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Medium 9788527723855

2 - Componentes Químicos da Célula

De Robertis Grupo Gen PDF Criptografado

Componentes Químicos da Célula

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Introdução

2.1 Os componentes químicos da célula são classificados em inorgânicos e orgânicos

A estrutura da célula provém da combinação de moléculas organizadas de modo bastante preciso.

Embora ainda haja muito a ser descoberto, já são conhecidos os princípios gerais da organização molecular de todas as estruturas celulares, como os cromossomos, as membranas, os ribossomos, as mitocôndrias e os cloroplastos. A biologia da célula é inseparável da biologia das moléculas; do mesmo modo que as células são os blocos com os quais se formam os tecidos e os organismos, as moléculas são os blocos com os quais se constroem as células.

A princípio, o estudo da composição química da célula foi realizado por meio de análise bioquímica de órgãos e tecidos inteiros, como o fígado, o cérebro, a pele ou o meristema vegetal. Esses estudos somente têm valor citológico relativo, pois o material analisado geralmente consiste em uma mistura de diferentes tipos celulares e material extracelular. Nos últimos anos, o desenvolvimento de novos métodos de estudo dos componentes químicos da célula (ver Capítulo 23) possibilitou o isolamento dos elementos subcelulares e a coleta de informações bem precisas sobre as estruturas moleculares destes.

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Medium 9788527731461

26 - Aspectos Bioquímicos da Digestão e Absorção dos Nutrientes da Dieta

PINTO, Wagner de Jesus Grupo Gen PDF Criptografado

Aspectos Bioquí­micos da Digestão e Absorção dos Nutrientes da Dieta

Introdução

A digestão é o processo pelo qual macronutrientes (carboidratos, proteí­nas e lipídios) sofrem redução em suas unidades fundamentais por meio de enzimas objetivando tornar possível sua absorção por parte do organismo. O processo digestivo começa já na boca com a ação da α-amilase salivar, que inicia a digestão do amido, e con­ti­nua no estômago, com a hidrólise das proteí­nas por parte da pepsina. Mas é no intestino delgado que a digestão de todos os nutrientes ocorre de maneira plena, uma vez que essa porção do trato digestivo recebe a secreção ecbólica pancreá­tica, rica em enzimas capazes de digerir completamente carboidratos, lipídios, proteí­nas e ácidos nucleicos.

Carboidratos da dieta

Os carboidratos estão extensivamente presentes na dieta humana, embora não exista neles uma necessidade nutricional em si. De fato, essa classe de nutrientes compõe cerca de 40% das calorias ingeridas e seu consumo excessivo em sociedades modernas tem sido relacionado com o aumento de casos de doen­

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Medium 9788521626633

18 Os elementos do grupo 18

HOUSECROFT, Catherine E.; SHARPE, Alan G. Grupo Gen PDF Criptografado

562  capítulo 18

Tópicos

Ocorrência e extração

Aplicações

Propriedades físicas

Compostos de xenônio

Compostos de argônio, criptônio e radônio

respectivamente, mas não foram isolados compostos estáveis con‑ tendo esses cátions. Embora o [Xe2]+ fosse conhecido há vários anos e caracterizado por espectroscopia Raman, (Ä(XeXe) =

123 cm‑1), somente em 1997 o composto [Xe2][Sb4F21] (preparado a partir de [XeF][Sb2F11] e HF/SbF5, veja a Seção 9.9) foi crista‑ lograficamente caracterizado. Íons discretos [Xe2]+ (18.1) estão presentes no [Xe2][Sb4F21] no estado sólido, embora existam inte‑ rações Xe····F fracas. A ligação Xe–Xe é extremamente longa, e

é a ligação homonuclear mais longa estruturalmente confirmada entre elementos do grupo principal. Sob uma pressão de 30–50 bar de Xe e em presença de excesso de SbF5, o sal de [Sb4F11] – do cátion verde [Xe2]+ se converte em um sal de [Xe4]+, azul.

A redução da pressão de Xe inverte a reação. O íon [Xe4]+ foi caracterizado por espectroscopia Raman, e a absorção vista em

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Medium 9788582713532

Capítulo 19 - Distúrbios associados ao sistema imune

Gerard J. Tortora; Christine L. Case; Berdell R. Funke Grupo A PDF Criptografado

Na clínica

Como enfermeira(o) de pacientes com Aids, você discute o estado do HIV de um recém-nascido com Jéssica, a mãe HIV-positiva. O bebê apresentou resultados positivos para ELISA e

Western blot, mas o ensaio de PCR foi negativo para o HIV.

Dica: leia sobre métodos diagnósticos para o HIV (nas pp. 540-541).

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Distúrbios associados ao sistema imune

N

ormalmente, as células do sistema imune removem ou neutralizam agentes nocivos, como os dois linfócitos mostrados na fotografia atacando uma célula tumoral. Contudo, neste capítulo, veremos que nem todas as respostas do sistema imune produzem um resultado desejável. Um exemplo conhecido é a rinite alérgica, que resulta da exposição repetida ao pólen. Sabemos que uma transfusão de sangue será rejeitada se o sangue do doador e o sangue do recipiente não forem compatíveis, e que a rejeição também é um problema potencial com órgãos transplantados. Nosso próprio tecido pode ser acidentalmente atacado pelo sistema imune, causando doenças que classificamos como autoimunes. Determinados antígenos, chamados de superantígenos, ativam indiscriminadamente muitos receptores de células T de uma só vez, causando uma tempestade de citocinas, que resulta em dano tecidual.

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Medium 9788536702193

Capítulo 11 - Genética das fissuras labiopalatinas

Paula Cristina Trevilatto; Renata Iani Werneck Grupo A PDF Criptografado

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Genética das fissuras labiopalatinas

SALMO RASKIN

JOSIANE DE SOUZA

Objetivos de aprendizagem:

• Compreender os diferentes tipos de fissuras orais e sua classificação

• Conhecer a etiologia das fissuras orais e o papel genético nesse processo

• Identificar as principais síndromes associadas às fissuras orais

Congênita

Característica presente ao nascimento.

As fissuras orais englobam um grupo de malformações paramedianas de lábio superior, alvéolo dentário e palato que se dividem basicamente em fissura labiopalatal e fissura palatal. Há evidências de que esses fenótipos são distintos etiologicamente, baseados em diferenças embriológicas e epidemiológicas.1 A fissura oral é uma das malformações mais comuns entre as crianças nascidas vivas, com frequência populacional em torno de 1 a 2 a cada mil recém-nascidos vivos. 2

A formação normal das estruturas faciais é um dos processos de desenvolvimento embriológico mais dinâmicos e complexos do ser humano. Por isso, há grande suscetibilidade a erros na morfogênese, levando a um número considerável de anomalias congênitas no complexo craniofacial.3

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