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6. Técnicas de bandeamento e coloração cromossômica

Maluf, Sharbel Weidner Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Jaqueline Andrades de Miranda

Margarete Suñé Mattevi

Técnicas de bandeamento e coloração cromossômica

Introdução

Até os anos de 1970, os cromossomos humanos eram corados uniformemente com corantes que tinham afinidades por cromatina, como, por exemplo, a orceína e o Giemsa. Com este tipo de coloração, somente as aneuploidias podiam ser caracterizadas. As aberrações estruturais dificilmente eram distinguidas, ou eram impossíveis de serem detectadas, sendo também impossível identificar cada elemento do par cromossômico1 ou até mesmo o próprio par.

Com o intuito de solucionar estas dificuldades, várias técnicas de bandeamento e coloração foram desenvolvidas e aprimoradas.

Estas técnicas podem ser divididas em duas categorias:

• Aquelas que produzem bandas ou faixas ao longo de toda a extensão do cromossomo (bandas Q, G, R).

• Aquelas que marcam regiões específicas de alguns cromossomos ou de todos os cromossomos (bandas C, RON, T, G­‑11, Cd e coloração DAPI/DA).

Técnicas que produzem bandas ao longo de todo o cromossomo

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Medium 9788582712160

Capítulo 32 - Um Panorama da Diversidade Animal

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

32

Um Panorama da

Diversidade Animal

CONCEITOS-CHAVE

32.1

Animais são eucariotos multicelulares heterotróficos com tecidos que se desenvolvem a partir de camadas embrionárias

32.2

A história dos animais se estende por mais de meio bilhão de anos

32.3

Os animais podem ser caracterizados por “planos corporais”

32.4

Concepções sobre a filogenia animal continuam a ser formadas a partir de novos dados moleculares e morfológicos

Figura 32.1 Que adaptações tornam o camaleão um predador espantoso?

Um reino de consumidores

E

mbora se mova vagarosamente, o camaleão, na Figura 32.1, pode utilizar sua comprida e pegajosa língua para capturar sua presa desprevenida.

Muitas espécies de camaleões também podem mudar sua coloração e, portanto, confundir-se com o ambiente vizinho – dificultando a sua detecção tanto por suas presas quanto por predadores.

O camaleão é apenas um exemplo de um animal que é um eficiente consumidor de outros organismos. Outros animais predadores subjugam suas presas usando sua força, velocidade ou toxinas, enquanto outros capturam as presas despreparadas com a construção de armadilhas ocultas, como as teias. Da mesma forma, animais herbívoros podem privar por completo de folhas e sementes as plantas que consomem, enquanto animais parasitos enfraquecem seus hospedeiros ao consumir seus tecidos ou líquidos corporais.

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Medium 9788536324999

23. Diagnóstico citogenético da leucemia linfocítica aguda

Maluf, Sharbel Weidner Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 23

Paulo Ricardo Gazzola Zen

Giorgio Adriano Paskulin

Rafael Fabiano Machado Rosa

Diagnóstico citogenético da leucemia linfocítica aguda

Definição, epidemiologia e características clínicas

A leucemia linfocítica aguda (LLA) é uma doença biológica e clinicamente heterogênea, caracterizada pela proliferação clonal com acúmulo de células linfoblásticas malignas na medula óssea e no sangue periférico. Ela é considerada uma doença da infância com um pico entre 2 e 5 anos de idade (cerca de 75% de todos os casos de LLA ocorrem em crianças com idade inferior a seis anos) e com uma incidência um pouco maior em indivíduos do sexo masculino.1-3 A LLA é incomum em lactentes (2 a 4% dos casos),4 sendo que sua frequência em adultos compreende cerca de um terço daquela que ocorre em crianças.5

Os sintomas apresentados pelos pacientes com LLA são secundários ao acúmulo de células e geralmente refletem o grau de falha da medula óssea e a extensão da disseminação extramedular. Entre os sintomas mais frequentemente encontrados estão fadiga, letargia, febre, linfadenopatia, sangramento e dores ósseas.3

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Medium 9788536324999

17. Técnica de micronúcleos com bloqueio da citocinese celular

Maluf, Sharbel Weidner Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 17

Roberta Passos Palazzo

Sharbel Weidner Maluf

Técnica de micronúcleos com bloqueio da citocinese celular

Introdução

A avaliação da frequência de micronúcleos (MNs) em linfócitos do sangue periférico

é extensivamente utilizada na epidemiologia molecular e citogenética para determinar a presença e a extensão de dano cromossômico em populações humanas expostas a agentes genotóxicos, ou em perfis genéticos de suscetibilidade.1 Esse ensaio é aplicado também com sucesso na identificação de dietas e fatores genéticos com impacto significante sobre a estabilidade genômica. Pode­‑se afirmar que o teste detecta agentes genotóxicos clastogênicos e interferentes da formação do fuso mitótico (os quais afetam a distribuição equitativa dos cromossomos na divisão celular).

Em comparação à técnica de aberrações cromossômicas (ACs), a avaliação de MNs é mais simples, requer menos treinamento e menos tempo de análise. Além disso, o teste de MNs pode conferir maior sensibilidade ao estudo, em virtude da amplitude estatística que pode ser alcançada com a análise de um número maior de células, frente às poucas centenas geralmente avaliadas para ACs.

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Medium 9788536327402

20. A Regulação da Expressão Gênica em Bactérias

Cox, Michael M. Grupo A PDF Criptografado

20

A Regulação da Expressão

Gênica em Bactérias

Momento de descoberta

A ciência, para mim, está relacionada com aqueles momentos de clareza, quando anos de dificuldade para desvendar algo finalmente são compensados por uma descoberta inacreditável sobre como a natureza funciona. Sou fascinada pelo modo como as células bacterianas se comunicam umas com as outras por um processo conhecido como percepção de quorum. Pelo processo de percepção de quorum, as bactérias sintetizam, liberam e detectam moléculas sinalizadoras químicas que aumentam em concentração na proporção em que aumenta o número de células na população. As células respondem

Bonnie Bassler [Fonte: Fotografia de Paul a esses compostos químicos com alterações

Fetters.] sincronizadas no comportamento da população; o comportamento comunitário permite que as bactérias desempenhem funções que jamais seriam possíveis para uma única bactéria. Suspeitávamos que a evolução da comunicação entre as células nas bactérias fosse uma das primeiras etapas no desenvolvimento de organismos multicelulares.

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