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Medium 9788521617105

CAPÍTULO 7 - Conservação da Energia

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene Grupo Gen PDF Criptografado

Conservação da Energia

7-1

7-2

7-3

7-4

7-5

7

C A P Í T U L O

Energia Potencial

A Conservação da Energia Mecânica

A Conservação da Energia

Massa e Energia

Quantização da Energia

Q

uando trabalho é realizado por um sistema sobre outro, energia é transferida entre os dois sistemas. Por exemplo, quando você empurra um trenó, você cede energia, parte como energia cinética do trenó, parte como energia térmica resultante do atrito entre o trenó e a neve. Ao mesmo tempo, a energia química interna de seu corpo diminui. O resultado efetivo é a transformação de energia química interna de seu corpo em energia cinética externa do trenó mais energia térmica de trenó e neve. Esta transferência de energia evidencia um dos mais importantes princípios da ciência, a lei de conservação da energia, que estabelece que a energia total de um sistema e seus vizinhos não se altera. Sempre que a energia de um sistema varia, podemos dar conta desta variação pelo aparecimento ou desaparecimento de energia em algum outro lugar.

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Medium 9788582710043

Capítulo 30 - Replicação, Reparação e Recombinação do DNA

Donald Voet; Judith G. Voet Grupo A PDF Criptografado

Polegar

Dedos

Replicação, Reparo e

Recombinação do DNA

Palma

CAPÍTULO 30

1

Replicação do DNA: Uma visão geral

A.

B.

C.

D.

2

Forquilhas de replicação

Papel da DNA-girase

Replicação semidescontínua

Iniciadores de RNA

Enzimas da replicação

A. DNA-polimerase I

B. DNA-polimerase III

C. Desenrolando o DNA: Helicases e proteínas de ligação a

DNA de fita simples

D. DNA-ligase

E. Primase

3

Replicação procariótica

A.

B.

C.

D.

4

Replicação eucariótica

A.

B.

C.

D.

5

O ciclo celular

Mecanismos de replicação eucarióticos

Transcriptase reversa

Telômeros e telomerase

Reparo do DNA

A.

B.

C.

D.

E.

F.

6

Bacteriófago M13

Bacteriófago �X174

Escherichia coli

Fidelidade da replicação

Reversão direta da lesão

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Medium 9788580556063

Respostas dos problemas selecionados

Frank M. White Grupo A PDF Criptografado

Respostas dos problemas selecionados

Respostas com asterisco apresentam valores aproximados, uma vez que as unidades daqueles exercícios foram convertidas para o sistema SI.

Capítulo 1

P1.2

6,1E18 kg; 1,3E44 moléculas

P1.6 {α} 5 {L21}

P1.8 s  1,00 My/I

P1.10

Sim, todos os termos são {ML/T2}

P1.12 {B} 5 {L21}

P1.14

Q 5 Const B g1/2H3/2

P1.16

Todos os termos são {ML22T 22}

P1.18

V 5 V0e2mt/K

P1.20 (b) 2080

P1.24 (a) 41 kPa; (b) 0,65 kg/m3

*P1.26

Par 5 3,16N

P1.28 rúmido 5 1,10 kg/m3, rseco 5 1,13 kg/m3

*P1.30

E122 5 28,5 N  m

P1.32 (a) 76 kN; (b) 501 kN

P1.34 (a) r1 5 5,05 kg/m3; (b) r2 5 2,12 kg/m3 (gás ideal)

P1.36 (b) r < 628 kg/m3

P1.38

 5 1380 Pa, ReL 5 28

P1.40

Aproximadamente 25 N · por metro

P1.42

T < 539C

P1.44 m < 0,040 kg/m  s

P1.46 (d) 3,0 m/s; (e) 0,79 m/s; (f) 22 m/s

P1.48

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Medium 9788521618782

Capítulo 13 - Florestas, Parques e Paisagens

BOTKIN, Daniel B.; KELLER, Edward ª Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 13

Florestas, Parques e

Paisagens

OBJETIVOS DE

APRENDIZADO

Florestas e parques estão entre as mais valiosas riquezas. Sua conservação e gerenciamento requerem que se entenda o conceito de paisagem como grupos de ecossistemas conectados entre si. Esta é a mais ampla visão que inclui populações, espécies e ecossistemas. Após a leitura deste capítulo, deve-se saber:

• Quais serviços ecológicos são providos por paisagens de diferentes tipos.

• Os princípios básicos de gerenciamento de um parque.

• Os princípios básicos de gerenciamento de florestas, incluindo seu contexto histórico.

• A importância dos parques e reservas naturais na conservação da natureza.

Refúgio da Vida Selvagem da baía Jamaica, em Nova York. A enorme reserva no nordeste dos EUA está à vista do Empire State. Mais de 300 espécies de pássaros foram observadas aqui.

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ESTUDO DE CASO

Refúgio Nacional da Vida Selvagem da Baía Jamaica

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Medium 9788521632009

22 - Indução Eletromagnética

CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

22

Indução Eletromagnética

22.1 Fem Induzida e Corrente Induzida

Existem várias maneiras de se usar um campo magnético para gerar uma corrente elétrica, e a Figura 22.1 ilustra uma delas. Este desenho mostra uma barra imantada e uma bobina helicoidal de fio à qual está ligado um amperímetro. Quando não há movimento relativo entre o ímã e a bobina, como no item a do desenho, o amperímetro fornece uma leitura nula, indicando que não existe corrente. Entretanto, quando o ímã se move em direção à bobina, como no item b, aparece uma corrente I. Quando o ímã se aproxima, o campo magnético que ele cria no local da bobina fica cada vez mais forte, e é este campo variável que produz a corrente. Quando o ímã se afasta da bobina, como no item c, uma corrente também é produzida, mas com o sentido invertido. Agora o campo magnético na bobina fica mais fraco à medida que o ímã se afasta. Mais uma vez é o campo variável que gera a corrente.

Uma corrente também seria criada na Figura 22.1 se o ímã fosse mantido parado e a bobina fosse movimentada, pois o campo magnético na bobina estaria variando quando a bobina se aproximasse ou se afastasse do ímã. Apenas o movimento relativo entre o ímã e a bobina é necessário para gerar uma corrente; não importa qual deles se move.

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