portanto, o que quer que a região do ombro esteja fazendo determina a aparência de grande parte da porção superior do corpo.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

REGIÃO DO OMBRO

São os movimentos dos braços que irão modelar a maior parte dos músculos das costas, assim como do tórax e do braço. Outros músculos nessas áreas são delineados pelos movimentos da escápula, na região das articulações do cíngulo do membro superior.

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Medium 9788582713822

Capítulo 14 - Levantamento de peso olímpico

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Stuart McGill e John Gray

Levantamento de peso olímpico

INTRODUÇÃO

O levantamento de peso olímpico (LPO) é um esporte muito peculiar por várias razões. A abordagem para selecionar e desenvolver levantadores olímpicos jovens é diferente das abordagens usadas para a maioria dos outros esportes e habilidades atléticas. Outros capítulos neste livro descrevem uma abordagem em estágios típica para progressão de habilidades com base em idade e desenvolvimento. Porém, desenvolver o levantador olímpico para competição, ou simplesmente usar os levantamentos para o desenvolvimento atlético, necessita de algumas considerações adicionais.

Além disso, praticamente qualquer atleta em desenvolvimento poderia jogar basquetebol recreativo com segurança relativa, por exemplo, mas muitos seriam expostos a risco substancial de lesão tentando levantamento de peso olímpico. Sem os atributos anatômicos e biomecânicos necesários, sem uma orientação técnica adequada, desenvolver a técnica de levantamento de maneira a minimizar o risco de lesão não é possível. A amplitude de movimento necessária nos quadris e ombros está no extremo final daquela encontrada dentro da população (Figura 14-1). Sem essa mobilidade das articulações esferoidais, o atleta seria forçado a compensar as deficiências através da movimentação da coluna.

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Medium 9788582713471

Capítulo 10. Comunicação

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

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Comunicação

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Descrever o processo de comunicação

Descrever como enviar mensagens de forma mais eficiente

Descrever como receber mensagens de forma mais eficiente

Identificar o que causa interrupção na comunicação

Explicar o processo do uso de confrontação

Discutir como oferecer críticas construtivas

Você pode se comunicar sem motivar, mas é impossível motivar sem se comunicar.

John Thompson, ex-técnico de basquetebol masculino da Georgetown University

As pessoas aprendem a pensar comunicando-se. Portanto, em nosso programa, não somente empregamos um sistema ofensivo e outro defensivo – empregamos um sistema de comunicação.

Mike Krzyzewski, Duke University, técnico do time masculino de basquetebol

A comunicação, sempre presente em

nossa vida diária, certamente é um elemento fundamental em contextos esportivos e de atividade física. Instrutores de atividades físicas precisam convencer pessoas sedentárias a se envolverem com exercícios. Não importa o brilhantismo de um técnico ao planejar estratégias e aspectos técnicos do jogo, uma vez que o sucesso ainda depende de ser capaz de se comunicar-se eficazmente tanto com os atletas quanto com os pais, os administradores, os técnicos assistentes, os meios de comunicação e outros técnicos. Professores de educação física e treinadores de atletas com registro profissional também precisam se comunicar em vários campos de atuação. Basicamente, mais do aquilo que você conhece, o que importa é quão bem você comunica informações aos outros.

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Medium 9788582712016

Capítulo 9. Mecânica dos materias biológicos

Peter M. McGinnis Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Mecânica dos materias biológicos

Tensões e deformações no corpo

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

Definir tensão mecânica

Definir deformação

Definir tração (tensão e deformação)

Definir compressão (deformação compressiva e tensão compressiva)

Definir cisalhamento (deformação por cisalhamento)

Identificar e descrever cargas que geram flexão

Descrever os padrões de tensão que se desenvolvem sob uma carga que gera flexão

Identificar e descrever cargas que geram torção

Descrever a relação tensão-deformação geral para um material elástico

Descrever o módulo de elasticidade

(módulo de Young)

Descrever comportamento elástico e plástico

Definir as várias propriedades mecânicas dos materiais: tensão de escoamento, tensão máxima e tensão de ruptura

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Medium 9788520430941

ARREMESSO (2ª FASE)

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

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TREINAMENTO DE FORÇA

ARREMESSO 2ª FASE

MÚSCULOSALVO

▪ Músculos do jarrete

▪ Tríceps braquial

▪ Quadríceps femoral

▪ Gastrocnêmio

▪ Glúteos

▪ Sóleo

▪ Deltoide

A segunda fase do arremesso

é um movimento composto que desenvolve força em todo seu corpo, assim como melhora sua estabilidade e equilíbrio.

Tríceps braquial

Comece com a barra posicionada sobre o suporte, logo abaixo do nível dos ombros. Apoie-a sobre a parte superior dos ombros, mantendo os cotovelos levantados.

1

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Trapézio

Redondo menor

Redondo maior

Empurre a barra com força para cima

Serrátil anterior

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Latíssimo do dorso

Eretor da espinha

Reto do abdome

Oblíquo externo do abdome

Oblíquo interno do abdome

Glúteos

• Glúteo máximo

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Medium 9788582712016

Capítulo 7. Cinética angular

Peter M. McGinnis Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Cinética angular

Explicando as causas do movimento angular

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

© Olga Besnard/Dreamstime.com

• Definir momento de inércia

• Explicar como o momento de inércia do corpo humano pode ser manipulado

• Explicar a primeira lei do movimento de

Newton e como ela se aplica ao movimento angular

• Explicar a segunda lei do movimento de

Newton e como ela se aplica ao movimento angular

• Explicar a terceira lei do movimento de Newton e como ela se aplica ao movimento angular

• Definir impulso angular

• Definir quantidade de movimento angular

• Explicar a relação entre impulso angular e quantidade de movimento angular

Uma atleta de salto ornamental salta da plataforma de 3 m. Ela está em uma posição estendida

(posição plana) e, a princípio, quase não roda. Então, ela flexiona seus quadris e se curva ao meio

(posição carpada), e sua rotação acelera como se fosse mágica. Ela gira três vezes e meia nessa posição e cai em direção à água. Logo antes de mergulhar, seu giro parece parar, então ela volta

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Medium 9788582712016

Capítulo 1. Forças

Peter M. McGinnis Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Forças

Mantendo equilíbrio ou alterando movimento

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

Definir força

Classificar os diferentes tipos de forças

Definir força de atrito

Definir peso

Determinar a resultante de duas ou mais forças

Decompor uma força em forças componentes com ângulo reto entre uma e outra

Determinar se um objeto está em equilíbrio estático quando as forças que atuam sobre ele são conhecidas

• Determinar uma força desconhecida atuando sobre um objeto quando todas as demais forças são conhecidas e o corpo está em equilíbrio estático

© Brian Cahn/Zuma Press/Icon SMI

Uma ginasta mantém uma posição insegura sobre um pé durante uma rotina na trave de equilíbrio. Um alpinista se agarra pela ponta dos dedos à face de um penhasco. Uma ciclista permanece imóvel sobre sua bicicleta no início de uma corrida. Um atleta de saltos ornamentais sustenta-se somente pelos dedos dos pés na ponta de um trampolim antes de executar um salto de costas. Quais são as forças que atuam em cada um desses atletas? Como eles as manipulam para manterem-se equilibrados? As informações apresentadas neste capítulo fornecem o conhecimento necessário para responder tais questões.

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Medium 9788520431016

Capítulo 3. Dimensões corporais absolutas

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 3 Dimensões corporais absolutas

Timothy S. Olds, Ph.D.; e Grant R. Tomkinson, Ph.D.

Este capítulo explora a importância das dimensões corporais absolutas para o sucesso nos esportes, inspirando-se em diferenças entre corpos esportivos e não esportivos, tendências históricas nas proporções dos corpos esportivos e diferenças de porte corporal ao longo dos níveis de desempenho. O capítulo é concluído com a descrição de medições antropométricas básicas que podem ser utilizadas na quantificação dos aspectos do tamanho do corpo.

Princípios da otimização morfológica

Atletas bem-sucedidos se caracterizam por uma mescla de qualidades fisiológicas, psicológicas e antropométricas que variam de um esporte para outro. Como o esporte é competitivo, essas características são otimizadas, de tal modo que, em nível de elite, apenas sobreviverão os “bem preparados”.

O que é otimização morfológica?

Nas situações em que o tamanho e a forma do corpo

(morfologia corporal) são importantes, esse processo é chamado otimização morfológica (Norton et al., 1996).

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Medium 9788520439180

16. Exercício físico para pacientes com osteoporose

LANCHA JR., Antonio Herbert; LANCHA, Luciana Oquendo Pereira Editora Manole PDF Criptografado

16

E� xercício físico para pacientes com osteoporose

Guilherme Giannini Artioli

Rosa Maria Pereira

Introdução

A osteoporose é uma doença crônica e progressiva que afeta o tecido

ósseo, diminuindo sua capacidade de resistir a cargas, tornando-o mais susceptível a fraturas. As principais características da osteoporose são diminuição do conteúdo mineral ósseo e alterações da microarquitetura óssea. Tais características são decorrentes de um processo progressivo e, na maioria das vezes, assintomático de perda de massa óssea que acompanha a idade. Sabidamente, a diminuição da densidade mineral

óssea que ocorre com a idade também é acompanhada por diminuição da mobilidade articular, força, massa e função musculares,1 os quais levam a prejuízos no equilíbrio e na postura. De fato, existe uma forte correlação positiva entre a força de um grupo muscular específico e a

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Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

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Medium 9788520430941

SUPINO INCLINADO COM BARRA

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

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TREINAMENTO DE FORÇA

SUPINO INCLINADO COM BARRA

MÚSCULOSALVO

▪ Peitorais

Peitorais

Parte clavicular do deltoide

▪ Tríceps braquial

• Peitoral maior

• Peitoral menor

▪ Parte clavicular do deltoide

Bíceps braquial

Tríceps braquial

Esse é um dos movimentos básicos para desenvolvimento do tórax. Você conseguirá levantar menos peso no banco inclinado do que no plano porque os pequenos músculos do ombro também são usados.

Mantenha o tórax levantado

Segure firmemente a barra com as mãos mais afastadas que a largura dos ombros. Mantenha os pés em contato com o solo e levante a barra do suporte.

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Fixe os pesos na barra com presilhas

Mantenha os pés em contato firme com o solo

Abaixe a barra até a parte mais alta

Mantendo a cabeça apoiada no do tórax de modo que os antebraços encosto e a coluna neutra, estenda fiquem quase verticais sob ela. Mantenha os os membros superiores até que a barra ombros encostados no banco. atinja a posição inicial.

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Medium 9788584291304

Capítulo 8 - Letramento corporal e obesidade

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

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Letramento corporal e obesidade

Paul Gately

Introdução

Foi dito na Parte I que o letramento corporal pode abrir um leque de oportunidades no campo da atividade física, podendo resultar em benefícios de longo prazo em termos de qualidade de vida. É preocupante a atual tendência mundial à obesidade, que se mostra um grande obstáculo para que um maior número de pessoas se torne corporalmente letrado. Elas tendem a evitar a atividade física, acarretando em prejuízos para sua saúde em termos gerais, como também para a autoconfiança e para a autoestima. Desenvolver o letramento corporal pode ser uma maneira de ajudá-las a enfrentar o problema da obesidade. Mesmo assim, como veremos neste capítulo, a questão está longe de ser tão simples. As pesquisas ainda precisam identificar estratégias claras e válidas para prevenir e curar a obesidade. Embora a promoção da atividade física não é em si o remédio, as evidências sugerem que intervenções que incluem programas de atividade física podem ser bem-sucedidas.

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Medium 9788582713013

Capítulo 4 - Crescimento Físico, Amadurecimento e Envelhecimento

Kathleen M. Haywood, Nancy Getchell, Ricardo Demetrio de Souza Petersen Grupo A PDF Criptografado

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Crescimento Físico,

Amadurecimento e Envelhecimento

Restrições do indivíduo que mudam durante a vida

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Descrever a evolução do crescimento e do envelhecimento do corpo ao longo da vida

• Identificar padrões típicos de crescimento

• Reconhecer diferenças individuais no ritmo de crescimento e distinguir crescimento e amadurecimento.

• Revisar a influência de fatores extrínsecos no crescimento e desenvolvimento e o seu crescente papel ao longo da vida dos indivíduos

• Revisar o papel dos genes no início do crescimento físico e do desenvolvimento

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Crescimento Físico, Amadurecimento e Envelhecimento

Desenvolvimento motor no mundo real

Podemos ser enganados pelo tamanho

Na minha mesa tenho uma foto do meu time de voleibol do quinto ano. Obviamente, as meninas mais altas estão na última fileira. São também as jogadoras mais novas – por meio ano! Você provavelmente tem uma história semelhante, talvez sobre um time, colegas de aula ou parentes. Essas histórias servem para lembrar de que não existe um único plano para o crescimento e o amadurecimento de todos os indivíduos. Portanto, é importante para professores, terapeutas, técnicos, médicos e enfermeiros entender quais fatores levam a variações em padrões de crescimento e quando essas variações são normais ou anormais.

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