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Medium 9788520430941

ROSCA CONCENTRADA

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

152

TREINAMENTO DE FORÇA

ROSCA ALTERNADA NO BANCO INCLINADO

MÚSCULOSALVO

▪ Bíceps braquial

▪ Braquial

▪ Flexores dos dedos

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Trapézio

Essa versão da rosca para bíceps braquial é executada sentado em um banco inclinado, o que proporciona maior amplitude de movimento e isolamento muscular do que o exercício básico e introduz uma bem-vinda variedade ao seu treinamento de braço.

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Bíceps braquial

Serrátil anterior

Braquial

Reto do abdome

Tríceps braquial

Flexor dos dedos

(músculo profundo)

ROSCA CONCENTRADA

MÚSCULOSALVO

Deltoide

▪ Bíceps braquial

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

▪ Braquial

Braquial

Tríceps braquial

Como o nome indica, esse exercício isola quase totalmente o bíceps braquial e, assim, você precisará usar menos carga ou um número menor de repetições do que na rosca direta. Certifique-se de realizar toda a amplitude de movimento e de manter a postura correta.

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Medium 9788520430941

ROSCA DIRETA

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

150

TREINAMENTO DE FORÇA

ROSCA DIRETA

MÚSCULOSALVO

▪ Bíceps braquial

▪ Braquial

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Braquial

Trapézio

Esse exercício clássico para o braço desenvolve a força e o volume dos bíceps braquiais.

Existem diversas variações desse exercício, embora a rosca direta tradicional trabalhe intensamente os bíceps braquiais em toda a amplitude de movimento.

Peitorais

Tríceps braquial

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Bíceps braquial

Reto do abdome

Oblíquo externo do abdome

ROSCA MARTELO

MÚSCULOSALVO

▪ Bíceps braquial

Deltoide

▪ Braquial

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

▪ Braquiorradial

Braquial

Bíceps braquial

Essa variação da rosca para bíceps também trabalha os antebraços e é mais confortável para os punhos, porque eles permanecem em uma posição mais natural. Tente executá-la sentado em um banco inclinado para aumentar a amplitude de movimento.

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Medium 9788536305271

Extensores da coluna lombar

Lima, Cláudia Silveira Grupo A PDF Criptografado
Medium 9788582714010

Capítulo 19. Bíceps

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Bíceps*

Este capítulo contém descrições detalhadas dos principais exercícios que enfatizam os músculos flexores do cotovelo, que incluem o bíceps braquial e o braquial. O bíceps braquial apresenta duas cabeças, a longa e a curta, que podem ser visualizadas na figura a seguir. Já o braquial localiza-se sob o bíceps braquial. Os exercícios para

os flexores do cotovelo são divididos em roscas em pé; roscas sentado; roscas com cabo; roscas Scott e concentradas; roscas com o peso corporal; e roscas neutra e invertida.** Independentemente do exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo.

Bíceps braquial

(cabeça longa)

Bíceps braquial

(cabeça curta)

N de R. T.: O autor refere-se ao grupo dos flexores do cotovelo

(i.e., bíceps braquial e braquial).

*

Braquial

(sob o bíceps)

N de R. T.: O autor refere-se à posição de pronação da articulação radioulnar (punho).

**

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Medium 9788520433447

49. Distúrbios pulmonares

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Distúrbios pulmonares

capítulo

José Alberto Neder

O sistema respiratório tem importância fundamental na manutenção da homeostase nas condições de exercício físico. De fato, a atividade física, especialmente a dinâmica, traz desafios orgânicos relevantes para a função precípua do sistema respiratório, ou seja, para a relativa estabilidade dos gases sanguíneos, apesar das marcadas modificações nas taxas periféricas de consumo de oxigênio (VO2) e liberação de dióxido de carbono (VCO2). Nos indivíduos com doença pulmonar associada à lentificação do fluxo aéreo, as alterações obstrutivas podem ser crônicas e pouco reversíveis, representadas principalmente pelo enfisema e pela brônquite crônica (doença pulmonar obstrutiva crônica ou DPOC) ou reversíveis (parcial ou totalmente), tendo a asma como protótipo. Em ambas as condições, a intolerância ao exercício físico adquire papel preponderante nas suas exteriorizações fenotípicas, o que torna os capítulos a seguir de particular relevância clínica.

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Medium 9788536306643

3. A cravada

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: TÁTICAS

39

3

A cravada

Q

uando o jogador ataca uma peça que o adversário não pode mover sem perder uma outra peça de maior valor, isso significa que ele cravou essa primeira peça. Se a peça de maior valor for um Rei, a tática será chamada de cravada absoluta; se não, de cravada relativa. É claro que a cravada absoluta é uma ameaça muito mais séria do que a relativa, porque o adversário não pode mover a peça cravada de jeito nenhum. (Colocar o próprio Rei em xeque é ilegal.)

A cravada é uma das táticas mais comuns no xadrez e, por isso, deve ser estudada com cuidado. Tenha em mente que todas as peças são vulneráveis à cravada, mas apenas a Dama, o Bispo ou a Torre podem cravar – o Rei, o Cavalo e o peão só podem fazer o papel de vítima. Vejamos primeiro a cravada absoluta.

CRAVADAS ABSOLUTAS

As cravadas ocorrem em todas as fases do jogo, porém são mais comuns na abertura. Um exemplo de cravada absoluta típica é a seguinte abertura: 1.e4 e5

2.Cf3 Cc6 3.Cc3 d6 4.Bb5. O resultado é mostrado no Diagrama 29. O Cavalo das pretas em c6 não pode se mover, pois isso deixaria o Rei preto exposto a um ataque do Bispo branco. Será que as pretas devem entrar em pânico ao primeiro sinal de uma cravada desse tipo? Não, o Cavalo está bem protegido pelo peão-b7, e sua captura pelo Bispo branco levaria simplesmente a uma troca equilibrada.

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Medium 9788536305271

Flexão lateral

Lima, Cláudia Silveira Grupo A PDF Criptografado

REFERÊNCIAS

BIBLIOGRÁFICAS

ANDERSSON, E.; NILSSON, J.; MA, Z.; THORSTENSSON, A. Abdominal and hip flexor muscle activation during various training exercises. European Journal of Applied Physiology, n. 75, p. 115-123, 1997.

BADILLO, J.J.G.; AYESTARÁN, E.G. Fundamentos do treinamento de força: aplicação ao alto rendimento. 2. ed.

Porto Alegre: Artmed, 2001.

BAECHLE, T.R.; EARLE, R.W. Essentials of strength training and conditioning. Champaign: Human Kinetics,

2001.

BAECHLE, T.R.; GROVES, B.R. Treinamento de força: passos para o sucesso. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

BARNETT, C.; KIPPERS, V.; TURNER, P. Effects of variations of the bench press exercise on the EMG activity of five shoulder muscles. Journal of Strength and Conditioning Research, v.9, p.222-227, 1995.

BASMAJIAN, J.V.; DE LUCA, C. Muscles alive: their functions reveleales by electromyography. 5. ed. Baltimore:

Williams & Wilkins, 1985.

BOSCO, C. La fuerza muscular: aspectos metodológicos. Barcelona: Inde, 2000.

BROWN, S.P. Introduction to exercise science. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2001.

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Medium 9788582713822

Capítulo 24 - Treinamento para o hóquei

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

24

Michael Boyle

Treinamento para o hóquei

CONSIDERAÇÕES GERAIS

A chave para se treinar um atleta do hóquei, ou qualquer atleta, é entender que, apesar de haver peculiaridades em cada caso, o sucesso vem quando se identifica e se treina os princípios básicos do esporte. Um dos maiores problemas enfrentados para quem treina jogadores de hóquei e outros atletas é a noção equivocada de que há necessidade de um tipo especial e único de treinamento para cada esporte.

Em uma análise simplificada, um jogador de hóquei é um velocista, um velocista que se move com muito mais rapidez do que qualquer outro atleta que joga em um time. Estima-se que a velocidade máxima nos patins atinja

48 km/h. Imagine a energia de um impacto frontal entre dois atletas, pesando cerca de 100 kg, a essa velocidade, ou atingindo as paredes de proteção do ringue. O desenvolvimento de força, particularmente nos membros superiores, é a única proteção dos atletas nesses impactos. Adicionalmente, a fim de desenvolver essas velocidades, o desenvolvimento de força também nos membros inferiores é determinante. Sendo assim, o atleta do hóquei necessita treinar como um velocista de pista para poder desenvolver a velocidade e a potência necessárias para ser bem-sucedido no esporte. A única maneira de se obter esses resultados é por meio do uso de exercícios multiarticulares compostos*, que compõem a maioria dos programas de treinamento de qualquer esporte de velocidade.

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Medium 9788582713822

Capítulo 14 - Levantamento de peso olímpico

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Stuart McGill e John Gray

Levantamento de peso olímpico

INTRODUÇÃO

O levantamento de peso olímpico (LPO) é um esporte muito peculiar por várias razões. A abordagem para selecionar e desenvolver levantadores olímpicos jovens é diferente das abordagens usadas para a maioria dos outros esportes e habilidades atléticas. Outros capítulos neste livro descrevem uma abordagem em estágios típica para progressão de habilidades com base em idade e desenvolvimento. Porém, desenvolver o levantador olímpico para competição, ou simplesmente usar os levantamentos para o desenvolvimento atlético, necessita de algumas considerações adicionais.

Além disso, praticamente qualquer atleta em desenvolvimento poderia jogar basquetebol recreativo com segurança relativa, por exemplo, mas muitos seriam expostos a risco substancial de lesão tentando levantamento de peso olímpico. Sem os atributos anatômicos e biomecânicos necesários, sem uma orientação técnica adequada, desenvolver a técnica de levantamento de maneira a minimizar o risco de lesão não é possível. A amplitude de movimento necessária nos quadris e ombros está no extremo final daquela encontrada dentro da população (Figura 14-1). Sem essa mobilidade das articulações esferoidais, o atleta seria forçado a compensar as deficiências através da movimentação da coluna.

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Medium 9788520430941

CIRCUNDUÇÃO DO PUNHO

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

EXERCÍCIOS DE MOBILIDADE

53

CIRCUNDUÇÃO DO PUNHO

Movimente as mãos para baixo atrás do plano do corpo

Uma boa pegada é fundamental para executar vários exercícios com a parte superior do corpo. Esse movimento ajudará a assegurar a mobilidade das articulações dos punhos e a preparálas para o treino. Ele também ajuda a prevenir lesões no punho, como a síndrome do túnel do carpo, que geralmente afeta trabalhadores de escritório.

Mantenha o cotovelo estendido

Mantenha os punhos relaxados

Inspire profundamente com o tórax levantado

Quando você não conseguir mais deslocar o membro superior para trás, abaixe-o e retorne

à posição inicial.

3

Mantenha os membros superiores levantados ao lado do corpo, no mesmo nível dos ombros.

1

Descreva pequenos círculos com as mãos em torno da articulação do punho. Faça movimentos lentos e circulares com as mãos, e não os movimente de um lado para outro.

2

Respire normalmente

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Medium 9788520432044

2. Aparelhos locomotores passivo e ativo

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 61

Capítulo 2

Aparelhos locomotores passivo e ativo

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 62

62

Anatomia aplicada ao esporte

Nomenclatura anatômica

Ângulo

Lombar

Aponeurose

Lordose

Arco

Margem

Articulação

Menisco

Bolsa

Músculo

Calcâneo

Núcleo pulposo

Capítulo do úmero

Oblíquo

Cartilagem

Olécrano

Cervical

Osso

Cifose

Parte

Côndilo

Patela

Costela

Periósteo

Crista

Pescoço

Diartrose

Plexo

Disco

Processo

Epicôndilo

Prolapso

Escápula

Protrusão

Escoliose

Rádio

Espinha

Retináculo

Esterno

Sinartrose

Face

Sincondrose

Falange

Sindesmose

Fáscia

Sulco

Fêmur

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Medium 9788520440186

5. Experiências de aprendizagem de deslocamento

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

5

Capítulo

Experiências de aprendizagem de deslocamento

Este capítulo apresenta 11 experiências de aprendizagem do tema de habilidade motora de deslocamento. Desenvolvemos as experiências de aprendizagem com foco em várias formas de deslocamento. Elas incluem deslocamentos com os pés; com os pés, com as mãos e com os joelhos; saltos e aterrissagens controlados; transferência de peso; voo; e deslocamentos em relação a um parceiro.

O quadro a seguir apresenta uma breve definição do foco de cada experiência de aprendizagem e uma sugestão das turmas em que elas podem ser desenvolvidas. Ao final do capítulo, apresentamos mais sugestões para estimular o desenvolvimento de outras experiências de aprendizagem na ginástica para crianças.

Experiências de aprendizagem deste capítulo

Foco

Nome

Turmas sugeridas

Deslocamento com os pés: andar, correr, hop (saltar com impulso em um pé e aterrissar sobre o mesmo pé), jump (saltar com impulso nos dois pés e aterrissar também sobre os dois pés)

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Medium 9788520426999

1. A Vantagem do Treinamento com Bola

GOLDENBERG, Lorne; TWIST, Peter Editora Manole PDF Criptografado

A Vantagem do Treinamento com Bola

treinamento com bolas inclui bolas de estabilidade e as chamadas medicine balls. Embora a bola de estabilidade, também conhecida como bola suíça, venha evoluindo como uma modalidade inovadora de exercícios, o uso de uma bola em exercícios, na verdade, vem desde o século II d. C. “Exercitar-se com uma bola pode estimular tanto o indivíduo entusiasta quanto o sedentário, pode exercitar as partes inferiores do corpo ou as superiores, alguma parte específica em vez do corpo todo ou pode exercitar todas as partes do corpo igualmente”, explicou um filósofo e médico grego. O mais importante, ele acrescenta: “O melhor de todos os treinamentos é aquele que não apenas exercita o corpo, mas é capaz de satisfazer o espírito” (Posner-Mayer, 1995).

A bola de estabilidade utilizada atualmente foi desenvolvida no início dos anos

1960 como um brinquedo para crianças. No entanto, passou a ser adotada por fisioterapeutas como um meio de melhorar a propriocepção e o equilíbrio dos pacientes

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Medium 9788520430941

TRÍCEPS COM POLIA ALTA

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

148

TREINAMENTO DE FORÇA

TRÍCEPS COM POLIA ALTA

MÚSCULOSALVO

Esse é um exercício básico para o tríceps braquial, cujas três cabeças formam a grande massa muscular do braço. Invertendo a pegada, ele passa a trabalhar também os músculos do antebraço.

▪ Tríceps braquial

▪ Ancôneo

Trapézio

Infraespinal

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Braquiorradial

Redondo menor

Redondo maior

Tríceps braquial

Latíssimo do dorso

Ancôneo

Eretor da espinha

TRÍCEPS COM POLIA ALTA DE COSTAS PARA O APARELHO

MÚSCULOSALVO

Esse exercício mais avançado não trabalha somente o tríceps braquial, mas, para manter o corpo imóvel, exercita também o tronco, os membros inferiores e os ombros. O uso do cabo permite exercitar o tríceps braquial sob tensão durante todo o movimento.

▪ Tríceps braquial

▪ Ancôneo

Deltoide

• Parte clavicular

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Medium 9788536305271

Rotação externa

Lima, Cláudia Silveira Grupo A PDF Criptografado

membros superiores

101

Qual a importância desse tipo de exercício para a estabilidade do ombro?

A estrutura óssea da articulação do ombro predispõe a uma instabilidade articular, e a musculatura acaba tendo um papel importante na sua estabilização. Os principais músculos responsáveis por essa estabilização são os pertencentes ao manguito rotador, composto pelo supraespinal, pelo subescapular, pelo infra-espinal e pelo redondo menor. Esses músculos são os principais responsáveis pelos movimentos de rotação do ombro, sendo que esses movimentos são pouco executados em exercícios específicos, tanto em função da inexistência de equipamentos como também pela falta de clareza em relação à função de estabilização desses músculos, o que torna a articulação do ombro suscetível a lesões.

Esse exercício é importante para indivíduos que apresentam ombros protraídos com rotação interna associada e deve ser prescrito na rotina de treinamento em virtude de os seus antagonistas, os rotadores internos, serem excessivamente trabalhados de forma indireta em vários outros exercícios, o que não ocorre com os rotadores externos.

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