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Respostas

Peter Atkins; Loretta Jones; Leroy Laverman Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos

F.2B

A.1B

A.2B

AgNO3: (107,87 g·mol21) 1 (14,01 g·mol21) 1

3(16,00 g·mol21) 5 169,88 g?mol21; % Ag 5

(107,87 g?mol21)/(169,88 g·mol21) 3 100% 5

63,498%

F.3B

A.3B

A.4B

1:1:2 razão, a fórmula empírica é SOF2.

A.5B

F.4B

B.1B

número de átomos de Au 5 m(amostra)/m(um átomo) 5

B.2B

(a) 8, 8, 8;  (b) 92, 144, 92

B.3B

(a) Sn; (b) Na;  (c) iodo;  (d) ítrio

C.1B

(a) O potássio é um metal do Grupo 1. Cátion, 11, logo

K1.

(b) O enxofre é um não metal do Grupo 16. Ânion, 16

2 18 5 22, logo S22.

G.1B

G.2B

ácido oxálico

G.3B

(2,55 3 1023 mol HCl)/(0,358 mol HCl/L) 5

7,12 3 1023L 5 7,12 mL

G.4B

Vinicial 5 (cfinal 3 Vfinal)/cinicial 5 (1,59 3

1025 mol·L21) 3 (0,02500 L)/(0,152 mol·L21) 5

2,62 3 1023 mL

C.2B

(a) Li3N;  (b) SrBr2

D.1B

(a) di-hidrogeno-arsenato; (b)

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Capítulo 4 - Lipídeos

Srinivasan Damodaran; Kirk L. Parkin Grupo A PDF Criptografado

4

Lipídeos

David Julian McClements e Eric Andrew Decker

CONTEÚDO

4.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176

4.2  Componentes lipídicos principais . . . . . . . . 176

4.2.1  Ácidos graxos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177

4.2.1.1  Nomenclatura dos

ácidos graxos saturados . . . . . . . . . . . . . . . . 177

4.2.1.2  Nomenclatura dos

ácidos graxos insaturados . . . . . . . . . . . . . . 177

4.2.2 Acilgliceróis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178

4.2.3 Fosfolipídeos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180

4.2.4 Esfingolipídeos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181

4.2.5 Esteróis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181

4.2.6 Ceras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181

4.2.7  Lipídeos diversos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182

4.2.8  Composição das gorduras . . . . . . . . . . . . 182

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Capítulo 3 - Carboidratos

Srinivasan Damodaran; Kirk L. Parkin Grupo A PDF Criptografado

Carboidratos

3

Kerry C. Huber e James N. BeMiller

CONTEÚDO

3.1 Monossacarídeos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92

3.1.1  Isomerização dos monossacarídeos . . . . . 95

3.1.2  Formas cíclicas dos monossacarídeos . . . 95

3.1.3 Glicosídeos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99

3.1.4  Reações dos monossacarídeos . . . . . . . . . 99

3.1.4.1  Oxidação a ácidos aldônicos e a aldonolactonas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100

3.1.4.2  Redução dos grupos carbonila . . . . . 101

3.1.4.3  Ácidos urônicos . . . . . . . . . . . . . . . . . 103

3.1.4.4  Ésteres do grupo hidroxila . . . . . . . . 103

3.1.4.5  Éteres do grupo hidroxila . . . . . . . . . 104

3.1.4.6  Escurecimento não enzimático . . . . . 105

3.1.4.7 Caramelização . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110

3.1.4.8  Formação de acrilamida em alimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111

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Respostas

KLEIN, David Grupo Gen PDF Criptografado

RESPOSTAS

Capítulo 1

1.2)

1.3)

1.4)

1.5)

1.6)

1.7)

1.8)

1.9)

1.10)

1.11)

6

6

5

7

6

8

4

10

 9

10

1.25) Substituição de um Cl por um OH

1.26) Adição de dois grupos OH a uma ligação dupla

1.27) Eliminação do H e do Cl formando uma ligação dupla

1.28) Adição de Br e Br a uma ligação dupla

1.29) Eliminação de H e H formando uma ligação dupla

1.30) Substituição de um I por um SH

1.31) Eliminação de H e H formando uma ligação tripla

1.32) Adição de H e H a uma ligação tripla

1.34) Sem carga

1.35) Positiva

1.36) Negativa

1.37) Sem carga

1.38) Positiva

1.39) Negativa

1.40) Positiva

1.41) Negativa

1.42) Sem carga

348  

KLEIN - Cap. AK.indd 348

25/08/2016 15:11:38

R e s p o s ta s    349

1.43) Positiva

1.44) Sem carga

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CAPÍTULO 7 - CONFIGURAÇÕES

KLEIN, David Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

CONFIGURAÇÕES

No capítulo anterior, vimos que as moléculas podem assumir muitas conformações diferentes, assemelhando-se a uma pessoa. Você pode mover suas mãos em todas as direções, mantê-las verticalmente no ar, para os lados, direto para baixo e assim por diante. Em todas estas posições, sua mão direita ainda é sua mão direita, independentemente de como você a move.

Não há uma maneira de torcer sua mão direita para ela se transformar na mão esquerda. A razão de ela ser sempre a mão direita nada tem a ver com o fato de ela estar conectada ao seu ombro direito. Se você tivesse que retalhar seus braços e costurá-los nas costas (não tente isto em casa!), você não pareceria normal. Você se assemelharia a alguém com sua mão direita conectada ao ombro esquerdo e vice-versa. Você ficaria muito estranho, para dizer o mínimo.

Sua mão direita é uma mão direita porque ela se encaixa em uma luva de mão direita e não em uma luva de mão esquerda. Isto sempre será verdade, independentemente de como você move sua mão. As moléculas também podem ter esta propriedade.

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CAPÍTULO 3 - REAÇÕES ÁCIDO–BASE

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CAPÍTULO

3

REAÇÕES ÁCIDO–BASE

Os primeiros capítulos de qualquer livro-texto de química orgânica concentram-se na estrutura das moléculas: como os átomos se unem formando ligações, como representamos tais ligações, os problemas com os métodos de representação, como dar nome às moléculas, como são as moléculas em 3D, como as moléculas se torcem e se dobram no espaço e assim por diante. Somente após adquirir um entendimento claro da estrutura é que nós passamos às reações. Porém, parece haver uma exceção: a química ácido–base.

A química ácido–base é geralmente tratada em um dos primeiros capítulos de um livro-­ texto de química orgânica, apesar de parecer ser mais adequada aos capítulos posteriores, que versam sobre reações. Há uma razão importante para o ensino de química ácido–base ser dado logo no início do seu curso. Entendendo esta razão, você terá uma perspectiva melhor de por que a química ácido–base é tão incrivelmente importante.

Para reconhecer a razão de ensinar a química ácido–base logo no início do curso, precisamos inicialmente ter um entendimento muito simples do que é a química ácido–base.

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Apêndice C - Gráficos

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APÊNDICE C

Gráficos

Gráficos – uma maneira de expressar relações quantitativas

G

y

x

FIGURA C.1

60

50

40 v (m/s)

ráficos, como equações e tabelas, mostram como se relacionam duas ou mais grandezas. Uma vez que investigar quais as relações existentes entre as grandezas constitui grande parte do trabalho em física, equações, tabelas e gráficos são importantes ferramentas.

As equações constituem a maneira mais concisa para descrever relações quantitativas. Por exemplo, considere a equação v ⫽ v0 ⫹ gt. Ela descreve de maneira compacta como a velocidade de um objeto em queda livre depende de sua velocidade inicial, de sua aceleração, devido à gravidade, e do tempo. As equações são ótimas expressões curtas para as relações existentes entre as grandezas.

As tabelas dão os valores das variáveis na forma de uma lista. A dependência de v com t na equação v ⫽ v0 ⫹ gt pode ser mostrada numa tabela que lista vários valores de v para os correspondentes tempos t. A Tabela 3.2, na página 41, é um exemplo. Tabelas são especialmente úteis quando as relações matemáticas entre as grandezas não são conhecidas, ou quando os valores numéricos devem ser fornecidos com alto grau de precisão. Além disso, tabelas são convenientes para registrar dados experimentais.

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Apêndice D - Aplicações de Vetores

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APÊNDICE D

Aplicações de Vetores

V

etores são abordados nos Capítulos 2 a 5. Lembre-se de que toda grandeza vetorial é uma grandeza orientada

– que é especificada tanto por um módulo quanto por uma orientação (direção e sentido). Vetores podem ser representados por setas, em que o comprimento da seta representa o módulo e a ponta indica o sentido. Vetores que se somam são denominados componentes vetoriais. A soma desses vetores componentes vetoriais é o vetor resultante.

Exemplos de vetores e seus componentes

1. Ernie Brown, empurrando um cortador de grama, aplica uma força que empurra a máquina para frente e também contra o solo. Na Figura D.1, F representa a força aplicada por Ernie. Podemos decompor esta força em dois componentes. O vetor V representa o componente vertical que aponta para baixo, enquanto H é o componente lateral, a força que move para frente o cortador de grama.

H

Se conhecemos o valor, a direção e o sentido do vetor F, podemos estimar o valor dos componentes

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Apêndice B - Mais Sobre o Movimento

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APÊNDICE B

Mais Sobre o

Movimento

Q

uando descrevemos o movimento de algo, dizemos como ele se move em relação a alguma outra coisa (Capítulo 3). Em outras palavras, o movimento requer um sistema de referência (um observador, uma origem e um conjunto de eixos). Somos livres para escolher a localização deste sistema e a maneira como ele está se movimentando em relação a um outro sistema qualquer. Quando nosso sistema de referência tem aceleração nula, ele é chamado de sistema de referência inercial.

Num sistema inercial, uma força faz um objeto acelerar de acordo com as leis de

Newton. Quando o sistema de referência que utilizamos é acelerado, observamos o aparecimento de movimentos e forças fictícios (Capítulo 8). Observações feitas a partir de um carrossel, por exemplo, são diferentes quando ele está rodando e quando está em repouso. Nossa descrição do movimento e da força depende de nosso

“ponto de vista”.

Fizemos distinção entre rapidez* e velocidade (Capítulo 3). Rapidez é quão rápido algo se move, ou a taxa temporal da variação da posição (excluindo direção e sentido): trata-se de uma grandeza escalar. A velocidade inclui a direção e o sentido do movimento: é uma grandeza vetorial cujo módulo é a rapidez. Os objetos que se movem com uma velocidade constante percorrem uma mesma distância num mesmo tempo e na mesma direção e sentido.

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Capítulo 35 - Teoria Especial da Relatividade

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35

C A P Í T U L O

1

3 5

Teoria

Especial da

Relatividade

35.1

O movimento é relativo

35.2

Os postulados da teoria especial da relatividade

35.3

Simultaneidade

35.4

O espaço-tempo e a dilatação temporal

35.5

Adição de velocidades

35.6

Contração do comprimento

35.7

Momentum relativístico

35.8

Massa, energia e E ⴝ mc

35.9

O princípio da correspondência

2

3

2

1 O eminente físico Ken Ford, já aposentado, orientou estudantes de ensino médio, sempre enfatizando a beleza que via na física.

2 O maior cientista do século XX e um dos seus ícones favoritos.

3 Edwin F. Taylor, coautor de diversos livros sobre a relatividade, gesticula enquanto explica um diagrama que mostra duas trajetórias entre um ponto de partida e o ponto de chegada. Um deles é retilíneo, o outro representa uma viagem de ida e volta. O gêmeo que fez a viagem de ida e volta chega em casa mais jovem do que seu irmão gêmeo que ficou preguiçosamente em casa, um resultado impressionante mostrando a ideia-chave de Einstein de que o tempo decorrido entre dois eventos depende do caminho seguido entre eles.

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Capítulo 34 - Fissão e Fusão Nucleares

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34

C A P Í T U L O

3 4

Fissão e Fusão

Nucleares

34.1

Fissão nuclear

34.2

Reatores de fissão nuclear

34.3

O reator regenerador

34.4

Energia de fissão

34.5

Equivalência massa-energia

34.6

Fusão nuclear

34.7

Fusão controlada

1

2

3

4

5

1 Lise Meitner, a descobridora da fissão nuclear. 2 Otto Frisch, seu sobrinho físico que a ajudou na descoberta, e 3 Otto Hahn, que levou o crédito pela mesma. 4 O físico italiano Enrico Fermi recebeu o Prêmio Nobel, em 1938, pelo trabalho de liderança em física nuclear. Quando ele deixou Estocolmo, após receber o prêmio, para retornar à Itália, ele disse, brincando, que havia se perdido e acabara em Nova York. E de fato, ele e sua esposa de origem judaica,

Laura, haviam planejado cuidadosamente suas fugas da Itália fascista.

Quatro anos mais tarde, em Chicago, ele foi o primeiro a iniciar a fissão controlada e tornou-se cidadão norte-americano em 1945.

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Capítulo 33 - O Núcleo Atômico e a Radioatividade

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33

C A P Í T U L O

1

3 3

O Núcleo

Atômico e a

Radioatividade

2

3

33.1

Raios X e radioatividade

33.2

Radiações alfa, beta e gama

33.3

Radiação ambiental

33.4

O núcleo atômico e a interação forte

33.5

Meia-vida radioativa

33.6

Detectores de radiação

33.7

Transmutação de elementos

33.8

Datação radiológica

4

1 Stanley Micklavzina usa um contador Geiger para medir a radioatividade de um saleiro Fiesta. Na década de 1930, os saleiros

Fiesta continham minério de urânio no esmalte da cerâmica para ter a cor avermelhada. 2 O decaimento radioativo no interior da

Terra aquece a água que alimenta as fontes termais do mundo. Essas fontes imponentes, abundantes em carbonato de cálcio, localizamse em Pamukkale, na Turquia. 3 O professor Roger Rassool, da

University of Melbourne, Austrália, usa um contador de cintilações para mostrar que as trajetórias de raios gama não são afetadas por um campo magnético, como ilustrado na Figura 33.3. 4 Leilah

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Capítulo 32 - O Átomo e o Quantum

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32

C A P Í T U L O

1

3 2

O Átomo e o

Quantum

32.1

A descoberta do núcleo atômico

32.2

A descoberta do elétron

32.3

Os espectros atômicos: pistas da estrutura atômica

32.4

O modelo atômico de Bohr

32.5

A explicação para os níveis de energia quantizada: ondas de elétrons

32.6

A mecânica quântica

32.7

O princípio da correspondência

2

3

4

Estes quatro físicos se distinguem pela excelência no ensino ao apresentar a física quântica para seus alunos.

1 David Kagan usa uma tira de plástico rugosa em sala de aula como um modelo para órbita de um elétron. Os blocos de madeira empilhados servem como um modelo para os níveis de energia do elétron. 2 Roger King usa um ímã para desviar um feixe de elétrons em um tubo de Crookes. 3 Dean Zollman investiga propriedades nucleares com uma versão moderna do experimento de

Rutherford de espalhamento. 4 O professor e escritor Art Hobson ensina uma de suas especialidades – a física quântica.

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Capítulo 30 - Emissão de Luz

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30

C A P Í T U L O

1

2

3 0

Emissão de Luz

3

4

30.1

Emissão luminosa

30.2

Excitação

30.3

Espectro de emissão

30.4

Incandescência

30.5

Espectro de absorção

30.6

Fluorescência

30.7

Fosforescência

30.8

Lâmpadas

30.9

O laser

5

1 Usando um espectroscópio, George Curtis separa a luz proveniente de uma fonte de argônio em suas componentes de frequência. 2 Palavras de sabedoria proferidas por Neil deGrasse

Tyson: “A característica notável das leis da física é que elas se aplicam em todo lugar, não importando se você acredita ou não nelas. Depois das leis da física, tudo mais é opinião. 3 Evan Jones aponta para o uso extensivo de diodos emissores de luz (LEDs) no placar próximo a sua faculdade. 4 Os LEDs são dispostos em grupos das três cores primárias aditivas: vermelho, verde e azul. Todas as cores do arco-íris são produzidas pelas diversas combinações dos LEDs. 5 A cada semestre, os estudantes de física da Universidade de Lund, na Suécia, assistem a um show de laser.

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Capítulo 29 - Ondas Luminosas

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29

C A P Í T U L O

1

2 9

Ondas

Luminosas

2

3

29.1

O princípio de Huygens

29.2

Difração

29.3

Superposição e interferência

29.4

Interferência monocromática em películas delgadas

29.5

Polarização

29.6

Holografia

4

1 Robert Greenler demonstra a interferência entre cores usando uma enorme bolha de sabão. 2 Esta foto é de alto significado para os professores de física Marshall Ellenstein e Helen Yan, que aparecem no estacionamento do CalTech conversando sobre diagramas de Feynman com o próprio Richard Feynman depois que ele chegou – e concordou em posar. 3 A neozelandesa Jennie McKelvie demonstra o comportamento ondulatório em um tanque de ondas. 4 Janie

Head estimula sua turma em um estudo sobre polarização comparando uma corda sacudida através de uma grade de metal com a luz que atravessa um filtro polaroide.

A

pós a primeira publicação do Física Conceitual, em

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