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Medium 9788521617778

2 - Vetores e Sistemas de Coordenadas

De Souza Grupo Gen PDF Criptografado

207,71 mm

2

Vetores e Sistemas de

Coordenadas

2.1 DEFINIÇÃO E PROJEÇÃO DE VETORES

2.2 SISTEMAS DE COORDENADAS

2.3 OPERAÇÕES ENTRE VETORES

2.4 RESUMO DO CAPÍTULO

2.5 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

2.6 EXERCÍCIOS PROPOSTOS

“A ciência pode determinar o que é, não o que deveria ser.”

Albert Einstein

diretores, ou seja, que dão a direção do vetor F. ux , uy e uz são os ângulos diretores do vetor, ou seja, o ângulo que o vetor faz com cada eixo coordenado como na figura:

2.1 Definição e Projeção de Vetores

Definição

Vetores são grandezas matemáticas utilizadas para representações físicas de uma grandeza, que possuem, além da intensidade, também direção e sentido no espaço físico. Um vetor tem uma origem (A) e uma extremidade (B). Se a grandeza física que atua no corpo tiver de representar outras características, além das três coordenadas, atuando em outros setores do corpo físico, como tensão, tração, pressão, massa específica e formato do corpo, caracterizará outros espaços adicionais e então só poderá ser representado através de um tensor. O vetor é um caso particular de tensor. Representação de um vetor no espaço tridimensional.

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Medium 9788580555394

Capítulo 0 - Química para um futuro sustentável

American Chemical Society Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

0

Química para um futuro sustentável

A “bola de gude azul”, nossa Terra, vista do espaço.

“No primeiro dia, todos apontamos para nossos países. No terceiro ou quarto dia, para nossos continentes. No quinto dia, víamos uma Terra somente.”

Príncipe Sultan bin Salman Al Saud, Arábia Saudita, 1985.

Capítulo 0

Química para um futuro sustentável

Uma Terra somente. Visto do espaço, o planeta que chamamos de lar é realmente magnífico – uma

“bola de gude” de água, terra e nuvens. Em 1972, a tripulação da espaçonave Apollo 17 fotografou a

Terra a uma distância de cerca de 28.000 milhas (45.000 quilômetros). Nas palavras do cosmonauta soviético Aleksei Leonov, “A Terra era pequena, azul clara e comoventemente solitária”.

Estamos sozinhos no Universo? Possivelmente. É claro, no entanto, que não estamos sozinhos em nosso planeta. Nós o partilhamos com outras criaturas, grandes e pequenas. Os biólogos estimam que existam mais de 1,5 milhão de espécies, além de nós. Algumas ajudam a nos alimentar e manter, outras contribuem para nosso bem-estar e outras, ainda, (como os mosquitos) nos irritam e podem nos causar doenças.

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Medium 9788527732925

CAPÍTULO 8 Geração de Energia | Glicólise

BROWN, T.A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 8

Geração de Energia | Glicólise

Objetivos do estudo

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

 Compreender o papel das moléculas carreadoras ativadas no armazenamento de energia e descrever os mais importantes desses carreadores

 Saber que a via para a geração de energia bioquímica envolve dois estágios e listar as quantidades de ATP,

NADH e FADH2 que são produzidas durante cada estágio

 Descrever as etapas da via glicolítica, citando os substratos, os produtos e as enzimas envolvidos em cada etapa

 Reconhecer que o ATP é utilizado em um estágio inicial da glicólise, mas que as etapas subsequentes levam a um ganho efetivo de ATP

 Saber como alguns organismos realizam a glicólise na ausência de oxigênio e descrever as maneiras pelas quais esses organismos reoxidam as moléculas de

NADH resultantes da glicólise

 Descrever como açúcares, além da glicose, entram na via glicolítica

 Entender a importância da etapa catalisada pela fosfofrutoquinase como ponto-chave de controle na glicólise e explicar como a atividade dessa enzima é regulada pelo ATP, pelo AMP, pelo citrato e por íons hidrogênio

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Medium 9788521620464

CAPÍTULO 15 - REAÇÕES DE COMPOSTOS AROMÁTICOS

SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig Barton; JOHNSON, Robert G. Grupo Gen PDF Criptografado

15

�REAÇÕES DE COMPOSTOS AROMÁTICOS

SOLUÇÕES DOS PROBLEMAS

Problemas de Revisão

  15.2 A velocidade é dependente da concentração do íon NO21 formado a partir do ácido nítrico protonado.

Uma vez que o H2SO4 (HOSO3H) é o ácido mais forte, uma mistura dele com o HNO3 conterá uma concentração maior de

ácido nítrico protonado do que do ácido nítrico sozinho.

Isto é, a reação,

produz mais ácido nítrico protonado do que a reação,

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34  Capítulo 15

O rearranjo para o carbocátion secundário ocorre à medida que o grupo abandonador sai.

Ambos os carbocátions são então atacados pelo anel.

  15.6 Se o grupo metila não tivesse efeito diretor na entrada do eletrófilo, esperaríamos obter os produtos em quantidades puramente estatísticas. Uma vez que existem dois átomos de hidrogênio orto, dois átomos de hidrogênio meta e um hidrogênio para, esperaríamos obter 40% orto (2/5), 40% meta (2/5) e 20% para (1/5). Portanto, esperaríamos que apenas 60% da mistura de mononitrotoluenos tivesse o grupo nitro na posição orto ou para. E esperaríamos obter 40% de m-nitrotolueno. Na realidade, obtemos 96% de o- e p-nitrotoluenos combinados e apenas 4% de m-nitrotolueno. Isso mostra o efeito diretor orto-para do grupo metila.

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Medium 9788527716635

19 IMUNOLOGIA DO TUMOR

Coico, Richard Grupo Gen PDF Criptografado

19

IMUNOLOGIA DO TUMOR

INTRODUÇÃO1

As respostas imunológicas para as células tumorais ocorrem, em grande parte, em consequência da expressão de componentes de superfície nas células malignas que dão origem às estruturas antigênicas. Evidências em experimentos para este fenômeno foram obtidas em estudos com camundongos; quando células tumorais foram injetadas via subcutânea em camundongos singeneicos (MHC compatível), as células formaram nódulos que cresceram por alguns dias e depois regrediram. Quando células tumorais idênticas foram reinjetadas em camundongos, elas não produziram nódulos nem cresceram. Os camundongos que rejeitavam o tumor geraram uma resposta imunológica para ele. Subsequentemente, foi mostrado que antígenos de transplante específicos do tumor (TSTAs), conhecidos mais comumente como antígenos tumorais, estão presentes em muitos tumores em várias espécies animais, incluindo os seres humanos.

O principal foco deste capítulo é sobre o papel do sistema imunológico na destruição de célula tumoral. Acredita-se que as células tumorais são formadas em indivíduos normais e, a seguir, destruídas por mecanismos efetores imunológicos normais, sem constatação ou consequência, durante toda a vida.

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Medium 9788582604403

Apêndice 1 - Raios iônicos selecionados (em picômetros, pm)

Mark Weller, Tina Overton, Jonathan Rourke, Fraser Armstrong Grupo A PDF Criptografado

Apêndice 1

Raios iônicos selecionados (em picômetros, pm)

Os raios iônicos apresentados são referentes às geometrias de coordenação e aos estados de oxidação mais comuns. O número de coordenação está entre parênteses.Todas as espécies do bloco d são de spin baixo, exceto as assinaladas com +, cujos valores correspondem às espécies de spin alto. A maior parte dos dados foi obtida de R.D.

Shannon, Acta Cryst., 1976, A32, 751, em que podem ser encontrados os valores para outras geometrias de coordenação. Nos casos em que não havia valores de Shannon, foram empregados os raios iônicos de Pauling, que estão assinalados por ∗.

1

2

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Li+

Be2+

3

4

5

6

7

8

9

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11

12

B3+

C4+

N3−

O2−

F−

59 (4)

76 (6)

92 (8)

27 (4)

45 (6)

11 (4)

27 (6)

15 (4)

16 (6)

146 (4)

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Medium 9788580555905

Capítulo 1 - Introdução às ciências e à engenharia ambientais

Mackenzie Davis, Susan Masten, Magda Beretta Grupo A PDF Criptografado

1

Introdução às ciências e à engenharia ambientais

1-1 O QUE SÃO AS CIÊNCIAS AMBIENTAIS? . . . . . . .

As ciências naturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

As ciências ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

A ciência ambiental quantitativa. . . . . . . . . . . . . . . .

2

2

2

2

1-2 O QUE É A ENGENHARIA AMBIENTAL? . . . . . . . . 3

A engenharia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3

A engenharia ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3

1-3 UMA PERSPECTIVA HISTÓRICA . . . . . . . . . . . . . . .

Visão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

A hidrologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O tratamento da água. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O tratamento de águas residuárias . . . . . . . . . . . . .

O controle da poluição atmosférica . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788521635017

Respostas das Questões e Questões Adicionais

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

410

Respostas das Questões

As respostas numéricas normalmente são dadas com o mesmo número de algarismos significativos que os dados da questão.

(a)

(b)

0N

UNIDADES E MEDIDAS

8,0 N

10

,

Questões por seção

=

8,0 N

13

N

R

U1

,0

R=

1 (a) (i) 0,500 m (ii) 320 cm (iii) 95,60 m.

(b) (i) 450 g (ii) 1,997 kg (iii) 5,4 107 g.

2 (a) 1,50 1011 m (b) 3,15 107 s (c) 6,30 10 7 m.

(d) 2,58 10 8 kg (e) 1,50 106 m (f) 1,25 10 6 m.

Fig. R1.2

U2

2 Em todos os casos, C é um vetor com a mesma direção que o vetor R da questão 1 e o sentido oposto.

6,0 N

6,0 N

1 (a) 1,90 kg (b) 2,40 10 4 m3 (c) 7920 kg m 3 .

2 (a) 0,048 kg (b) 1,77 10 5 m3 (c) 2710 kg m 3 .

3 (a) (i) 0,960 kg (ii) 9,60 10 4 m3 (iii) 0,101 m.

(b) (i) 0,105 kg (ii) 4,0 10 5 m3 (iii) 2630 kg m 3 .

1.2

1 Use W1 d1 + W2 d2 = W3 d3 . (a) 2,0 m (b) 1,5 m (c) 0,5 m.

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Medium 9788527729321

Capítulo 6 Análise de Heredograma, Aplicações e Exame Genético

Benjamin A. Pierce Grupo Gen PDF Criptografado

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Análise de Heredograma,

Aplicações e Exame Genético

O mistério das impressões digitais desaparecidas

Em 2007, uma suíça de 29 anos tentou entrar nos EUA. Embora sua aparência estivesse de acordo com a foto no seu passaporte, ela não conseguiu fazer a verificação das impressões digitais, não porque suas impressões fossem as de um terrorista, mas porque nenhum de seus dedos tinha qualquer impressão. Ela ficou retida por horas, pois os fiscais da imigração ficaram confusos em decidir o que fazer com uma pessoa sem impressões digitais.

As impressões digitais são um dos nossos traços únicos e permanentes. Ninguém – mesmo entre gêmeos idênticos – compartilha as impressões digitais com outra pessoa. As impressões digitais são chamadas tecnicamente de cristas epidérmicas ou padrões dermatoglíficos, encontrados nos nossos dedos das mãos, dos pés, nas palmas das mãos e solas dos pés. As cristas epidérmicas surgem bem antes do nascimento – elas estão totalmente formadas 17 semanas após a concepção e são permanentes. Pesquisas mostram que os padrões das impressões digitais são claramente influenciados pela hereditariedade, mas também existem fatores aleatórios. Um dos primeiros cientistas a estudar as impressões digitais foi Francis Galton, um primo de Charles

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Medium 9788520433416

23. Conselhos e Gestão Ambiental Local: Processos Educativos e Participação Social

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Conselhos e Gestão

Ambiental Local

Processos Educativos e Participação Social

23

Elaine Cristina da Silva

Doutoranda em Ciências, Faculdade de Saúde Pública – USP

Maria Cecília Focesi Pelicioni

Assistente social e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Participação, cidadania e emancipação social são temas que se tornam cada vez mais comuns nos discursos de organizações, movimentos sociais, sindicatos e principalmente no cenário político. Mas qual a relação desses conceitos com os processos educativos e com a gestão compartilhada?

Para Demo (1994):

Emancipação social é, em seu âmago, descobrir-se capaz de realizar o processo emancipatório por si mesmo... Por isso, participação é a alma da educação, compreendida como processo de desdobramento criativo do sujeito social. Por que educar de verdade é motivar o novo mestre, não repetir discípulos.

Na citação acima, o autor enfatiza uma das características mais importantes do processo educativo, ou seja, a possibilidade de emancipação dos sujeitos e, consequentemente, de transformação social. Isto é, contribuir para formá-los únicos, formá-los para que se realizem, desenvolvam suas potencialidades e para que se libertem. Uma das maneiras de perceber tal mudança está relacionada ao tipo de participação praticada por cada cidadão, ou seja, caracteriza-se como forma de intervenção no meio ambiente

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Medium 9788527721103

Capítulo 11 - Cadeia de transporte de elétrons

José A. Garcia Sanches, Mariane B. Compri Nardy, Mercia Breda Stella Grupo Gen PDF Criptografado

11

Cadeia de transporte de elétrons

A cadeia de transporte de elétrons é a via oxidativa final nas células em aerobiose. A via é constituída de um sistema complexo de enzimas e coenzimas localizadas na membrana interna da mitocôndria, que, através de reações de oxidorredução, executam o transporte de elétrons até o oxigênio molecular.

Todo o processo consiste em retirar a energia contida na molécula de glicose e armazená-la sob a forma de ATP. Viu-se que, na via glicolítica e no ciclo de Krebs, ocorrem fosforilações

(transformações de ADP em ATP) ao nível de substrato (Figura 11.1), mas também que se formavam NADH + H+ e FADH2 (coenzimas receptoras de hidrogênios da glicose), úteis ao processo de fosforilação oxidativa.

ADP

O

C

O

C

O

P

CH2

ATP

Piruvato quinase

Fosfoenolpiruvato

O

C

O

C

O

CH2

Piruvato

Figura 11.1 Exemplo de fosforilação ao nível de substrato.

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Medium 9788521635017

1 - Forças em Equilíbrio

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

11

UNIDADE

1

Forças em Equilíbrio

SUMÁRIO

OBJETIVOS

1.1 A força como um vetor

Depois de estudar esta unidade, você será capaz de:

1.1

representar uma força geometricamente ou numericamente

1.2 Efeitos de rotação

combinar duas ou mais forças

1.3 Estabilidade

1.4 Atrito

determinar as componentes de uma força descrever a condição para que um objeto pontual esteja em equilíbrio

1.5 Condições de equilíbrio

Resumo

desenhar um diagrama de corpo livre

Questões de revisão

descrever e aplicar o conceito de centro de gravidade

A força como um vetor

Vetores e escalares

Um controlador de tráfego aéreo precisa conhecer as coordenadas, a velocidade escalar e a direção do movimento para poder acompanhar a trajetória de uma aeronave. As coordenadas do avião são usadas para determinar o deslocamento, que indica a posição do avião em relação ao controlador.

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Medium 9788565837026

Os núcleos

Jerome L. Rosenberg, Lawrence M. Epstein, Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Massa Atômica e Molecular;

Massa Molar

OS ÁTOMOS

John Dalton propôs sua teoria atômica em 1805. Dalton pensava que todos os átomos de um dado elemento químico fossem idênticos. Nas décadas que se sucederam, os químicos se lançaram à tarefa de encontrar as massas relativas dos átomos de diferentes elementos com base em uma análise química quantitativa detalhada. Mais de cem anos após a apresentação da hipótese de Dalton, experiências com substâncias radioativas revelaram que nem todos os átomos de um mesmo elemento eram idênticos. A tabela periódica dos elementos reconhece as diferentes massas de átomos com base na massa atômica média de cada elemento. Um elemento existe em diversas formas isotópicas, em que o número de nêutrons difere para cada isótopo. Contudo, todos os átomos de um mesmo elemento têm o mesmo número de prótons, conforme discutiremos a seguir.

OS NÚCLEOS

Todo átomo tem um núcleo, com carga positiva, que representa mais de 99% de sua massa total. São muitas as diferentes partículas encontradas no núcleo de um átomo, mas é possível descrevê-lo como sendo constituído por duas partículas apenas. Essas partículas são o próton e o nêutron, conhecidos pelo termo genérico núcleons. Os dois núcleons têm massas aproximadamente iguais (1 unidade de massa atômica, u, embora uma ou UMA sejam utilizados como notações informais), mas somente o próton tem carga elétrica e positiva. A magnitude da carga do próton é considerada a unidade fundamental de carga nos fenômenos atômicos e nucleares, pois até hoje não foi descoberta carga menor para qualquer partícula livre. A carga do próton recebe o valor +1 e é referência para todas as outras cargas. Uma vez que o nêutron não tem carga, a carga do núcleo de um átomo é resultado apenas da carga de seus prótons.

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Medium 9788580551259

Capítulo 4 - Capacitores

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

Capacitores

4

O QUE APRENDEREMOS

4.1 Capacitância

4.2 Circuitos

Carga e descarga de um capacitor

4.3 Capacitor de placas paralelas

Exemplo 4.1 Área de um capacitor de placas paralelas

4.4 Capacitor cilíndrico

4.5 Capacitor esférico

4.6 Capacitores em circuitos

Capacitores em paralelo

Capacitores em série

Exemplo 4.2 Associação de capacitores

4.7 Energia armazenada em capacitores

Exemplo 4.3 Nuvem de tempestade

Problema resolvido 4.1 Energia armazenada em capacitores

Exemplo 4.4 National Ignition Facility

O desfibrilador

4.8 Capacitores com dielétricos

Exemplo 4.5 Capacitor de placas paralelas com um dielétrico

Exemplo 4.6 Capacitância de um cabo coaxial

98

100

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4.9 Visão microscópica de dielétricos

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Medium 9788520429754

Capítulo 28 - Universalização dos Serviços de Saneamento Básico

Jr. Arlindo Philippi Editora Manole PDF Criptografado

Universalização dos Serviços de

Saneamento Básico

28

Marcelo Coutinho Vargas

Sociólogo, UFSCar

introdução

Por seu impacto direto na saúde pública e na qualidade do meio am‑ biente, o conjunto de serviços definido como “saneamento básico” na Lei

Federal n. 11.445/2007 – abastecimento de água potável, esgotamento sani‑ tário, drenagem e manejo de águas pluviais, juntamente com limpeza urba‑ na, coleta e tratamento dos resíduos sólidos – reveste‑se de inegável interes‑ se público e caráter essencial, caracterizando‑se, portanto, como um dever do Estado e um direito social do cidadão. Fruto de um longo processo de negociação e debates com os diversos atores envolvidos nesse campo (pres‑ tadores de serviços públicos e privados, entidades de classe, associações técnico‑científicas, ONGs, movimentos sociais e lideranças políticas), essa lei, que estabelece diretrizes de política nacional para o setor, reconhece as interfaces e a essencialidade que caracterizam tais atividades ao explicitar a

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