21 capítulos
Medium 9789724413600

Prefácio da edição de 2000

James Lovelock Editora Almedina PDF Criptografado

Prefácio da edição de 2000

Quando há 20 anos comecei a escrever este livro, não tinha a perceção nítida do que era Gaia, nem sequer tinha pensado muito no assunto. O que eu sabia era que a Terra era diferente de Marte e Vénus. Era um planeta com a estranha faculdade de se conservar como um local adequado e confortável para os seres vivos que o habitam. Tinha a ideia de que, de alguma forma, isto não sucedia devido a uma mera colocação acidental no sistema solar, mas era antes uma consequência da vida existente à superfície. O  termo Gaia foi-me sugerido pelo meu amigo e vizinho, o escritor

William ­Golding. Ele pensou que uma ideia destas se deveria chamar Gaia, em honra da deusa grega da Terra.

Naquela época, em princípios dos anos 70, ainda éramos inocentes em relação ao ambiente. Rachel Carson tinha-nos dado motivos para alarme: os agricultores estavam a destruir a agradável paisagem campestre que todos conhecíamos, devido ao uso excessivo de produtos químicos. Ainda assim, tudo parecia bem. Os membros das associações Amigos da Terra e

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Medium 9788597008111

8 - Polo Formatação e Edição de Trabalhos Científicos

Gilberto e Andrade Martins, Carlos Renato Theóphilo Grupo Gen PDF Criptografado

8

Polo formatação e edição de trabalhos científicos

8.1 Formatação

Estrutura de um trabalho técnico-científico

22) ANEX O (S) *

21) APÊ NDI CE (S) *

20) GLOSS ÁR IO*

19) REFERÊNC IAS º

18) DESE NVOLVIMENTOº

F R E NTE

17) L . D E ILU STRAÇÕES S

16) L IS TA D E GRÁFIC OS S

15) L IS TA D E TABELA S S

14) L ISTA D E QUAD RO S S

F R E NTE

13) L ISTA D E S ÍM BOL OS*

12) L . D E ABREV I AT URAS S

11) SUMÁR IOº

F R E NTE

10) ABSTRACTº

9) RESU MOº

8) EP ÍGRAFE*

7) AGRADEC IM EN TOS*

6) DED ICAT ÓR I A*

3) PÁ GINA DE R OSTOº

4) REGI S TRO º e 5) F ICHA º

2) C ONTRACAPAº

1) CAPAº

F R E NTE

F R E NTE

5568 book.indb 145

V E R SO

08/30/2016 4:32:20 PM

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Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas  •  Martins e Theóphilo

Não há um modelo único para formatação e edição de um trabalho científico. Neste capítulo apresenta-se uma opção construída a partir de um Manual da Coordenação de Pós-Graduação da FEA/USP, orientado por Normas da ABNT.

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Medium 9788582712979

Apêndice 2 - Manual de Bergey de Bacteriologia Sistemática, segunda edição

Michael T. Madigan, John M. Martinko, Kelly S. Bender, Daniel H. Buckley, David A. Stahl Grupo A PDF Criptografado

Apêndice 2

Manual de Bergey de Bacteriologia

Sistemática, segunda edição

1

Lista dos táxons hierarquicamente superiores

Domínio Archaea2

Filo I. Crenarchaeota

Classe I. Thermoprotei

Ordem I. Thermoproteales

Ordem II. Caldisphaerales

Ordem III. Desulfurococcales

Ordem IV. Sulfolobales

Filo II. Euryarchaeota

Classe I. Methanobacteria

Ordem I. Methanobacteriales

Classe II: Methanococci

Ordem I. Methanococcales

Classe III.Methanomicrobia

Ordem I. Methanomicrobiales

Ordem II. Methanosarcinales

Classe IV. Halobacteria

Ordem I: Halobacteriales

Classe V. Thermoplasmata

Ordem I: Thermoplasmatales

Classe VI. Thermococci

Ordem I. Thermococcales

Classe VII. Archaeoglobi

Ordem I. Archaeoglobales

Classe VIII. Methanopyri

Ordem I. Methanopyrales

Domínio Bacteria

Filo I. Aquificae

Classe I. Aquificae

Ordem I. Aquificales

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Medium 9788584291885

Capítulo 3. Uma experiência de implementação de robótica e computação física no Brasil

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

João Vilhete Viegas d’Abreu, Josué J. G. Ramos, Anderson Pires Rocha, Guilherme Bezzon, Simone Xavier, José Luis de Souza

A robótica pedagógica (RP) é uma área de conhecimento que vem sendo desenvolvida em muitas instituições educacionais em diferentes países do mundo, sobretudo naqueles preo­cupados em inserir a tecnologia na educação (HIRSCH et al., 2009). No contexto brasileiro, com enfoque educacional, a RP é utilizada junto a escolas de ensino regular ou não, universidades, empresas, ambientes formais ou não de aprendizagem, entre outros espaços nos quais situações específicas de aprendizagem podem ser criadas a partir do uso de dispositivos robóticos integrados a outros recursos digitais. Nesses locais, a­ RP tem sido empregada como ferramenta auxiliar para enriquecer e diversificar a forma como se ensinam conceitos científicos tanto no contexto de sala de aula como no aprendizado interdisciplinar de conteúdos curriculares (D’ABREU; GARCIA, 2010).

A área de RP faz parte do campo de pesquisa e desenvolvimento de recursos educacionais em universidades ou instituições específicas de pesquisa e pode ser dividida em duas categorias. A primeira, mais antiga, preocupa-se em desenvolver ambientes de ensino e aprendizagem utilizando exclusivamente conjuntos de montar (kits) prontos, de padrão comercial. A segunda categoria tem como foco desenvolver ambientes de ensino e aprendizagem mesclando a utilização de kits de padrão comercial com materiais alternativos de padrão não comercial do tipo “sucata”.

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Medium 9788584291885

Capítulo 11. A construção de experimentos remotos e a aprendizagem de jovens

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Eduardo Kojy Takahashi, Dayane Carvalho Cardoso

Como é possível utilizar a computação física para estimular a curiosidade dos estudantes da educação básica e levá-los a se envolverem no próprio processo de aprendizagem de forma prazerosa? Este artigo procura mostrar que processos de educação informal, como aqueles que envolvem estudantes em projetos de desenvolvimento de produtos tecnológicos digitais, contribuem para apontar novas experiências de aprendizagem que podem ser integradas ao processo formal de educação, em favor de uma aprendizagem de conhecimentos procedimentais, atitudinais e conceituais mais significativa para os estudantes.

Serão apresentados resultados da participação de estudantes da educação básica na construção de experimentos didáticos reais, que podem ser visualizados, por meio de webcam, e controlados a distância, por meio de atuadores, e permitem mensurações remotas com o uso de sensores e displays. Tais experimentos, que são alocados, em geral, em laboratórios de instituições de ensino superior e podem ser acessados e manipulados pela internet, são denominados experimentos remotos, e os laboratórios que os disponibilizam são conhecidos como laboratórios de experimentação remota ou webLabs.

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