205 capítulos
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6 - ATRATIVIDADE: CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO

Rui Fava Editora Saraiva PDF Criptografado

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AT R AT I V I DADE: C RI ATI V I DADE

E I N OVAÇÃO

As emoções dirigem a nossa atenção. E a atenção foge do que é desagradável. Atratividade, portanto, é imprescindível.

RUI FAVA1

Assim como Homero era conhecido como o Poeta, Safo de Lesbos (630-612

a.C.), poetisa grega, era reconhecida como a Poetisa, admirada, querida e apreciada durante a Antiguidade. Platão, dizia que: “Há quem afirme serem nove as musas.

Que erro! Pois não veem que Safo de Lesbos é a décima”.

Devido ao conteúdo erótico de sua poesia sofreu censura na Idade Média por parte dos monges copistas, e o que restou de sua obra foram escassos fragmentos.

Safo de Lesbos definiu atratividade como: “Uma relação entre beleza e qualidades positivas, que chamam a atenção, despertam interesse, desejo, atração, inspiram simpatia e confiança”.

Em uma economia global amplamente conectada, plagiam-se com celeridade produtos, serviços e estratégias exitosas. Sem criatividade e inovação ininterruptas, o sucesso é efêmero. Poucas instituições tratam a criatividade e a inovação como tarefa para todos, o tempo todo. Na maioria das organizações, criatividade e inovação ainda intercorrem “apesar do sistema”, em vez de “como parte do sistema”.

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Medium 9788547232092

Introdução

Josélia Ferreira dos Reis, Vânia Morales Sierra Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 6

Direitos Humanos e Serviço Social: fundamentos éticos da profissão

Introdução

O Serviço Social encontra nos movimentos por direitos humanos a fonte de uma ética real e concreta para o exercício profissional. A compreensão de que o direito não se restringe à legalidade, mas depende, sobretudo, da força viva e movente da sociedade, visando tanto o seu cumprimento como a sua mudança, justifica a articulação da profissão com os movimentos em defesa da cidadania.

Defender os injustiçados e os fracos – as parcelas excluídas da riqueza socialmente produzida – exprime o ponto de vista da profissão que, mesmo inserida no

Estado, atuando no reforço da sua legitimidade, se situa na oposição às diversas formas de dominação. Os movimentos sociais e os direitos humanos se associam no Serviço

Social e constituem, em grande parte, sua referência ética. É na consideração com a mobilização desses grupos que a categoria relaciona o processo constitutivo da história na dinâmica da luta de classe, com base em teorias que permitem analisar o movimento da particularidade na dinâmica da totalidade sistêmica.

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Medium 9786587017051

IX - A educação de Felicie no convento

Heitor Rosa Editora Almedina PDF Criptografado

Heitor Rosa – Julgamento em Notre Dame

IX - �A educação de Felicie no convento

Charles, o irmão mais velho de Gilbert, saiu ainda jovem de Toulouse para dedicar-se ao comércio de lã em Troyes, investindo um capital emprestado por seu pai. Casou-se com Jeanne, filha de um sapateiro, pouco antes de mudar-se da casa dos pais.

Revelando um bom instinto comercial, tirou proveito das feiras de Troyes, Provins e Lagny ao unir-se com outros atacadistas, e os negócios de lã beneficiada desdobraram-se em trocas, compras e vendas de vinhos, especiarias e até metais. Com a crescente prosperidade, decidiu trazer sua sogra para cuidar de Jeanne durante a gravidez e parto, uma atitude providencial, pois Felicie nasceu em 1287, sem conhecer a mãe. A doce Jeanne não resistiu à hemorragia profunda que sobreveio logo após o parto e faleceu dois dias depois. Jeanne havia dito ao marido que daria à luz uma menina, pois a gota de sangue afundou no copo d’água quando a parteira fizera a simpatia. A predição fora correta. A volumosa perda de sangue no parto foi naturalmente uma consequência das várias menstruações guardadas e reprimidas pela vontade de ter um filho. Segundo a parteira, aconteceu uma sangria espontânea, o que sempre é bom, mas quando o volume é exagerado, o sangue pode levar a alma, que sai através da mãe do corpo, como aconteceu no caso de Jeanne.

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Medium 9788536317113

24. Análise de conversação, do discurso e de gênero

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

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Uwe Flick

24

Análise de conversação, do discurso e de gênero

Análise de conversação, 299

Análise do discurso, 302

Análise de gênero, 304

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

compreender os princípios da análise de conversação. identificar os avanços mais recentes provenientes desta abordagem. considerar as diferentes versões da análise do discurso. concluir uma análise do discurso. compreender a análise de gênero.

Para entender e analisar os enunciados, é necessário levar em conta o contexto no qual eles ocorrem. O contexto, neste caso, diz respeito tanto ao contexto discursivo quanto ao contexto interativo local.

Essa noção é mais ou menos indiscutível na pesquisa qualitativa. Por esse motivo, nas entrevistas qualitativas, fazem-se perguntas abertas, o que estimula os respondentes a falarem mais, permitindo, assim, a produção de material textual suficiente para que o pesquisador proceda a sua análise em termos de considerações contextuais. Por essa razão, a codificação é aberta na análise dos dados, ao menos no início. Os procedimentos interpretativos discutidos no capítulo anterior desnudam cada vez mais a gestalt do texto no curso da reorganização dos enunciados em categorias como uma introdução para a análi-

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Medium 9788536317113

19. Utilização de documentos como dados

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

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Uwe Flick

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Utilização de documentos como dados

O que são documentos?, 231

O uso de documentos como dados: mais do que mera análise de textos, 232

A seleção de documentos, 233

A construção de um corpus, 233

Os aspectos práticos da utilização de documentos, 234

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

utilizar documentos na pesquisa qualitativa. entender que os documentos devem ser analisados dentro do contexto em que são produzidos e utilizados no campo. compreender que os documentos não são apenas mera representação de processos e de experiências, mas sim dispositivos comunicativos na construção de uma versão desses processos.

Nossas vidas como indivíduos, assim como membros de uma sociedade e da vida social como um todo se tornaram objetos de registro. Dificilmente qualquer atividade institucional – do nascimento à morte das pessoas – ocorre sem produzir um registro. Certidões de nascimento e de óbito, como qualquer outra forma de registro institucional, produzem dados. Esses dados são produzidos com fins institucionais, em um nível mais geral, na forma de estatísticas (quantas pessoas se casaram este ano?), mas também em um nível pessoal

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