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Medium 9788582712979

Apêndice 1 - Cálculos de energia na bioenergética microbiana

Michael T. Madigan; John M. Martinko; Kelly S. Bender; Daniel H. Buckley; David A. Stahl Grupo A PDF Criptografado

Apêndice 1

A informação contida no Apêndice 1 tem por finalidade auxiliar no cálculo das alterações de energia livre que acompanham as reações químicas realizadas pelos microrganismos. Ele inicia com as definições dos termos necessários à realização de tais cálculos, e prossegue indicando como o conhecimento do estado redox, o equilíbrio atômico e de cargas, além de outros fatores, são necessários para o correto cálculo dos problemas envolvendo energia livre.

1. DG05 variação-padrão da energia livre de uma reação sob

“condições-padrão” (1 atm de pressão e concentrações de

1M); DG 5 variação da energia livre em condições especificadas; DG09 5 variação da energia livre em condições-padrão, em pH 7. O apóstrofo (9) que aparece ao longo deste apêndice indica pH 7 (condições celulares aproximadas).

2. Cálculo do DG0 para uma reação química, a partir da energia livre de formação, Gf0, dos produtos e reagentes:

Gf0 (produtos) – S

5. Potenciais de redução: por convenção, as equações de eletrodo são escritas como reduções, isto é, na direção, oxidante 1 ne– S redutor, em que n corresponde ao número de elétrons transferidos. O potencial de redução padrão

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Medium 9788580555943

23. Biossíntese de ácidos graxos e eicosanoides

Victor W. Rodwell; David A. Bender; Kathleen M. Botham; Peter J. Kennelly; P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

23

C A P Í T U L o

Biossíntese de ácidos graxos e eicosanoides

Kathleen M. Botham, Ph.D., D.Sc. e Peter A. Mayes, Ph.D., D.Sc.

OBJ e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

a reação catalisada pela acetil-CoA-carboxilase e compreender os mecanismos pelos quais a sua atividade é regulada para controlar a taxa de síntese de ácidos graxos.

�� Esboçar a estrutura do complexo multienzimático do ácido graxo-sintase, indicando a sequência das enzimas nas duas cadeias peptídicas do homodímero.

�� Explicar como os ácidos graxos de cadeia longa são sintetizados pela condensação sequencial de unidades de dois carbonos, com formação preferencial do palmitato de 16 carbonos na maioria dos tecidos, e identificar os cofatores necessários.

�� Indicar as fontes de equivalentes redutores (NADPH) para a síntese de ácidos graxos.

�� Compreender como a síntese de ácidos graxos é regulada pelo estado nutricional e identificar outros mecanismos de controle que operam além da modulação da atividade da acetil-CoA-carboxilase.

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Medium 9788527719711

9. Bioeletricidade

MOURÃO Jr., Carlos Alberto; ABRAMOV, Dimitri Marques Grupo Gen PDF Criptografado

9

Bioeletricidade

Objetivos de estudo, 154

Conceitos-chave do capítulo, 154

Introdução, 154

Fenômenos elétricos e a membrana celular, 156

Quando a célula sai do repouso elétrico, 162

O potencial de ação, 163

Registro da bioeletricidade, 165

Resumo, 167

Autoavaliação, 168

Moura o 09.indd 153

11.11.11 16:08:29

154

Biofísica Essencial

Objetivos de estudo

Adquirir uma compreensão básica sobre o fenômeno da bioeletricidade

Explicar a comparação da célula com uma pilha elétrica

Entender como a célula é capaz de produzir fenômenos elétricos

Compreender o balanço entre força de difusão e força elétrica

Entender o papel dos íons na bioeletricidade

Definir o que é potencial de repouso e saber explicar como e por que ele ocorre

Compreender como funcionam as bombas ATPase

Definir potencial de ação e saber diferenciá-lo da condução eletrotônica

Entender as aplicações da bioeletricidade

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Medium 9788521634515

3 - Erro Experimental

HARRIS, Daniel C. Grupo Gen PDF Criptografado

3

Erro Experimental

Erro experimental

Segundo o laboratório...

John Brown está grávido.

[JodiJacobson / iStockphoto (adaptada).]

Alguns erros de laboratório são mais óbvios do que outros, mas existe erro associado a todas as medidas. Não é possível medir‑se o valor “real” do que quer que seja. O melhor que se pode fazer em uma análise química é aplicar cuidadosamente a técnica que a experiência nos indica como a mais confiável. A repetição de um método de medida várias vezes nos indica a reprodutibilidade

(precisão) da medida. Quando uma mesma grandeza é medida através de métodos diferentes e os resultados obtidos concordam entre si, temos confiança de que esses resultados são exatos, o que significa que estamos próximos do valor “real”.

V

amos admitir que a massa específica de um mineral tenha sido determinada, medindo‑se a sua massa (4,635 6 0,002 g) e o seu volume (1,13 6 0,05 mL). Massa específica é massa por unidade de volume: 4,635 g/1,13 mL 5 4,101 8 g/mL. As incertezas nas medidas da massa e do volume são

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Medium 9788582714409

Capítulo 2. Etnobotânica

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

2

ETNOBOTÂNICA

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir etnobiologia e etnobotânica.

Citar as abordagens e ramificações da etnobiologia.

Explicar o caráter interdisciplinar da etnobotânica.

Relacionar a etnobotânica à etnofarmacologia.

Listar as contribuições e possibilidades oriundas da etnobotânica.

Explicar a importância e as formas de dar retorno às populações sobre as

informações adquiridas em estudos etnobotânicos.

INTRODUÇÃO

Como foi visto no Capítulo 1, a utilização de plantas como medicamentos pela humanidade é tão antiga quanto a história do homem. Desde tempos remotos, os seres humanos usam substâncias químicas derivadas da natureza

− plantas, animais e microrganismos – para atender às suas necessidades básicas, incluindo a prevenção e o tratamento de doenças. O homem acumulou informações sobre o ambiente que o cerca e, sem dúvida, esse conhecimento foi completamente baseado em suas observações diárias e constantes dos fenômenos e características da natureza.

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