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Medium 9788536320526

4. DESENHOS EM PESQUISA QUALITATIVA

Flick, Uwe Grupo A PDF Criptografado

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n

Uwe Flick

O desenho de pesquisa é um plano para coletar e analisar as evidências que possibilitarão ao investigador responder a quaisquer perguntas que tenha feito. O desenho de uma investigação toca em quase todos os aspectos de uma pesquisa, desde os detalhes minuciosos da coleta de dados até a seleção de técnicas de análise de dados.

A pouca importância dada a esse fato na pesquisa qualitativa levou Miles e Huberman (1994, p. 16) a dizer que: “ao contrário do que você pode ter ouvido, os desenhos de pesquisa qualitativa existem, sim”. Contudo, uma breve olhada na literatura revela que há várias formas de entender o desenho de pesquisa nos estudos qualitativos. Becker e colaboradores (1961, p. 17) mostram, de certa forma, uma visão bastante típica da expressão “desenho de pesquisa” na pesquisa qualitativa. Embora o livro deles tenha um capítulo sobre “desenho de pesquisa”, eles iniciam com a seguinte afirmação:

De certo modo, nosso estudo não tem desenho. Ou seja, não tivemos um conjunto organizado de hipóteses a serem testadas, nem instrumentos de coleta de dados desenhados propositadamente para garantir informações relevantes a essas hipóteses nem um conjunto de procedimentos analíticos especificados de antemão. No strictu sensu do termo “desenho” (as características de um plano anterior bem-formulado), nosso estudo não tem qualquer desenho. Se tomarmos a ideia de desenho em um sentido mais amplo e menos rígido, usando-o para identificar os elementos de ordem, sistema e coerência que nossos procedimentos apresentaram, então nosso estudo teve um desenho. Podemos mostrá-lo descrevendo nossa visão original do problema, nossos compromissos teóricos e metodológicos e a forma como eles afetaram nossa pesquisa e foram afetados por ela à medida que avançaram.

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Medium 9788527723831

2 - Composição Molecular das Células Vegetais

EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Grupo Gen PDF Criptografado

18   Biologia Vegetal

CAPÍTULO

2

Composição Molecular das Células Vegetais

A quí­mica das pimentas.  À medida que as pimentas

amadurecem, ocorre a produção de seus pigmentos carotenoides e a coloração delas muda de verde para amarelo e vermelho. A capsaicina, a molécula que provoca a sensação de queimação quando comemos as pimentas, impede a ingestão das pimentas por mamíferos mas não afeta os pássaros, que comem as pimentas e propagam as sementes em seus excrementos.

Sumário

Moléculas orgânicas

Carboidratos

Lipídios

Proteí­nas

Ácidos nucleicos

Metabólitos secundários

Tudo o que há na Terra – inclusive o que vemos neste momento e o ar que o envolve – é formado por elementos quí­micos em variadas combinações. Os elementos são substâncias que não podem ser quebradas e transformadas em outras pelos meios comuns. O carbono é um elemento, assim como o hidrogênio e o oxigênio. Dos 92 elementos que ocorrem naturalmente na

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Medium 9788541202930

7. REGULAÇÃO DA TEMPERATURA

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

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REGULAÇÃO DA TEMPERATURA

A temperatura da maioria dos animais segue de modo passivo a temperatura do meio que os circunda. Seria vantajoso se os animais pudessem não depender da imprevisibilidade desta variável ambiental e, neste capítulo, trataremos dos animais que mantêm sua temperatura corpórea mais ou menos independente da temperatura ambiental.

Aves e mamíferos vivem a maior parte de suas vidas com temperaturas corpóreas que não oscilam mais que alguns graus. Esses animais serão os primeiros a serem considerados e, em seguida, será discutido o que outros animais conseguiram para manter suas temperaturas independentes da do meio ambiente.

Em primeiro lugar, deve ser esclarecido o que se entende por temperatura corpórea, não sendo esse, de modo algum, um conceito simples. Segundo, para a manutenção de uma temperatura constante, o ganho e a perda de calor do organismo devem ser iguais. Para a compreensão desses dois processos, devemos estar familiarizados com a física da transferência de calor.

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Medium 9788527715386

1 - Instrumentação para Uso do Laboratório em Atividades de Bioquímica e Biofísica

COMPRI-NARDY, Mariane B.; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina de Grupo Gen PDF Criptografado

1

Instrumentação para

Uso do Laboratório em Atividades de

Bioquímica e Biofísica

Introdução, 2

XX

Normas gerais de segurança no laboratório, 2

XX

Principais materiais e equipamentos utilizados nas atividades práticas propostas, 3

XX

Vidrarias, 4

Outros materiais, 6

Equipamentos, 7

Atividade prática: instrumentação para uso do laboratório, 8

XX

Objetivo, 8

Materiais e método, 8

Resultados e conclusão, 9

Questões, 9

XX

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2

Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica

Introdução

XX

Todo trabalho de laboratório passa por quatro fases:

1. Familiarização do estudante com o ambiente do laboratório.

2. Desenvolvimento de habilidades para o uso de aparelhos.

3. Execução do experimento proposto visando aos resultados finais.

4. Interpretação dos resultados obtidos.

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Medium 9788521631255

6 PROPAGAÇÃO DE ONDAS, PROPRIEDADES E MODULAÇÃO

HETEM Jr., Annibal; HETEM, Calvin Gregorio Grupo Gen PDF Criptografado

3ª PROVA

Autor: Hetem Jr

VERIFICAÇÃO

21 X 28

Cap.: 6

Edição: 1.ª

Revisor:

Págs.: 23

Operador: Algo +

Data: 22/03/2016

Capítulo

6

Propagação de Ondas, Propriedades e Modulação

6.1 Introdução

6.4 Propriedades Físicas

6.2 Propagação de Ondas

6.5 Tópico Especial: O Som no Cinema

6.3 Ondas Sonoras

6.6 Exercícios

6.1 INTRODUÇÃO

Neste ponto do nosso estudo, podemos dizer que conhecemos as ondas e sabemos como são geradas em vários meios oscilantes. Podemos, então, estudar as suas outras características. Todas as propriedades e efeitos interessantes que as ondas nos oferecem têm origem nos estudos que vimos até aqui.

Neste capítulo estudaremos os “efeitos colaterais” que as ondas apresentam em seu comportamento. Partiremos da análise de como as ondas se propagam em meios infinitos e estudaremos as ondas sonoras. Em seguida apresentaremos as propriedades típicas das ondas, como reflexão, refração, interferência, polarização, difração e modulação — todas utilizadas em importantes aplicações tecnológicas de nossos dias.

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