155 capítulos
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1.2 Fundamentos químicos

David L. Nelson, Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

12   C A P Í T ULO

1   •  F u ndam e nt o s da b i o q u ím i c a

■■ As proteínas do citoesqueleto organizam-se em longos

ganismos vivos, em termos de porcentagem do total de número de átomos, são hidrogênio, oxigênio, nitrogênio e carbono, que, juntos, constituem mais de 99% da massa das células. Eles são os elementos mais leves capazes de formar de maneira eficiente uma, duas, três e quatro ligações; em geral, os elementos mais leves formam ligações mais fortes. Os microelementos constituem uma fração ínfima do peso do corpo humano, mas todos são essenciais

à vida, geralmente por serem essenciais para a função de proteínas específicas, incluindo muitas enzimas. A capacidade de transporte de oxigênio da hemoglobina, por exemplo, é totalmente dependente de quatro íons ferro, que, somados, representam somente 0,3% da massa total da hemoglobina.

filamentos que dão forma e rigidez às células e servem como trilhos ao longo dos quais as organelas celulares se deslocam por toda a célula.

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Capítulo 13 - Bioenergética e metabolismo

David L. Nelson, Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

13

Bioenergética e metabolismo

13.1

13.2

13.3

13.4

Bioenergética e termodinâmica  495

Lógica química e reações bioquímicas comuns  501

Transferência de grupos fosforila e ATP  507

Reações biológicas de oxidação-redução  517

A

s células e os organismos vivos devem realizar trabalho para se manterem vivos, crescerem e se reproduzirem.

A capacidade de controlar a energia e direcioná-la para o trabalho biológico é uma propriedade fundamental de todos os organismos vivos. Essa capacidade deve ter sido adquirida muito cedo no curso da evolução celular. Os organismos modernos realizam uma incrível variedade de transduções da energia, conversões de uma forma de energia em outra. Eles usam a energia química dos combustíveis para sintetizar macromoléculas complexas, altamente organizadas, a partir de precursores simples. Também convertem a energia química dos combustíveis em gradientes de concentração e em gradientes elétricos, em movimento e calor e, em alguns organismos, como o vagalume e os peixes do fundo oceânico, em luz. Os organismos fotossintéticos transformam a energia luminosa em todas essas outras formas de energia.

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Medium 9788582714225

Capítulo 23 - Patógenos e infecção

Bruce Alberts Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

Patógenos e infecção

As doenças infecciosas causam cerca de um quarto das mortes de seres humanos em todo o mundo, mais do que a soma de todos os tipos de câncer, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares. Além da grande carga permanente de doenças consideradas

“antigas”, como a tuberculose e a malária, novas doenças infecciosas surgem continuamente. A pandemia (epidemia mundial) atual da Aids (síndrome da imunodeficiência adquirida) foi clinicamente observada pela primeira vez em 1981 e, desde então, causou mais de 35 milhões de mortes no mundo inteiro. Além disso, descobrimos que outras doenças, que considerávamos devidas a outros fatores, estão, na verdade, associadas a infecções. A maioria das úlceras gástricas, por exemplo, é causada não pelo estresse ou por alimentos apimentados, mas sim por infecções do revestimento estomacal pela bactéria Helicobacter pylori.

A carga de doenças infecciosas não se encontra distribuída igualmente no planeta. Os países e comunidades mais pobres sofrem de maneira desproporcional, em geral devido a sistemas públicos de saúde e saneamento deficientes. Entretanto, algumas doenças infecciosas ocorrem principalmente ou exclusivamente em comunidades industrializadas: a doença dos legionários, por exemplo, uma infecção pulmonar causada por bactérias, costuma ser transmitida por sistemas de ar condicionado.

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Medium 9788582710494

Capítulo 7 - Controle transcricional da expansão gênica

Harvey Lodish; Arnold Berk; Chris A. Kaiser; Monty Krieger; Anthony Bretscher; Hidde Ploegh; Angelika Amon Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Controle transcricional da expressão gênica

Cromossomos politênicos de Drosophila marcados com anticorpos

Kismet (azul) contra a ATPase remodeladora de cromatina; RNA-polimerase II com domínio de repetição C-terminal (CTD, do inglês C-terminal repeat domain) pouco fosforilado (vermelho); e RNA-polimerase

II com alto grau de fosforilação do CTD (verde). (Cortesia de John Tamkun; ver S. Srinivasan et al., 2005, Development 132:1623.)

SUMÁRIO

7.1

Controle da expressão gênica em bactérias

280

7.2

Visão geral do controle gênico eucariótico

288

7.3

7.4

Promotores da RNA-polimerase II e fatores gerais de transcrição

Sequências reguladoras dos genes codificadores de proteínas e as proteínas responsáveis por mediar essas funções

N

Mecanismos moleculares de ativação e repressão da transcrição

316

7.6

Regulação da atividade dos fatores de transcrição

324

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Capítulo 16 - Citoesqueleto

Bruce Alberts Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

16

Citoesqueleto

Para que as células funcionem de forma adequada, elas devem se organizar no espaço e interagir mecanicamente uma com a outra e com o ambiente ao seu redor. Elas devem apresentar uma conformação correta, ser fisicamente robustas e estar estruturadas de forma adequada internamente. Muitas células também devem ser capazes de modificar sua forma e migrar para outros locais. Além disso, toda célula deve ser capaz de reorganizar seus componentes internos como decorrência dos processos de crescimento, divisão e/ou adaptação a mudanças no ambiente. Essas funções espaciais e mecânicas dependem de um incrível sistema de filamentos chamado citoesqueleto (Figura 16-1).

As diversas funções do citoesqueleto dependem da atuação das três famílias de proteínas de filamento – filamentos de actina, microtúbulos e filamentos intermediários.

Cada tipo de filamento possui funções biológicas, propriedades mecânicas e dinâmicas distintas; no entanto certas características fundamentais são comuns a todos eles. Da mesma forma que necessitamos da ação conjunta de nossos tendões, ossos e músculos, os três sistemas de filamentos do citoesqueleto devem atuar coletivamente para fornecer a uma determinada célula sua resistência, forma e capacidade de locomoção.

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