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Medium 9788521632719

13 - Cinética Química

TRO, Nivaldo J. Grupo Gen PDF Criptografado

13

Cinética Química

Eu suponho que ninguém poderia dedicar muitos anos ao estudo de cinética química sem estar profundamente consciente da fascinação do tempo e da transformação: trata-se de algo que vai da ciência para a poesia.

—Sir Cyril N. Hinshelwood (1897–1967)

13.1 Capturando Lagartos

13.2 A Velocidade de uma Reação Química

13.3 A Lei de Velocidade: O Efeito da Concentração na Velocidade de Reação

13.4 A Lei de Velocidade Integrada: A Dependência entre a

Concentração e o Tempo

13.5 O Efeito da Temperatura na Velocidade de Reação

13.6 Mecanismos de Reação

13.7 Catálise

Principais Resultados do Aprendizado

N

A CITAÇÃO ANTERIOR, o professor de química de Oxford Sir Ciryl Hinshelwood chama a atenção para um aspecto da química frequentemente ignorado pelo observador fortuito

— o mistério da transformação com o tempo. Começando com o capítulo de abertura deste livro, você vem aprendendo que o objetivo da química é entender o mundo macroscópico pelo exame do mundo molecular. Neste capítulo, vamos focalizar o entendimento de como este mundo molecular muda com o tempo, uma área de estudo chamada de cinética química.

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Medium 9788521617822

PARTE III - CAPÍTULO 7 - QUÍMICA DE COORDENAÇÃO EM ÁGUAS NATURAIS

LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti; LUCHESE, Eduardo Bernardi Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

QUÍMICA DE COORDENAÇÃO EM ÁGUAS NATURAIS

7.1

7.2

7.1

Conceitos

7.1.1

Complexo

7.1.2

Ácidos e bases de Lewis presentes num corpo d’água

7.1.3

Cargas elétricas

7.1.4

Sedes ativas

Teorias sobre Complexos e Interações com a Energia

7.2.1

Introdução

7.2.2

Teoria do campo cristalino

7.2.3

Teoria do orbital molecular

7.3

7.4

7.2.4

Termos espectroscópicos

Equilíbrio de Sistemas de Complexos

7.3.1

Aspectos gerais

7.3.2

Complexação por um agente estranho ao equilíbrio – situação a

7.3.3

Complexação pelo íon comum em excesso

– situação b

7.3.4

Estudo do equilíbrio de complexos por diagramas

Referências Bibliográficas e Sugestões para Leitura

Conceitos

7.1.1 Complexo

C

omplexos ou chamados compostos de coordenação são identidades químicas constituídas de espécies químicas moleculares e iônicas, que na sua estrutura apresentam um átomo central (simbolizado por M), se forem mononucleares, ou mais, se forem polinucleares. O átomo central possui a propriedade de aceitar pares eletrônicos para se estabilizar eletronicamente. Estes pares eletrônicos podem pertencer a átomos, moléculas e/ou íons denominados ligantes (L), ou também quelantes, quando a mesma unidade cede 2 ou mais pares eletrônicos ao M. Os ligantes distribuem-se espacialmente ao redor de M. O número total de pares eletrônicos recebidos pelo átomo central denomina-se número de coordenação (nc).

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Medium 9788582604403

Capítulo 20 - Complexos de metais d: estrutura eletrônica e propriedades

Mark Weller, Tina Overton, Jonathan Rourke, Fraser Armstrong Grupo A PDF Criptografado

Complexos de metais d: estrutura eletrônica e propriedades

Os complexos de metais d desempenham um importante papel na química inorgânica. Neste capí‑ tulo, discutiremos a natureza da ligação metal-ligante empregando dois modelos teóricos. Iniciare‑ mos com a simples, porém útil, teoria do campo cristalino, que se baseia no modelo eletrostático da ligação; em seguida, progrediremos para a teoria mais sofisticada do campo ligante. Ambas as teorias invocam um parâmetro, o parâmetro de desdobramento do campo ligante, para correlacio‑ nar as propriedades espectroscópicas e magnéticas. Examinaremos então os espectros eletrônicos dos complexos e veremos como a teoria do campo ligante permite-nos interpretar as energias e intensidades das transições eletrônicas.

Examinaremos agora detalhadamente a ligação, a estrutura eletrônica, o espectro eletrônico e as propriedades magnéticas dos complexos dos metais do bloco d que foram apresentados no Capítulo 7. As cores marcantes de muitos complexos de metais do bloco d eram um mistério para Werner quando ele elucidou suas estruturas, e a origem dessas cores só foi esclarecida no período de 1930 a 1960, quando se aplicou a esse problema a descrição da estrutura eletrônica em termos de orbitais. Os complexos tetraédricos e octaédricos são os mais importantes, e por isso iniciaremos nossa discussão com eles.

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Medium 9788565837026

A lei dos gases ideais

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6 • A LEI DOS GASES IDEAIS E A TEORIA CINÉTICA

79

O VOLUME MOLAR

Se um mol de um gás tem o mesmo número de moléculas, NA, que 1 mol de qualquer outro gás (Capítulo 2), e se números iguais de moléculas ocupam volumes iguais nas CNTP (a hipótese de Avogadro), então 1 mol de um gás tem o mesmo volume nas CNTP que qualquer outro gás. Este volume molar padrão corresponde a

22,414 L.

Mas é importante deixar claro para o leitor que, naturalmente, a hipótese de Avogadro e as leis dos gases pressupõem que os gases sejam sempre ideais. Contudo, os gases no mundo real não são ideais. O volume molar nas

CNTP muitas vezes é um pouco menor que os 22,414 L definidos acima. No restante deste capítulo, usaremos o valor arredondado 22,4 L/mol para todos os gases e, a menos que seja dito o contrário, todos os gases são ideais.

A LEI DOS GASES IDEAIS

Examinemos a lei dos gases combinada (Capítulo 5), com os parâmetros das CNTP, para 1 mol de gás. O zero subscrito indica as condições padrão.

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Medium 9788582714850

Capítulo 22. Metabolismo dos nucleotídeos

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

22

Metabolismo dos nucleotídeos

I.

VISÃO GERAL

Os ribonucleosídeos e os desoxirribonucleosídeos fosfatados (nucleotídeos) são essenciais para todas as células. Sem eles, nem o ácido ribonucleico

(RNA) nem o ácido desoxirribonucleico (DNA) podem ser produzidos e, portanto, as proteínas não podem ser sintetizadas nem as células proliferam.

Os nucleotídeos também servem como carreadores de intermediários ativados na síntese de alguns carboidratos, lipídeos e proteínas conjugadas

(p. ex., difosfato de uridina [UDP]-glicose e citidina-difosfato [CDP]-colina) e são componentes estruturais de várias coenzimas essenciais, como coenzima A, flavina-adenina-dinucleotídeo (FAD[H2]), nicotinamida-adenina-dinucleotídeo (NAD+[NADH]) e nicotinamida-adenina-dinucleotídeo fosfato

(NADP+[NADPH]). Nucleotídeos como o monofosfato de adenosina cíclico

(AMPc) e o monofosfato de guanosina cíclico (GMPc) são utilizados como segundos mensageiros em vias de transdução de sinais. Além disso, os nucleotídeos desempenham um papel importante como fonte de energia na célula. Finalmente, os nucleotídeos são importantes compostos reguladores para muitas das rotas do metabolismo intermediário, inibindo ou ativando enzimas-chave. As bases púricas e pirimídicas encontradas nos nucleotídeos podem ser sintetizadas de novo ou podem ser obtidas por vias de salvação, que permitem a reutilização das bases pré-formadas resultantes do metabolismo normal da célula. (Nota: apenas uma pequena parte das purinas e pirimidinas supridas pela dieta é utilizada; o restante é degradado.)

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