30 capítulos
Medium 9788521632900

Capítulo 1 - Iniciando o trabalho de conclusão de curso

Eliena Jonko Birriel, Anna Celia Silva Arruda Grupo Gen PDF Criptografado

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Iniciando o trabalho de conclusão de curso

em colaboração com Aline Dettmer

A

realização do trabalho de conclusão de curso

(TCC) ocorre normalmente nos últimos dois semestres dos cursos de graduação, porém a ideia do trabalho a ser realizado pode vir amadurecen‑ do desde o início do curso, quando o aluno entra em contato com as competências e habilidades do futuro profissional. Geralmente, nos cursos que englobam as ciências exatas, a maioria dos alunos divide‑se em dois grandes grupos: os que atuam em empresas e os que atuam em projetos de inicia‑

ção científica ou estágios nas instituições de ensino superior (IES). Aqueles que atuam em empresas devem estar atentos às oportunidades que surgem dentro do próprio ambiente de trabalho, inician‑ do, dessa forma, um histórico que poderá servir de tema para sua investigação no TCC.

O aluno que não trabalha em uma empresa relacionada com as ciências exatas também pode encontrar oportunidades em outras áreas, como segurança do trabalho, meio ambiente (geração, segregação e destino final de resíduos comerciais e da área da saúde), modelagem, simulação, levanta‑ mento de dados junto a órgãos públicos e projetos abordando a utilização sustentável de recursos hí‑ dricos (captação, distribuição e abastecimento de

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Medium 9788521632665

15 - Moiré de Sombra e Moiré de Projeção — As Relações Básicas

Cesar A. Sciammarella, Federico M. Sciammarella Grupo Gen PDF Criptografado

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Moiré de Sombra e Moiré de

Projeção — As Relações Básicas

15.1 Introdução

As propriedades básicas das medições do deslocamento e da determinação das deformações usando o método moiré foram apresentadas.

Esse tipo de moiré se chama intrínseco, pois as portadoras utilizadas para produzir o efeito moiré são gravadas na superfície em análise.

Concluiu-se que as informações contidas nos padrões moiré, a função de modulação, estão codificadas na portadora. O efeito moiré desempenha o papel de um processo de ampliação que torna visível a função de modulação na forma de franjas de moiré ou linhas isotéticas da função de deslocamento projetada.

A mesma metodologia pode ser aplicada para medir contornos de superfícies em relação a um plano de referência projetando uma grade na superfície. A superfície pode ser difusora ou refletora. No caso de uma superfície refletora, existe a possibilidade de observar contornos se focalizarmos a câmera de observação na própria superfície. Também é possível focalizar nas franjas relacionadas com a declividade da superfície se o raio de curvatura dessa superfície for suficientemente grande e a câmera for focalizada longe da superfície. Assim como no caso do moiré intrínseco, as franjas portadoras são moduladas pelas mudanças de profundidade da superfície em relação a um plano de referência utilizado para medir o contorno da superfície. Consequentemente, a informação de profundidade é obtida da própria portadora ou do moiré produzido pela portadora projetada, com essa portadora no plano de referência. Durante a utilização da portadora para obter informações, a literatura se refere ao método de projeção dos contornos. Essa designação pode ser confusa, pois parece ser um processo conceitualmente diferente que, de fato, é verdadeiramente o mesmo e pode ser chamado de moiré digital de sombra.

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Medium 9788520433416

8. Controle do Ambiente de Trabalho: Riscos Químicos e Saúde do Trabalhador

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Controle do

Ambiente de Trabalho:

Riscos Químicos e

Saúde do Trabalhador

8

Sérgio Colacioppo

Farmacêutico bioquímico, Faculdade de Saúde Pública – USP

TRABALHO E SAÚDE – UM POUCO DA HISTÓRIA

Desde os primórdios de sua existência o homem notou que, para so‑ breviver, precisava executar algumas tarefas como caçar, construir abrigos e armas, plantar, colher etc. Essas atividades exigem esforço e são cansati‑ vas, assim, os indivíduos mais fortes ou detentores do poder aprenderam, também, que podiam obrigar os mais fracos a executar essas tarefas. Nas‑ ciam assim o trabalho e o trabalho escravo.

O trabalho escravo está presente na história da humanidade, inclusive em antigas civilizações consideradas avançadas ou evoluídas, como a egíp‑ cia, a grega e a romana, porque consideravam que o trabalho era degradante, além de cansativo, e que os ricos e poderosos não deviam trabalhar; assim, grandes sábios, filósofos ou governantes possuíam escravos para diversas tarefas, inclusive para escrever, pois muitos deles eram analfabetos.

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Medium 9788580555806

Capítulo 18. Três filos de relações incertas: Gastrotricha, Chaetognatha e Cycliophora

Jan A. Pechenik, Paulo Luiz de Oliveira Grupo A PDF Criptografado

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Três filos de relações incertas:

Gastrotricha, Chaetognatha e Cycliophora

Introdução

As posições filogenéticas dos animais discutidos neste capítulo são, no mínimo, incertas, uma vez que características diagnósticas úteis foram perdidas devido às adaptações ao pequeno tamanho do corpo e porque os animais mostram uma mistura desconcertante de características morfológicas e de desenvolvimento. Os animais discutidos neste capítulo estão relacionados apenas pela incerteza de suas relações com outros grupos de animais.

Filo Gastrotricha

Gastrótricos (Fig. 18.1) são pequenos – tão pequenos quanto 80 μm e raramente chegando a 1 mm – membros acelomados de comunidades bentônicas (moradores de fundo) de água doce e salgada, ocorrendo em concentrações de até

100 mil indivíduos por metro quadrado. Uma blastocele se forma durante o desenvolvimento, mas não persiste na vida adulta. Cerca de 300 espécies de gastrótricos vivem em água doce e outras quase 400 espécies são marinhas.

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Medium 9788521617778

10 - Dinâmica de Energia e Trabalho

De Souza Grupo Gen PDF Criptografado

10

Dinâmica de Energia e Trabalho | Capítulo 10

Dinâmica de

Energia e Trabalho

10.1 PRINCÍPIO ENERGIA-TRABALHO

10.2 PRINCÍPIO DA ENERGIA POTENCIAL PARA

FORÇAS DE TRABALHOS CONSERVATIVOS

10.3 POTÊNCIA E RENDIMENTO

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10.4 RESUMO DO CAPÍTULO

10.5 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

10.6 EXERCÍCIOS PROPOSTOS

“O perímetro da nossa ignorância aumenta com o raio do nosso conhecimento.”

Hernani Guimarães Andrade

O trabalho de uma força é o valor da força (F) projetada na direção do deslocamento (F cos a), produto com o deslocamento (s), ou vice-versa, o deslocamento (s) projetado na direção da força (s и cos a) produto com a força (F). Como

é uma grandeza escalar, ela recebe um número e um sinal, o sinal depende da direção relativa entre a força e o deslocamento: se a força está no mesmo sentido do deslocamento

(a < 90o), o trabalho é positivo, se está no sentido inverso ao deslocamento (a > 90o), o trabalho é negativo.

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