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Capítulo 15 - Via das pentoses e lipogênese

José A. Garcia Sanches, Mariane B. Compri Nardy, Mercia Breda Stella Grupo Gen PDF Criptografado

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Via das pentoses e lipogênese a inTeração da via daS PenToSeS com a liPogêneSe

A lipogênese é definida como a produção endógena de lipídeos (biossíntese de lipídeos, síntese de

ácidos graxos e triglicerídeos), principalmente a partir da glicose, que ocorre no citosol e garante uma reserva energética para o organismo, que depois é armazenada no tecido adiposo.

Para que a via ocorra, é preciso haver disponibilidade de glicose, concentração de ATP normal, excesso de acetil~SCoA e disponibilidade de NADPH + H+ (NADP reduzido). Essas condições justificam o estudo da lipogênese em conjunto com a via das pentoses, já que nesta são produzidos intermediários usados na lipogênese.

A via das pentoses, ou via oxidativa do fosfogliconato, ocorre no citosol de certos tecidos, como o fígado, os eritrócitos, a glândula mamária em lactação, a adrenal, os testículos, a tireoide e o tecido adiposo. Esse caminho metabólico atende à produção de pentoses e NADPH + H+, coenzima empregada na lipogênese, na manutenção dos eritrócitos e na síntese de colesterol e bases nitrogenadas. Na Figura 15.1 serão apresentadas as condições metabólicas que relacionam a lipogênese à via das pentoses.

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Medium 9788582713532

Capítulo 11 - Procariotos: domínios Bacteria e Archaea

Gerard J. Tortora, Berdell R. Funke, Christine L. Case Grupo A PDF Criptografado

Na clínica

Como enfermeira(o) especialista em clínica perioperatória, você precisa identificar a fonte da infecção de sete pacientes submetidos a cirurgias cardiovasculares. Culturas em

ágar-nutriente realizadas a partir de amostras dos pacientes apresentaram colônias vermelhas, consistentes com bactérias gram-negativas. Você coleta amostras de uma equipe selecionada do hospital e solicita uma cultura, e a mesma bactéria é cultivada oriunda de uma enfermeira de assepsia que utiliza unhas artificiais.

Dica: o pigmento vermelho produzido por esta bactéria é distintivo. (ver p. 300.)

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Procariotos: domínios

Bacteria e Archaea

A

o encontrarem bactérias microscópicas pela primeira vez, os biólogos ficaram confusos em como classificá-las. As bactérias claramente não eram animais, nem plantas com raízes. As tentativas de se criar um sistema taxonômico para as bactérias com base no sistema filogenético desenvolvido para plantas e animais fracassaram (ver p. 265). Na primeira edição do Bergey’s Manual, a principal publicação dedicada à classificação bacteriológica, as bactérias foram agrupadas de acordo com a sua morfologia (bacilos, cocos), reações de coloração, presença de endósporos e outras características óbvias. Embora tenha utilidade prática, esse sistema também apresenta muitas limitações, algo como colocar morcegos e pássaros no mesmo grupo apenas pelo fato de possuírem asas.

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Medium 9788536530475

7.2 Circuitos de Comando de Iluminação

Eduardo Cesar Alves Cruz, Larry Aparecido Aniceto Editora Saraiva PDF Criptografado

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Instalações Elétricas   Fundamentos, Prática e Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais

7.2  Circuitos de Comando de Iluminação

7.2.1  Comando de Iluminação por Sensor de Presença

Esse tipo de comando de iluminação utiliza um sensor de presença eletrônico, cuja função é captar a movimentação de pessoas, animais, automóveis etc. que estejam dentro de sua área de operação.

Assim, em ambientes onde não há ilu­mi­­nação natural nem a neces­sidade de iluminação artificial permanente, as lâmpadas ficam acesas apenas o tempo necessário para que as pessoas transitem ou ali permaneçam.

110°

2m

8m

110°

8m

(0,35...1,4) m

(a) Vista lateral

Gentilmente cedido por Finder.

O resultado é, obviamente, a economia de energia elétrica.

(b) Vista superior

Figura 7.7  Áreas de detecção de um sensor de presença de parede.

Finalizada a movimentação dentro da área de operação, as lâmpadas se apagam após um tempo fixo ou que pode ser ajustado no próprio sensor, normalmente entre 10 segundos e 30 minutos.

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Medium 9788580555806

Capítulo 12. Moluscos

Jan A. Pechenik Grupo A PDF Criptografado

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Moluscos

Introdução e características gerais

Características diagnósticas:1  1) epitélio dorsal formando um manto, o qual secreta espículas calcáreas ou uma ou mais conchas; 2) banda circular de dentes (rádula) no esôfago, utilizada para a alimentação, ausente (perdida?) nos bivalves; 3) músculos da parede ventral do corpo desenvolvidos em um pé locomotor ou fixador.

Mollusca é um grande filo, incluindo aproximadamente

100 mil espécies atuais, além de outras 70 mil conhecidas apenas de registros fósseis. Essas espécies reúnem alguns organismos extremamente distintos entre si, tornando o plano básico dos moluscos um dos mais variáveis do reino animal. Surpreendentemente, mariscos, caracóis e polvos são, todos, moluscos.

Não há, de fato, um molusco “típico”. A maioria, mas nem todos, tem conchas formadas principalmente de carbonato de cálcio envolto em uma matriz proteica. Material orgânico pode compreender aproximadamente 35% do peso seco da concha em algumas espécies de gastrópodes e até 70% do peso seco em bivalves. As conchas da maioria dos moluscos (incluindo todos os gastrópodes e bivalves) têm uma fina camada orgânica externa (o perióstraco); uma camada mais interna, também fina, de natureza calcárea (a camada nacarada); e uma grossa camada intermediária calcárea (a camada prismática) (Fig. 12.1). A microestrutura da concha pode diferir significativamente entre os membros de diferentes grupos de moluscos.

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Medium 9788565837026

Introdução

Jerome L. Rosenberg, Lawrence M. Epstein, Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Os Sólidos e os Líquidos

INTRODUÇÃO

Sólidos são substâncias que tendem a apresentar uma forma definida, indicativo de uma estrutura muito bem organizada e regular (a estrutura cristalina). A estrutura cristalina é estudada com base em diversas abordagens, como o uso de raios X, por exemplo. Esses estudos são utilizados na elaboração de previsões sobre a estabilidade da estrutura quando exposta a estresse, no exame das alterações que ocorrem com a adição de outras substâncias e na previsão das características de outras substâncias cristalinas.

OS CRISTAIS

O arranjo das partículas mais simples em um retículo cristalino é chamada de rede. Essa rede é composta por um empilhamento tridimensional de blocos de construção idênticos, chamados de células unitárias. As propriedades de um cristal, inclusive sua simetria, podem ser entendidas em termos da célula unitária. Essas células (14 ao todo) são dispostas lado a lado, acima e abaixo de outras células, formando uma estrutura espacial, a exemplo de caixas empilhadas em um depósito. A Figura 10-1 mostra esquemas de três células unitárias, as únicas discutidas neste livro.

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