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Medium 9788565852098

Capítulo 7 - Reprodutibilidade e Validade de Critérios de Referência

James R. Morrow Jr.; Allen W. Jackson; James G. Disch; Dale P. Mood Grupo A PDF Criptografado

7

Reprodutibilidade e

Validade de Critérios de Referência

Objetivos

Tópicos

Desenvolvimento de critérios-padrão de referência

Desenvolvimento de testes de critério de referência

Análise estatística de testes de critério de referência

Técnicas estatísticas para usar com testes de critério de referência

Reprodutibilidade de testes de critério de referência

Validade de testes de critério de referência

Validade de critério

Exemplos de testes de critério de referência

Aplicação de critério-padrão de referência à epidemiologia

ESTUDE

Morrow_07.indd 133

Após estudar este capítulo, você será capaz de:

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144

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® definir um teste de critério de referência;

® explicar as abordagens para o desenvolvimento de critérios-padrão de referência;

® explicar as vantagens e as limitações das medidas de critério de referência;

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Medium 9788536306643

19. Mikhail Tal (1936-1992)

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: TÁTICAS

159

19

Mikhail Tal

(1936-1992)

Q

uando Alexander Alekhine morreu, em 1946, não havia magos táticos prontos a tomar o seu lugar. Era a vez da ciência do xadrez posicional subir ao palco, e o líder dos cientistas, Mikhail Botvinnik, reinou de 1948 a 1960, com exceção de um ano, em que perdeu para Vasily Smyslov, tendo reconquistado o título num rematch. Esse desempenho impressivo parecia indicar que todos os futuros campeões mundiais seriam jogadores posicionais. No mundo do xadrez não se suspeitava do surgimento de um outro agitador que viria mudar o rumo do jogo.

Mikhail Tal nasceu em Riga, na Letônia, em 1936. Na carreira profissional, seu estilo era caracterizado pelo risco e arrojo; o enxadrista deleitava-se em duelos táticos e combinações complexas. Homem de visão tática inacreditável, Tal era capaz de calcular variações longas e complicadas após uma rápida olhada na posição. Apesar de ser considerado um jogador inconsistente, confundiu os críticos ao vencer consistentemente vários torneios seguidos. Em 1960, na tenra idade de 24 anos, alcançou o inimaginável ao desbancar Botvinnik e levar o título de campeão mundial. Botvinnik declarou:

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Medium 9788520446867

Alongamento das partes inferior e superior do dorso

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

AQUECIMENTO • 27

ALONGAMENTO DAS PARTES

INFERIOR E SUPERIOR DO DORSO

Supraespinal*

Infraespinal*

Redondo menor

Subescapular*

1. Sente-se no solo ou sobre um colchonete com as pernas esticadas, os tornozelos em ângulo de 90 graus, de modo que os dedos dos pés apontem para o teto.

2. Junte as mãos sem apertar, apoie os antebraços nos joelhos e flexione o tronco para a frente a partir do quadril.

Redondo maior

Latíssimo do dorso

Eretor da espinha*

Quadrado do lombo*

Multífidos*

Semitendíneo

Bíceps femoral

Semimembranáceo

NOTA

* indica músculos profundos

FOCO MUSCULAR

• Supraespinal

• Infraespinal

• Redondo menor

• Subescapular

• Redondo maior

• Latíssimo do dorso

• Eretor da espinha

• Quadrado do lombo

• Multífidos

• Semitendíneo

• Bíceps femoral

• Semimembranáceo

3. Sem fazer movimento de vaivém, continue se inclinando para a frente, concentrando-se em alongar toda a coluna.

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Medium 9788536306643

13. Outros tipos de empates

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: TÁTICAS

111

13

Outros tipos de empates

É

impossível vencer sempre e, algumas vezes, as coisas andam tão mal que um empate parece até um resultado excepcional, diante das circunstâncias. Além da possibilidade de um mate afogado ou de um xeque perpétuo (veja o Capítulo 5), há outras opções para salvar um jogo. Neste capítulo discutiremos duas dessas opções: as perseguições perpétuas e a construção de fortalezas. Examinaremos também posições que resultam num empate porque o lado mais forte não tem material suficiente para forçar uma vitória. Todas essas situações costumam ocorrer com facilidade e, caso o jogador esteja na defesa, com freqüência é possível alcançar o empate numa partida que, de outro modo, estaria perdida. O falecido

Grande Mestre americano Sammy Reshevsky deu esse conselho simples sobre a melhor atitude a ser tomada numa situação aparentemente irremediável:

Agüente firme e torça por um erro grave.

Também é útil colocar-se no lugar do adversário e descobrir o tipo de lance que ele menos gostaria de ver você jogar.

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Medium 9788520430941

PUXADA VERTICAL COM KETTLEBELL

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

204

TREINAMENTO DE FORÇA

PUXADA VERTICAL COM KETTLEBELL

A puxada vertical com kettlebell é um exercício global para o corpo e desenvolve a potência. É um ótimo treinamento para os movimentos explosivos da corrida de curta distância, do salto, do pugilismo e do caratê.

MÚSCULOSALVO

▪ Quadríceps femoral

▪ Glúteos

▪ Trapézio

Mantenha a

Agache-se com a coluna neutra, os ombros à fren- cabeça erguida e o olhar para te do peso, os pés afastados na frente largura dos ombros e os quadris mais elevados que os joelhos.

1

▪ Deltoide

▪ Bíceps braquial

▪ Eretor da espinha

▪ Músculos do jarrete

▪ Gastrocnêmio

Certifique-se de que os ombros estejam à frente do peso

▪ Sóleo

Deltoide

Tríceps braquial

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Trapézio

Redondo menor

Redondo maior

Mantenha os membros superiores estendidos durante a primeira parte do movimento

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Medium 9788520430941

ARRANQUE COM OS PÉS AFASTADOS

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

200

TREINAMENTO DE FORÇA

ARRANQUE COM OS PÉS AFASTADOS

Posicione seus pés sob a barra, afastados na largura dos quadris. Segure a barra com as mãos em pegada pronada e mais afastadas que a distância entre os ombros, mantendo os quadris mais altos que os joelhos.

MÚSCULOSALVO

1

▪ Quadríceps femoral

▪ Músculos do jarrete

▪ Glúteos

▪ Deltoide

Mantenha o dorso plano e a face voltada para frente

Bíceps braquial

Comece com a barra em cima dos dedos dos pés

Esse levantamento requer velocidade e aumentará sua agilidade.

Trabalhe alternando os membros inferiores, para equilibrar os músculos.

Tríceps braquial

Redondo menor

Redondo maior

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Serrátil anterior

Reto do abdome

Oblíquo externo do abdome

Glúteos

• Glúteo máximo

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Medium 9788584291304

Capítulo 10 - Letramento corporal e terceira idade

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

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Letramento corporal e terceira idade

Len Almond

Introdução

Este capítulo explora a importância do letramento corporal durante toda a vida, concentrando-se na terceira idade para ilustrar esse posicionamento. As questões abordadas aqui incluem uma série de problemas associados à falta de atividade física nessa etapa da vida, a recusa em usufruir da condição de ser ativo regularmente e algumas das razões para que isso ocorra. A discussão tratará do conceito de letramento corporal no contexto da população adulta e apresentará um caso que tem a promoção do letramento corporal como um objetivo essencial para a educação ao longo da vida. Na conclusão, o capítulo reúne todos os argumentos para demonstrar suas inter-relações e propor uma abordagem integrada na promoção do letramento corporal.

A promoção da atividade física costuma ser justificada argumentando-se que ela pode reduzir o risco de desenvolver certas doenças ou retardar o início do declínio funcional. Essa pauta preventiva também enxerga a atividade física como uma maneira de reduzir os custos de uma saúde precária. Esse argumento parece não ser forte o bastante para persuadir as pessoas a se tornarem mais ativas, sendo, portanto, necessário adotar uma visão diferente, mais positiva. Essa situação oferece o pano de fundo para explorar uma perspectiva pessoal do letramento corporal e identificar dois fatores adicionais importantes a considerar no desenvolvimento dessa capacidade e do seu papel influenciador na vida de jovens e adultos. Como resultante, cabe explorar o letramento corporal como um objetivo de vida associado a um conceito denominado pedagogia da participação.

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Medium 9788520428955

6. Desenvolvendo a potência explosiva

SALO, Dave; RIEWALD, Scott A. Editora Manole PDF Criptografado

Desenvolvendo a potência explosiva

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Potência é a combinação entre força e velocidade.Você já percebeu como Natalie Coughlin sempre parece estar muito à frente dos competidores na partida e nas viradas, ou como Michael Phelps é capaz de “mudar de marcha” e simplesmente disparar na frente dos outros competidores? Observando esses dois nadadores, você começa a entender a importância da potência no seu nado. Não existe uma prova ou competição em que a capacidade de gerar potência seja irrelevante. Mesmo os nadadores de distância, que por muito tempo pensaram que precisassem apenas de resistência, podem se beneficiar quando adicionam ao seu plano de treinamento exercícios que aumentam a potência. A definição matemática da potência é a força multiplicada pela velocidade. A capacidade de produzir potência está diretamente relacionada à eficiência do nado e à capacidade do nadador de maximizar as forças propulsoras, acelerando as mãos e os braços ao longo de todo o ciclo de braçada. A potência é essencial para a capacidade de dar um impulso explosivo nos blocos de partida ou na parede a cada virada e ela distingue os nadadores medalhistas daqueles que nunca chegam a conquistar uma medalha, e os nadadores de elite dos medíocres.

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Medium 9788520430361

Capítulo 5 - Dorso

SOVNDAL, Shannon Editora Manole PDF Criptografado

5

DORSO

A

importância de um dorso forte e em boa condição física não pode ser menosprezada.

Seu dorso e sua coluna vertebral servem de base para quase todas as atividades que você realiza, e o ciclismo não é exceção. Infelizmente, problemas no dorso constituem uma reclamação frequente dos ciclistas. Por conta da posição inclinada para a frente na bicicleta, seus músculos do dorso são constantemente comprometidos. Esse esforço excessivo pode causar problemas devastadores em seu corpo se você não estiver condicionado e treinado para resistir a ele. Além de contrapor-se à tensão causada pela posição, seu dorso também deve proporcionar uma base sólida, que o capacita a gerar potência durante a pedalada. Os músculos do dorso estabilizam sua coluna vertebral e a pelve, e permitem a geração de força máxima pelos membros inferiores.

A melhor estratégia para um dorso saudável é condicionar seu corpo preventivamente para evitar o aparecimento de qualquer problema. Os exercícios deste capítulo o auxiliarão com isso. Você deve começar devagar e usar pesos leves durante os primeiros treinos. Não tenha pressa para fortalecer seu dorso – isso trará benefícios de longo prazo. Muitas vezes, com o início gradual, você pode achar que o peso é muito leve. Seja paciente. O trabalho inicial constitui a base para seu treinamento futuro com pesos maiores. Mesmo se você achar que está levantando uma carga muito pequena, geralmente sentirá os efeitos um ou dois dias após o treinamento. Lembre-se de que a adaptação ocorre durante os dias de descanso e certifique-se de deixar seus músculos se recuperarem adequadamente. Isso inclui não praticar ciclismo pesado no dia seguinte ao seu treinamento do dorso na academia.

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Medium 9788573078688

Capítulo 3. Programa de Treinamento Básico

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

3

Programa de

Treinamento Básico

A

primeira tarefa do fisiculturista iniciante é desenvolver uma base sólida de massa muscular – peso muscular puro, não gordura volumosa. Mais tarde você tentará transformar essa musculatura em um físico equilibrado e de qualidade.

Você realiza esse treinamento básico e árduo utilizando pesos pesados – ralando semana após semana até que o corpo comece a responder. E o que entendo por treinamento básico não se resume apenas a alguns exercícios como supinos, remadas curvadas e agachamentos, mas 30 ou 40 exercícios todos planejados para estimular e desenvolver os principais grupos musculares do corpo.

No final desse período, o que você quer é tamanho, a matéria prima de um grande físico. No meu próprio caso, ou no caso de outros fisiculturistas como Dave Draper ou Lee Haney, alcançamos totalmente isso por volta dos vinte anos de idade. Eu era enorme, 109 kg, mas inacabado – como um filhote enorme e desengonçado que ainda não cresceu para corresponder ao tamanho dos seus pés. Apesar de ter vencido campeonatos importantes, era como um diamante bruto; mas eu tinha muita massa e nesse ponto comecei a criar o tipo de aparência acabada e polida que precisava para tornar-me o melhor que eu podia ser.

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Medium 9788520446867

Elevação frontal com anilha

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

88 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

OMBROS

ELEVAÇÃO FRONTAL COM ANILHA

1. Em pé, com os pés afastados e paralelos aos ombros e a pelve ligeiramente encaixada, segure uma anilha de

20 kg com ambas as mãos, em posição de pegada martelo.

2. Levante a anilha até a altura dos ombros.

3. Lentamente, abaixe o peso de volta até a posição inicial.

FOCO MUSCULAR

ALVO

• Deltoide

PROCURE

• Manter o movimento homogêneo e controlado.

EVITE

• Hiperextensão dos cotovelos durante o levantamento do peso.

• Deixar que os ombros girem para dentro.

DICAS DO TREINADOR

• Expire ao levantar o peso e inspire ao abaixá-lo.

• Mantenha sua postura ereta durante todo o exercício.

• Mantenha os ombros abaixados, para trás, distanciados das orelhas.

• Deltoide (partes clavicular, espinal e acromial)

• Trapézio

• Serrátil anterior

• Levantador da escápula

• Braquial

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Medium 9788520446867

Tibial anterior com haltere

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

152 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

PERNAS

TIBIAL ANTERIOR COM HALTERE

1. Sente-se na ponta de um banco reto, com um haltere no solo à sua frente. Agarre o haltere com os pés.

ALVO

• Tibiais anteriores (canela)

PROCURE

2. Deslize para trás no banco, deixando apenas seus pés para fora. Mantenha as pernas retas e o tronco ereto, na posição sentada, lentamente faça ponta com os pés.

3. Em seguida, ainda mantendo as pernas retas e o tronco ereto, na posição sentada, flexione lentamente os pés para cima. Repita.

• Alcançar toda a amplitude de movimento, em ambas as direções, fazendo ponta ou flexionando os pés.

• Manter o pescoço e a mandíbula relaxados durante todo o exercício.

EVITE

• Flexionar os joelhos durante o exercício.

DICAS DO TREINADOR

• Inspire ao fazer ponta e expire ao trazer os pés para cima.

• Quando terminar o exercício, devolva cuidadosamente o haltere para o solo.

PERNAS • 153

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Medium 9788582712016

Referências e sugestões de leitura

Peter M. McGinnis Grupo A PDF Criptografado

Referências e sugestões de leitura*

Abbott, A.V., and Wilson, D.G. (Eds.). (1996). Human-powered vehicles. Champaign, IL: Human Kinetics.

Adrian, M.J. (1980). The true meaning of biomechanics. In J.M. Cooper and B. Haven (Eds.), Proceedings of the Biomechanics Symposium

(pp. 14-21). Indianapolis: Indiana State Board of Health.

Chow, J.W., and Knudson, D.V. (2011). Use of deterministic models in sports and exercise biomechanics research. Sports Biomechanics, 10,

219-233.

Cureton, T.K. Jr. (1930). Mechanics and kinesiology of the crawl flutter kick. Research Quarterly, 1(4):93-96.

Alexander, R.M. (1992). The human machine. New York: Columbia University Press.

Cureton, T.K. Jr. (1939). Elementary principles and techniques of cinematographic analysis. Research Quarterly, 10(2):3-24.

Arend, S., and Higgins, J.R. (1976). A strategy for the classification, subjective analysis and observation of human movement. Journal of

Human Movement Studies, 2:36-52.

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Medium 9788520428955

1. Testando o condicionamento físico para Natação

SALO, Dave; RIEWALD, Scott A. Editora Manole PDF Criptografado

Testando o condicionamento físico para Natação

1

Você está começando uma aventura, uma jornada para dentro do mundo da força e do condicionamento físico para a Natação. Nessa jornada você aprenderá como os corretivos de técnica de condicionamento e treinamento de força podem complementar o trabalho executado na piscina e aumentar seu desempenho. No entanto, antes de embarcar nessa aventura, você precisa de um mapa para ter uma ideia de onde está, aonde está indo e como chegará lá. Na Natação, uma das melhores maneiras de descobrir onde você está e o que precisa trabalhar é testar-se periodicamente. Felizmente, existem vários testes simples que você pode fazer – com pouca ou nenhuma necessidade de equipamentos caros – para estabelecer os parâmetros para comparações futuras, ajudando a melhorar seu desempenho na piscina e a reduzir o risco de lesão. Esses testes incluem desde a contagem de braçadas até a execução de séries de teste na piscina e exames ortopédicos para avaliar sua força e flexibilidade. Com os resultados desses testes, você pode comparar seu desempenho com o de seus competidores, identificar pontos fortes e fracos, avaliar seus aprimoramentos e assim estabelecer objetivos para toda a temporada.

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Medium 9788520430941

ROSCA MARTELO

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

150

TREINAMENTO DE FORÇA

ROSCA DIRETA

MÚSCULOSALVO

▪ Bíceps braquial

▪ Braquial

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Braquial

Trapézio

Esse exercício clássico para o braço desenvolve a força e o volume dos bíceps braquiais.

Existem diversas variações desse exercício, embora a rosca direta tradicional trabalhe intensamente os bíceps braquiais em toda a amplitude de movimento.

Peitorais

Tríceps braquial

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Bíceps braquial

Reto do abdome

Oblíquo externo do abdome

ROSCA MARTELO

MÚSCULOSALVO

▪ Bíceps braquial

Deltoide

▪ Braquial

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

▪ Braquiorradial

Braquial

Bíceps braquial

Essa variação da rosca para bíceps também trabalha os antebraços e é mais confortável para os punhos, porque eles permanecem em uma posição mais natural. Tente executá-la sentado em um banco inclinado para aumentar a amplitude de movimento.

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