34 capítulos
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PARTE I – 5 - COMPOSIÇÃO DE UM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF Criptografado

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C apítulo

Composição de um trabalho de conclusão de curso (TCC)

IRIA APARECIDA STAHL MERLIN E MARINA STAHL MERLIN

HISTÓRICO E DEFINIÇÃO

O uso do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) foi regulamentado pela Resolução n.º 11/84 do Conselho Federal de Educação com o intuito de proporcionar maior aprofundamento de um tema ao aluno. Este capítulo tratará especificamente de vários aspectos do TCC, do qual a monografia é um dos formatos. É um trabalho geralmente interdisciplinar, realizado no final de um curso para demonstrar o conhecimento adquirido. Cada instituição e cada curso fazem a escolha do trabalho final que seu aluno deverá fazer. A temática estudada no currículo acadêmico pode gerar um trabalho de pesquisa e tornar-se um relatório, um paper, artigo científico, relatório de estágio, trabalho de graduação interdisciplinar (TGI) ou monografia.

A Monografia é o tipo de trabalho mais comumente utilizado nos níveis de educação superior, e se refere a todo trabalho científico que aborda apenas um assunto ou problema, conduzindo o pesquisador a olhar e pensar realidades comuns a partir de uma apropriação de conhecimento. Essa forma de trabalho tem sido exigida como necessária para a concretização e formalização da escolaridade superior, iniciando o estudante no caminho da pesquisa (Sampierre, Collado e Lucio, 2013).

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Medium 9788522476831

Parte II – 12 Estética e normas de apresentação do trabalho acadêmico

Claudia Rosa Acevedo, Jouliana Jordan Nohara Grupo Gen PDF Criptografado

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Estética e normas de apresentação do trabalho acadêmico

A maioria dos alunos de graduação e mesmo de pós-graduação, pesquisadores brasileiros em formação, atribui pouca importância à forma de apresentação de seus trabalhos. O trabalho individualizado presente nas orientações das monografias implica ensino individualizado das normas de apresentação.

Isso sobrecarrega os orientadores, subtraindo-lhes tempo precioso que poderia ser dedicado a seu desenvolvimento profissional ou em orientação de maior número de pesquisadores.

A falta de tempo impõe dois caminhos aos orientadores: o de ensinar as normas e o de aceitar o trabalho acadêmico mesmo com falhas na parte de sua apresentação gráfica. Nossa pesquisa e vivência profissional demonstram que, lamentavelmente, não podemos excluir o segundo caminho.

Ao pesquisarmos várias revistas de destaque no panorama brasileiro, algumas até com circulação internacional, detectamos a ausência de padronização na apresentação dos trabalhos. Artigos publicados em anais de congressos, nacionais e internacionais, e a nossa própria experiência com a apresentação gráfica inadequada de monografias nas IES’s, apontaram para a elaboração desta seção.

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Medium 9788521632665

15 - Moiré de Sombra e Moiré de Projeção — As Relações Básicas

SCIAMMARELLA, Cesar A.; SCIAMMARELLA, Federico M. Grupo Gen PDF Criptografado

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Moiré de Sombra e Moiré de

Projeção — As Relações Básicas

15.1 Introdução

As propriedades básicas das medições do deslocamento e da determinação das deformações usando o método moiré foram apresentadas.

Esse tipo de moiré se chama intrínseco, pois as portadoras utilizadas para produzir o efeito moiré são gravadas na superfície em análise.

Concluiu-se que as informações contidas nos padrões moiré, a função de modulação, estão codificadas na portadora. O efeito moiré desempenha o papel de um processo de ampliação que torna visível a função de modulação na forma de franjas de moiré ou linhas isotéticas da função de deslocamento projetada.

A mesma metodologia pode ser aplicada para medir contornos de superfícies em relação a um plano de referência projetando uma grade na superfície. A superfície pode ser difusora ou refletora. No caso de uma superfície refletora, existe a possibilidade de observar contornos se focalizarmos a câmera de observação na própria superfície. Também é possível focalizar nas franjas relacionadas com a declividade da superfície se o raio de curvatura dessa superfície for suficientemente grande e a câmera for focalizada longe da superfície. Assim como no caso do moiré intrínseco, as franjas portadoras são moduladas pelas mudanças de profundidade da superfície em relação a um plano de referência utilizado para medir o contorno da superfície. Consequentemente, a informação de profundidade é obtida da própria portadora ou do moiré produzido pela portadora projetada, com essa portadora no plano de referência. Durante a utilização da portadora para obter informações, a literatura se refere ao método de projeção dos contornos. Essa designação pode ser confusa, pois parece ser um processo conceitualmente diferente que, de fato, é verdadeiramente o mesmo e pode ser chamado de moiré digital de sombra.

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Medium 9788580555806

Capítulo 18. Três filos de relações incertas: Gastrotricha, Chaetognatha e Cycliophora

Jan A. Pechenik Grupo A PDF Criptografado

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Três filos de relações incertas:

Gastrotricha, Chaetognatha e Cycliophora

Introdução

As posições filogenéticas dos animais discutidos neste capítulo são, no mínimo, incertas, uma vez que características diagnósticas úteis foram perdidas devido às adaptações ao pequeno tamanho do corpo e porque os animais mostram uma mistura desconcertante de características morfológicas e de desenvolvimento. Os animais discutidos neste capítulo estão relacionados apenas pela incerteza de suas relações com outros grupos de animais.

Filo Gastrotricha

Gastrótricos (Fig. 18.1) são pequenos – tão pequenos quanto 80 μm e raramente chegando a 1 mm – membros acelomados de comunidades bentônicas (moradores de fundo) de água doce e salgada, ocorrendo em concentrações de até

100 mil indivíduos por metro quadrado. Uma blastocele se forma durante o desenvolvimento, mas não persiste na vida adulta. Cerca de 300 espécies de gastrótricos vivem em água doce e outras quase 400 espécies são marinhas.

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Medium 9788521617778

10 - Dinâmica de Energia e Trabalho

SOUZA, Samuel de Grupo Gen PDF Criptografado

10

Dinâmica de Energia e Trabalho | Capítulo 10

Dinâmica de

Energia e Trabalho

10.1 PRINCÍPIO ENERGIA-TRABALHO

10.2 PRINCÍPIO DA ENERGIA POTENCIAL PARA

FORÇAS DE TRABALHOS CONSERVATIVOS

10.3 POTÊNCIA E RENDIMENTO

187

10.4 RESUMO DO CAPÍTULO

10.5 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

10.6 EXERCÍCIOS PROPOSTOS

“O perímetro da nossa ignorância aumenta com o raio do nosso conhecimento.”

Hernani Guimarães Andrade

O trabalho de uma força é o valor da força (F) projetada na direção do deslocamento (F cos a), produto com o deslocamento (s), ou vice-versa, o deslocamento (s) projetado na direção da força (s и cos a) produto com a força (F). Como

é uma grandeza escalar, ela recebe um número e um sinal, o sinal depende da direção relativa entre a força e o deslocamento: se a força está no mesmo sentido do deslocamento

(a < 90o), o trabalho é positivo, se está no sentido inverso ao deslocamento (a > 90o), o trabalho é negativo.

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