11 capítulos
Medium 9788521634621

CAPÍTULO 8 Teoria quântica do movimento

Peter Atkins, Julio de Paula Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Teoria quântica do movimento

Os três modos básicos de movimento – translação (movimento através do espaço), vibração e rotação – têm importante papel na química, pois são as formas pelas quais moléculas armazenam energia. As moléculas em fase gasosa, por exemplo, efetuam movimentos de translação, e as respectivas energias cinéticas são uma contribuição à energia interna da amostra de gás. As moléculas também armazenam energia na forma de energia cinética de rotação, e as transições entre os estados de energia de rotação podem ser observadas nos espectros correspondentes. A energia também é armazenada nas vibrações das moléculas, e as transições entre os estados de vibração permitem identificações espectroscópicas. Neste capítulo, vamos utilizar os princípios da teoria quântica para calcular as propriedades de partículas microscópicas em movimento.

8A  Translação

Nesta seção veremos que, de acordo com a teoria quântica, uma partícula restrita a se mover em uma região finita do espaço é descrita apenas por certas funções de onda e suas energias correspondentes. Deste modo, a quantização surge como uma consequência natural da resolução da equação de

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Medium 9788521632702

10 - Ligação Química II: Formas Moleculares, Teoria da Ligação de Valência e Teoria do Orbital Molecular

Nivaldo J. Tro Grupo Gen PDF Criptografado

10

Ligação Química II:

Formas Moleculares,

Teoria da Ligação de

Valência e Teoria do

Orbital Molecular

Nenhuma teoria jamais resolve todos os enigmas com os quais ela se defronta em um dado momento; nem são as soluções já obtidas frequentemente perfeitas.

—Thomas Kuhn (1922–1996)

10.1 Adoçantes Artificiais: Enganados pela Forma Molecular

10.2 Teoria RPECV: As Cinco Formas Básicas

10.3 Teoria RPECV: O Efeito dos Pares Isolados

10.4 Teoria RPECV: Previsão de Geometrias Moleculares

10.5 Forma Molecular e Polaridade

10.6 Teoria da Ligação de Valência: Sobreposição de Orbitais como uma Ligação Química

10.7 Teoria da Ligação de Valência: Hibridização de Orbitais Atômicos

10.8 Teoria do Orbital Molecular: Deslocalização de Elétrons

Principais Resultados do Aprendizado

N

O CAPÍTULO 9 EXAMINAMOS um modelo simples para a ligação química chamado de modelo de Lewis. Vimos como este modelo ajuda a explicar e prever as combinações de átomos que formam moléculas estáveis. Quando combinamos o modelo de Lewis com a ideia de que grupos de elétrons de valência se repelem uns aos outros — a base de uma abordagem conhecida como teoria RPECV —, podemos prever a forma geral de uma molécula a partir da sua estrutura de Lewis. Abordaremos formas moleculares e sua importância na primeira parte deste capítulo. Passaremos, então, a explorar duas teorias de ligação adicionais — chamadas de teoria da ligação de valência e teoria do orbital molecular

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Medium 9788521632665

2 - Análise Teórica das Tensões — Formulação Básica da Mecânica do Contínuo. Teoria da Elasticidade

SCIAMMARELLA, Cesar A.; SCIAMMARELLA, Federico M. Grupo Gen PDF Criptografado

Verificação

Capítulo 2

Págs. 11

Operador:

05/09/2016

2

Análise Teórica das Tensões — Formulação

Básica da Mecânica do Contínuo. Teoria da

Elasticidade

2.1 Introdução

A teoria da elasticidade é um ramo de uma teoria mais geral conhecida com mecânica do contínuo. A teoria da elasticidade foi a primeira teoria a desenvolver a análise do comportamento dos sólidos sujeitos a cargas. Por quê? A relação linear entre tensão e deformação simplifica as soluções. À medida que tivermos uma teoria da elasticidade, podemos ter teorias para analisar o comportamento dos corpos sujeitos a cargas que comportam equações constitutivas de diferentes tipos: teoria da plasticidade, teoria da viscoelasticidade e assim por diante.

Essas teorias serão diferentes da teoria da elasticidade quanto às equações constitutivas. No entanto, outras equações além das constitutivas, as chamadas equações de campo, também estarão presentes em outras teorias.

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Medium 9788527729086

Capítulo 13 Evolução da Região Andina da América do Sul

CARVALHO, Claudio J. B. de; ALMEIDA, Eduardo A. B. Grupo Gen PDF Criptografado

Evolução da Região

Andina da América do Sul*

13

Paula Posadas

Edgardo Ortiz-Jaureguizar

Introdução

A diversidade biológica atual da América do Sul é o resultado de extenso e dinâmico processo histórico, que foi par­ticular­mente marcado por mudanças importantes nas condições climáticas e ambientais, longos perío­dos de isolamento geográfico, quebra desse isolamento e amplas flutuações no nível do mar, que isolaram por completo partes do continente. A conjunção das mudanças tectônicas e do nível do mar dirigiu a evolução climática e da paisagem e, por conseguinte, as mudanças da composição da biota, resultando nas atuais condições biogeográficas do continente, como é evidenciado, por exemplo, pela sua fauna de mamíferos.1

Postula-se que, como conse­quência desses processos de isolamento e de conexão com massas continentais diferentes, a América do Sul apresenta uma biota de origem híbrida2, na qual se diferenciam um componente austral relacionado com outras ­áreas meridionais e um componente tropical relacionado com as biotas da América do Norte e da África.

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Medium 9788527729086

Capítulo 15 Biogeografia da Flora da América do Sul

CARVALHO, Claudio J. B. de; ALMEIDA, Eduardo A. B. Grupo Gen PDF Criptografado

Biogeografia da Flora da

América do Sul

15

Pedro Fiaschi

José Rubens Pirani

Gustavo Heiden

Alexandre Antonelli

Introdução

A Biogeografia Histórica busca compreender quais foram os fatores e os processos que resultaram nos padrões de diversidade e distribuição geográfica observados na biota de determinada ­área e como esses padrões relacionam historicamente diferentes á­ reas biogeográficas. Para esse fim, diversos táxons, relacionados proximamente ou não, podem contribuir de maneira significativa para a busca por congruências espaciais (ver Capítulos 1 e 3), para o entendimento de como ­áreas podem estar relacionadas entre si

(ver Capítulo 4) e qual a temporalidade envolvida nos processos que culminaram no panorama biogeográfico atualmente observado (ver Capítulo 8). Por isso, a Biogeografia

Histórica depende fundamentalmente do conhecimento preciso da ­área de distribuição dos táxons e de filogenias, com estimativas confiá­veis da idade dos eventos cladogenéticos inferidos.

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