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Medium 9788520431016

Capítulo 10. Velocidade

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10 Velocidade

John Cronin, Ph.D.; e Anthony J. Blazevich, Ph.D.

No esporte, a palavra “velocidade” pode ser utilizada em muitos contextos, em referência à velocidade média para terminar uma maratona, a velocidade de transcurso do círculo para um lançador de disco, a velocidade máxima de impulsão para um atleta do salto triplo ou a velocidade de um serviço no tênis, ou do arremesso da bola no beisebol. Em termos mecânicos, “velocidade” se refere ao tempo necessário para completar uma distância linear ou angular, que é o resultado da velocidade de reação (tempo de reação,

TR) e velocidade de movimento.

Tempo de reação é o tempo consumido desde a detecção de um estímulo até o primeiro movimento. Nas modalidades de velocidade, o TR de atletas de elite é de cerca de 130 a 140 ms (Mero, Komi e Gregor, 1992). Em termos de uma corrida de 100 m em 10 s, isso representa apenas 1,3% a

1,4% da corrida, e seria relativamente pouco importante um trei­namento para esse percurso. Contudo, as posições na chegada nos 100 m pode diferir em até somente 1 a 10 ms.

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Medium 9788582713822

Capítulo 4 - Estabilização neuromuscular dinâmica: exercícios baseados em modelos de cinesiologia do desenvolvimento

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Alena Kobesova, Petra Valouchova e Pavel Kolar

Estabilização neuromuscular dinâmica: exercícios baseados em modelos de cinesiologia do desenvolvimento

INTRODUÇÃO

A etiologia da dor musculoesquelética, em particular a dor lombar, frequentemente é avaliada do ponto de vista anatômico e biomecânico e da influência de forças externas

(p. ex., carga) agindo sobre a coluna. Contudo, a avaliação das forças induzidas pela própria musculatura do paciente com frequência está faltando. A função estabilizadora dos músculos desempenha uma função postural crítica e decisiva, e depende da qualidade do controle do sistema nervoso central (SNC). A abordagem de Kolar da estabilização neuromuscular dinâmica (DNS) é uma abordagem nova e única explicando a importância de princípios neurofisiológicos do sistema de movimentos. A DNS aplica os princípios da cinesiologia do desenvolvimento durante o primeiro ano de vida; esses princípios definem a postura ideal, padrões de respiração e centralização articular funcional, a partir do paradigma do neurodesenvolvimento (1). A DNS apresenta um conjunto crítico de testes funcionais que avalia a estabilidade funcional dos estabilizadores profundos da coluna e articulações, ajudando achar a “ligação-chave” da disfunção.

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Medium 9788582713471

Capítulo 14. Autoconfiança

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

14

Autoconfiança

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

Definir e entender os benefícios da autoconfiança

Discutir as fontes de confiança no esporte

Entender como as expectativas afetam o desempenho e o comportamento

Explicar a teoria da autoeficácia

Explicar como avaliaria a autoconfiança

Explicar os vários aspectos da eficácia do técnico

Descrever estratégias de desenvolvimento da autoconfiança

Nas entrevistas após as competições, atletas

e técnicos inevitavelmente comentam o papel crítico da autoconfiança (ou de sua falta) para o seu sucesso (ou fracasso) mental. Trevor Hoffman, por exemplo, um dos maiores arremessadores das principais ligas de basebol dos Estados Unidos, declarou: “Confiança é tudo; se você começar a duvidar de si mesmo, com certeza cometerá muito mais erros”. Ou, como observou Tiger

Woods: “A coisa mais importante é acreditar que você pode vencer cada torneio. Muitos caras não têm isso.

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Medium 9788520433447

6. Fundamentos em exercícios na água

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

6

Fundamentos em exercícios na água

Luiz Fernando Martins Kruel

Stephanie Santana Pinto

Cristine Lima Alberton

INTRODUÇÃO

Os exercícios físicos realizados em ambiente aquático têm sido indicados para diversas populações, tanto como forma de reabilitação quanto como forma de promoção de saúde. Sabe-se que um programa bem planejado nesse ambiente pode incrementar a força muscular, a capacidade cardiorrespiratória, melhorar parâmetros relacionados com o perfil lipídico e com o equilíbrio corporal e também tornar os indivíduos mais independentes, aumentando a sua qualidade de vida.

É importante salientar que esse meio tem impacto reduzido sobre os membros inferiores, quando se compara o mesmo exercício físico rea­ lizado nos meios aquático e terrestre. Dessa forma, exercícios físicos realizados nesse meio são de grande utilidade para indivíduos com distúrbios musculoesqueléticos. As respostas cardiorrespiratórias durante os exercícios físicos no meio aquático podem ser atenuadas ou maximizadas quando se comparam às obtidas em meio terrestre. Os fatores que influenciam a magnitude dessas respostas estão vinculados

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Medium 9788520439180

12. Exercício físico e miopatias inflamatórias idiopáticas

LANCHA JR., Antonio Herbert; LANCHA, Luciana Oquendo Pereira Editora Manole PDF Criptografado

12

E� xercício físico e miopatias inflamatórias idiopáticas

Ana Lucia de Sá Pinto

Thalita Blasques Dassouki

Introdução

As miopatias inflamatórias idiopáticas (MII) são doenças crônicas autoimunes do músculo esquelético cuja principal característica é a fraqueza muscular em membros inferiores e superiores, causada pela inflamação dos músculos estriados1. As MII são classificadas em polimiosite (PM), dermatomiosite (DM), miosite por corpúsculo de inclusão (MCI), miosite associada à neoplasia e miosite associada à doença do colágeno. De forma geral, são doenças raras que acometem principalmente mulheres na faixa etária dos 45-55 anos de idade, em uma proporção de 2:1, com exceção da MCI que, geralmente, manifesta-se em homens com mais de 50 anos de idade. A prevalência estimada

206

Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

para essas doenças é de 1:100 mil habitantes na população geral, com incidência anual de 2-10 casos em cada 1 milhão de pessoas. A patogênese é distinta para cada uma dessas doenças2,3,4.

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Medium 9788520422496

Capítulo 22 - Aquecimento e relaxamento

MAGLISCHO, Ernest W. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 22

Aquecimento e relaxamento

Novo nesta edição:

Análise dos últimos achados científicos sobre aquecimento e relaxamento.

■ 

O aquecimento é um procedimento consagrado pelo uso e considerado como prelúdio necessário para todas as atividades físicas. Acredita-se que o aquecimento ajudará os atletas a se prepararem tanto fisiologica como mentalmente para a competição ou o treinamento vindouro. O nado de relaxamento, ou simplesmente relaxamento, como

é também conhecido, permite que os atletas se recuperem com mais rapidez depois de uma prova ou uma sessão de treinamento.

AQUECIMENTO

Nesta seção, descreverei o valor do aquecimento e os procedimentos que devem ser utilizados pelos nadadores para sua realização. Como parte desse mesmo tópico, também discutirei o valor da massagem, tanto antes como depois da competição, e o valor da hiperventilação imediatamente antes da saída das provas.

Valor do aquecimento

Como já disse, o aquecimento traz benefícios tanto fisiológicos como mentais. Fisiologicamente, um bom aquecimento prepara o sistema circulatório para fornecer mais oxigênio para os músculos, além de prepará-los para utilização mais rápida do oxigênio. O aquecimento promove o alongamento das articulações e dos músculos, aumentando sua amplitude de movimento de modo que o atleta possa praticar a Natação com mais eficiência e habilidade; além disso, aumenta a velocidade da contração

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Medium 9788582712016

Capítulo 4. Trabalho, potência e energia

Peter M. McGinnis Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Trabalho, potência e energia

Explicando as causas do movimento sem Newton

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

Definir trabalho mecânico

Distinguir as diferenças entre trabalho positivo e negativo

Definir energia

Definir energia cinética

Definir energia potencial gravitacional

Definir energia potencial elástica

Explicar a relação entre trabalho mecânico e energia

Definir potência

Um atleta do salto com vara corre pela pista, abaixando lentamente o implemento conforme se aproxima da saída. Ele se move tão rápido quanto um velocista até que, de repente, deixa cair a extremidade da vara na caixa de apoio e salta. A vara se curva à medida que o deslocamento do saltador para frente diminui e ele começa a subir. Por um momento, parece até que a vara vai quebrar, mas depois sua curvatura começa a se desfazer. A retificação do implemento parece arremessar o saltador para cima. O atleta então se suspende até uma parada de mão sobre a vara conforme ela se aproxima da posição vertical. Ele a empurra com uma mão e eleva-se por cima do sarrafo para terminar o salto. Uau! Como ele consegue converter a velocidade da sua corrida na altura necessária para passar sobre o sarrafo? A relação entre trabalho mecânico e energia fornece a resposta para essa questão. Este capítulo introduz esses conceitos e aborda seu uso na análise de movimento.

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Medium 9788582714485

Capítulo 11. Programas para melhorar o desempenho

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Programas para melhorar o desempenho

A programação específica para o esporte é um dos maiores equívocos no atletismo atualmente. A noção de que cada esporte precisa de seu próprio programa individual

é basicamente falha. A maioria dos esportes coletivos, e mesmo muitos esportes individuais, tem necessidades gerais similares. Todos se baseiam na velocidade e potência, com a força agindo como base subjacente. O desenvolvimento de velocidade, força e potência não varia e não deve mesmo variar muito de esporte para esporte.

A maioria dos melhores técnicos de força e condicionamento no país usa programas bastante similares para treinar atletas em uma ampla variedade de esportes. Raras vezes, os técnicos encontram atletas muito fortes, muito rápidos ou muito eficientes em movimentos laterais. Pense sobre isso deste modo: um jogador de beisebol rápido é, em qualquer aspecto, diferente de um jogador rápido de futebol ou futebol americano? Enquanto técnico, você desenvolveria velocidade para o beisebol de uma forma diferente da qual desenvolveria para um jogador de futebol ou de futebol americano?

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Medium 9788582713891

Capítulo 8 - Destreinamento

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

8

Destreinamento

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as circunstâncias sob as quais ocorre o destreinamento;

2. descrever a linha de tempo característica da perda da capacidade física durante o destrei­na­mento;

3. discutir os mecanismos fisiológicos resultantes do destreinamento;

4. discutir os efeitos do destreinamento na temporada em diferentes esportes, e os fatores que afetam o destreinamento durante a temporada;

5. discutir por que o destreinamento, no final de uma carreira, é importante para um atleta musculoso; e

6. recomendar práticas de treinamento para um atleta musculoso após encerrar sua carreira.

A definição clássica de destreinamento é “a interrupção

dos exercícios de treinamento”. Entretanto, o destreinamento também pode ocorrer com o planejamento da interrupção, como num programa de treino periodizado, ou sem o planejamento da interrupção, em consequência de uma lesão, redução do volume ou da intensidade de treinamento. O destreinamento é um processo de descondicionamento físico que acontece quando o treino é diminuído ou cessado por completo, e pode influenciar o desempenho em função da diminuição da capacidade fisiológica. Sempre que acontecem diminuições na capacidade de força e potência, ou quando a massa muscular é perdida, pode ter acontecido algum tipo de destreinamento. Ele pode se dar após várias semanas ou ao longo de vários anos, em consequência de ausência de treinamento, do envelhecimento ou término da carreira de um atleta.

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Medium 9788580551808

Capítulo 9 - A percepção do bebê

David Gallahue; John C. Ozmun; Jacqueline D. Goodway Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

A Percepção do Bebê

PALAVRAS-CHAVE

Percepção

Sensações

Habituação

Desabituação

Potenciais evocados

Reflexo pupilar consensual

Acuidade visual

Acomodação (visual)

Visão periférica

Visão binocular

Perseguição

Fixação binocular

Fusão

Estereopsia

Movimentos rápidos dos olhos (sacádicos)

Percepção de profundidade

Intensidade cromática

Percepção de cores

Percepção de forma

Percepção auditiva

Percepção olfativa

Percepção gustativa

Percepção tátil

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Discutir mudanças no funcionamento perceptivo do bebê

• Descrever vários métodos de estudo da percepção do bebê

• Discutir os aspectos desenvolvimentais da percepção visual do bebê

• Descrever as mudanças desenvolvimentais na acuidade visual, acomodação e visão periférica

• Distinguir os termos binocularidade, fixação e rastreamento

• Discutir os experimentos do penhasco visual e tirar conclusões sobre a percepção de profundidade do bebê

• Debater a questão relativa à percepção de cores do bebê

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Medium 9788520439180

1. Avaliação da aptidão aeróbica

LANCHA JR., Antonio Herbert; LANCHA, Luciana Oquendo Pereira Editora Manole PDF Criptografado

1

� valiação da

A aptidão aeróbica

Rômulo Bertuzzi

Adriano Eduardo Lima-Silva

Introdução

Em um sentido amplo, os seres humanos têm a capacidade de utilizar a energia química contida em compostos orgânicos por meio de uma série de reações bioquímicas que dependem da presença do oxigênio. Portanto, a aptidão aeróbica pode ser considerada primordialmente relevante para as nossas diversas necessidades biológicas. Tem sido sugerido que ela reflete uma das principais adaptações evolutivas da nossa espécie, pois permitiu ao homem se deslocar por longas distâncias de forma ininterrupta na busca por alimento1. Ainda, estudos relativamente recentes sugerem que a manutenção desse hábito é o principal fator responsável pelo sucesso dos atletas nascidos no leste do continente africano2,3. De forma similar, diversas evidências científicas

4

Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

sugerem que a redução da prática dessa atividade na sociedade industrializada pode ter contribuído para o aumento da incidência das doenças crônico-degenerativas4-6.

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Medium 9788520439197

3. Frequência cardíaca e pressão arterial

MILLER, Todd Editora Manole PDF Criptografado

3

Frequência cardíaca e pressão arterial

Daniel G. Drury, DPE, FACSM

A frequência cardíaca (FC) e a pressão arterial (PA) são dois fatores circulatórios que garantem a distribuição apropriada de sangue em todo o corpo. Com a mudança das demandas fisiológicas, cada fator ajusta-se para ajudar a fazer com que a quantidade certa de sangue passe pelos tecidos. Mudanças de posição, intensidade de exercício, modo de exercício e estado de excitação podem resultar em ajuste da frequência cardíaca e da PA. Embora esses dois fatores possam ser alterados de maneira independente, eles apresentam uma inter-relação sistêmica, de modo que o ajuste em um deles costuma ser acompanhado por ajuste no outro.

Como a FC ativa é um indicador indireto de intensidade de exercício, ela costuma ser usada para monitorar, ajustar e individualizar programas de treinamento.

Nos últimos anos, os monitores de FC se tornaram mais precisos e acessíveis. Em consequência, treinadores e instrutores conseguem ajudar os atletas a aperfeiçoar seus treinamentos fazendo com que a intensidade dos treinos seja relativa a suas capacidades fisiológicas. Além disso, as adaptações crônicas ao treinamento também podem ser monitoradas pela observação das mudanças na frequência cardíaca em repouso (FCrepouso) assim como durante o exercício em qualquer intensidade.

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Medium 9788520432433

8. Aspectos exclusivos do polimento em esportes coletivos

MUJIKA, Iñigo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 8

Aspectos exclusivos do polimento em esportes coletivos

A periodização do treinamento é um método que permite a atletas de esportes individuais otimizar seu rendimento nas competições mais importantes da temporada. Esses atletas normalmente alcançam a otimização da aptidão e do desempenho por meio de meses de treinamento intenso acompanhados por um segmento de treinamentos de polimento, culminando com a prova ou o campeonato almejado. Como visto em capítulos anteriores, muitos dos benefícios fisiológicos, psicológicos e de desempenho dessa estratégia já estão estabelecidos. Porém, essa abordagem pode não ser sempre a mais adequada para atletas de esportes coletivos. De fato, enquanto atletas de esportes individuais podem se dar o luxo de ter desempenhos abaixo do esperado ou até não participar de competições que não são compatíveis com seus objetivos principais, embora sempre priorizando esses objetivos, os atletas de esportes coletivos geralmente precisam de alto desempenho semana após semana se eles quiserem estar na disputa do campeonato.

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Medium 9788520432686

4. Nado crawl

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

4

Nado crawl

Eu podia me deslocar rapidamente porque era muito magro e alto, projetava-me através da água como uma flecha.

–Johnny Weissmuller, cinco vezes medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de 1924 e 1928

J

ohnny Weissmuller, mais conhecido como o ator de cinema que desempenhou o papel de Tarzan, deu essa explicação, surpreendentemente correta, para o sucesso que conquistou na natação, no qual se destacam cinco medalhas de ouro e 52 títulos de campeonatos nacionais. Embora a história de seu sucesso não se resuma apenas a isso, Johnny estava certo quando descreveu sua forma como alongada, delgada e hidrodinâmica.

Em uma competição de nado livre, os nadadores podem escolher entre diversos nados, como o crawl, o costas, o peito, o borboleta, o lateral e até mesmo o cachorrinho. Desde que eles não encostem no fundo da piscina, puxem a raia ou obstruam os demais competidores, qualquer coisa é aceitável. A maioria dos nadadores prefere o crawl para o nado livre, porque é o que proporciona maior velocidade. Este livro se refere ao nado livre como nado crawl.

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Medium 9788536317960

Capítulo 14: Lesões e alterações osteomusculares na criança e no adolescente atleta

Dante de Rose Jr. Grupo A PDF Criptografado

Esporte e atividade física na infância e na adolescência

LESÕES E ALTERAÇÕES

OSTEOMUSCULARES NA CRIANÇA

E NO ADOLESCENTE ATLETA

197

14

Victor Matsudo

Neste capítulo, procuramos apresentar problemas que comprometem crianças e adolescentes esportistas, principalmente os que atingem o sistema musculoesquelético.

Esses problemas foram divididos em três grandes grupos: microtraumas, macrotraumas e alterações posturais. Cada um deles representa situações em que medidas preventivas poderiam colaborar para que os momentos de envolvimento com a prática esportiva representassem efetivamente unidades de saúde a essa faixa etária, que infelizmente está se tornando cada vez mais sedentária.

É preciso salientar, no entanto, que, ao descrevermos os problemas, não devemos transformá-los em mais uma justificativa para afastar crianças e adolescentes da atividade física esportiva. Qualquer eventual risco aqui mencionado é menor que as consequências de uma infância e uma adolescência perdidas em frente a aparelhos de televisão, vídeo, computadores ou devido a outros comportamentos sedentários, que levam a sociedade a alcançar níveis terríveis de doenças crônico-degenerativas, como diabete, hipertensão, obesidade, hipercolesterolemia, osteoporose, entre outras. Os benefícios da atividade física e esportiva superam de longe seus eventuais riscos.

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