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Medium 9788520441459

10. Comunicação estratégica para empresas familiares

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

10. Comunicação estratégica para empresas familiares

Profissionalização da gestão se consolida com o reconhecimento da função estratégica da comunicação

“A comunicação é um processo amplo, que abrange todas as pessoas de uma organização e está balizada por relacionamentos intensos e permanentes com os públicos internos e externos e dos públicos internos entre si.”

Wilson da Costa Bueno

Para fixar com exatidão a imagem de uma empresa, é necessário adequá-la aos novos tempos caracterizados por uma sociedade cada vez mais crítica e engajada. Nesse contexto, a comunicação passou a fazer parte do próprio negócio, agregando valores a produtos e serviços.

No caso da empresa familiar, o processo de profissionalização se consolidará pelo reconhecimento da função estratégica da comunicação como instrumento de gestão corporativa, de integração do corpo funcional e de fidelização dos clientes externos. As lideranças que se identificam com a cultura do diálogo conseguem superar desafios e metas pela concretização de um ambiente organizacional de coesão e corresponsabilização por resultados. E, ainda, pela capacidade de ouvir e compreender as reais necessidades dos clientes e as tendências do mercado.

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Medium 9788522478415

10 Cultura e Personalidade

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF Criptografado

Cultura e Personalidade

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10.1 Introdução

A temática referente às inter-relações de cultura e personalidade constitui um dos mais novos campos da Antropologia. Alguns estudiosos, de tendências mais radicais, acreditam mesmo que se possa dispensar a contribuição da psicologia no desenvolver dos estudos antropológicos. Crêem ainda que os antropólogos com orientação psicológica tenham uma ótica diferente ao explicar ou reinterpretar valores, padrões e instituições, que os distingue dos objetivos puramente antropológicos.

Esse posicionamento é contrariado pelas modernas tendências, que consideram a dimensão psicológica como um componente essencial da existência humana. Buscar na psicologia o que se passa na mente do indivíduo, como ele pensa e sente, é básico na ordenação das relações entre os homens e entre as instituições culturais que configuram a cultura de que participa.

Dessa forma, a Antropologia deve interessar-se também pela individualidade e como esta se adapta e dinamiza o processo social. Para tanto, deve levar em conta os aspectos instintivos e os racionais que determinam a relação indivíduo-sociedade.

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Medium 9788536317113

10. Entrando no campo

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

Introdução à pesquisa qualitativa

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Entrando no campo

As expectativas dos pesquisadores qualitativos e o problema do acesso, 109

As definições de papéis ao entrar em um campo aberto, 110

O acesso a instituições, 111

O acesso a indivíduos, 112

Estranheza e familiaridade, 114

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

desenvolver uma sensibilidade a esse passo-chave no processo de pesquisa. compreender que você, enquanto pesquisador, precisará situar-se no campo. aprender as estratégias que as instituições usam para lidar com pesquisadores e,

às vezes, impedi-los de entrar. compreender a dialética de estranheza e familiaridade neste contexto.

AS EXPECTATIVAS DOS

PESQUISADORES QUALITATIVOS

E O PROBLEMA DO ACESSO

A questão do acesso ao campo em estudo é mais crucial na pesquisa qualitativa do que na quantitativa. Aqui, o contato buscado pelos pesquisadores é o mais próximo ou mais intenso, o que, em resumo, pode ser demonstrado em termos das expectativas associadas a alguns dos métodos qualitativos atuais. Por exemplo, a realização de entrevistas abertas exige um maior envolvimento entre o entrevistado e o pesquisador do que aquele necessário na simples entrega de um questionário. Na gravação de conversas cotidianas, esperase dos participantes certo grau de revela-

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Medium 9788597018639

10 - Estratificação social

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade Grupo Gen PDF Criptografado

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C_Fernandes | iStockphoto

Estratificação social

10.1 Conceito e tipos

Os indivíduos e grupos de uma sociedade diferenciam-se entre si em decorrência de vários fatores, formando uma hierarquia de posições, estratos ou camadas mais ou menos dura-

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Capítulo 10

douros. Esse fato, observado em todas as sociedades, significa que nelas indivíduos e grupos não possuem a mesma posição e os mesmos privilégios, mas, sob esse aspecto, diferem entre si. Portanto, inexistem sociedades igualitárias puras. A essa diferenciação de indivíduos e grupos em camadas hierarquicamente sobrepostas é que denominamos estratificação.

A estratificação social indica a existência de diferenças, de desigualdades entre pessoas de uma determinada sociedade. Ela indica a existência de grupos de pessoas que ocupam posições diferentes. Assim, a estratificação social é a separação da sociedade em grupos de indivíduos que apresentam características parecidas, por exemplo: negros, brancos, católicos, protestantes, homem, mulher, pobres, ricos etc.

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Medium 9788536317113

11. Amostragem

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

Introdução à pesquisa qualitativa

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Amostragem

As decisões relativas à amostragem no processo de pesquisa, 117

A determinação a priori da estrutura da amostra, 118

A definição gradual da estrutura da amostra no processo de pesquisa: amostragem teórica, 120

A seleção gradual como princípio geral na pesquisa qualitativa, 122

Conceitos recentes da seleção gradual, 124

Extensão ou profundidade como objetivos da amostragem, 126

A constituição dos casos na amostra, 126

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

entender o papel e a importância da amostragem na pesquisa qualitativa. identificar as diferenças entre amostragem teórica e estatística. distinguir as diferentes formas de amostragem na pesquisa qualitativa. compreender o modo como um caso é constituído na pesquisa qualitativa.

AS DECISÕES RELATIVAS

À AMOSTRAGEM NO

PROCESSO DE PESQUISA

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Medium 9788522478415

11 As Artes

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF Criptografado

As Artes

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A arte é uma das características universais da cultura. Acha-se presente em todos os agrupamentos humanos, mesmo os mais simples e isolados. Em todas as épocas e em todos os tempos, o homem empenhou-se na busca da beleza, usando sua imaginação criadora na expectativa de satisfazer a sua necessidade de expressão estética.

As atividades artísticas distinguem-se dos demais aspectos da cultura pelo seu componente estético, que proporciona satisfação e prazer não só ao artista produtor da obra de arte, mas também aos que a observam e apreciam. Nas inúmeras e variadas expressões artísticas elaboradas através dos tempos, acham-se objetivadas todas as emoções humanas: alegrias, tristezas, aspirações, ideais, angústias e frustrações.

A universalidade e a antigüidade da arte despertaram entre os antropólogos o interesse em relacionar arte e antropologia. Sua preocupação volta-se particularmente para as relações existentes entre a arte e os demais aspectos da cultura e da sociedade, para o condicionamento e controle dos impulsos e atividades estéticas. Só no século XX começaram a apresentar o resultado dos seus estudos nesse campo, em trabalhos mais consistentes e menos descritivos.

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11. Linha aberta para o empreendedorismo

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

11. Linha aberta para o empreendedorismo

O segredo do sucesso em tempos de crise

“Aventurar-se causa ansiedade, mas deixar de arriscar-se é perder a si mesmo...

E aventurar-se no sentido mais elevado é precisamente tomar consciência de si próprio.”

Søren Aabye Kierkegaard

Nos contatos com grandes empreendedores que se tornaram empresários bem-sucedidos, pude reparar que todos tinham em comum o domínio da arte da comunicação. É bom ficar claro desde o início que essa qualidade não é destacada pela capacidade de eloquência ou retórica, mas pela habilidade de saber relacionar-se e transmitir ideias com clareza, objetividade e simplicidade.

Todo bom empreendedor chama a atenção pela sua aptidão em entusiasmar as pessoas com ideias e projetos que tem. Quase sempre, os empreendedores são persuasivos e convincentes pelo carisma de abertura para o diálogo e pela atitude de comunicação

O empreendedor comunicativo é capaz de estabelecer ampla rede de relacionamentos profissionais e de articulação de novos negócios. Sua competência em dialogar, expressar opiniões e ideias e estabelecer relacionamentos favorece a superação de conflitos, a busca de entendimentos em processos de negociação e a capacidade de integrar pessoas e equipes em torno de metas e objetivos comuns. Podemos enumerar algumas das competências, ligadas à comunicação, dos empreendedores de sucesso:

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11 - Mobilidade social

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade Grupo Gen PDF Criptografado

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JohnnyGreig | iStockphoto

Mobilidade social

11.1 Conceito

De acordo com Oliveira (2010), a mobilidade social designa o movimento dos indivíduos ou das unidades familiares no interior do sistema de categorias socioprofissionais ou do sistema de classes sociais. A mobilidade social é condição indispensável à estrutura social no capitalismo, pois é justamente a partir da possibilidade de os indivíduos ou grupos de indivíduos se

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Capítulo 11

ascenderem nas categorias socioprofissionais que está a legitimidade dos princípios afirmados na revolução burguesa: liberdade, igualdade e fraternidade. A mobilidade social pode ser entendida como um movimento dentro da estrutura social, podendo apresentar-se de duas maneiras: como movimentos interclasse e entre classes.

Segundo Nico (2015) a temática das desigualdades sociais – bloco temático que se tem aproximado da mobilidade social – beneficia já de um conjunto de indicadores reconhecidos e usados pelos produtores de estatísticas.

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Medium 9788520441459

12. Administração sem burocratização

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

12. Administração sem burocratização

É preciso atenção para o controle não gerar burocracia

“Na burocracia, as pessoas tendem a ser reduzidas a um número, a um código, a uma descrição sumária num formulário padronizado. A burocracia tem um ideal: transformar todos em ninguém.”

Francisco Gomes de Matos

Um paradoxo tem importunado muitas empresas: em busca de certificações de excelência em gestão, elas têm ressuscitado o dinossauro da burocracia. O foco em regras e procedimentos padrões, como engrenagens de uma máquina para a obtenção de certificações, tem favorecido o desenvolvimento de projetos de comunicação apenas como mais um quesito a ser cumprido nessa odisseia.

A desmesurada busca de projetos e processos “em conformidade” tem isolado empresas e profissionais em uma mentalidade avessa à riqueza do relacionamento humano concretizada no diálogo, na troca de ideias, sentimentos e emoções. Essas são as mais poderosas fontes de qualidade, produtividade e competitividade.

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Medium 9788536317113

12. Como planejar a pesquisa qualitativa: uma visão geral

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

Introdução à pesquisa qualitativa

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Como planejar a pesquisa qualitativa: uma visão geral

Como planejar e construir os planos na pesquisa qualitativa, 129

Estratégias de atalho, 133

Os planos básicos na pesquisa qualitativa, 135

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

conhecer os componentes básicos que influenciam a construção de um plano de pesquisa. reconhecer os planos básicos mais importantes na pesquisa qualitativa. compreender que, em seu próprio estudo, poderá combinar alguns desses planos básicos. aprender, a partir de um exemplo, como funciona esse processo.

COMO PLANEJAR E

CONSTRUIR OS PLANOS

NA PESQUISA QUALITATIVA

Em termos gerais, a expressão-chave

“plano de pesquisa” refere-se às questões sobre como planejar um estudo. Os capítulos anteriores forneceram informações acerca de tópicos relativos à entrada no campo ou à amostragem e, sobretudo, à formulação de uma questão de pesquisa.

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Medium 9788597018639

12 - Mudança social

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade Grupo Gen PDF Criptografado

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Mudança social

12.1 Conceito

Em continuação apresentaremos as ideias de Anthony Giddens, atualmente um dos melhores analistas do tema em questão.

Para Giddens (2006), no espaço de apenas dois ou três séculos – um período curtíssimo no contexto da história humana – a vida social dos homens afastou-se radicalmente do tipo de ordem social em que as pessoas viveram durante milhares de anos. Como é que os sociólogos explicam o processo de mudança que transformou o modo de vida humano? É difícil definir mudança social, pois, em determinado sentido, tudo muda constantemente.

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Capítulo 12

Identificar mudanças implica mostrar a extensão das alterações na estrutura subjacente de um objeto ou situação durante um certo período de tempo. No que diz respeito às sociedades humanas, para decidir até que ponto e de que modo um sistema se encontra num processo de mudança, nós temos de mostrar em que grau se dá qualquer tipo de modificação nas instituições básicas durante um período específico de tempo. “Qualquer explicação da mudança implica igualmente apontar o que permanece estável, como uma base de comparação que permite medir as alterações. A maioria das instituições das sociedades modernas muda claramente de forma muito mais rápida do que as instituições do mundo tradicional (instituições religiosas)” (GIDDENS, 2008, p. 44).

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12 O Indígena Brasileiro

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF Criptografado

O Indígena Brasileiro

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12.1 O índio e a Realidade Brasileira

Este capítulo aborda aspectos de uma parcela da população brasileira que coexiste com a sociedade nacional, embora seja demograficamente pouco representativa. Trata-se da população indígena brasileira, constituída por grande diversidade de grupos tribais, distribuídos irregularmente pelo território nacional, mas constituindo uma realidade que não pode ser ignorada.

Os grupos que integram o Brasil indígena contemporâneo são os que restaram do longo processo a que foi submetida a população ameríndia ou pré-cabralina, a partir do Descobrimento do Brasil, no século XVI. Nas fases da conquista e colonização, foi inevitável o contato entre europeus e os grupos indígenas litorâneos, dando origem ao processo aculturativo, que resultou na subordinação ou dizimação de muitos deles, enquanto outros foram empurrados para áreas distantes.

Nas fases subseqüentes, Império e República, os contatos entre índios e brancos prosseguem. Dos grupos tribais atingidos, poucos sobreviveram, muitos se destribalizaram com tendências ao desaparecimento, em decorrência da perda parcial ou total da própria cultura e da redução do seu efetivo populacional.

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Medium 9788536317113

13. Entrevistas

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

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Entrevistas

A entrevista focalizada, 143

A entrevista semipadronizada, 148

A entrevista centrada no problema, 154

A entrevista com especialistas, 158

A entrevista etnográfica, 159

A condução das entrevistas: os problemas de mediação e direcionamento, 160

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

✓ entender os vários tipos de entrevistas.

✓ reconhecer os princípios e as ciladas da realização de entrevistas.

✓ elaborar um guia de entrevista.

✓ selecionar, entre as diferentes versões, a técnica de entrevista apropriada.

Por muito tempo, nos Estados Unidos, e particularmente em épocas anteriores da pesquisa qualitativa, a discussão metodológica girou em torno da observação como método principal para a coleta de dados.

As entrevistas abertas predominam na região de língua alemã (por exemplo, Hopf,

2004a) e agora atraem mais atenção também nas áreas anglo-saxônicas (ver, por exemplo, Gubrium e Holstein, 2001). As entrevistas semi-estruturadas, em particular, têm atraído interesse e passaram a ser amplamente utilizadas. Este interesse está associado à expectativa de que é mais provável que os pontos de vista dos sujeitos entrevistados sejam expressos em uma situação de entrevista com um planejamento aberto do que em uma entrevista pa-

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Medium 9788520441459

13. Falta de comunicação desintegra pessoas e equipes

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

13. Falta de comunicação desintegra pessoas e equipes

Comunicações deficientes e a falta de integração explicam os fracassos empresariais

“A comunicação representa um aspecto extremamente amplo tanto na vida das pessoas como na das organizações. Estima-se hoje que a comunicação cobre mais de três quartos da vida ativa de cada ser humano. Os gerentes e administradores a usam em maiores proporções em seu tempo de trabalho nas organizações. O processo de intercambiar e processar informação significa uma atividade constante e ininterrupta seja na vida individual, social e organizacional.”

Idalberto Chiavenato

Conversa entre dois gerentes de uma grande indústria:

— Dizem que o Projeto de Qualificação foi criticado pelo diretor...

— Soube que tem muita gente a favor desse projeto, mas também tem muita gente contra...

— É... não é fácil, não! Deixa rolar! Vamos fazer a nossa parte e deixar acontecer o que tiver de acontecer...

— É... pode ser...

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13 - Movimentos sociais

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade Grupo Gen PDF Criptografado

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Movimentos sociais

13.1 Conceito

Vários sociólogos têm conceituado movimentos sociais.

“Um movimento social existe quando um grupo de indivíduos está envolvido num esforço organizado, seja para mudar, seja para manter alguns elementos da sociedade mais ampla” (COHEN, 1980, p. 167).

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Capítulo 13

“Movimento social é uma coletividade agindo com certa continuidade, a fim de promover ou resistir à mudança na sociedade ou no grupo de que é parte” (TURNER &

KILLIAN apud HORTON & HUNT, 1980, p. 403).

“Movimento social é ação ou agitação concentrada, com algum grau de continuidade, de um grupo que, plena ou vagamente organizado, está unido por aspirações mais ou menos concretas, segue um plano traçado e se orienta para uma mudança das formas ou instituições da sociedade existente (ou um contra-ataque em defesa dessas instituições)” (NEUMANN, In:

FAIRCHILD, 1966, p. 193).

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