114 capítulos
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Capítulo 12 - Código Genético e Síntese de Proteínas

Arnaldo Zaha, Henrique Bunselmeyer Ferreira, Luciane M.P. Passaglia Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

Irene Silveira Schrank | Marilene Henning Vainstein

Código Genético e

Síntese de Proteínas

1. Código genético

256

4.1.2 Eucariotos 266

2.1 Estrutura dos tRNAs 259

Etapa 1: Formação do complexo de pré-iniciação

43S 266

2.2 Ativação dos tRNAs e as aminoacil-tRNA-sintetases 261

Etapa 2: Ligação do complexo

43S ao mRNA 267

2.3 tRNAs supressores 262

Etapa 3: Formação do complexo

48S 267

2. RNAs transportadores

3. Ribossomos

259

263

3.1 Composição e estrutura 263

3.2 Estrutura e dinâmica dos sítios ativos do ribossomo 265

4. Síntese de proteínas

266

4.1 Início 266

4.1.1 Procariotos 266

Zaha_5ed_12.indd 255

Etapa 4: Formação do complexo iniciador 80S 268

4.2 Alongamento da cadeia polipeptídica 269

4.2.1 Decodificação e atividade de peptidil-transferase 270

4.2.2 Translocação 271

4.3 Término da síntese de proteínas 273

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Medium 9788582710494

Capítulo 11 - O transporte transmembrana de íons e pequenas moléculas

Harvey Lodish, Arnold Berk, Chris A. Kaiser, Monty Krieger, Anthony Bretscher, Hidde Ploegh, Angelika Amon Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Visão externa de uma proteína aquaporina bacteriana, responsável pelo transporte de água e glicerol para dentro e para fora da célula, embebida na membrana fosfolipídica. Os quatro monômeros idênticos estão coloridos individualmente; cada monômero tem um canal no seu centro. (De M. Ø. Jensen et al., 2002, Proc. Nat’l Acad. Sci. USA

99:6731-6736.)

O transporte transmembrana de íons e pequenas moléculas

SUMÁRIO

11.1 Visão geral do transporte transmembrana

476

11.2 O transporte facilitado da glicose e da água

479

11.3 As bombas movidas por ATP e o ambiente iônico intracelular

486

E

m todas as células, a membrana plasmática forma uma barreira permeável que separa o citoplasma do ambiente externo, definindo os limites físicos e químicos da célula. Por meio da prevenção do movimento livre de moléculas e íons para dentro e para fora das células, a membrana plasmática mantém diferenças essenciais entre a composição do líquido extracelular e do citosol; por exemplo, a concentração de NaCl no sangue e nos líquidos extracelulares de animais geralmente está acima de 150 mM, semelhante à concentração da água do mar, onde se acredita que as células tenham evoluído,

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Medium 9788582710579

Capítulo 2 - Estrutura dos Ácidos Nucleicos

Arnaldo Zaha, Henrique Bunselmeyer Ferreira, Luciane M.P. Passaglia Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Augusto Schrank

Estrutura dos

Ácidos Nucleicos

1. DNA

18

1.6 Outras estruturas do DNA 31

1.1 Composição química 18

1.6.1 Curvatura 31

1.2 Hélice dupla 19

1.6.2 Estruturas cruciformes 31

1.6.3 Junções de Holliday 31

1.2.1 Estrutura 19

1.2.2 Propriedades químicas 23

1.3 Supertorção 25

2. RNA

31

1.4 Topoisomerases 27

2.1 Composição química 32

1.5 Tipos de DNA 29

2.2 Estrutura secundária 32

2.3 Classes de RNA 32

Zaha_5ed_02.indd 17

27/11/13 09:20

Biologia Molecular Básica 18

A estrutura dos ácidos nucleicos está relacionada à sua função. Essas moléculas são polímeros formados por cadeias de nucleotídeos, cuja composição (tipo e sequência) determina suas características químicas. Essas características definem a sua interação com outras macromoléculas na célula, em particular, com as proteínas e a sua conformação espacial (forma da molécula). A conformação espacial está diretamente relacionada à função e à atividade das macromoléculas na célula. Na natureza, são encontradas todas as formas de DNA e RNA: DNA de cadeia dupla, DNA de cadeia simples, RNA de cadeia dupla e RNA de cadeia simples.

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Medium 9788582715338

1.3 Fundamentos físicos

David L. Nelson, Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

1. 3  F u ndam e nt o s f ís i co s  

quências contêm as informações que dão a cada molécula sua estrutura tridimensional e funções biológicas específicas.

■■ A configuração das moléculas pode ser alterada so-

mente mediante quebra de ligações covalentes. Em um átomo de carbono com quatro substituintes diferentes (carbono quiral), os grupos substituintes podem estar arranjados em duas formas diferentes, gerando estereoisômeros com propriedades distintas.

Somente um dos estereoisômeros é biologicamente ativo. Conformação molecular é a disposição dos átomos no espaço que pode ser mudada por rotação em torno de ligações simples, sem quebrar qualquer ligação covalente.

■■ Interações entre moléculas biológicas são quase inva-

riavelmente estereoespecíficas: elas necessitam de um ajuste preciso entre as estruturas complementares das duas moléculas que reagem entre si.

1.3  Fundamentos físicos

Células e organismos vivos precisam realizar trabalho para se manterem vivos e se reproduzirem. As reações de síntese que ocorrem dentro das células, da mesma maneira que os processos de síntese em uma fábrica, exigem consumo de energia. Também é necessário gastar energia para o movimento de uma bactéria, de um velocista olímpico, para o brilho de um vaga-lume ou para a descarga elétrica de um peixe elétrico. O armazenamento e a expressão de informação necessitam de energia, sem a qual estruturas ricas em informação inevitavelmente se tornam desordenadas e sem sentido.

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Medium 9788582714225

Capítulo 13 - Tráfego intracelular de vesículas

Bruce Alberts, Alexander Johnson, Julian Lewis, David Morgan, Martin Raff, Keith Roberts, Peter Walter, John Wilson, Tim Hunt Grupo A PDF Criptografado

Tráfego intracelular de vesículas

Toda célula deve alimentar-se, comunicar-se com o mundo que a circunda e responder rapidamente às mudanças em seu ambiente. Para auxiliar na realização dessas tarefas, as células ajustam continuamente a composição da sua membrana plasmática e de seus compartimentos internos mediante respostas rápidas à necessidade. Elas utilizam um elaborado sistema interno de membranas para adicionar e remover proteínas da superfície celular, como receptores, canais iônicos e transportadores (Figura 13-1). Por meio do processo de exocitose, a via secretora distribui proteínas recém-sintetizadas, carboidratos e lipídeos para a membrana plasmática ou para o espaço extracelular. Pelo processo inverso de endocitose, as células removem componentes da membrana plasmática e os largam em compartimentos internos denominados endossomos, de onde eles podem ser reciclados para as mesmas regiões ou para regiões diferentes da membrana plasmática, ou podem ser entregues aos lisossomos para degradação. As células também usam a endocitose para capturar nutrientes importantes, como vitaminas, colesterol e ferro; estes são recolhidos junto com as macromoléculas às quais se ligam e são, então, movidos para os endossomos e lisossomos, de onde podem ser transportados para dentro do citoplasma para uso em vários processos biossintéticos.

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