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Medium 9788530935399

(24 = W II 9c. D 21. Outubro-Novembro de 1888)

Friedrich Nietzsche Grupo Gen PDF Criptografado

(24 = W II 9c. D 21. Outubro-Novembro de 1888)

24 (1)

Ecce homo

Ou:

Por que sei algumas coisas melhor.

De

Friedrich Nietzsche

1.

– Deter-me-ei em um problema que, ao menos ao que me parece, possui uma natureza mais séria do que o problema da “existência de Deus” e outras cristianices – falo do problema da alimentação. Trata-se, em suma, da questão: como é que tu tens de te alimentar, a fim de que possas alcançar o teu maximum de força, de virtù, de virtude no sentido da razão renascentista?

– Minhas experiências são aqui tão ruins quanto possível: fico espantado de ter chegado tão tarde, neste momento precisamente,

“à razão”, tarde demais em certo sentido: e somente a completa iniquidade de nossa formação alemã explica, para mim, em certa medida, por que é que eu justamente aqui me achava atrasado até as raias da “sacralidade”. Essa “formação”, que nos ensina a perder de vista fundamentalmente e desde o princípio as realidades, para se colocar à caça de metas assim chamadas “ideais” inteiramente problemáticas, por exemplo, à caça de uma assim chamada “formação clássica”! – como se não fosse de morrer de rir colocar juntos na boca os termos “clássico” e “alemão”. Pensemos simplesmente em um homem de Leipzig “classicamente formado”! – De fato, até os meus anos da mais plena maturidade, sempre comi mal – expresso em termos morais, sempre comi

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Medium 9788536317113

5. A utilização da literatura na pesquisa qualitativa

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

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A utilização da literatura na pesquisa qualitativa

Como e quando utilizar a literatura na pesquisa qualitativa, 61

Como utilizar a literatura teórica sobre o tema do estudo, 62

A utilização das teorias na pesquisa qualitativa, 63

Como utilizar a literatura empírica sobre pesquisas anteriores no mesmo campo ou em campos similares, 64

Como utilizar a literatura metodológica sobre os métodos do estudo, 65

Como utilizar a literatura durante a redação do estudo, 65

Como e onde encontrar a literatura, 66

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

perceber a relevância da literatura existente para o planejamento de sua pesquisa. compreender a necessidade de contar com a literatura metodológica, assim como com a pesquisa presente em sua área, para a pesquisa qualitativa. familiarizar-se com a busca por literatura relevante a sua pesquisa.

COMO E QUANDO

UTILIZAR A LITERATURA NA

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Medium 9788547204921

6 - ATRATIVIDADE: CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO

Rui Fava Editora Saraiva PDF Criptografado

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AT R AT I V I DADE: C RI ATI V I DADE

E I N OVAÇÃO

As emoções dirigem a nossa atenção. E a atenção foge do que é desagradável. Atratividade, portanto, é imprescindível.

RUI FAVA1

Assim como Homero era conhecido como o Poeta, Safo de Lesbos (630-612

a.C.), poetisa grega, era reconhecida como a Poetisa, admirada, querida e apreciada durante a Antiguidade. Platão, dizia que: “Há quem afirme serem nove as musas.

Que erro! Pois não veem que Safo de Lesbos é a décima”.

Devido ao conteúdo erótico de sua poesia sofreu censura na Idade Média por parte dos monges copistas, e o que restou de sua obra foram escassos fragmentos.

Safo de Lesbos definiu atratividade como: “Uma relação entre beleza e qualidades positivas, que chamam a atenção, despertam interesse, desejo, atração, inspiram simpatia e confiança”.

Em uma economia global amplamente conectada, plagiam-se com celeridade produtos, serviços e estratégias exitosas. Sem criatividade e inovação ininterruptas, o sucesso é efêmero. Poucas instituições tratam a criatividade e a inovação como tarefa para todos, o tempo todo. Na maioria das organizações, criatividade e inovação ainda intercorrem “apesar do sistema”, em vez de “como parte do sistema”.

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Medium 9788521629856

PARTE II - 3. O Crescimento da Cultura e a Evolução da Mente

Clifford Geertz Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

O Crescimento da Cultura e a

Evolução da Mente

A expressão “a mente em seu próprio lugar”, que os teóricos poderiam construir, não é verdadeira, pois a mente não é sequer um “lugar”... Pelo contrário, o tabuleiro de xadrez, a estação de trem, a carteira do garoto de escola, a poltrona do juiz, o assento do motorista, o estúdio e o campo de futebol estão entre os seus lugares. É nesses lugares que as pessoas trabalham e se divertem, estúpida ou inteligentemente. A “mente” não é o nome de uma outra pessoa, que trabalha ou brinca por trás de um biombo impenetrável; não é o nome de algum outro lugar onde se executa um trabalho ou se joga, e também não é o nome de uma outra ferramenta com a qual se executa um trabalho ou um outro instrumento com que se joga.

Gilbert Ryle

I

Na história intelectual das ciências comportamentais, o conceito da “mente” tem desempenhado um curioso papel duplo. Aqueles que viam o desenvolvimento de tais ciências compreendendo uma extensão retilínea dos métodos da ciência física para o reino da orgânica utilizaram-na como uma palavra endiabrada, cujo referente eram todos aqueles métodos e teorias que falharam em alcançar um ideal muito heroico de “objetividade”. Termos tais como introspecção, compreensão, pensamento conceptual, imagem, ideia, sentimento, reflexão, fantasia, e assim por diante, foram estigmatizados como mentalistas, “isto é, contaminados pela subjetividade da consciência”, e sua utilização foi castigada como um fracasso lamentável do esforço científico.1 Aqueles que, pelo contrário, viam o movimento do físico para o orgânico e, mais especialmente, para o humano, com o significado de revisões de longo alcance na abordagem teórica e no processo de pesquisa, tendiam a utilizar a “mente” como um conceito cauteloso, que se propunha mais apontar os defeitos na compreensão do que corrigi-los, que se propunha mais enfatizar os limites da ciência positiva do que ampliá-los. Para tais pensadores, a função primordial era dar uma expressão vagamente definida, porém intuitivamente válida, à sua convicção estabelecida de que a experiência humana tem importantes dimensões de ordem que a teoria física (e, pari passu, as teorias psicológica e social modeladas sobre a teoria física) não leva em consideração. A imagem de Sherrington de uma “mente nua” — “tudo o que conta na vida. Desejo, prazer, verdade, amor, conhecimento, valores” — surgindo “em nosso mundo espacial mais fantasmagórica que um fantasma” serve como um epítome dessa posição, como a conhecida

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Medium 9788582603628

Capítulo 4 - Renovação Radical

Henry Mintzberg Grupo A PDF Criptografado

4.

RENOVAÇÃO RADICAL

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QUANDO O PESO da roupa molhada em uma máquina de lavar está desequilibrado, ela oscila de forma barulhenta em alta velocidade. Estamos vivendo em um mundo de alta velocidade e desequilibrado, que está oscilando fora de controle. Esta situação tem que mudar, em última análise, por uma questão de equilíbrio, mas imediatamente por uma questão de sobrevivência.

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Ideais nobres e questões simples

Hoje, temos notícia de muitas conferências, livros, relatórios e artigos sobre como lidar com nossos problemas. Dê uma olhada em algum deles e você encontrará todos os tipos de propostas ambiciosas e ideias interessantes, incorporadas em ideais nobres.

Algumas são bem sensíveis; poucas são imediatamente operacionais. Então, dê uma olhada em artigos de jornais, veja na mídia, fale com pessoas na linha de frente. Aqui você vai encontrar histórias sobre todos os tipos de questões simples, todas totalmente operacionais.

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