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Medium 9788580555707

Capítulo 10 - População, Comunidade, Saúde e Meio Ambiente

Richard T. Schaefer Grupo A PDF Criptografado

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POPULAÇÃO, COMUNIDADE,

SAÚDE E MEIO AMBIENTE

t u p í l

10

o

a

DEMOGRAFIA: O ESTUDO DAS

POPULAÇÕES

COMO SURGIRAM AS COMUNIDADES?

A URBANIZAÇÃO E SUAS

CONSEQUÊNCIAS

SAÚDE E DOENÇA: PERSPECTIVAS

SOCIOLÓGICAS

EPIDEMIOLOGIA SOCIAL

MEIO AMBIENTE: O MUNDO E O NOSSO

LUGAR NO MUNDO

Em meados de julho de 2010, três meses após o começo do vazamento de óleo no Golfo do México, a National Commission on the BP Deepwater Horizon Oil Spill and Offshore

Drilling (comissão encarregada de analisar o vazamento de óleo da plataforma offshore

Deepwater Horizon, da British Petroleum) reuniu-se pela primeira vez em Nova Orleans.

Os acontecimentos no Golfo do México ainda estavam em curso quando os membros da comissão deram início às suas deliberações. No litoral, pequenos empresários e trabalhadores da indústria pesqueira e da indústria de turismo enfrentavam as consequências do vazamento para a sua própria sobrevivência e para a região como um todo. Os trabalhadores da indústria petrolífera, ainda sob o impacto de uma moratória decretada pelo

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Medium 9788582602546

Capítulo 8. Lazer e entretenimento em eventos

Lurdes Oliveira Dorta Grupo A PDF Criptografado

Bruno César Rodrigues Manhães

capítulo 8

Lazer e entretenimento em eventos

Você já conseguiu imaginar como seria viver sem dedicar alguns momentos a atividades de lazer e entretenimento? Com certeza, é difícil sequer imaginar que isso seria possível, tamanha é a naturalidade dessas atividades em nosso cotidiano. Neste capítulo, conheceremos um pouco mais sobre lazer e entretenimento para compreender sua importância e relação com eventos.

Objetivos de aprendizagem

Avaliar os aspectos subjetivos de necessidades, desejos e aspirações dos consumidores.

Conhecer a trajetória histórica do lazer, as mudanças na forma de se entender o trabalho e o tempo livre, as terminologias importantes e a evolução do ócio.

Verificar como as pessoas enxergam o entretenimento atualmente, considerando os pilares básicos da sociedade hipermoderna (e seus efeitos).

Identificar o público que frequenta os eventos, tratando de compreendê-lo a partir da motivação central de sua participação.

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Medium 9788522466023

Introdução

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução

O objetivo principal deste livro é oferecer ao professor e ao aluno um instrumental teórico básico de sociologia que permita a ambos lidar com os paradigmas centrais dessa ciência e discuti-la para além da mera reprodução dos conteúdos conceituais. É notória, nos dias de hoje, em todas as áreas do saber,.uma tendência

à reprodução mecanizada do conhecimento científico com a qual não é possível compactuar. Essa reprodução acrítica tolhe a curiosidade e a criatividade, recursos imprescindíveis para que a racionalidade humana aprofunde, coletiva e analiticamente, o conhecimento sobre nós mesmos e os processos sociais que articulamos para o exercício de nosso viver.

No intuito de romper com essa tendência, este livro didático procura instigar o trabalho reflexivo, tanto em sala de aula quanto na atividade de leitura complementar. Para que isso aconteça, é fundamental que professores e alunos indaguem acerca do conhecimento produzido pelas diversas escolas de pensamento sociológico que serão apresentadas em seu decorrer, abrindo a possibilidade do exercício da crítica, a ser realizada à luz das questões postas pela realidade social atual.

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Medium 9788580554373

Capítulo 5 - Uso da língua não culta

Denise L. McLurkin Grupo A PDF Criptografado

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Uso da língua não culta

Apenas inglês

Admiro como minha sala de aula está bonita. Os retratos das crianças estão pendurados em um dos quadros de aviso. O Sr. Manchego, pai de um dos meus alunos do 2o ano, é artista e se dispôs a ajudar as crianças com seus retratos.

Embaixo de cada um, as crianças escreveram várias informações interessantes sobre elas mesmas. Descobri o que gostam de comer, o que fazem fora da escola e o que gostam de ler. Observo o resto da sala. O aquário está limpo e, finalmente, conseguimos tirar todas as manchas de tinta das mesas. Também observo a biblioteca da sala com orgulho. Neste ano, dediquei-me a diversificar os livros e as revistas. Há livros escritos em diferentes línguas, sobre diferentes culturas e com diferentes estruturas familiares. Enquanto continuo observando o resto da sala, ainda vejo biscoitos laranjas no tapete perto dos escaninhos, mas Johnny, o zelador, garantiu-me que resolverá isso.

Quando sento para arrumar minha mesa, ele entra na sala com um aspirador.

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Medium 9788522478415

4 Passado Cultural do Homem

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF Criptografado

Passado Cultural do Homem

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Hoebel e Frost (1981:77) afirmam que “para compreender a cultura humana devem-se conhecer as fases pelas quais a humanidade se transformou, do antropóide dominado pelo instinto ao ser humano adaptável culturalmente.

Desde o tempo das origens primitivas da cultura, todo desenvolvimento humano foi biológico e cultural. Nenhuma tentativa de estudar a humanidade pode ignorar este fato”.

Ao fazerem essas considerações, os autores desenvolveram a idéia da evolução biocultural da humanidade e, conseqüentemente, das inter-relações entre os antepassados fósseis hominídeos e suas produções culturais. Em concordância com as proposições acima, deve-se reconhecer que o estudo do passado cultural do homem requer, para a sua mais fácil compreensão, que se conheçam as diversas fases adaptativas homem-meio.

4.1 Fases Evolutivas do Homem

O homem, através dos processos adaptativos, sofreu transformações que o levaram de um primata desenvolvido ao homem moderno.

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Medium 9788521635406

Capítulo 20 - A circulação da mais valia

MARX, Karl Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo

20

A Circulação da Mais‑Valia*

Uma diferença no período de rotação produz uma diferença na taxa anual da mais‑valia, mesmo se a massa da mais‑valia produzida no ano permanecer constante.

Mas necessariamente se produz uma diferença na capitalização da mais‑valia, na acumulação, e em consequência – mantendo‑se cons‑ tante a taxa de mais‑valia – na quantidade de mais‑valia produzida durante o ano.

Tomemos dois capitalistas que dispõem de capitais variáveis de mesma grandeza (a saber, 100 libras por semana). Para uma taxa de mais‑valia de 100%, se a rotação dura cinco semanas, A realiza em um ano (de 50 semanas) a mais‑valia de 5.000 libras – sua taxa anual de mais‑valia será de 5.000mv = 1.000%. Outro capitalista, B,

500v com o mesmo capital variável, o mesmo grau de exploração da força de trabalho, a mesma taxa de 100% de mais‑valia, mas com uma

única rotação para todo o ano, realizará 5.000mv = 100%.

5.000v

* Vol. II, Cap. 17.

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Medium 9788520441459

35. Comunicação sem preconceitos

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

35. Comunicação sem preconceitos

É preciso promover a diversidade e o respeito às diferenças

O OUTRO

“Nada existe sem o outro.

Sem o outro, tudo é nada.

O outro é.

Nós não estamos no outro.

O outro está em nós.

Cada outro abre uma porta para sermos.

Somos múltiplos outros.

Não sendo assim, multidões de outros passam por nós, sem deixar pegadas marcantes, tornando, nós outros, ninguém...

Assim na vida.

Assim nas corporações”

Francisco Gomes de Matos

Pesquisa realizada em 501 escolas públicas de todo o país, baseada em entrevistas com mais de 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários, revelou que 99,3% dessas pessoas demonstram algum tipo de preconceito etnorracial e socioeconômico com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial.

O estudo, divulgado no dia 17 de junho, em São Paulo, e pioneiro no Brasil, foi realizado com o objetivo de dar subsídios para a criação de ações que transformem a escola em um ambiente de promoção da diversidade e do respeito às diferenças (Agência Brasil, 2009).

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Medium 9788520441459

4. Antes de falar, ponha-se a ouvir e pensar

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

4. Antes de falar, ponha-se a ouvir e pensar

Pontos básicos da comunicação eficaz

“Todos nós somos um mistério para os outros e para nós mesmos.”

Érico Veríssimo

A história das empresas tem demonstrado que os problemas de comunicação são os principais responsáveis pela grande maioria dos erros operacionais, desacertos de gestão e conflitos interpessoais no trabalho.

Para a comunicação eficaz entre duas pessoas, é vital que se observem alguns pontos básicos, como:

� saiba o que vai dizer – procure “arrumar” as ideias. Trace o objetivo da mensagem, o que você deseja que os receptores da mensagem absorvam, qual o verdadeiro propósito da comunicação. Se necessário, faça um pequeno roteiro, enumerando apenas os tópicos a serem abordados;

� a quem vai se dirigir? – antes de transmitir alguma informação ou iniciar uma conversação ou um simples diálogo, procure adequar suas palavras ao perfil do interlocutor;

� determine seus objetivos – pergunte a você mesmo qual a intenção no ato da comunicação que estabelecerá e quais as razões que motivaram a necessidade de falar ou se expressar. Reflita sobre as suas verdadeiras intenções e objetivos;

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Medium 9788580555707

Apêndice - Carreiras em Sociologia

Richard T. Schaefer Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

CARREIRAS EM SOCIOLOGIA

Nas últimas duas décadas, o número de universitários formados em sociologia nos

Estados Unidos apresentou crescimento contínuo (ver Fig. 1). Examinaremos, neste apêndice, algumas das opções disponíveis para esses alunos após concluírem a graduação.

Como se dá o primeiro contato dos estudantes com a perspectiva sociológica sobre a sociedade? Alguns talvez cursem uma matéria de sociologia no ensino mé-

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Total de diplomas concedidos

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Homens

24

Mulheres

Número (em milhares)

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18

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ors os f todo iologia e d

70% em soc s mado lheres u m são

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2

0

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1990

1992

1994

1996

1998

2000

2002

2004

2009

Figura 1 Diplomas de sociologia concedidos nos Estados Unidos por gênero.

Fonte: National Center for Education Statistics, 2011, p. 429, Table 286.

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Medium 9788520441459

5. Relacionamento é a base do sucesso na vida

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

5. Relacionamento é a base do sucesso na vida

Conceitos interdependentes de valorização humana

“Necessitamos uns dos outros para sermos nós mesmos.”

Santo Agostinho

Cada vez mais, empresas e profissionais vencedores vêm consolidando o sucesso em suas atuações por meio da qualidade das comunicações e dos relacionamentos que conseguem criar, manter e desenvolver com seus públicos de interesse.

Comunicação e relacionamento são dois conceitos interdependentes.

Para resolvermos problemas e superarmos desafios, nas mais diversas esferas da vida, necessitamos nos relacionar com nossos familiares, amigos, parceiros de trabalho e clientes.

Todo e qualquer relacionamento está baseado em um processo interativo, ou seja, na ação e na influência recíprocas entre as partes envolvidas.

É como agirmos afetando e, ao mesmo tempo, sermos afetados pela reação do outro.

A abertura para a comunicação e o diálogo é um dos principais segredos para a concretização de relacionamentos produtivos e duradouros. O principal objetivo da comunicação é criar a conexão entre pessoas. Essas conectividades favorecem a superação de problemas, a conquista de metas e o vislumbre de novas oportunidades.

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Medium 9788580554373

Capítulo 4 - Aprender inglês

Denise L. McLurkin Grupo A PDF Criptografado

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Aprender inglês

Podemos conversar?

Ao sair da sala dos professores e me dirigir à minha sala para preparar a aula, escuto alguém me chamando. Quando me viro, vejo a Sra. Conrad, secretária da escola, esperando por mim. “Sim”, respondo, parando. A Sra. Conrad respira fundo e diz: “Não sei se você percebeu, mas hoje terá um novo aluno”. Busco, atrapalhada com as correspondências que carrego, minha pasta com a chamada.

Abro-a e vejo um novo nome no final da lista – George Parlan.

“Ah”, digo, “O que você pode me dizer sobre George?”. A Sra. Conrad me olha e diz: “Bem, sua família é das Filipinas. Não sabemos bem se ele frequentou a educação infantil lá, então você precisará lidar com isso. O que sabemos é que ele fala muito pouco inglês”. Ela pausa e, então, continua: “Aliás, a senhora que veio com a mãe dele disse que ele só sabe falar banheiro, água e não”.

Olho para a Sra. Conrad preocupada. “Por favor, desculpe a minha ignorância, mas você sabe que língua se fala nas Filipinas?”. Ela responde: “tagalo”.

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Medium 9788536317113

12. Como planejar a pesquisa qualitativa: uma visão geral

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

Introdução à pesquisa qualitativa

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Como planejar a pesquisa qualitativa: uma visão geral

Como planejar e construir os planos na pesquisa qualitativa, 129

Estratégias de atalho, 133

Os planos básicos na pesquisa qualitativa, 135

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

conhecer os componentes básicos que influenciam a construção de um plano de pesquisa. reconhecer os planos básicos mais importantes na pesquisa qualitativa. compreender que, em seu próprio estudo, poderá combinar alguns desses planos básicos. aprender, a partir de um exemplo, como funciona esse processo.

COMO PLANEJAR E

CONSTRUIR OS PLANOS

NA PESQUISA QUALITATIVA

Em termos gerais, a expressão-chave

“plano de pesquisa” refere-se às questões sobre como planejar um estudo. Os capítulos anteriores forneceram informações acerca de tópicos relativos à entrada no campo ou à amostragem e, sobretudo, à formulação de uma questão de pesquisa.

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Medium 9788580554373

Capítulo 20 - Automutilação

Denise L. McLurkin Grupo A PDF Criptografado

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Automutilação

Preciso ir ao banheiro

“Sra. Anderson”, Juliet entra na sala sorrindo após o almoço. “Você leu meu diário ontem à noite?” Olho para Juliet e digo, “Li, sim. Parabéns por conseguir o solo na apresentação de dança”. Juliet irradia orgulho. Ela tem falado para todo mundo o quanto gosta de dançar. Está fazendo aulas de sapateado, jazz, balé e hip-hop. É uma menina alta e magra, tem a aparência típica de uma bailarina. Às vezes, quando tem ensaio ou apresentação logo após a aula, ela vem para a escola com coque no cabelo.

No primeiro dia de aula, quando nos apresentamos e contamos à turma nossos sonhos para o futuro, Juliet nos disse que queria entrar na Julliard, em Nova York, e ser bailarina da Companhia de Dança Alvin Ailey e dançarina no Radio City Music Hall.

Ela disse que quando for “velha... com 20 e poucos anos”, tentará uma carreira de dançarina na Broadway. “Então, ainda que agora seja um trabalho duro, sei que irá valer a pena.” Devo admitir que é uma jovenzinha decidida, talentosa e confiante. Essas características provavelmente a levarão longe.

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Medium 9788597018639

1 - Ciências sociais e sociologia

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade Grupo Gen PDF Criptografado

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Михаил Руденко | iStockphoto

Ciências sociais e sociologia

Por que é necessário definir ciência? Porque “ciência” faz referência a uma grande variedade de atividades. O conceito precisa incorporar a investigação dos mundos sociais, bem como naturais. Deve ter os conceitos “sistemática” e “evidências”. Por último, precisa ser simples e breve.

Assim, pode-se conceituar o aspecto lógico da ciência como o método de raciocínio e de inferência acerca de fenômenos já conhecidos ou a serem investigados; em outras palavras,

LakatosMarconi.indb 1

12/13/18 11:10 AM

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Capítulo 1

pode-se considerar que o “aspecto lógico constitui o método para a construção de proposições e enunciados”, objetivando, dessa maneira, uma descrição, interpretação, explicação e verificação mais precisas.

A logicidade da ciência manifesta-se por meio de procedimentos e operações intelectuais que:

■■ possibilitam a observação racional e controlam os fatos;

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Medium 9788565848961

Capítulo 6 - Coleta de dados

Robert V. Kozinets Grupo A PDF Criptografado

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Coleta de dados

Resumo

Este capítulo ensina como criar e coletar os três tipos diferentes de dados netnográficos: dados arquivais, dados extraídos e dados de notas de campo. Essa abordagem da coleta de dados está especificamente direcionada ao salvamento de dados netnográficos como arquivos de computador que possam ser codificados, impressos, ou reconhecidos por pesquisadores humanos e programas de computador de análise de dados.

Palavras-chave: ciber-entrevistas, coleta de dados, notas de campo, entrevistas online, software de captura de tela, spam, dados visuais

FUNDAMENTOS DA COLETA

DE DADOS NETNOGRÁFICOS

Os termos dados e coleta usados em relação

à netnografia na verdade são lastimáveis e não muito úteis. Eles parecem implicar que essas coisas, “dados”, estão espalhados, co-

mo folhas no chão ou documentos sobre uma mesa, e que sua tarefa é simplesmente juntá-los e “coletá-los”. Isso é, evidentemente, muito tentador em netnografia. Mas agir assim seria uma análise de “conteúdo” online em vez de um trabalho de campo net­ nográfico observacional participante “em”

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