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Medium 9788580554373

Capítulo 22 - Uso da internet

Denise L. McLurkin Grupo A PDF Criptografado

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Uso da internet

Inapropriado.com

“Uau!”, digo a Manuela, outra professora do 6o ano. “Fico feliz que esse passeio já esteja quase terminando.” A equipe do 6o ano – quatro turmas no total – levou suas turmas ao museu, como complemento do programa de estudos sociais, que cobre a história dos Estados Unidos. O museu tem exposições maravilhosas sobre a história dos ameríndios, a Guerra Civil, o Movimento dos Direitos Civis, o Movimento pelo

Voto das Mulheres e os Campos de Prisioneiros Japoneses da Segunda Guerra Mun­ dial. Em minha opinião, foi uma ótima experiência para nosso alunos ver todas as fotografias e os artefatos e ouvir os professores vestidos com vestimentas usadas por aqueles que eles representavam contando histórias do passado. Mas, para falar a verdade, a viagem de ônibus está me deixando louca. Lá fora faz calor, e essas janelas não estão ventilando o suficiente para que o vento atenue a temperatura ou o odor corporal não muito bom de nossos alunos suados.

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Medium 9788536317113

15. Grupos focais

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

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Uwe Flick

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Grupos focais

Entrevistas de grupo, 181

Discussões em grupo, 181

Grupos focais, 187

Narrativas conjuntas, 189

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

familiarizar-se com os diferentes caminhos para a coleta de dados em um grupo. compreender as diferenças entre as entrevista de grupo, as discussões em grupo e os grupo focais. identificar os problemas associados à utilização de grupos para a coleta de dados qualitativos.

Nos capítulos anteriores, foram apresentados vários tipos de entrevistas abertas como modo de coleta de dados qualitativos. As entrevistas semi-estruturadas e as entrevistas narrativas foram desenvolvidas a partir de uma crítica das situações de entrevista em sua forma padronizada. O ceticismo quanto a esse tipo de situação tinha como base, em parte, o argumento de sua artificialidade, uma vez que o entrevistado esteja separado de todas as relações cotidianas durante a entrevista. Além disso, a interação na entrevista padronizada de forma alguma pode ser comparada às interações cotidianas.

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Medium 9788582602546

Capítulo 4. Gestão de marketing e comunicação

Lurdes Oliveira Dorta Grupo A PDF Criptografado

Adriana Perroni Ballerini

capítulo 4

Gestão de marketing e comunicação

É possível que o termo marketing seja um dos mais utilizados e menos compreendidos em muitas situações de gerenciamento, incluindo os eventos.

Neste capítulo, mostraremos a importância de que todos os envolvidos saibam que o marketing não se trata apenas da promoção de um evento, mas de um plano que envolve toda a organização.

Objetivos de aprendizagem

Verificar a evolução dos conceitos de marketing no decorrer da história.

Avaliar os objetivos, as estratégias de marketing e comunicação e suas principais diferenças.

Identificar as características dos eventos inovadores e eficazes.

Aplicar a estrutura de um plano de marketing para o setor de eventos.

Determinar as principais estratégias de marketing para um evento.

Definir os principais métodos de pesquisa de mercado.

Caracterizar os principais aspectos de sustentabilidade na gestão do marketing e comunicação de eventos.

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Medium 9788580554373

Capítulo 24 - Guerra/terrorismo

Denise L. McLurkin Grupo A PDF Criptografado

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Guerra/terrorismo

Não sou terrorista — Sou norte-americano

Abro o mapa dos Estados Unidos. “Agora”, digo aos alunos do 5o ano,

“vocês podem abrir na página 219 do livro de estudos sociais, onde há um mapa do país, para ajudar na identificação dos estados”. Olho para trás e continuo,

“Agora, vou contar para vocês um pouco da minha história e darei um tempo para que adivinhem de onde eu vim”. Essa é a introdução para os nossos projetos de estudos sociais sobre os estados. Cada aluno deverá escrever um texto de três a quatro páginas sobre seu estado, reunir imagens que ilustrem fatos marcantes em um painel dobrável e fazer uma apresentação oral.

Olho para os meus alunos e digo: “Nasci em um estado com terra vermelha.

Meus ancestrais eram um povo nativo dos Estados Unidos. Eles eram grandes guerreiros, líderes espirituais e caçadores”. Olho em volta e vejo alguns cochichan­ do sobre de qual estado pensam que vim. “Infelizmente, muitos dos meus ances­ trais foram mortos por doenças e pela guerra.” Arrumo minha postura e digo: “O estado onde nasci fica no Meio-Oeste. Ele é conhecido como o 'Sooner State' e tem uma forte tradição em futebol americano universitário”. Sorrio ao ver que alguns estão apontando para Oklahoma em seus livros. E continuo, “Há muitas reservas de petróleo em meu estado”. Pensando sobre outra pista que possa dar, digo: “Du­ rante o verão, é bastante quente e úmido; durante o inverno, neva. Mas o que mais me lembro de quando ainda morava lá são as tempestades de gelo”. Olho para a turma e, finalmente, digo: “Então, alguém sabe me dizer de onde eu vim?”.

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Medium 9788522466023

Parte II - 3 O Positivismo Sociológico

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF Criptografado

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O Positivismo Sociológico

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3.1 A SOCIOLOGIA POSITIVISTA

O positivismo adotou parâmetros teóricos que pressupunham que os códigos reguladores dos âmbitos físico e social diferiam quanto a seu caráter: os primeiros seriam relativos a acontecimentos do mundo dos fenômenos exteriores aos homens; os segundos, aos fatos pertinentes à problemática das questões humanas ligadas à interação e à convivência social. A profissão de fé de que esses âmbitos possuíam urna origem comum, ou seja, natural, levou os pensadores positivistas a aproximá-los, apesar do reconhecimento de suas diferenças características. A evolução acelerada dos métodos de pesquisa das ciências naturais - Física, Química e Biologia- , que ocorria no século XIX, atraiu os cientistas sociais positivistas para a lógica dos procedimentos de investigação dessas ciências. Desse modo, a sociedade veio a ser concebida por eles como um organismo combinado de partes integradas e coesas que funcionavam harmoniosamente, conforme um modelo físico ou mecânico de organização. Devido à adoção desse paradigma, o positivismo foi denominado ainda de organicismo.

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Medium 9788565848961

Capítulo 1 - Culturas e comunidades online

Robert V. Kozinets Grupo A PDF Criptografado

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Culturas e comunidades online

Resumo

Nossos mundos sociais estão se digitalizando, com talvez centenas de milhões de pessoas interagindo por meio das muitas comunidades online e suas ciberculturas associadas. Para manterem-se atuais, nossos métodos de pesquisa devem acompanhar essa realidade. Este livro fornece um conjunto de diretrizes metodológicas para a realização de netnografia, uma forma de pesquisa etnográfica adaptada para incluir a influência da internet nos mundos sociais contemporâneos.

Palavras-chave: comunidade, cultura, cibercultura, etnografia, pesquisa na internet, netnografia, comunidade online, métodos de pesquisa

INTRODUÇÃO

Nossos mundos sociais estão se tornando digitais. Consequentemente, cientistas sociais ao redor do mundo estão constatando que para compreender a sociedade, é preciso seguir

as atividades sociais e interações das pessoas na internet e por meio de outros meios de comunicação mediados pela tecnologia. Este livro é um guia para esta nova geração de pesquisadores. Seu tema é a netno­grafia – uma forma especializada de etnografia adaptada

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Medium 9788520441459

10. Comunicação estratégica para empresas familiares

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

10. Comunicação estratégica para empresas familiares

Profissionalização da gestão se consolida com o reconhecimento da função estratégica da comunicação

“A comunicação é um processo amplo, que abrange todas as pessoas de uma organização e está balizada por relacionamentos intensos e permanentes com os públicos internos e externos e dos públicos internos entre si.”

Wilson da Costa Bueno

Para fixar com exatidão a imagem de uma empresa, é necessário adequá-la aos novos tempos caracterizados por uma sociedade cada vez mais crítica e engajada. Nesse contexto, a comunicação passou a fazer parte do próprio negócio, agregando valores a produtos e serviços.

No caso da empresa familiar, o processo de profissionalização se consolidará pelo reconhecimento da função estratégica da comunicação como instrumento de gestão corporativa, de integração do corpo funcional e de fidelização dos clientes externos. As lideranças que se identificam com a cultura do diálogo conseguem superar desafios e metas pela concretização de um ambiente organizacional de coesão e corresponsabilização por resultados. E, ainda, pela capacidade de ouvir e compreender as reais necessidades dos clientes e as tendências do mercado.

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Medium 9788536317113

7. Base epistemológica: construção e compreensão de textos

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

Introdução à pesquisa qualitativa

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Base epistemológica: construção e compreensão de textos

Texto e realidades, 83

O texto como concepção do mundo: construções de primeiro e segundo graus, 84

As construções sociais como pontos de partida, 85

A concepção do mundo no texto: mimese, 86

A mimese na relação entre a biografia e a narrativa, 88

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

entender que a relação entre as realidades sociais em estudo e a representação nos textos utilizados para estudá-las não constitui uma simples relação individualizada. reconhecer a existência de diferentes processos de construção social envolvidos. identificar a mimese como um conceito eficaz para a descrição destes processos. empregar isso a uma forma proeminente de pesquisa qualitativa.

No capítulo anterior, argumentou-se no sentido de que o verstehen, a referência a casos, a construção da realidade e a utilização de textos como material empírico constituem aspectos comuns da pesquisa qualitativa que se interpõem nas diferentes posturas teóricas. A partir desses aspectos, surgem várias questões. Como é possível entender-se o processo de construção da realidade social no fenômeno em estudo, mas também no processo de estudálo? Como a realidade é apresentada ou produzida no caso que é (re)construído para fins investigativos? Qual a relação entre

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Medium 9788520441459

4. Antes de falar, ponha-se a ouvir e pensar

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

4. Antes de falar, ponha-se a ouvir e pensar

Pontos básicos da comunicação eficaz

“Todos nós somos um mistério para os outros e para nós mesmos.”

Érico Veríssimo

A história das empresas tem demonstrado que os problemas de comunicação são os principais responsáveis pela grande maioria dos erros operacionais, desacertos de gestão e conflitos interpessoais no trabalho.

Para a comunicação eficaz entre duas pessoas, é vital que se observem alguns pontos básicos, como:

� saiba o que vai dizer – procure “arrumar” as ideias. Trace o objetivo da mensagem, o que você deseja que os receptores da mensagem absorvam, qual o verdadeiro propósito da comunicação. Se necessário, faça um pequeno roteiro, enumerando apenas os tópicos a serem abordados;

� a quem vai se dirigir? – antes de transmitir alguma informação ou iniciar uma conversação ou um simples diálogo, procure adequar suas palavras ao perfil do interlocutor;

� determine seus objetivos – pergunte a você mesmo qual a intenção no ato da comunicação que estabelecerá e quais as razões que motivaram a necessidade de falar ou se expressar. Reflita sobre as suas verdadeiras intenções e objetivos;

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Medium 9788520431788

Imagens coloridas

PASSARELLI, Silvio Editora Manole PDF Criptografado

imagens c o l o ri d a s

138

Figura 2

Diamante

Montblanc.

Lapidação exclusiva e patenteada.

Fonte: Divulgação

Montblanc.

Figura 3

Brincos Montblanc.

Fonte: Divulgação

Montblanc.

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Figura 4

Edições da revista

Wish Report.

Figura 5

Ambiente interno de loja da Montblanc.

Fonte: Divulgação

Montblanc.

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Figura 6

Fachada e ambiente interno da loja Daslu.

Fonte:

Villa Daslu

(Daniella

Lunardelli).

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Figura 7

Shopping

Iguatemi.

Figura 8

Shopping Cidade

Jardim.

Fonte: Fotos de divulgação Shopping

Cidade Jardim.

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Figura 9

Galeria Milano.

Figura 10

Rodeo Drive.

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Figura 11

Ambiente interno de loja da Cartier.

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Silvio Passarelli nasceu na cidade de

São Paulo, no ano de 1951. Graduouse em Administração de Empresas e Economia e pós-graduou-se em

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Medium 9788580555707

Capítulo 11 - Movimentos Sociais, Mudança Social e Tecnologia

Richard T. Schaefer Grupo A PDF Criptografado

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MOVIMENTOS SOCIAIS,

MUDANÇA SOCIAL E TECNOLOGIA

t u p í l

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a

MOVIMENTOS SOCIAIS

TEORIAS DA MUDANÇA SOCIAL

RESISTÊNCIA À MUDANÇA SOCIAL

A TECNOLOGIA E O FUTURO

Quem governa os Estados Unidos e quem o governará no futuro? A elite

– o 1% da população no topo da pirâmide –, ou todos os demais – os assim chamados 99%?

Em 2011 e 2012, durante uma profunda e duradoura recessão, a pergunta foi o tópico central do movimento Occupy Wall Street. O movimento começou na cidade canadense de Vancouver com a sugestão dos editores da revista Adbusters de se organizar um protesto contra a “tirania das grandes corporações” no Sul da ilha de Manhattan. Espelhando as últimas novidades tecnológicas, o apelo à ação foi uma postagem no Twitter que se encerrava com o link

“#occupywallstreet”.

Em 7 de setembro de 2011, primeiro dia do movimento, 2 mil manifestantes reuniram-se na cidade de Nova York. Dizendo-se porta-vozes da vasta maioria dos norte-americanos, afirmavam estar ali para representar “os 99%” – aqueles que, com a quebra do mercado de ações, haviam perdido o emprego, a casa ou as economias que lhes permitiriam aposentar-se. Nas semanas seguintes, o movimento se alastraria por todo o território norte-americano, e pelo planeta, onde milhões de pessoas também sofriam com a crise financeira global (Peralta, 2011; M. Scherer, 2011).

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Medium 9788582602546

Capítulo 8. Lazer e entretenimento em eventos

Lurdes Oliveira Dorta Grupo A PDF Criptografado

Bruno César Rodrigues Manhães

capítulo 8

Lazer e entretenimento em eventos

Você já conseguiu imaginar como seria viver sem dedicar alguns momentos a atividades de lazer e entretenimento? Com certeza, é difícil sequer imaginar que isso seria possível, tamanha é a naturalidade dessas atividades em nosso cotidiano. Neste capítulo, conheceremos um pouco mais sobre lazer e entretenimento para compreender sua importância e relação com eventos.

Objetivos de aprendizagem

Avaliar os aspectos subjetivos de necessidades, desejos e aspirações dos consumidores.

Conhecer a trajetória histórica do lazer, as mudanças na forma de se entender o trabalho e o tempo livre, as terminologias importantes e a evolução do ócio.

Verificar como as pessoas enxergam o entretenimento atualmente, considerando os pilares básicos da sociedade hipermoderna (e seus efeitos).

Identificar o público que frequenta os eventos, tratando de compreendê-lo a partir da motivação central de sua participação.

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Medium 9788521635406

Capítulo 4 - Compra e venda de força de trabalho

MARX, Karl Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo

4

Compra e Venda de Força de Trabalho*

Após ver que o valor das mercadorias corresponde apenas ao trabalho humano nelas contido, voltemos agora à questão de saber como o fabricante pode tirar da produção de suas mercadorias um valor superior àquele que foi dispensado nelas.

Coloquemos ainda uma vez os termos do problema. Para a produ‑

ção de certa mercadoria, ele tem necessidade de certa quantia, diga‑ mos de 100 xelins; em seguida, vende a mercadoria fabricada por

110 xelins. Tendo mostrado, após examinar, que o valor suplementar de 10 xelins não pode provir da circulação, é preciso que ele pro‑ venha da produção. Por exemplo, para fazer o fio com certos meios de produção, tais como máquinas, algodão e acessórios, é realizado um trabalho na fiação. Como esse trabalho é socialmente neces‑ sário, ele gera valor. Acrescenta, pois, a determinadas matérias da produção – em nosso exemplo, ao algodão bruto – um novo valor, incorporando simultaneamente ao fio o valor das máquinas utiliza‑ das etc. Permanece, todavia, o problema de que o capitalista parece ter incluído no preço de custo o trabalho fornecido. Porque, ao lado

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Medium 9788520431788

1. Luxo: fenomenologia e conceito

PASSARELLI, Silvio Editora Manole PDF Criptografado

1. luxo: fen o menol og i a e c o n c e i t o

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Mestre Aurélio é pontual e, sob certo aspecto, cruel ao definir em seu consagrado dicionário o verbete “luxo”: “modo de vida caracterizado por grandes despesas supérfluas e pelo gosto da ostentação e do prazer”. Luxus, do latim, significa, muitas vezes, abundância ou refinamento e, em casos isolados, excesso e ostentação.

Em algumas situações, correlaciona-se luxo também com luz (lux)

– uma visão positiva do brilho e da capacidade de iluminar desses produtos – ou com luxúria (em um viés mais crítico), que lembra todo o conjunto de misérias humanas decorrente desse conceito.

É cabível observar que a expressão “grandes despesas su­pérfluas”­

é bastante difícil de ser caracterizada no âmbito das eco­no­mias modernas. Se considerarmos que as necessidades estão associadas ao processo de manutenção da vida e os desejos, ao processo de diferenciação da vida em sociedade, somos forçados a admitir que o homem contemporâneo experimenta, praticamente, a quase totalidade da demanda por bens e serviços ligada aos desejos e não às necessidades. Para o nosso entendimento, a expressão “supérfluo” deve estar sempre seguida de qualificação que lhe dê suporte.

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Medium 9788597018639

15 - Globalização

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade Grupo Gen PDF Criptografado

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123ArtistImages | iStockphoto

Globalização

15.1 Origem

A origem dos termos sociedade global e globalização é anterior à globalização neoliberal.

Data de finais dos anos 1960 e deve ser creditada a MacLuhan e a Brzezinski, autores norte-americanos de dois livros famosos na época: Guerra e paz na aldeia global, de Marshall

MacLuhan e A revolução tecnotrônica, de Zbigniew Brzezinski. MacLuhan anunciou a emer-

LakatosMarconi.indb 253

12/13/18 11:11 AM

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Capítulo 15

gência da “aldeia global”, com base numa extrapolação da intervenção militar americana no

Vietnã quando a derrota dos EUA foi transmitida ao vivo pelas redes de TV transformando-se na primeira “realidade virtual global”, assistida por milhões de telespectadores do mundo. Por sua vez, Brzezinski colocou em circulação as expressões cidade global e sociedade global para designar a nova reconfiguração do planeta, operada pelas redes tecnotrônicas termo introduzido por ele para designar a conjugação do computador, da TV e da rede de telecomunicação (CASTRO, 2009).

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