917 capítulos
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Medium 9788520446867

Pullover com haltere

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

52 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

TÓRAX E ABDOME

PULLOVER COM HALTERE

1. Coloque um haltere sobre um banco reto e apoie a parte superior das costas sobre o banco.

2. Pegue o haltere, colocando as palmas das mãos sob a parte superior do peso.

DICAS DO TREINADOR

• Certifique-se sempre de que o haltere seja seguro.

• Este exercício deve ser realizado com extrema cau­ tela. Se você não tiver ex­ periência, peça ajuda a um instrutor.

3. Levante o haltere sobre o tórax e abaixe levemente o corpo sobre o banco para que a cabeça, o pescoço e a parte superior das costas fiquem apoiados.

ALVO

• Regiões superior, média e inferior do tórax

PROCURE

• Manter as costas, glúteos e posteriores da coxa alinhados durante toda a amplitude de movimento.

EVITE

• Travar os cotovelos duran­ te o movimento.

• Baixar demasiadamente o haltere atrás da cabeça, porque se ele for muito para baixo poderá causar tensão exagerada no pescoço, nas costas e nos braços.

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Medium 9788520430941

FLEXÃO NO SOLO SOBRE APOIOS

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

TÓRAX

121

FLEXÃO NO SOLO SOBRE APOIOS

MÚSCULOSALVO

▪ Peitorais

Parte acromial do deltoide

▪ Parte clavicular do deltoide

Trapézio

Parte espinal do deltoide

▪ Tríceps braquial

Parte clavicular do deltoide

Tríceps braquial

Braquial

Bíceps braquial

Flexor radial do carpo

Braquiorradial

Oblíquo externo do abdome

Oblíquo interno do abdome

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Reto do abdome

Quadríceps femoral

• Reto femoral

• Vasto lateral

• Vasto intermédio

• Vasto medial

O uso de um par de apoios garante a você uma amplitude de movimento maior em comparação com o exercício clássico de flexão no solo.

Mantenha os quadris alinhados com a parte superior do tronco

Posicione os apoios um pouco mais afastados que a largura dos ombros.

Mantenha seu corpo em posição de “prancha”, apoiando-se nos dedos dos pés e nos membros superiores estendidos. Inspire e abaixe o corpo lentamente até que ele fique abaixo do nível dos cotovelos.

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Medium 9788520433089

3. Músculos, análise de movimento e trabalho em solo

ISACOWITZ, Rael; CLIPPINGER, Karen Editora Manole PDF Criptografado

MÚSCULOS, ANÁLISE

DE MOVIMENTO E

TRABALHO EM SOLO

P Í T UL

3

O

C

A

C

onhecer os músculos que atuam em um determinado exercício de solo irá ajudar você a aplicar os princípios do método pilates discutidos no Capítulo 1 e os do alinhamento discutidos no

Capítulo 2. Enquanto o Capítulo 2 está focado na coluna vertebral, este capítulo irá acrescentar os movimentos e músculos das grandes articulações dos membros superiores e inferiores. Serão descritos os princípios de como os músculos atuam para produzir movimentos de corpo inteiro isolados e complexos e será apresentado um esquema simples que pode ser usado para analisar os exercícios de solo. O capítulo termina com uma explicação sobre o formato usado para descrever os exercícios de solo e as recomendações resumidas para iniciar o trabalho em solo.

As articulações e seus movimentos

Os ossos descritos no Capítulo 2 (Fig. 2.1, p. 10) se unem para formar as articulações. O modo como os ossos se conectam e a forma das superfícies que se unem são usados para classificar as articulações em tipos específicos. Diferentes tipos de articulações têm potenciais de movimento distintos; utiliza-se uma terminologia padronizada para descrever os movimentos que são possíveis a uma dada articulação.

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Medium 9788520435854

8. Treinamento de condicionamento aeróbico e anaeróbico

TAYLOR, Albert W.; JOHNSON, Michel J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 8

Treinamento de condicionamento aeróbico e anaeróbico

Tom Overend, BPE, MA, PhD, BSc (PT)

Conteúdo deste capítulo

Revisão da fisiologia do exercício

Benefícios do condicionamento aeróbico e anaeróbico

Condicionamento aeróbico melhorado

Condicionamento anaeróbico melhorado

Recomendações para programas de exercícios

Treinamento de condicionamento aeróbico

Treinamento de condicionamento anaeróbico

Manutenção

Resumo

© Photodisc

118

Fisiologia do exercício na terceira idade

.

“Um aumento de 20% no V O2máx proporciona o equivalente a 20 anos de rejuvenescimento – um benefício que nenhum outro tratamento ou mudança de estilo de vida podem promover.”

Shephard (1987)

O propósito deste capítulo é descrever a lógica e os métodos de treinamento destinados a melhorar o condicionamento aeróbico e anaeróbico de adultos de idade avançada.

Os capítulos anteriores do livro destacaram os efeitos do envelhecimento e os benefícios promovidos pelo treinamento físico aos idosos, enquanto os capítulos subsequentes abordam os desafios específicos do treinamento físico para atletas masters e idosos fragilizados. A população-alvo deste capítulo é, então, a população de adultos idosos “mediana”, que começou a se exercitar e agora deseja partir para um treinamento específico com o objetivo de construir um condicionamento aeróbico ou anaeróbico, ou ambos.

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Medium 9788520430941

PUXADA COM OS MEMBROS SUPERIORES ESTENDIDOS COM POLIA ALTA

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

106

TREINAMENTO DE FORÇA

REMADA PRONADA

MÚSCULOSALVO

▪ Trapézio

▪ Parte espinal do deltoide

▪ Bíceps braquial

Esse movimento de remada com halteres é

ótimo para desenvolver a parte superior do dorso e fortalecer o core. Em vez de usar um banco, você pode fazê-la em uma bola de estabilidade, exercitando assim seus estabilizadores.

Trapézio

Parte espinal do

Parte deltoide acromial do deltoide

Tríceps braquial

Bíceps braquial

Redondo menor

Redondo maior

Romboides

Latíssimo do dorso

Eretor da espinha

Oblíquo externo do abdome

PUXADA COM OS MEMBROS SUPERIORES ESTENDIDOS COM POLIA ALTA

MÚSCULOSALVO

▪ Latíssimo do dorso

▪ Redondo maior

▪ Trapézio

Esse importante exercício para a parte superior do dorso utiliza os estabilizadores do core, os quadríceps femorais e os glúteos para manter você na posição.

Evite-o se você tiver qualquer problema nos ombros.

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Medium 9788582712016

Capítulo 15. Análise biomecânica qualitativa para entender o desenvolvimento de lesão

Peter M. McGinnis Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 15

Análise biomecânica qualitativa para entender o desenvolvimento de lesão

Steven T. McCaw, PhD, FACSM

Universidade do Estado de Illinois

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

• Diferenciar entre força e pressão ou tensão

• Explicar como a tensão contínua se relaciona com a adaptação tecidual e a lesão

• Descrever o conceito de limiar de tensão

• Diferenciar entre fatores intrínsecos e extrínsecos relacionados ao desenvolvimento de lesões

• Identificar os fatores intrínsecos que predispõem um indivíduo a lesões

• Identificar os fatores extrínsecos associados com tensão alta durante o desempenho de uma habilidade

• Explicar os conceitos de treinamento cruzado e treinamento cruzado dentro de uma mesma atividade

• Sugerir intervenções para diminuir o risco de lesão durante o desempenho de uma tarefa

Você está na linha de largada, pronto para disputar uma corrida de rua de 10 km. Um amigo se aproxima e explica que não está registrado para correr porque recentemente desenvolveu uma dor incômoda na perna. Ele modificou o seu treinamento para a corrida e espera alcançar um tempo melhor. Você imagina se as mudanças no programa de treinamento podem ter levado à lesão. Este capítulo discute a base biomecânica das lesões e esboça uma abordagem estruturada para identificar fatores relacionados à prevenção desse problema.

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Medium 9788573078688

Os Ombros

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

250

ARNOLD SCHWARZENEGGER

Os Ombros

OS MÚSCULOS DOS OMBROS

O deltóide é um grande músculo de três pontas, grosso e triangular, que se origina da clavícula e da escápula na parte posterior do ombro e se estende até a sua inserção no braço.

FUNÇÃO BÁSICA: Realizar a rotação e a elevação do braço. O deltóide anterior eleva o braço para a frente; o deltóide médio eleva o braço para o lado; o deltóide posterior eleva o braço para trás.

O trapézio é o músculo triangular, plano, que se estende para fora e para baixo do pescoço e entre as escápulas.

FUNÇÃO BÁSICA: Elevar toda a cintura escapular, levar a escápula para cima, para baixo e para os lados e ajudar a girar a cabeça.

Deltóides

ENCICLOPÉDIA DE FISICULTURISMO E MUSCULAÇÃO

ANALISANDO OS OMBROS

Nos anos 40, os homens usavam casacos com enormes ombreiras acolchoadas e cinturas apertadas dando-lhes uma forma em V exagerada (um estilo que parece ter retornado recentemente). Por coincidência, esta é a forma que os fisiculturistas trabalham exaustivamente para desenvolver, e uma parte significativa deste aspecto é de ombros largos, amplamente desenvolvidos.

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Medium 9788520446867

Step-up no banco

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

144 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

PERNAS

STEP-UP NO BANCO

1. Fique em pé cerca de 30 cm atrás de um banco reto, com os pés paralelos e unidos. Segure um haltere em cada mão.

2. Suba no banco com a perna direita.

DICAS DO TREINADOR

• Concentre-se em trabalhar os glúteos e os músculos da coxa.

• Expire ao subir no banco e inspire ao descer.

ALVO

• Quadríceps femoral

• Músculos glúteos

• Posteriores da coxa

PROCURE

• Conservar o tronco ereto durante todo o exercício.

• Manter um ritmo lento, cons­tante e homogêneo tanto na subida como na descida.

EVITE

• Arquear os ombros e a parte superior do dorso para a frente ao subir no banco.

3. Posicione a perna esquerda para junto da direita.

4. Desça a perna direita e depois a esquerda, voltando à posição inicial.

5. Continue o exercício sempre começando com a perna direita, repetindo quantas vezes desejar. Então mude de lado, começando a subida com a perna esquerda e a descida também com a perna esquerda.

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Medium 9788520433447

44. Fibromialgia

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Fibromialgia

capítulo

Amélia Pasqual Marques

Ana Assumpção

Evidência

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

I

50, 52, 53, 55, 57, 59

66,67,68

71,73,74

55

II1

49

II2

48

72,69,70

II3

III

Certeza

Alta

49,50,52,54

Moderada

48,55,58 57,59

66,67,68

74,72,69,70

55

Baixa

Recomendação

A

50,55

B

50,52,58 57,59,66

C

48

55

67,68,74

70,72,69

D

I

INTRODUÇÃO

Segundo os novos critérios (2010), um indivíduo é classificado como fibromiálgico quando o Widespread Pain Index (WPI) for maior ou igual a 7 e o Symptom Severity Score (SS) for maior ou igual a 5. E também se o WPI estiver entre 3 e 6 e o SS for maior ou igual a 9, com

44

508 Pollock: fisiologia clínica do exercício

sintomas presentes por pelo menos três meses, além de não apresentar outra doença associada que possa justificar a dor.

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Medium 9788520430941

FLEXÃO DE JOELHOS COM OS MEMBROS INFERIORES ELEVADOS

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

176

TREINAMENTO DE FORÇA

FLEXÃO DE JOELHOS COM OS MEMBROS INFERIORES ELEVADOS

MÚSCULOALVO

Esse exercício proporciona um treino potente para os músculos do abdome; mas você pode aumentar ainda mais a intensidade colocando um peso entre os tornozelos. Certifiquese de que a plataforma ou o banco usado seja suficientemente estável.

▪ Reto do abdome

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Bíceps braquial

Reto do abdome

Gastrocnêmio

Músculos do jarrete

• Semimembranáceo

• Semitendíneo

• Bíceps femoral

LEVANTAMENTO TERRA UNILATERAL COM KETTLEBELL

MÚSCULOSALVO

Oblíquo externo do abdome

▪ Quadríceps femoral

▪ Oblíquo externo do abdome

▪ Transverso do abdome

▪ Músculos do jarrete

▪ Glúteos

Glúteos

• Glúteo máximo

• Glúteo médio

• Glúteo mínimo

Peitoral maior

Transverso do abdome

Esse exercício pouco utilizado não trabalha apenas os membros inferiores, mas todo o corpo. Como o nome indica, ele é um levantamento terra e não uma flexão lateral, portanto, lembre-se de movimentar o corpo como um todo e de não flexionar o tronco.

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Medium 9788536306643

9. A isca

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

9

A isca

A

tática da isca é uma das mais prazerosas do xadrez. A idéia é simples: se você quiser que a peça do adversário ocupe determinada casa, terá de encontrar um meio de forçá-lo a movê-la para lá. Para executar essa mágica, com freqüência é

útil visualizar a posição que deseja e depois fazer o possível para criá-la (sem nunca esquecer que seu adversário não vai cooperar voluntariamente). Se, para alcançar seu objetivo, for preciso fazer um sacrifício, então faça. Na certa o sacrifício é a melhor isca. No entanto, alguns outros engodos também costumam funcionar.

O Diagrama 93 traz um exemplo simples de isca sem sacrifício. As brancas querem muito tirar o peão-g das pretas da casa onde está, de modo que o Bispof6 fique sem defesa; por isso jogam 1.Df5, ameaçando xeque-mate em h7. As pretas só conseguem salvar o Rei se jogarem 1...g6, mas, como conseqüência, as brancas realizam seu desejo, pois 2.Dxf6 ganha o Bispo.

Observe que 1.Dh5 também ameaçaria xeque-mate, mas não levaria a nada depois de 1...g6. O que você jogaria depois de 1...h6, em resposta a 1.Dh5? Em

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Medium 9788536305271

Voador direto (frontal)

Lima, Cláudia Silveira Grupo A PDF Criptografado

44

voador direto (frontal)

Apoio

Alto

Baixo

Apoio alto

Em comparação com o apoio baixo:

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte clavicular) é ↑.

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte esternocostal) é ↓.

A intensidade do trabalho do deltóide (parte clavicular) é ↑.

A intensidade do trabalho do serrátil anterior é ↑.

A intensidade do trabalho do bíceps braquial (cabeça curta) é ↑.

PEITORAL MAIOR – PARTE CLAVICULAR

9,7 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

4,4 mV

SERRÁTIL ANTERIOR

7,2 mV

DELTÓIDE – PARTE CLAVICULAR

4,3 mV

BÍCEPS BRAQUIAL

3,7mV

Apoio baixo

Em comparação com o apoio alto:

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte clavicular) é ↓.

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte esternocostal) é ↑.

A intensidade do trabalho do deltóide (parte clavicular) é ↓.

A intensidade do trabalho do serrátil anterior é ↓.

A intensidade do trabalho do bíceps braquial (cabeça curta) é ↓.

PEITORAL MAIOR – PARTE CLAVICULAR

8,9 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

5,4 mV

SERRÁTIL ANTERIOR

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Medium 9788520433447

52. Fibrose pulmonar idiopática

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

52

Fibrose pulmonar idiopática

Danilo C. Berton

Gaspar R. Chiappa

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

Evidência

I

6,7

6,7

II1

II2

II3

8

III

Alta

Moderada

6,7

6,7

Baixa

8

A

B

6,7,8

6,7

C

D

I

Certeza

Recomendação

INTRODUÇÃO

A fibrose pulmonar idiopática (FPI) é um tipo específico de pneumonia intersticial fibrosante crônica de causa desconhecida, limitada aos pulmões e associada com padrão histológico de pneumonia intersticial usual (PIU). Faz parte de um grupo mais abrangente de doenças denominado pneumonias intersticiais idiopáticas (PII), caracterizado por englobar doenças heterogêneas não neoplásicas, resultantes de

Fibrose pulmonar idiopática 603

dano ao parênquima pulmonar por vários padrões de inflamação e fibrose. As PII, por sua vez, pertencem a uma categoria ainda mais abrangente de doenças reunidas pela expressão doença intersticial pulmonar (DPI), que designa um grupo numeroso e heterogêneo de doenças que têm em comum o desenvolvimento de infiltrados celulares, com ou sem deposição de matriz extracelular, nas regiões distais aos bronquíolos terminais. Como tais doenças acometem as mesmas regiões pulmonares, acabam por apresentar características clínicas, radiológicas e funcionais semelhantes1. Deve ainda ser ressaltado que o termo intersticial não é totalmente apropriado, pois muitas das doenças também acometem o espaço alveolar adjacente, sendo atualmente considerado mais apropriado o termo doença parenquimatosa difusa pulmonar (DPDP)2. A importância da FPI nesse contexto reside no fato de ser uma das DPDP mais comuns encontradas na prática diária do especialista, estar associada com pior prognóstico e, no momento, não dispor de tratamentos realmente efetivos1,2.

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Medium 9788582713013

Capítulo 13 - Restrições Psicossociais no Desenvolvimento Motor

Kathleen M. Haywood; Nancy Getchell Grupo A PDF Criptografado

13

Restrições Psicossociais no Desenvolvimento Motor

Restrições indivíduo – ambiente

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Discutir o efeito da autoestima sobre a motivação para participar de esportes e atividades físicas.

• Examinar as atribuições das crianças tanto para o sucesso quanto para o fracasso na atividade física.

• Explorar as relações entre as influências sociais e os sentimentos de autoestima de um indivíduo.

• Investigar por que os indivíduos persistem ou abandonam o esporte.

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Restrições Psicossociais no Desenvolvimento Motor

Desenvolvimento motor no mundo real

Projeto ACES e a maior aula de exercício do mundo

O dia 1 de maio de 2013 marcou o vigésimo quinto aniversário do Projeto ACES (All Children Exercises Simultaneously) (todas as crianças se exercitando simultaneamente). Naquele dia, milhões de estudantes em todo o globo terrestre se exercitaram ao mesmo tempo (às 10h da manhã em cada localidade), em um gesto simbólico de aptidão física e unidade. Esse programa não competitivo comprovou ser educativo, motivacional e divertido. Quando Len Saunders criou o Projeto ACES, em

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Medium 9788536306643

18. Alexander Alekhine (1892-1946)

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

18

Alexander Alekhine

(1892-1946)

N

ascido em Moscou, numa família rica, Alexander Alekhine distingue-se pelo fato mórbido de ter sido o único enxadrista que morreu quando ainda detinha o título de campeão mundial. Jogador de extraordinária visão tática, foi também o primeiro grande teórico das aberturas. A ardente ambição de conquistar o Campeonato Mundial levou-o a compreender que a habilidade tática, por si só, não seria capaz de levá-lo ao apogeu. Por isso estudou incansavelmente até dominar todas as fases do jogo. Em muitos aspectos é o protótipo do grande mestre contemporâneo. Por meio do exame minucioso das aberturas e da análise intensa das partidas dos adversários, abriu uma nova trilha para a fama, seguida por muitos dos jogadores profissionais da atualidade.

Além de pouco amável, Alekhine bebia muito e simpatizava com o nazismo.

Apesar disso, alcançou um nível tão alto de mestria que muitos fãs do xadrez colocam-no entre os cinco maiores jogadores da história, ao lado de Capablanca,

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