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Medium 9788520439197

12. Equilíbrio e estabilidade

MILLER, Todd Editora Manole PDF Criptografado

12

Equilíbrio e estabilidade

Sean P. Flanagan, Ph.D., ATC, CSCS

Ao pensar sobre equilíbrio, muitas imagens vêm à mente; um surfista, um ginasta, um patinador artístico são alguns dos exemplos mais óbvios de atletas que precisam de equilíbrio. No entanto, quase todos os atletas e, sem dúvida, todos os atletas que ficam em pé, precisam de equilíbrio.

Muitas pessoas igualam equilíbrio a estabilidade, o que não é correto. A estabilidade é a capacidade de voltar a uma posição ou um movimento desejado após um transtorno. Sempre que os atletas entram em contato com oponentes, objetos ou mesmo variações inesperadas no terreno, eles se expõem a transtornos. Por isso, a estabilidade é um conceito importante no esporte.

O exame de qualquer qualidade ou atributo motor exige que, primeiro, ele seja definido de forma clara e que, em seguida, seja elaborado um teste que elimine todas as outras variáveis, menos a que é testada. Medir uma qualidade tão fundamental quanto a força ou o VO2máx é, por um lado, (relativamente) simples.

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Medium 9788582713471

Capítulo 1. Bem-vindos à psicologia do esporte e do exercício

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

Bem-vindos à psicologia do esporte e do exercício

1

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

Descrever o que é a psicologia do esporte e do exercício

Entender o que fazem os especialistas em psicologia do esporte e do exercício

Conhecer o treinamento necessário para ser um psicólogo do esporte e do exercício

Entender os principais desenvolvimentos na história da psicologia do esporte e do exercício

Distinguir o conhecimento obtido cientificamente do conhecimento obtido na prática profissional

Integrar conhecimentos empíricos e científicos

Comparar e diferenciar as orientações práticas

Descrever oportunidades de carreira e tendências futuras na área

Jeff, armador do time de basquetebol da escola

de ensino médio, fica visivelmente nervoso em competições. Quanto mais crítica a situação, mais nervoso fica e pior ele joga. O maior desafio de seu técnico nesta temporada será ajudar Jeff a aprender a controlar o estresse.

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Medium 9788520430941

EXTENSÃO DOS ANTEBRAÇOS COM BARRA (SENTADO)

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

MEMBROS SUPERIORES

143

EXTENSÃO DOS ANTEBRAÇOS COM BARRA SENTADO

Esse exercício trabalha simultaneamente o tríceps braquial dos dois braços. Você pode executá-lo com uma barra reta ou com uma barra W, a qual permite que os punhos e os antebraços fiquem em uma posição mais natural durante o movimento.

MÚSCULOSALVO

▪ Tríceps braquial

▪ Ancôneo

Sente-se na extremidade de um banco e segure a barra acima da cabeça com as mãos em pegada pronada e afastadas na largura dos ombros.

1

Contraia os músculos do core para ter estabilidade

Braquiorradial

Mantenha os braços imóveis

Ancôneo

Bíceps braquial

Tríceps braquial

Mantenha os braços junto

à lateral da cabeça

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Redondo menor

Redondo maior

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Serrátil anterior

Reto do abdome

Oblíquo externo do abdome

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Medium 9788536327303

3. Treinamentoda capacidade aeróbia - Um passatempo moderado

Sharkey, Brian Grupo A PDF Criptografado

João

...percebeu que est ava dorm indo melhor

Na primeira noite, caminhou apenas algumas quadras. Mas como se sentiu melhor depois, começou então a aumentar a distância percorrida em suas sessões de caminhada. Em pouco tempo, ele estava andando por meia hora toda noite em um trajeto que combinava as ruas da cidade e uma trilha próxima a seu condomínio. Ao longo do tempo, ele percebeu que estava dormindo melhor e recebendo a atenção de potenciais “paqueras”. Agora, João incorpora um pouco de trote (jogging) em sua caminhada duas noites por semana. Aos sábados, ele faz uma caminhada mais longa, brinca com o cachorro em um campo próximo à trilha e até se encontra com colegas de trabalho para jogarem basquetebol – algo que nunca fizera antes. Ele está mais magro e encontra-se contente com sua aparência e a forma como se sente.

Durante uma caminhada recente, conheceu uma jovem ativa. Agora estão namorando e planejando, para o verão, uma viagem de caminhada pelas montanhas.

Aptidão Física

Física Ilustrada

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Medium 9788520432433

12. Polimento para esportes coletivos

MUJIKA, Iñigo Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 12

Polimento para esportes coletivos

Como visto no Capítulo 8, existem alguns aspectos únicos do polimento e otimização em esportes coletivos que treinadores e atletas devem sempre ter em mente. O desempenho em esportes coletivos requer um equilíbrio perfeito entre fatores físicos, fisiológicos, técnicos, táticos e psicológicos. Jogadores de elite de esportes coletivos devem ser excelentes em sua velocidade, aceleração, potência, resistência e agilidade, e um polimento eficaz deve otimizar todos esses atributos para cada jogador. Além disso, a dinâmica da equipe deve ser desenvolvida de forma que cada peça do quebra-cabeça se encaixe perfeitamente, cada membro da equipe cante no mesmo tom. Nesta seção, um excelente grupo de treinadores de vários países discute suas abordagens para o desempenho excepcional de equipes de esportes coletivos em nível mundial.

Ric Charlesworth

Conquistando medalhas de ouro no hóquei na grama feminino

Nossa estratégia antes de Sydney 2000 era a otimização física, mental, tática e técnica, além de potencializar nossa dinâmica de cooperação e de equipe. Isto é, trabalhamos para estar no ápice em todos os aspectos do jogo durante a competição, com uma ênfase especial na necessidade de estar na melhor posição de jogo ao final da competição. Em uma competição em equipe com uma comissão técnica de valores duplos e 16 jogadoras, isso não é facilmente controlado ou supervisionado, e requer uma vigilância real de todos os membros da equipe para garantir que alguns não sejam deixados para trás e que todos estejam incluídos nos planejamentos e “na mesma página” que os colegas. Igualmente, todos devem ter conhecimento das virtudes e fraquezas do desempenho dos outros.

224

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Medium 9788520440681

Créditos e agradecimentos

LIEBMAN, Hollis Lance Editora Manole PDF Criptografado

160 • Estabilidade do Core – Anatomia Ilustrada

Créditos e agradecimentos

FOTOGRAFIA

Fotografia de FineArtsPhotoGroup.com

Modelos: TJ Fink (tjfink@gmail.com) e Jenna Franciosa

ILUSTRAÇÕES

Ilustrações de Hector Aiza/3D Labz Animation India, exceto as das páginas 10, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 28, 29, 30,

31, 33, 35, 37, 39, 41, 43, 45, 47, 49, 53, 55, 57, 59, 61, 63, 65, 67, 69, 71, 73, 75, 76, 79, 81, 85, 87, 91, 93, 95, 97, 99, 103, 104,

109, 111, 113, 115, 117, 121, 125, 127, 131, 137 e 141, e as ilustrações de anatomia corporal global nas páginas 12 e 13, feitas por Linda Bucklin/Shutterstock.

AGRADECIMENTOS

O autor e o editor agradecem àqueles intimamente envolvidos na elaboração deste livro: Sean Moore, presidente da

Moseley Road; Karen Prince, gerente geral; Tina Vaughan, diretora de arte; Damien Moore, diretor editorial; Adam

Moore, designer e diretor de produção; e os editores David e Sylvia Tombesi-Walton.

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Medium 9788582713471

Capítulo 8. Coesão de grupo

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

8

Coesão de grupo

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Definir coesão de tarefa e coesão social

Descrever o modelo conceitual de coesão

Discutir como a coesão é medida

Entender a relação coesão-desempenho

Entender melhor os fatores associados à coesão

Identificar diretrizes para desenvolver coesão de equipe

Nos esportes em equipe, certamente já hou-

ve situações em que ser uma unidade coesa teve relação com sucesso dentro do campo. O magnífico Babe Ruth, mais conhecido pelas realizações individuais, dizia isso sobre coesão: “O modo de jogar de um time como um todo determina seu sucesso. Você pode ter um grande número de estrelas individuais no mundo; porém, se esses jogadores não desempenharem como um todo, o clube não tem valor”. Quando os Pittsburgh Pirates venceram a Série Mundial* em 1979, o lema da equipe foi “Somos uma família”, sugerindo que os jogadores deviam o sucesso

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Medium 9788536327136

18. Pesquisa Experimental e Quase Experimental

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 18

PESQUISA EXPERIMENTAL E

QUASE EXPERIMENTAL

Eu vi o futuro, ele é muito parecido com o presente, porém muito mais longo.

Dan Quisenberry (ex-jogador da liga principal de beisebol dos Estados Unidos)

A

pesquisa experimental tenta estabelecer relações de causa e efeito. Isto é, a variável independente é manipulada para que seja avaliado o seu efeito sobre a variável dependente. Porém, o processo de estabelecer causa e efeito é difícil. Para isso, três critérios tem de ser estabelecidos:

1. A causa tem de preceder o efeito no tempo. Por exemplo, em uma corrida, o tiro de largada precede o início do movimento do corredor; não é o início do movimento que causa o disparo.

2. A causa e o efeito têm de estar correlacionados. Conforme afirmamos, o simples fato de estarem relacionados não significa que um causa o outro; contudo, eles só podem existir se houver alguma correlação entre as duas variáveis.

3. A correlação entre causa e efeito não pode ser explicada por outra variável. Lembre-se de que, em um exemplo anterior, a relação entre o desempenho acadêmico da criança no ensino fundamental e o número do calçado era explicada por uma terceira variável, a idade.

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Medium 9788520433447

36. Distúrbios da tireoide

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Distúrbios da tireoide

capítulo

Kelb Bousquet Santos

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

Evidência

I

II1

14

13

II2

16

II3

III

Alta

Moderada

14,16

13

Baixa

A

B

14

13

C

16

D

Certeza

Recomendação

INTRODUÇÃO

A tireoide (do grego thyreos, escudo, e eidos, forma) é uma glândula localizada no pescoço, anterior à traqueia, que é responsável pela produção dos hormônios tri-iodotironina (T3) e tiroxina (T4). A síntese de T3 e T4 ocorre a partir do aminoácido tirosina e do iodo, sendo estimulada pelo hormônio tireoestimulante ou tireotrofina (TSH). A

36

428 Pollock: fisiologia clínica do exercício

regulação da produção ocorre por mecanismo de retroalimentação, dentro do eixo denominado hipotálamo-hipófise-tireoide1.

Os efeitos do T3 e do T4 incluem aumento da taxa metabólica basal e da produção de calor, estímulo à mobilização de gorduras, além de promoção da síntese proteica. Dessa forma, os hormônios tireoidianos atuam em praticamente todas as células do organismo e as alterações em seus níveis séricos provocam efeitos sistêmicos. Os distúrbios da tireoide resultam principalmente de processos autoimunes que estimu­ lam a produção excessiva (hipertireoidismo) ou a destruição glandular com produção deficiente dos hormônios tireoidianos (hipotireoidismo)1.

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Medium 9788573078688

Capítulo 4. A Academia

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

4

A Academia

Q

uando se é um fisiculturista, a academia é o seu escritório; é onde você toma conta dos negócios. Você pode facilmente acabar passando três ou quatro horas em uma academia, o que significa que ela deve ter o tipo de equipamento que você necessita, o tipo de pessoas treinando a sua volta que acrescentem energia ao seu treinamento e uma atmosfera geral que irá motivá-lo a alcançar suas metas pessoais.

A EXPLOSÃO DE ACADEMIAS

Quando comecei o treinamento de fisiculturismo sério era difícil encontrar locais de treinamento. Boas academias eram poucas e distantes uma da outra.

Por exemplo, quando eu era jovem e treinava na Áustria, não tínhamos nenhum banco inclinado padrão, do tipo em que você se deita. Ao invés disso, havia um banco reto que era colocado na posição inclinada, que é um equipamento bem diferente. Para realizar levantamentos inclinados com barra, em vez de suspendermos a barra a partir do rack, tínhamos de pegá-la do chão, levantá-la até a altura do ombro e depois abaixá-la novamente contra o banco antes de conseguir realizar uma série. Isso, posso dizer-lhes, é fazer da forma difícil.

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Medium 9788536306643

5. O Rei: táticas e combinações

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

5

O Rei: táticas e combinações

S

e você é observador, deve ter notado que muitas táticas são possíveis graças a um Rei fraco ou em posição aberta. O jogador pode ignorar um ataque ao Cavalo ou ao Bispo; pode lançar as Torres ao vento; pode sacrificar a Dama; mas o Rei é indispensável: sem ele a partida chega ao fim.

Por causa das conseqüências da morte do Rei, é compreensível que muitas táticas e combinações girem em torno dessa peça tão importante. Neste capítulo, vamos analisar as táticas e combinações a partir da perspectiva do mate afogado, do xeque perpétuo, da destruição da cobertura do Rei e do xeque-mate na primeira fileira.

MATE AFOGADO

Às vezes você sente que está sendo estraçalhado pelo adversário. Primeiro ele devora todos os seus peões; depois janta uma ou duas peças menores; e, finalmente, esquarteja as Torres e a Dama. Você fica com quase nada... uns poucos sobreviventes e um clérigo. Nesse momento da partida, um mate afogado pode ser muito útil.

O mate afogado acontece quando é sua vez de jogar, mas você não tem nenhum lance legal disponível. Nessa situação a contagem material perde a importância, e declara-se o empate. Em torneios de xadrez, a vitória vale 1 ponto; o empate, meio ponto; e a derrota, um zero bem redondo! Quando for colocado contra a parede, você desejará enganar o adversário, levando-o a capturar mais do que poderia. Assim você será capaz de salvar um meio ponto decisivo.

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Medium 9788520433447

39. Obesidade na infância e na adolescência

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Obesidade na infância e na adolescência

capítulo

Wagner Luiz do Prado

Mara Cristina Lofrano do Prado

João Paulo Botero

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

Evidência

I

24, 25, 26

22, 23, 32

22

33

II1

II2

II3

III

Alta

Moderada

24, 25, 26

22, 23, 32

22

Baixa

33

A

24, 25, 26

22, 23, 32

B

22

C

D

I

33

Certeza

Recomendação

INTRODUÇÃO

A obesidade é definida como uma condição patológica acompanhada de acúmulo excessivo de gordura quando comparado a valores previstos para dada estatura, gênero e idade1. Apresenta fisiopatologia, comorbidades e capacidades desabilitantes próprias2. Atualmente, programas de intervenção que incluam orientação nutricional, exercício físico e intervenções comportamentais (psicologia), são os mais

39

460 Pollock: fisiologia clínica do exercício

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Medium 9788520433447

30. HIV/aids

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

HIV/aids

capítulo

Vagner Raso

Julia Maria D’Andrea Greve

Jorge Simão do Rosário Casseb

Tipo

Aeróbico

Pesos

Evidência

I

24,71,72,75

48,49,54,55,57,

71,72,75

II1

76,77,78

50,51,52,78

II2

64

II3

65,66,74

56,65,66,74

III

 22,23,38,67,

73,79

21,22,38,67,

73,79

Alta

22,23,38,65,66,

67,71,72,73,75,

77,79

21,22,38,48,49,

50,52,54,55,56,

57,65,66,67,71,

72,73,75,79

Moderada

24,64,74,76,78

51,74,78

Baixa

A

22,23,38,65,66,67, 21,22,38,48,49,

71,72,73, 77,79

50,52,54,55,56,

57,65,66,67,71,

72,73,79

B

24,64,74,75,76,78

Certeza

Recomendação

Flexibilidade

Aquático

51,74,75,78

C

D

I

30

356 Pollock: fisiologia clínica do exercício

INTRODUÇÃO

A síndrome da imunodeficiência adquirida (aids) é causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), um retrovírus com genoma RNA pertencente ao grupo dos retrovírus citopáticos e não oncogênicos, que causa imunossupressão profunda e, consequente, quadro de infecções oportunistas, neoplasmas secundários e distúrbios neurológicos1-4.

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Medium 9788536306643

16. Rudolf Spielmann (1883-1942)

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

16

Rudolf Spielmann

(1883-1942)

R

udolf Spielmann era um homem baixo, educado e gentil. Assim como Adolf

Anderssen, sua personalidade tinha pouco a ver com seu estilo no xadrez, que era despreocupadamente agressivo. Mas, ao contrário de Anderssen, ele não jogou na era romântica, e sim num período em que a técnica defensiva já havia adquirido maior importância. Conceitos posicionais, e não idéias exclusivamente combinatórias, eram a norma entre os mestres de seu tempo. Atacantes enlouquecidos eram vistos como relíquias de um passado mais primitivo.

Amante das aberturas com gambito, Spielmann jogou muitas partidas intrépidas, mas nunca chegou a sentir a plena concretização de todo o seu potencial.

No final da década de 1920, o enxadrista realizou um estudo minucioso de finais e conceitos posicionais. A mudança de estilo resultante projetou-o ao grupo dos dez melhores jogadores do mundo. Reuben Fine escreveu certa vez que a maior preocupação de Spielmann na vida, com exceção do xadrez, era acumular dinheiro suficiente para comprar quantidades ilimitadas de cerveja.

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Medium 9788520430941

LEG PRESS INCLINADO

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

78

TREINAMENTO DE FORÇA

LEG PRESS INCLINADO

MÚSCULOSALVO

▪ Quadríceps femoral

▪ Músculos do jarrete

Gastrocnêmio

Quadríceps femoral

Deltoide

• Reto femoral

• Vasto lateral

• Vasto intermédio

• Vasto medial

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Sóleo

Músculos do jarrete

• Semimembranáceo

• Semitendíneo

• Bíceps femoral

Tríceps braquial

Braquial

Bíceps braquial

Esse movimento simples é um exercício seguro para iniciantes que estejam se preparando para outros exercícios mais funcionais de membros inferiores, como o agachamento. Ele força pouco a região lombar e é apropriado para aqueles que não possuem a força do core bem desenvolvida. Ele também permite a utilização de cargas relativamente altas logo no início, dando motivação ao iniciante. Da mesma forma que para outros aparelhos, verifique se o leg press está ajustado para sua altura e comprimento dos membros.

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