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Medium 9788520432433

10. Polimento para competições de velocidade e potência

MUJIKA, Iñigo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 10

Polimento para competições de velocidade e potência

Embora o conhecimento científico sobre o polimento e maximização para provas de velocidade e potência seja menos completo do que aquele que contem­ pla provas de resistência, algumas informações valiosas surgiram nos últimos anos, que podem contribuir para um melhor planejamento para modalidades desse tipo.

Como visto no Capítulo 3, muitas variáveis fisiológicas que são importantes para força, potência e velocidade ideais, melhoram como resultado de um programa apropriado de polimento. Elas incluem aumentos no diâmetro de fibras muscula­ res de contração rápida, acentuado desempenho contrátil, ativação neural aumen­ tada, fluxo glicolítico aumentado durante o exercício máximo e alterações hormo­ nais que podem facilitar processos anabólicos. Essas alterações fisiológicas estão associadas com ganhos de desempenho em todo o corpo, como demonstrado na

Tabela 6.1 para atividades como natação de 25 e 50 m, força articular multi ou uniarticular, levantamento de peso e salto vertical. Nas páginas seguintes, treinado­ res de nível mundial e atletas envolvidos em provas de velocidade e potência dis­ cutem suas estratégias de polimento e maximização para competições importantes.

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Medium 9788536309064

6. Vamos em frente!

Sadler, Matthew Grupo A PDF Criptografado

6

Vamos em frente!

O que os grandes mestres jogam

O equilíbrio das partidas

Aplicando pressão

Os dois bispos

Adiando o roque

Finalmente, estamos prontos para seguir em frente! O objetivo dos próximos quatro capítulos é demonstrar como combinar os fatores específicos que surgem nas partidas práticas com os princípios gerais apresentados nos cinco capítulos anteriores. Os comentários sobre as partidas se concentrarão em fatores específicos. As explicações de caráter geral podem ser encontradas nos cinco primeiros capítulos. As partidas se estenderão por vários capítulos, sendo que cada um deles irá tratar de fases diferentes:

Sadler

K. Ellis

King’s Head Quickplay 1986

Sistema Londres

1 d4 Cf6 2 Cf3 d5 3 Bf4 (ver o Diagrama 1)

Qual é o objetivo deste lance? É simplesmente promover um desenvolvimento satisfatório. A intenção das brancas é terminar o desenvolvimento das peças na ala do rei jogando e2-e3, abrindo a diagonal f1-a6 para o bispo das casas brancas e, em seguida, jogar Bd3. Entretanto, se fizerem isso imediatamente com

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Medium 9788520431016

Capítulo 14. Análise do desempenho esportivo

ACKLAND, Timothy R.; ELLIOTT, Bruce C.; BLOOMFIELD; John Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 14 Análise do desempenho esportivo

Bruce C. Elliot, Ph.D.; e Duane Knudson, Ph.D.

Uma habilidade importante para o treinador é a capacidade de analisar a técnica do esporte. A análise técnica se encaixa em um continuum entre análises subjetivas (qualitativas) e análises mais objetivas (quantitativas). Em sua maioria, as situações de treinamento dependem do uso da análise subjetiva ou qualitativa (Fig. 14.1). A análise qualitativa em nossa área foi definida como a observação sistemática e o julgamento introspectivo da qualidade do movimento humano com a finalidade de proporcionar a intervenção mais apropriada para melhorar o desempenho (Knudson e Morrison, 2002). A principal vantagem da análise qualitativa é o rico conjunto de conhecimento para o treinador que pode ser rapidamente acessado e utilizado para proporcionar feedback ou instrução imediata para o atleta. Esse conhecimento deve ser utilizado cuidadosamente porque os treinadores, que tentam “não perder nada”, muitas vezes terminam não observando elementos-chave do desempenho. Portanto, será essencial um procedimento estruturado de análise qualitativa, que será descrito neste capítulo, para que o treinador proporcione benefícios máximos para seus atletas.

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Medium 9788582713822

Capítulo 25 - Estratégias de treinamento para o desenvolvimento de potência para o MMA e outros esportes

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

25

Chad Waterbury

Estratégias de treinamento para o desenvolvimento de potência para o MMA e outros esportes

Para o atleta das artes marciais mistas (MMA, do inglês mixed martial arts), ou qualquer outro atleta que necessite de potência, a habilidade de induzir rapidamente e sustentar altos níveis de força são fundamentais para o sucesso. Nunca ocorreu a algum atleta do MMA nocautear seu oponente apenas com um “tapinha no queixo”; por isso, é essencial para esse atleta ser capaz de sustentar altos níveis de fadiga.

O esporte do MMA requer uma infinidade de movimentos e demandas diferentes; desde movimentos de alta velocidade e pouca força (p. ex., socar ou chutar) até movimentos de baixa velocidade a alta força (luta de solo), além de uma infinidade de variações entre esses polos. Não importa qual seja o movimento realizado, qualquer movimento é melhorado quando o atleta aumenta sua taxa de produção de força (TPF). A TPF nada mais é do que uma medida do quão rápido o atleta consegue atingir picos de força*. De fato, um atleta de potência se beneficiaria se atingisse o pico de força em menos de 0,3 s (1).

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Medium 9788536317960

Capítulo 10: Coordenação motora: da teoria à prática

Dante de Rose Jr. Grupo A PDF Criptografado

Esporte e atividade física na infância e na adolescência

COORDENAÇÃO MOTORA:

DA TEORIA À PRÁTICA

149

10

Cynthia Y. Hiraga

Ana Maria Pellegrini

Coordenar é um termo que traz em si a ideia de harmonizar, orquestrar, encaixar, unir, relacionar, combinar, construir e muitas outras que retratam o potencial do ser humano para interagir com os outros e com o ambiente. Sob a perspectiva do senso comum, cada um de nós, seres humanos, somos capazes de avaliar o grau de coordenação motora em nossas ações.

Todavia, no que consiste essa coordenação? O que podemos ou devemos fazer para garantir sucesso em nossas ações motoras?

Este capítulo explora inicialmente aspectos gerais do movimento coordenado. Descreve as formas da coordenação motora e traz algumas considerações teóricas propostas por Bernstein (1967) a respeito da coordenação dentro de uma visão mais contemporânea no estudo do comportamento motor. Em seguida, é dada

ênfase ao papel das restrições sobre a coordenação motora. Toda e qualquer ação motora que envolve a coordenação é realizada em um contexto que certamente influenciará o resultado dessa ação, bem como o processo da ação produzida pelo indivíduo. Em sua última parte, o capítulo apresenta algumas formas úteis de avaliação da coordenação motora que podem ser aplicadas tanto na educação motora quanto na iniciação esportiva.

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Medium 9788520433447

17. Doenças cardiovasculares

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Doenças cardiovasculares

capítulo

Maria Urbana Pinto Brandão Rondon

Apesar do conhecimento adquirido nas últimas décadas, as doenças cardiovasculares continuam sendo uma das principais causas de morte, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento. Além dessa estatística, elas estão classificadas no grupo de doenças que mais trazem prejuízo social, familiar e financeiro, sendo, portanto, um importante problema de saúde pública no Brasil. De fato, dados do Ministério da Saúde mostram que, no país, a doença cardiovascular é responsável por 32% do total de mortes, principalmente em função da doença cerebrovascular e da doença isquêmica cardíaca e que, a insuficiência cardíaca, via final das doenças cardiovasculares,

é uma das principais causas de internação hospitalar em decorrência dos frequentes episódios de descompensação dos indivíduos.

Como parte do tratamento da doença cardiovascular e dos diferentes fatores de risco, que contribuem para seu desenvolvimento e progressão, tem sido crescente o reconhecimento da reabilitação cardiovascular como componente integral na terapêutica dos indivíduos.

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Medium 9788520446867

Good morning (flexão do tronco para a frente)

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

80 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

DORSO

GOOD MORNING (FLEXÃO DO TRONCO PARA A FRENTE)

DICAS DO TREINADOR

1. Coloque a barra em um nível do rack que seja adequado à sua altura. Monte a barra com pesos apropriados.

2. Segure a barra com os dois braços, um de cada lado, levante-a e retire-a do rack, usando as pernas como apoio e endireitando o tronco.

3. Incline-se para a frente, fique em pé com os pés afastados e paralelos aos ombros, mantenha a cabeça elevada para garantir que suas costas fiquem retas.

ALVO

• Parte inferior do dorso

• Posteriores da coxa

PROCURE

• Manter a cabeça elevada durante todo o movimento.

• Mover o tronco para cima e para baixo, traçando um arco de cerca de 90 graus.

EVITE

• Flexionar o tronco além da linha paralela do solo.

4. Mantenha as pernas fixas, e movimente o tronco para a frente, flexionando-o na altura do quadril. Flexione ligeiramente os joelhos, e incline o tronco até que esteja quase paralelo ao solo.

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Medium 9788582712016

Capítulo 15. Análise biomecânica qualitativa para entender o desenvolvimento de lesão

Peter M. McGinnis Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 15

Análise biomecânica qualitativa para entender o desenvolvimento de lesão

Steven T. McCaw, PhD, FACSM

Universidade do Estado de Illinois

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

• Diferenciar entre força e pressão ou tensão

• Explicar como a tensão contínua se relaciona com a adaptação tecidual e a lesão

• Descrever o conceito de limiar de tensão

• Diferenciar entre fatores intrínsecos e extrínsecos relacionados ao desenvolvimento de lesões

• Identificar os fatores intrínsecos que predispõem um indivíduo a lesões

• Identificar os fatores extrínsecos associados com tensão alta durante o desempenho de uma habilidade

• Explicar os conceitos de treinamento cruzado e treinamento cruzado dentro de uma mesma atividade

• Sugerir intervenções para diminuir o risco de lesão durante o desempenho de uma tarefa

Você está na linha de largada, pronto para disputar uma corrida de rua de 10 km. Um amigo se aproxima e explica que não está registrado para correr porque recentemente desenvolveu uma dor incômoda na perna. Ele modificou o seu treinamento para a corrida e espera alcançar um tempo melhor. Você imagina se as mudanças no programa de treinamento podem ter levado à lesão. Este capítulo discute a base biomecânica das lesões e esboça uma abordagem estruturada para identificar fatores relacionados à prevenção desse problema.

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Medium 9788536306643

25. Soluções dos testes da Parte 3

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: TÁTICAS

195

25

Soluções dos testes da Parte 3

Os testes da Parte 3 são diferentes dos outros, da Parte 1. Em primeiro lugar, são muito mais difíceis e não incluem dicas sobre as táticas que devem ser usadas e, em segundo lugar, fazem parte de um quadro mais amplo. À medida que for lendo as soluções, você vai observar que atribuí pontos a cada problema. Sugiro que você faça um controle da pontuação conquistada. No final do Capítulo, apresento orientações que podem ser usadas para determinar o nível de absorção das informações deste livro.

Mas, na verdade, a nota não importa, pois o que realmente espero é que este livro o tenha ajudado a apreciar o belo mundo das táticas e combinações, despertando-lhe o desejo de, algum dia, produzir jogadas brilhantes.

TESTES DO CAPÍTULO 21

TESTE 93. Aqui temos dois temas: o xeque-mate na primeira fileira e a destruição do defensor. As brancas lançam o xeque-mate com 1.Dxd6+! (destruindo o defensor de e8) 1...Dxd6 2.Te8. Valor: 1 ponto.

TESTE 94. A Dama preta, sem defesa, permite que as brancas lancem um ataque descoberto, com 1.Bh7+! Rxh7 2.Dxd4, depois do qual a vantagem material delas possibilita uma vitória fácil. Valor: 1 ponto.

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Medium 9788582712016

Capítulo 16. Tecnologia na biomecânica

Peter M. McGinnis Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 16

Tecnologia na biomecânica

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

© Sacramento Bee/Jay Mather/ZUMA Press

Definir análise biomecânica quantitativa

Discutir como a forma de medir tais variáveis pode influenciá-las

Discutir sobre a instrumentação usada para medir as variáveis cinemáticas na biomecânica

Discutir sobre a instrumentação usada para medir as variáveis cinéticas na biomecânica

Um praticante de golfe realiza uma parte do movimento da batida de uma bola. Mas ele parece diferente: não está usando roupas de golfe normais. Pontos luminosos estão fixados em seu taco e em várias partes de seu corpo. Uma pequena caixa está presa em suas costas, e cabos saem dela e dos seus sapatos. Mais fios estão presos a dispositivos em suas pernas. O golfista está sobre algum tipo de plataforma. Luzes o iluminam. Ele não está jogando em um campo de golfe, mas em um laboratório, onde uma variedade de dispositivos grava seus movimentos, ações musculares e forças de reação sob seus pés. Que tipo de laboratório é esse? Quais tipos de dispositivos são usados para medir as variáveis biomecânicas discutidas neste livro? Nos três capítulos anteriores, aprendemos sobre análises biomecânicas qualitativas. Este capítulo trata da tecnologia usada nas análises biomecânicas quantitativas.

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Medium 9788520430941

EXTENSÃO LOMBAR COM BOLA

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

CORE E ABDOME

171

EXTENSÃO LOMBAR COM BOLA

Esse exercício ajuda a equilibrar o tronco ao melhorar o condicionamento dos músculos da região lombar que trabalham em oposição aos músculos do abdome. Um tronco forte proporciona boa proteção contra lesões no dorso.

MÚSCULOSALVO

▪ Eretor da espinha

▪ Glúteos

▪ Músculos do jarrete

Eretor da espinha

Latíssimo do dorso

Redondo maior

Redondo menor

Deite-se de modo a “envolver” a bola com o abdome e a parte superior das coxas e apoie os dedos dos pés no solo.

1

Mantenha os joelhos levemente flexionados

Músculos do jarrete

• Semimembranáceo

• Semitendíneo

• Bíceps femoral

Desloque os cotovelos um pouco para trás durante a subida

Glúteos

• Glúteo máximo

• Glúteo médio

• Glúteo mínimo

Com a ponta dos dedos das mãos tocando a lateral da cabeça, estenda devagar o tronco enquanto inspira.

2

Controle a descida contraindo os músculos do dorso

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Medium 9788582713822

Capítulo 27 - Prevenção de lesões na corrida

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV Considerações específicas por região

CAPÍTULO

27

Michael Fredericson, Cameron Harrison, Adam Sebastin Tenforde e Venu Akuthota

Prevenção de lesões na corrida

Os atletas que participam em esportes de corrida necessitam de programas únicos e específicos que enfatizem a força, a potência e a resistência. Contudo, os rigores do treinamento de corrida colocam altas cargas de estresse sobre os músculos, articulações e ossos das extremidades inferiores, fato que pode resultar em lesões nessas estruturas.

Lesões comuns dos membros inferiores costumam ser fraturas por estresse, tendinopatia dos isquiotibiais, síndrome patelofemoral, síndrome da fricção da banda iliotibial, síndrome medial da tíbia, tendinite no tendão de Aquiles, fascite plantar e torções do tornozelo (1, 2).

Embora os sintomas particulares de cada lesão possam variar, o desenvolvimento de cada uma pode resultar do efeito cumulativo de diferentes etiologias. A causa mais frequente de problemas costuma ser um abrupto aumento na quilometragem semanal ou na intensidade dos treinamentos. Outros fatores associados costumam ser o uso de calçados antigos ou inadequados, falta de alongamento de músculos importantes nos membros inferiores, desalinhamento postural e desequilíbrios musculares. O ato de correr é executado, predominantemente, no plano sagital, fato que tende a desenvolver flexores de quadril fortes e/ou contraturados, assim como extensores do quadril, flexores do joelho e plantares além dos abdutores do quadril inibidos (fracos).

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Medium 9788520439623

Modelos de treinamentos

STRIANO, Philip Editora Manole PDF Criptografado

148 • Coluna saudável – Anatomia ilustrada

MODELOS DE TREINAMENTOS

Coluna_06-diagramado.indd 148

30/10/14 1:52 PM

MODELOS DE TREINAMENTOS • 149

A

gora que você está familiarizado com uma diversidade

 de exercícios para uma coluna saudável, chegou o momento de colocá-los em prática. Nesta seção foi incluído um programa básico de exercícios para a região cervical/torácica que ajudará a trabalhar o pescoço e a parte superior da coluna. A seguir, duas variantes de um treinamento progressivo para lombar/ core. A primeira é destinada ao alívio da dor associada a movimentos de extensão lombar da coluna vertebral, e a segunda é direcionada às pessoas que sentem dor durante a flexão lombar.

O último modelo de treinamento combina exercícios de todas as regiões corporais para estabilizar a coluna e desenvolver os músculos. Esses modelos de treinamento o ajudarão a iniciar um programa regular de exercícios, mas você poderá criar várias combinações adicionais utilizando os exercícios do livro. Lembre-se de começar com cautela, levando em consideração seu estado geral de saúde e nível de condicionamento físico. Por isso, divirta-se e introduza variações quando se sentir confortável com o programa de exercícios.

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Medium 9788520440681

Anatomia do corpo

LIEBMAN, Hollis Lance Editora Manole PDF Criptografado

12 • Estabilidade do Core – Anatomia Ilustrada

vi sta anter ior

anatomia do corpo escalenos*

NOTA

* indica músculos profundos

esternocleidomastóideo peitoral menor*

peitoral maior

serrátil anterior

deltoide (parte clavicular)

bíceps braquial

coracobraquial*

oblíquo interno do abdome*

reto do abdome oblíquo externo do abdome

pronador redondo

palmar longo

flexores dos dedos*

flexor ulnar do carpo

extensores radiais do carpo flexor longo do polegar*

transverso do abdome* flexor radial do carpo

tensor da fáscia lata

Ilíaco*

sartório

vasto intermédio*

reto femoral

pectíneo*

adutor longo

vasto lateral vasto medial

grácil*

gastrocnêmio

fibulares

sóleo

extensor longo do hálux

extensor longo dos dedos

abdutor do hálux

flexor longo dos dedos

tibial anterior

Iliopsoas*

Core_cap00ok_p1a13-Final.indd 12

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Medium 9788520430361

Capítulo 2 - Membros superiores

SOVNDAL, Shannon Editora Manole PDF Criptografado

MEMBROS SUPERIORES

2

S

eus membros superiores proporcionam dois dos cinco pontos de contato com a bicicleta. Eles não apenas contribuem significativamente para a condução de sua bicicleta, mas também servem como base e plataforma para estabilizar seu corpo enquanto você está pedalando. Uma base forte em suas extremidades superiores o ajudará bastante. Imagine que você está pedalando sua bicicleta em uma subida, levantado do selim – você desloca sua bicicleta para um lado e para o outro com os membros superiores, ao mesmo tempo em que os membros inferiores promovem a rotação das pedivelas. Os membros superiores também atuam durante um sprint ou em uma subida levantando-se do selim. Quando você vê uma fotografia de um sprint final em uma corrida de bicicleta, não pode deixar de notar o esforço e a flexão muscular nos membros superiores dos ciclistas. Mesmo quando está andando de bicicleta em uma superfície plana, seus membros superiores estabilizam o restante do corpo. Eles instituem a relação entre a bicicleta e seus ombros, os quais, por sua vez, estabilizam seu tórax, dorso e o restante do tronco. Vale ressaltar que cada parte do corpo contribui para o trabalho do ciclista como um todo. Enquanto realiza os exercícios deste livro, você deve utilizar as informações da seção “Enfoque no ciclismo” para aplicar o treinamento no desempenho do ciclismo.

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