256 capítulos
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2 - Composição Molecular das Células Vegetais

EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Grupo Gen PDF Criptografado

18   Biologia Vegetal

CAPÍTULO

2

Composição Molecular das Células Vegetais

A quí­mica das pimentas.  À medida que as pimentas

amadurecem, ocorre a produção de seus pigmentos carotenoides e a coloração delas muda de verde para amarelo e vermelho. A capsaicina, a molécula que provoca a sensação de queimação quando comemos as pimentas, impede a ingestão das pimentas por mamíferos mas não afeta os pássaros, que comem as pimentas e propagam as sementes em seus excrementos.

Sumário

Moléculas orgânicas

Carboidratos

Lipídios

Proteí­nas

Ácidos nucleicos

Metabólitos secundários

Tudo o que há na Terra – inclusive o que vemos neste momento e o ar que o envolve – é formado por elementos quí­micos em variadas combinações. Os elementos são substâncias que não podem ser quebradas e transformadas em outras pelos meios comuns. O carbono é um elemento, assim como o hidrogênio e o oxigênio. Dos 92 elementos que ocorrem naturalmente na

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Medium 9788536327402

20. A Regulação da Expressão Gênica em Bactérias

Cox, Michael M. Grupo A PDF Criptografado

20

A Regulação da Expressão

Gênica em Bactérias

Momento de descoberta

A ciência, para mim, está relacionada com aqueles momentos de clareza, quando anos de dificuldade para desvendar algo finalmente são compensados por uma descoberta inacreditável sobre como a natureza funciona. Sou fascinada pelo modo como as células bacterianas se comunicam umas com as outras por um processo conhecido como percepção de quorum. Pelo processo de percepção de quorum, as bactérias sintetizam, liberam e detectam moléculas sinalizadoras químicas que aumentam em concentração na proporção em que aumenta o número de células na população. As células respondem

Bonnie Bassler [Fonte: Fotografia de Paul a esses compostos químicos com alterações

Fetters.] sincronizadas no comportamento da população; o comportamento comunitário permite que as bactérias desempenhem funções que jamais seriam possíveis para uma única bactéria. Suspeitávamos que a evolução da comunicação entre as células nas bactérias fosse uma das primeiras etapas no desenvolvimento de organismos multicelulares.

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Medium 9788536321158

22 Dinâmica genômica: transposons, imunogenética e vírus de eucariontes

Klug, William S. Grupo A PDF Criptografado

22.1

OS ELEMENTOS TRANSPONÍVEIS ESTÃO PRESENTES TANTO NOS GENOMAS DE PROCARIONTES QUANTO...

O

s genomas de todos os organismos mantêm elevado grau de estabilidade genética. Cada espécie contém um número específico de cromossomos, presentes em pares nos organismos diploides ou em unidades nas células germinativas e nos organismos haploides. A estabilidade dos genes – tanto em termos da localização no cromossomo quanto da sequência de DNA – é essencial para a preservação de uma espécie e para o armanezamento, a replicação e a transmissão fiéis da informação genética.

Geralmente a estabilidade genética é essencial para a precisão do desenvolvimento pluricelular, para a coordenação das funções celulares e para a passagem das características de geração a geração.

Em contraste com esse indispensável núcleo de estabilidade genética, existem exemplos impressionantes de alterações genômicas que ameaçam rompê-la. Nos capítulos anteriores, encontramos as mutações gênicas – mudanças nas sequências dos pares de bases do DNA que surgem espontaneamente ou por agressões ambientais. Também aprendemos sobre rearranjos cromossômicos, como as deleções, as inserções, as translocações e as mudanças no número de cromossomos. Se essas alterações genéticas acontecem nas células germinativas, elas podem ser herdadas e constituir a base de distúrbios genéticos e de variações fenotípicas. Se elas ocorrem apenas em células somáticas, não serão herdadas, mas podem levar a distúrbios somáticos, como cânceres, ou a conjuntos de células tissulares fenotipicamente aberrantes.

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Medium 9788582711194

Capítulo 2 - Doenças parasitárias

Ana Elisa Ártico; Martha Regina Lucizano Garcia; Rosane Lavorenti Fellet Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

Doenças parasitárias

Neste capítulo, você aprenderá sobre as principais doenças parasitárias causadas por platelmintos e nematódeos, observando como eles se comportam e qual é a sua relação com o homem. Também serão abordados aspectos relacionados às características básicas dos platelmintos e nematódeos.

Expectativas de aprendizagem

Bases tecnológicas

Bases científicas

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Relacionar as condições do meio ambiente e a ocorrência de doenças parasitárias.

Identificar as doenças parasitárias prevalentes e as ações de prevenção e tratamento.

Prevenção e controle de doenças parasitárias causadas por platelmintos e nematódeos.

Platelmintos

Nematódeos

19/09/2014 09:42:06

Platelmintos

Nem todos os domicílios brasileiros dispõem de abastecimento de água, e muitas residências não estão ligadas à rede de esgoto ou não têm fossa séptica. Essa situação é uma ameaça à saúde das pessoas, pois muitas doenças são transmitidas por água contaminada. As condições de moradia e a falta de saneamento básico propiciam um ambiente favorável para o aparecimento de doenças, principalmente as parasitoses, relacionadas ao consumo de água e alimentos contaminados e às condições de higiene. O profissional de enfermagem deve orientar as formas de contaminação e prevenção das doenças parasitárias, daí a importância do estudo dos principais grupos de parasitas.

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Medium 9788536321158

4 Extensões da genética mendeliana

Klug, William S. Grupo A PDF Criptografado

4.1

OS ALELOS ALTERAM OS FENÓTIPOS DE DIFERENTES MODOS

N

o Capítulo 3, discutimos os princípios fundamentais da genética da transmissão. Vimos que os genes estão presentes em cromossomos homólogos e que esses cromossomos se segregam um do outro e se distribuem independentemente dos outros cromossomos segregantes durante a formação de gametas. Esses dois postulados são os princípios básicos da transmissão genética de genitor para prole. Uma vez que a prole tenha recebido o conjunto total de genes, é a expressão desses genes que determina o fenótipo do organismo. Quando a expressão gênica não segue um modo simples de dominância/recessividade, ou quando mais de um par de genes influencia a expressão de uma única característica, as proporções clássicas 3:1 e 9:3:3:1 da F2 são geralmente modificadas. Neste capítulo e nos próximos, consideramos modos de herança mais complexos. Apesar da maior complexidade dessas situações, os princípios fundamentais estabelecidos por

Mendel ainda se mantêm.

Neste capítulo, restringimos nossa discussão inicial à herança de traços controlados apenas por um conjunto de genes. Em organismos diploides, que têm pares homólogos de cromossomos, duas cópias de cada gene influenciam esses traços. As cópias não precisam ser idênticas, dado que ocorrem formas alternativas de genes, os alelos, nas populações. Como esses alelos influem nos fenótipos será nosso foco principal. Consideraremos, depois, a interação gênica, uma situação em que um único fenótipo é afetado por mais de um conjunto de genes. Serão apresentados numerosos exemplos para ilustrar diversos padrões hereditários observados em tais situações.

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