14 capítulos
Medium 9788582712979

Apêndice 2 - Manual de Bergey de Bacteriologia Sistemática, segunda edição

Michael T. Madigan; John M. Martinko; Kelly S. Bender; Daniel H. Buckley; David A. Stahl Grupo A PDF Criptografado

Apêndice 2

Manual de Bergey de Bacteriologia

Sistemática, segunda edição

1

Lista dos táxons hierarquicamente superiores

Domínio Archaea2

Filo I. Crenarchaeota

Classe I. Thermoprotei

Ordem I. Thermoproteales

Ordem II. Caldisphaerales

Ordem III. Desulfurococcales

Ordem IV. Sulfolobales

Filo II. Euryarchaeota

Classe I. Methanobacteria

Ordem I. Methanobacteriales

Classe II: Methanococci

Ordem I. Methanococcales

Classe III.Methanomicrobia

Ordem I. Methanomicrobiales

Ordem II. Methanosarcinales

Classe IV. Halobacteria

Ordem I: Halobacteriales

Classe V. Thermoplasmata

Ordem I: Thermoplasmatales

Classe VI. Thermococci

Ordem I. Thermococcales

Classe VII. Archaeoglobi

Ordem I. Archaeoglobales

Classe VIII. Methanopyri

Ordem I. Methanopyrales

Domínio Bacteria

Filo I. Aquificae

Classe I. Aquificae

Ordem I. Aquificales

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Medium 9788582713532

Apêndice E - Classificação dos procariotos de acordo com o Bergey’s Manual

Gerard J. Tortora; Christine L. Case; Berdell R. Funke Grupo A PDF Criptografado

Apêndice E

Domínio: Archaea

Filo Crenarchaeota

Classe: Thermoprotei

Ordem: Desulfurococcales

Família: Pyrodictiaceae

Pyrodictium

Ordem: Sulfolobales

Família: Sulfolobaceae

Sulfolobus

Filo Euryarchaeota

Classe: Methanobacteria

Ordem: Methanobacteriales

Família: Methanobacteriaceae

Methanobacterium

Família: Methanosarcinaceae

Methanosarcina

Classe: Methanococci

Ordem: Methanococcales

Família: Methaococcaceae

Methanococcus

Methanothermococcus

Classe: Halobacteria

Ordem: Halobacteriales

Família: Halobacteriaceae

Haloarcula

Halobacterium

Classe: Thermococci

Ordem: Thermococcales

Família: Thermococcaceae

Pyrococcus

Thermococcus

Domínio: Bacteria

Não classificado

Thermovibrio

Filo Thermotogae

Classe: Thermotogae

Ordem: Thermotogales

Família: Thermotogaceae

Thermotoga

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Medium 9788597008111

8 - Polo Formatação e Edição de Trabalhos Científicos

MARTINS, Gilberto de Andrade; THEÓPHILO, Carlos Renato Grupo Gen PDF Criptografado

8

Polo formatação e edição de trabalhos científicos

8.1 Formatação

Estrutura de um trabalho técnico-científico

22) ANEX O (S) *

21) APÊ NDI CE (S) *

20) GLOSS ÁR IO*

19) REFERÊNC IAS º

18) DESE NVOLVIMENTOº

F R E NTE

17) L . D E ILU STRAÇÕES S

16) L IS TA D E GRÁFIC OS S

15) L IS TA D E TABELA S S

14) L ISTA D E QUAD RO S S

F R E NTE

13) L ISTA D E S ÍM BOL OS*

12) L . D E ABREV I AT URAS S

11) SUMÁR IOº

F R E NTE

10) ABSTRACTº

9) RESU MOº

8) EP ÍGRAFE*

7) AGRADEC IM EN TOS*

6) DED ICAT ÓR I A*

3) PÁ GINA DE R OSTOº

4) REGI S TRO º e 5) F ICHA º

2) C ONTRACAPAº

1) CAPAº

F R E NTE

F R E NTE

5568 book.indb 145

V E R SO

08/30/2016 4:32:20 PM

146 

Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas  •  Martins e Theóphilo

Não há um modelo único para formatação e edição de um trabalho científico. Neste capítulo apresenta-se uma opção construída a partir de um Manual da Coordenação de Pós-Graduação da FEA/USP, orientado por Normas da ABNT.

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Medium 9788521629610

Capítulo 8 - Elaboração de matriz de impactos ambientais

KOHN, Ricardo Grupo Gen PDF Criptografado

8

Elaboração de matriz de impactos ambientais

A

matriz de impactos, que começou a ser elaborada desde a identificação da transformação ambiental de uma região, define a estrutura dos eventos ambientais a serem considerados no diagnóstico e nos prognósticos, fazendo com que todos os cenários ambientais relativos ao projeto/empreendimento e à sua área de influência possuam a mesma estrutura, a mesma composição de eventos ambientais de base e, dessa forma, possam ser comparados entre si.

Aqui cabe uma dúvida: para empreendimentos que ainda se encontram na etapa de projeto, como a matriz de impacto que orienta o diagnóstico ambiental, sem a presença do projeto, pode ter a mesma estrutura da matriz de prognóstico, com a presença do empreendimento?

Desenvolveu-se o diagnóstico ambiental basea­ do nos fenômenos e alterações ambientais que se

atribuiu, a priori, como derivados da presença do empreendimento. Embora, ao colocar a equipe no campo para observar e coletar dados e informações primárias, o empreendimento ainda não exista, será possível verificar a ocorrência de fenômenos e alterações que, pela hipótese construída, embora tenham outras causas, também poderão ser associados à presença do projeto/empreendimento. Seus agentes causadores decerto foram outros, distintos das intervenções componentes do empreendimento

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Medium 9788521629610

Capítulo 4 - Caracterização ambiental de empreendimentos

KOHN, Ricardo Grupo Gen PDF Criptografado

4

Caracterização ambiental de empreendimentos

E

m uma organização (ou um projeto de empre-

endimento), suas unidades de produção, unidades de serviços, equipamentos internos e linhas de montagem, entre outras, constituem, para os fins desta abordagem, suas unidades produtivas.

São intervenções ambientais necessárias à produção, e por isso são consideradas intervenções permanentes.

Por sua vez, durante os processos de obra ou de ampliação de empreendimentos, o uso de unidades temporárias é demandado. São suas unidades construtivas e também constituem intervenções ambientais, pois são alocadas no chamado canteiro de obras, embora sejam desmobilizadas ao fim da construção. Por esse motivo, são intervenções temporárias.

A caracterização desses dois conjuntos de unidades é elemento relevante para a gestão ambiental do empreendimento. É aconselhável que as organizações possuam material descritivo armazenado sobre elas. Poderão utilizá-lo quando forem demandadas por qualquer necessidade de ordem técnica, jurídica e ambiental. Deverão atualizá-lo em todas as etapas de seu ciclo de vida.

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