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Capítulo 19 - Linfoma de Hodgkin

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Linfoma de Hodgkin

Tópicos-chave

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História e patogênese

206

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Aspectos clínicos

206

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Achados hematológicos e bioquímicos

206

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Diagnóstico e classificação histológica

207

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Estadiamento clínico

208

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Tratamento

210

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Prognóstico

212

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Efeitos tardios do linfoma de Hodgkin e do tratamento

212

206  /  Capítulo 19: Linfoma de Hodgkin

Os linfomas são um grupo de neoplasias causadas por linfócitos malignos que se acumulam nos linfonodos e produzem o quadro clínico característico de linfonodopatias. Às vezes, eles podem invadir o sangue (“fase leucêmica”) ou infiltrar órgãos fora do tecido linfoide.

Os linfomas são subdivididos em linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin,* com base na presença histológica de células de Reed-Sternberg (RS) no linfoma de Hodgkin.

História e patogênese

Em 1832, Thomas Hodgkin, curador do Museu de Anatomia do Guy’s Hospital, em Londres, descreveu a doença.

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Medium 9788580555370

2. Conhecer as vias

Eugene C. Toy, Evan Yale Snyder, Josh Neman, Rahul Jandial Grupo A PDF Criptografado

2

TOY, SNYDER, NEMAN & JANDIAL

1. Quadro geral

A neurociência é única, pois integra um entendimento da ciência em vários níveis, a partir de uma compreensão molecular de eventos, como, por exemplo, desde os receptores ao nível das sinapses até uma compreensão global dos tratos sensoriais/ motores e suas interações espaciais. É por meio do entendimento de todos estes conceitos que o aluno pode compreender melhor as apresentações clínicas dos distúrbios neurológicos e a teoria envolvida nas diferentes opções de tratamento. O aluno deve abordar cada tópico em neurociência em ambos os aspectos, se aplicável. Por exemplo, ao estudar a esclerose múltipla (EM), o aluno deve compreender que essa doença em nível molecular envolve a destruição de oligodendrócitos, responsáveis pela formação e pela manutenção da bainha de mielina em torno dos axônios do sistema nervoso central. O estudante, então, deve revisar os nódulos de Ranvier e os conceitos relativos à condução saltatória do potencial de ação. Em seguida, ele deve avaliar a condição de uma perspectiva neuroanatômica. Por exemplo, se o paciente com EM apresenta prejuízo na adução do olhar à direita, mas convergência normal e abdução normal ao olhar para a esquerda, o aluno terá condições não só de diagnosticar que o paciente possui uma oftalmoplegia intranuclear (OIN) à esquerda, mas também de entender que a lesão se localiza no fascículo longitudinal medial (FLM) à esquerda, e poderá seguir com a revisão da anatomia do trato FLM

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Medium 9788582604618

FOCO 1. Os átomos

Peter Atkins, Loretta Jones, Leroy Laverman Grupo A PDF Criptografado

Como a estrutura do átomo é estudada?

Tópico 1A:

A observação dos átomos

Por que um novo sistema de mecânica

é necessário?

Tópico 1B:

A teoria quântica

Quais são os princípios fundamentais da nova mecânica?

Tópico 1C:

As funções de onda e os níveis de energia

Fundamentos B

Fundamentos A

Os elementos e os átomos

A matéria e a energia

O que estes princípios revelam sobre o átomo de hidrogênio?

Tópico 1D:

O átomo de hidrogênio

Como a estrutura do átomo de hidrogênio se aplica a outros

átomos?

Tópico 1E:

Os átomos polieletrônicos

Como a estrutura eletrônica de um átomo se relaciona com sua posição na

Tabela Periódica?

Tópico 1F:

A periodicidade

O átomo é a unidade fundamental da química. Quase todos os conceitos e definições da química fazem alusão a ele, e pouco pode ser compreendido sem levá-lo em conta.

Portanto, é essencial entender suas características.

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Medium 9788582713532

Capítulo 19 - Distúrbios associados ao sistema imune

Gerard J. Tortora, Berdell R. Funke, Christine L. Case Grupo A PDF Criptografado

Na clínica

Como enfermeira(o) de pacientes com Aids, você discute o estado do HIV de um recém-nascido com Jéssica, a mãe HIV-positiva. O bebê apresentou resultados positivos para ELISA e

Western blot, mas o ensaio de PCR foi negativo para o HIV.

Dica: leia sobre métodos diagnósticos para o HIV (nas pp. 540-541).

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Distúrbios associados ao sistema imune

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ormalmente, as células do sistema imune removem ou neutralizam agentes nocivos, como os dois linfócitos mostrados na fotografia atacando uma célula tumoral. Contudo, neste capítulo, veremos que nem todas as respostas do sistema imune produzem um resultado desejável. Um exemplo conhecido é a rinite alérgica, que resulta da exposição repetida ao pólen. Sabemos que uma transfusão de sangue será rejeitada se o sangue do doador e o sangue do recipiente não forem compatíveis, e que a rejeição também é um problema potencial com órgãos transplantados. Nosso próprio tecido pode ser acidentalmente atacado pelo sistema imune, causando doenças que classificamos como autoimunes. Determinados antígenos, chamados de superantígenos, ativam indiscriminadamente muitos receptores de células T de uma só vez, causando uma tempestade de citocinas, que resulta em dano tecidual.

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Medium 9788536320571

7. TRIANGULAÇÃO DE PESQUISA QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

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Uwe Flick

A ideia de que a pesquisa quantitativa pode ser usada para avançar a qualidade da pesquisa qualitativa está ainda, e mais uma vez, no ar. Ela ganhou destaque de novo, especialmente no contexto de discussões sobre metodologias mistas (Tashakkori e Tedlie, 2003a) e sobre todos os tipos de práticas baseadas em evidências (ver também Morse et al., 2001, ou Denzin e Lincoln, 2005). Ambas as discussões têm um potencial importante para a pesquisa qualitativa, já que tendem a questionar a independência e o valor dessa pesquisa em si. Apesar disso, um uso refletido de abordagens quantitativas pode contribuir para a qualidade da pesquisa, principalmente ou em parte, com base na pesquisa qualitativa. Para aceitar essa sugestão, parece necessário apontar como essa combinação pode ser realizada, quais armadilhas e estratégias devem ser consideradas nela. As discussões metodológicas foram marcadas, durante muito tempo, por argumentações de distinção clara, que destacam as diferenças nos pontos de partida práticos em termos teóricos, epistemológicos e da pesquisa, na qualitativa e na quantitativa.

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