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Capítulo 5 - Comunidades e Ecossistemas

Pinto-Coelho, Ricardo Motta Grupo A PDF Criptografado

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Comunidades e

Ecossistemas

INTRODUÇÃO

Möbius (1877) foi um dos primeiros a tentar caracterizar uma comunidade. Estudando bancos de ostras em regiões litorâneas notou que existe uma interdependência entre os organismos presentes no que ele designou por biocenose.

O termo comunidade pode ser também definido como o conjunto de todas as populações de uma dada área geográfica (Odum,

1963) ou como a “parte viva” do ecossistema

(Clark, 1954). É comum o uso do termo biocenose por ecólogos europeus em lugar de comunidade.

Os organismos de uma biocenose atuam em reciprocidade com o meio físico, sendo influenciados por ele (i.e., temperatura e pluviosidade) e também modificando-o de modo característico (por exemplo, pH do solo, composição e quantidade de compostos orgânicos da água do mar).

OUTRAS DEFINIÇÕES DE COMUNIDADES

A comunidade é uma unidade ecológica de visualização muito menos clara na natureza.

Em virtude disso, há inúmeras definições desse conceito, procurando destacar algumas de suas propriedades gerais e atributos que possam ser observados pelos ecólogos. Vejamos algumas delas. Segundo Krebs (1972), muitos dos termos relativos a comunidades vêm da ecologia vegetal: a) qualquer conjunto de populações em uma determinada área ou hábitat, podendo ter os mais variados tamanhos; b) uma associação entre populações interativas (Ricklefs, 1980); c) uma reunião de populações em uma determinada área ou hábitat físico definidos, sendo unidade ecológica pouco definida (Odum, 1972); d) um conjunto de espécies (populações) que ocorre conjuntamente no tempo e no espaço (Begon et al., 1990).

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Capítulo 11 - Efeitos da Predação sobre a Estrutura das Comunidades

Pinto-Coelho, Ricardo Motta Grupo A PDF Criptografado

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Efeitos da Predação sobre a Estrutura das

Comunidades

A PREDAÇÃO COMO UMA FONTE

DE DISTÚRBIO

A explicação dos mecanismos responsáveis pela manutenção da elevada diversidade observada em diferentes comunidades é, sem dúvida, um dos maiores desafios da ecologia. Pela teoria da competição, seria de esperar que espécies com potencial inferior de competividade fossem, em algum ponto do tempo, levadas à extinção. Se isso fosse verdadeiro, a diversidade de uma comunidade seria explicada por uma partição de recursos entre espécies feita de tal maneira que cada espécie usaria uma porção definida dos recursos disponíveis. Essa fração não seria compartilhada por nenhuma outra espécie dessa comunidade, pelo menos em sua totalidade. No entanto, essa argumentação baseia-se em duas premissas não necessariamente válidas:

1. Se a competição é uma força realmente importante, isso implica que os recursos são limitantes. No entanto, há várias situações nas quais certos distúrbios, sejam biológicos (predação) ou

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Capítulo 13 - A Energia Solar na Biosfera

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A Energia Solar na Biosfera

DEFINIÇÕES BÁSICAS

Energia é a capacidade de realizar trabalho. Essa capacidade pode manifestar-se sob várias formas: radiação eletromagnética, energia potencial ou incorporada, energia cinética, energia química (dos alimentos) e calor.

A primeira lei da termodinâmica, conservação da energia, estabelece que a energia pode ser transformada de um tipo em outro, mas não pode ser criada nem destruída. São exemplos dessas transformações: luz em calor, energia potencial em cinética.

Sua segunda lei (da entropia) dispõe que nenhum processo que implique transformação energética ocorrerá espontaneamente, a menos que haja degradação de energia de uma forma concentrada em uma forma mais dispersa (ou desorganizada). Por isso, nenhuma transformação de energia é 100% eficiente. A entropia (S) é uma medida de energia não disponível, que resulta das transformações energéticas. Sua variação é sempre positiva em qualquer transformação.

S2 - S1 = δ S > 0

Os organismos vivos possuem uma característica termodinâmica essencial: conseguem criar e manter um alto grau de ordem interna

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Capítulo 18 - Produção Primária – Parte 2

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Produção Primária – Parte 2

FATORES LIMITANTES DA

PRODUÇÃO PRIMÁRIA

Em termos fisiológicos, apenas três tipos de fatores limitam a produção primária: a luz, os nutrientes e a temperatura.

Obviamente existem outros fatores ecológicos que afetam os valores da produção primária. Esses fatores, contudo, não afetam diretamente a fisiologia da fotossíntese e, muitas vezes, causam confusões ao ecólogo. Muitos fatores biológicos, tais como a taxa de herbivoria (grazing), o parasitismo ou a competição, alteram apenas as taxas de perdas de uma população de plantas sem necessariamente afetar sua performance fisiológica. Podem ter também efeitos indiretos, como a reciclagem de nutrientes pelo zooplâncton, o sombreamento ou, ainda, a competição por recursos.

RADIAÇÃO

É o fator principal a controlar as taxas de fotossíntese. A radiação normalmente afeta a fotossíntese de três maneiras diferentes: inibição, saturação e limitação.

Inibição

Este tipo de ação ocorre quando a radiação disponível no sítio fotossintético está entre 30 e 100% da intensidade de luz incidente na superfície, Io (pode ser um lago ou a superfície do topo do dossel da mata). A inibição pode ser fotoquímica ou por aumento da fotorrespiração. A primeira pode manifestar-se das seguintes maneiras: inibição nas cadeias de transporte de elétrons; fotoxidação dos pigmentos, principalmente por excesso de radiação ultravioleta ou, ainda, pela contração dos cloroplastos. Na comunidade fitoplanctônica, a zona de inibição normalmente ocorre próximo à superfície (Figura 18.1).

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Capítulo 25 - Modelos Matemáticos

Pinto-Coelho, Ricardo Motta Grupo A PDF Criptografado

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Modelos Matemáticos

INTRODUÇÃO

Segundo Ignall e Colesar (1979), o propósito do uso de modelos matemáticos não são os números em si que eles apresentam, mas, sim, a nova maneira de se enfocar uma dada questão científica. As principais características estruturais de um modelo são as variáveis de estado que correspondem às variáveis indispensáveis ao cálculo da dinâmica do sistema considerado. A escolha dessas variáveis dependerá não só do sistema em questão (quemostato, lago, rios, estuários, etc.) como também dos processos a modelizar: transporte, produção, consumo, etc.

O número e a natureza dessas variáveis dependerão da complexidade do modelo, que está vinculada a dois tipos: a complexidade de representação física do sistema (padrões de distribuição espacial, por exemplo) e a dos processos ecológicos a serem modelizados (número de espécies ou de níveis tróficos a considerar, por exemplo). A maioria dos modelos possui três tipos de variáveis: de estado, de força e auxiliares.

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Medium 9788536327136

22. Formas de Relatar a Pesquisa

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 22

FORMAS DE RELATAR A

PESQUISA

Ele consegue comprimir o máximo de palavras na menor ideia melhor do que qualquer homem que já conheci.

Abraham Lincoln

N

osso autor favorito, Day (1983), fornece uma introdução apropriada a este capítulo sobre formas de relatar a pesquisa, na seguinte citação:

A pesquisa científica não está completa até que os resultados tenham sido publicados. Então, um artigo científico é uma parte essencial do processo de pesquisa. Então, a redação de um artigo preciso e compreensível é tão importante quanto a própria pesquisa. Então, as palavras no artigo deveriam ser pesadas tão cuidadosamente quanto os reagentes no laboratório. Então, os cientistas devem saber como usar as palavras. Então, a educação de um cientista não está completa até que a capacidade de publicar tenha sido estabelecida (p. 158).

No Capítulo 21, tratamos do projeto de pesquisa: como escrever a introdução, a revisão da literatura, o enunciado do problema e a metodologia da dissertação ou tese. Depois, explicamos como organizar e escrever as seções dos resultados e da discussão. Coordenar de modo eficaz todas essas informações na dissertação ou tese é o tópico central deste capítulo. Apresentamos tanto o estilo organizacional de periódico, que defendemos (Thomas, Nelson e Magill, 1986), quanto o estilo tradicional de capítulos. Além disso, incluímos informações sobre a redação de artigos para periódicos científicos, preparação de resumos e apresentação de comunicações (inclusive no formato de pôsteres).

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Medium 9788536327402

2. DNA: O Depósito da Informação Biológica

Cox, Michael M. Grupo A PDF Criptografado

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DNA: O Depósito da

Informação Biológica

Momento de descoberta

A primeira vez que tive um momento “Aha!” na ciência foi quando eu era um estudante de graduação. A questão que me intrigou estava relacionada com o mecanismo proposto para as topoisomerases, enzimas essenciais que enrolam e desenrolam o DNA durante a síntese deste em todas as células. As enzimas topoisomerases do tipo II (chamadas de Topo II) passam as fitas de DNA uma pela outra, cortando e reunindo o DNA sem marcar ou alterar o genoma. Nos livros-texto, a enzima era apresentada como uma esfera que se ligava a um segmento de DNA, cortava-o e depois se dividia pela

James Berger [Fonte: Cortesia de metade para passar um segundo segmento de

James Berger.]

DNA pela fenda. Mas o que mantinha as extremidades do DNA unidas durante a passagem do DNA duplex pela quebra na dupla fita? Deveria haver mais alguma coisa acontecendo.

Certa vez Francis Crick disse que não podemos compreender como uma enzima funciona a não ser que vejamos a sua estrutura, e eu queria ver a estrutura da Topo II. Passei alguns anos tentando cristalizar a enzima sem sucesso e por fim cheguei ao ponto de duvidar se meu projeto algum dia funcionaria e se eu tinha o que precisava para ser um cientista. Fiz uma última preparação da enzima e, após trabalhar por toda a noite no laboratório, coloquei a enzima purificada no gel e fui para casa dormir. Quando retornei no outro dia, a proteína no tubo estava esbranquiçada, e eu fiquei aniquilado, pensando que a proteína havia precipitado em um agregado sem utilidade. Entretanto, quando observei a amostra sob um microscópio, vi cristais crescendo no tubo! Naquele momento eu sabia que tinha um projeto. Passei os nove meses seguintes resolvendo a estrutura molecular da enzima e nunca me esquecerei da emoção de vê-la pela primeira vez.

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9. Topologia: Deformações Funcionais do DNA

Cox, Michael M. Grupo A PDF Criptografado

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Topologia: Deformações

Funcionais do DNA

Momento de descoberta

Existia um experimento que eu desejava fazer há muitos anos, mas nunca tinha convencido ninguém a tentar realizá-lo. A ideia era medir diretamente as propriedades elásticas do DNA usando uma única molécula sua presa entre duas ponteiras, de modo que pudesse ser delicadamente controlada pela rotação de uma ponteira com relação à outra para torcer o DNA de diferentes maneiras. Em solução, o DNA pode rotar ao longo do seu eixo e se torcer, enrolando-se ao redor de si.

Pode ser muito difícil desfazer as rotações e torções, medindo as propriedades do DNA em grandes quantidades.

Carlos Bustamante [Fonte: Cortesia de

Após a negativa de muitos estudantes,

Carlos Bustamante.] afinal dois alunos, Zev Bryant e Michael

Stone, ficaram interessados em realizar os experimentos sobre as rotações do DNA. Esses rapazes trabalharam intensivamente na tentativa de estabelecer os aspectos técnicos do experimento. Descobriram como prender as extremidades de um fragmento de DNA a duas ponteiras opostas e associaram pequenas contas facilmente visualizáveis em uma posição no interior da fita dupla de DNA. Por fim, tarde de uma noite, conseguiram fazer tudo funcionar. Zev e

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12. Mutação e Reparo do DNA

Cox, Michael M. Grupo A PDF Criptografado

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Mutação e Reparo do DNA

Momento de descoberta

Por muitos anos eu e vários outros pesquisadores nos perguntamos como o DNA danificado é replicado nas células, permitindo assim que elas continuem crescendo e tenham a chance de reparar essas lesões. A ideia inicial era a de que proteínas codificadas pelos genes umu poderiam se ligar à DNA-polimerase III — a polimerase replicativa em E. coli — e diminuir sua fidelidade de maneira a permitir a cópia do DNA contendo lesões nos nucleotídeos. A metodologia utilizada em nosso laboratório foi a de

Myron Goodman [Fonte: Cortesia de Myron reconstituir todo o sistema de escape de

Goodman.] lesões por meio de proteínas purificadas.

Colocamos DNA-polimerase III purificada e um DNA com lesão em um tubo de ensaio e começamos a adicionar outras proteínas para ativar o sistema. Primeiramente, adicionamos a proteína RecA, um importante componente das vias de reparo do DNA, mas nada aconteceu. Então, adicionamos um complexo proteico denominado UmuD'2C, que pelo que se pensava atuaria na ativação da polimerase em substratos de DNA danificado, e isso funcionou. O

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16. Processamento de RNA

Cox, Michael M. Grupo A PDF Criptografado

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Processamento de RNA

Momento de descoberta

Um dos momentos mais excitantes de que me lembro foi a primeira vez que “vi” os espliceossomos, utilizando microscopia eletrônica. Eu trabalhava já há bastante tempo para purificar espliceossomos, os complexos RNA-proteína que produzem os RNAs mensageiros funcionais por meio da remoção das sequências não codificantes, ou íntrons. Ninguém sabia com o que os espliceossomos se pareciam, e eu esperava utilizar essas amostras para obter as informações estruturais que forneceriam as pistas para o mecanismo de corte e junção do mRNA. Infelizmente, minhas amostras purificadas tendiam a formar agregados quando postas na grade de

Melissa Jurica [Fonte: Cortesia de

Melissa Jurica.] cobre usada para as análises por microscopia eletrônica, tornando as imagens que observei impossíveis de interpretar.

Então, em uma noite, enquanto trabalhava sozinha, desenvolvi algumas micrografias de uma nova amostra de espliceossomo que mostrava partículas individuais que finalmente pareciam macromoléculas — o espliceossomo! Eu estava tão feliz e emocionada a ponto de chorar — mas não havia ninguém por perto para eu mostrar meus resultados! Coloquei o negativo da micrografia na porta de meu orientador, Nico Grigorieff, e quando ele o viu na manhã seguinte nós compartilhamos a alegria dessa descoberta juntos.

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3. Apresentação do Problema

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

APRESENTAÇÃO DO PROBLEMA

Ainda não li a sua proposta de dissertação, mas já tenho algumas boas ideias de como melhorá-la.

Randy Glasbergen do “Today’s Cartoon” (2006)

E

m uma tese ou dissertação, a primeira seção ou primeiro capítulo serve para introduzir o problema. Por isso, com frequência, essa é a “Introdução”. Várias partes da introdução destinam-se a destacar a significância do problema e a indicar as dimensões do estudo empreendido. Este capítulo discute cada uma das seguintes seções, frequentemente necessárias à primeira parte da tese ou dissertação:

Título

Introdução

Enunciado do problema

Hipótese

Definições

Suposições e limitações

Significância

Nem todos os orientadores defendem o mesmo formato de tese, porque não há um único formato aceito universalmente. Além disso, de acordo com a natureza do problema de pesquisa, o formato pode variar. Um estudo histórico, por exemplo, não se encaixa no mesmo formato utilizado em um estudo experimental; os títulos de seções podem variar em estudos descritivos e qualitativos. O que fazemos, portanto, é apresentar seções tipicamente encontradas na introdução e especificar seus propósitos e características.

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Medium 9788536327136

5. Questões Éticas da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

QUESTÕES ÉTICAS DA PESQUISA

E DO TRABALHO ACADÊMICO

Entre dois males, prefiro sempre o que nunca experimentei antes.

Mae West

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omo pós-graduando, você vai se deparar com uma série de questões éticas relacionadas à pesquisa e ao trabalho acadêmico. Neste capítulo, chamamos sua atenção para muitas delas e fornecemos uma base para discussões e tomada de decisões. No entanto, nem sempre as opções estão claramente definidas. Para tomar boas decisões, o aspecto mais importante é reunir informações pertinentes e aconselhar-se com professores confiáveis. Entre os principais tópicos apresentados, estão a má conduta científica, o trabalho com professores universitários e com outros pós-graduandos e o uso de seres humanos e animais como sujeitos de pesquisas.

Sete áreas da desonestidade científica

Nos Estados Unidos, o White House Office of Science and Technology Policy (Departamento da Casa

Branca para Assuntos de Ciência e Tecnologia) definiu má conduta científica do seguinte modo:

A má conduta científica consiste em fabricação, falsificação ou plágio na proposta, na execução ou na revisão de pesquisas ou, ainda, no relato de resultados de pesquisas. (Federal

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9. Diferenças entre Grupos

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

DIFERENÇAS ENTRE GRUPOS

Lembre-se: metade dos seus conhecidos está abaixo da média!

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onforme abordado nos Capítulos 6 e 8, as técnicas estatísticas são usadas para encontrar e descrever relações entre variáveis. Também são usadas para detectar diferenças entre grupos.

São muito frequentes na análise de dados de pesquisas experimentais e quase experimentais. Elas permitem avaliar efeitos de uma variável independente (causa ou tratamento) ou categórica (sexo, idade, raça, etc.) sobre outra dependente (efeito, resultado). Lembre-se, no entanto, de que as técnicas descritas neste capítulo não são usadas de modo isolado para estabelecer relações de causa e efeito, mas apenas para avaliar a influência da variável independente. Relações de causa e efeito não são estabelecidas por estatísticas, mas pela teoria, pela lógica e pela natureza total da situação experimental.

Como a estatística testa diferenças

Na pesquisa experimental, os níveis da variável independente podem ser estabelecidos pelo experimentador. Pode ser, por exemplo, que o experimento envolva a investigação dos efeitos da intensidade do treinamento sobre a resistência cardiorrespiratória. Portanto, a intensidade do treinamento é a variável independente (ou o fator de tratamento), enquanto alguma medida da resistência cardiorrespiratória é a variável dependente. A intensidade do treinamento pode ter

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Medium 9788536327778

5 > VERIFICAÇÃO (CHECK)

Bertolino, Marco Túlio Grupo A PDF Criptografado

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Verificação (Check)

> QUADRO 5.1

REQUISITO 4.5.1 DA NORMA ISO 14001

4.5.1 MONITORAMENTO E MEDIÇÃO

A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para monitorar e medir regularmente as características principais de suas operações que possam ter um impacto ambiental significativo. O(s) procedimento(s) deve(m) incluir a documentação de informações para monitorar o desempenho, os controles operacionais pertinentes e a conformidade com os objetivos e metas ambientais da organização.

A organização deve assegurar que os equipamentos de monitoramento e medição calibrados ou verificados sejam utilizados e mantidos, devendo-se reter os registros associados.

Fonte: International Organization for Standardization (2004).

É importante ressaltar que todas as medições e os monitoramentos devem ser estabelecidos sobre elementos controláveis ou gerenciáveis, isto é, aqueles sobre os quais as pessoas envolvidas têm responsabilidades e podem atuar na correção de desvios para a melhoria dos resultados.

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Medium 9788536320557

4. CODIFICAÇÃO E CATEGORIZAÇÃO TEMÁTICAS

Gibbs, Graham Grupo A PDF Criptografado

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Graham Gibbs

códiGoS E codiFicAção

Codificação é a forma como você define sobre o que se trata os dados em análise. Envolve a identificação e o registro de uma ou mais passagens de texto ou outros itens dos dados, como partes do quadro geral que, em algum sentido, exemplificam a mesma ideia teórica e descritiva. Geralmente, várias passagens são identificadas e então relacionadas com um nome para a ideia, ou seja, o código. Sendo assim, todo o texto, entre outros elementos, que se refere à mesma coisa ou exemplifica a mesma coisa é codificado com o mesmo nome. A codificação é uma forma de indexar ou categorizar o texto para estabelecer uma estrutura de ideias temáticas em relação a ele

(ver Quadro 4.1 para acompanhar uma discussão desses termos). Codificar dessa forma possibilita duas formas de análise.

1. Você pode acessar todo o texto codificado com o mesmo nome para combinar passagens que sejam exemplos do mesmo fenômeno, ideia, explicação ou atividade. Essa forma de acesso é uma maneira bastante

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