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Medium 9788580551808

Capítulo 4 - Fatores que afetam o desenvolvimento motor

David Gallahue, John C. Ozmun, Jacqueline D. Goodway Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Fatores que Afetam o

Desenvolvimento Motor

PALAVRAS-CHAVE

Direção do desenvolvimento

Taxa de crescimento

Entrelaçamento recíproco

Prontidão

Períodos sensíveis

Habilidades filogenéticas

Habilidades ontogenéticas

Laços

Prematuro

Peso de nascimento muito baixo (PNMB)

Peso de nascimento baixo

(PNB)

Young-for-date

Obesidade

Transtorno da compulsão alimentar

Anorexia nervosa

Bulimia nervosa

Aptidão física

Força

Lei da inércia

Lei da aceleração

Lei da ação e reação

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Identificar fatores genéticos e ambientais que influenciam o crescimento e a maturação biológica

• Derivar os princípios do desenvolvimento motor e aplicá-los a situações de ensino/ aprendizado em vários pontos do curso da vida

• Descrever o crescimento compensatório e os fatores que afetam esse fenômeno

• Analisar as relações entre o crescimento, a maturação biológica e as mudanças fisiológicas no desenvolvimento das habilidades motoras

• Discutir os efeitos da privação ambiental sobre o desenvolvimento motor ao longo da vida

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Medium 9788536317960

Capítulo 17: Aapectos sobre a relevãncia do campo do lazer na adolescência

Dante De Rose Jr. Grupo A PDF Criptografado

Esporte e atividade física na infância e na adolescência

ASPECTOS SOBRE A

RELEVÂNCIA DO CAMPO DO

LAZER NA ADOLESCÊNCIA

235

17

Ricardo Ricci Uvinha

A relação entre adolescência e lazer pode sugerir que tal público seria privilegiado no acesso a atividades de tempo livre, já que parece não existir melhor momento para a diversão e a transgressão de uma ampla gama de obrigações impostas pela sociedade moderna. Contudo, entende-se que tais reflexões devem ser vistas academicamente com o devido cuidado, a fim de que não se assuma um discurso reducionista quanto ao adolescente e seu papel na sociedade, ao atrelá-lo unicamente a uma concepção funcionalista de lazer pautada em um conteúdo romântico, hedonístico e irremediavelmente suscetível às amarras moralistas do complexo meio social em que está inserido.

Elementos como isolamento social, horizontes limitados, dificuldades em estabelecer um estilo próprio e um sentimento negativo com relação à vida são comumente reportados por adolescentes e tornam-se um grande desafio para os educadores e para os responsáveis por políticas públicas para tal grupo. Mostra-se necessário identificar de forma mais atenta a qual adolescência nos referimos, reconhecendo a significativa dificuldade em pensá-la de forma unívoca enquanto fase de vida com início, meio e fim estabelecidos, já que esta se concebe nos mais distintos ambientes, dada a complexidade da atual sociedade.

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Medium 9788520434536

Aquecimento e relaxamento

Abigail Ellsworth Editora Manole PDF Criptografado

AQUECIMENTO E

RELAXAMENTO

As posturas de aquecimento e relaxamento na yoga são as mais importantes para garantir que você tire proveito de todos os benefícios da prática. As primeiras posturas a serem realizadas procuram despertar os músculos, aumentar o ritmo cardíaco e liberar a tensão do corpo, sendo que as últimas têm por objetivo relaxar os músculos, diminuir o ritmo cardíaco e fornecer alívio após um exercício revigorante. Um alongamento moderado, especialmente depois que você se exercita,

é fundamental para prevenir lesões. Nessas posturas, integre a mente, o corpo e a respiração para encontrar o foco necessário na sua prática de yoga. Posturas como a Postura Fácil e a Postura do Bastão compõem a base da maioria das posturas sentadas, enquanto posturas como a Postura de Apana funcionam como contrapontos para as retroflexões.

POSTURA FÁCIL

AQUECIMENTO E

RELAXAMENTO

(SUKHASANA)

❶ Sente-se no solo com as pernas estendidas à sua frente.

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Medium 9788520439753

15. Força máxima (Fmx)

Tudor O. Bompa, Mauro Di Pasquale, Lorenzo J. Cornacchia Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

Força máxima (Fmx)

A força máxima é desenvolvida aumentando a carga de treino e, no processo, aumentando a capacidade contrátil dos músculos. Cargas de treino maiores que

80% elevam a tensão no músculo e recrutam as unidades motoras potentes de contração rápida. O resultado é maior conteúdo de proteína no músculo por meio de maior espessura dos filamentos de miosina. Uma vez que unidades motoras são recrutadas por tamanho, começando com contração lenta seguida de rápida, cargas maiores que 80% devem recrutar as unidades motoras potentes de contração rápida.

As seguintes características descrevem o escopo do treino de força máxima (Fmx):

• Aumenta o conteúdo de proteínas do músculo, induzindo, assim, hipertrofia crônica e aumentando a densidade e o tônus muscular.

• Aumenta a espessura dos filamentos de miosina e pontes cruzadas (é a

única maneira de induzir a hipertrofia crônica).

• Condiciona os músculos para recrutar o maior número de fibras musculares de contração rápida possível por meio da aplicação de cargas pesadas.

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Medium 9788582713471

Capítulo 15. Estabelecimento de metas

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

Estabelecimento de metas

15

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

Definir o que são metas e identificar os principais tipos de metas

Descrever as pesquisas e teorias mais recentes sobre o estabelecimento de metas

Descrever os princípios do estabelecimento de metas

Explicar o que são metas de grupo e como usá-las

Explicar como planejar um sistema de estabelecimento de metas

Identificar problemas comuns no estabelecimento de metas e como superá-los

Resumir os resultados de pesquisas sobre práticas de estabelecimento de metas pelos técnicos

Se você não sabe para onde vai, pode acabar em outro lugar.

O grande jogador de beisebol

Yogi Berra, membro do Hall of Fame

As metas são o que me mantém em ação.

O grande boxeador Muhammad Ali

Não há necessidade de você ser um herói fantástico para fazer certas coisas – competir. Você pode ser um mero cara comum, suficientemente motivado para atingir metas desafiadoras.

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Medium 9788520439180

13. Exercício e obesidade

Antonio Herbert Lancha Junior, Luciana Oquendo Pereira Lancha Editora Manole PDF Criptografado

13

E� xercício e obesidade

Fabiana Braga Benatti

Ana Carolina Côrte

Introdução

Atualmente, a obesidade pode ser classificada como um problema mundial de saúde pública, cuja prevalência vem aumentando vertiginosamente. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima a existência de 1,6 bilhão de adultos com sobrepeso [índice de massa corporal – IMC (kg/m2)

> 25], dos quais 500 milhões são obesos (IMC > 30 kg/m2)1. De forma ainda mais alarmante, estima-se que em 2015 esses números aumentem para

2,3 bilhões de adultos com sobrepeso e mais de 700 milhões de adultos obesos em todo o mundo1.

A obesidade deixou de ser uma doença presente apenas em países desenvolvidos. Alguns países de baixa renda têm níveis de obesidade iguais ou maiores àqueles encontrados em países desenvolvidos. No

222

Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

caso do Brasil, mudanças demográficas, socioeconômicas e epidemiológicas ao longo do tempo permitiram que ocorresse a denominada transição dos padrões nutricionais, com a diminuição progressiva da desnutrição e o aumento da obesidade2. De fato, no Brasil, estima-se que 50% da população adulta esteja com sobrepeso e que 15% seja obesa3.

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Medium 9788520439753

3. Desenvolvimento do programa perfeito

Tudor O. Bompa, Mauro Di Pasquale, Lorenzo J. Cornacchia Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

Desenvolvimento do programa perfeito

Para obter a melhora contínua e o equilíbrio necessário entre trabalho e regeneração, os atletas devem sempre prestar atenção na quantidade de trabalho

(volume) e nas cargas (intensidade) que empregam no treinamento. Eles devem monitorar continuamente a carga, o número de exercícios, o número de séries, os intervalos de descanso e os tipos de rotinas de divisão que adotam. Os atletas que desejam criar seus próprios programas de treino precisam compreender todos esses elementos e combiná-los de maneira eficaz para seus corpos.

Um programa bem estruturado de treinamento periodizado é essencial para o sucesso. Programas de fisiculturismo tradicionais, nos quais a conceituada teoria “sem dor, não há resultados” é a norma, apresentam como consequência sistemática o sobretreinamento. Estratégias como supercompensação e dias de baixa intensidade podem ajudar a prevenir o sobretreinamento. Use esses dias para desfrutar um tipo diferente de treino de musculação.

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Medium 9788520432686

5. Nado costas

Jim Montgomery, Mo Chambers Editora Manole PDF Criptografado

5

Nado costas

Eu me movia através da água como um barco de remo deslizando sobre o Tâmisa.

–John Nabor, medalhista de ouro dos 100 metros nado costas nos Jogos Olímpicos de 1976

O

nado costas é tão parecido com o crawl básico que algumas vezes é chamado de nado crawl invertido. Esses dois tipos de nado são quase sempre classificados como nados de eixo longo, porque os nadadores giram essencialmente ao longo do eixo vertical do corpo (da cabeça aos pés). Na verdade, muitos dos notáveis nadadores de crawl do mundo foram especialistas em nado costas no início de suas carreiras.

A sequência de ensino para o nado costas começa com a posição do corpo: como empregar o equilíbrio, a força do core e a pernada para se posicionar como o barco de remo de John Nabor. Uma vez que você esteja familiarizado com cada um dos educativos de pernada, passe para os de movimento do braço, tanto a puxada submersa como a recuperação sobre a água. Para finalizar, a discussão a respeito da cadência e do ritmo da braçada, bem como da importância do relaxamento, completa o estudo do nado costas.

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Medium 9788520432440

3. Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

Dietmar Samulski Manole PDF Criptografado

Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

3

Introdução

As rotinas competitivas (Figura 3.1) são de grande importância para se conseguir um bom nível de ativação, uma boa concentração e um bom equilíbrio emocional antes, durante e após o jogo.

O desenvolvimento das rotinas depende da personalidade do atleta, da especificidade da modalidade esportiva, do contexto do treinamento e da competição. Por esse motivo, a rotina competitiva representa um comportamento totalmente individualizado, e cada jogador precisa desenvolver suas próprias rotinas para a competição.

Rotinas psicológicas competitivas (RPC)

Antes do jogo

Um dia antes

No dia do jogo

Durante o jogo

•  Entre os games

•  Saque

•  Devolução

•  Approach

•  Intervalo

•  �Situação de decisão e pressão

Após o jogo

Após o jogo

Um dia após o jogo

Figura 3.1  Rotinas psicológicas competitivas.

73

Treinamento mental no tênis: como desenvolver as habilidades mentais

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Medium 9788520430941

FLEXÃO LATERAL

Len Williams, Derek Groves, Glen Thurgood Editora Manole PDF Criptografado

172

TREINAMENTO DE FORÇA

FLEXÃO LATERAL

MÚSCULOS-ALVO

▪ Oblíquo externo do abdome

Tríceps braquial

▪ Oblíquo interno do abdome

Bíceps braquial

▪ Serrátil anterior

Serrátil anterior

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Oblíquo externo do abdome

Oblíquo interno do abdome

As flexões laterais são o modo mais simples para trabalhar os oblíquos – músculos que ajudam a estabilizar o core e manter a posição correta para se obter o máximo benefício de outros exercícios de resistência. Os oblíquos estão envolvidos em movimentos que exigem força rotacional, típicos da maioria dos esportes de arremesso.

FLEXÃO LATERAL NA CADEIRA ROMANA

MÚSCULOS-ALVO

▪ Oblíquo externo do abdome

▪ Oblíquo interno do abdome

Tríceps braquial

▪ Serrátil anterior

Serrátil anterior

Oblíquo externo do abdome

Para trabalhar os oblíquos, esse exercício é executado de modo ideal em uma cadeira romana – aparelho que apresenta uma saliência, atrás da qual você pode fixar seus pés. Ele também pode ser realizado em um banco comum, mas, nesse caso, você precisará de um colega para segurar seus pés.

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Medium 9788520432228

Capítulo 1 - A emergência do lazer

Victor Andrade de Melo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 1

a emergência do lazer

Surge o lazer...

Se nos dias de hoje perguntarmos a pessoas dos mais diferentes estratos sociais o que significa lazer, é bem provável que uma grande parte tenha alguma opinião sobre o assunto. A palavra e os diversos sentidos da prática (entre os quais a diversão, o prazer e o descanso) foram se incorporando e tornando-se cada vez mais presentes no cotidiano da população, um indício de uma tendência de sua valorização enquanto dimensão da vida em sociedade.

Em jornais e revistas, constantemente são publicadas discussões sobre o tema, não mais somente como algo “ingênuo”, circunscrito aos cadernos de futilidades. O crescimento da chamada “indústria do lazer e entretenimento”, umas das maiores promessas econômicas da transição dos séculos XX e XXI, o reconhecimento da importância das dimensões culturais como fatores de inclusão social e a compreensão da relação entre a diversão, a saúde e a qualidade de vida trouxeram o assunto para as páginas mais “sérias”, por vezes rodeado de termos técnicos, números, cifras e expectativas utópicas.

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Medium 9788520430941

ABDOMINAL SUPRA (CRUNCH)

Len Williams, Derek Groves, Glen Thurgood Editora Manole PDF Criptografado

162

TREINAMENTO DE FORÇA

ABDOMINAL SUPRA CRUNCH

O abdominal supra básico (crunch) é um dos exercícios mais simples e mais populares. Ele ajuda a desenvolver um core forte e melhora a postura, mas é necessário que seja adotada uma posição correta.

MÚSCULOSALVO

▪ Reto do abdome

▪ Oblíquo externo do abdome

Reto do abdome

Deite-se em um colchonete com os joelhos flexionados, os pés em contato com o solo e os dedos apoiados nas laterais da cabeça.

1

Mantenha o mento levantado e o pescoço estendido

Oblíquo externo do abdome

VARIAÇÃO

Para trabalhar o abdome com maior eficácia, adote uma ação de pulsação. Faça uma pausa no ponto

mais alto do abdominal e deslize as mãos para cima e para baixo sobre as coxas. O movimento envolvido em cada pulso é muito pequeno, mas você deve ter como objetivo contrair um pouco mais forte os músculos do abdome a cada vez. Execute cerca de cinco

“pulsos” em cada repetição do exercício.

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Medium 9788582713822

Capítulo 3 - Fazendo a ponte entre reabilitação e treinamento

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Sue Falsone

Fazendo a ponte entre reabilitação e treinamento

INTRODUÇÃO

Tradicionalmente, a reabilitação tem enfocado a avaliação da patologia da articulação isolada e o tratamento localizado resultante do tecido envolvido. Por exemplo, quando um indivíduo tinha dor no ombro, o ombro dele era avaliado. O tratamento era focado em diminuir a dor dos tecidos lesados no ombro, por meio de modalidades locais ou técnicas manuais, e eram feitos exercícios para tornar o ombro mais forte. Uma vez que o atleta sentisse o ombro melhor, ele tinha alta da fisioterapia com um programa de exercícios para casa. Nesse modelo, nada era feito de errado; apenas nem tudo certo era feito. Esse modelo trata o local da dor, em vez de descobrir e tratar a “causa” da dor. Essa falta de reconhecimento de toda a cadeia cinética, tanto na avaliação como no tratamento, é a diferença inerente entre reabilitar uma lesão e retornar um atleta ao esporte. Retornar um atleta ao esporte requer uma abordagem muito mais abrangente quanto à avaliação do tecido lesionado, das cadeias cinéticas envolvidas e do sequenciamento cinemático, e a resultante prescrição de técnicas para devolver o atleta a seu esporte, talvez maior, mais rápido, mais forte e mais eficiente em seu movimento do que era antes da lesão. Isto é fazer a ponte entre a reabilitação e o treinamento.

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Medium 9788565852098

Capítulo 14 - Avaliação Baseada em Desempenho

James R. Morrow Jr., Allen W. Jackson, James G. Disch, Dale P. Mood Grupo A PDF Criptografado

14

Avaliação Baseada em Desempenho:

Estratégias Alternativas para

Medida e Avaliação

Jacalyn L. Lund, Georgia State University

Os autores deste livro e capítulo agradecem as contribuições do Dr. Larry D.

Hensley (University of Northern Iowa) a versões anteriores do texto deste capítulo.

Objetivos

Tópicos

Desejo de desenvolvimento de um novo tipo de avaliação

Tipos de avaliação baseada em desempenho

Uso da observação no processo de avaliação

Projetos individuais ou em grupo

Portfólios

Desempenho

Registros

Diários

Estabelecimento de critérios para a avaliação baseada em desempenho

Guias de escores simples

Rubrica

Desenvolvimento de rubricas

Subjetividade: uma crítica às avaliações baseadas em desempenho

Seleção apropriada da avaliação baseada em desempenho

Reprodutibilidade: informação precisa e consistente

Validade

Imparcialidade

Pontos importantes referentes ao desenvolvimento da avaliação baseada em desempenho

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Medium 9788536327136

3. Apresentação do Problema

Jerry R. Thomas, Jack K. Nelson, Stephen J. Silverman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

APRESENTAÇÃO DO PROBLEMA

Ainda não li a sua proposta de dissertação, mas já tenho algumas boas ideias de como melhorá-la.

Randy Glasbergen do “Today’s Cartoon” (2006)

E

m uma tese ou dissertação, a primeira seção ou primeiro capítulo serve para introduzir o problema. Por isso, com frequência, essa é a “Introdução”. Várias partes da introdução destinam-se a destacar a significância do problema e a indicar as dimensões do estudo empreendido. Este capítulo discute cada uma das seguintes seções, frequentemente necessárias à primeira parte da tese ou dissertação:

Título

Introdução

Enunciado do problema

Hipótese

Definições

Suposições e limitações

Significância

Nem todos os orientadores defendem o mesmo formato de tese, porque não há um único formato aceito universalmente. Além disso, de acordo com a natureza do problema de pesquisa, o formato pode variar. Um estudo histórico, por exemplo, não se encaixa no mesmo formato utilizado em um estudo experimental; os títulos de seções podem variar em estudos descritivos e qualitativos. O que fazemos, portanto, é apresentar seções tipicamente encontradas na introdução e especificar seus propósitos e características.

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