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Medium 9788522478415

8 Religião e Magia

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF Criptografado

Religião e Magia

8

A religião é um aspecto universal da cultura e, juntamente com a magia, tem despertado o interesse de vários cientistas, desde o século passado.

Todas as populações estudadas pelos antropólogos demonstraram possuir um conjunto de crenças em poderes sobrenaturais de alguma espécie. As sociedades, freqüentemente, desenvolvem normas de comportamento com a finalidade de se precaver contra o inesperado, o imprevisível, o desconhecido, e de estabelecer certo controle sobre as relações entre o homem e o mundo que o cerca.

As normas religiosas de comportamento baseiam-se nas incertezas da vida e variam muito de uma sociedade para outra. Entretanto, tornam-se mais evidentes nos momentos de crise, ou seja, nascimento, adolescência, casamento, enfermidade, fome, morte etc.

Por meio de cultos e rituais, públicos ou privados, os homens tentam conquistar ou dominar, pela oração, oferendas, sacrifícios, cantos, danças etc., a

área de seu universo não submetida à tecnologia.

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Medium 9788521635406

Capítulo 7 - Formação de uma taxa de lucro uniforme (ou média)

MARX, Karl Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo

7

Formação de uma Taxa de Lucro Uniforme

(ou Média)*

Retornemos agora à questão da influência exercida sobre a taxa de lucro pela diferença existente entre o capital fixo e o capital circu‑ lante. Em nosso quadro havíamos admitido que todo o capital cons‑ tante aparece imediatamente no valor do produto (que é então intei‑ ramente capital circulante). Isso pode acontecer, mas não é regra. É preciso levar em conta que geralmente é apenas uma parte do capi‑ tal constante que se consome, o resto permanece intacto. Conforme o que permaneça intacto seja maior ou menor, as mais‑valias geradas

– contanto que permaneçam iguais as outras circunstâncias – por capitais de iguais importâncias devem naturalmente ser diferentes.

Consideremos o quadro seguinte (supondo sempre que a mais‑valia

é de 100%, isto é, que a força de trabalho produza além de seu pró‑ prio valor uma mais‑valia exatamente igual a este):

* Vol. III, 1a parte, Cap. 9.

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Medium 9788521635406

Capítulo 18 - O processo de circulação e o tempo de circulação do capital

MARX, Karl Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo

18

O Processo de Circulação e o Tempo de

Circulação do Capital*

Uma vez reconhecida a natureza do dinheiro – isto é, que ele é a figura material e tangível do valor de troca de todas as outras merca‑ dorias – uma vez determinadas as funções do dinheiro na circulação simples das mercadorias, resta estudar o dinheiro enquanto capital.

É preciso aqui não perder em nada de vista que convém entender por capital uma soma de valor que produz – ou ao menos deve produzir – mais‑valia. Já vimos de que maneira a mais‑valia é engendrada na produção de mercadorias. O capital‑dinheiro deve assim ser empregado na produção de mercadorias, quer dizer, nos meios de produção e na força de trabalho. Isto feito, a produção pode‑se realizar. Quando é concluída, é preciso ainda vender os produtos, a fim de tornar ao capital‑dinheiro – e ao mesmo tempo à mais‑valia engendrada – sua forma monetária.

O movimento de circulação do capital se opera em três estágios que constituem a série seguinte:

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Medium 9788520441459

39. Vaidade: puro egocentrismo ou necessidade humana?

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

39. Vaidade: puro egocentrismo ou necessidade humana?

A vaidade é um sentimento que simplesmente tentamos negar que sentimos

“Quem se entrega à vaidade e não se entrega à meditação, com o tempo invejará aquele que se esforçou na meditação”

Provérbio budista

A palavra vaidade origina-se do latim vanitas, que significa qualidade do que é vão, fútil e ilusório. O dicionário Aurélio define vaidade como presunção, frivolidade e orgulho injustificado. No inconsciente coletivo da humanidade, a palavra vaidade significa o desejo imoderado de atrair admiração, atenção, elogios e homenagens.

No íntimo de cada um de nós, a vaidade é um sentimento que simplesmente tentamos negar que sentimos. Para isso, muitas vezes, somos capazes de forçar atitudes de desprendimento, tentando nos convencer de que não somos fracos ou pobres de espírito ao ponto de ficarmos cultuando nosso ego como um deus. Um deus mundano e cheio de fraquezas, como os deuses gregos.

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Medium 9788522474967

Parte 2 - 3 Ambiente Interno

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

3

Ambiente Interno

Conhecendo suas potencialidades e fraquezas

Você deve conhecer seu organismo para saber até onde pode ir.

Conteúdo deste capítulo:

�� Como analisar uma organização?

�� Como identificar as potencialidades de uma organização?

�� Como identificar as fraquezas de uma organização?

Ambiente interno diz respeito aos departamentos existentes dentro das portas da organização: como ela é dividida, como são os seus funcionários, se há um organograma, se há um fluxograma de trabalho, como é feita a sua administração, como são contratados seus funcionários, como eles se sentem em relação à empresa, enfim, tudo aquilo que ocorre internamente e que pode ser interessante para o projeto.

Entender o funcionamento da empresa é fundamental para o desenvolvimento do projeto de comunicação da mesma, tanto que o público interno é também considerado um público estratégico de comunicação. Tanto os vendedores quanto os compradores do departamento de suprimentos da empresa, os gerentes financeiros, os profissionais de recursos humanos e qualquer funcionário da companhia devem ser considerados como ferramentas de comunicação, pois mantêm contato

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Medium 9788521635406

Capítulo 1 - Mercadoria, preço e lucro

MARX, Karl Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo

1

Mercadoria, Preço e Lucro*

A Economia Política trata do modo pelo qual os homens procu‑ ram os bens dos quais têm necessidade para viver. Nos Estados capi‑ talistas modernos, os homens procuram esses bens unicamente pela compra e venda de mercadorias; tomam posse delas, comprando‑as com dinheiro, que constitui sua renda. Há formas bastante diversas de renda, que podem, todavia, ser classificadas em três grupos: o capital rende cada ano ao capitalista um lucro, a terra rende ao proprietário rural uma renda fundiária, e a força de trabalho – em condições normais e enquanto permaneça útil – rende ao operário um salário. Para o capitalista, o capital; para o proprietário rural, a terra e, para o operário, sua força de trabalho, ou, mais ainda, seu próprio trabalho, aparecem como fontes diferentes de suas rendas: lucro, renda fundiária e salário. E essas rendas lhes aparecem como frutos, para consumir anualmente, de uma árvore, ou, mais exata‑ mente de três, que não morrem jamais; essas rendas constituem as rendas anuais de três classes: a dos capitalistas, a dos proprietários

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Medium 9788536317113

3. Pesquisa qualitativa e quantitativa

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

Introdução à pesquisa qualitativa

3

Pesquisa qualitativa e quantitativa

As discussões atuais sobre pesquisa qualitativa e quantitativa, 39

As relações entre pesquisa qualitativa e quantitativa, 40

Associando pesquisa qualitativa e quantitativa em um único plano, 42

A combinação de dados qualitativos e quantitativos, 45

A combinação de métodos qualitativos e quantitativos, 46

A associação de resultados qualitativos e quantitativos, 46

A avaliação da pesquisa e a generalização, 47

A apropriabilidade dos métodos como ponto de referência, 47

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

✓ compreender a distinção entre pesquisa qualitativa e quantitativa.

✓ reconhecer o que precisa ser considerado ao combinarem-se métodos de pesquisa alternativos.

AS DISCUSSÕES ATUAIS

SOBRE PESQUISA QUALITATIVA

E QUANTITATIVA

Na produção dos últimos anos, encontra-se um grande número de publicações que tratam das relações, das combinações e das distinções da pesquisa qualitativa. Antes de nos concentrarmos sobre os aspectos peculiares da pesquisa e dos métodos qualitativos nos capítulos seguintes, quero apresentar aqui uma breve visão geral do debate qualitativo-quantitativo e das versões combinadas de ambos. Isto deverá ajudar o leitor a situar a pesquisa qualitativa neste contexto mais amplo e, assim, obter

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Medium 9788522466023

Parte III - 8 A Sociologia Brasileira

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF Criptografado

8

A Sociologia Brasileira

8.1 A TEORIA DA DEPENDÊNCIA: FERNANDO HENRIQUE

CARDOSO

O recurso ao autoritarismo militar foi voltado para dar seguimento ao processo de modernização capitalista que, a partir daquele momento, devia ser implementado sob qualquer custo. O populismo havia esgotado, na visão dos mentores políticos, militares e empresariais do golpe, suas possibilidades de encaminhar tal modernização. Para essa concepção, desenvolvimento e insegurança eram incompatíveis; daí a imposição do novo lema ao país, que vinha sendo elaborado pela Escola

Superior de Guerra desde 1949, desenvolvimento e segurança. Como já disse Fernando Henrique Cardoso, 1

"os militares, apesar do autoritarismo e da truculência, modernizaram o país e instauraram em definitivo o capitalismo, inaugurando uma nova ordem capitalista que gerou transformações agudas na sociedade brasileira, integrando o país ao sistema de produção internacional, produzindo, para o bem e para o maL conseqüências sociais profundas".

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Medium 9788522474967

Parte 1 - C Estilo de Texto

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

C

Estilo de Texto

Qual tipo de linguagem devo utilizar num projeto de comunicação?

“Um psiquiatra que descreve a linguagem dos doentes mentais não se exprime como eles” (ECO, 1977).

Este capítulo aborda os seguintes tópicos:

�� Por que fazer citações?

�� Como fazer citações?

�� Por que eu fui treinado durante muito tempo para escrever textos curtos e agora tenho que escrever detalhadamente?

�� Qual estilo de texto eu devo ter?

�� Quantas citações e quantos autores meu texto deve ter?

�� Se for citar algum autor eu preciso explicar o que entendi da citação?

�� Posso copiar trechos da Internet?

O texto do projeto deve ser universal e, portanto, deve ser compreendido por você, pelo seu orientador, pelos professores que compõem a banca e também – e principalmente – pelo anunciante.

O comunicólogo italiano Umberto Eco (1977) desenvolveu um estudo bastante interessante sobre metodologia científica voltada principalmente à redação de teses científicas – isso fica evidente ao ler o título de seu livro. Entretanto ele

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Medium 9788522474967

Parte 3 - 10 Criação: como Comunicar

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF Criptografado

10

Criação: como Comunicar

O que significa e como chegar ao conceito criativo?

“Não há nada mais maçante do que um comercial mostrando a verdade de maneira óbvia” (Bill Bernbach).

Conteúdo deste capítulo:

�� Como defender a criação?

�� Qual é a estrutura lógica da defesa de criação?

�� O que é problema de comunicação?

�� O que é objetivo de comunicação?

�� Qual é a diferença entre tema e abordagem?

�� Onde entra o posicionamento definido no item anterior?

�� A diferença entre público-alvo e mercado-alvo

�� Qual é a diferença entre slogan e assinatura?

Este é o tópico que mais chama atenção em todo plano de comunicação, pois ele é extensamente ilustrado e colorido. É o momento de encantar o anunciante, fazer com que seus olhos brilhem, é o momento da sedução.

Para que a sedução funcione eficientemente, existe um protocolo a ser seguido, que também funciona como defesa da criação. Algumas pessoas pulam a defesa

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Medium 9788536317113

22. Documentação de dados

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

22

Documentação de dados

Novas possibilidades e problemas da gravação de dados, 266

Notas de campo, 267

Diário de pesquisa, 269

Fichas de documentação, 269

Transcrição, 270

A realidade como texto: o texto como nova realidade, 273

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

entender as diversas formas de documentação das observações. reconhecer o potencial e as ciladas da transcrição. perceber as influências das diversas formas de documentação sobre aquilo que é documentado. compreender a relevância desta etapa no processo de pesquisa.

Os capítulos anteriores detalharam as duas principais formas de coleta e de produção de dados na pesquisa qualitativa. Porém, antes de analisarmos os dados gerados por meio desses processos, eles precisam ser documentados e editados. No caso de dados de entrevista, uma parte importante desse processo de edição consiste na gravação das manifestações orais e em sua posterior transcrição. Para as observações, a tarefa mais importante é a documentação das ações e das interações. Em ambos os casos, um enriquecimento contextual dos enunciados ou das atividades deve representar um dos principais elementos da coleta de dados. Esse enriquecimento pode ser obtido por meio da documentação do

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Medium 9788536317113

2. Pesquisa qualitativa: por que e como fazê-la

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

20

Uwe Flick

2

Pesquisa qualitativa: por que e como fazê-la

A relevância da pesquisa qualitativa, 20

Os limites da pesquisa quantitativa como ponto de partida, 21

Aspectos essenciais da pesquisa qualitativa, 23

Um breve histórico da pesquisa qualitativa, 25

A pesquisa qualitativa no início do século XXI – o estado de arte, 28

Avanços e tendências metodológicas, 32

Como aprender e ensinar a pesquisa qualitativa, 36

A pesquisa qualitativa no final da modernidade, 37

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

compreender a história e a fundamentação da pesquisa qualitativa. discutir as tendências atuais da pesquisa qualitativa. entender as características gerais da pesquisa qualitativa e a diversidade das perspectivas de pesquisa. compreender por que a pesquisa qualitativa consiste em uma abordagem oportuna e necessária na pesquisa social.

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Medium 9788520441459

19. Ainda há salvação para a falta de diálogo?

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

19. Ainda há salvação para a falta de diálogo?

A evolução do relacionamento humano e da consciência social

“Sou tudo, menos desesperançoso. Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se serão capazes de pôr isso em prática dependerão da imaginação e da determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real.”

Zygmunt Bauman

Recentemente, uma amiga relatou-me uma cena estarrecedora que presenciara em uma movimentada rua, na zona sul do Rio de Janeiro. Dois jovens, vestidos com camisas de um colégio de elite, calças e tênis de grife, disputavam ferozmente a posse de um iPod que uma pessoa tinha deixado cair ao entrar no ônibus. Brigaram até serem atropelados por uma moto, restando um com fratura exposta no braço e o outro – que ficou com o aparelho esfacelado nas mãos –, com forte sangramento na cabeça, vangloriando-se de ser o vencedor e referindo-se ao rival como “o otário que quebrou o braço”.

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Medium 9788522478415

9 Cultura Material

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF Criptografado

Cultura Material

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Desde as suas origens, o homem vem, paulatinamente, criando um ambiente secundário com os materiais de seu habitat. Ele se adapta aos diferentes ambientes, mas também os modifica.

A cultura material, como já foi dito, consiste em coisas materiais, bens tangíveis, fruto da criação humana.

Etnólogos, arqueólogos, antropólogos culturais e outros estudiosos consideram os objetos materiais – ferramentas, utensílios, armas, construções etc. – como cultura material.

Os diversos aspectos da cultura material de um povo são importantes por si mesmos, por sua utilização, pelas informações que encerram as relações com muitas práticas rituais e como demonstração de um processo tecnológico.

Para Keesing (1961:307), a cultura material “tem a distinção especial de ligar o comportamento do indivíduo a coisas externas feitas artificialmente: os artefatos”. Engloba, portanto, uma infinidade de objetos e coisas, feitas de matérias-primas as mais diversas, encontradas nos diferentes hábitats da Terra, resultantes de inúmeras técnicas.

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28. Critérios de qualidade na pesquisa qualitativa

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

28

Os critérios de qualidade na pesquisa qualitativa

Plausibilidade seletiva, 342

Confiabilidade, 343

Validade, 345

Objetividade, 348

Critérios alternativos, 349

Critérios para avaliar a construção de teorias, 350

Critérios tradicionais ou alternativos: novas soluções para questões antigas?, 352

Avaliação da qualidade como desafio para a pesquisa qualitativa, 353

Critérios de qualidade ou estratégias de garantia de qualidade?, 354

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

entender os problemas que surgem ao tentar-se aplicar os critérios-padrão da pesquisa quantitativa a estudos qualitativos. identificar os caminhos alternativos de reformulação dos critérios tradicionais. conhecer os critérios alternativos desenvolvidos por pesquisadores qualitativos. reconhecer os problemas gerais associados à ideia da utilização de critérios na pesquisa qualitativa.

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