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Medium 9788521634515

0 - O Processo Analítico

Daniel C. Harris Grupo Gen PDF Criptografado

0

O Processo Analítico

COMO UM TESTE DE GRAVIDEZ CASEIRO FUNCIONA?

Urina contendo

Anticorpos ligados hcG a nanopartículas de Au

Membrana de

Anticorpo

Anticorpo nitrocelulose para analito para anticorpo

Bloco de

Bloco amostra conjugado

Linha de teste

Linha de controle

Bloco absorvente

(a) Colocar uma gota de urina no bloco de amostra

(d) O reagente conjugado não ligado ao hcG se liga a um anticorpo na linha de controle

Nanopartícula de Au

Anticorpos ligados a nanopartículas de Au

Analito hcG

Bloco de amostra

(b) hcG se liga a um anticorpo à medida que o líquido é absorvido pelo bloco conjugado

Linha de teste

Linha de controle

(c) Outra parte do hcG se liga a um anticorpo na linha de teste

(e) Teste de gravidez caseiro [Szemeno / iStockphoto.]

Um teste comum de gravidez detecta um hormônio chamado hcG na urina. Esse hormônio começa a ser secretado logo após a concepção.

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Medium 9788521632573

0 - Uma Breve História da Química

Neil D. Jespersen, Alison Hyslop, James E. Brady Grupo Gen PDF Criptografado

Uma Breve História da Química

0

Tópicos do Capítulo

0.1 | Conceitos Importantes de Química

0.2 | As Supernovas e os Elementos

0.3 | Os Elementos e a Terra

0.4 | Teoria Atômica de Dalton

0.5 | Estrutura Interna do Átomo

NASA/CXC/SAO/P. Slane et al.

1

Jespersen - Capítulo 0.indd 1

10/02/2017 15:29:08

Capítulo 00

22   Capítulo

Contexto

Deste

Capítulo

N

este capítulo introdutório tentamos responder a grandes questões: “De onde viemos?” e “Para onde estamos indo?” Ao sugerir de onde viemos, aproveitamos as atuais teorias da cosmologia a respeito do início do universo e da síntese sequencial dos elementos. Para a questão de para onde estamos indo, este capítulo sugere alguns dos “Conceitos Importantes” que a ciência da química utiliza para nos fascinar em direção ao futuro.

Esses objetivos ainda configuram o modo como os cientistas exercem seu ofício. Todas as informações constantes deste texto são resultado de uma pergunta feita por um cientista e, então, o encontro da resposta através da observação e da pesquisa científica. A mesma pessoa que faz a pergunta pode não encontrar a resposta, e o tempo entre fazer e responder uma pergunta pode ser de minutos ou de milhares de anos. Ao final, temos uma explicação de como os químicos descrevem o mundo físico que nos cerca.

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Medium 9788536530475

10.1 Arquitetura dos Quadros de Distribuição (QD)

Eduardo Cesar Alves Cruz, Larry Aparecido Aniceto Editora Saraiva PDF Criptografado

186

Instalações Elétricas   Fundamentos, Prática e Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais

10.1  Arquitetura dos Quadros de Distribuição (QD)

O quadro de distribuição (QD) é o local que recebe os condutores provenientes do quadro de medição

(QM), faz a proteção de toda a instalação elétrica e distribui os condutores que alimentam os diversos circuitos terminais previstos para ela (Figura 10.1-a).

No QM, encontram-se o medidor de energia elétrica e a chave geral ou seccionadora, cuja função é proteger toda a alimentação da instalação elétrica (Figura 10.1-b).

Acervo pessoal

(a) QD

(b) QM

Figura 10.1  QD e QM residenciais.

Em função do tipo da edificação, a instalação pode ter um ou mais QM.

10.1.1  Edificação Térrea

O caso mais simples é o de uma edificação térrea, pois ela contém o QM e apenas um QD, conforme mostra a Figura 10.2.

Tomadas

QM

Chave seccionadora

QD

Luz

Circuitos terminais

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10.2 Localização dos QD

Eduardo Cesar Alves Cruz, Larry Aparecido Aniceto Editora Saraiva PDF Criptografado

188

Instalações Elétricas   Fundamentos, Prática e Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais

yy  CP: caixa de passagem (uma por andar). yy  QG-C: quadro geral do condomínio. yy  QD: quadro de distribuição (um por apartamento e para cada área do condomínio).

O QD da casa de máquinas é responsável pela proteção de motores de elevadores, moto­res de portões, bombas de piscina e de caixas d’água etc.

A Figura 10.4 ilustra essa arquitetura para um edifício de quatro andares com garagem no subsolo.

QD32

CP

QD31

3o andar

QD22

CP

QD21

2o andar

QD12

CP

QD11

1o andar

QG

CS

CM

QD-Zelador

Térreo

QG-C

QD-Máquinas

Subsolo

QD-Garagem

Figura 10.4  Arquitetura dos QM e QD de um edifício residencial.

10.2  Localização dos QD

A localização dos QD é definida na etapa de projeto e deve ser orientada pelos seguintes critérios: yy  Os locais devem ser de fácil acesso e com a devida identificação do lado externo, legível e não facil­mente removível. yy  Deve haver proximidade geométrica das cargas em relação aos respectivos QD parciais, proporcionando certa simetria entre as cargas da instalação. yy  Os QD parciais devem estar localizados nas proximidades dos centros de carga da instalação, ou seja, nas regiões centrais em que há as maiores concentrações de potência instalada. yy  Os QD principal e parciais devem ser instalados em locais seguros, não sujeitos a choques mecânicos e sem o acesso de terceiros.

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Medium 9788536530475

10.3 Constituição dos QD

Eduardo Cesar Alves Cruz, Larry Aparecido Aniceto Editora Saraiva PDF Criptografado

188

Instalações Elétricas   Fundamentos, Prática e Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais

yy  CP: caixa de passagem (uma por andar). yy  QG-C: quadro geral do condomínio. yy  QD: quadro de distribuição (um por apartamento e para cada área do condomínio).

O QD da casa de máquinas é responsável pela proteção de motores de elevadores, moto­res de portões, bombas de piscina e de caixas d’água etc.

A Figura 10.4 ilustra essa arquitetura para um edifício de quatro andares com garagem no subsolo.

QD32

CP

QD31

3o andar

QD22

CP

QD21

2o andar

QD12

CP

QD11

1o andar

QG

CS

CM

QD-Zelador

Térreo

QG-C

QD-Máquinas

Subsolo

QD-Garagem

Figura 10.4  Arquitetura dos QM e QD de um edifício residencial.

10.2  Localização dos QD

A localização dos QD é definida na etapa de projeto e deve ser orientada pelos seguintes critérios: yy  Os locais devem ser de fácil acesso e com a devida identificação do lado externo, legível e não facil­mente removível. yy  Deve haver proximidade geométrica das cargas em relação aos respectivos QD parciais, proporcionando certa simetria entre as cargas da instalação. yy  Os QD parciais devem estar localizados nas proximidades dos centros de carga da instalação, ou seja, nas regiões centrais em que há as maiores concentrações de potência instalada. yy  Os QD principal e parciais devem ser instalados em locais seguros, não sujeitos a choques mecânicos e sem o acesso de terceiros.

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10.4 Configuração dos QD

Eduardo Cesar Alves Cruz, Larry Aparecido Aniceto Editora Saraiva PDF Criptografado

196

Instalações Elétricas   Fundamentos, Prática e Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais

Nos demais casos, ou seja, FFN, FFF e FFFN, só podem ser utilizados dispositivos DR tetrapolares.

10.3.4  Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS)

O dispositivo de proteção contra surtos (DPS) é responsável por proteger a instalação elétrica contra os sur­tos de tensão (sobretensões transitórias) causados por descargas atmosféricas. Indiretamente, essa proteção visa garantir a segurança das pessoas.

Gentilmente cedido por Siemens.

No QD, deve-se ligar um DPS entre cada fase e o condutor de proteção (PE), o mesmo ocor­rendo entre o neutro e o PE.

Figura 10.18  Tipos de DPS.

10.4  Configuração dos QD

Os QD principais das instalações elétricas residenciais, prediais ou de estabelecimentos comerciais de pequeno porte podem ser monofásico, bifásico ou trifásico.

Outra variação possível na configuração dos QD é no posicionamento dos dispositivos DR, pois eles podem fazer tanto a proteção geral dos circuitos como a proteção de alguns circuitos individualmente.

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Medium 9788536530475

10.5 Montagem de um QD

Eduardo Cesar Alves Cruz, Larry Aparecido Aniceto Editora Saraiva PDF Criptografado

202

Instalações Elétricas   Fundamentos, Prática e Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais

As informações que aparecem na parte superior do esquema multifilar correspondem a:

3 # 6 (6) T4 mm2 – 1kV – PVC ∅n 25 em que: yy  3  = número de fases (trifásico); yy  #  = símbolo de seção de condutor; yy  6  = seção da fase – 6 mm2; yy  (6)  = seção do neutro – 6 mm2; yy  T4  = seção do PE – 4 mm2; yy  mm2  = unidade de medida das seções; yy  1 kV  = classe de isolação do condutor; yy  PVC  = material do eletroduto; yy  ∅n 25  = diâmetro nominal do eletroduto.

A Figura 10.27 mostra o esquema unifilar completo referente ao QD trifásico apresentado anteriormente com alguns detalhes.

Barra (50 A)

Neutro

6.

16 A

2,5 .

(Iluminação

(1.480 VA)

1 fluorescente

R tubular)

1,5 .

(Iluminação

(1.480 VA)

2 fluorescente

S tubular)

16 A

QM

RST

6.

40 A

30 mA

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Medium 9788521626275

10 - A APRESENTAÇÃO DE DADOS - Convencer o público e os colegas

Enrique Galindo Fentanes Grupo Gen PDF Criptografado

10. A APRESENTAÇÃO DE DADOS

Convencer o público e os colegas

010Fentanes.indd 79

19/03/14quarta-feira 15:10

010Fentanes.indd 80

19/03/14quarta-feira 15:10

Nada é verdade nem é mentira, tudo é segundo a cor do cristal com que se olha.

Ramón de Campoamor*

U

ma vez obtidos os dados e estabelecido o erro experimental do sistema, agora é necessário processá-los, organizá-los e apresentá-los de maneira clara e convincente.

Os dados crus se apresentam em uma tabela ou folha de uma base de dados e se transformam em unidades relevantes da variável de resposta, isto é, o que está sendo medido como efeito. Nesta condição, os dados podem se apresentar de duas formas: figura ou tabela (e, desejavelmente, não em ambas).

Figuras

As figuras são muito úteis para apresentar dados experimentais e universalmente usadas em artigos científicos, tese, relatórios etc. Uma figura sempre deve ser preferida a uma tabela (exceto em poucos casos, descritos na seguinte seção), já que os dados, e suas tendências, podem ser mais bem apreciados.

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Medium 9788521635017

10 - Acústica

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

109

UNIDADE

10

Acústica

SUMÁRIO

OBJETIVOS

Depois de estudar esta unidade, você será capaz de:

• descrever uma onda sonora e medir a velocidade do som no ar

• descrever as principais propriedades do som, como: absorção, reflexão, refração e difração

• descrever a estrutura do ouvido e enumerar as principais características da audição humana

• descrever as principais propriedades e aplicações do ultrassom

• relacionar a frequência fundamental de uma corda ou de um tubo

10.1

A natureza e as propriedades do som

10.2

O ouvido humano

10.3

Ultrassom

10.4

Vibrações em cordas

10.5

Ressonâncias em tubos

Resumo

Questões de revisão

ao comprimento da corda ou do tubo

• explicar a relação entre os harmônicos e a frequência fundamental de uma corda ou de um tubo

10.1

A natureza e as propriedades do som

Produção do som

Um objeto que vibra no ar cria ondas sonoras porque a superfície do objeto comprime e rarefaz alternadamente o ar.

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Medium 9788536320557

10. AGRUPANDO TUDO

Graham Gibbs, Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

180

n

Graham Gibbs

lEiturA

Uma das coisas consideradas mais difíceis por iniciantes na análise qualitativa é fazer uma interpretação integral de seus dados. Os analistas novatos leem seus manuscritos e tendem a fazer leituras imediatas, impressionistas, superficiais – a primeira interpretação dos conteúdos que salta aos olhos.

Essa interpretação não consegue reconhecer que os dados qualitativos são multifacetados e podem ser interpretados de formas diferentes, mas igualmente plausíveis.

Este livro tentou indicar algumas das técnicas ou abordagens que ajudarão o pesquisador a encontrar interpretações e fazer com que elas avancem dos níveis descritivos aos mais analíticos. Um exemplo fundamental disso é ler o texto (ou examinar os dados não textuais) mais cuidadosamente – realizar o que chamei de leitura intensiva. Sempre há muita coisa acontecendo em um texto ou em um contexto. Não apenas o conteúdo do que se está dizendo é rico e diversificado – as pessoas estão fazendo coisas que podem ser entendidas de várias formas ao mesmo tempo – como também estão indicando coisas sobre si mesmas e seu mundo com suas ações e com a forma como se expressam.

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Medium 9788521631927

10 - Alquinos

David Klein Grupo Gen PDF Criptografado

10

Alquinos

VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU... o que a doença de Parkinson causa e como ela é tratada?

A

doença de Parkinson é um distúrbio do sistema motor que afeta cerca de 3% da população dos EUA com idade superior a 60 anos. Os principais sintomas da doença de Parkinson incluem tremores e rigidez dos membros, lentidão de movimentos e equilíbrio deficiente.

A doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa, uma vez que os sintomas são provocados pela degeneração dos neurônios (células do cérebro). Os neurônios mais afetados pela doença estão localizados em uma região do cérebro chamada de substância negra ou substantia nigra. Quando esses neurônios morrem, eles deixam de pro‑ duzir dopamina, o neurotransmissor utilizado pelo cére‑ bro para regular o movimento voluntário. Os sinto‑ mas descritos anteriormente começam a aparecer quando 50‑80% dos neurônios que produzem dopamina morreram. Não existe nenhuma cura conhecida para a doença, que é progres‑ siva. Entretanto, os sintomas podem ser tra‑ tados através de vários métodos. Um des‑ ses métodos utiliza um fármaco chamado selegilina, cuja estrutura molecular contém uma ligação tripla C#C. Veremos que a presença da ligação tripla desempenha um papel importante na ação desse fármaco.

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Medium 9788527714068

10 - Amebas Parasitas do Homem

Luís Rey Grupo Gen PDF Criptografado

10

Amebas Parasitas do Homem

AS AMEBAS E SUA POSIÇÃO SISTEMÁTICA

Divisão Entamoebida

Gênero Entamoeba

Entamoeba dispar

Entamoeba hartmanni

Entamoeba coli

Entamoeba gingivalis

Entamoeba polecki

Divisão Mastigamoebidae

Gênero Endolimax

AS AMEBAS E SUA

POSIÇÃO SISTEMÁTICA

As amebas são protozoários pertencentes a ordens e famílias que os sistematistas agrupam e reagrupam de diferentes maneiras sem um resultado satisfatório. A própria separação de rizópodes e flagelados, longamente sustentada e baseada na presença ou ausência de flagelos, não resiste a uma análise detalhada, pois o aparelho flagelar pode existir apenas temporariamente

(durante parte do ciclo vital da espécie) ou haver sido perdido parcial ou totalmente por determinadas espécies.

Tal é o caso de Dientamoeba fragilis, considerada até há pouco como sendo um amebídeo (família Dientamoebidae) e hoje identificada pela microscopia eletrônica como pertencente

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Medium 9788536509099

10. Amida

Luciana da Conceição Pavanelli Editora Saraiva PDF Criptografado

10

Amida

Para começar

Este capítulo tem por objetivo estudar os conceitos e a composição estrutural da função orgânica chamada amida, reconhecer, classificar, aplicar a regra de sua nomenclatura oficial determinada pela

IUPAC e justificar diferenças entre as outras funções.

Amidas são amplamente utilizadas na medicina. A mais conhecida são os barbitúricos, usados como sedativos, indutores de sono, que diminuem a ansiedade e alguns distúrbios psíquicos. Seu uso habitual gera dependência e em doses elevadas pode levar à morte.

10.1 Amida

A função orgânica das amidas é caracterizada por compostos formados através da substituição de átomos de hidrogênio da molécula de amônia (NH3) por radicais acila. Assim como pela ligação direta do nitrogênio com um grupo carbonila (C=O).

O ligante nitrogenado da molécula de amida pode ser o NH2, NH ou N. O fator que determina a participação de cada grupo é o número de radicais da molécula: assim, para um radical acila tem-se o grupo NH2 (amida primária); para dois radicais, o grupo NH (amida secundária); e para três radicais, N (amida terciária).

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Medium 9788521625797

10 Análise titrimétrica

J. Mendham, R. C. Denney, J. D. Barnes, M. J. K. Thomas Grupo Gen ePub Criptografado

Os métodos da chamada “química por via úmida”, como a análise titrimétrica e a gravimetria, ainda desempenham importante papel na química analítica moderna. Em muitas áreas, os procedimentos titrimétricos são insubstituíveis. Suas principais vantagens são:

1. A precisão (0,1%) é melhor do que na maior parte dos métodos instrumentais.

2. Os métodos são, normalmente, superiores às técnicas instrumentais na análise dos principais componentes.

3. Quando o número de amostras é pequeno como, por exemplo, no caso de uma análise eventual, as titulações simples são comumente preferíveis.

4. Ao contrário do que ocorre com os métodos instrumentais, o equipamento não requer recalibração constante.

5. Os métodos são relativamente baratos, com baixo custo unitário por determinação.

6. Os métodos são comumente empregados para calibrar ou validar análises de rotina feitas com instrumentos.

7. Os métodos podem ser automatizados (Seção 10.10).

Existem, no entanto, várias desvantagens no uso dos métodos titrimétricos clássicos. A mais significativa é que eles são normalmente menos sensíveis e freqüentemente menos seletivos do que os métodos instrumentais. Além disso, quando um grande número de determinações semelhantes deve ser feito, a análise com métodos instrumentais é normalmente mais rápida e mais barata do que os métodos titrimétricos, que exigem grande volume de trabalho. No entanto, apesar da difusão e da popularidade dos métodos instrumentais, pode-se concluir, a partir do que foi exposto, que existe um campo considerável para o uso dos procedimentos titrimétricos, especialmente no treinamento em laboratório. Além de fornecer uma visão dos métodos titrimétricos clássicos, este capítulo inclui a titrimetria baseada em técnicas eletroquímicas, os métodos automatizados e uma rápida abordagem das titulações espectrofotométricas.

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Medium 9788536319278

10. ANOVA FATORIAL (MLG 3)

Andy Field Grupo A PDF Criptografado

10

ANOVA FATORIAL (MLG 3)

10.1 O QUE VOCÊ VAI APRENDER NESTE

CAPÍTULO? ➁

Nos dois capítulos anteriores, vimos situações nas quais tentamos testar diferenças entre grupos quando havia uma única variável independente (isto é, uma variável que havia sido manipulada). Entretanto, no início do Capítulo 8, afirmei que uma das vantagens da ANOVA era que poderíamos olhar para os efeitos de mais de uma variável independente (e como essas variáveis interagem). Este capítulo estende o que já sabemos sobre ANOVA à observação de situações onde existem duas variáveis independentes. Já vimos no capítulo anterior que é muito fácil incorporar uma segunda variável à estrutura da ANOVA quando aquela variável é uma variável contínua

(isto é, não dividida em grupos), mas agora iremos ver situações onde existe uma segunda variável independente sistematicamente manipulada designando pessoas a diferentes situações.

10.2 TEORIA DA ANOVA FATORIAL

(ENTRE GRUPOS) ➁

10.2.1 Delineamentos fatoriais ➁

A ANOVA fatorial é usada quando você tem duas ou mais variáveis independentes

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