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Medium 9788527733502

10 - Desenvolvimento, Produção, Validação e Boas Práticas de Fabricação de Produtos para Diagnóstico In Vitro

VAZ, Adelaide José et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 10

Desenvolvimento, Produção, Validação e Boas Práticas de Fabricação de Produtos para Diagnóstico In Vitro

Cláudia Solimeo Meneghisse

Introdução

Em um mundo globalizado, é importante considerar não só a legislação brasileira, mas também a legislação internacional durante o planejamento, o desenvolvimento, a validação e a produção de reagentes para diagnóstico de uso in vitro (IVD, in vitro diagnosis). As boas práticas de fabricação e controle

(BPF) devem ser consideradas desde o início do processo de desenvolvimento, conforme aplicável, para facilitar a implementação durante a produção.

Os produtos para IVD fazem parte de uma categoria conhecida como dispositivos médicos, no Brasil mais conhecidos como produtos para saúde (antigamente chamados de

“correlatos”). Apesar de suas particularidades, os IVD são, em geral, regulamentados como uma subcategoria dos dispositivos médicos, tomando-se essa legislação como base.

A tendência atual na área de dispositivos médicos, incluindo produtos para IVD, é a harmonização da legislação, se não em nível global, pelo menos entre comunidades econômicas. Como exemplo, é possível citar a União Europeia

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Medium 9788527733502

14 - Proteínas Plasmáticas

VAZ, Adelaide José et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 14

Proteínas Plasmáticas

Adelaide J. Vaz e Joilson O. Martins

Introdução

As proteínas plasmáticas e do soro são importantes para o diagnóstico clínico e o monitoramento de doenças e diversas condições clínicas. Por meio da dosagem das proteínas plasmáticas é possível identificar infecções, doenças autoimunes, bem como acompanhar estados inflamatórios. A dificuldade em interpretar as correlações entre as proteínas plasmáticas faz com que haja um diagnóstico equivocado de diversas condições inflamatórias, infecciosas e autoimunes.

Os imunoensaios aplicados para identificar e semiquantificar proteínas foram inicialmente a imunoeletroforese (IEF), ainda nos anos 1950. Os resultados apenas comparavam amostras normais com as amostras em estudo e avaliavam visualmente a intensidade dos arcos de precipitação. A eletroforese demonstrou frações com distintas mobilidades, de acordo com a carga elétrica de seus componentes em pH alcalino: albumina, alfaglobulina, betaglobulina e gamaglobulina, em ordem decrescente de mobilidade. O uso de acetato de celulose como suporte demonstrou que a zona de migração alfa é constituída de duas frações, alfa-1 e alfa-2-globulina. Como as bandas separadas aparecem na forma de áreas ou zonas distintas, essa eletroforese foi chamada de eletroforese de zona.

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Medium 9788582714058

Capítulo 8 - Controle da expressão gênica

Bruce Alberts, Dennis Bray, Karen Hopkin, Alexander Johnson, Julian Lewis, Martin Raff, Keith Roberts, Peter Walter Grupo A PDF Criptografado

8

Controle da expressão gênica

O DNA de um organismo codifica todas as moléculas de RNA e proteína que são necessárias para fazer as suas células. No entanto, uma descrição completa da sequência de DNA de um organismo – seja ela de alguns milhões de nucleotídeos de uma bactéria, seja de poucos bilhões de nucleotídeos de cada célula humana – não nos capacitaria mais a reconstruir um organismo do que uma lista de todas as palavras em inglês de um dicionário nos tornaria capazes de reconstruir uma peça de Shakespeare. Precisamos saber como os elementos em uma sequência de DNA ou as palavras em uma lista atuam em conjunto para produzir uma obra-prima.

Para as células, esta tarefa envolve a expressão gênica. Mesmo a bactéria unicelular mais simples pode usar os seus genes seletivamente – por exemplo, ativando e inibindo genes de maneira a produzir as enzimas necessárias para digerir as diferentes fontes de alimento disponíveis. Em plantas e animais multicelulares, contudo, a expressão gênica está sob um controle muito mais elaborado. Durante o desenvolvimento embrionário, um óvulo fertilizado origina muitos tipos celulares que diferem drasticamente tanto em estrutura como em função.

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Medium 9788520432006

18. Subjetividade no Processo Educativo: Contribuições da Psicologia à Educação Ambiental

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Subjetividade no

Processo Educativo 

Contribuições da

Psicologia à Educação

Ambiental

18

Helena Maria Campos Magozo

Psicóloga, Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo

A educação ambiental abarca múltiplas dimensões em sua concepção teórica, em suas práticas e no diálogo constante entre teoria e prática.

Todavia, para ser um processo coerente, transformador e radical como se propõe, ela deve partir de um desvelamento das representações, dos sentimentos e das concepções dos próprios educadores que, consciente ou inconscientemente, estarão se explicitando durante todo o processo educativo.

A proposição deste capítulo é possibilitar uma ruptura na rotina e no cotidiano das pessoas, ressignificando práticas ou, pelo menos, tornando mais conscientes as representações, os sonhos, as concepções, as coerências e incoerências que carregam em seus projetos e práticas. Ressignificado que enfatiza a dimensão da subjetividade dos educadores e dos educandos como uma dimensão fundamental, desafiante e enriquecedora em seus programas de educação relativa às questões ambientais.

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Medium 9788527731812

13 - Hemocitopoese

L. C. Junqueira, José Carneiro, Paulo Abrahamsohn Grupo Gen PDF Criptografado

13

Hemocitopoese

Introdução, 244

Células‑tronco, fatores de crescimento e diferenciação, 244

Medula óssea, 245

Maturação dos eritrócitos, 250

Granulocitopoese, 250

Maturação dos granulócitos, 254

Cinética da produção de neutrófilos, 255

Cinética da produção de outros granulócitos, 256

Maturação dos linfócitos e monócitos, 256

Origem das plaquetas, 257

Bibliografia, 260

Junqueira 13.indd 243

26/04/17 23:29

244

Histologia Básica | Texto e Atlas

Introdução

Hemocitopoese é o processo contínuo e regulado de pro‑ dução de células do sangue, que envolve renovação, pro‑ liferação, diferenciação e maturação celular. As células do sangue têm vida curta e são constantemente renova‑ das pela proliferação mitótica de células localizadas nos

órgãos hemocitopoéticos. As primeiras células sanguíneas do embrião surgem muito precocemente (em torno do 19o dia de gestação), no mesoderma do saco vitelino. Essa fase transiente da hemocitopoese, denominada mesoblás‑ tica, é caracterizada pelo desenvolvimento de eritroblas‑ tos primitivos (principalmente) e, em geral, ocorre no interior de vasos sanguíneos em desenvolvimento, pros‑ seguindo até a 6a semana de vida intrauterina (VIU).

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