2826 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788522474400

1 - Ciência, poder e comunicação

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

Ciência, poder e comunicação

�#

Ciência, poder e comunicação

Isaac Epstein

�Conhecimento e poder são um.� F. BACON

(Aforismo iii)

�A ciência é discurso, e quem silencia sobre esta condição arrisca a não mais encontrá-la.�

(GRANGER, 1967, p. 21)

1

Ciência e poder

A ciência empírica é um discurso abstraído e construído a partir da complexidade do mundo fenomenal que envolve, a partir da constituição de um objeto científico, uma ruptura com o mundo �vivido�.

As teorias científicas, por sua vez, pretendem representar, mediante conceitos articulados em linguagens e códigos específicos, as constrições que ligam os fenômenos entre si. Reduzida então esta �impressão primeira�1 (BACHELARD,

1976) a conceitos formalizados, as teorias referidas serão expressas nestas linguagens e encontrarão suas justificações nas positividades das verificações indutivas ou negatividades das falsificações dedutivas correlatas à ocorrência futura de determinados fenômenos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527732925

CAPÍTULO 2 Células e Microrganismos

BROWN, T.A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

Células e Microrganismos

Objetivos do Estudo

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

 Entender que, embora a vida seja diversa, ela é criada a partir de um número limitado de elementos e que processos bioquí­micos semelhantes ocorrem em todas as espécies

 Descrever as características principais que distinguem os procariotas dos eucariotas

 Perceber que os procariotas englobam dois tipos diferentes de microrganismos, denominados bactérias e

Archaea

 Saber que as células procarió­ticas não têm arquitetura interna complexa

 Começar a entender a importância das membranas na estrutura celular

 Reconhecer que os vírus são parasitas obrigatórios que só podem reproduzir-se infectando uma célula hospedeira

 Conhecer as teorias atuais a respeito das origens da vida no planeta

 Entender que os temas comuns exibidos pelas morfologias e bioquí­micas de todas as espécies indicam que aquelas espécies evoluí­ram a partir de uma única origem comum.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536702735

Capítulo 26 - Métodos moleculares de interesse na pesquisa em odontologia

Carlos Estrela Grupo A PDF Criptografado

26

Métodos moleculares de interesse na pesquisa em odontologia

Marina Gonçalves Diniz

Carolina Cavalieri Gomes

Ricardo Santiago Gomez

Introdução

A investigação dos processos fisiológicos e patológicos tem avançado nos últimos anos com o conhecimento das bases moleculares das doenças. Interações de DNA, RNA e proteína estão envolvidas nas mais diferentes condições fisiológicas e patológicas. O entendimento das bases da biologia molecular e das suas ferramentas de estudo tornou-se imprescindível para o cientista da área da saúde, uma vez que esse profissional deve estar apto a entender e interpretar as complexas relações dos processos biológicos envolvidos no desenvolvimento das doenças. Este capítulo tem por objetivo apresentar conceitos de biologia molecular, bem como das principais técnicas utilizadas no seu estudo.

Bases para o entendimento da utilização das diferentes técnicas de biologia molecular

Do DNA à proteína

O DNA (do inglês DeoxyriboNucleic Acid) é o material “hereditário” presente em nossas células. Ele é encontrado principalmente no núcleo das células, e uma pequena parte está contida nas mitocôndrias (DNA mitocondrial, mtDNA). Embora na década de 1940 o DNA já tivesse sido identificado como provável portador da informação genética, sua estrutura foi descrita somente em 1953, por James Watson e Francis Crick.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521619086

17 - Ações de Políticas Mundiais

B Richter Grupo Gen PDF Criptografado

210

Capítulo 17

17

Ações de Políticas Mundiais

17.1 INTRODUÇÃO

Todas as nações do mundo partilham uma atmosfera. O que vai para ela afeta a todos e as consequências da mudança climática recairão sobre todos. Dependendo da sua perspectiva e da sua experiência com acordos internacionais, você pode ficar impressionado ou desiludido com a resposta internacional à necessidade de mitigar o aquecimento global. Foi apenas em 1992, durante a Cúpula da Terra, no

Rio de Janeiro, que as nações do mundo chegaram a um acordo de que havia um problema. Depois disso, com velocidade notável, o Protocolo de Kyoto foi produzido em 1997 e entrou em vigor em 2005, quando os países industrializados que contribuíam com pelo menos 55% das emissões de 1990 foram signatários.

Um mero intervalo de 13 anos do reconhecimento até a ação é considerado rápido pelas pessoas com experiência em organização da ONU ou lento pelas pessoas focadas na urgência do problema. Seja lá como nós consideremos, Kyoto é a base para a ação hoje, mas expira em 2012 e tem de ser substituído por um protocolo novo e necessariamente melhor que englobe todas as nações que da última vez foram deixadas de fora da agenda de ações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714058

Capítulo 4 - Estrutura e função das proteínas

Bruce Alberts, Dennis Bray, Karen Hopkin, Alexander Johnson, Julian Lewis, Martin Raff, Keith Roberts, Peter Walter Grupo A PDF Criptografado

4

Estrutura e função das proteínas

Quando observamos uma célula em um microscópio ou analisamos sua atividade bioquímica ou elétrica, estamos, em essência, observando a atividade de proteínas. As proteínas são os principais blocos de construção dos quais as células são compostas, e constituem a maior parte da massa celular seca. Além de conferirem à célula sua forma e estrutura, as proteínas também participam de quase todas as funções celulares. As enzimas realizam reações químicas intracelulares por meio de suas intrincadas superfícies moleculares, formadas por saliências e fendas capazes de ligar ou excluir moléculas específicas. As proteínas embebidas na membrana plasmática formam canais e bombas que controlam a passagem de nutrientes e outras pequenas moléculas para o interior ou para o exterior da célula. Outras proteínas carregam mensagens de uma célula a outra ou, ainda, agem como integradoras de sinais, transmitindo informações a partir da membrana plasmática para o núcleo de células individuais. Algumas proteínas atuam como motores que propelem organelas por todo o citoplasma, e outras atuam como componentes de minúsculas máquinas celulares com partes móveis precisamente calibradas. Proteínas especializadas também podem atuar como anticorpos, toxinas, hormônios, moléculas anticongelantes, fibras elásticas e geradores de luminescência. Antes de compreendermos como os genes funcionam, como os músculos se contraem, como as células nervosas conduzem a eletricidade, como os embriões se desenvolvem ou como o nosso corpo funciona, é necessário entender as proteínas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714324

PARTE II – Sistemas Sensorial e Motor

Mark F. Bear, Barry W. Connors, Michael A. Paradiso, Maria Elisa Calcagnotto Grupo A PDF Criptografado

PARTE II

263

Sistemas

Sensorial e Motor

CAPÍTULO 8

Os Sentidos Químicos

265

CAPÍTULO 9

O Olho

293

CAPÍTULO 10

O Sistema Visual Central

331

CAPÍTULO 11

Os Sistemas Auditivo e Vestibular

369

CAPÍTULO 12

O Sistema Somatossensorial

415

CAPÍTULO 13

Controle Espinhal do Movimento

453

CAPÍTULO 14

Controle Encefálico do Movimento

483

Esta página foi deixada em branco intencionalmente.

CAPíTUlO 8

Os Sentidos

Químicos

INTRODUÇÃO

GUSTAÇÃO

Os Sabores Básicos

Os Órgãos da Gustação

QUADRO 8.1

DE ESPECIAL INTERESSE: Gostos Estranhos: Gordura, Amido, Carbonatação, Cálcio, Água?

As Células Receptoras Gustatórias

Mecanismos da Transdução Gustatória

O Sabor Salgado

O Sabor Azedo (Ácido)

O Sabor Amargo

O Sabor Doce

Umami (Aminoácidos)

Vias Centrais da Gustação

Ver todos os capítulos
Medium 9788521635017

Unidades e Medidas

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

1

Unidades e Medidas

U.1 Filosofia e prática na ciência

SUMÁRIO

U.1 Filosofia e prática na ciência

U.2 O sistema SI de unidades

U.3 Símbolos e equações na Física

U.4 Medições na Física

U.5 Margem de erro e precisão

Resumo

Questões de revisão

© ibuxa | iStockphoto.com

Os experimentos desempenham um papel vital em todos os ramos da ciência. Há mais de quinhentos anos, a teoria de Nicolau Copérnico de que a Terra e os planetas giram em volta do Sol foi rejeitada pela Igreja porque não era compatível com a ideia de que a Terra era o centro do

Universo. Como Copérnico não dispunha de provas experimentais, não havia razão para mudar a teoria proposta pelos antigos gregos. Muitos anos depois de Copérnico, Galileu (veja a Figura U.1) usou o recém-inventado telescópio para observar o movimento das luas de Júpiter e percebeu que o movimento dos planetas em torno do Sol é semelhante ao movimento das luas de

Júpiter em torno de Júpiter. Galileu foi preso quando publicou as provas favoráveis à teoria de

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291885

Capítulo 9. Da roca à máquina de costura: formação de professores, robótica livre e implantação de FabLearn em uma escola de ensino médio do Sesi-RS

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

formação de professores, robótica livre e implantação de FabLearn em uma escola de ensino médio do Sesi-RS

Joice Welter Ramos, Sônia Elizabeth Bier, Danielle Schio Rockenbach

O Serviço Social da Indústria (Sesi) é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 1º de julho de 1946. Conforme previsto no artigo 1º de seu regulamento, tem por finalidade “estudar, planejar e executar medidas que contribuam diretamente para o bem-estar social dos trabalhadores na indústria e nas atividades assemelhadas, concorrendo para a melhoria do padrão de vida no país”. Nesse sentido, tem por atribuição a prestação de serviços nas áreas de educação e qualidade de vida, principais focos estratégicos da organização. O Sesi-RS, cuja sede está em Porto Alegre, faz parte de um sistema federativo formado pelo Departamento Nacional e por 27 Departamentos Regionais. Na gerência de educação do RS, um dos programas são as escolas de ensino médio, nas quais analistas coordenam as atividades junto com as equipes diretivas de cada escola.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625834

CAPÍTULO 13 - ESCOAMENTO COMPRESSÍVEL

FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.; McDONALD, Alan T. Grupo Gen PDF Criptografado

13

Escoamento Compressível

689

Escoamento Compressível

13.1 Equações Básicas para Escoamento Compressível Unidimensional

13.2 Escoamento Isentrópico de um Gás Ideal: Variação de Área

13.3 Choques Normais

13.4 Escoamento Supersônico em Canais, com Choque

13.5 Escoamento em Duto de Área Constante, com Atrito

13.6 Escoamento sem Atrito em um Duto de Área Constante, com Transferência de Calor

13.7 Choques Oblíquos e Ondas de Expansão

13.8 Resumo e Equações Úteis

Estudo de Caso em Energia e Meio Ambiente

Energia Eólica: A Turbina Eólica de

Eixo Vertical Windspire

As fazendas de turbinas eólicas agora são uma visão comum em muitas partes do mundo.

Uma das primeiras fazendas eólicas nos Estados Unidos, a Fazenda Altamont Pass Wind Farm, na Califórnia central, possui quase 5000 turbinas eólicas relativamente pequenas de vários tipos, tornando-se de uma só vez a maior fazenda eólica no mundo em termos de capacidade de geração de energia. A Altamont Pass é ainda a maior concentração simples de turbinas eólicas do mundo, com uma capacidade de 576 MW, produzindo em torno de 125 MW em média e 1,1 TWh anualmente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521621591

Apêndices

TAVARES, Armando Dias; OLIVEIRA, J. Umberto Cinelli L. de Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndices

Apêndice

A

Coletânea de Preâmbulos dos Fascículos

Optamos por pôr sequencialmente os Preâmbulos dos Fascículos I–VI, deixando como Preâmbulo da obra o do Fascículo zero. A leitura em sequência dá moldura ao pensamento do autor.

A.1

Preâmbulo do fascículo zero

Ao escrever este livro, pensamos no estudante que deseja realmente aprender Física e que em geral não vê muita relação entre o que aprende, o que o cerca e, principalmente, o laboratório, seja porque não existe, seja porque, quando o alcança, se perde na sua complexidade. A Física Experimental não

é fácil, exige o conhecimento dos fenômenos, conceitos, leis e princípios; exige o conhecimento da matemática para representá-los e para desenvolvê-los em teoremas e resolver problemas teóricos e práticos, e para alcançar aplicações tecnológicas. Como aprender Física para chegar à plena realização do conhecimento teórico e experimental ou tecnológico?

Existem excelentes livros e manuais de Física, nacionais e estrangeiros. Seus autores, de modo geral, procuram dar a explicação dos fenômenos, leis, princípios e conceitos físicos com muitos problemas; mas não se preocupam com a parte do laboratório, que é deixada para os manuais práticos; estes relacionam as experiências sem inseri-las num contexto teórico. Neste livro procuramos, a partir de observações e experiências simples, conduzir o estudante para a parte teórica e em seguida para suas aplicações teóricas e experimentais. Como não podia deixar de ser, acompanha este livro o Laboratório

Ver todos os capítulos
Medium 9788527723879

5 - Estudo dos Genes e Genomas

BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert Grupo Gen PDF Criptografado

5

Estudo dos Genes e Genomas

Transformações como a de uma lagarta em borboleta ilustram as intensas alterações nos padrões da expressão gênica. Os níveis de expressão de milhares de genes podem ser monitorados por meio de sondas de DNA. À direita, uma microssonda de DNA revela os níveis de expressão de mais de 12.000 genes humanos; o brilho de cada ponto indica o nível de expressão do gene correspondente. [À esquerda, Cathy

Keifer/istockphoto.com.; à direita, Agilent Technologies.]

D

esde seu aparecimento na década de 1970, a tecnologia de DNA recombinante revolucionou a bioquí­mica. O patrimônio genético dos organismos pode ser agora precisamente modificado de maneiras específicas. A tecnologia do DNA recombinante é fruto de diversas décadas de pesquisa básica sobre o DNA, RNA e vírus. Ela depende, primeiramente, da existência de enzimas que cortem, unam e repliquem o DNA e daquelas que possam transcrever reversamente o RNA. As enzimas de restrição cortam moléculas muito extensas de DNA em fragmentos específicos que podem ser manipulados; as DNA-ligases unem estes fragmentos. Muitos tipos de enzimas de restrição estão disponíveis. Por meio da aplicação deste sortimento de opções de maneira inteligente, os pesquisadores podem lidar com as se­quências de DNA como módulos que podem ser movidos, conforme desejado, de uma molécula de DNA para outra. Assim, a tecnologia do DNA recombinante ba­seia-se no uso de enzimas cujos substratos são os

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605004

Volume II - Capítulo 30. A Geometria Interna de Cristais

Richard Feynman; Robert Leighton; Matthew Sands Grupo A PDF Criptografado

30

A Geometria Interna de Cristais

30–1  A geometria interna de cristais

Terminamos o estudo das leis básicas da eletricidade e do magnetismo, e vamos agora estudar as propriedades eletromagnéticas da matéria. Começamos pela descrição de sólidos, isto é, cristais. Quando os átomos da matéria não estão se movendo em demasia, eles se agrupam e se arranjam em uma configuração com a menor energia possível. Se os átomos, em um certo lugar, encontrarem um padrão que parece ser de baixa energia, então os átomos, em algum outro lugar, provavelmente farão o mesmo arranjo. Por essas razões, em um material sólido temos um padrão repetitivo de átomos.

Em outras palavras, as condições em um cristal apresentam-se da seguinte maneira: o ambiente de um átomo particular, em um cristal, tem um certo arranjo e, se você olhar para o mesmo tipo de átomo em um outro local longínquo, você achará exatamente a mesma coisa. Se você considerar um átomo mais longe ainda, achará exatamente as mesmas condições mais uma vez. O padrão é sempre repetido e, é claro, em três dimensões.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521622079

Capítulo 15 - Inseticidas, Herbicidas e Controle de Insetos

GIRARD, James E. Grupo Gen PDF Criptografado

Inseticidas, Herbicidas e Controle de Insetos  281

Inseticidas, Herbicidas e Controle de

Insetos as

três classes principais de inseticidas orgânicos

sintéticos em uso atualmente são: (1) hidrocarbonetos clorados; (2) organofosforados; e (3) carbamatos.

Os hidrocarbonetos clorados matam uma vasta gama de tipos de insetos – incluindo muitos que são benéficos –, e, por isso, são denominados inseticidas de amplo espectro.

No Capítulo 14, vimos que muitos pesticidas organoclorados foram proibidos e rotulados como poluentes orgânicos persistentes. A Figura 15.1 mostra as estruturas do diclorodifeniltricloroetano (DDT), clordano, aldrina, dieldrina e quatro pesticidas organoclorados que estão na lista da “dúzia suja”.

A maioria dos organofosforados e carbamatos consiste em inseticidas de espectro estreito, o que significa que eles são tóxicos para apenas alguns tipos de insetos. Eles também são considerados não persistentes porque se degradam rapidamente assim que são liberados no ambiente. Este capítulo discute inseticidas menos persistentes, os métodos analíticos que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) usa para avaliar a sua presença no ambiente e métodos alternativos de controle de insetos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522478392

Parte II - 12 Pesquisa de campo

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF Criptografado

12

Pesquisa de campo

O desenvolvimento de uma pesquisa de campo exige um planejamento geral e um plano específico para a coleta de dados, bem como um relatório escrito das várias etapas da pesquisa, incluindo os resultados obtidos. Porém, em certas circunstâncias, o estudante sentirá a necessidade de elaborar um Projeto de Pesquisa, que pode, muitas vezes, coincidir com o plano geral da pesquisa.

Para maiores esclarecimentos, os procedimentos relativos às várias atividades enunciadas serão minuciosamente descritos a seguir.

12.1 Projeto de pesquisa

Projeto de Pesquisa não é o mesmo que planejamento da pesquisa.

O Projeto de Pesquisa é necessário para obtenção de bolsas de estudo ou patrocínio para pesquisas que se deseja realizar; para ser apresentado ao orientador de uma monografia de final de curso; nos cursos de pós-graduação, a fim de que o orientador seja informado a respeito do trabalho que o orientando pretende desenvolver.

Um bom Projeto de Pesquisa deve conter apenas as linhas básicas da pesquisa que se tem em mente; não há necessidade de estender-se em minúcias, apresentar um plano para a coleta de dados etc.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521617778

7 - Cinemática

De Souza Grupo Gen PDF Criptografado

7

123

Cinemática | Capítulo 7

Cinemática

7.1 CINEMÁTICA ROTACIONAL ESCALAR

7.2 CINEMÁTICA ROTACIONAL VETORIAL

7.3 ACELERAÇÃO NO MOVIMENTO RELATIVO

7.4 RESUMO DO CAPÍTULO

7.5 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

7.6 EXERCÍCIOS PROPOSTOS

“Inicie por fazer o necessário, então o que é possível e, de repente, você estará fazendo o impossível.”

Francisco de Assis

7.1 Cinemática Rotacional Escalar

Consideremos um corpo rígido girando em torno de um

I eixo fixo z com velocidade angular v e aceleração angular

I a . Observando o movimento do ponto P, verificamos que executa um movimento circular. Estudaremos o movimento dos pontos da seção transversal do corpo rígido. Qualquer ponto do corpo rígido executa um movimento circular em torno do eixo z fixo da figura. z

ω

y

P1

mos neste ponto os valores dos espaços: linear so e angular uo, onde o índice “o” significa o momento da ligação do cronômetro, t = 0. Passado um tempo do cronômetro ligado, tempo t, o ponto P tem um arco de ângulo (u – uo) a partir de t = 0 e andou um espaço linear s – so, possuindo uma velocidade v. O ângulo de giro que vale para um ponto após ter começado a contar o tempo tem o mesmo valor para todos os pontos do corpo rígido. A taxa infinitesimal de variação do ângulo u ou espaço angular no tempo que fornece a velocidade angular v = du/dt vale para todos os pontos do corpo rígido. A taxa de variação da velocidade angular no tempo que fornece a aceleração angular a = dv/dt vale também para todos os pontos do corpo rígido. O espaço linear s, a velocidade linear v e a aceleração linear a, que é composta da aceleração tangencial e centrípeta, têm valores diferentes para cada ponto, sendo principalmente dependentes do raio do ponto, ou distância ao centro. v

Ver todos os capítulos

Carregar mais