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Medium 9788582714058

Capítulo 1 - Células: as unidades fundamentais da vida

Bruce Alberts; Dennis Bray; Karen Hopkin; Alexander Johnson; Julian Lewis; Martin Raff; Keith Roberts; Peter Walter Grupo A PDF Criptografado

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Células: as unidades fundamentais da vida

O que significa estar vivo? Petúnias, pessoas e algas estão vivas; pedras, areia e brisa de verão não estão. Contudo, quais são as principais propriedades que caracterizam os organismos vivos e os distinguem da matéria sem vida?

A resposta inicia com um fato básico, que é dado como certo no momento, mas marcou uma revolução no pensamento quando estabelecido, pela primeira vez, há 175 anos. Todas as coisas vivas (ou organismos) são compostas por células: pequenas unidades delimitadas por membranas, preenchidas com uma solução aquosa concentrada de compostos e dotadas de uma capacidade extraordinária de criar cópias delas mesmas pelo seu crescimento e pela sua divisão em duas. As formas mais simples de vida são células solitárias. Organismos superiores, inclusive nós, são comunidades de células originadas por crescimento e divisão de uma única célula fundadora. Cada animal ou planta é uma vasta colônia de células individuais, cada uma realizando uma função especializada que

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Medium 9788582714409

Capítulo 2. Etnobotânica

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

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ETNOBOTÂNICA

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir etnobiologia e etnobotânica.

Citar as abordagens e ramificações da etnobiologia.

Explicar o caráter interdisciplinar da etnobotânica.

Relacionar a etnobotânica à etnofarmacologia.

Listar as contribuições e possibilidades oriundas da etnobotânica.

Explicar a importância e as formas de dar retorno às populações sobre as

informações adquiridas em estudos etnobotânicos.

INTRODUÇÃO

Como foi visto no Capítulo 1, a utilização de plantas como medicamentos pela humanidade é tão antiga quanto a história do homem. Desde tempos remotos, os seres humanos usam substâncias químicas derivadas da natureza

− plantas, animais e microrganismos – para atender às suas necessidades básicas, incluindo a prevenção e o tratamento de doenças. O homem acumulou informações sobre o ambiente que o cerca e, sem dúvida, esse conhecimento foi completamente baseado em suas observações diárias e constantes dos fenômenos e características da natureza.

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Medium 9788582715130

Capítulo 24 - Desenvolvimento na saúde e na doença: Defeitos congênitos, disruptores endócrinos e câncer

Scott F. Gilbert, Michael J. F. Barresi Grupo A PDF Criptografado

Parte VII   �Desenvolvimento em contextos mais amplos

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Desenvolvimento na saúde e na doença

Defeitos congênitos, disruptores endócrinos e câncer

“A PARTE SURPREENDENTE DO DESENVOLVIMENTO DE MAMÍFEROS”, segundo a geneticista médica britânica Veronica van Heyningen (2000), “não é que às vezes dê errado, mas que alguma vez seja bem-sucedido”. É realmente incrível que qualquer um de nós esteja aqui, uma vez que relativamente poucas concepções humanas se desenvolvem com sucesso até o nascimento. Os dados recentes (Mantzouratou e Delhanty,

2011; Chavez et al., 2012) sugerem que apenas 20 a 50% dos embriões na fase de clivagem humana são implantados com sucesso no útero. Muitos embriões humanos têm anomalias cromossômicas que são expressas tão cedo que o embrião não se implanta e é abortado espontaneamente, em geral antes de uma mulher perceber que ela concebeu. Dos embriões que se implantam com sucesso, estudos da década de 1980 sugerem que apenas cerca de 40% sobrevivem até o termo (Edmonds et al., 1982; Boué et al., 1985). Outros estudos (Winter 1996; Epstein, 2008) estimam que cerca de 2,5% dos bebês que chegam ao termo têm um defeito congênito reconhecível.

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Medium 9788584290994

Capítulo 3. Estastística descritiva

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

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Estatística descritiva

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos introduzir algumas maneiras simples de resumir e descrever dados. Destacaremos a importância dessas técnicas analíticas para um entendimento adequado dos resultados de nossa própria pesquisa e de pesquisas apresentadas por outros. Para tanto, será preciso:

99 Descrever um escore típico em uma amostra (medidas de tendência central);

99 Descrever a variabilidade ou dispersão dos escores em uma amostra;

99 Apresentar os dados graficamente, incluindo:

• Gráfico de barras

• Gráficos de linhas

• Histogramas

• Diagramas de caixa e bigodes

99 Executar as análises usando o SPSS.

Para aproveitar ao máximo as informações presentes neste capítulo, tenha certeza de ter lido e entendido o Capítulo 1, bem como a introdução para o SPSS, apresentada no Capítulo 2.

ANALISANDO OS DADOS

No Capítulo 1, apresentamos uma visão geral do processo de pesquisa com diferentes maneiras para realizá-la (delineamentos de pesquisa). Neste capítulo, avançaremos, e

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Medium 9788582715130

Capítulo 1 - Fazendo novos corpos: Mecanismos de organização no desenvolvimento

Scott F. Gilbert, Michael J. F. Barresi Grupo A PDF Criptografado

PARTE I    Padrões e processos da formação

Uma estrutura para compreender o desenvolvimento animal

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Fazendo novos corpos

Mecanismos de organização no desenvolvimento

O que se mantém igual quando um girino se torna uma rã, e o que muda?

ENTRE A FERTILIZAÇÃO E O NASCIMENTO, o organismo em desenvolvimento é conhecido como embrião. O conceito de embrião é espantoso. Como um embrião, você teve de construir a si mesmo a partir de uma única célula. Você teve de respirar antes que tivesse pulmões, digerir antes que tivesse estômago, construir ossos quando era uma polpa e formar redes ordenadas de neurônios antes de saber como pensar. Uma das diferenças fundamentais entre você e uma máquina é que uma máquina nunca é obrigada a funcionar até depois de ser construída. Cada organismo multicelular tem de funcionar até enquanto se constrói. A maioria dos embriões humanos morre antes de nascer. Você sobreviveu.

Organismos multicelulares não surgem completamente formados. Ao contrário, eles surgem por meio de um processo relativamente lento de mudança progressiva que chamamos de desenvolvimento. Em quase todos os casos, o desenvolvimento de um organismo multicelular começa com uma única célula – o ovo fertilizado, ou zigoto, que se divide mitoticamente para produzir todas as células do corpo. O estudo do desenvolvimento animal tem sido chamado tradicionalmente de embriologia, devido

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