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Medium 9788527728621

20 - Sistema Circulatório | O Coração

Bryan Derrickson, Gerard J. Tortora Grupo Gen PDF Criptografado

20

Sistema Circulatório |

O Coração

Coração e homeostasia

O coração contribui para a homeostasia por meio do bombeamento de sangue pelos vasos sanguíneos para os tecidos do corpo, do fornecimento de oxigênio e nutrientes e da remoção de escórias metabólicas.

No capítulo anterior vimos que o sistema circulatório é formado pelo sangue, pelo coração e pelos vasos sanguíneos.

Também foi examinada a composição e as funções do sangue; neste capítulo, você conhecerá a bomba que faz o

sangue circular por todo o corpo – o coração. Para que o sangue alcance as células do corpo e troque materiais com

elas, deve ser bombeado continuamente por meio do coração ao longo dos vasos sanguíneos do corpo. O coração se

contrai cerca de 100 mil vezes ao dia, o que perfaz aproximadamente 35 milhões de contrações em 1 ano, e cerca de

2,5 bilhões de vezes ao longo de um período médio de vida. O lado esquerdo do coração bombeia o sangue por esti‑ mados 120 mil km de vasos sanguíneos, o que equivale a circular a Terra (na altura do equador) aproximadamente três vezes. O lado direito do coração bombeia o sangue através dos pul‑

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 27 - CROMATOGRAFIA DE CAMADA FINA: CCF

James W. Zubrick Grupo Gen PDF Criptografado

CROMATOGRAFIA DE

CAMADA FINA: CCF

capítulo

1  2  3  4  5  6  7  8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26  27 28 29 30 31 32 33 34 35

A cromatografia de camada fina (CCF) é utilizada para identificar compostos e determinar sua pureza. Você até pode acompanhar o curso de uma reação utilizando a técnica. Resumindo, colocase uma pequena quantidade da substância sobre a superfície do adsorvente de uma placa para CCF

(forma-se uma mancha), deixa-se o solvente (ou solventes) se deslocar (eluir) pelo adsorvente e examina-se a placa para ver o que aconteceu, e se aconteceu alguma coisa, com seu composto (veja o Capítulo 26, “Cromatografia: alguns aspectos gerais”).

NÃO FAZEMOS MAIS NOSSAS PLACAS PARA CCF, MAS...

Era comum fazer placas de CCF em lâminas de microscópio de 1 3 3 pol. (2,54 3 7,62 cm), baratas e que se ajustavam aos bécheres mais comuns como câmaras de revelação. Agora simplesmente as adquirimos pré-preparadas (veja adiante para mais detalhes) e as cortamos em 25 3 75 mm por alguma razão.

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Medium 9788527723831

27 - Regulação do Crescimento e do Desenvolvimento | Hormônios Vegetais

Ray F. Evert, Susan E. Eichhorn Grupo Gen PDF Criptografado

638   Biologia Vegetal

CAPÍTULO

27

Regulação do

Crescimento e do

Desenvolvimento |

Hormônios Vegetais

O crescimento do algodoeiro.  Pesquisadores constataram

que a produção de algodão pode ser aumentada em 5 a 10% pela adição de uma classe de hormônios de ocorrência natural, denominados citocininas, às sementes ou às jovens plantas de algodoeiro crescendo em ambientes com água limitada. Os hormônios estimulam o desenvolvimento mais extenso das raí­zes, possibilitando o acesso da planta à umidade do solo mais profundo, e também induzem o crescimento de uma superfície cérea sobre as folhas, que reduz a perda de água.

SUMÁRIO

Auxinas

Citocininas

Etileno

Ácido abscísico

Giberelinas

Brassinoesteroides

Base molecular da ação hormonal

Para crescer, uma planta necessita da luz do sol, do dió­xido de carbono do ar e da água e dos minerais do solo. Conforme discutido na Seção 5, a planta faz muito mais do que aumentar simplesmente a sua massa e volume à medida que cresce. Ela se diferencia, desenvolve‑se e adquire forma, produzindo uma variedade de células, tecidos e órgãos. Muitos detalhes do modo de regulação desses processos não são conhecidos. Entretanto, tornou‑se claro que o desenvolvimento depende da interação de diversos fatores internos e externos. Os principais fatores inter‑ nos que regulam o crescimento e o desenvolvimento das plantas são de natureza quí­mica e constituem o assunto deste capítu‑ lo. Alguns dos fatores externos que afetam o crescimento das plantas – como luz, temperatura, comprimento do dia e força da gravidade – serão discutidos no Capítulo 28.

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Medium 9788527717007

5 - Potencial de Ação

Carlos Alberto Mourão Júnior, Dimitri Marques Abramov Grupo Gen PDF Criptografado

5

Potencial de Ação

Objetivos de estudo, 62

Conceitos-chave do capítulo, 62

Introdução, 62

O potencial de ação como fenômeno, 62

A natureza do potencial de ação, 64

As seis fases do potencial de ação, 67

Período refratário absoluto e relativo, 68

Potencial graduado versus potencial de ação, 69

Propagação do potencial de ação, 71

Potencial de ação no músculo cardíaco, 75

Células com automatismo, 76

Resumo, 76

Autoavaliação, 77

Mourao 5.indd 61

20.08.10 17:00:59

62 n

Fisiologia Essencial

Objetivos de estudo

Definir potencial de ação, compreendendo sua razão de ser, como ele é gerado e suas fases

Entender que o potencial de ação assume um comportamento binário

Compreender como se gera um potencial de ação

Entender como o potencial de ação se propaga

Relacionar voltagem e frequência de disparos do potencial de ação

Diferenciar potencial graduado, potencial de repouso e potencial de ação

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Medium 9788521625797

19 Espectrometria de massas

J. Mendham, R. C. Denney, J. D. Barnes, M. J. K. Thomas Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo não é uma descrição exaustiva da espectrometria de massas, porém, como esta é a primeira vez que esta técnica é apresentada no Vogel, alguns detalhes teóricos e práticos foram incluídos. A introdução direta de amostras nos espectrômetros de massas muito raramente leva a resultados que podem ser considerados quantitativos, mesmo se a amostra é “pura” e tem um só componente. Isto é conseqüência da alta sensibilidade da técnica (alguns miligramas, normalmente, são suficientes para a obtenção do espectro) e da eficiência de ionização, às vezes variável, de certas fontes de íons. A grande utilidade da espectrometria de massas está na identificação de substâncias. Como, entretanto, o espectrômetro de massas está freqüentemente associado a outra técnica, usualmente cromatografia a gás ou HPLC, ele funciona como detector da frente cromatográfica. Nestas condições, pequenas quantidades, reprodutíveis, da amostra entram no espectrômetro de massas ao eluir da coluna e a análise quantitativa torna-se possível.

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