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Medium 9788520432860

2. Platão e a alma melhorada pelo amor

Ghiraldelli Jr. Paulo Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Platão e a alma melhorada pelo amor

Nietzsche escreveu que Platão, por meio de uma inge­ nuidade grega impossível a um cristão, confessou que a fi­ losofia platônica não existiria se não houvesse tão belos jovens em Atenas. Diante desses garotos, o filósofo enlouqueceria em uma “vertigem erótica”. Sua alma não teria repouso enquanto não conseguisse plantar “a semente das coisas mais elevadas num solo tão belo”.8

Nietzsche não inventou a metáfora, claramente erótica,

“plantar a semente”, ele a recolheu diretamente do texto platônico. Tanto quanto Sócrates, Platão jamais desconsiderou o erotismo enquanto o impulso básico e constante da filosofia.

Contudo, o erotismo de Platão era diferente do de Sócrates.

Sócrates viveu o erotismo das ruas de Atenas no exercício da sua medicina da alma. Seu comedimento e sua insistência em trazer as energias eróticas dos gregos antes para o cuidado da alma que para a festa do corpo não eram à toa. A rua é a casa do que é cru, rude, simples. Falou alto ao coração de

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Medium 9788580554373

Capítulo 5 - Uso da língua não culta

Denise L. McLurkin Grupo A PDF Criptografado

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Uso da língua não culta

Apenas inglês

Admiro como minha sala de aula está bonita. Os retratos das crianças estão pendurados em um dos quadros de aviso. O Sr. Manchego, pai de um dos meus alunos do 2o ano, é artista e se dispôs a ajudar as crianças com seus retratos.

Embaixo de cada um, as crianças escreveram várias informações interessantes sobre elas mesmas. Descobri o que gostam de comer, o que fazem fora da escola e o que gostam de ler. Observo o resto da sala. O aquário está limpo e, finalmente, conseguimos tirar todas as manchas de tinta das mesas. Também observo a biblioteca da sala com orgulho. Neste ano, dediquei-me a diversificar os livros e as revistas. Há livros escritos em diferentes línguas, sobre diferentes culturas e com diferentes estruturas familiares. Enquanto continuo observando o resto da sala, ainda vejo biscoitos laranjas no tapete perto dos escaninhos, mas Johnny, o zelador, garantiu-me que resolverá isso.

Quando sento para arrumar minha mesa, ele entra na sala com um aspirador.

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Medium 9786587017051

XLVIII - Tudo consumado

Heitor Rosa Editora Almedina PDF Criptografado

Heitor Rosa – Julgamento em Notre Dame

XLVIII - Tudo consumado

Acompanhado de Florence, Claude visitava pela última vez o túmulo de Felicie. Uma simples lápide vertical de granito lapidado, fixada num dos cantos do jardim de Notre Dame aux

Nonnains, continha uma inscrição sob uma cruz gravada: Felicie

D´Almania. 1287-1319. A abadessa e Claude dispensaram a oferta de Gauden para erigir um túmulo com escultura.

— Reverenda madre, tu e o reverendo pai Mathieu fostes toda a família que Felicie e eu tivemos. Foi em vós que encontramos segurança e fé, além de enxugarem nossas lágrimas.

Foste a mãe de Felicie e Mathieu meu pai. Lembrarei sempre dele e de ti nas minhas orações, enquanto durar minha vida.

Vim despedir-me.

— Para onde vais, meu filho?

— Voltar às minhas origens. Dom Mathieu aceitou-me para reiniciar o noviciado; é o tempo que deve provar-lhe que não estou fugindo do mundo nem querendo esquecer o quanto sofri e sofro sem Felicie. Quero entregar meu espírito ao Pai e continuar a penitência que foi imposta a minha amada, cuidando dos leprosos como fazia antes.

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Medium 9788520438084

5. Anestesia no paciente com doença cardiovascular

Mguel Antonio Moretti Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

ANESTESIA NO PACIENTE COM DOENÇA

CARDIOVASCULAR

5

Eduardo Henrique Giroud Joaquim

O tratamento cirúrgico nas diferentes fases das enfermidades cardiovasculares, o estado físico do paciente, o aumento no uso de fármacos (p. ex., anti-hipertensivos, antiarrítmicos, antiagregantes plaquetários), a presença de stents vasculares e a possibilidade da técnica anestésica estar associada com a evolução da doença (agravamento) fazem com que os pacientes cardiopatas se apresentem como desafios específicos para o anestesiologista.

Existe uma demanda aumentada de intervenções cirúrgicas nesses pacientes, causada tanto pelo aumento da sobrevida da nossa população, como por intervenções emergenciais ocorridas por intercorrências causadas pela doença.

AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA

A avaliação pré-anestésica (APA) é uma ou mais consultas médicas realizadas pelo médico anestesiologista, seja no momento da cirurgia, às vésperas da cirurgia no leito de internação ou, mais atualmente, em consultório, dias antes da cirurgia, com tempo hábil para compensações clínicas. A APA é medida obrigatória e intransferível, constituindo-se basicamente de anamnese detalhada, revisão do prontuário médico, exame físico direcionado e análise de exames pré-operatórios. A APA deve ser considerada uma “via de mão dupla” em que cabe ao anestesiologista procurar informações clínicas detalhadas e ao paciente a APA torna-se uma excelente oportunidade para esclarecimentos de dúvidas a respeito do procedimento anestésico, minimizando, assim, frequentes receios e ansiedades pré-operatórias.

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Medium 9788547232092

3.2 Origem e desenvolvimento da legislação social – período de 1917 a 1987

Josélia Ferreira dos Reis, Vânia Morales Sierra Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 3 | Legislação social no Brasil: dilemas da relação entre política social e cidadania

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3.2 Origem e desenvolvimento da legislação social – período de 1917 a 1987

A política de proteção social no Brasil se desenvolve a partir de 1917, com a criação da Comissão de Legislação Social da Câmara dos Deputados.11 O objetivo era criar um Código de Trabalho para coordenar e executar as leis e os projetos existentes que tratavam dessa questão. A Primeira Guerra Mundial fez com que as exportações fossem ampliadas, tendo como efeito o aumento dos preços dos produtos no mercado interno, gerando inflação e revolta na classe trabalhadora. Os anos de 1917, 1918 e

1919 foram marcados por agitações no Rio de Janeiro e em São Paulo. No período entre 1917 e 1920, o movimento operário chegou a realizar um total de 68 greves.12

No campo da legislação social, observam-se algumas iniciativas nessa época. Em

1919, foi criado o decreto-lei n. 3.724, que regula as obrigações resultantes dos acidentes no trabalho. A fixação de 48 horas semanais foi estabelecida pelo decreto n. 21.186 de 22 de março de 1922, que regulamentou o serviço em comércios, seções de estabelecimentos comerciais e escritórios. Em 1923, o decreto n. 4.682 criou a lei Eloy Chaves, que instituiu a Caixa de Aposentadoria e Pensão.13 Em 1927, foi sancionada a lei que criou o primeiro Código de Menores,14 o Código Mello Mattos.15

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Medium 9788597021875

1 Antropologia

Marina Marconi, Zelia Maria Presotto Grupo Gen ePub Criptografado

O estudo científico do homem foi constituído no século XVIII e adotou o nome de Antropologia. No zelo enciclopédico do século de luzes, Diderot deu conta de alguns significados do conceito, segundo os quais:

Forma de se expressar dos escritores sagrados que atribuíam a Deus as partes, ações ou condições exclusivas dos homens. Na economia animal de Techmeyer e Drake (1739), Antropologia é definida como o estudo do homem (DIDEROT, 1785, p. 740).

Os antecedentes do pensamento antropológico manifestam-se no acompanhamento do processo de colonização generalizada do mundo pelos europeus, a partir de 1492. Primeiro, foi a perplexidade ante o chamado “novo mundo”, após a conquista dos povos nativos e da colonização, compreendida como a imposição material, social e simbólica da Europa sobre os grupos indígenas.

Buffon e Saint-Hilaire representam dois pensadores indiscutíveis do surgimento da Antropologia. O primeiro pode ser considerado o pioneiro do domínio da disciplina. Saint-Hilaire fez uma contribuição fundamental para o estudo dos elementos autoformativos da espécie humana. Pode-se considerar pioneiro o trabalho de Buffon, Historia natural, general y particular (BUFFON, 1794).

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Medium 9788521635406

Capítulo 23 - Influência do capital comercial sobre os preços

MARX, Karl Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo

23

Influência do Capital Comercial sobre os Preços*

Se o preço da produção de 1 libra-peso de açúcar é de 1 libra, o comerciante poderia, com 100 libras, comprar 100 vezes essa quantidade. Se, no corrente ano, ele comprasse e vendesse essa quantidade, sendo de 15% a média da taxa anual de lucro, ele aumentaria em

15 libras seu capital de 100, sendo 3 xelins sobre 1 libra, preço de produção da libra-peso. Ele venderia a libra-peso de açúcar por 1 libra e 3 xelins. Mas, se o preço de produção do açúcar caísse em 1 xelim, o comerciante poderia, com o mesmo capital de 100 libras, comprar 1.000 libras-peso e vender a libra por 1 xelim e 1¼ penny.

Para o capital de 100 libras colocado no comércio de açúcar, o lucro anual seria sempre de 15 libras. Mas a venda seria tanto de 100 como de 1.000 libras-peso.

(Fazemos abstração dos gastos de circulação, tais como depósito, transporte etc. Não examinamos aqui senão a venda e a compra no estado puro.)

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Medium 9788520435762

8. Alimentação e digestão

Martin H. Maurer Editora Manole PDF Criptografado

072_121_physiologie_RAFA_05 - 09 Physiologie 10/3/14 5:05 PM Page 106

106

8

Fisiologia humana ilustrada

A alimentação e a digestão servem para a assimilação de: u substâncias combustíveis para o metabolismo energético; u substâncias de construção para o crescimento e regeneração; u água e eletrólitos para a homeostasia; e u elementos-traço.

8.1 Fases da ingestão alimentar

A ingestão alimentar se dá em três fases (Fig. 8.1):

1. Fase cefálica: o alimento é triturado na mastigação, pré-digerido pelas enzimas contidas nas glândulas salivares e transportado para o estômago por meio da deglutição.

2. Fase gástrica: o estômago armazena o alimento e, em razão do seu alto teor de ácido clorídrico, desempenha um papel de defesa inespecífico. O suco gástrico contém enzimas (gastrina, colecistoquinina = pancreozimina, pepsinogênio) e mucinas para a proteção da mucosa gástrica. As proteínas são digeridas já no estômago sob a ação da pepsina.

3. Fase intestinal: assim que o alimento chega ao intestino delgado, ocorre a inibição da motricidade gástrica (hormonal?, nervosa?). Além disso, ocorre a inibição da produção de suco gástrico (por meio de peptídio gastrintestinal, secretina, etc.). Com as glândulas duodenais e a secreção pancreática, o bolo alimentar ácido é neutralizado e continua a ser digerido por meio da adição de novas enzimas (lipases, ribonucleases, etc.). As substâncias nutritivas isoladas são assimiladas por meio de sistemas de transporte ou difusão, o açúcar, como mono ou dissacarídios, as proteínas, como aminoácidos ou tripeptídios, as gorduras, como emulsão a partir de ácidos graxos, glicerina ou colesterol. Adicionalmente, o intestino desempenha uma função imunológica com os folículos linfáticos.

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Medium 9788597021875

12 As Artes

Marina Marconi, Zelia Maria Presotto Grupo Gen ePub Criptografado

A palavra “arte” é derivada da palavra latina ars ou artis, que corresponde ao vocábulo grego tékne. O grande filósofo Aristóteles se referia à palavra “arte” como poiésis, cujo significado é semelhante a tékne, ou seja, produção, criação ou fabricação de algo. Arte no sentido geral significa técnica ou habilidade, é produzir ou fazer alguma coisa (DOS SANTOS, 2014).

O mundo da arte pode ser observado, compreendido e apreciado através do conhecimento que o ser humano desenvolve sua imaginação e criação, adquirindo conhecimento, modificando sua realidade, aprendendo a conviver com seus semelhantes e respeitando as diferenças (AZEVEDO JUNIOR, 2007).

A arte é uma das características universais da cultura. Acha-se presente em todos os agrupamentos humanos, mesmo os mais simples e isolados. Em todas as épocas e em todos os tempos, o homem empenhou-se na busca da beleza, usando sua imaginação criadora na expectativa de satisfazer a sua necessidade de expressão estética.

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Medium 9788547232092

5.3 As barreiras de acesso aos direitos na justiça

Josélia Ferreira dos Reis, Vânia Morales Sierra Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 5 | O acesso à justiça e a judicialização das demandas sociais

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5.3 As barreiras de acesso aos direitos na justiça

Para Vianna, o Brasil atingiu a terceira onda cappelletiana “sem que a intervenção estatal para garantir eficácia na assistência judiciária tivesse sido plenamente cumprida”.30 A estrutura das defensorias públicas ainda se encontra muito aquém das necessidades da população, que demanda outras áreas para além das tradicionais (criminal e familiar), identificadas pela população mais pobre e que apresentam complicações graves no tocante ao processo de judicialização.

Não é à toa que Tavares reconhece a importância do acesso à justiça, sinalizando que, na verdade, de pouco adiantaria a existência formal dos direitos se não houvesse preocupação com a efetivação da igualdade das partes no processamento dos litígios porventura decorrentes do desrespeito a esses direitos, bem como na possibilidade de esclarecimento e oferecimento de solução de problemas extrajudicialmente.31

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Medium 9788582603628

Apêndice - Fervendo em nossa própria água

Henry Mintzberg Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

Fervendo em nossa própria água

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Um desabafo sobre o nosso desequilíbrio, com algumas sugestões de mudança

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7/29/15 22:50

UM ADÁGIO BEM CONHECIDO afirma que, se você co-

locar um sapo em água quente, ele saltará para fora, mas se você colocá-lo em água fria e gradualmente aumentar o fogo, o sapo permanecerá fervendo até a morte. Estamos fervendo na nossa própria água?

Leia todo este apêndice com atenção. Muitos pontos podem soar familiares, mas juntos eles contam a história de um mundo que está perigosamente fora de equilíbrio. Ou paramos, ou ele irá nos parar. (Uma versão mais completa encontra-se no site: www. mintzberg.org, das páginas 77-106.)

Consumidos pelo consumo

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No mundo de hoje, glorificamos o consumo enquanto consumimos nós mesmos e nosso planeta. “No passado, tínhamos que trabalhar a fim de produzir coisas úteis. Hoje, temos que consumir coisas inúteis para trabalhar”(Sibley 2006). “Colhemos” os peixes do mar, como se fôssemos donos de tudo que é vivo, enquanto os produtos químicos que não vivem destroem muito do que vive. Estamos em uma corrida para descobrir se nosso suicídio coletivo virá de fora — seja ele poluição, aquecimento global, holocausto nuclear — ou de

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Medium 9788547232092

4.2 O Poder Judiciário e o Sistema de Justiça

Josélia Ferreira dos Reis, Vânia Morales Sierra Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 4 | Justiça constitucional no Estado Democrático de Direito [...]

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Convém esclarecer que a autonomia do Poder Judiciário não é total – mesmo sendo fundamentada na Constituição –, pois a hermenêutica jurídica não é impermeável à conjuntura política. Seu poder de coerção é sempre um recurso nas vezes em que os conflitos sociais são considerados como ameaças à estabilidade da ordem social.

Contudo, o protagonismo do Poder Judiciário pode representar uma mudança positiva na democracia, no sentido da sua abertura às demandas por direitos provenientes das classes subalternas que não encontram por outras vias chances para sua efetivação.

No entanto, por repousar sobre a Constituição Federal a legitimidade da ordem atual, tende a se tornar ao mesmo tempo um poder fundamental na manutenção da estrutura econômica e social vigente.

4.2 O Poder Judiciário e o Sistema de Justiça

A compreensão do funcionamento do Poder Judiciário não é simples. Em geral, a sociedade não diferencia o Poder Judiciário de órgãos como a defensoria, o Ministério

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Medium 9786587017051

XX - Mosteiros na mira dos bispos

Heitor Rosa Editora Almedina PDF Criptografado

Heitor Rosa – Julgamento em Notre Dame

XX - Mosteiros na mira dos bispos

Os mosteiros franceses mantinham com a Igreja uma secular e tensa relação de independência, chegando às vezes à animosidade declarada. A autonomia ritual, administrativa e econômica incomodava a muitos bispos, que procuravam, com pouco êxito, exercer sua autoridade e obter obediência de diversos abades. Nem todo monge se ordenava padre e o abade não precisava ser pároco, e assim se consideravam apenas religiosos e independentes, a serviço de Deus. Um dos frutos dessa independência monástica era a existência de ordens manchadas pelo pecado da simonia e da luxúria, conforme as queixas e acusações que os bispos levavam até o papa. Inocêncio III foi convencido da necessidade de combater esse mal, e apenas a sua autoridade poderia criar condições de o episcopado penetrar, bisbilhotar e interferir na vida dos mosteiros. Dessa forma, editou-se a visita episcopal como a base de uma reforma moral naquelas comunidades, sendo o bispo o seu instrumento, autorizado e dotado de poderes por decreto personificado. Houve enorme contestação e resistência por parte dos indiciados, e foi preciso que outro papa,

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Medium 9788536317113

17. Observação e etnografia

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

17

Observação e etnografia

Observação não-participante, 203

Observação participante, 207

Etnografia, 214

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

conhecer as diferentes versões da observação que podem ser utilizadas para sua própria pesquisa. compreender os problemas específicos da observação participante. identificar a etnografia como tendência atual no contexto dessas tradições.

Ao observar-se a trajetória da pesquisa qualitativa, pode-se notar que as discussões metodológicas em relação ao papel da observação como método de pesquisa sociológico têm sido essenciais na história da pesquisa qualitativa, particularmente nos

Estados Unidos. Na literatura, podemos encontrar diferentes concepções da observação e do papel do observador. Existem estudos nos quais o observador não se torna um componente do campo observado – por exemplo, na tradição de Goffman

(1961). Esses estudos são complementados por abordagens que tentam atingir o objetivo da obtenção de um conhecimento de insider sobre o campo por meio da assimilação cada vez maior do pesquisador como participante do campo observado. Nos últimos anos, a etnografia assumiu aquilo que, antes, era a observação participante.

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Medium 9788520456057

CRUZAMENTO DOS EIXOS DE CONSTRUÇÃO MORFOSSINTÁTICA

Inez Sautchuk Editora Manole PDF Criptografado

Estudo dos termos da oração (Período simples)

QUADRO MORFOSSINTÁTICO DOS TERMOS DA ORAÇÃO

Podemos, agora, resumir didaticamente a base ou a natureza sintática de cada um dos termos da oração, bem como o tipo de sintagma pelo qual é representado na construção do enunciado. O quadro a seguir demonstra que os termos sintáticos são definidos ou autorizados por sua natureza morfológica e por sua representatividade como determinado tipo de sintagma, além, evidentemente, de apresentarem características inerentes ao contraírem funções com outros termos da oração.

Termo sintático

Base ou natureza morfológica

Representado por

Sujeito

Substantiva

Sintagma nominal (autônomo)

Objeto direto

Substantiva

Sintagma nominal (autônomo)

Objeto indireto

Preposicionada

Sintagma preposicionado (autônomo)

Predicativo do sujeito ou do objeto

Adjetiva

Sintagma adjetival/sintagma nominal/ sintagma preposicionado (autônomos)

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