323 capítulos
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Parte 2 - 3 Ambiente Interno

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

3

Ambiente Interno

Conhecendo suas potencialidades e fraquezas

Você deve conhecer seu organismo para saber até onde pode ir.

Conteúdo deste capítulo:

�� Como analisar uma organização?

�� Como identificar as potencialidades de uma organização?

�� Como identificar as fraquezas de uma organização?

Ambiente interno diz respeito aos departamentos existentes dentro das portas da organização: como ela é dividida, como são os seus funcionários, se há um organograma, se há um fluxograma de trabalho, como é feita a sua administração, como são contratados seus funcionários, como eles se sentem em relação à empresa, enfim, tudo aquilo que ocorre internamente e que pode ser interessante para o projeto.

Entender o funcionamento da empresa é fundamental para o desenvolvimento do projeto de comunicação da mesma, tanto que o público interno é também considerado um público estratégico de comunicação. Tanto os vendedores quanto os compradores do departamento de suprimentos da empresa, os gerentes financeiros, os profissionais de recursos humanos e qualquer funcionário da companhia devem ser considerados como ferramentas de comunicação, pois mantêm contato

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Medium 9788521635406

Capítulo 20 - A circulação da mais valia

MARX, Karl Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo

20

A Circulação da Mais‑Valia*

Uma diferença no período de rotação produz uma diferença na taxa anual da mais‑valia, mesmo se a massa da mais‑valia produzida no ano permanecer constante.

Mas necessariamente se produz uma diferença na capitalização da mais‑valia, na acumulação, e em consequência – mantendo‑se cons‑ tante a taxa de mais‑valia – na quantidade de mais‑valia produzida durante o ano.

Tomemos dois capitalistas que dispõem de capitais variáveis de mesma grandeza (a saber, 100 libras por semana). Para uma taxa de mais‑valia de 100%, se a rotação dura cinco semanas, A realiza em um ano (de 50 semanas) a mais‑valia de 5.000 libras – sua taxa anual de mais‑valia será de 5.000mv = 1.000%. Outro capitalista, B,

500v com o mesmo capital variável, o mesmo grau de exploração da força de trabalho, a mesma taxa de 100% de mais‑valia, mas com uma

única rotação para todo o ano, realizará 5.000mv = 100%.

5.000v

* Vol. II, Cap. 17.

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Medium 9788537801970

Capítulo 8. Traçar fronteiras: cultura, natureza, Estado e território

BAUMAN, Zygmunt ; MAY, Tim Zahar PDF Criptografado

.8.

Traçar fronteiras: cultura, natureza,

Estado e território

No final do Capítulo 7, abrimos de maneira explícita um debate que vínhamos tratando implicitamente até então e que pode ser expressado nos seguintes termos: a própria maneira como pensamos um problema e o analisamos originará as soluções que serão consideradas a ele adequadas. Por esse ponto de vista, pensar diferente não é atividade complacente. Pelo contrário, costuma ser o primeiro passo para a construção de soluções mais práticas e duradouras para as questões que enfrentamos no mundo contemporâneo.

Natureza e cultura

Considere as ideias debatidas no Capítulo 7 a respeito de um modo “moderno” de pensar as diferenças entre natureza e cultura, assim então posicionadas de maneira agudamente distante.

Pode-se dizer que a natureza e a sociedade foram “descobertas” ao mesmo tempo, embora o que foi descoberto na verdade não tenha sido nem a natureza nem a sociedade, mas a distinção entre elas e, em especial, a diferenciação das práticas que cada uma permite ou origina. Como as circunstâncias humanas pareceram cada vez mais produtos de legislação, administração e intervenção em geral, a “natureza” assumiu o papel de um enorme

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Medium 9788580554373

Capítulo 20 - Automutilação

Denise L. McLurkin Grupo A PDF Criptografado

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Automutilação

Preciso ir ao banheiro

“Sra. Anderson”, Juliet entra na sala sorrindo após o almoço. “Você leu meu diário ontem à noite?” Olho para Juliet e digo, “Li, sim. Parabéns por conseguir o solo na apresentação de dança”. Juliet irradia orgulho. Ela tem falado para todo mundo o quanto gosta de dançar. Está fazendo aulas de sapateado, jazz, balé e hip-hop. É uma menina alta e magra, tem a aparência típica de uma bailarina. Às vezes, quando tem ensaio ou apresentação logo após a aula, ela vem para a escola com coque no cabelo.

No primeiro dia de aula, quando nos apresentamos e contamos à turma nossos sonhos para o futuro, Juliet nos disse que queria entrar na Julliard, em Nova York, e ser bailarina da Companhia de Dança Alvin Ailey e dançarina no Radio City Music Hall.

Ela disse que quando for “velha... com 20 e poucos anos”, tentará uma carreira de dançarina na Broadway. “Então, ainda que agora seja um trabalho duro, sei que irá valer a pena.” Devo admitir que é uma jovenzinha decidida, talentosa e confiante. Essas características provavelmente a levarão longe.

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Medium 9788536317113

28. Critérios de qualidade na pesquisa qualitativa

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

28

Os critérios de qualidade na pesquisa qualitativa

Plausibilidade seletiva, 342

Confiabilidade, 343

Validade, 345

Objetividade, 348

Critérios alternativos, 349

Critérios para avaliar a construção de teorias, 350

Critérios tradicionais ou alternativos: novas soluções para questões antigas?, 352

Avaliação da qualidade como desafio para a pesquisa qualitativa, 353

Critérios de qualidade ou estratégias de garantia de qualidade?, 354

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

entender os problemas que surgem ao tentar-se aplicar os critérios-padrão da pesquisa quantitativa a estudos qualitativos. identificar os caminhos alternativos de reformulação dos critérios tradicionais. conhecer os critérios alternativos desenvolvidos por pesquisadores qualitativos. reconhecer os problemas gerais associados à ideia da utilização de critérios na pesquisa qualitativa.

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