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Capítulo 16 Gnathifera | Filos Gnathostomulida, Rotifera (inclusive Acanthocephala) e Micrognathozoa

BRUSCA, Richard C.; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Grupo Gen PDF Criptografado

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Gnathifera

Filos Gnathostomulida, Rotifera

(inclusive Acanthocephala) e

Micrognathozoa

clado Gnathifera inclui três filos: Gnathostomulida, Micrognathozoa e Rotifera, enquanto esse último contém os vermes acantocéfalos parasitários (antes classificados em um filo separado). O nome desse clado originou-se do grego gnathos (“mandíbula”) e do latim fera

(“carregar ou portar”) e refere-se à existência de componentes faríngeos rígidos

(i. e., mandíbulas) que estão presentes ou foram perdidos secundariamente em todos os táxons dos gnatíferos. Apesar de suas dimensões diminutas, os gnatíferos mostram complexidade anatômica notável, especialmente em suas estruturas mandibulares

(p. ex., o mástax e os trofos) e na organização de seus sistemas

Classificação do muscular e nervoso. reino Animal (Metazoa)

Até meados da década de 1990, os gnatostomulídeos e os

Lophophorata

Não Bilateria* rotíferos eram reunidos a outros táxons microscópicos em

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Medium 9788527729369

Capítulo 7 - O Processo Reprodutivo

Cleveland P. Hickman Jr, Larry S. Roberts, Susan Keen, David J. Einsenhour, Allan Larson, Helen Anson Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍT ULO

7

O Processo

Reprodutivo

O óvulo e o espermatozoide humanos no momento da fecundação.

“Omne vivum ex ovo”

Em 1651, nos últimos anos de uma longa vida, William Harvey, o fisiologista inglês que havia fundado a fisiologia experimental ao explicar o circuito sanguíneo, publicou um tratado sobre a reprodução.

Ele afirmou que toda a vida se desenvolve a partir do ovo – omne vivum ex ovo. Harvey foi engenhoso, uma vez que não tinha meios para visualizar os ovos de muitos animais, especialmente o ovo microscópico dos mamíferos, que, a olho nu, não é maior do que um grão de poeira. E mais ainda, Harvey afirmou que os ovos são lançados em seu curso de desenvolvimento por alguma influência do sêmen, uma conclusão que foi ou extraordinariamente perceptiva, ou então uma conjetura afortunada, uma vez que o espermatozoide também era invisível para Harvey. Tais ideias diferiam nitidamente das noções de biogênese então existentes, que viam a vida surgindo de muitas fontes, das quais os ovos eram apenas uma dentre elas. Harvey descreveu

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Medium 9788582712993

Capítulo 11 - Órgãos Genitais Femininos (Organa Genitalia Feminina)

Horst Erich König, Hans-Georg Liebich Grupo A PDF Criptografado

Órgãos Genitais Femininos

(Organa Genitalia Feminina)

H. E. König, J. Plendl e H.-G. Liebich

Os órgãos genitais femininos são constituídos de forma análoga aos órgãos genitais masculinos, sendo divididos em órgãos que produzem os gametas e órgãos que são responsáveis pelo transporte e armazenamento dos gametas. Os órgãos genitais femininos incluem os ovários e as tubas uterinas pares, o útero e o órgão copulatório (vagina, vestíbulo da vagina e vulva).

Os ovários produzem tanto gametas femininos quanto hormônios. As tubas uterinas pares capturam os oócitos liberados pelos ovários e os transportam para o útero, onde o ovo fertilizado é mantido. A vagina serve como órgão copulatório e, juntamente com sua continuação, o vestíbulo, como canal de parto e passagem para excreção urinária (Figs. 11-1 a 11-5 e 11-33).

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Ovário (ovarium)

Os ovários se originam do primórdio gonadal, posicionado na região lombar da face medial do mesônefro. Esses cordões de células incorporam células germinativas primordiais, as quais possuem uma origem distante no saco vitelino e alcançam a gônada por meio de migração. Mais tarde, durante o desenvolvimento do animal, essas células formam aglomerados, os quais se diferenciam em gametas femininos e células de suporte

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Capítulo 23 Filo Arthropoda | Miriápodes | Centopeias, Milípedes e seus Parentes

BRUSCA, Richard C.; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Grupo Gen PDF Criptografado

23

Filo Arthropoda

Miriápodes | Centopeias,

Milípedes e seus Parentes

subfilo Myriapoda dos artrópodes inclui quatro grupos ordenados tradicionalmente em classes: Chilopoda (centopeias), Diplopoda (milípedes),

Pauropoda (paurópodes) e Symphyla (sínfilos) (ver classificação adiante). Todos os miriápodes modernos são terrestres, mas essa linhagem provavelmente iniciou sua evolução em ambiente aquático. Os primeiros registros fósseis de milípedes datam do período Ordoviciano ou do início do Siluriano, e alguns deles parecem representar espécies marinhas.

Evidências fósseis sugerem que os miriápodes (milípedes) não fizeram a sua primeira aparição no ambiente terrestre até a metade do Siluriano Médio. A Figura 23.1 ilustra vários tipos

Classificação do de miriápodes. Até hoje, existem descritas mais de 16.000 espéreino Animal (Metazoa) cies vivas.

Lophophorata

Não Bilateria*

As centopeias e os milípedes são artrópodes bem-conhe(Também conhecidos como

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Capítulo 17 Lofoforados | Filos Phoronida, Bryozoa e Brachiopoda

BRUSCA, Richard C.; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Grupo Gen PDF Criptografado

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Lofoforados

Filos Phoronida, Bryozoa e

Brachiopoda

partir do fim do século 19, três filos – Phoronida, Bryozoa (= Ectoprocta) e Brachiopoda –, todos caracterizados por uma estrutura alimentar singular conhecida como lofóforo, foram considerados um clado potencial dentro dos Deuterostomia (ver o quadro de classificação). A principal característica unificadora de Lophophorata era o próprio lofóforo, uma estrutura alimentar singular em forma de tentáculo, além do epistoma associado

(um retalho muscular que tem a função de movimentar as partículas alimentares capturadas do lofóforo para a boca). A inclusão desses três filos entre os deuterostômios estava baseada em um conjunto de características de desenvolvimento,

Classificação do incluindo: uma clivagem radial e indeterminada, enterocelia e reino Animal (Metazoa) desenvolvimento secundário da boca em vez do blastóporo

Lophophorata

Não Bilateria*

(i. e., “deuterostomia”). Além disso, todos os três filos desen(Também conhecidos como

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