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Capítulo 13 - Amostragem na pesquisa qualitativa

Roberto Hernández Sampieri; Carlos Fernández Collado; María del Pilar Baptista Lucio Grupo A PDF Criptografado

13

Amostragem na pesquisa qualitativa

Processo de pesquisa qualitativa

Passo 3

Escolha das unidades

de análise ou casos

iniciais e amostra de origem

• Definir as unidades de análise e casos iniciais.

• Escolher a amostra inicial.

• Revisar permanentemente as unidades de análise e amostra iniciais e, dependendo do caso, sua redefinição.

Objetivos da aprendizagem

Ao concluir este capítulo, o aluno será capaz de:

1. conhecer o processo de seleção da amostra na pesquisa qualitativa;

2. compreender os conceitos essenciais relacionados com a unidade de análise e com a amostra em estudos qualitativos;

3. entender os diferentes tipos de amostras não probabilísticas ou por julgamento e ter elementos para decidir, em cada pesquisa, qual é o tipo apropriado de amostra de acordo com as condições que surgem durante seu desenvolvimento.

Síntese

Neste capítulo comentaremos o processo para definir as unidades de análise e a amostra iniciais. Nos estudos qualitativos, o tamanho da amostra não é importante do ponto de vista probabilístico, porque o interesse do pesquisador não é generalizar os resultados de seu estudo para uma população mais ampla. Também vamos considerar os fatores que ajudam a “determinar” ou sugerir o número de casos que irão compor a amostra, e também vamos insistir que conforme o estudo avança é possível acrescentar outros tipos de unidades ou substituir as unidades iniciais, já que o processo qualitativo é mais aberto e está sujeito ao desenvolvimento do estudo.

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Respostas das Questões e dos Problemas Selecionados

Wolfgang Bauer; Gary D. Westfall; Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

Respostas das Questões e dos Problemas Selecionados

Problemas

Capítulo 1: Eletrostática

2.23 5,75 · 104 N/C. 2.25 192,53° em sentido anti-horário a partir do semieixo positivo de x. 2.27 0,56 m e 4,4 m.

2.29 E ⫽ ⫺kp/x3; a intensidade do campo elétrico diminui mais rápido perpendicularmente ao eixo do dipolo.

2.31 (3,7 m/s) ⫹ (2,4 m/s) . 2.33 ⫽ (⫺Q/␲⑀0␲R2) .

Múltipla escolha

1.1 b. 1.3 b. 1.5 b. 1.7 a. 1.9 c.

Problemas

1.27 96.470 C. 1.29 3 · 1017 elétrons. 1.31 32 C.

1.33 (a) 5,00 · 1016 elétrons de condução/cm3. (b) Existem

5,88 · 10⫺17 elétrons de condução na amostra de silício dopado para cada elétron de condução da amostra de cobre.

1.35 1 · 10⫺5 C; a força é atrativa. 1.37 ⫺2,9 · 10⫺9 N.

⫺5

1.39 100 N. 1.41 q ⫽ 2,02 · 10

(b)

.

C. 1.43 3,1 N. 1.45 (a) 0.

1.47

1.49 (a) Não. (b) ⫺0,6 N. 1.51 ⫺3,7 · 10⫺10 e. 1.55 6 · 1012 C.

⫺8

⫺47

1.57 n ⫽ 1; F1 ⫽ 8,24 · 10 N; Fg,1 ⫽ 3,63 · 10 N

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9. Óleos e Gorduras

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

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Óleos e

Gorduras

Para começar

Neste capítulo você irá conhecer as semelhanças e diferenças entre os óleos e gorduras, seus métodos de obtenção e suas aplicações em outras indústrias.

9.1 Economia

Nosso corpo é capaz de produzir alguns ácidos graxos, porém diversos fatores podem inibir essa síntese, sendo essencial a ingestão de óleos e gorduras por meio da alimentação. As indústrias alimentícias têm grande foco na modificação de gorduras e óleos naturais para que estes adquiram características que melhorem sua qualidade para o uso em alimentos.

Os óleos e gorduras têm grande aplicação não só na indústria alimentícia, mas também em diversos outros setores industriais, tais como indústria farmacêutica, de sabões e detergentes, de perfumes, metalúrgica, de polímeros, explosivos entre outras.

103

9.2 Conceitos importantes

9.2.1 Óleos e gorduras

Os principais componentes dos óleos e gorduras são triésteres (muitas vezes chamados de triglicerídeos) insolúveis em água e solúveis em solventes orgânicos, derivados da esterificação do glicerol com ácidos carboxílicos, chamados ácidos graxos. Porém os óleos e gorduras são misturas complexas formadas não só por diferentes tipos de triglicerídeos, mas também de diglicerídeos e monoglicerídeos.

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12. Tecnologias Farmacêuticas

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

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Tecnologias

Farmacêuticas

Para começar

Neste capítulo você irá conhecer alguns conceitos sobre a farmacotécnica, área da indústria farma­­cêutica que tem como objetivo produzir formas farmacêuticas visando curar ou alterar algumas funcionalidades no organismo.

Você irá conhecer também as diferentes formas farmacêuticas e suas vantagens e desvantagens.

12.1 Histórico

Registros históricos indicam que no século X a medicina e a farmácia eram uma só profissão.

Eram chamados de boticários aqueles cuja profissão exigia que conhecessem e curassem as doenças, preparando eles mesmos os medicamentos.

Somente no século XVIII a farmácia e a medicina foram separadas, sendo os médicos responsáveis por diagnosticar doenças e os farmacêuticos, por misturarem matérias para a confecção de remédios que iriam curar as doenças.

133

12.2 Conceitos

Todo composto químico utlizado com o objetivo de alterar algum desempenho ou ação biológica no organismo é chamado de droga. As drogas que têm função terapeutica são chamadas de fármacos; já as que têm objetivo adverso ao terapêutico são chamadas de tóxicos.

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6. Polímeros

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

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Polímeros

Para começar

Neste capítulo você conhecerá diferentes tipos de polímeros, suas técnicas de produção e utilidades.

6.1 Conceitos

6.1.1 Polímeros

Um polímero é uma macromolécula de alta massa molecular constituída pela repetição de várias unidades, os monômeros que normalmente apresentam baixo peso molecular. Essa estrutura é formada por cadeias longas e retorcidas. Os polímeros podem ser sintéticos ou naturais, como a madeira.

6.1.2 Monômeros

São as menores unidades formadoras de um polímero. São hidrocarbonetos cujas ligações intramoleculares são ligações covalentes fortes, ao passo que as ligações intermoleculares são ligações fracas de Van der Vals, justificando o baixo ponto de fusão dos polímeros.

59

6.2 Tipos de polímeros

Os polímeros podem ser classificados em plásticos, borrachas ou fibras, dependendo do tipo de monômero e de ligação. Podem ainda ser classificados de acordo com a estrutura química, o método de polimerização, a solubilidade ou as propriedades mecânicas.

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1. Introdução aos Processos Industriais

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

Introdução aos Processos

Industriais

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Para começar

Este capítulo tem como objetivo mostrar os conceitos básicos sobre os processos industriais, bem como alguns equipamentos utilizados nas indústrias, e os controles necessários durante a produção e o tratamento de água e efluentes.

1.1 Conceitos básicos

1.1.1 Definição de processo

Um processo é caracterizado por um conjunto de operações (químicas, físicas ou bioquímicas) que tem como objetivo transformar a matéria-prima no produto desejado, de forma econômica e em grande escala.

1.1.2 Operações unitárias

Todos os processos industriais podem ser divididos em etapas, as quais são chamadas de operações unitárias. Essas operações são caracterizadas por reações químicas, operações mecânicas

(transporte, moagem, mistura, separação mecânica, fragmentação, peneiração etc.), operações de trocas de calor (aquecimento e resfriamento de fluídos, condensação, evaporação, ebulição) e operações de transferência de massa (destilação, extração, cristalização, adsorção etc.).

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2. Produção de Cerâmicas, Vidros e Cimento

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

Produção de

Cerâmicas, Vidros e Cimento

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Para começar

As cerâmicas têm a argila como matéria-prima que, quando molhada, se torna plástica e moldável.

O vidro e o cimento fazem parte da classe dos materiais cerâmicos, porém muitos desconsideram esse fato devido a pequenas diferenças na matéria-prima utilizada e nas características do processo. Neste capítulo, você vai conhecer os processos de produção de materiais cerâmicos, incluindo o vidro e o cimento.

2.1 Tipos de materiais cerâmicos

Materiais cerâmicos são conhecidos e produzidos há séculos pela humanidade, inicialmente como peças artesanais. Com a evolução das indústrias, esses materiais têm sua produção voltada principalmente para o setor de construção civil, para indústrias de metal mecânica e indústrias de produção de energia. No Brasil a indústria cerâmica participa de 1% do PIB, e graças à grande disponibilidade de matéria-prima teve um crescimento muito grande.

Apesar de ter como material base a argila, as cerâmicas podem ser divididas em classes em função de diferenças na matéria-prima e aditivos utilizados e nas etapas do processo de fabricação.

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4. Fertilizantes

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Fertilizantes

Para começar

Neste capítulo você irá conhecer a importância dos fertilizantes para a agricultura, assim como as formas de produção dos seus diferentes tipos.

4.1 Introdução

Os fertilizantes têm como função fornecer ao solo os nutrientes necessários para o bom crescimento do cultivo agrícola ou repor esses nutrientes após a colheita. Podem ser orgânicos ou inorgânicos, naturais ou sintéticos.

Os elementos que compõem os fertilizantes são classificados em macro e micronutrientes. Os macronutrientes (nitrogênio, carbono, potássio, fósforo, hidrogênio, enxofre, cálcio e magnésio) são aqueles de que a planta necessita em maior quantidade, ao passo que os micronutrientes (cloro, boro, zinco, sódio, manganês, cobalto, silício, ferro e cobre) são necessários em quantidades menores. Porém, as maiores deficiências do solo costumam ser dos nutrientes fontes de nitrogênio, fósforo e potássio.

As principais matérias-primas utilizadas na produção de fertilizantes são o gás natural, resíduos asfálticos do petróleo, nafta, rochas fosfáticas, rochas potássicas e de enxofre.

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7. Papel e Celulose

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

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Papel e

Celulose

Para começar

Neste capítulo você irá conhecer a matéria-prima e o seu tratamento para a produção de celulose e papel, assim como cada etapa de fabricação desses produtos e os danos desse tipo de indústria para o ambiente.

7.1 Parede celular vegetal

A matéria-prima utilizada pela indústria de papel e celulose é a madeira. A parede celular vegetal que a compõe é formada por uma estrutura complexa de materiais lignocelulósicos. Estes por sua vez são constituídos de três tipos de polímeros naturais, a celulose, a hemicelulose e a lignina. A seguir serão apresentadas as características desses polímeros.

»»

Celulose

H

OH

H

O

HO

H

H

H

HO

H

H

OH

O

O

HO

H

H

O

O

OH

H

Figura 7.1 – Fórmula estrutural da celulose.

77

É um polímero linear constituído pelo monômero glicose. É encontrado nos materiais lignocelulósicos em uma faixa de 40-50%. Possui regiões cristalinas e regiões amorfas.

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8. Petróleo e Gás

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

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Petróleo e Gás

Para começar

Neste capítulo você vai aprender como o petróleo e o gás natural se formam e quais são as substâncias que os compõem. Além disso, vai conhecer as técnicas de tratamento do óleo cru e da produção dos diferentes derivados de petróleo.

8.1 Histórico

Em 1953, durante o governo de Getúlio Vargas, foi criada a Petrobras. O Brasil recebeu então campos de petróleo no recôncavo baiano, uma refinaria em Mataripe (BA) e outra em Cubatão (SP).

Ao final da década a produção de petróleo em nosso país já tinha crescido em 24 vezes.

Em 1961, com o funcionamento de uma nova refinaria em Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro a Petrobras alcançou um de seus grandes objetivos: tornar o país autossuficiente na produção de petróleo e derivados.

A década de 1970 foi marcada por algumas crises, e, assim, os países exportadores de petróleo passaram a elevar bastante o preço do óleo cru.

Na década de 1980 então foi criado pela Petrobras o projeto “fundo de barril”, que tinha como objetivo aproveitar o óleo combustível extraindo dele diesel, gasolina e GLP, aumentando o rendimento da produção desses derivados.

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10. Sabões e Detergentes

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Sabões e

Detergentes

Para começar

Neste capítulo você irá conhecer as características e propriedades do sabão, as diferenças entre sabão e detergente e os métodos de produção destes.

10.1 História do sabão

Não há relatos certos sobre o local e a data em que foi produzido pela primeira vez o sabão, porém sabe-se que antigamente sua fabricação era realizada misturando-se cinzas de uma planta mediterrânea, a barrilha, rica em óxidos alcalinos, com gorduras de origem animal.

Foram encontrados escritos datados de 1500 a.C. com relatos de substâncias que eram produzidas de maneira semelhante ao sabão, porém eram usadas para funções medicinais, como bases para pomadas. O uso de sabão para fins de limpeza é citado somente no século II d.C.

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10.2 Características dos sabões e detergentes

Sabões e detergentes possuem cadeias longas de carbono (apolar) e uma parte polar que diferencia um do outro. Logo, suas moléculas possuem uma parte hidrofílica (que interage com água) e uma parte hidrofóbica (que não interage com água, mas interage com gorduras). A parte hidrofílica corresponde à parte polar, enquanto a parte hidrofóbica corresponde à grande cadeia apolar de carbonos do ácido graxo.

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11. Cosméticos

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Cosméticos

Para começar

Neste capítulo, estudaremos os cosméticos, sua definição, suas matérias-primas e composição química, as técnicas de produção e suas aplicações.

O capítulo está estruturado em cosméticos para a pele, para os cabelos, para os lábios e encerra com as técnicas para a fabricação bem-sucedida por meio da escolha de matérias-primas e seu processamento adequado.

11.1 Definição

Entende-se por cosméticos qualquer substância ou mistura que tem como finalidade melhorar a aparência ou odor e proteger o corpo humano. Porém os cosméticos são percebidos de maneira diferente no mundo. Na França, por exemplo, os perfumes não estão incluídos na classe dos cosméticos, e nos Estados Unidos os sabonetes também não são classificados dessa maneira.

No Brasil, os cosméticos são controlados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária –

Anvisa, e, de acordo com esse órgão, a definição oficial para cosméticos consiste em produtos de uso pessoal e perfumes que sejam compostos por substâncias naturais ou sintéticas cuja aplicação pode ser realizada em qualquer parte do corpo (dependendo do tipo de cosmético) e que tem como finalidades limpá-lo, perfumá-lo, corrigir a aparência ou mantê-lo em bom estado.

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5. Gases Industriais

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Gases

Industriais

Para começar

Neste capítulo você vai conhecer os gases utilizados nas indústrias, bem como suas funcionalidades e métodos de produção.

5.1 O que são gases industriais?

Os gases industriais são aqueles fabricados e vendidos para a utilização em diversos setores com diversas aplicações. Podem ser orgânicos ou inorgânicos, retirados diretamente da atmosfera ou sintetizados.

São utilizados em diversos setores industriais, como nas indústrias de petróleo e gás, siderúrgicas, eletrônicas, automobilísticas, químicas, alimentícias, farmacêuticas, de borrachas e plásticos, papel e celulose, entre outras.

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Na Tabela 5.1 você irá encontrar as demandas de alguns gases industriais.

Tabela 5.1 – Gases e suas demandas

Gases industriais

Setores demandantes

Bebidas

Gelo seco

Gás carbônico

Indústria têxtil

Saneamento

Metalurgia

Hospitalar

Gases atmosféricos

Química

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3. A Indústria Soda-Cloro

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

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A Indústria

Soda-Cloro

Para começar

Neste capítulo, você irá conhecer três processos de produção de gás cloro, hidróxido de sódio e gás hidrogênio, bem como as vantagens e desvantagens de cada processo.

3.1 Eletrólise

As reações de eletrólise são reações de oxirredução (com troca de elétrons) não espontâneas que ocorrem somente com a passagem de uma corrente elétrica.

Na eletrólise há dois eletrodos, o catodo (polo negativo), em que ocorre a redução de uma espécie, e o anodo (polo positivo), em que ocorre a oxidação de outra espécie.

Há dois tipos de eletrólise: a ígnea, que utiliza o sal fundido, e a aquosa, que usa o sal dissolvido em água. No último caso, o próprio solvente compete com o eletrólito, podendo ser oxidado ou reduzido.

O gás cloro (Cl2), a soda cáustica (NaOH) e o gás hidrogênio (H2) são produzidos em paralelo pela eletrólise de salmouras (soluções concentradas de cloreto de sódio – NaCl).

31

Em 1774, o sueco Carl Wilhelm Scheele realizou a primeira reação que teve como produto o gás cloro, misturando dióxido de manganês e ácido clorídrico. Na época, Scheele acreditava ter descoberto algum composto contendo oxigênio.

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13. Fundamentos de Corrosão

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Fundamentos de

Corrosão

Para começar

Neste capítulo você irá aprender como ocorre a corrosão, quais os tipos mais comuns de corrosão, os prejuízos causados por ela e algumas técnicas para inibi-las ou evitá-las.

13.1 Conceitos

13.1.1 Corrosão

A corrosão é um processo espontâneo de deterioração de metais em razão de ações químicas e eletroquímicas destes com o ambiente. Alguns autores consideram também corrosão a deterioração de materiais não metálicos, como o concreto e a borracha.

A deterioração desses materiais prejudica sua durabilidade e desempenho, fazendo com que deixem de realizar suas funções. A corrosão ataca metais e ligas existentes em tubulações de oleodutos e gasodutos, em cabos de comunicação de redes elétricas, em píeres de atracação de embarcações, em tanques de armazenagem de combustíveis, em meios de transporte, construções, aparelhos eletrônicos, entre outros.

A corrosão é um fenômeno de superfície, e a substância formada pela deterioração do metal funciona como uma barreira entre seu interior e o meio corrosivo, diminuindo a velocidade de corrosão. Todos os metais estão sujeitos a corrosão, dependendo do meio em que estão inseridos.

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