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FOCO 11. A química orgânica

Peter Atkins, Loretta Jones, Leroy Laverman Grupo A PDF Criptografado

Como os hidrocarbonetos são classificados?

Tópico 11A:

As estruturas dos hidrocarbonetos alifáticos

Quais são as reações típicas dos hidrocarbonetos alifáticos?

Tópico 11B:

As reações dos hidrocarbonetos alifáticos

Fundamentos D

Foco 2

A nomenclatura dos compostos

As moléculas

Quais são as reações típicas dos hidrocarbonetos aromáticos?

Tópico 11C:

Os compostos aromáticos

Como outros

átomos afetam as propriedades dos compostos orgânicos?

Tópico 11D:

Os grupos funcionais comuns

Quais são as características das moléculas orgânicas grandes?

Tópico 11E:

Os polímeros e as macromoléculas biológicas

O carbono é a base de muitos materiais essenciais à tecnologia moderna e até mesmo

à vida. Entender os compostos de carbono e suas reações é, portanto, importante para nossos avanços tecnológicos e médicos, mas também para nossa sobrevivência.

O carbono forma uma enorme variedade de compostos tão diferentes que um campo inteiro da química, a química orgânica, é dedicado a seu estudo. Se os átomos de carbono são tão versáteis é porque eles podem se ligar para formar cadeias e anéis de variedade quase infinita. Isso permite que o carbono forme as milhares de biomolé‑ culas complicadas que contribuem para a estrutura e função de todos os organismos da Terra.

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Capítulo 3 - Aminoácidos, peptídeos e proteínas

David L. Nelson, Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

3

Aminoácidos, peptídeos e proteínas

3.1

3.2

3.3

3.4

A

Aminoácidos 75

Peptídeos e proteínas  85

Trabalhando com proteínas  89

Estrutura das proteínas: estrutura primária  96

s proteínas controlam praticamente todos os processos que ocorrem em uma célula, e elas apresentam uma variedade quase infinita de funções. Para explorar os mecanismos moleculares dos processos biológicos, os bioquímicos estudam quase que inevitavelmente uma ou mais proteínas. As proteínas são as macromoléculas biológicas mais abundantes, estando presentes em todas as células e em todas as partes das células. Além disso, há uma grande diversidade de proteínas; milhares de tipos diferentes podem ser encontrados em uma única célula. Como árbitros da função molecular, as proteínas são os produtos finais mais importantes das vias de informação discutidas na Parte

III deste livro. As proteínas são os instrumentos moleculares pelos quais a informação genética é expressa.

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3 - Polo Teórico

Gilberto e Andrade Martins, Carlos Renato Theóphilo Grupo Gen PDF Criptografado

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Polo Teórico

3.1  O que é Teoria?

O termo teoria tem sido empregado de diferentes maneiras para indicar distintas questões. Ao revi­sar a literatura, para construção de um trabalho científico, encontram-se expressões contraditórias e ambíguas: conceitos como teoria; orientação teórica; marco teórico; esquema teórico; referencial teórico; plataforma teórica; utilizados como sinônimos. Em outras situações, o termo teoria serve para indicar uma série de ideias que uma pessoa tem a respeito de algo (eu tenho minha própria teoria para o relacionamento com sujeitos rebeldes). Outra concepção é considerar as teorias como conjuntos de ideias incompreensíveis e não comprováveis, geralmente verbalizadas por professores e cientistas: ele é muito teórico! Frequentemente as teorias são vistas como algo totalmente desvinculado do cotidiano. São entendidas como ideias que não podem ser verificadas, nem tampouco medidas, evidenciando uma concepção que se aproxima da mística. Outro uso do termo

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1 - Introdução

Gilberto e Andrade Martins, Carlos Renato Theóphilo Grupo Gen PDF Criptografado

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Introdução

1.1  Tipos de Conhecimentos

preender ou interpretar a realidade em sua totalidade e estabelecer uma concepção geral do mundo.

A busca incessante do homem por novas descobertas direciona-o aos caminhos do conhecimento, que será seguido conforme a sua tendência. Podese dizer que há quatro tipos de conhecimento, cada um deles subordinado ao tipo de apropriação que o homem faz da realidade: o conhecimento vulgar ou senso comum, o conhecimento filosófico, o conhecimento teológico e o conhecimento científico. O conhecimento vulgar é adquirido pelas pessoas na vida cotidiana, ao acaso, baseado na experiência vivida ou transmitida por outras pessoas. O senso comum dáse pela observação de fenômenos cotidianos, inde­ pendentemente de pesquisas, estudos, reflexões ou aplicações de métodos aos assuntos práticos. É limita­do por não proporcionar visão unitária global da interpretação das coisas ou dos fatos, além de ser incoe­rente e impreciso, em determinadas situações, por não ter a preocupação com o todo. Ainda assim,

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4 - Polo Metodológico

Gilberto e Andrade Martins, Carlos Renato Theóphilo Grupo Gen PDF Criptografado

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Polo Metodológico

4.1  Método e Metodologia

O termo metodologia é empregado com significados diversos. Assim como ocorre com os vocábulos história e lógica, utiliza-se a palavra metodologia para fazer referência a uma disciplina e ao seu objeto, identificando tanto o estudo dos métodos, quanto o método ou métodos empregados por uma dada ciên­cia.1 Embora se considere que a ambiguidade não leva a maiores equívocos, a primeira das referidas acepções é mais amplamente aceita. O objetivo da metodologia é o aperfeiçoamento dos procedimentos e critérios utilizados na pesquisa. Por sua vez, método (do grego méthodos) é o caminho para se chegar a determinado fim ou objetivo. A metodologia é equiparada a uma preocupação instrumental:2 a ciência busca captar a realidade; a metodologia trata de como isso pode ser alcançado. A metodologia pode ser vista em duas vertentes mais típicas: numa concepção mais usual, origina-se da teoria do conhecimento (epistemologia) e está voltada a transmitir os procedimentos lógicos e epistemológicos do saber.

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2 - Polo Epistemológico

Gilberto e Andrade Martins, Carlos Renato Theóphilo Grupo Gen PDF Criptografado

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Polo Epistemológico

2.1 Introdução

Na condição de uma metaciência, a epistemologia exerce um papel de questionamento crítico dos fundamentos e princípios das diversas ciências. Os epistemólogos interessam-se pela análise dos resultados das pesquisas, isto é, a ciência é tida como um produto. Por outro lado, no desenvolvimento do trabalho científico os pesquisadores enfrentam problemas passíveis de serem solucionados com o subsídio das considerações epistemológicas. Assim concebida, a epistemologia representa um polo do processo de pesquisa, de importância significativa na busca de um maior conhecimento sobre os objetos investigados. Os pesquisadores situam-se no nível da ciência como um processo:

[...] os pesquisadores encontrarão na reflexão epistemológica não apenas os fundamentos para se assegurarem do rigor, da exatidão, da precisão do seu procedimento, como também preciosas indicações que guiarão a indispensável imaginação da qual deverão dar provas [...].1

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6 - Polo Técnico - Técnicas de Coleta de Informações, Dados e Evidências

Gilberto e Andrade Martins, Carlos Renato Theóphilo Grupo Gen PDF Criptografado

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Polo técnico – técnicas de coleta de informações, dados e evidências

6.1 Introdução

Quando a abordagem metodológica ou o tipo de estudo envolver análises de informações, dados e evidências empíricas, o investigador deverá escolher técnicas para coleta necessárias ao desenvolvimento e conclusões de sua pesquisa. Em uma pesquisa com estratégia convencional, a coleta de dados ocorre após a definição clara e precisa do tema-problema, composição da plataforma teórica, abordagem metodológica definida, bem como escolhidas as opções por técnicas para coleta de dados e evidências. Nos casos de investigações orientadas por estratégias não convencionais, como, por exemplo, Estudo de

Caso, Pesquisa-Ação, a coleta de dados poderá ser desenvolvida concomitantemente com outras etapas da pesquisa.

São denominados primários os dados colhidos diretamente na fonte. Em contraste, os dados secundários são aqueles já coletados que se encontram organizados em arquivos, banco de dados, anuários estatísticos, relatórios etc. Neste capítulo é discutido o processo de construção e aplicação das principais técnicas para coleta de informações, dados e evidências.

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14 - Como avaliar a aprendizagem dos estudantes

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

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Como avaliar a aprendizagem dos estudantes

Poucas coisas são tão desagradáveis para os professores universitários quanto a necessidade de avaliar o aprendizado de seus estudantes. Não apenas pelos esforços requeridos, mas também pelo constrangimento que representa avaliá-los e, algumas vezes, reprová-los. Muitos professores detestam a avaliação. Também há professores que a veem como procedimento autoritário, ideológico, injusto e excludente, o que os tem levado a duvidar de sua eficácia e a aplicá-la apenas por exigência da escola e das autoridades educacionais.

O maior problema da avaliação no Ensino Superior está no fato de que envolve sérias consequências para quem está sendo avaliado. As notas que o estudante recebe não apenas determinarão se ele será aprovado ou reprovado.

Elas poderão afetar sua autoestima, influenciar sua motivação para os estudos, reforçar o interesse pelo abandono do curso, guiá-lo na escolha do campo de sua especialização, afetar seus planos de estudos de pós-graduação e até mesmo influenciar o desenvolvimento de sua carreira.

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2 - Quem é o professor universitário

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

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Quem é o professor universitário

Vimos no Capítulo 1 que a eficácia do Ensino Superior depende de múltiplos fatores, que podem, no entanto, ser agrupados em três categorias de variáveis: relacionadas aos alunos, aos professores e à organização do curso. Seria muito difícil, ou mesmo impossível, definir qual desses fatores é o mais importante, até mesmo porque eles estão intimamente relacionados. Classicamente, porém, no processo de ensino, tem sido atribuída maior importância ao professor. Tanto

é que este aparece na maioria dos trabalhos publicados nos últimos três séculos como a figura mais importante. Mas esta situação vem se alterando, pois a tendência mais evidente na literatura pedagógica nas últimas décadas tem sido a de relativizar o papel do professor. Sobretudo depois que Rogers (1985, p. 125) escreveu que ensinar “é uma atividade relativamente sem importância e vastamente supervalorizada” e propôs que o professor se transformasse em

“facilitador da aprendizagem”.

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13 - Como utilizar recursos tecnológicos no Ensino Superior

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

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Como utilizar recursos tecnológicos no Ensino

Superior

Um problema facilmente observado na comunicação docente no Ensino Superior

é o verbalismo, ou seja, a transmissão de informações mediante o emprego exagerado de palavras. Muitos professores acreditam que a utilização de dis‑ cursos longos e bem elaborados é suficiente para levar os alunos a aprender o conteúdo das disciplinas que lecionam. Mas, na maioria das vezes, o que esses professores conseguem é que os alunos decorem parte do que foi apresentado, sem que se tornem capazes de compreender o seu significado ou de aplicá‑lo a situações concretas. E, se a respectiva avaliação for elaborada de forma a privilegiar a memorização, poderão ter a falsa impressão de que os estudantes compreenderam a matéria.

Com intuito de tornar a comunicação mais eficaz, os professores vêm lan‑

çando mão de recursos auxiliares de ensino. Esses recursos, graças ao notável desenvolvimento tecnológico observado nas últimas décadas, vêm se sofisticando, e desafiando os professores universitários. Isto porque os estudantes da chamada geração Y, que nasceram depois de 1982, nunca conheceram a vida sem internet, veem o computador como o núcleo de seu trabalho, buscam on‑line a maioria das informações de que necessitam e utilizam o celular como o principal meio de comunicação. Quando estes estudantes em sala de aula se deparam com professores utilizando recursos tradicionais – que em muitas circunstâncias são os mais adequados – tendem a sentir algum tipo de desconforto.

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9 - Como ministrar aulas expositivas

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Como ministrar aulas expositivas

A preleção verbal utilizada pelos professores com o objetivo de transmitir informações aos estudantes constitui, provavelmente, o mais antigo e ainda o mais utilizado método de ensino, não apenas na universidade, mas também no ensino médio e nas séries mais avançadas do ensino fundamental. Nas empresas, a exposição é utilizada sob a forma de palestra; nas campanhas políticas, sob a forma de discurso e nas igrejas, sob a forma de sermão. Sua morte já foi anunciada por muitos cronistas da educação, mas sobreviveu à difusão dos materiais escritos, à televisão, ao vídeo, ao computador e à Internet. Mas, ao mesmo tempo em que

é o mais utilizado, é também o mais controverso. Enquanto alguns professores defendem seu uso, sobretudo pela praticidade, outros o criticam. Já houve até mesmo quem o definisse com um processo em que as informações passam das fichas do professor para o caderno dos estudantes, sem passar pela cabeça de nenhum dos dois.

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5 - Como utilizar estratégias para facilitar a aprendizagem

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Como utilizar estratégias para facilitar a aprendizagem

Durante muito tempo, os estudos relacionados ao aprendizado apareceram desvinculados dos estudos sobre ensino. Os manuais de didática apresentavam aos professores um conjunto de métodos e técnicas de valor universal, “capazes de ensinar tudo a todos”. Como consequência, poucos professores sentiam necessidade de considerar as características pessoais dos estudantes, seus interesses e motivações para planejar suas atividades. Mas novos modelos educacionais, apoiados em pesquisas científicas, vêm contribuindo significativamente para mudar essa visão dos educadores.

Sabe-se hoje que, ao contrário das concepções tradicionais, o ato de ensinar não implica necessariamente o aprendizado daquele que o recebe. Pesquisas indicam que, numa situação de aprendizagem, o centro essencial da atividade não está naquele que ensina, mas naquele que aprende. Assim, não há como deixar de considerar que o aprendizado dos estudantes é inf luenciado pela maneira como o professor procura adequar as estratégias de ensino às necessidades e às expectativas deles.

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1 - O que é Didática do Ensino Superior

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O que é Didática do

Ensino Superior

Durante muito tempo, prevaleceu no âmbito do Ensino Superior a crença de que para se tornar um bom professor neste nível bastaria dispor de comunicação f luente e sólidos conhecimentos relacionados à disciplina que se pretendesse lecionar. A justificativa dessa afirmação fundamentava-se no fato de o corpo discente das escolas superiores ser constituído por adultos, diferentemente do corpo discente do ensino básico, constituído por crianças e adolescentes.

Assim, esses alunos não necessitariam do auxílio de pedagogos. Aliás, o próprio termo pedagogia tem sua origem relacionada à palavra criança (em grego: paidos

= criança; gogein = conduzir). Os estudantes universitários, por já possuírem uma “personalidade formada” e por saberem o que pretendem, não exigiriam de seus professores mais do que competência para transmitir os conhecimentos e para sanar suas dúvidas. Por essa razão é que, até recentemente, não se verificava preocupação explícita das autoridades educacionais com a preparação de professores para o Ensino Superior. Ou melhor, preocupação existia, mas com a preparação de pesquisadores, ficando subentendido que quanto melhor pesquisador fosse mais competente professor seria.

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11 - Como promover a aprendizagem baseada - em problemas

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Como promover a aprendizagem baseada em problemas

Dentre as estratégias reconhecidas como as mais capazes de promover aprendizagem significativa está a aprendizagem baseada em problemas (ABP), em que o estudante, em vez de assumir o tradicional papel de receptor passivo do conhecimento, assume a posição de protagonista de seu aprendizado por meio da pesquisa. Com efeito, a ABP é a estratégia que mais contribui para desenvolver o pensamento crítico dos estudantes e para promover a busca conjunta de soluções criativas para os problemas propostos. Também é no contexto da ABP que os professores atuam mais efetivamente como facilitadores da aprendizagem.

Por sua amplitude, a ABP pode ser considerada mais como uma abordagem do que propriamente um método de ensino. Isto porque volta-se primordialmente para a compreensão dos estudantes acerca de sua própria situação e estrutura, permitindo-lhes perceber como aprendem e como atuarão como futuros profissionais (SAVIN-BADEN, 2006). De fato, a ABP é projetada para ajudar os estudantes a desenvolver competências que vão atendê-los durante toda a vida profissional.

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10 - Como promover discussões em classe

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Como promover discussões em classe

A discussão é reconhecida como um dos mais adequados métodos para o ensino universitário. Desde o surgimento do movimento pela Escola Nova, na década de 1920, a discussão passou a ser reconhecida como o protótipo dos métodos ativos. O professor que utiliza a discussão em sala de aula tende a ser reconhecido como mais democrático. Para os educadores humanistas, a discussão

é a estratégia que melhor expressa os propósitos dessa corrente educacional.

Mas, apesar do reconhecimento dos méritos de discussão, não são poucos os professores que rejeitam sua utilização. Há os que que a veem como perda de tempo, abdicação da responsabilidade de ensinar e até mesmo como forma de dissimular incompetência pedagógica.

A discussão pode funcionar como estratégia de ensino das mais eficazes. E é capaz de proporcionar aos alunos altos níveis de satisfação. Mas sua qualidade depende da maneira como é preparada e também da competência do professor.

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