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Capítulo 7: Organização Funcional do Sistema Nervoso

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CAPÍTULO

7

Organização Funcional do Sistema Nervoso

Os antigos egípcios e gregos consideravam o encéfalo de pouca importância. Ao prepararem uma múmia para o sepultamento, os egípcios preservavam cuidadosamente o coração, mas descartavam o encéfalo, porque acreditavam que o coração era a centro da consciência. O filósofo grego Aristóteles, no século IV a.C., propôs que o encéfalo atuaria como um tipo de sistema de resfriamento para o espírito (ou alma), ainda que a alma estivesse localizada no coração. Quinhentos anos mais tarde, o médico grego Galeno questionou esta afirmação e concluiu que a atividade mental ocorria no encéfalo, em função de suas observações sobre lesões cefálicas em gladiadores romanos. Nos séculos subsequentes, entretanto, os fisiologistas e anatomistas pouco contribuíram para o conhecimento sobre o funcionamento cerebral além das observações de Galeno.

O encéfalo humano era tido como um tecido amorfo, mole.

De fato, devido ao seu aspecto gelatinoso, até meados do século XVII, a maioria dos anatomistas e fisiologistas não considerava que o encéfalo é subdividido em regiões fun-

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22 - Auditoria de imagem na mídia

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Auditoria de imagem na mídia

!"#

Auditoria de imagem na mídia

Wilson da Costa Bueno

... Alguém viu Nasrudin procurando alguma coisa no chão. �O que é que você perdeu, Mullá�?, perguntoulhe. �Minha chave�, respondeu o Mullá.

1

A imagem corporativa

A Comunicação Empresarial brasileira experimentou, na última década, um grande desenvolvimento, caminhando em direção a novos patamares de excelência. Esta realidade se deve a inúmeros fatores, dentre os quais o reconhecimento da importância da comunicação para as organizações e a qualificação dos profissionais da área. É necessário, também, destacar a contribuição da Academia e do mercado no sentido de propor e construir novas metodologias para a avaliação da eficácia das ações e estratégias de comunicação empreendidas pelas organizações modernas.

Neste cenário remodelado, os chamados ativos intangíveis passaram a ocupar o primeiro plano, agora entendidos como atributos importantes para mensurar o valor de uma empresa, distintos dos tradicionais vinculados a fatores eminentemente físicos (número de funcionários, prédios, equipamentos etc.).

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CAPÍTULO 19 - Órgãos dos Sentidos Especiais

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19

CAPÍTULO

Órgãos dos Sentidos Especiais

ESQUEMA DO CAPÍTULO

ILUSTRAÇÕES

Ilustração 19.1

Olho, 540

Ilustração 19.2

Orelha, 541

TA B E L A S

Tabela 19.1

Receptores especializados, suas funções e localização, 533

Tabela 19.2

Camadas da retina, 534

Tabela 19.3

Células do órgão espiral de Corti, 538

PRANCHAS

Prancha 19.1

Olho, córnea, esclera, íris e corpo ciliar, 542

Figura 1

Olho. Córnea

Figura 2

Olho. Esclera

Figura 3

Olho. Íris

Figura 4

Olho. Corpo ciliar

Prancha 19.2

Retina, microscopias óptica e eletrônica de varredura, 544

Figura 1

Prancha 19.3

Fóvea, cristalino, pálpebra e glândulas lacrimais, 546

Figura 1

Olho. Fóvea central

Figura 2A

Olho. Cristalino

Figura 2B

Olho. Cristalino

Figura 3

Olho. Pálpebra

Figura 4

Olho. Glândula lacrimal

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Capítulo 13, continuação…

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Respostas Cardiovasculares ao Exercício

rência de uma falha (Fleck e Dean, 1987; MacDougall, et al.,

1985). A Figura 13.23a mostra a pressão arterial média, medida pelo método intra-arterial, durante uma série de exercícios para pressão de perna que representavam 95% de uma repetição máxima, e a Figura 13.23b mostra a freqüência cardíaca durante esses exercícios. Nesse estudo o pico da pressão sistólica era em média de 320 mmHg e o pico da pressão diastólica era em média de 250 mmHg! A elevação dramática na pressão arterial durante o exercício de resistência dinâmica resulta da compressão mecânica exercida sobre os vasos sanguíneos e da realização da manobra de Valsalva (como explicado no Capítulo 11). A resistência periférica total é mais alta durante o exercício de resistência dinâmica que durante o exercício aeróbico dinâmico, por causa da vasoconstrição causada pelo reflexo pressor. De fato, alguns estudos relataram um ligeiro aumento na resistência periférica total durante o exercício de resistência, em vez da redução que é observada com o exercício aeróbico (Lentini et al., 1993;

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9 - Estratégias de Catálise

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9

Estratégias de Catálise

A estratégia é uma arte comum ao jogo de xadrez, em que é conscientemente planejada, e à ação das enzimas, para a qual é selecionada pela evolução. Os três re­sí­duos de aminoá­cidos à direita, denotados pelas ligações brancas, constituem uma tría­de catalítica encontrada no sítio ativo de uma classe de enzimas que clivam ligações peptídicas. O substrato, representado pela molécula com ligações em preto, foi irremediavelmente capturado, como o rei na fotografia de um jogo de xadrez, à esquerda, e inevitavelmente será clivado. [Fotografia cortesia de Wendie Berg.]

Q

uais são as fontes do poder catalítico e da especificidade das enzimas?

Neste capítulo apresentaremos as estratégias de catálise utilizadas por quatro classes de enzimas: as serina proteases, as anidrases carbônicas, as endonucleases de restrição e as miosinas. Cada classe catalisa reações que necessitam da adição de água a um substrato. Os mecanismos dessas enzimas foram revelados pelo uso de sondas experimentais precisas, incluindo as técnicas de determinação da estrutura das proteí­nas (Capítulo 3) e mutagênese sítio-dirigida (Capítulo 5). Os mecanismos ilustram muitos princípios importantes da catálise. Veremos como essas enzimas facilitam a formação do estado de transição por meio do uso de energia de ligação e de encaixe induzido, bem como diversos tipos de estratégias específicas de catálise.

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Capítulo 6 - Enzimas

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Enzimas

6

Kirk L. Parkin

CONTEÚDO

6.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356

6.2  Natureza geral das enzimas . . . . . . . . . . . . . 356

6.2.1  Enzimas como biocatalisadores . . . . . . . 356

6.2.2  Natureza proteica e não proteica das enzimas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356

6.2.3  Poder catalítico das enzimas . . . . . . . . . . 358

6.2.3.1  Teoria das colisões para reações catalisadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358

6.2.3.2  Teoria do estado de transição para a catálise enzimática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 359

6.2.4  Mecanismos de catálise enzimática . . . . 361

6.2.4.1  Natureza geral dos sítios ativos das enzimas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 361

6.2.4.2  Mecanismos específicos de catálise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 362

6.2.5  Cinética das reações enzimáticas . . . . . . 371

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Tutorial Matemático

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Tutorial Matemático

T-1

T-2

T-3

T-4

T-5

T-6

T-7

T-8

T-9

T-10

T-11

T-12

Algarismos Significativos

Equações

Proporções Direta e Inversa

Equações Lineares

Equações Quadráticas e Fatoração

Expoentes e Logaritmos

Geometria

Trigonometria

Expansão Binomial

Números Complexos

Cálculo Diferencial

Cálculo Integral

Neste tutorial é realizada uma revisão dos resultados básicos de álgebra, geometria, trigonometria e cálculo. Em muitos casos, os resultados são apenas estabelecidos, sem uma prova formal. A Tabela T-1 lista alguns símbolos matemáticos utilizados no texto.

T-1 Algarismos Significativos

Muitos dos números utilizados em trabalhos científicos são resultantes de medidas; portanto, são determinados com apenas algum grau de incerteza. Essa incerteza deve se refletir na quantidade de dígitos utilizados. Por exemplo, se você possui uma régua de

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Capítulo 6 - As circulações atmosférica e oceânica

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6

As circulações atmosférica e oceânica

CONCEITOS-CHAVE DE

aprendizagem

Após a leitura deste capítulo, você conseguirá:

• Definir pressão atmosférica e descrever os instrumentos empregados para medi-la.

• Definir vento e explicar como ele é medido, como é determinada sua direção e como os ventos recebem seus nomes.

• Explicar as quatro forças principais que controlam a atmosfera – gravidade, força do gradiente de pressão, força de Coriolis e força de fricção – e localizar as áreas de alta e baixa pressão e os ventos principais.

• Descrever a circulação atmosférica superior e definir as correntes de jatos.

• Explicar as monções regionais e os diversos tipos de ventos locais.

• Esboçar os padrões básicos das principais correntes oceânicas superficiais da Terra e a circulação termohalina.

• Resumir as oscilações multianuais da temperatura do ar, pressão atmosférica e circulação associadas aos Oceanos Ártico, Atlântico e Pacífico.

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Capítulo 10 - Corantes

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10

Corantes

Steven J. Schwartz, Jessica L. Cooperstone, Morgan J. Cichon,

Joachim H. von Elbe e M. Monica Giusti

CONTEÚDO

10.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 677

10.2  Pigmentos em tecidos animais e vegetais . 679

10.2.1  Compostos heme . . . . . . . . . . . . . . . . . 679

10.2.1.1 Mioglobina/hemoglobina . . . . . . . . 680

10.2.1.2  Pigmentos de carnes curadas . . . . . . 684

10.2.1.3  Estabilidade dos pigmentos da carne . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 684

10.2.1.4  Considerações sobre embalagens . . 685

10.2.2 Clorofilas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 685

10.2.2.1  Estrutura e nomenclatura . . . . . . . . 685

10.2.2.2  Características físicas e análises . . . 687

10.2.2.3  Alterações da clorofila . . . . . . . . . . 688

10.2.2.4  Perda de cor durante processamento térmico . . . . . . . . . . . . . . . . 694

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Capítulo 19 - Junções celulares e matriz extracelular

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I

PARTE

III III IV V

AS CÉLULAS EM SEU CONTEXTO SOCIAL

Junções celulares e matriz extracelular

De todas as interações sociais que ocorrem entre as células de um organismo multicelular, as mais fundamentais são aquelas que mantêm as células unidas. As células podem ser mantidas unidas por interações diretas ou presas dentro da matriz extracelular, uma rede complexa de proteínas e cadeias polissacarídicas secretadas pelas próprias células.

De um modo ou de outro, as células devem estar aderidas para formar uma estrutura multicelular organizada capaz de suportar e responder a várias forças externas que tentam separá-las.

O mecanismo de coesão controla a arquitetura do organismo, sua forma e o arranjo dos diferentes tipos celulares. A formação e a destruição das ligações entre as células e a modelagem da matriz extracelular regulam o modo como as células se movem no organismo, orientando-as durante o crescimento, o desenvolvimento e o reparo. A adesão às outras células e à matriz extracelular controla a orientação e o comportamento do citoesqueleto celular, permitindo que as células detectem e respondam às mudanças nas características mecânicas do seu ambiente. Assim, o aparato das junções celulares e a matriz extracelular são críticos para cada um dos aspectos da organização, função e dinâmica das estruturas multicelulares. Defeitos nesse aparato são responsáveis por uma grande variedade de doenças.

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Capítulo 12. Comparando grupos: Métodos de análise de variância (ANOVA)

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12

COMPARANDO GRUPOS:

MÉTODOS DE ANÁLISE DE

VARIÂNCIA (ANOVA)

O Capítulo 7 apresentou métodos para comparar as médias de dois grupos. Nesse capítulo veremos como esses métodos podem ser estendidos para comparar as médias de vários grupos.

O Capítulo 8 apresentou métodos para analisar associações entre duas variáveis categóricas. Os Capítulos 9 e 11 apresentaram métodos de regressão para analisar a associação entre variáveis quantitativas. Os métodos para comparar médias para vários grupos relacionam a associação entre uma variável resposta quantitativa e uma variável explicativa categórica. A média da variável resposta quantitativa é comparada entre os grupos que são categorias da variável explicativa. Por exemplo, para uma comparação da renda média anual entre negros, brancos e hispânicos, a variável resposta quantitativa é a renda anual e a variável explicativa categórica é o status étnico-racial.

O método inferencial para comparar várias médias é denominado de análise de variância e é abreviado por ANOVA.

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Apêndice 2 Dados Termodinâmicos a 1 atm e 25°C

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Apêndice 2

Substâncias Inorgânicas – Cont.

Substâncias

⌬H°f (kJ/mol)

⌬G°f (kJ/mol)

Ϫ3012,48

P4O10(s)

PH3(g)

9,25

S° (J/K и mol)

?

?

18,2

210,0

HPO42Ϫ(aq)

Ϫ1298,7

Ϫ1094,1

Ϫ35,98

H2PO4Ϫ(aq)

Ϫ1302,48

Ϫ1135,1

89,1

S(rômbico)

0

0

31,88

S(monoclínico)

0,30

0,10

32,55

SO2(g)

Ϫ296,1

Ϫ300,4

248,5

SO3(g)

Ϫ395,2

Ϫ370,4

256,2

SO32Ϫ(aq)

SO42Ϫ(aq)

Ϫ624,25

Ϫ497,06

43,5

Ϫ907,5

Ϫ741,99

17,15

Ϫ20,15

Ϫ33,0

205,64

HSO3Ϫ(aq)

Ϫ627,98

Ϫ527,3

132,38

HSO4Ϫ(aq)

Ϫ885,75

Ϫ752,87

126,86

H2SO4(l)

Ϫ811,3

Ϫ690,0

156,9

H2S(g)

Ϫ909,3

Ϫ744,5

20,1

Ϫ1096,2

Ϫ1105,3

291,8

H2SO4(aq)

SF6(g)

Zn(s)

0

0

41,6

Ϫ152,4

Ϫ147,2

Ϫ112,1

ZnO(s)

Ϫ348,0

Ϫ318,2

43,9

Zn

(aq)

ZnCl2(s)

Ϫ415,89

Ϫ369,26

108,37

ZnS(s)

Ϫ202,9

Ϫ198,3

57,7

ZnSO4(s)

Ϫ978,6

Ϫ871,6

124,7

Substâncias Orgânicas

Substâncias

Fórmula

⌬H°f (kJ/mol)

⌬G°f (kJ/mol)

S° (J/K и mol)

Ácido acético(l)

CH3COOH

Ϫ484,2

Ϫ389,45

159,83

Acetaldeído(g)

CH3CHO

Ϫ166,35

Ϫ139,08

264,2

Acetona(l)

CH3COCH3

Ϫ246,8

Ϫ153,55

198,74

209,2

200,8

Acetileno(g)

C2H2

Ácido fórmico(l)

Benzeno(l)

HCOOH

C6H6

Ϫ409,2

49,04

Ϫ346,0

124,5

Etanol(l)

C2H5OH

Ϫ276,98

Ϫ174,18

161,04

Etano(g)

C2H6

Ϫ84,7

Ϫ32,89

229,49

Etileno(g)

C2H4

68,1

219,45

Glicose(s)

C6H12O6

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Introdução - Metodologia da Pesquisa em Comunicação: Itinerário Brasileiro

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Introdução

��

Introdução

Metodologia da Pesquisa em Comunicação:

Itinerário Brasileiro

José Marques de Melo

A

o fundar em 1963, na cidade de Recife, o Instituto de Ciências da Informação

(Icinform), primeiro núcleo universitário da pesquisa comunicacional do nosso país, Luiz Beltrão1 tinha consciência dos desafios metodológicos a serem transpostos pela geração de �aprendizes da investigação científica�2 que ele induziu com pertinácia jornalística, orientando com paciência evangélica.

Halliday e Benjamin3 chamam de �metodologia tosca� os procedimentos investigativos de que se valeu mestre Beltrão para lançar ao campo seus alunos das primeiras turmas do Curso de Jornalismo da Universidade Católica de

Pernambuco. As incursões pioneiras foram sondagens de opinião pública,4 avaliando os efeitos da mídia. Elas de certo modo reproduziam as metodologias

1 O Perfil Intelectual Luiz Beltrão, pioneiro das ciências da comunicação no Brasil e por isso mesmo patrono do certame com que a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da

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18. A Conexão Micro/Macro

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A Conexão Micro/Macro

18

Aquecer o ar em um balão aumenta a energia térmica das moléculas do ar.

Isso faz com que o gás se expanda, o que reduz sua densidade e permite que o balão flutue no ar mais frio circundante.

᭤ Olhando adiante

O objetivo do Capítulo 18 é compreender as propriedades de um sistema macroscópico em função do comportamento microscópico de suas moléculas. Neste capítulo, você aprenderá a:

■ Compreender como os

Um gás consiste em um vasto número de moléculas que colidem incessantemente umas com as outras e com as paredes do recipiente enquanto zunem pelo espaço. Um sólido contém incontáveis átomos que oscilam em torno de suas posições de equilíbrio.

Nosso objetivo neste capítulo é demonstrar como esta agitação em nível microscópico dá origem a valores previsíveis e constantes de variáveis macroscópicas como a pressão, a temperatura e o calor específico.

Essa conexão micro/macro, que leva o nome mais formal de teoria cinética, nos ajudará a elucidar diversos problemas que observamos nos dois capítulos anteriores.

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Capítulo 10 - Biologia dos Estômatos

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10

Biologia dos

Estômatos

E

stômatos, termo derivado da palavra grega para “boca”, são estruturas dos órgãos aéreos da maioria das plantas. O termo estômato indica uma fenda microscópica ou ostíolo através da superfície do órgão vegetal, que permite a comunicação entre o seu interior e o ambiente externo, e um par de células especializadas – as células-guarda – que circundam a fenda.

As células-guarda respondem a sinais ambientais, alterando suas dimensões, regulando, assim, o tamanho da fenda estomática. De acordo com o botânico Hugo von Mohl (1856), as alterações de turgor nas células-guarda fornecem a força mecânica para as mudanças na fenda estomática (ver Capítulo 4). As células-guarda estão continuamente intumescendo ou contraindo-se, e as deformações da parede resultantes causam alterações nas dimensões da fenda. Essas alterações de dimensão são o resultado da percepção dos sinais ambientais pelas células-guarda.

Visualize a superfície externa de uma folha a partir da perspectiva de uma abelha (ver Figura 4.12C). Dentro de um mar de células epidérmicas, pares de células-guarda aparecem intercalados, com uma fenda no centro de cada par de células. Em algumas espécies, as células-guarda estão sozinhas; em outras, elas são acompanhadas por células subsidiárias especializadas que as distinguem das demais células epidérmicas.

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