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Medium 9788521630395

CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO À ESTÁTICA

James L. Meriam, L. Glenn Kraige Grupo Gen PDF Criptografado

1

Introdução à

Estática

DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO

 1/1  Mecânica

  1/6  Lei da Gravitação

  1/2  Conceitos Básicos

  1/7  Precisão, Limites e Aproximações

  1/3  Escalares e Vetores

  1/8  Resolução de Problemas de Estática

  1/4  Leis de Newton

  1/9  Revisão do Capítulo

 1/5  Unidades

1/1 Mecânica

A mecânica é a ciência física que lida com os efeitos de forças sobre objetos. Nenhum outro tema tem um papel maior nas análises de engenharia que a mecânica. Embora os princípios da mecânica sejam poucos, eles têm ampla aplicação na engenharia, por serem centrais na pesquisa e no desenvolvimento nos campos de vibrações, estabilidade e resistência de estruturas e máquinas, robótica, projeto de foguetes e naves espaciais, controle automático, desempenho de motores, escoamento de fluidos, máquinas e equipamentos elétricos, e comportamento molecular, atômico e subatômico. Um entendimento completo desse tópico é um pré-requisito essencial para trabalhar nesses e em muitos outros campos.

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Medium 9788521634300

Capítulo 12 - Deformações Estruturais nas Rochas: Falhamentos e Dobramentos

José Henrique Popp Grupo Gen PDF Criptografado

12

12.1  Generalidades

Deformações Estruturais nas Rochas: Falhamentos e

Dobramentos

Os sistemas de forças que atuam em nosso planeta de modo contínuo modificam sua configuração com o deslocamento de massas continentais, formação de bacias oceânicas e outras características fisiográficas, podendo também produzir grandes deformações e alterações em todos os tipos de rochas e minerais. O estudo dessas deformações estruturais que se encontram nas rochas sob a forma e a designação de falhas e dobras constituem os registros que evidenciam os movimentos e as direções dos esforços produzidos pelas placas litosféricas.

Dois tipos de forças atuam e deformam os corpos rochosos: as forças de volume e as forças de contato ou de superfície.

As primeiras atuam sobre a massa como um todo; são as forças gravitacionais e eletromagnéticas. As segundas, as forças de contato, atuam ao longo de uma superfície fraturada, provocando os deslocamentos e as deformações de partes de um corpo rochoso que é submetido aos mencionados esforços.

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Medium 9788527717007

3 - A Membrana Celular

Carlos Alberto Mourão Júnior, Dimitri Marques Abramov Grupo Gen PDF Criptografado

3

A Membrana Celular

Objetivos de estudo, 32

Conceitos-chave do capítulo, 32

Introdução, 32

Compartimentos líquidos do organismo, 34

Canais de membrana, 35

Transporte através da membrana, 37

Um aspecto essencial, 43

Resumo, 43

Autoavaliação, 44

Mourao 3.indd 31

17.08.10 10:52:38

32 n

Fisiologia Essencial

Objetivos de estudo

Compreender a função e a morfologia da membrana celular

Entender a importância da divisão do organismo em compartimentos e suas diferentes composições

Formar um conceito de meio interno

Diferenciar transporte através da membrana de transporte por canais iônicos, além de suas subdivisões

Descrever os mecanismos de atuação das forças de difusão e elétrica no transporte de solutos

Caracterizar transporte ativo e transporte passivo, descrevendo seus subtipos

n

Conceitos-chave do capítulo

Bomba

Bombas eletroquímicas

Canais abertos

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 26 - CROMATOGRAFIA: ALGUNS ASPECTOS GERAIS

James W. Zubrick Grupo Gen PDF Criptografado

CROMATOGRAFIA:

Alguns Aspectos Gerais

capítulo

1  2  3  4  5  6  7  8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25  26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Cromatografia é o meio mais conveniente de se separar compostos para purificá-los e identificá-los. De fato, as separações de compostos coloridos em tiras de papel deram o nome à técnica.

Embora existam muitos diferentes tipos de cromatografia, todas as formas mantêm semelhanças tremendamente marcantes. Cromatografia de camada fina, de coluna úmida e de coluna seca são técnicas comuns que você vai encontrar por aí.

A cromatografia que vamos considerar funciona por diferença de polaridade. (Isso não é rigorosamente verdade para todos os tipos de cromatografia, mas não estou inclinado a escrever uma tese de 350 páginas sobre o assunto, quando tudo que você pode precisar fazer é separar as tintas com cores diferentes que um marcador preto contém.)

ADSORVENTES

A primeira coisa que você precisa é de um adsorvente, um material poroso que consegue sugar líquidos e soluções. Papel, sílica gel, alumina (óxido de alumínio ultrafino), amido de milho e kitty litter1* (não é usada) são todos bons adsorventes. Entretanto, apenas os três primeiros são utilizados em cromatografia. Pode ser que você precise ou não de suporte sólido para eles. O papel fica unido,

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Medium 9788527720588

9 | Tecido Nervoso

AARESTRUP Grupo Gen PDF Criptografado

9

Tecido Nervoso

Objetivos de estudo, 154

Palavras-chave, 154

Introdução, 154

Funções, 155

Tecido nervoso, 156

Resumo, 167

Autoavaliação, 168

Aarestrup 9.indd 153

26.03.12 16:27:30

154

Histologia Essencial

Objetivos de estudo

��

Compreender a origem embrionária dos tecidos nervosos e do sistema nervoso

Compreender as funções do sistema nervoso

Conhecer os tipos de neurônios e seus componentes estruturais

Conhecer a histomorfologia dos diferentes tipos de neurônios

Saber conceituar sinapse e conhecer seus componentes

Identificar ao microscópio as fibras mielínicas e amielínicas e diferenciá-las funcionalmente

Conhecer as células da neuróglia, sua morfologia e função

Correlacionar o conhecimento histológico básico com suas principais associações clínicas

Palavras-chave

��

Astrócito

Bainha de mielina

Célula de Schwann

Célula ependimária

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Medium 9788521631989

5 - Dinâmica do Movimento Circular Uniforme

John D. Cutnell, Kenneth W. Johnson Grupo Gen PDF Criptografado

130  ■  Capítulo 5

Capítulo

5

Ao percorrer os arcos curvos e contorcidos, estes fãs de montanha-russa sentem uma força resultante e uma aceleração que apontam para o centro de um círculo. Veremos agora como e por que surgem esta força resultante e esta aceleração.

(© Pics1 | Dreamstime.com)

Dinâmica do Movimento

Circular Uniforme

5.1 Movimento Circular Uniforme

Existem muitos exemplos de movimento sobre uma trajetória circular. Dentre as muitas possibilidades, destacamos as que satisfazem à seguinte definição:

Definição de Movimento Circular Uniforme

Movimento circular uniforme é o movimento de um objeto que se desloca com velocidade escalar constante (uniforme) sobre uma trajetória circular.

Como um exemplo de movimento circular uniforme, a Figura 5.1 mostra um aeromodelo preso a um fio-guia. A velocidade escalar do aeromodelo é o módulo do vetor velocidade e como a velocidade escalar é constante, os vetores no desenho possuem o mesmo módulo em todos os pontos sobre a circunferência do círculo.

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Medium 9788521625797

18 Espectroscopia vibracional

J. Mendham, R. C. Denney, J. D. Barnes, M. J. K. Thomas Grupo Gen ePub Criptografado

Usa-se o termo “espectroscopia vibracional” para descrever as técnicas da espectroscopia de infravermelho e da espectroscopia de Raman. Estes dois tipos de espectroscopia dão o mesmo tipo de informação molecular e um método pode ser usado para complementar o outro.

A região do infravermelho do espectro eletromagnético pode ser dividida em três partes principais [1]:

Infravermelho próximo (região das harmônicas) 0,8–2,5 μm (12 500–4000 cm–1)

Infravermelho médio (região de vibração–rotação) 2,550 μm (4000–200 cm–1)

Infravermelho distante (região de rotação) 50–1000 μm (200-10 cm–1)

A região mais interessante para fins analíticos está entre e 25 μm (micrômetros), isto é, cujos números de ondas estão entre 4000 e 400 cm–1. O número de ondas, como o nome diz, é o número de ondas por centímetro. Os materiais ópticos normais como o vidro e o quartzo absorvem fortemente no infravermelho e, por isso, os instrumentos de medida nesta região diferem dos usados na região do espectro eletrônico (ultravioleta/visível). No infravermelho, os espectros têm origem nos diferentes modos de vibração e rotação das moléculas. Em comprimentos de onda inferiores a 25 μm, a radiação tem energia suficiente para alterar os níveis de energia vibracional das moléculas e o processo é acompanhado por mudanças nos níveis de energia rotacional. Os espectros rotacionais puros das moléculas ocorrem na região do infravermelho distante e são usados para a determinação das dimensões das moléculas.

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Medium 9788521632702

7 - O Modelo Quântico do Átomo

Nivaldo J. Tro Grupo Gen PDF Criptografado

7

O Modelo Quântico do Átomo

Qualquer um que não fique chocado com a mecânica quântica não a compreendeu.

—Niels Bohr (1885–1962)

7.1 O Gato de Schrödinger

7.2 A Natureza da Luz

7.3 Espectroscopia Atômica e o Modelo de Bohr

7.4 A Natureza Ondulatória da Matéria: O Comprimento de Onda de de Broglie, o Princípio da Incerteza e a Indeterminação

7.5 A Mecânica Quântica e o Átomo

7.6 As Formas dos Orbitais Atômicos

Principais Resultados do Aprendizado

O

INÍCIO DO SÉCULO XX deu origem a mudanças que revolucionaram como pensamos a realidade física, principalmente na esfera atômica. Antes disso, todas as descrições do comportamento da matéria tinham sido determinísticas — o atual conjunto de condições determinava completamente o futuro. A mecânica quântica mudou isso. Esta nova teoria sugeria que, para as partículas subatômicas — elétrons, nêutrons e prótons —, o presente NÃO determina completamente o futuro. Por exemplo, se você dispara um elétron e mede onde ele para, um segundo elétron disparado e percorrendo o mesmo caminho nas mesmas condições provavelmente vai parar em um local diferente! A teoria quântica foi desenvolvida por alguns cientistas extraordinários, incluindo-se Albert Einstein, Niels Bohr, Louis de Broglie, Max

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Medium 9788527715805

1. Os Parasitos, o Ambiente e o Homem

Rey, Luis Grupo Gen PDF Criptografado

1

Os Parasitos, o Ambiente e o Homem

O AMBIENTE E OS ORGANISMOS VIVOS

Interdependência dos organismos e cadeias alimentares

Sistemas ecológicos

TIPOS DE RELAÇÕES ENTRE OS SERES VIVOS

Competição entre organismos

Competição por um nicho ecológico

Predatismo

Associação entre organismos

Forésia

Comensalismo

Parasitismo

Mutualismo e simbiose

O AMBIENTE E OS ORGANISMOS

VIVOS

Interdependência dos Organismos e Cadeias Alimentares

Qualquer pessoa chamará de “parasita” um indivíduo que viva à custa de outro, ou da sociedade a que pertence, incluindo nesse conceito uma censura ou condenação por oportunismo, abuso ou mau caráter. Muitos pensam a mesma coisa dos microrganismos e animais parasitos, mesmo quando não se lhes possa atribuir responsabilidade consciente e moral por esse tipo de comportamento.

De fato, os parasitos dependem de outros seres vivos, eventualmente dos seres humanos, que, por uma razão ou por outra, tornaram-se seus hospedeiros, muito involuntariamente.

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Medium 9788527729086

Capítulo 11 Biogeografia da Conservação

Carvalho Almeida Grupo Gen PDF Criptografado

Biogeografia da Conservação

Peter Löwenberg Neto

Rafael Loyola

Introdução

A utilização de teorias, princípios e análises biogeográficas na perspectiva da conservação da biodiversidade caracteriza a

Biogeografia da Conservação. Por sua natureza temática e interdisciplinar, a Biogeografia da Conservação partiu da sinergia entre duas disciplinas, a Biogeografia e a Biologia da Conservação.1 Esse campo de estudo foi formalizado como ­área científica em 2005 e emergiu de um problema global: a perda da biodiversidade em decorrência da atividade humana.

A Biogeografia, por definição, é a ciên­cia que estuda a distribuição geográfica dos seres vivos. Ela busca entender a ocorrência espacial e temporal dos seres vivos, levando em consideração aspectos ecológicos e evolutivos dos táxons e aspectos geográficos, geológicos e climáticos das ­áreas. A Biologia da

Conservação é formada por um conjunto multidisciplinar de ciên­cias que tem como meta obter informações e desenvolver abordagens para a prática da preservação da biodiversidade.

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Medium 9788521634843

Capítulo 6 - Particulados da Atmosfera

LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti Grupo Gen PDF Criptografado

Parte II

Reações Químicas e

Fotoquímicas da Atmosfera

Lenzi 06 final.indd 133

20/03/18 13:18

Lenzi 06 final.indd 134

20/03/18 13:18

Particulados da

Atmosfera

capítulo

6

6.1 Aspectos Gerais

6.1

O

Aspectos Gerais

s “particulados da atmosfera” são partículas (corpúsculos) que se apresentam dispersas na atmosfera com dimensões que, conforme alguns autores, variam de 100 µm a 0,002 µm. Outros autores ampliam a faixa; de 500 µm (0,5 mm) a dimensões moleculares (0,0001 a 0,001 µm). Como na maioria das vezes apresentam tamanhos que se encontram abaixo do limite de visibilidade do olho humano (±90 µm), são considerados esféricos, e, por isto, a dimensão destas partículas refere-se ao diâmetro das mesmas (representado por

φ). Entre estes particulados encontram-se corpos abióticos e corpos bióticos. A

Figura 6.1 apresenta alguns exemplos de particulados atmosféricos com a respectiva faixa de dimensão.

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Medium 9788527723947

16 - Avanços em Neuroimagem

Martinez, Ana Grupo Gen PDF Criptografado

16

Avanços em

Neuroimagem

Objetivos de estudo, 264

Conceitos-chave, 264

Introdução, 264

Radiografia simples, 264

Angiografia, 264

Mielografia, 265

Ultrassonografia, 265

Tomografia computadorizada, 266

Ressonância nuclear magnética, 267

Ressonância nuclear magnética funcional, 268

Ressonância nuclear magnética com imagem de tensor de difusão, 270

Ressonância nuclear magnética com marcação de spin arterial, 271

Medicina nu­clear, 271

Resumo, 272

Autoavaliação, 272

Martinez 16.indd 263

30.01.14 16:20:31

264

Neuroanatomia Essencial

Objetivos de estudo

��

Conhecer as técnicas de imagem para o estudo do sistema nervoso

Estudar os princípios básicos de cada técnica

Conhecer as aplicações de cada técnica de imagem

Conceitos-chave

��

Angiografia

Medicina nuclear

Mielografia

Ressonância nuclear magnética

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Medium 9788521627159

10. - Vibrações Não Lineares

Marcelo Amorim Savi, Aline Souza de Paula Grupo Gen PDF Criptografado

10

Vibrações Não Lineares a

té o presente momento, investigamos a dinâmica de sistemas lineares. Contudo, a natureza é essencialmente não linear e a sua descrição a partir de modelos não lineares é mais realista. Vibrações não lineares, portanto, englobam uma variedade maior de fenômenos, relacionada com questões essenciais muitas vezes desprezadas.

Neste capítulo, vamos apresentar uma abordagem para tratar sistemas não lineares. Trataremos sistemas discretos cuja dinâmica é um protótipo de diversos sistemas físicos. Note que podemos considerar não linearidades físicas ou geométricas dos sistemas envolvidos. Do ponto de vista físico, podemos pensar em não linearidades constitutivas como comportamentos elásticos não lineares, plasticidade ou outros fenômenos correlatos. Do ponto de vista geométrico, podemos pensar em impactos ou grandes deslocamentos. O caso clássico é o pêndulo, desde que não consideremos válida a ideia de pequenos

ângulos (sen(q) ¹ q).

Considere, portanto, um sistema dinâmico geral que pode ser entendido como a evolução de um campo vetorial formado pelas variáveis de estado {X}, que é continuamente transformado por uma função {g}. Dessa forma, tem-se uma descrição quadro a quadro da realidade, representada pela seguinte equação de movimento:

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Medium 9788521632719

23 - Metais e Metalurgia

Nivaldo J. Tro Grupo Gen PDF Criptografado

23

Metais e Metalurgia

Os metais não estão disponíveis imediatamente para o uso do homem… mas eles estão, em sua maior parte, enterrados na escuridão, nas entranhas da Terra, onde estão tão bem disfarçados, pela combinação e mistura com outras substâncias, fazendo com que eles frequentemente apareçam de forma totalmente diferente deles mesmos.

— William Henry (1774–1836)

23.1 Vanádio: Um Problema e uma Oportunidade

23.2 As Propriedades Gerais e a Distribuição Natural dos Metais

23.3 Processos Metalúrgicos

23.4 Estruturas dos Metais e das Ligas

23.5 Fontes, Propriedades e Produtos de Alguns dos Metais de

Transição 3d

Principais Resultados do Aprendizado

S

E VOCÊ OBSERVAR À SUA VOLTA EM SUA CASA, sala de aula ou vizinhança, muito daquilo que você vê é feito de metal ou pelo menos tem algumas partes metálicas. Você pode imaginar a vida sem metais? Sem os metais, não teríamos arranha-céus, que precisam da estrutura rígida de vigas de aço; não haveria automóveis, que precisam de motores e carrocerias de metal; e não haveria eletricidade, que precisa dos cabos de cobre e de alumínio para a sua transmissão. A metalurgia é uma ciência ao mesmo tempo antiga e muito nova. Encontramos as raízes da metalurgia no passado distante, quando nossos ancestrais primitivos começaram sua busca por metais e a como processá-los. Das três idades pré-históricas da humanidade

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Medium 9788521620464

Apêndices

SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig Barton; JOHNSON, Robert G. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

A

Fórmulas Empírica e Molecular

No início e até meados do século XIX, métodos para a determinação de fórmulas para compostos orgânicos foram desenvolvidos por J. J. Berzelius, J. B. A. Dumas, Justus Liebig e Stanislao Cannizzaro. Apesar de os procedimentos experimentais para essas análises terem sido aperfeiçoados, os métodos básicos para a determinação da composição elementar de um composto orgânico na atualidade não são substancialmente diferentes daqueles utilizados no século XIX. Uma quantidade cuidadosamente pesada do composto a ser analisado é oxidada completamente em dióxido de carbono e água. As massas de dióxido de carbono e água são cuidadosamente medidas e utilizadas para encontrar as porcentagens de carbono e hidrogênio no composto. A porcentagem de nitrogênio normalmente é determinada medindo-se o volume de nitrogênio (N2) produzido em um procedimento separado.

Técnicas especiais para a determinação da composição percentual de outros elementos tipicamente encontrados em compostos orgânicos foram também desenvolvidas, mas a determinação direta da porcentagem de oxigênio é difícil. No entanto, se a composição percentual de todos os outros elementos é conhecida, então a porcentagem de oxigênio pode ser determinada por diferença. Os exemplos a seguir ilustrarão como esses cálculos podem ser realizados.

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