79 capítulos
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

6 Transporte no Floema

ePub Criptografado

O transporte e a distribuição de elementos nutritivos, principalmente açúcares, desde as áreas de síntese, que são as folhas fotossinteticamente ativas, ou a partir de órgãos de reserva, até as áreas de consumo, como folhas, flores e frutos novos, são feitos pelo floema. Tal como o xilema das regiões caulinares e radiculares novas em crescimento longitudinal (estrutura primária), o floema primário também se origina do procâmbio, formando o protofloema e o metafloema, bem como do câmbio vascular quando em crescimento secundário (lateral); nesse caso, originando o floema secundário (Figura 6.1). Trata-se, portanto, também de um tecido complexo de condução constituído por diferentes tipos de células, tais quais os elementos crivados (EC), as células companheiras (CC), as células do parênquima vascular (PV) e as células de sustentação, como fibras e esclereídeos. Porém, diferentemente dos elementos de condução do xilema, os vasos condutores do floema – os elementos crivados – são vivos, embora destituídos de núcleos e membranas do vacúolo (tonoplasto). Os EC podem ser de dois tipos: células crivadas e elementos de tubo crivado. Essencialmente, as primeiras são encontradas nas gimnospermas e em plantas vasculares sem sementes (samambaias e outras), e não apresentam placas crivadas (ver adiante), apenas áreas crivadas localizadas nas paredes laterais. Os elementos de tubo crivado são células muito mais especializadas, que, unidos longitudinalmente, formam os tubos crivados. Esses elementos se ligam lateralmente, entre si, por meio das áreas crivadas, e longitudinalmente, pelas placas crivadas terminais, cujos poros têm maior calibre que aqueles das áreas crivadas laterais, por isso sendo chamadas de placas crivadas. Assim, ambos os tipos diferem entre si pelo grau de especialização das áreas crivadas e pela distribuição destas nas paredes das células. O termo “crivado” refere-se, portanto, aos poros por meio dos quais os protoplastos de elementos crivados adjacentes (longitudinal e lateralmente) estão interconectados. Cerca de 80% do carbono assimilado na fotossíntese é translocado das folhas para atender ao metabolismo de células não fotossintéticas. Tal movimento depende, notadamente, da interação fisiológica entre os EC e certas células parenquimáticas altamente especializadas próximas a eles, as CC.

Ver todos os capítulos

Capítulo 5 Campo Magnético Gerado por Corrente Elétrica

ePub Criptografado

No Capítulo 2 estudamos os campos elétricos gerados por densidades de cargas eletrostáticas. Cargas elétricas em movimento, além do campo elétrico, também geram campo magnético. Em um material condutor, o movimento das cargas elétricas origina a corrente elétrica, que, por sua vez, gera o campo magnético. O campo magnético também pode ser gerado por ímãs ou por uma variação temporal do campo elétrico.

Neste capítulo, apresentaremos a formulação matemática para descrever o campo magnético gerado por corrente elétrica estacionária. O campo magnético gerado por ímãs será discutido no próximo capítulo.

Antes de iniciar o estudo sobre campo magnético, vamos fazer uma introdução sobre corrente elétrica. Ao aplicar um campo elétrico estático em um material condutor, os elétrons ficam sujeitos à força elétrica, , e se movem em um sentido contrário ao campo aplicado. Esse movimento ordenado das cargas elétricas no interior de um condutor gera uma corrente elétrica.1

Ver todos os capítulos

Apêndice E Integrais

ePub Criptografado

Constantes Físicas

Nome

Símbolo

Valor (SI)

Carga do elétron

e

−1,602×10−19 C

Carga do próton

e

1,602×10−19 C

Constante de Boltzmann

kB

1,381×10−23 J/K

Constante gravitacional

G

6,673×10−11 Nm2/kg2

Constante de Planck

h

6,026×10−34 Js

Constante de Rydberg

R

1,097×107 m–1

Constante de Stefan-Boltzmann

σ

5,670×10−8 W/(m2K4)

Constante universal dos gases

R

8,314 J/(mol K)

Magneton de Bohr

μB

9,274×10−24 J/T

Massa do elétron

me

Ver todos os capítulos

Capítulo 9. Da roca à máquina de costura: formação de professores, robótica livre e implantação de FabLearn em uma escola de ensino médio do Sesi-RS

ePub Criptografado

formação de professores, robótica livre e implantação de FabLearn em uma escola de ensino médio do Sesi-RS

Joice Welter Ramos, Sônia Elizabeth Bier, Danielle Schio Rockenbach

O Serviço Social da Indústria (Sesi) é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 1º de julho de 1946. Conforme previsto no artigo 1º de seu regulamento, tem por finalidade “estudar, planejar e executar medidas que contribuam diretamente para o bem-estar social dos trabalhadores na indústria e nas atividades assemelhadas, concorrendo para a melhoria do padrão de vida no país”. Nesse sentido, tem por atribuição a prestação de serviços nas áreas de educação e qualidade de vida, principais focos estratégicos da organização. O Sesi-RS, cuja sede está em Porto Alegre, faz parte de um sistema federativo formado pelo Departamento Nacional e por 27 Departamentos Regionais. Na gerência de educação do RS, um dos programas são as escolas de ensino médio, nas quais analistas coordenam as atividades junto com as equipes diretivas de cada escola.

Ver todos os capítulos

17 Espectroscopia eletrônica molecular

ePub Criptografado

A variação da cor de um sistema com a mudança da concentração de um componente é a base da análise colorimétrica. A cor é, usualmente, devida à formação de um composto colorido pela adição de um reagente apropriado ou é inerente ao constituinte que se deseja analisar. A intensidade da cor é comparada com a intensidade da cor que se obtém com o mesmo procedimento pelo tratamento de uma amostra cuja quantidade e concentração são conhecidas. A análise fluorométrica é um método de análise no qual se usa a quantidade de radiação emitida por um analito para medir sua concentração. Na análise espectrofotométrica usa-se uma fonte de radiação que alcança a região ultravioleta do espectro. Para isso, escolhe-se comprimentos de onda de radiação bem-definidos e com largura de banda de menos de um nanômetro, o que exige um espectrofotômetro, um instrumento mais complicado e, conseqüentemente, mais caro.

Um espectrômetro óptico é um instrumento que possui um sistema óptico que dispersa a radiação eletromagnética incidente e permite a medida da quantidade de radiação transmitida em determinados comprimentos de onda selecionados da faixa espectral. Um fotômetro é um equipamento que mede a intensidade da radiação transmitida ou uma função desta quantidade. Quando combinado em um espectrofotômetro, o espectrômetro e o fotômetro produzem um sinal que corresponde à diferença entre a radiação trasmitida por um material de referência e a radiação transmitida por uma amostra em comprimentos de onda selecionados. A vantagem principal dos métodos colorimétrico e espectrofotométrico é que eles são uma maneira simples de determinar quantidades muito pequenas de substâncias. Em geral, o limite superior dos métodos colorimétricos é a determinação de constituintes em concentrações inferiores a 1 ou 2%. A fluorimetria, além de ser duas a três ordens de grandeza mais sensível do que os métodos colorimétrico e espectrofotométrico, tem a vantagem de ser mais seletiva.

Ver todos os capítulos

Capítulo 14. Um modelo de oficinas de IoT para estudantes do ensino médio

ePub Criptografado

Cassia Fernandez, Leandro Coletto Biazon, Alexandre Martinazzo, Irene Karaguilla Ficheman, Roseli de Deus Lopes

Atividades relacionadas com programação, computação física, robótica e, mais recentemente, com a internet das coisas (IoT, do inglês internet of things) vêm sendo oferecidas a estudantes da educação básica devido ao desenvolvimento e disseminação de novas ferramentas adequadas para uso por crianças e jovens. O trabalho com esses temas possibilita o engajamento em atividades de aprendizagem interativa, dinâmica e multidisciplinar, que podem contribuir para o aumento da motivação e para a assimilação de conceitos científicos, tecnológicos, matemáticos, artísticos e de engenharia na resolução de problemas da vida real.

A conexão de sensores e atuadores a redes e a dispositivos móveis tem estado cada vez mais presente no cotidiano, trazendo à tona discussões a respeito da IoT. Ferramentas vêm sendo desenvolvidas pela indústria para tal integração, despertando novas possibilidades para a criação de objetos inteligentes.

Ver todos os capítulos

Capítulo 13. Robótica mole: o estado da arte e um roteiro para makers

ePub Criptografado

o estado da arte e um roteiro para makers

Alexandre Brincalepe Campo

Nos últimos 10 anos, ganhou forma um novo paradigma sobre o que pode vir a ser um robô. Em geral, esses dispositivos são associados a estruturas rígidas, grandes, com motores e sensores individualizados, além de a um sistema central microprocessado para o planejamento e controle dos movimentos (VERL et al., 2015). Essa visão associada aos robôs corresponde à realidade que ainda se observa na indústria e em diversas outras aplicações na atualidade, no entanto, uma nova abordagem inspirada em elementos observados na natureza surgiu no início do século XXI e possibilitou a criação de uma nova área, que vem sendo chamada de robótica mole (em inglês, soft robotics) (RUS; TOLLEY, 2015).

Robótica mole é uma possível tradução para o português – diversas outras podem estar associadas à palavra soft quando ligada a robot, como robôs maleáveis ou robôs flexíveis –, mas, neste capítulo, optou-se pela tradução robôs moles, pois é aquela que já vem sendo usada em áreas em que a pesquisa básica teve início. O Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, possui uma de suas áreas de pesquisa definida como o estudo da matéria mole, particularmente ligada à biofísica.

Ver todos os capítulos

2 Nutrição Mineral

ePub Criptografado

A nutrição de plantas ou, primariamente, questões sobre qual seria o alimento das plantas e como elas o adquirem têm permeado toda a história da humanidade, remontando ao abandono do nomadismo e ao estabelecimento das primeiras civilizações. Conhecimentos acumulados após milhares de anos de observação culminaram na seleção e no cultivo de certas espécies vegetais que passaram a prover um sistema estável e controlado para a subsistência humana, desencadeando a primeira revolução tecnológica da história. O desenvolvimento da agricultura permitiu o aparecimento de novas ordens socioculturais fundadas, em sua origem, na escolha de áreas mais férteis, levando, entre o 4o e o 3o milênio antes de Cristo, ao aparecimento quase simultâneo das primeiras civilizações às margens dos grandes rios: rio Amarelo na China, rio Indo na Índia, rio Nilo no Egito, rio Jordão na Palestina e rios Tigre e Eufrates na Mesopotâmia (atual Iraque). Esses povos logo aprenderam a associar a fertilidade dessas terras ao húmus, produto da matéria orgânica em decomposição depositada no solo, datando de 4000 a.C. os primeiros indícios da adubação com o uso de estercos e outros resíduos orgânicos.

Ver todos os capítulos

17 Ritmos Circadianos nas Plantas

ePub Criptografado

Desde o início da história da vida na Terra, um dos fatores ambientais mais constantes tem sido a sucessão de dias e noites em ciclos de 24 h. Praticamente todos os organismos (de cianobactérias a humanos) exibem um ou mais ritmos circadianos, ou seja, oscilações biológicas endógenas com um período de aproximadamente 24 h (circa = cerca, dies = dia). A persistência desses ritmos sob condições ambientais constantes demonstra controle por um relógio circadiano endógeno. Para a maioria dos organismos, o amanhecer significa alimento, seja por fixação de carbono, seja por disponibilidade de presas. Para os organismos predados, por sua vez, o mesmo evento indica a necessidade de preparar defesas contra agressores. O aparecimento do sol também é acompanhado de diversas alterações de variáveis geofísicas, como luz, temperatura, vento etc. Os organismos contam o tempo com o relógio endógeno sincronizado por sinais externos, como as variações ambientais, principalmente as de luz e temperatura.

Ver todos os capítulos

9 Auxinas

ePub Criptografado

A auxina foi o primeiro fitormônio descoberto, e os primeiros estudos fisiológicos acerca do mecanismo de expansão celular vegetal enfatizaram a ação desse hormônio. Todas as evidências sugerem que as auxinas exercem uma importante função na regulação do crescimento e desenvolvimento vegetal.

As auxinas e as citocininas têm sido consideradas fitormônios vitais às plantas, tanto que nenhum mutante verdadeiro, isto é, sem um dos dois hormônios, foi até hoje encontrado, sugerindo que mutações que eliminem totalmente a capacidade de produção de auxinas ou citocininas são letais. Entretanto, já foram isolados mutantes “auxina-relacionados”, os quais têm possibilitado avanços consideráveis quanto ao modo de ação das auxinas em vários níveis.

Este capítulo se inicia com um breve histórico sobre a descoberta das auxinas, seguido por uma descrição de suas estruturas químicas, sendo abordados mais à frente o metabolismo e o transporte do ácido indolilacético (AIA). Serão também discutidos alguns aspectos dos efeitos fisiológicos das auxinas, mecanismos de ação e aplicações comerciais.

Ver todos os capítulos

Capitulo 15 - A experiência do grupo acadêmico de robótica ITAndroids

ePub Criptografado

Felipe Celso Reis Pinheiro, Júlio César Ferreira Filho, Luckeciano Carvalho Melo, Marcos R. O. A. Maximo

Proveniente do latim competitione, a palavra competição é em geral associada a uma disputa entre duas ou mais pessoas na execução de uma atividade predeterminada, na qual os critérios de vitória estão associados a quão próximo da perfeição foi o desempenho dos competidores. No âmbito da robótica autônoma, foco da ITAndroids, esse conceito é utilizado para a execução das tarefas sem interferência humana no momento de sua realização, isto é, por protótipos robóticos programados. A Figura 15.1 apresenta os robôs humanoides desenvolvidos pelo time, denominados “Chape”, utilizados na categoria Humanoid KidSize na RoboCup 2018.

Figura 15.1 Robôs “Chape” – Categoria Humanoid KidSize na RoboCup 2018.

Diante disso, nota-se que competições de robótica, assim como olimpíadas científicas, envolvem diversas áreas do conhecimento técnico, como, por exemplo, mecânica, engenharia de software, eletrônica aplicada, processamento de sinais, controle e inteligência artificial (IA). Contudo, há dois aspectos diferenciais nas competições de robótica que as colocam em um paradigma totalmente distinto das olimpíadas científicas, além de caracterizá-las como atividade mais própria de engenheiros: gerenciamento de projetos e gestão de pessoas.

Ver todos os capítulos

Capítulo 8 Equações de Maxwell

ePub Criptografado

Os fenômenos eletromagnéticos são governados por três leis empíricas: (1) a lei de Coulomb, que descreve a interação entre partículas carregadas e, consequentemente, o campo elétrico gerado por densidades de cargas elétricas, (2) a lei de Biot-Savart, que descreve o campo magnético gerado por densidades de correntes elétricas e (3) a lei de Faraday, que descreve a força eletromotriz gerada pela variação do fluxo do campo magnético.

O conjunto das equações matemáticas formado pela divergência e o rotacional dos campos eletromagnéticos, ou o conjunto de equações equivalentes envolvendo as integrais de linha e superfície dos campos eletromagnéticos, constitui as equações de Maxwell.1 Neste capítulo faremos uma síntese das equações de Maxwell e suas implicações físicas para a teoria eletromagnética. As consequências práticas dessas equações na propagação de ondas eletromagnéticas serão discutidas nos capítulos seguintes.

No sistema internacional de unidades, as equações de Maxwell na forma diferencial e integral são:

Ver todos os capítulos

Capítulo 2. Investigação em robótica na educação brasileira: o que dizem as dissertações e teses

ePub Criptografado

o que dizem as dissertações e teses

Flavio Rodrigues Campos, Gláucio Carlos Libardoni

O histórico da robótica na educação brasileira apresenta como marco inicial a interação de profissionais brasileiros com profissionais do exterior para o conhecimento de tipos de materiais e para a compreensão de suas potencialidades no ensino. Conforme D’Abreu (2014), esses primeiros passos foram dados por algumas universidades brasileiras na década de 1980. Para tanto, os primeiros projetos em robótica estavam atrelados ao sistema Lego-Logo.[NT] Segundo Valente (1999), foi criado, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 1983, o grupo de pesquisa chamado Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied), que desenvolveu diversas pesquisas relacionadas com o uso do Logo na educação. O Projeto Logo da Unicamp foi o primeiro de sua natureza a ser implantado no Brasil. Seu objetivo inicial foi introduzir a linguagem Logo de programação e adequá-la à realidade brasileira (Valente, 1999).

Ver todos os capítulos

14 Espectroscopia de ressonância magnética nuclear

ePub Criptografado

A espectroscopia de ressonância magnética nuclear (RMN) mede a absorção de radiação eletromagnética na região de radiofreqüência entre 4 e 750 MHz, limites que correspondem, aproximadamente, a 75 e 0,4 m. Ao contrário da absorção no ultravioleta visível e no infravermelho, neste tipo de espectroscopia, os núcleos de átomos, e não os elétrons, estão envolvidos no processo de absorção de energia. Para que os núcleos absorvam radiação, é necessário expor a amostra a um campo magnético de vários teslas (T), o que leva os núcleos de interesse aos estados de energia necessários para que ocorra a absorção. As Seções 14.2 a 14.6 comentam brevemente a teoria e a instrumentação da espectroscopia de RMN em solução. A espectroscopia de RMN no estado sólido é um campo especializado fora do escopo deste livro. Os detalhes necessários para a compreensão dos experimentos descritos neste capítulo são dados em cada caso. Eles incluem a análise de polímeros, a determinação da pureza de amostras farmacêuticas, estudos in vivo do metabolismo do fósforo e a produção de imagens por ressonância magnética.

Ver todos os capítulos

Capítulo 7. Relato de experiência sobre a implementação do projeto robótica educacional em uma escola rural

ePub Criptografado

Anderson Szeuczuk

Este capítulo aborda o processo de implementação do projeto Robótica Educacional em uma escola rural no município de Guarapuava (PR). Relatarei a seguir a prática que realizei como orientador do projeto. Serão descritas impressões acerca do projeto e as dificuldades e desafios encontrados pelos estudantes durante o trabalho.

No primeiro semestre de 2009, as atividades com o projeto Robótica Educacional foram iniciadas em uma escola localizada a mais de 30 quilômetros do centro de Guarapuava. Grande parte dos alunos não residia no entorno da escola e dependia exclusivamente do transporte escolar para chegar a seu destino.

A escola municipal dividia seu espaço físico, inclusive o laboratório de informática, com uma escola estadual. As aulas de robótica educacional eram ministradas uma vez por semana nas turmas da 3ª série (atual 4º ano) e da 4ª série (atual 5º ano) do ensino fundamental. Cada aula tinha aproximadamente duas horas, divididas entre o trabalho conceitual em sala de aula e a prática no laboratório de informática, com a programação em linguagem Logo.

Ver todos os capítulos

Carregar mais