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Capítulo 15 - A Base Cromossômica da Herança

Jane B. Reece, Steven A. Wasserman, Lisa A. Urry, Michael L. Cain, Peter V. Minorsky, Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

15

A Base Cromossômica da Herança

CONCEITOS-CHAVE

15.1

15.2

Morgan mostrou que a herança mendeliana tem sua base física no comportamento dos cromossomos: pesquisa científica

Genes ligados ao sexo exibem padrões únicos de herança

15.3

Genes ligados tendem a ser herdados juntos, pois estão localizados próximos uns aos outros no mesmo cromossomo

15.4

Alterações no número ou na estrutura dos cromossomos causam alguns distúrbios genéticos

15.5

Alguns padrões de herança são exceções para a herança mendeliana padrão

Figura 15.1 Onde se localizam os fatores de herança de Mendel na célula?

Localizando os genes ao longo dos cromossomos

H

oje, sabemos que os genes – “fatores” de Mendel – são segmentos de

DNA localizados ao longo dos cromossomos. Podemos ver a localização de um determinado gene por meio da marcação dos cromossomos com um corante fluorescente que destaca aquele gene. Por exemplo, os pontos amarelos na Figura 15.1 marcam o locus de um determinado gene no cromossomo humano 6. (O cromossomo se duplicou, de modo que o alelo naquele cromossomo está presente como duas cópias, uma por cromátide-irmã.) Entretanto, os “fatores de herança”, de Gregor Mendel, eram apenas um conceito abstrato quando Mendel propôs sua existência em 1860. Naquele momento, não se conhecia nenhuma estrutura celular que pudesse abrigar essas unidades imaginárias, e a maioria dos biólogos não acreditava nas leis de herança propostas por Mendel.

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Medium 9788527735339

5 Fotossíntese

Gilberto Kerbauy Grupo Gen ePub Criptografado

A fonte universal de energia da biosfera é o sol. Com exceção das bactérias quimioautotróficas, toda a vida no planeta Terra depende direta ou indiretamente da fotossíntese dos organismos clorofilados. Até mesmo as fontes de energia que movimentam as máquinas do cotidiano, como o petróleo, o gás natural e o carvão mineral, são produtos da fotossíntese realizada por organismos que viveram milhões de anos atrás.

Os organismos vivos são sistemas organizados, em permanente estado de não equilíbrio termodinâmico. A manutenção dessa condição, ou seja, da vida, exige a entrada de um fluxo contínuo de energia livre. Em geral, os processos naturais são espontâneos. De acordo com a segunda lei da Termodinâmica, os processos espontâneos tendem a ir de uma condição de alta energia para uma condição de baixa energia, dissipando energia térmica durante o processo, até alcançar uma condição de equilíbrio. Assim, todos os sistemas tendem a se desorganizar, a se tornar cada vez mais caóticos. Isso significa que a degradação e a desorganização são processos espontâneos nas células, nos ecossistemas, no Universo, e que a organização dos sistemas biológicos se encontra permanentemente ameaçada. A manutenção da organização, o crescimento e a construção de estruturas complexas só podem ocorrer à custa de um influxo constante de energia a partir do meio ambiente.

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Capítulo 11 - Comunicação Celular

Jane B. Reece, Steven A. Wasserman, Lisa A. Urry, Michael L. Cain, Peter V. Minorsky, Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

11

Comunicação

Celular

CONCEITOS-CHAVE

11.1

11.2

Sinais externos são convertidos em respostas dentro da célula

Recepção: uma molécula sinalizadora liga-se a uma proteína receptora, causando mudança na sua forma

11.3

Transdução: cascatas de interações moleculares transmitem sinais a partir dos receptores para moléculas-alvo na célula

11.4

Resposta: a sinalização celular induz regulação da transcrição ou atividades citoplasmáticas

11.5

Apoptose (morte celular programada) integra múltiplas rotas de sinalização celular

Epinefrina

Figura 11.1 Como a sinalização celular desencadeia a fuga desesperada do impala?

A rede celular

O

impala na Figura 11.1 foge pela sua vida, correndo para escapar do predador chita logo atrás de seus calcanhares. O impala respira rápido, seu coração está em disparada e suas pernas trabalham intensamente. Essas funções fisiológicas compõem a resposta de “luta ou fuga” do impala, desencadeada por hormônios liberados a partir das glândulas suprarrenais no momento de estresse – nesse caso, após perceber a chita. Quais sistemas de comunicação de células para células no impala permitem trilhões de células

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Medium 9788527729086

Capítulo 4 Biogeografia Cladística

Eduardo A. B. Almeida, Claudio J. B. de Carvalho Grupo Gen PDF Criptografado

Biogeografia Cladística

Silvio Shigueo Nihei

Introdução

Deve-se fazer menção a Gareth Nelson, Norman Platnick e

Donn Rosen como os principais responsáveis pelo desenvolvimento da biogeografia cladística ao longo da década de 1970 e no início da de 1980 (p. ex., Nelson1, Rosen2, Platnick e Nelson3,

Nelson e Platnick4). A publicação de Systematics and Biogeography: Cladistics and Vicariance, por Nelson e Platnick4, não representou um marco somente para a sistemática, mas também para a biogeografia histórica, sobretudo a biogeografia cladística, para a qual, sem dúvida alguma, figura como uma das principais referências, mesmo decorridos mais de 30 anos.

A biogeografia histórica está alicerçada sobre três pilares teó­ricos, a partir da integração dos conhecimentos da tectônica de placas (ba­sea­da, sobretudo, na deriva continental de

Alfred Wegener), da sistemática filogenética de Willi Hennig e do processo de vicariância de Leó­n Croizat. A associação entre a história do planeta e a história dos organismos tornava-se cada vez mais evidente e factual aos biogeó­grafos, como foi notoriamente enfatizado por Croizat.5 Entretanto, somente com a integração desses três pilares foi possível sustentar e analisar de modo mais objetivo a correspondência entre o relacionamento filogenético dos táxons, seu padrão de distribuição e a história da Terra.

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Capítulo 21 - Genomas e Sua Evolução

Jane B. Reece, Steven A. Wasserman, Lisa A. Urry, Michael L. Cain, Peter V. Minorsky, Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

21

Genomas e Sua Evolução

CONCEITOS-CHAVE

21.1

21.2

O Projeto Genoma Humano promoveu o desenvolvimento de técnicas de sequenciamento mais rápidas e mais baratas

Os cientistas utilizam a bioinformática para analisar genomas e suas funções

21.3

Os genomas variam em tamanho, número de genes e densidade gênica

21.4

Eucariotos multicelulares têm grande quantidade de

DNA não codificante e diversas famílias multigênicas

21.5

Duplicação, rearranjo e mutação do DNA contribuem para a evolução dos genomas

21.6

A comparação de sequências de genomas fornece evidências sobre a evolução e o desenvolvimento

Figura 21.1 Quais informações genômicas distinguem um ser humano de um chimpanzé?

Lendo as folhas da árvore da vida

O

s chimpanzés (Pan troglodytes) são nossos parentes vivos mais próximos na árvore evolutiva da vida. O menino na Figura 21.1 e o chimpanzé que o acompanha estão observando atentamente a mesma folha, mas apenas um deles é capaz de falar sobre ela. Qual é o fator responsável por essa diferença entre os dois primatas, que compartilham diversas características na sua história evolutiva? Com o desenvolvimento das técnicas recentes de sequenciamento rápido de genomas, começamos a abordar as bases genéticas de questões como essa.

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