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VIII - Sentido e Fundamento do Ser Individual

EDITH, Stein Grupo Gen PDF Criptografado

VIII

Sentido e

Fundamento do

Ser Individual

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Quando discutimos sobre o ser pessoal do homem, tocamos, com frequência, em outra questão que já encontramos em outros contextos e que devemos es‑ clarecer agora se quisermos entender a essência do homem, seu lugar na ordem do mundo criado e sua relação com o ser divino; trata‑se da questão do “ser individual” (da individualidade) do homem, que so‑ mente se deixa tratar no contexto de uma explicação do ser individual.

§1

Coisa Individual, Individualidade e

Unidade (Ser Individual e Ser Uno)

Convém, primeiro, elaborar claramente o que se en‑ tende por ser individual, pois, o significado desse ter‑ mo não é totalmente claro. Por “indivíduo” (= ser individual) designa‑se ordinariamente o que Aristó‑ teles chamou τόδε τί (um “isso aí”): uma coisa que não se pode já nomear pelo nome (visto que todos os nomes têm um sentido geral), de maneira que somen‑ te se pode assinalar mostrando‑o com o dedo. Para expressar essa maneira de assinalar, Avicena escolheu o termo signare ou designare, tomado dele por santo

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VII - Imagem da Trindade na Criação

EDITH, Stein Grupo Gen PDF Criptografado

VII

Imagem da Trindade na Criação1

Santo Tomás fez uma distinção entre vestígio e imagem. Fala de vestígio (ou sinal) quando só a causalidade da causa pode ser deduzida do efeito (como se deduz o fogo pela fumaça), e somente da imagem, quando no efeito se mostra uma representação da causa por uma forma que lhe é semelhante (como a estátua de Mercúrio represen‑ ta Mercúrio). Com Agostinho, encontra o sinal da Trindade em toda a criação, mas sua imagem só nas criaturas dotadas de razão, que possuem inteligência e vontade

(Summa theologica, I, q. 45, a.7). No entanto, encontramos também certa possibi‑ lidade de imagem no que santo Tomás mostra como sinal da Trindade (ver, nesse capítulo, o §6 e seguintes), e falaremos, portanto, simplesmente de imagem.

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§1

Pessoa e Hipóstase

A busca do sentido do ser nos conduziu ao ser que é autor e arquétipo de todo ser finito. Ele se revela a nós como o ser em pessoa e, mais ainda, como o ser em três pessoas. Se o Criador é o arquétipo da criação, não se deve encontrar na criação uma imagem, ainda que distante, da unidade trinitária do ser originário?

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Medium 9788530980504

VI - O Sentido do Ser

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VI

O Sentido do Ser

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§1

Componente Comum do Sentido de

Todo Ser Finito e Diversos Modos de Ser

(Ser Essencial, Existência, Ser Real e em Pensamento)

A investigação sobre cada uma das determinações transcendentais mostrou que há diferenças entre elas.

Somente uma parte delas determina o ente, tal como é em si mesmo, e (quando fazemos abstração do sentido do próprio ser) determinam o ente em sua estrutura puramente formal. (Assim, acreditamos que devíamos compreender o ente, res, unum, aliquid, este último enquanto não o compreendemos como santo Tomás como aliud quid.) Ao contrário, vimos no verdadei‑ ro, no bom e no belo determinações que põem o ente como tal em relação com um âmbito de ser, determi‑ nado por seu conteúdo e até em seu correspondente sentido em relação ao conteúdo. Mas o ser se encontra em todas as determinações transcendentais – visto que se trata de determinações do ente como tal – e não se pode adquirir uma compreensão plena dessas determi‑ nações, se não se chega a explicitar o sentido do ser.

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Medium 9788530980504

V - O Ente como Tal (Os Transcendentais)

EDITH, Stein Grupo Gen PDF Criptografado

V

O Ente como Tal

(Os Transcendentais)

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§1

Retrospectiva e Perspectiva

Formulamos o problema do ser e encontramos muitas respostas. O ser se divide em ser eterno (infinito) e finito (limitado); e em todo ser finito devemos distinguir entre ser e ente. O ente se mostra segundo seu conteúdo, ou seja, segundo o que é, como diverso, e se divide correspondentemente em diversos gêneros; a estes, por sua vez, correspondem diferentes maneiras de ser. O que conseguimos não foi, de modo algum, uma visão completa de todos os gêneros e modos de ser. Partindo de diferentes pontos, tratamos de chegar à compreensão do ente: seguimos a via agostiniana, que assume seu ponto de partida no que nos está mais próximo, porque não podemos separar-nos dele: a vida do eu; tomamos também a via aristotélica, que parte do que se nos impõe: o mundo sensível.

Encontramos aqui e acolá um ente com uma estrutura particular e certos aspectos de estrutura: a distinção entre o ser e o ente possíveis e reais e o fundamento do real e do possível (enquanto real possível) em ser e ente essenciais, mas além de tal distinção.

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Medium 9788521635017

Unidades e Medidas

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

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Unidades e Medidas

U.1 Filosofia e prática na ciência

SUMÁRIO

U.1 Filosofia e prática na ciência

U.2 O sistema SI de unidades

U.3 Símbolos e equações na Física

U.4 Medições na Física

U.5 Margem de erro e precisão

Resumo

Questões de revisão

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Os experimentos desempenham um papel vital em todos os ramos da ciência. Há mais de quinhentos anos, a teoria de Nicolau Copérnico de que a Terra e os planetas giram em volta do Sol foi rejeitada pela Igreja porque não era compatível com a ideia de que a Terra era o centro do

Universo. Como Copérnico não dispunha de provas experimentais, não havia razão para mudar a teoria proposta pelos antigos gregos. Muitos anos depois de Copérnico, Galileu (veja a Figura U.1) usou o recém-inventado telescópio para observar o movimento das luas de Júpiter e percebeu que o movimento dos planetas em torno do Sol é semelhante ao movimento das luas de

Júpiter em torno de Júpiter. Galileu foi preso quando publicou as provas favoráveis à teoria de

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Medium 9788565837026

Uma nota sobre as reações termoquímicas

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 7 • A TERMOQUÍMICA

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tratamento é válido para a subtração de equações. Nesses casos, o balanceamento de equações é absolutamente necessário.

invertida, torna-se

Quando invertemos a segunda equação para que o CO fique na direita (excluindo a equação original), cancelamos também os 2CO2 e uma das moléculas de oxigênio (riscando-as). Além disso, quando invertemos a equação química, invertemos o sinal associado à �H da segunda equação (+566,0 kJ).

2C(grafite) + O2(g) → 2CO(g)

�H = −787,0 + 566.0 = −221,0 kJ

Uma vez que foram produzidos 2 mols de CO, a entalpia de formação do gás é calculada por

= ( −221,0 kJ)/(2 mol CO) = −110,5 kJ/mol CO

O calor de sublimação de uma substância (gás → sólido, e vice-versa) é a soma dos calores de fusão e vaporização daquela substância na mesma temperatura.

Exemplo 3

Exemplo 4

A lei de Hess nos diz que:

A variação da entalpia de qualquer reação é igual à soma das entalpias (calores) de formação de todos os produtos menos a soma das entalpias de formação de todos os reagentes, e cada

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Medium 9788521617129

Tutorial Matemático

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene Grupo Gen PDF Criptografado

Tutorial Matemático

M-1

M-2

M-3

M-4

M-5

M-6

M-7

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M-9

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M-11

M-12

Algarismos Significativos

Equações

Proporções Diretas e Inversas

Equações Lineares

Equações Quadráticas e Fatoração

Expoentes e Logaritmos

Geometria

Trigonometria

A Expansão Binomial

Números Complexos

Cálculo Diferencial

Cálculo Integral

Neste tutorial, revisamos alguns dos resultados básicos de álgebra, geometria, trigonometria e cálculo. Em muitos casos, meramente enunciamos resultados sem prova. A Tabela M-1 lista alguns símbolos matemáticos.

M-1

ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS

Muitos dos números com que trabalhamos, em ciência, são o resultado de medidas e, portanto, conhecidos apenas dentro de um certo grau de incerteza. Esta incerteza deve ser refletida no número de algarismos utilizados. Por exemplo, se você tem uma régua de 1 metro, graduada em centímetros, você sabe que pode medir a altura de uma caixa com a precisão de um quinto de centímetro, mais ou menos.

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Medium 9788521627654

Tutorial Matemático

KESTEN, Philip R.; TAUCK, David L. Grupo Gen PDF Criptografado

Tutorial Matemático

T-1

T-2

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T-4

T-5

T-6

Algarismos Significativos

Equações

Proporções Direta e Inversa

Equações Lineares

Equações Quadráticas e Fatoração

Expoentes e Logaritmos

T-7

T-8

T-9

T-10

T-11

T-12

Geometria

Trigonometria

Expansão Binomial

Números Complexos

Cálculo Diferencial

Cálculo Integral

Neste tutorial é realizada uma revisão dos resultados básicos de álgebra, geometria, trigonometria e cálculo. Em muitos casos, os resultados são apenas estabelecidos, sem uma prova formal. A Tabela T-1 lista alguns símbolos matemáticos utilizados no texto.

T-1 Algarismos Significativos

Muitos dos números utilizados em trabalhos científicos são resultantes de medidas; portanto, são determinados com apenas algum grau de incerteza. Essa incerteza deve se refletir na quantidade de dígitos utilizados. Por exemplo, se você possui uma régua de

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Tutorial Matemático

KESTEN, Philip R.; TAUCK, David L. Grupo Gen PDF Criptografado

Tutorial Matemático

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Algarismos Significativos

Equações

Proporções Direta e Inversa

Equações Lineares

Equações Quadráticas e Fatoração

Expoentes e Logaritmos

Geometria

Trigonometria

Expansão Binomial

Números Complexos

Cálculo Diferencial

Cálculo Integral

Neste tutorial é realizada uma revisão dos resultados básicos de álgebra, geometria, trigonometria e cálculo. Em muitos casos, os resultados são apenas estabelecidos, sem uma prova formal. A Tabela T-1 lista alguns símbolos matemáticos utilizados no texto.

T-1 Algarismos Significativos

Muitos dos números utilizados em trabalhos científicos são resultantes de medidas; portanto, são determinados com apenas algum grau de incerteza. Essa incerteza deve se refletir na quantidade de dígitos utilizados. Por exemplo, se você possui uma régua de

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Tutorial Matemático

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene Grupo Gen PDF Criptografado

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Algarismos Significativos

Equações

Proporções Diretas e Inversas

Equações Lineares

Equações Quadráticas e Fatoração

Expoentes e Logaritmos

Geometria

Trigonometria

A Expansão Binomial

Números Complexos

Cálculo Diferencial

Cálculo Integral

Neste tutorial, revisamos alguns dos resultados básicos de álgebra, geometria, trigonometria e cálculo. Em muitos casos, meramente enunciamos resultados sem prova. A Tabela M-1 lista alguns símbolos matemáticos.

M-1

ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS

Muitos dos números com que trabalhamos, em ciência, são o resultado de medidas e, portanto, conhecidos apenas dentro de um certo grau de incerteza. Esta incerteza deve ser refletida no número de algarismos utilizados. Por exemplo, se você tem uma régua de 1 metro, graduada em centímetros, você sabe que pode medir a altura de uma caixa com a precisão de um quinto de centímetro, mais ou menos.

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Tutorial Matemático

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Algarismos Significativos

Equações

Proporções Direta e Inversa

Equações Lineares

Equações Quadráticas e Fatoração

Expoentes e Logaritmos

Geometria

Trigonometria

Expansão Binomial

Números Complexos

Cálculo Diferencial

Cálculo Integral

Neste tutorial é realizada uma revisão dos resultados básicos de álgebra, geometria, trigonometria e cálculo. Em muitos casos, os resultados são apenas estabelecidos, sem uma prova formal. A Tabela T-1 lista alguns símbolos matemáticos utilizados no texto.

T-1 Algarismos Significativos

Muitos dos números utilizados em trabalhos científicos são resultantes de medidas; portanto, são determinados com apenas algum grau de incerteza. Essa incerteza deve se refletir na quantidade de dígitos utilizados. Por exemplo, se você possui uma régua de

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Tutorial Matemático

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene Grupo Gen PDF Criptografado

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Algarismos Significativos

Equações

Proporções Diretas e Inversas

Equações Lineares

Equações Quadráticas e Fatoração

Expoentes e Logaritmos

Geometria

Trigonometria

A Expansão Binomial

Números Complexos

Cálculo Diferencial

Cálculo Integral

Neste tutorial, revisamos alguns dos resultados básicos de álgebra, geometria, trigonometria e cálculo. Em muitos casos, meramente enunciamos resultados sem prova. A Tabela M-1 lista alguns símbolos matemáticos.

M-1

ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS

Muitos dos números com que trabalhamos, em ciência, são o resultado de medidas e, portanto, conhecidos apenas dentro de um certo grau de incerteza. Esta incerteza deve ser refletida no número de algarismos utilizados. Por exemplo, se você tem uma régua de 1 metro, graduada em centímetros, você sabe que pode medir a altura de uma caixa com a precisão de um quinto de centímetro, mais ou menos.

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Tutorial Matemático

KESTEN, Philip R.; TAUCK, David L. Grupo Gen PDF Criptografado

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Algarismos Significativos

Equações

Proporções Direta e Inversa

Equações Lineares

Equações Quadráticas e Fatoração

Expoentes e Logaritmos

Geometria

Trigonometria

Expansão Binomial

Números Complexos

Cálculo Diferencial

Cálculo Integral

Neste tutorial é realizada uma revisão dos resultados básicos de álgebra, geometria, trigonometria e cálculo. Em muitos casos, os resultados são apenas estabelecidos, sem uma prova formal. A Tabela T-1 lista alguns símbolos matemáticos utilizados no texto.

T-1 Algarismos Significativos

Muitos dos números utilizados em trabalhos científicos são resultantes de medidas; portanto, são determinados com apenas algum grau de incerteza. Essa incerteza deve se refletir na quantidade de dígitos utilizados. Por exemplo, se você possui uma régua de

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Medium 9788582715338

Teste seu conhecimento: solução dos problemas

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

Teste seu conhecimento: solução dos problemas

As respostas de todos os problemas no final de cada capítulo estão relacionadas a seguir

Capítulo 1

1. (a) Diâmetro da célula ampliada 5 500 mm. (b) 2,7 3 1012 moléculas de actina. (c) 36.000 mitocôndrias. (d) 3,9 3 1010 moléculas de glicose. (e) 50 moléculas de glicose por molécula de hexocinase.

2. (a) 1 3 10

212

g 5 1 pg. (b) 10%. (c) 5%.

3. (a) 1,6 mm; comprimento 800 vezes mais longo do que a célula; o

DNA deve estar fortemente enrolado. (b) 4.000 proteínas.

4. (a) A velocidade do metabolismo é limitada pela difusão, que, por sua vez, é limitada pela área da superfície. (b) 12 μm21 para a bactéria;

0,04 μm21 para a ameba; a relação superfície-volume é 300 vezes superior na bactéria.

5.  2 3 106 s (cerca de 23 dias).

6.  As moléculas de vitamina das duas fontes são idênticas; o organismo não é capaz de distinguir qual a fonte; apenas as impurezas contaminantes podem variar em decorrência da fonte.

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Medium 9788597008814

Tema 5 - Técnicas para elaboração de relatórios de pesquisa científica

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

Tema 5

Técnicas para elaboração de relatórios de pesquisa científica

Uma palavrinha inicial

As técnicas para elaboração de relatórios de pesquisa científica serão objeto de atenção neste tema.

Pretendemos que, ao concluir o tema, você seja capaz de:

• se tornar apto a elaborar diversos tipos de material para beneficiar sua pesquisa.

O b jet iv o s

O objetivo de um trabalho científico – a título de recapitulação – é traduzido num texto escrito no qual o pesquisador apresenta os resultados de uma pesquisa. Os cursos de pós-graduação têm por objetivo aprimorar a formação científica e cultural do estudante visando à produção de conhecimentos. Recorde-se que os relatórios de pesquisa nos cursos de graduação e pós-graduação, em nível de especialização (lato sensu), são chamados de “monografia”, nos cursos de mestrado (stricto sensu) chamam-se “dissertação” e nos de doutorado, “tese”.

Assim, a elaboração e defesa da monografia – que é o relatório final da pesquisa realizada no final do curso de pós-graduação lato sensu – visa à obtenção do diploma de especialista. Dissertação de mestrado é o relatório final da pesquisa realizada no curso de pós-graduação (stricto sensu) para a obtenção do título de mestre. Tese de doutorado é o relatório final de pesquisa realizada no curso de pós-graduação para a obtenção do título de doutor.

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