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Medium 9788521634478

CAPÍTULO 8 Ecologia Marinha - 190

PINET, Paul R. Grupo Gen PDF Criptografado

O mundo embaixo do oceano,

Florestas no fundo do mar, os ramos e as folhas,

Alfaces-do-mar, vastos líquenes, estranhas flores e sementes, o emaranhado espesso, as aberturas, e a relva rosa,

Diferentes cores, cinza-pálido e verde, roxo, branco, e dourado, o jogo de luz através da água,

Mudos nadadores entre rochas, coral, glúten, grama, juncos, e o alimento dos nadadores,

Existências morosas que pastam suspensas, ou que rastejam lentamente próximas ao fundo,

O cachalote na superfície soprando e borrifando ar, ou se divertindo com seus linguados,

O tubarão com olhar plúmbeo, a morsa, a tartaruga, o peludo leopardo do mar, e a arraia,

Paixões, guerras, perseguições, tribos, vistos nestas profundezas do oceano,

Aspirando respirar densamente o ar, como muitos o fazem,

A mudança de lá à vista de cá, e para o sutil ar respirado pelos seres como nós que andam nesta esfera,

A progressiva mudança de nossa esfera, para aqueles seres que caminham em outras esferas.

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 14 - RECRISTALIZAÇÃO: MICROESCALA

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

RECRISTALIZAÇÃO:

Microescala

capítulo

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

A recristalização em microescala é realizada da mesma forma que em macroescala. Você simplesmente utiliza uma vidraria pequenina. Leia primeiro a seção geral sobre cristalização. Então, volte aqui, e:

1. Coloque seu sólido em um pequeno tubo de ensaio.

2. Adicione uma pedrinha de ebulição (pedacinhos de porcelana ou micropérolas de vidro) ou um pequeno bastão de agitação magnética, caso você esteja utilizando uma chapa de agitação/aquecimento.

3. Apenas cubra o sólido com o solvente de recristalização.

4. Aqueça essa mistura no banho de areia; mexa com o bastão de agitação ou agite o tubo de ensaio.

5. Se o sólido não se dissolver, pense no seguinte: a. O que não se dissolve são impurezas insolúveis; nem adicionando grandes quantidades de solvente você vai conseguir dissolvê-las. b. O que não se dissolve é o seu composto; você vai precisar adicionar mais 1-2 gotas de solvente.

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Medium 9788521631989

9 - Dinâmica da Rotação

CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Grupo Gen PDF Criptografado

240  ■  Capítulo 9

Capítulo

9

Uma acrobata do Cirque du Soleil se equilibra sobre uma das suas mãos. Ela está em equilíbrio. O peso da acrobata e a sua localização no seu centro de gravidade determinam uma grandeza denominada torque. Veremos que o torque resultante que atua sobre qualquer objeto em equilíbrio é nulo. (© Eduardo

Verdugo/AP/Wide World Photos)

Dinâmica da Rotação

9.1 Ação de Forças e Torques sobre Objetos Rígidos

Figura 9.1  Um exemplo de

(a) movimento de translação e

(b) movimentos combinados de translação e de rotação.

A massa da maioria dos objetos rígidos, como, por exemplo, uma hélice ou uma roda, está distribuída e não concentrada em um único ponto. Estes objetos podem se mover de várias maneiras. A Figura 9.1a ilustra uma possibilidade chamada de movimento de translação, no qual todos os pontos do corpo se deslocam em trajetórias paralelas (não necessariamente em linhas retas). Na translação pura, não há rotação de nenhuma linha do corpo. Pelo fato de o movimento de translação poder ocorrer ao longo de uma linha curva, ele é frequentemente chamado de movimento curvilíneo ou movimento linear. Outra possibilidade é o movimento de rotação, que pode ocorrer combinado com o movimento de translação, como no caso do ginasta de saltos mortais na Figura 9.1b.

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Medium 9788527727730

Parte 3 - 12 - Metabolismo de Carboidratos: Via das Pentoses Fosfato

MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista Grupo Gen PDF Criptografado

12 Metabolismo de Carboidratos:

Via das Pentoses Fosfato

12.1 Funções da via das pentoses fosfato

A via das pentoses fosfato é uma via alternativa de oxidação de glicose, que leva à produção de dois compostos importantes: ribose 5-fosfato e a forma reduzida da nicotinamida adenina dinucleo­tí­dio fosfato (NADPH) (Figura 12.1), uma coenzima com estrutura semelhante à do NADH. A ribose 5-fosfato é a pentose constituinte dos nucleo­tí­dios que compõem os ácidos nucleicos e várias coenzimas (NAD1, NADP1, FAD, FMN, coenzima A, ATP, GTP etc.). O NADPH

­atua como coenzima doadora de hidrogênio em sínteses redutoras de ácidos graxos e de esteroides e reações de proteção contra agentes oxidantes e infecções bacterianas. São ainda produzidos nesta via outros açúcares fosforilados, com número va­riá­vel de átomos de carbono.

Em vias degradativas, como glicólise, ciclo de Krebs, ciclo de Lynen etc., o substrato é oxidado, gerando coenzimas reduzidas — NADH e FADH2 —, a partir de cuja oxidação se produz ATP. Na síntese de muitos compostos, ocorre o inverso: há consumo de ATP e redução do substrato por coenzimas reduzidas. A coenzima utilizada em tais reduções é o NADPH, que passa à forma NADP1; a volta à forma reduzida é cumprida pela via das pentoses fosfato e por algumas outras reações (Seções 10.1 e 16.5). As duas coenzimas — NAD1 e NADPH — têm, então, papéi­s metabólicos opostos: a primeira é utilizada quando um substrato está sendo oxidado e a segunda, quando um substrato está sendo reduzido. Também são diferentes os processos de regeneração das duas coenzimas: o NADH produzido no metabolismo degradativo é oxidado na cadeia de transporte de elétrons; o NADPH não é substrato da cadeia de transporte de elétrons e sua oxidação é feita nas vias de sínteses e outras reações redutoras.

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Medium 9788527731997

Capítulo 5 Introdução ao Reino Animal | Desenvolvimento, Ciclos de Vida e Origens

BRUSCA, Richard C.; MOORE, Wendy; SHUSTER, Stephen M. Grupo Gen PDF Criptografado

5

Introdução ao

Reino Animal

Desenvolvimento, Ciclos de Vida e Origens

processo por meio do qual zigotos unicelulares transformam-se em espécimes pluricelulares e, por fim, em adultos capazes de reproduzir-se

é conhecido como ontogenia. No centro da ontogenia dos metazoários, encontramos a embriogênese – crescimento e desenvolvimento do embrião. Embrião é o estágio de vida de um organismo entre a fecundação e o nascimento, e representa a principal fase do ciclo de vida, que interliga o genótipo ao fenótipo.

Como vimos no Capítulo 4, as células dos animais estão organizadas em unidades funcionais, geralmente na forma de tecidos e órgãos com funções específicas, que sustentam a vida do animal como um todo. Esses diferentes tipos celulares são interdependentes e suas atividades são coordenadas por padrões e relações previsíveis. Os tecidos e os órgãos desenvolvem-se por uma série de eventos, que acontecem nos estágios iniciais da embriogênese do organismo. Os tecidos embrionários

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Medium 9788521617105

CAPÍTULO R - Relatividade Especial

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene Grupo Gen PDF Criptografado

R

C A P Í T U L O

Relatividade Especial

R-1

R-2

R-3

R-4

R-5

R-6

A

O Princípio da Relatividade e a Constância da Velocidade da Luz

Réguas em Movimento

Relógios em Movimento

Réguas em Movimento Novamente

Relógios Distantes e Simultaneidade

Quantidade de Movimento, Massa e Energia Relativísticas

teoria da relatividade consiste em duas teorias bem diferentes, a teoria especial e a teoria geral. A teoria especial, desenvolvida por Albert

Einstein e outros em 1905, trata da comparação de medidas feitas em diferentes referenciais inerciais que se movem, um em relação ao outro, com velocidade constante. Suas conseqüências, que podem ser deduzidas com o mínimo de matemática, são aplicáveis a uma grande variedade de situações encontradas na física e na engenharia. Uma aplicação da teoria especial pode ser vista no desenvolvimento do GPS (Global Positioning

System, Sistema de Posicionamento Global), que é capaz de dar as coordenadas de sua posição (latitude, longitude e altitude) com precisão de alguns metros.

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Medium 9788521625834

CAPÍTULO 6 - ESCOAMENTO INCOMPRESSÍVEL DE FLUIDOS NÃO VISCOSOS

FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.; McDONALD, Alan T. Grupo Gen PDF Criptografado

6

Escoamento Incompressível de

Fluidos Não Viscosos

6.1 Equação da Quantidade de Movimento para Escoamento sem Atrito: a Equação de Euler

6.2 As Equações de Euler em Coordenadas de Linhas de Corrente

6.3 A Equação de Bernoulli – Integração da Equação de Euler ao Longo de uma Linha de Corrente para

Escoamento Permanente

6.4 A Equação de Bernoulli Interpretada como uma Equação de Energia

6.5 Linha de Energia e Linha Piezométrica

6.6 Equação de Bernoulli para Escoamento Transiente – Integração da Equação de Euler ao Longo de uma

Linha de Corrente (no site da LTC Editora)

6.7 Escoamento Irrotacional

6.8 Resumo e Equações Úteis

Estudo de Caso em Energia e Meio Ambiente

Energia da Onda: A Central Limpet

Conforme já discutimos nos Estudos de

Casos em Meio Ambiente anteriores, ondas do oceano contêm bastante energia; algumas regiões do mundo apresentam uma densidade de energia (energia por largura do escoamento da água) de até

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Medium 9788527729208

11. Rotifera

FRANSOZO, Adilson Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Rotifera

Cláu­dia Costa Bonecker, Fábio Amodêo Lansac-Tôha e Ciro Yoshio Joko

Introdução

O filo Rotifera é constituí­do por microrganismos invertebrados, pseudocelomados, não segmentados e com simetria bilateral. O comprimento dos seus in­di­ví­duos pode variar de 2 a 2.500  µm, sendo que a maioria dos organismos encontra-se na faixa de 100 a 1.000 µm.

As características que os diferenciam dos demais grupos do antigo filo Aschelminthes são duas: a coroa de cílios, estrutura normalmente em formato de funil cujas bordas são ciliadas, e o mástax, faringe ­muscular que apresenta no seu interior uma estrutura cuticular formada por uma série de peças rígidas, com função similar à de uma mandíbula, denominada trofos (Figura 11.1). O movimento sincrônico dos cílios da coroa causa a ilusão de haver uma roda na região apical dos rotíferos, sendo responsável pelo nome do filo (roti = “roda”; ferre = “ter”) (Figura 11.2).

Os rotíferos tiveram sua origem em água doce, o que explica a sua grande riqueza de táxons e abundância nesse tipo de ambiente, sendo descritos, até o momento, 2.030 táxons. Esses organismos estão presentes em uma enorme variedade de habitats aquá­ticos e semiaquá­ticos, incluindo desde grandes lagos até pequenas poças.

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Medium 9788521631064

28 - Introdução aos Compostos Organometálicos

KLEIN, David Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução aos

Compostos

Organometálicos

VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU…

quanto tempo leva para os químicos orgânicos sintetizarem novos fármacos?

O

senso comum diz que deve depender da complexidade da estrutura desejada (uma afirmação verdadeira), embora a TV popular possa fazer crer que até mesmo estruturas complexas podem ser feitas de um dia para o outro. Isso simplesmente não é verdade! A síntese orgânica leva tempo, muitas vezes, um monte de tempo. Por quê? Cada etapa da síntese requer planejamento detalhado, montagem da aparelhagem de vidro, execução da reação, separação do produto desejado a partir da mistura de produtos, purificação do produto e, em seguida, confirmação da sua estrutura através de técnicas espectroscópicas, tais como

RMN e IV. Um químico sintético tem que primeiro completar todas essas atividades com sucesso antes de passar para a próxima etapa da síntese. Como resultado, cada etapa da síntese pode levar dias, e isso em um cenário favorável, em que tudo funciona de acordo com o planejado. Muitas vezes, uma etapa planejada falha, exigindo que o químico encontre uma maneira de contornar a etapa problemática. Esse processo pode levar semanas, meses ou mesmo anos. Em uma síntese de várias etapas (com dezenas de etapas planejadas), a síntese inteira muitas vezes pode durar anos, às vezes décadas.

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Medium 9788521614067

Capítulo 47 - Elétrons em poços de potencial

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; KRANE, Kenneth S. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 47

ELÉTRONS EM POÇOS DE POTENCIAL

No capítulo anterior estudamos os movimentos de elétrons livres. Agora estudaremos os movimentos de elétrons ligados — isto é, elétrons que não são livres para deslocarem-se além de certos limites.

Embora a energia de um elétron totalmente livre não seja quantizada, será mostrado que a energia de um elétron ligado é quantizada.

O interesse principal será no movimento dos elétrons ligados a seus átomos. Como introdução, serão estudados os elétrons ligados em estruturas artificiais chamadas de poços de potencial.

Então, a atenção será focada no único elétron de um átomo de hidrogênio, lidando primeiramente com o modelo de átomo de hidrogênio proposto por Bohr em uma época onde a mecânica quântica ainda não estava totalmente desenvolvida. Em seguida, veremos o tratamento quântico moderno para o átomo de hidrogênio. Serão identificados os números quânticos que especificam os seus estados quânticos e será explorado o comportamento do elétron em alguns destes estados.

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Medium 9788521629313

16 Eletrostática I

KESTEN, Philip R.; TAUCK, David L. Grupo Gen PDF Criptografado

(Research Collaboratory for Structural Bioinformatics. Shinoda, T., Ogawa, H., Cornelius, F., Toyoshima,

C. (2009) Cristal structure of the sodium-potassium pump at 2.4 A resolution. Nature 459: 446-50.)

16

Eletrostática I

16-1  Carga Elétrica

16-2  Lei de Coulomb

16-3  Condutores e Isolantes

16-4  Campo Elétrico

16-5  Campo Elétrico para Alguns Corpos

16-6  Lei de Gauss

16-7  Aplicações da Lei de Gauss

As proteínas são essenciais para a vida. Entre suas múltiplas funções, elas permitem que você se mova, determinam o que entra em suas células e o que sai de suas células, auxiliam no combate a infecções, transportam oxigênio e colesterol em seu sangue e catalisam as reações químicas que tornam a vida possível. Todas as proteínas são sintetizadas como uma cadeia linear de aminoácidos, porém cada proteína possui uma

única forma que determina sua função, incluindo a bomba de sódio-potássio aqui mostrada. As forças que causam a torção, o bobinamento e a dobra da proteína – e que, em última análise, determinam sua estrutura – surgem, em grande parte, pelas interações que ocorrem entre as cargas positivas e negativas nos aminoácidos da proteína. Essas forças eletrostáticas resultam tanto das interações entre cargas das próprias proteínas quanto das interações entre as proteínas e o meio aquoso existente na maioria das proteínas. Nesse particular exemplo, os helicoides brilhantes na cor rosa no centro da imagem representam regiões não carregadas da proteína que se estendem no interior oleoso e não carregado de uma membrana. As estruturas acima e abaixo dos helicoides neste desenho representam as regiões da proteína que se projetam no meio aquoso de ambos os lados da membrana.

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Medium 9788521627661

15 - Termodinâmica II

KESTEN, Philip R.; TAUCK, David L. Grupo Gen PDF Criptografado

(Dr. Thomas Eisner/Visuals Unlimited)

15

Termodinâmica II

O besouro-bombardeiro se defende de inimigos como formigas e aranhas expelindo uma mistura quente e malcheirosa de líquido e gás. Como mostra a foto, ele pode dirigir o jato para onde quiser. Para iniciar o mecanismo de defesa, o besouro libera certas substâncias em um compartimento especial, onde as substâncias interagem com enzimas secretadas pelas células que revestem as paredes do compartimento. A reação exotérmica resultante libera energia suficiente, na forma de calor, para vaporizar parte do líquido. A pressão no interior do compartimento aumenta rapidamente e a mistura de líquido e gás é expelida através de aberturas situadas na extremidade traseira do corpo do besouro. O processo envolve pressão, temperatura e trabalho – é disso que trata a termodinâmica!

A

energia usada pelos seres vivos vem do Sol. As plantas coletam a energia solar e a usam para sintetizar as biomoléculas de que dependem para crescer e se reproduzir. Os animais obtêm energia comendo plantas e outros animais. Entretanto, todos os processos termodinâmicos são ineficientes: desperdiçam parte da energia consumida. Quando você faz um exercício físico, por exemplo, seu corpo esquenta e você começa a suar. Como todas as máquinas físicas e biológicas, os músculos usam apenas parte da energia que recebem para realizar trabalho; o restante é transformado em energia térmica.

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Medium 9788527723879

29 - Síntese e Processamento do RNA

BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert Grupo Gen PDF Criptografado

Síntese e Processamento do RNA

29

Íntron excisado

Precursor do mRNA

mRNA

A síntese de RNA constitui uma etapa essencial na expressão da informação genética. Para as células eucarió­ticas, o RNA transcrito inicial (o precursor do mRNA) frequentemente sofre splicing, removendo íntrons que não codificam se­quências de proteí­nas. Em geral, o mesmo pré-mRNA sofre splicing diferente em tipos distintos de células ou em diferentes estágios do desenvolvimento. Na imagem à esquerda, proteí­nas associadas ao splicing do RNA (coradas com um anticorpo fluorescente) destacam as re­giões do genoma do tritão que estão sendo ativamente transcritas.

[Imagem à esquerda, cortesia do Dr. Mark B. Roth e do Dr.

Joseph G. Gall.]

O

DNA armazena a informação genética de modo estável, passível de ser prontamente replicado. A expressão dessa informação genética exige que o seu fluxo ocorra do DNA para o RNA e, habitualmente, para a proteí­na, como foi documentado no Capítulo 4. Este capítulo irá exami­ nar a síntese ou transcrição do RNA, que consiste no processo de síntese de um transcrito de RNA com transferência da informação das se­quências a partir de um molde de DNA. Começaremos com uma discussão das RNA polimerases, as grandes e complexas enzimas que rea­li­zam o processo de síntese. Em seguida, trataremos da transcrição nas bactérias e abordaremos os três estágios da transcrição: ligação ao promotor e iniciação; alongamen­ to do transcrito de RNA nascente; e término. Em seguida, examinaremos a transcrição nos eucariotos, enfatizando as distinções entre a transcrição nas bactérias e nos eucariotos.

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Medium 9788521617129

Capítulo 37 - Moléculas

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene Grupo Gen PDF Criptografado

37

C A P Í T U L O

Moléculas

37-1

* 37-2

37-3

A

Ligações

Moléculas Poliatômicas

Níveis de Energia e Espectros de Moléculas Diatômicas

UMA MICROGRAFIA DE CRISTAIS DE

FLUORETO DE SÓDIO. O FLUORETO DE

SÓDIO É COM FREQÜÊNCIA ADICIONADO

AOS RESERVATÓRIOS PÚBLICOS DE

ÁGUA COMO UMA PREVENÇÃO À QUEDA

DE DENTES. (National Institutes of Health/

Photo Researchers.)

?

Quanta energia é necessária para formar o fluoreto de sódio? (Veja

Exemplo 37-1.)

maioria dos átomos se combina para formar moléculas ou sólidos. Moléculas podem existir como entidades isoladas, como nos gases O2 ou N2, ou podem se combinar para formar líquidos ou sólidos. Uma molécula

é o menor constituinte da substância que conserva suas propriedades químicas.

Neste capítulo, usamos nossos conhecimentos da mecânica quântica para discutir ligações e níveis de energia e espectros de moléculas diatômicas.

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Medium 9788521618768

8 - Energia Solar Passiva

HODGE, B. K. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTU LO

8

Energia Solar

Passiva

8.1

CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE ENERGIA SOLAR PASSIVA

A energia solar passiva é definida geralmente pelos sistemas cujo fluxo de energia solar se dá através de processos passivos (ou naturais), tal como a convecção natural (livre). Os conceitos solares passivos são conhecidos e praticados desde a antiguidade. As seguintes declarações são atribuídas a Sócrates (~400 a.C.) e a Aristóteles (~350 a.C.), respectivamente:

Nas casas com aspecto sul, os raios solares penetram nos pórticos no inverno, mas no verão a trajetória do Sol é exatamente sobre as nossas cabeças e acima dos telhados, de modo que há sombra.

Para o bem-estar e a saúde... a propriedade deve ser arejada no verão e ensolarada no inverno. Uma propriedade com essas qualidades seria mais larga do que a sua profundidade, e a sua frente seria voltada para o sul.

No vernáculo moderno das práticas solares passivas, essas afirmações significam que uma casa deve ser orientada de leste para oeste com exposição significativa proveniente do sul e com um beiral tal que no inverno a luz solar seja incidente nesta exposição vinda do sul, mas no verão a luz solar seja bloqueada.

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