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Medium 9788582712993

Capítulo 16 - Olho (Oculus)

Horst Erich König, Hans-Georg Liebich Grupo A PDF Criptografado

Olho (Oculus)

H.-G Liebich, P. Sótonyi e H. E. König

O olho, órgão da visão, compõe-se de diversas partes, as quais possuem a capacidade de receber estímulos de luz do ambiente, registrá-los e convertê-los em um sinal elétrico, o qual é transportado para o encéfalo. Os neurônios receptores contêm moléculas fotossensíveis que são transformadas quimicamente por impulsos de luz e reagem com a atividade neural das células vizinhas. O sinal resultante é transportado por cadeias de neurônios até atingir os centros cognitivos do encéfalo, onde a imagem final é formada.

A visão se baseia em um sistema complexo, o qual envolve todas as partes do olho, inclusive suas estruturas acessórias (anexa), bem como diversas áreas do encéfalo (veja o Capítulo 14):

Bulbo do olho: túnicas fibrosa, vasculosa e interna do bulbo (esclera, córnea, corioide, corpo ciliar, íris, retina);

Anexos: músculos oculares, pálpebras, aparelho lacrimal;

Nervo óptico;

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Medium 9788580551020

3 Características químicas e físicas da água do mar e o oceano global

Peter Castro, Michael E. Huber Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Características químicas e físicas da água do mar e o oceano global

Um bando de faigões-rola (Pachyptila desolata) voando sob a espuma das ondas batendo em um iceberg.

“T

odo mundo fala sobre o clima, mas ninguém faz nada sobre ele”. Com frequência atribuída a Mark Twain, esta citação de seu colaborador, Charles Dudley Warner, expressa a difícil situação dos organismos marinhos, assim como a das pessoas. Do ponto de vista dos organismos marinhos, a quebra das ondas e as águas geladas são apenas parte do “clima” dos oceanos, como são o vento, as marés, as correntes, o sal e outras características químicas e físicas dos oceanos.

Uma vez que os organismos marinhos não conseguem controlar a natureza química e física do ambiente, eles simplesmente têm de “aceitá-la” – isto é, adaptar-se ao local onde eles vivem – ou viver em outro lugar. Quais organismos vivem em um determinado lugar nos oceanos e como eles vivem são características controladas principalmente por fatores químicos e físicos. Para entender a biologia dos organismos marinhos, entretanto, precisamos saber sobre seu ambiente. O Capítulo

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Medium 9788580551020

2 O fundo oceânico

Peter Castro, Michael E. Huber Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

O fundo oceânico

A falha de San Andreas em Carrizo Plain, Califórnia.

O

s oceanos não são apenas lugares nos quais a terra está submersa. O fundo dos oceanos é geologicamente distinto dos continentes. Ele está fechado em um ciclo contínuo de nascimento e destruição que dá forma aos oceanos e controla em grande parte a geologia e a história geológica dos continentes. Processos geológicos abaixo da superfície do mar afetam não somente os oceanos, mas também as terras emersas.

Muitos dos processos que moldam as bacias oceânicas ocorrem lentamente, durante centenas de milhões de anos. Nesta escala de tempo, em que o período de vida humana é apenas um piscar de olhos, rochas sólidas fluem como líquido, continentes inteiros movem-se de um lado ao outro da superfície da terra e montanhas crescem a partir de planícies. Para entender o fundo dos oceanos, precisamos aprender a adotar a perspectiva nada familiar do tempo geológico.

À primeira vista, pode parecer que a geologia não tem muito a ver com a biologia marinha, mas, no dia a dia e ao longo das eras, os

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Medium 9788580551020

5 O mundo microbiano

Peter Castro, Michael E. Huber Grupo A PDF Criptografado

Parte II

Os organismos do mar

CAPÍTULO

5

O mundo microbiano

Epulopiscium, bactéria gigante presente no intestino de peixes de recifes de corais.

E

ste capítulo, o primeiro de nosso levantamento da vida nos oceanos, é focado nos microrganismos marinhos, que são, sem dúvida, as formas mais abundantes de vida marinha. Os microrganismos vivem em qualquer lugar no oceano, desde as fossas abissais até as mais altas piscinas de maré. O mundo microbiano inclui uma incrível diversidade de organismos, sendo que novos microrganismos são descobertos o tempo todo. Exceto pela característica de serem pequenos (em tamanho), os vários grupos de microrganismos discutidos neste capítulo têm pouco em comum. Todos os três domínios biológicos, as divisões mais básicas de vida (ver “A árvore da vida”, p. 82), incluem microrganismos. A diversidade do mundo microbiano pode ser complexa até mesmo para os biólogos. Na verdade, muitos dos debates científicos sobre como agrupar os organismos nos diferentes reinos dentro dos domínios centram-se nos microrganismos.

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Medium 9788582714324

PARTE III – O Encéfalo e o Comportamento

Mark F. Bear, Barry W. Connors, Michael A. Paradiso Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

519

O Encéfalo e o

Comportamento

CAPÍTULO 15

O Controle Químico do Encéfalo e do Comportamento

CAPÍTULO 16

Motivação

551

CAPÍTULO 17

O Sexo e o Sistema Nervoso

579

CAPÍTULO 18

Os Mecanismos da Emoção no Encéfalo

615

CAPÍTULO 19

Os Ritmos do Encéfalo e o Sono

645

CAPÍTULO 20

Linguagem

685

CAPÍTULO 21

Cérebro em Repouso, Atenção e Consciência

CAPÍTULO 22

Transtornos Mentais

751

719

521

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CAPíTUlO 15

O Controle Químico do Encéfalo e do

Comportamento

INTRODUÇÃO

O HIPOTÁLAMO SECRETOR

Uma Visão Geral do Hipotálamo

Homeostasia

Estrutura e Conexões do Hipotálamo

Vias para a Hipófise

Controle Hipotalâmico da Neuro-Hipófise

Controle Hipotalâmico da Adeno-Hipófise

QUADRO 15.1

DE ESPECIAL INTERESSE: Estresse e o Encéfalo

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