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Medium 9788573076295

Capítulo 4 - Metapopulações

Ricardo Motta Pinto-Coelho Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

4

Metapopulações*

CONCEITOS DE METAPOPULAÇÃO

Metapopulação é definida como um conjunto de populações conectadas por indivíduos que se movem entre elas (Hanski, 1991; Hanski, 1997). Um cuidado especial deve ser tomado com a terminologia: o prefixo meta quer dizer além de. Portanto, uma metapopulação

é um conjunto de populações, e não de subpopulações. A formação de metapopulações tem sido favorecida pela cada vez mais intensa fragmentação de hábitats no mundo moderno, cada população ocorrendo em um fragmento de mata por exemplo, dentro de um conjunto de tais fragmentos. No entanto, metapopulações podem também ocorrer em hábitats contínuos, em casos em que a distribuição espacial agregada seja uma característica intrínseca da espécie em questão.

Em uma metapopulação, populações podem ser ganhas por colonização de manchas vazias de hábitat e podem ser perdidas por extinção local. Levins (1969) formulou o primeiro e mais simples modelo para lidar com a

*

variação no tempo do número de populações em uma metapopulação que pode ser descrito pela equação adiante: dp

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Medium 9788522445332

6 - Fazendo etnografia no mundo da comunicação

Jorge Duarte, Antônio Barros Grupo Gen PDF Criptografado

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Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

$

Fazendo etnografia no mundo da comunicação

Isabel Travancas

�Conhecimento e poder são um.� F. BACON

(Aforisma iii)

(GRANGER, 1967, p. 21)

1

A etnografia para a antropologia

Há muitas maneiras de fazer pesquisa no âmbito das ciências sociais e humanas. Este livro apresenta um amplo leque de possibilidades e usos dentro do universo da comunicação. Meu capítulo busca trazer uma contribuição muito específica e particular da Antropologia e de seu método de pesquisa no trabalho de campo: a etnografia.

Mas o que é exatamente uma etnografia? O velho e bom Aurélio (FERREIRA,

1999, p. 849) define etnografia de duas maneiras distintas: como �parte dos estudos antropológicos que corresponde à fase de elaboração de dados obtidos em pesquisa de campo e estudo descritivo de um ou de vários aspectos sociais ou culturais de um povo ou grupo social�. Destas duas definições, uma aponta para a idéia de prática do ofício do antropólogo e a outra chama a atenção para a noção de descrição de um grupo. O antropólogo norte-americano Clifford Geertz (1997, p. 15) afirma que os praticantes de antropologia social fazem etnografia e esta, a seu ver, não é apenas um método cuja prática significa �estabelecer relações, selecionar informantes, transcrever textos, levantar genealogias, mapear campos, manter um diário, assim por diante�, elementos muito importantes no chamado �trabalho de campo�. O que define a sua prática é o tipo de esforço intelectual que ela representa e que seria elaborar uma �descrição densa�. Esta sim é a �sua� definição de etnografia.

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Medium 9788582710043

Capítulo 29 - Estruturas de Ácidos Nucleicos

Donald Voet, Judith G. Voet Grupo A PDF Criptografado

Subdomínio central II

Estruturas de

Ácidos Nucleicos

Subdomínio central I

Domínio C-terminal

CAPÍTULO 29

1

Estruturas helicoidais duplas

A. B-DNA

B. Outras hélices de ácidos nucleicos

2

Forças que estabilizam estruturas de ácidos nucleicos

A.

B.

C.

D.

3

Conformações da cadeia de açúcar-fosfato

Pareamento de bases

Empilhamento de bases e interações hidrofóbicas

Interações iônicas

DNA superenrolado

A. Topologia da super-hélice

B. Medições de superenrolamento

C. Topoisomerases

Existem duas classes de ácidos nucleicos, o ácido desoxirribonucleico (DNA) e o ácido ribonucleico (RNA). O DNA

é a molécula hereditária em todas as formas de vida celulares, bem como em muitos vírus. Ele possui apenas duas funções:

1. Dirigir a sua própria replicação durante a divisão celular.

2. Dirigir a transcrição de moléculas de RNA complementares.

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Medium 9788582714508

Capítulo 12 - Tratamento das hemopatias malignas

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Tratamento das hemopatias malignas

Tópicos-chave

QQ

Tratamento de suporte

136

QQ

Inserção de um cateter venoso central

136

QQ

Suporte hemoterápico

136

QQ

Profilaxia e tratamento de infecção

138

QQ

Tratamentos específicos para as hemopatias malignas

140

QQ

Fármacos usados no tratamento das hemopatias malignas

140

136  /  Capítulo 12: Tratamento das hemopatias malignas

O tratamento das hemopatias malignas foi muito aprimorado nos últimos 40 anos. O progresso decorreu do desenvolvimento tanto no tratamento de suporte como no tratamento específico. Detalhes do tratamento específico de cada uma das doenças são discutidos nos seus respectivos capítulos.

O tratamento de suporte e os aspectos gerais dos agentes terapêuticos são descritos neste capítulo.

Tabela 12.1  Performance Status (ECOG)

Grau

ECOG

0

Inteiramente ativo, capaz da mesma performance anterior à doença, sem restrições

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Medium 9788536326085

Capítulo 13. Ecologia de Populações e Ecologia da Vegetação

Andreas Bresinsky, Christian Körner, Joachim W. Kadereit, Gunther Neuhaus, Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Ecologia de Populações e Ecologia da Vegetação

13.1

Ecologia de populações . . . . . . . . . . . . .

1036

13.1.1

13.1.2

13.1.2

Crescimento de populações . . . . . . . . . . . . .

Competição e coexistência . . . . . . . . . . . . . .

Ecologia reprodutiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

1036

1041

1044

13.2

Áreas de distribuição das plantas . . . .

1048

13.2.1

Tipos de áreas de distribuição . . . . . . . . . . .

13.2.1.1 Expansão de áreas de distribuição . . . . . . . . . .

13.2.1.2 Fragmentação natural de áreas de distribuição . .

13.2.1.3 Densidade de colonização de áreas de distribuição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

13.2.1.4 Relação geográfica entre áreas de distribuição. . .

13.2.1.5 Zonas climáticas das floras . . . . . . . . . . . . . . . .

13.2.1.6 Espectros dos tipos de áreas de distribuição . . .

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Medium 9788582604618

FOCO 9. Os elementos do bloco d

Peter Atkins, Loretta Jones, Leroy Laverman Grupo A PDF Criptografado

Quais são as características gerais dos elementos do bloco d?

Quais são as propriedades dos integrantes típicos do bloco?

Tópico 9A:

As tendências periódicas dos elementos do bloco d

Tópico 9B:

Elementos selecionados do bloco d: uma inspeção

Foco 1

Foco 6

Os átomos

Quais são as principais características dos complexos formados pelos metais d?

Tópico 9C:

Os compostos de coordenação

As reações

Como os ligantes afetam as propriedades dos complexos?

Tópico 9D:

A estrutura eletrônica dos complexos de metais d

Foco 2

As moléculas

Os elementos do bloco d estão presentes em praticamente todos os aspectos da vida moderna. O ferro e o cobre ajudaram a civilização a sair da Idade da Pedra e até hoje estão entre os metais industriais mais importantes. Outros membros do bloco incluem os metais das novas tecnologias, como o titânio na indústria aeroespacial e o vanádio nos catalisadores da indústria petroquímica. Os metais preciosos – prata, platina e ouro – são apreciados não apenas por sua aparência, raridade e durabilidade, mas também por sua utilidade. Compostos de cobalto, molibdênio e zinco são encontra‑ dos nas vitaminas e enzimas essenciais. Alguns compostos tornam a vida mais interes‑ sante. As belas cores dos vidros azul-cobalto, os verdes e azuis brilhantes das cerâmi‑ cas cozidas e muitos pigmentos que os artistas utilizam vêm de compostos do bloco d.

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Medium 9788521632108

44 Quarks, Léptons e o Big Bang

David Halliday, Robert Resnick, Jearl Walker Grupo Gen PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

4

4

Quarks, Léptons e o Big Bang

44‑1

PROPRIEDADES GERAIS DAS PARTÍCULAS ELEMENTARES

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

44.01 Saber que existem muitas partículas elementares e que

44.05 Conhecer a diferença entre léptons e hádrons e saber quais

44.02 Saber que as mesmas equações usadas para estudar o

44.06 Saber o que são antipartículas e o que é a aniquilação mútua

quase todas são instáveis.

decaimento dos nuclídeos radioativos podem ser aplicadas ao decaimento das partículas elementares instáveis.

44.03 Saber que o spin é o momento angular intrínseco das par‑ tículas elementares.

44.04 Conhecer a diferença entre férmions e bósons e saber qual dos

dois tipos de partículas obedece ao princípio de exclusão de Pauli.

são os dois tipos de hádrons.

de uma partícula e uma antipartícula.

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Medium 9788521635017

5 - Matéria e Moléculas

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

59

UNIDADE

5

Matéria e Moléculas

SUMÁRIO

OBJETIVOS

Depois de estudar esta unidade, você será capaz de:

5.1 Estados da matéria

• descrever as propriedades dos três estados da matéria

• usar a teoria cinética da matéria para explicar as propriedades principais

5.2 Elementos e compostos

de cada estado da matéria

• classificar as substâncias como elementos, compostos ou misturas

• compreender a natureza e a composição dos átomos e das moléculas

• definir e usar a constante de Avogadro para calcular massas e volumes

5.3 A constante de

Avogadro, NA

5.4 Forças intermoleculares

Resumo

Questões de revisão

atômicos

• relacionar os diferentes tipos de ligações entre átomos e moléculas com as propriedades dos três estados da matéria

5.1

Estados da matéria

Em uma temperatura definida, a maioria das substâncias se encontra em um dos três estados da matéria: sólido, líquido ou gasoso. As características físicas que distinguem esses três estados são:

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Medium 9788521617112

CAPÍTULO 26 - O Campo Magnético

Paul A. Tipler, Gene Mosca Grupo Gen PDF Criptografado

O Campo Magnético

26-1

26-2

26-3

26-4

26

C A P Í T U L O

A Força Exercida por um Campo Magnético

Movimento de uma Carga Puntiforme em um Campo Magnético

Torques em Anéis de Corrente e Ímãs

O Efeito Hall

H

á mais de 2000 anos, os gregos já sabiam que certo tipo de pedra (agora conhecida como magnetita) atraía pedaços de ferro, e existem referências escritas, datadas do século XII, que descrevem o uso de ímãs para navegação.

Em 1269, Pierre de Maricourt descobriu que uma agulha disposta em várias posições sobre um ímã esférico natural orienta-se ao longo das linhas que passam através de pontos nas extremidades opostas da esfera. Ele chamou estes pontos de pólos do ímã. Depois disso, muitos experimentalistas observaram que cada ímã de qualquer formato tem dois pólos, chamados de pólo norte e pólo sul, onde a força exercida pelo ímã é máxima. Também foi observado que pólos iguais de dois ímãs se repelem e que pólos opostos se atraem.

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Medium 9788521606345

Capítulo 8 - Gases Reais

Ira N. Levine Grupo Gen PDF Criptografado

8

C A P Í T U L O

Gases Reais

SUMÁRIO DO CAPÍTULO

8.1

FATORES DE COMPRESSIBILIDADE

Um gás ideal obedece à equação de estado PVm  RT. O presente capítulo examina o comportamento P-V-T dos gases reais.

Como medida do desvio da idealidade do comportamento de um gás real, definimos o fator de compressibilidade ou fator de compressão Z de um gás como

Não confunda fator de compressibilidade Z com a compressibilidade isotérmica k. Uma vez que Vm em (8.1) é uma função de T e P (Seção 1.7), Z é uma função de T e P. Para um gás ideal, Z  1 para todas as temperaturas e pressões. A Fig. 8.1a mostra a variação de Z com

P a 0ºC para diversos gases. A Fig. 8.1b apresenta a variação de Z com P para o CH4 em várias temperaturas. Observe que Z  Vm/Vmid e que Z  P/Pid, onde Vmid é o volume molar de um gás ideal à mesma T e P que o gás real, e Pid é a pressão de um gás ideal à mesma T e Vm que o gás real. Quando Z  1, o gás exerce uma pressão menor que um gás ideal exerceria.

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Medium 9788582712993

Capítulo 20 - Anatomia Seccional e Processos de Imagem

Horst Erich König, Hans-Georg Liebich Grupo A PDF Criptografado

Anatomia Seccional e Processos de Imagem

E. Ludewig, G. Oechtering, Chr. Mülling, A. Probst, S. Kneissl,

M.-C. Sora, R. van den Hoven e H. E. König

Plastinação na ciência

A necessidade ancestral do homem de evitar que a posteridade nos esqueça é tão antiga quanto a própria humanidade: pinturas rupestres pré-históricas, rituais mumificadores egípcios, coleções de arte antiga ou monumentos históricos são provas suficientes desta tradição até os dias de hoje. Também não chega a surpreender que, em todas as civilizações, sempre houve um desejo adicional de proteger o próprio corpo e os corpos de parentes da decomposição ou, ao menos, de retardar esse processo. O corpo não deve se tornar, de súbito, algo totalmente transitório apenas porque morre.

Ao mesmo tempo, nos dias de hoje, os seres humanos apresentam a tendência a reprimir pensamentos sobre a morte.

Por sua vez, o desejo de preservar o corpo para além da morte também se reduz.

Os mortos são cremados, enterrados ou embalsamados.

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Medium 9788527705219

8. O Código Genético

T. A. Brown Grupo Gen PDF Criptografado

8

O código genético

Os polipeptídeos são polímeros – aminoácidos – níveis da estrutura da proteína – a importância da seqüência de aminoácidos • O código genético – primeiros princípios – elucidação – características do código

Os três principais tipos de moléculas de RNA produzidas por transcrição — RNAs mensageiro, ribossomal e transportador — trabalham em conjunto para sintetizar proteínas pelo processo de tradução. O fato principal acerca da tradução é que a seqüência de aminoácidos no polipeptídeo que está sendo sintetizado é especificada pela seqüência de nucleotídeos na molécula de mRNA sendo traduzida (Fig. 8.1). As regras que determinam qual a seqüência de nucleotídeos que especifica qual seqüência de aminoácidos estão contidas no código genético.

O código genético geralmente é visto como um tópico independente da própria síntese proteica. Esta visão remonta à década de 1950, quando o conceito de código genético e as experiências desenvolvidas para analisá-lo eram exclusivamente o campo de ação

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Medium 9788582712160

Capítulo 53 - Ecologia de Populações

Jane B. Reece, Steven A. Wasserman, Lisa A. Urry, Michael L. Cain, Peter V. Minorsky, Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

53

Ecologia de Populações

CONCEITOS-CHAVE

53.1

53.2

Os processos biológicos influenciam a densidade, a dispersão e a demografia das populações

O modelo exponencial descreve o crescimento populacional em um ambiente idealizado e ilimitado

53.3

O modelo logístico descreve como uma população cresce mais lentamente à medida que se aproxima da sua capacidade de suporte

53.4

As características da história de vida são produtos da seleção natural

53.5

Muitos fatores que regulam o crescimento populacional são dependentes da densidade

53.6

A população humana não está mais em crescimento exponencial, mas ainda está crescendo rapidamente

Figura 53.1 Por que a sobrevivência dos filhotes de tartaruga varia a cada ano?

Trilhas das tartarugas

A

cada ano na Flórida, milhares de filhotes da tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) rompem as cascas dos seus ovos, escavam areia acima e rastejam até a praia para sua primeira jornada no oceano (Figura 53.1). Vários fatores determinam como muitas tartarugas se desenvolvem e chegam até a água.

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Medium 9788522445332

20 - Análise hermenêutica

Jorge Duarte, Antônio Barros Grupo Gen PDF Criptografado

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Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

Análise hermenêutica

Fernando Bastos

Sérgio Dayrell Porto

... Alguém viu Nasrudin procurando alguma coisa no chão. �O que é que você perdeu, Mullá�?, perguntoulhe. �Minha chave�, respondeu o Mullá.

E

ste trabalho propõe uma análise hermenêutica configurada por uma investigação teórica e por um desenvolvimento prático, da responsabilidade de

Fernando Bastos e de Sérgio Dayrell Porto, respectivamente. Visando à dimensão comunicacional, procura mostrar o papel da interpretação como um processo, uma metodologia, que busca descobrir o originalmente escondido por uma tradição que nos foi legada por uma exegese distorcida, usando para tal de uma destruição, ou seja, de uma desconstrução hermenêutica. A desconstrução hermenêutica, assim, não critica o passado, mas o presente e sua abordagem distorcida, subvertendo as explicações tradicionais e seus conceitos dogmaticamente inquestionados, não destruindo de fato, mas procurando revelar possibilidades ainda não percebidas.

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Medium 9788527725996

51 Detecção Sistemática de Eventos Adversos Associados a Fármacos

David E. Golan, Armen H. Tashjian Jr, Ehrin J. Armstrong, April W. Armstrong Grupo Gen PDF Criptografado

51

Detecção Sistemática de

Eventos Adversos Associados a Fármacos

Jerry Avorn

Introdução e Caso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 877-878

Desafios na verificação da segurança de fármacos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 877

Tamanho e generalização do estudo. . . . . . . . . . . 878

Desfechos substitutos e comparadores. . . . . . . . . 879

Duração e estudos pós-aprovação. . . . . . . . . . . . 879

Farmacoepidemiologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 880

Fontes de dados farmacoepidemiológicos. . . . . . . 880

Relatos espontâneos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Bancos de dados automatizados. . . . . . . . . . . . . . .

Registros de pacientes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Estudos ad hoc . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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