23 capítulos
Medium 9788582714324

PARTE IV – O Encéfalo em Mudança

Mark F. Bear, Barry W. Connors, Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV

781

O Encéfalo em Mudança

CAPÍTULO 23

Conectando o Encéfalo

783

CAPÍTULO 24

Sistemas de Memória

823

CAPÍTULO 25

Mecanismos Moleculares do Aprendizado e da Memória

865

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CAPíTUlO 23

Conectando o Encéfalo

INTRODUÇÃO

A GêNESE DOS NEURÔNIOS

Proliferação Celular

QUADRO 23.1

DE ESPECIAL INTERESSE: A Neurogênese em Seres Humanos Adultos (Ou Como os Neurocientistas

Aprenderam a Apreciar a Bomba)

Migração Celular

Diferenciação Celular

Diferenciação de Áreas Corticais

QUADRO 23.2

A ROTA DA DESCOBERTA: Construindo um Mapa da Mente, por Pasko Rakic

A GêNESE DAS CONEXÕES

O Axônio em Crescimento

Orientação dos Axônios

Sinais de Orientação

Estabelecendo Mapas Topográficos

QUADRO 23.3

DE ESPECIAL INTERESSE: Por Que os Axônios de Nosso SNC Não Se Regeneram?

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PARTE I – Fundamentos

Mark F. Bear, Barry W. Connors, Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE I

1

Fundamentos

CAPÍTULO 1

Neurociências: Passado, Presente e Futuro

3

CAPÍTULO 2

Neurônios e Glia

23

CAPÍTULO 3

A Membrana Neuronal em Repouso

55

CAPÍTULO 4

O Potencial de Ação

81

CAPÍTULO 5

Transmissão Sináptica

109

CAPÍTULO 6

Sistemas de Neurotransmissores

143

CAPÍTULO 7

A Estrutura do Sistema Nervoso

179

Apêndice: Um Guia Ilustrado da Neuroanatomia Humana

219

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CAPíTUlO 1

Neurociências:

Passado, Presente e Futuro

INTRODUÇÃO

AS ORIGENS DAS NEUROCIêNCIAS

A Visão do Encéfalo na Grécia Antiga

A Visão do Encéfalo durante o Império Romano

A Visão do Encéfalo da Renascença ao Século XIX

A Visão do Sistema Nervoso no Século XIX

Nervos como Fios

Localização de Funções Específicas em Diferentes Partes do Encéfalo

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Medium 9788580555370

2. Conhecer as vias

Eugene C. Toy, Evan Yale Snyder, Josh Neman, Rahul Jandial Grupo A PDF Criptografado

2

TOY, SNYDER, NEMAN & JANDIAL

1. Quadro geral

A neurociência é única, pois integra um entendimento da ciência em vários níveis, a partir de uma compreensão molecular de eventos, como, por exemplo, desde os receptores ao nível das sinapses até uma compreensão global dos tratos sensoriais/ motores e suas interações espaciais. É por meio do entendimento de todos estes conceitos que o aluno pode compreender melhor as apresentações clínicas dos distúrbios neurológicos e a teoria envolvida nas diferentes opções de tratamento. O aluno deve abordar cada tópico em neurociência em ambos os aspectos, se aplicável. Por exemplo, ao estudar a esclerose múltipla (EM), o aluno deve compreender que essa doença em nível molecular envolve a destruição de oligodendrócitos, responsáveis pela formação e pela manutenção da bainha de mielina em torno dos axônios do sistema nervoso central. O estudante, então, deve revisar os nódulos de Ranvier e os conceitos relativos à condução saltatória do potencial de ação. Em seguida, ele deve avaliar a condição de uma perspectiva neuroanatômica. Por exemplo, se o paciente com EM apresenta prejuízo na adução do olhar à direita, mas convergência normal e abdução normal ao olhar para a esquerda, o aluno terá condições não só de diagnosticar que o paciente possui uma oftalmoplegia intranuclear (OIN) à esquerda, mas também de entender que a lesão se localiza no fascículo longitudinal medial (FLM) à esquerda, e poderá seguir com a revisão da anatomia do trato FLM

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Medium 9788520461303

2 Nossa profunda natureza social: o espectro do autismo

Eric R. Kandel Editora Manole ePub Criptografado

Somos seres intensamente sociais por natureza. Nosso sucesso de adaptação ao meio ambiente ao longo da evolução resultou em grande parte de nossa capacidade de relacionamento social. Mais do que qualquer outra espécie, dependemos uns dos outros para ter companhia e sobreviver. Por isso, não podemos nos desenvolver normalmente vivendo isolados. As crianças possuem a capacidade inata de interpretar o mundo que enfrentarão quando adultas, porém só podem aprender as habilidades essenciais de que precisarão, como a linguagem, de outras pessoas. A privação sensorial ou social no início da vida pode prejudicar a estrutura do cérebro. Da mesma forma, precisamos de interação social para manter o cérebro saudável na velhice.

Aprendemos muito sobre a natureza e importância de nosso cérebro social – regiões e processos especializados na interação com outras pessoas – ao estudar o autismo, um transtorno complexo em que não há desenvolvimento normal do cérebro social. O autismo surge durante um período crítico de desenvolvimento no início da vida, antes dos 3 anos. Como as crianças autistas não são capazes de desenvolver habilidades sociais e de comunicação de maneira espontânea, elas se isolam em um mundo interior e não interagem socialmente com os outros.

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7 Movimento: doenças de Parkinson e de Huntington

Eric R. Kandel Editora Manole ePub Criptografado

Pelo fato de o movimento parecer tão intuitivo para a maioria de nós, talvez não percebamos quão complexo ele é. Antes que possamos agir, nosso cérebro deve emitir comandos para o corpo, a fim de que os músculos recebam a ordem para contrair ou relaxar. Esses comandos são controlados pelo sistema motor, um conjunto especializado de circuitos e vias neurais que começam no córtex, estendem-se pela medula espinal e distribuem-se a cada centímetro do corpo.

Quando há algo de errado com o sistema motor, ocorrem comportamentos ou movimentos anormais, ou, ainda, perda de controle do movimento. Isso também se manifesta de forma clara no cérebro, e é por esse motivo que os neurologistas têm se concentrado de modo tão intenso na anatomia, com o intuito de associar os transtornos neurológicos aos circuitos neurais específicos no cérebro que os determinam.

Esses estudos de transtornos neurológicos contribuíram muito para a nossa compreensão da função cerebral normal. Na verdade, até a década de 1950, a neurologia clínica era espirituosamente conhecida como a disciplina médica que podia diagnosticar tudo, mas não tratava quase nada. No entanto, após esse período, novos conhecimentos sobre as bases moleculares dos transtornos neurológicos revolucionaram os tratamentos para pessoas com doença de Parkinson, acidentes vasculares encefálicos e até lesões de medula espinal.

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